Com 9 países, inglês é a língua mais falada na Copa do Mundo

Descubra quais são os nove países que falam inglês na Copa do Mundo 2026 e curiosidades sobre o idioma
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Colonizador x imperialista: jogo entre Inglaterra x EUA na Copa do Catar de 2022 marcou a disputa entre os países responsáveis pela expansão do inglês no mundo. Imagem: Reprodução / FIFA

A ampliação do número de seleções para a Copa do Mundo de 2026 trouxe uma diversidade sem precedentes para os gramados. Entre as 48 equipes que disputam o título, um idioma se destaca pela presença massiva e abrangência geográfica. O inglês lidera o ranking das línguas mais faladas na Copa do Mundo, sendo o idioma oficial ou majoritário de nove nações classificadas. Leia em TVT News.

Inglês é a língua mais falada na Copa do Mundo 2026; confira ranking e curiosidades

A equipe da TVT News mergulhou nos dados e na história para entender o impacto do inglês não apenas no esporte, mas na formação cultural, literária e musical dos países que entrarão em campo.

Mais do que uma ferramenta de comunicação, o inglês carrega consigo séculos de expansão geopolítica, transformações sociais e uma vasta produção artística que moldou o mundo moderno.

Quais países falam inglês na Copa do Mundo

A lista das nove nações que trazem o idioma inglês como língua oficial, cooficial ou principal meio de comunicação demonstra a capilaridade global dessa língua e a história da colonização e do imperialismo

Na Copa do Mundo da FIFA 2026, serão 9 países distribuídos por cinco continentes diferentes:

  • Inglaterra: o berço do idioma e do próprio futebol moderno. O inglês é a língua nativa de toda a nação britânica.
  • Estados Unidos: um dos países-sede da competição. Embora não tenha um idioma oficial definido na Constituição em nível federal, o inglês é a língua nacional na prática, falada pela imensa maioria da população e usada em todos os trâmites governamentais.
  • Canadá: outro país-sede do mundial. A nação é bilíngue, tendo o inglês e o francês como idiomas oficiais. O inglês é o mais falado de costa a costa.
  • Austrália: representante da Oceania (embora dispute as eliminatórias pela Ásia), tem o inglês como língua nacional, apresentando um sotaque e vocabulário com características próprias.
  • Nova Zelândia: o inglês é um dos idiomas oficiais do país, dividindo espaço com a língua nativa Maori e a Língua de Sinais Neozelandesa.
  • Escócia: o país faz parte do Reino Unido e possui o inglês como língua principal, ao lado do Scots e do Gaélico Escocês.
  • África do Sul: A nação africana tem 11 línguas oficiais, mas o inglês atua como a principal língua franca para a comunicação governamental, midiática e de negócios.
  • Gana: Ex-colônia britânica na África Ocidental, Gana adota o inglês como língua oficial para unificar um país que possui dezenas de línguas e dialetos regionais, como o Twi e o Fante.
  • Curaçao: O país caribenho tem uma rica mistura linguística. O Papiamento e o Holandês são muito fortes, mas o inglês também é uma língua oficial, amplamente falada pela população devido ao turismo e à localização geográfica estratégica.

Qual a origem do inglês?

Para entender o domínio atual, é preciso voltar mais de 1.500 anos no tempo. O inglês tem raízes na família de línguas indo-europeias e pertence ao braço germânico. A sua formação começou no século V, quando tribos germânicas — os anglos, os saxões e os jutos — cruzaram o Mar do Norte, saindo de regiões que hoje pertencem à Alemanha e Dinamarca, para invadir a Grã-Bretanha.

O idioma falado por esses povos se fundiu e deu origem ao que os linguistas chamam de “Inglês Antigo” (Old English). Durante séculos, o idioma sofreu diversas alterações. Em 1066, com a Conquista Normanda, a Inglaterra foi dominada por falantes de francês. Esse evento injetou milhares de palavras de origem latina e francesa no vocabulário bretão, criando o “Inglês Médio” (Middle English).

A partir do século XV, com a invenção da prensa de Gutenberg e a popularização da leitura, o idioma começou a se padronizar. As obras de William Shakespeare e a tradução da Bíblia pelo Rei James ajudaram a fixar as regras e a fonética do que hoje conhecemos como Inglês Moderno.

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Colonialismo, neocolonialismo e imperialismo espalharam o inglês pelo mundo

A presença de nove seleções que falam inglês nesta Copa do Mundo não é obra do acaso. É o reflexo direto de processos históricos complexos de expansão e poder. Entre os séculos XVII e XX, o Império Britânico se tornou a maior potência global. A célebre frase “o sol nunca se põe no Império Britânico” ilustra bem como a coroa inglesa estabeleceu colônias, protetorados e domínios na América do Norte, África, Ásia e Oceania.

