O mercado financeiro mundial amarga grande queda das bolsas pelo segundo dia consecutivo, após anúncio do “tarifaço” feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na quarta-feira (02). Saiba mais na TVT News.
Somado a isso, o mercado internacional também reage a retaliação de 34% da China ao país norte-americano anunciada nesta sexta-feira (04).O país asiático sofreu taxação de mesma magnitude.

Na Europa, os principais índices despencam. O índice Euro Stoxx 50, que reúne ações de 50 das principais empresas da Europa, teve queda de 5,35%.
Por volta das 8:43h o DAX, na Alemanha, registrava índice negativo de – 3,30%, enquanto o FTSE 100, no Reino Unido, chegava a -3,27%.
Bolsa dos EUA
Em repercussão às preocupações sobre possível recessão que as medidas restritivas de Donald Trump podem causar na economia americana, o mercado de Nova York reagiu em queda.
O índice Dow Jones finalizou a quinta-feira (03) em queda de – 3,98%, fechando em 40.545,93. O S&P 500, com perdas de quase US$ 2 trilhões, caiu 4,84%, aos 5.396 pontos, em seu pior dia desde meados de 2020. Já o Nasdaq caiu 5,97%.
O impacto foi mais severo em empresas cujas cadeias de suprimentos dependem fortemente da manufatura no exterior, incluindo gigantes como a Apple (AAPL) que cedeu -9,32%; a Nike (NIKE) caiu 14,44% e Walmart (WMT) desvalorizou 2,79%.
Big techs também derreteram: Nvidia (NVDA) caiu 7,77% e Amazon (AMZN) cedeu 8,98%.
Na Ásia os mercados também fecharam em baixa.
No mercado acionário brasileiro, o Ibovespa fechou a quinta-feira (03) próximo da estabilidade, depois de avançar até 1% durante o dia. O índice fechou com ligeira queda de 0,34%, aos 131.141 pontos.