O Governo Federal anuncia uma nova etapa da estratégia brasileira digital para inteligência artificial, com a ampliação da infraestrutura necessária para desenvolver e treinar modelos de IA no país.
O conjunto das ações reforça a soberania nacional sobre os dados de serviços brasileiros públicos e privados.
Hoje, projetos que exigem grande capacidade computacional podem depender da contratação de infraestrutura no exterior. As novas iniciativas ampliam a capacidade de processamento instalada no Brasil e poderão ser utilizadas por empresas, startups, universidades, instituições de pesquisa e diferentes níveis de governo.
As medidas integram o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), e reúnem ações para ampliar a infraestrutura tecnológica do país, a formação de profissionais, a transferência de tecnologia, além de avançar em transparência, governança e soberania digital.
O PBIA prevê R$ 23 bilhões em investimentos entre 2024 e 2028 para fortalecer a capacidade tecnológica do país, formar profissionais e impulsionar pesquisa, inovação e aplicações de inteligência artificial.
Os novos anúncios envolvem três frentes complementares. A primeira é a aquisição, por edital competitivo, de um supercomputador que deverá figurar entre as dez maiores máquinas do mundo em capacidade de processamento de IA.
A segunda prevê cooperação tecnológica com empresas da China para ampliar a supercomputação no país, desenvolver modelos de IA em língua portuguesa e formar profissionais.
A terceira é a participação brasileira no esforço internacional de desenvolvimento de chips com arquitetura aberta RISC-V, que amplia as possibilidades de desenvolvimento tecnológico e reduz a dependência de arquiteturas proprietárias.
O pacote inclui ainda a estruturação da Nuvem Brasileira, em uma parceria entre os setores público e privado, para desenvolver no país infraestrutura e tecnologia de armazenamento e processamento de dados e sistemas, estimular fornecedores nacionais e reduzir a dependência de grandes provedores estrangeiros. Também prevê a implantação do Centro Nacional de Transparência Algorítmica e IA Confiável
Na prática, a nova infraestrutura amplia as condições para que empresas brasileiras, startups, universidades e centros de pesquisa desenvolvam e treinem modelos de inteligência artificial no país, abrindo espaço para pesquisa, inovação, novos produtos, serviços e negócios a partir de maior capacidade computacional disponível no Brasil.

Essa estrutura também cria condições para o desenvolvimento de aplicações com impacto na vida da população, em áreas como saúde, agricultura, previsão climática, prevenção de desastres, indústria e serviços públicos. Ao mesmo tempo, os projetos preveem a formação de profissionais e pesquisadores, permitindo que jovens ingressem em áreas de alta qualificação e participem do desenvolvimento de tecnologias estratégicas para o
crescimento da economia brasileira.
Com esse conjunto de iniciativas, o Brasil deixa de ser predominantemente usuário de tecnologias de inteligência artificial para também desenvolver IA no país.
Brasil avança em infraestrutura própria para inteligência artificial com supercomputação e nuvem brasileira
Confira mais detalhes sobre cada iniciativa.
SUPERCOMPUTADOR
Uma das três rotas será a aquisição, por edital competitivo, de um novo supercomputador de inteligência artificial, com investimento estimado em cerca de R$ 1 bilhão. A infraestrutura deverá alcançar aproximadamente 7.200 petaflops1 — cerca de 7,2 quintilhões de operações matemáticas por segundo.
O supercomputador será uma infraestrutura nacional de inteligência artificial. Sua capacidade poderá ser utilizada por empresas, universidades, instituições científicas e governos para treinamento de modelos, pesquisa e desenvolvimento de aplicações de IA.
Hoje, iniciativas brasileiras que demandam processamento dessa escala podem precisar contratar capacidade no exterior, ficando sujeitas à infraestrutura e à disponibilidade definidas por provedores estrangeiros. Com maior capacidade instalada no país, o Brasil ganha autonomia para desenvolver projetos e definir prioridades de acordo com suas próprias necessidades.
O equipamento está previsto para ser instalado no Parque Tecnológico Augusto Severo – PAX, que pertence à na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com execução feita pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
O supercomputador de inteligência artificial brasileira deverá alcançar aproximadamente 7.200 petaflops1 — cerca de 7,2 quintilhões de operações matemáticas por segundo.
Embora tenha utilização nacional, sua instalação no Rio Grande do Norte se deve ao grande potencial energético do Estado e leva ao Nordeste uma infraestrutura científica e tecnológica de ponta, amplia a capacidade de pesquisa e inovação na região e contribui para descentralizar a infraestrutura de alta tecnologia no país. O início das operações está previsto para o final de 2027.
