A TVT informa que, diante da paralisação ocorrida na última sexta, dia 6 de fevereiro, iniciada pelos sindicatos dos Jornalistas e dos Radialistas de São Paulo, mantém seu compromisso com o diálogo e a transparência com seus funcionários e à sociedade.
Neste sentido, gostaríamos de esclarecer que:
Desde o início das tratativas referentes à campanha salarial, a diretoria da Fundação Sociedade Comunicação Cultura e Trabalho, entidade sem fins lucrativos e que mantém a TVT, tem assegurado canais de comunicação abertos e participado ativamente de todas as rodadas de negociação, buscando um entendimento que concilie as expectativas dos trabalhadores com a realidade da própria Fundação e do mercado em que atua.
Após as tratativas com os dois sindicatos, dos Jornalistas e dos Radialistas, a Fundação apresentou uma proposta que contempla reajuste salarial corrigindo o INPC anual e com um valor de tíquete refeição/alimentação acima do estipulado na própria convenção coletiva.
Ou seja, enquanto profissionais recebem pela convenção R$ 29 por dia, a proposta garante R$ 35 (correção de 9%).
Outro ponto é o abono salarial. Mesmo que não conste na convenção, a TVT garantiu em mesa de negociação um valor de R$ 1.500, que será pago de uma única vez, sendo 50% maior do que em 2025.
A Fundação também formatou um plano para discutir a questão de horas extras e do banco de horas para todos os funcionários.
Além disso, a TVT, mantendo seu compromisso com a liberdade sindical dentro do seu ambiente de trabalho, atende a todas as exigências, garantindo, obviamente, estabilidade à representante eleita pelo Sindicato dos Jornalistas na defesa dos interesses dos funcionários.
A Fundação reforça que acredita no diálogo construtivo como o único caminho para a solução deste impasse e permanece à disposição das entidades sindicais para a formalização do acordo dentro das condições já apresentadas.