O colonialismo impôs a língua inglesa a populações nativas por meio da força, da administração pública e do sistema educacional. Países como Austrália, Nova Zelândia, Canadá, África do Sul e Gana herdaram o idioma como resultado direto dessa administração imperialista.

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“Nosso império é maior que o da cerveja!” Um jingle divertido em um antigo selo postal canadense de 1898. Esta é uma ampliação desse selo, em exibição no Museu da Guerra do Canadá, que mostra a extensão do Império Britânico naquela época. Vastos territórios do Canadá eram controlados pelos britânicos, enquanto outras áreas pertenciam aos franceses. A própria cidade de Ottawa é dividida entre a metade britânica e a metade francesa. (Ottawa, Canadá, junho de 2015). Fonte: Wikimedia Commons

Após a Segunda Guerra Mundial, o Império Britânico encolheu, mas o bastão da influência global foi repassado para outra nação anglófona: os Estados Unidos. Com um forte poderio econômico, militar e diplomático, os EUA iniciaram uma era de neocolonialismo cultural.

A exportação massiva de filmes de Hollywood, redes de televisão, software de computadores e, posteriormente, a internet, consolidaram o inglês como a principal “língua franca” do planeta. Hoje, o idioma é requisito básico para os negócios internacionais, ciência, aviação e relações diplomáticas.

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O cinema dos EUA é uma das marcas do imperialismo cultural: filmes em inglês dominam as telas do mundo. (Foto de Michael Tran / AFP)

Curiosidades sobre a língua inglesa

  • A língua das segundas intenções: O inglês tem cerca de 400 milhões de falantes nativos, mas o número de pessoas que falam o idioma como segunda língua ultrapassa a marca de 1 bilhão.
  • O alfabeto inteiro em uma frase: O inglês possui frases famosas chamadas “pangramas”, que utilizam todas as 26 letras do alfabeto. A mais conhecida é: “The quick brown fox jumps over the lazy dog“.
  • Ausência de uma Academia: Diferente do português (que tem a Academia Brasileira de Letras) ou do francês (Académie Française), o inglês não possui um órgão oficial que dite as regras do idioma. Os dicionários, como Oxford e Merriam-Webster, atuam apenas registrando como as pessoas estão usando a língua no dia a dia.
  • Vocabulário em expansão: Estima-se que uma nova palavra seja adicionada ao idioma inglês a cada duas horas.

Quais os principais nomes da literatura inglesa dos 9 países que estão na Copa

A produção literária dessas nove nações é vasta e profundamente influente. Na Inglaterra, encontramos os alicerces, com William Shakespeare, autor de peças atemporais como Hamlet e Romeu e Julieta, além de romancistas de peso como Jane Austen e Charles Dickens.

Os Estados Unidos trouxeram novas perspectivas e estilos diretos com Mark Twain, Ernest Hemingway, Edgar Allan Poe e Toni Morrison, que retrataram a complexidade social e os conflitos do povo americano.

O Canadá exporta para o mundo a literatura distópica e reflexiva de Margaret Atwood, famosa por O Conto da Aia. Na África do Sul, J.M. Coetzee e Nadine Gordimer usaram a literatura anglófona para denunciar as atrocidades do regime do Apartheid.

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A escritora Margaret Atwood concedeu uma entrevista na Biblioteca Nacional de Buenos Aires. Ministerio de Cultura de la Nación Argentina

A Austrália tem as histórias de Patrick White e a Nova Zelândia projetou os contos sensíveis de Katherine Mansfield. Gana possui a voz potente de Ama Ata Aidoo, que discute as tensões entre o passado africano e a influência ocidental. A Escócia, por sua vez, presenteou o mundo com Sir Arthur Conan Doyle, o criador do detetive Sherlock Holmes.

Quais os principais nomes da música em inglês dos 9 países que estão na Copa

A cultura pop global é fortemente dominada pelas paradas de sucesso cantadas em inglês, e os países que disputam o mundial têm grande responsabilidade nisso.

A Inglaterra foi palco da “Invasão Britânica” na década de 1960 com The Beatles e The Rolling Stones, e seguiu produzindo fenômenos como Queen, Elton John, David Bowie, e, mais recentemente, Adele e Dua Lipa.

Os Estados Unidos revolucionaram a música mundial ao longo do século XX, criando gêneros inteiros. O país nos deu Elvis Presley (o Rei do Rock), Michael Jackson (o Rei do Pop), Madonna, além do surgimento do hip-hop, do jazz e do blues, com ícones como Beyoncé, Taylor Swift e Kendrick Lamar dominando as paradas na atualidade.

