“A construção dos gaseiros é estratégica para aumentar a oferta de gás natural, fortalecer a transição energética e, principalmente, gerar empregos e renda no país.” A afirmação é de Míriam Cabreira, diretora da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e presidenta do Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul (Sindipetro-RS), ao destacar que a iniciativa consolida a retomada da indústria naval, fortalece a soberania energética e reafirma o papel da Petrobras como indutora do desenvolvimento nacional. Leia em TVT News.
A declaração foi feita nesta terça-feira (20), em Rio Grande (RS), durante a assinatura dos contratos do Programa Mar Aberto, do Governo Federal, acompanhada pela FUP e pelo Sindipetro-RS. A iniciativa da Petrobras, por meio da Transpetro, prevê R$ 2,8 bilhões em investimentos e a geração de mais de 9 mil empregos diretos e indiretos nos estados do Rio Grande do Sul, Amazonas e Santa Catarina, marcando a retomada das encomendas da indústria naval brasileira após quase uma década de paralisação.
No Rio Grande do Sul, o Estaleiro Rio Grande será responsável pela construção dos navios gaseiros, concentrando cerca de R$ 2,2 bilhões em investimentos e a criação de até 3.200 postos de trabalho. Para a FUP, a retomada da construção dessas embarcações fortalece a soberania energética do país, reduz a dependência externa no transporte de gás e reativa cadeias produtivas estratégicas para o desenvolvimento regional.
Via FUP