Madonna disse ao Papa Leão XIV que ele é “ o único de nós a quem não pode ser negada a entrada ” e que “não há mais tempo” para salvar as vidas de milhares de crianças de Gaza à beira da morte por fome e desnutrição - com-9-paises-ingles-e-a-lingua-mais-falada-na-copa-do-mundo-tvt-news
Madonna disse ao Papa Leão XIV que ele é “ o único de nós a quem não pode ser negada a entrada ” e que “não há mais tempo” para salvar as vidas de milhares de crianças de Gaza à beira da morte por fome e desnutrição Imagem: Wikimedia Commons

O Canadá tem uma forte cena de exportação musical, revelando estrelas globais como Celine Dion, Shania Twain, Drake, Justin Bieber e The Weeknd. A Austrália contribuiu com o rock pesado do AC/DC e o pop eletrônico de Kylie Minogue.

A Nova Zelândia estourou no cenário internacional com a cantora Lorde. A África do Sul revela novos talentos em gêneros emergentes, com a cantora Tyla ganhando destaque mundial recentemente, misturando pop com ritmos locais.

Dos 9 países que falam inglês na Copa do Mundo, quem já conquistou o Prêmio Nobel de Literatura?

O Prêmio Nobel de Literatura, a mais alta honraria literária mundial, já foi entregue dezenas de vezes a escritores dessas nove nações classificadas, evidenciando o poder narrativo do idioma inglês.

Os Estados Unidos somam mais de dez ganhadores, incluindo lendas como William Faulkner, John Steinbeck e Toni Morrison. A Inglaterra (e o Reino Unido de forma geral) acumula um grande número de laureados, como Winston Churchill (premiado por seus discursos e textos históricos), Doris Lessing e Harold Pinter.

A Austrália foi representada no pódio por Patrick White, em 1973. A África do Sul conquistou a Academia Sueca duas vezes, com Nadine Gordimer em 1991 e J.M. Coetzee em 2003. O Canadá teve seu momento de consagração em 2013, com Alice Munro, a grande mestra dos contos curtos.

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O presidente Barack Obama entrega a Medalha da Liberdade ao músico americano Bob Dylan, em 29 de maio de 2012, durante uma cerimônia na Casa Branca, em Washington (NASA/Bill Ingalls).

Bob Dylan, famoso na música, recebeu prêmio Nobel de Literatura

Um dos momentos mais debatidos da história recente da premiação ocorreu em 2016, quando o norte-americano Bob Dylan, cantor e compositor, recebeu o Nobel de Literatura.

A Academia Sueca justificou a escolha afirmando que Dylan “criou novas expressões poéticas dentro da grande tradição da canção americana”. A entrega do prêmio ao músico nascido nos Estados Unidos esfumaçou as fronteiras entre a literatura tradicional impressa em papel e a poesia cantada.

Nascida na Suiça, a FIFA adota o inglês como um dos idiomas oficiais

Curiosamente, a Federação Internacional de Futebol (FIFA), entidade máxima do esporte, foi fundada em Paris, em 1904, e mantém sua sede na cidade de Zurique, na Suíça. Historicamente, suas raízes estão profundamente ligadas ao francês e ao alemão. No entanto, a globalização do esporte forçou a entidade a adaptar suas engrenagens.

Hoje, a FIFA reconhece formalmente diversos idiomas oficiais, mas, na prática operacional, o inglês é a principal língua de trabalho. A comunicação entre árbitros no campo, a operação da sala do Árbitro de Vídeo (VAR), as regras do jogo e a distribuição do sinal de televisão para os quatro cantos do planeta são majoritariamente coordenadas em inglês.

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Nascida em país historicamente neustro, a Suiça, a FIFA tem se aproximado dos EUA e entra em polêmicas geopolíticas, como entregar o prêmio da Paz da FIFA para Donald Trump. Imagem: Reprodução / FIFA

A escolha reflete a praticidade. Em um torneio com seleções como Japão, Brasil, Senegal e Irã, o inglês atua como a ponte neutra para que delegados, jogadores e autoridades consigam interagir. Assim, quando a bola rolar na Copa do Mundo de 2026, as estratégias e as orientações nos gramados serão traduzidas para os torcedores do mundo inteiro por meio do idioma que se espalhou pelos mares e se consolidou como a grande voz do evento.

Línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026: espanhol, árabe e inglês lideram

As línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026 revelam a diversidade dos 48 países classificados para o torneio que será disputado em junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá.

A lista de seleções reúne idiomas de quatro continentes — do guarani indígena do Paraguai ao uzbeque da Ásia Central — em um mapa linguístico que mostra tanto a diversidade como a marca da história.

A liderança de idiomas de origem europeia, como inglês, francês e espanhol é sinal dos processos de colonização e imperialismo de Espanha, Inglaterra e Portugal (o português está presente em países de 3 continentes na Copa do Mundo). Por outro lado, também mostra a expansão do império árabe, que da península arábica, chegou até o norte da África.

Línguas Mais Faladas na Copa do Mundo 2026

Inglês (9 países)
Espanhol (8 países)
Francês (8 países)
Árabe (8 países)
Alemão (4 países)
Holandês (3 países)
Português (3 países)

Ranking das línguas mais faladas na Copa do Mundo

Considerando o status de língua oficial ou o idioma majoritário de comunicação de cada nação classificada, este é o ranking dos idiomas mais presentes na Copa do Mundo da FIFA 2026:

PosiçãoIdiomaNúmero de PaísesPaíses Representantes
Inglês9África do Sul, Canadá, Escócia, Estados Unidos, Austrália, Curaçao, Nova Zelândia, Inglaterra, Gana
Espanhol8México, Paraguai, Equador, Espanha, Uruguai, Argentina, Colômbia, Panamá
Francês8Canadá, Suíça, Haiti, Costa do Marfim, Bélgica, França, Senegal, RD Congo
Árabe8Catar, Marrocos, Tunísia, Egito, Arábia Saudita, Iraque, Argélia, Jordânia
Alemão4Suíça, Alemanha, Bélgica, Áustria
Holandês3Curaçao, Holanda, Bélgica
Português3Brasil, Cabo Verde, Portugal
Croata2Bósnia, Croácia

Em países com mais de um idioma oficial, foi considerado o idioma predominante na comunicação nacional.

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“Pobre México, tão longe de Deus e tão perto dos EUA”, Claudia Sheinbaum, Presidente do México, e o Presidente dos EUA, Donald Trump, durante o sorteio da Copa do Mundo. Foto: Pool/Getty Images/AFP

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

  • GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Dinamarca;

  • GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;

  • GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;

  • GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;

  • GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;

  • GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;

  • GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;

  • GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;

  • GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;

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Os 12 grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. Arte: TVT News

Quais as línguas nacionais dos países da Copa do Mundo 2026

Confira o mapeamento dos 48 países classificados para a Copa do Mundo 2026, separados por grupo, com seus respectivos idiomas oficiais ou majoritários:

  • GRUPO A
    • México: Espanhol (e 68 línguas indígenas nacionais)
    • África do Sul: Inglês, Africâner, Zulu, Xhosa (além de outras 8 línguas oficiais)
    • Coreia do Sul: Coreano
    • República Tcheca: Tcheco

  • GRUPO B
    • Canadá: Inglês, Francês
    • Bósnia: Bósnio, Croata, Sérvio
    • Catar: Árabe
    • Suíça: Alemão, Francês, Italiano, Romanche

  • GRUPO C
    • Brasil: Português
    • Marrocos: Árabe, Amazigue (Berbere)
    • Haiti: Francês, Crioulo Haitiano
    • Escócia: Inglês, Gaélico Escocês, Scots

  • GRUPO D
    • Estados Unidos: Inglês (idioma nacional na prática)
    • Paraguai: Espanhol, Guarani
    • Austrália: Inglês
    • Turquia: Turco

  • GRUPO E
    • Alemanha: Alemão
    • Curaçao: Holandês, Papiamento, Inglês
    • Costa do Marfim: Francês
    • Equador: Espanhol (Kichwa e Shuar para relações interculturais)

  • GRUPO F
    • Holanda: Holandês (Neerlandês)
    • Japão: Japonês
    • Suécia: Sueco
    • Tunísia: Árabe

  • GRUPO G
    • Bélgica: Holandês, Francês, Alemão
    • Egito: Árabe
    • Irã: Persa (Farsi)
    • Nova Zelândia: Inglês, Maori, Língua de Sinais Neozelandesa

  • GRUPO H
    • Espanha: Espanhol (além de Catalão, Galego e Basco como co-oficiais regionais)
    • Cabo Verde: Português, Crioulo Cabo-Verdiano
    • Arábia Saudita: Árabe
    • Uruguai: Espanhol

  • GRUPO I
    • França: Francês
    • Senegal: Francês (oficial), Wolof
    • Iraque: Árabe, Curdo
    • Noruega: Norueguês

  • GRUPO J
    • Argentina: Espanhol
    • Argélia: Árabe, Tamazight
    • Áustria: Alemão
    • Jordânia: Árabe

  • GRUPO K
    • Portugal: Português
    • RD Congo: Francês (oficial), Lingala, Kikongo, Swahili, Tshiluba
    • Uzbequistão: Uzbeque
    • Colômbia: Espanhol

  • GRUPO L
    • Inglaterra: Inglês
    • Croácia: Croata
    • Gana: Inglês
    • Panamá: Espanhol

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