O edital prevê ainda contrapartidas relacionadas a transferência de tecnologia, capacitação, pesquisa e desenvolvimento, conteúdo local e participação de fornecedores brasileiros, com previsão de capacitar 5 mil brasileiros em cinco anos.
COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA E MODELOS EM PORTUGUÊS
A segunda rota prevê a implantação, no Rio de Janeiro, de uma infraestrutura de supercomputação executada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), em parceria com Huawei e iFlytek.
A iniciativa irá ampliar a capacidade de processamento disponível no país, e prevê transferência de tecnologia, parcerias de pesquisa e desenvolvimento, formação de profissionais e desenvolvimento de uma pilha de software soberana. Também está previsto o desenvolvimento de um modelo de linguagem de grande escala (LLM) nacional e de modelos de inteligência artificial em português, permitindo criar soluções mais adequadas ao idioma, aos dados e às necessidades brasileiras.

O investimento é estimado em R$ 1,276 bilhão ao longo de cinco anos e o início das operações está previsto para julho de 2027.
A proposta inclui ainda a capacitação de 3 mil brasileiros em cinco anos. As contrapartidas da parceria incluem aspectos relacionados a transferência de tecnologia, formação de profissionais e pesquisa e desenvolvimento.
CHIPS EM ARQUITETURA ABERTA
A terceira rota é uma estratégia de longo prazo, com horizonte de 10 a 15 anos, para ampliar a capacidade brasileira de desenvolver chips e reduzir a dependência de tecnologias controladas por poucas empresas ou países.
A iniciativa será baseada na arquitetura RISC-V, uma tecnologia aberta e não proprietária que permite desenvolver e adaptar componentes sem depender exclusivamente de arquiteturas fechadas. A frente será conduzida em cooperação com o ecossistema de inovação de Barcelona, na Espanha, e busca ampliar o domínio brasileiro sobre tecnologias críticas para a computação de alto desempenho e a inteligência artificial.
As três rotas são complementares: combinam expansão da capacidade de processamento, transferência de tecnologia, formação profissional e desenvolvimento de competências nacionais, evitando substituir uma dependência externa por outra.
NUVEM BRASILEIRA
O Governo Federal também dará início à estruturação da Nuvem Brasileira, por meio de uma parceria entre os setores público e privado para desenvolver no país componentes críticos da tecnologia de computação em nuvem e criar uma alternativa brasileira para armazenamento e processamento de dados e sistemas.
A iniciativa busca ampliar o domínio nacional sobre essa infraestrutura e reduzir a dependência de grandes provedores estrangeiros. A solução será desenvolvida com padrões abertos e interoperáveis e tecnologia nacional em componentes críticos, de forma a reduzir também o risco de dependência de uma única empresa ou tecnologia.
Um acordo de cooperação entre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Serpro e o BNDES dará início à estruturação do projeto e a uma escuta de mercado para conhecer a capacidade da indústria nacional, avaliar tecnologias e definir o modelo da futura Nuvem Brasileira.
A estratégia prevê utilizar a demanda e a capacidade de contratação do Estado para ajudar a criar escala para fornecedores brasileiros e estimular o desenvolvimento de soluções nacionais que possam atender tanto o setor público quanto o mercado privado.
A iniciativa parte da experiência da Nuvem de Governo, já operada por Serpro e Dataprev.
TRANSPARÊNCIA ALGORÍTMICA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL CONFIÁVEL
Outra entrega será o Centro Nacional de Transparência Algorítmica e IA Confiável, a ser implantado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
O Centro dará ao país capacidade técnica para acompanhar a expansão do uso da inteligência artificial com mais segurança e confiabilidade. Com o aumento da capacidade computacional e do desenvolvimento de modelos de IA no Brasil, será necessário também ampliar as condições para avaliar como esses sistemas funcionam, identificar riscos e tornar seus resultados mais transparentes e rastreáveis.
Para isso, o Centro desenvolverá pesquisas, metodologias e ferramentas de transparência,explicabilidade, auditabilidade, segurança, avaliação de riscos e mitigação de vieses, apoiando a identificação de falhas e possíveis discriminações em sistemas de inteligência artificial.
O Centro terá função técnico-científica. As competências de fiscalização e aplicação de sanções permanecem com as autoridades legalmente responsáveis.
FAQ: Tire suas dúvidas sobre o supercomputador para inteligência artificial brasileira
Perguntas e respostas sobre a infraestrutura para Inteligência Artificial no Brasil
| Qual o objetivo da nova etapa da estratégia brasileira digital para inteligência artificial? |
| O objetivo é fazer o Brasil avançar de usuário de tecnologias de inteligência artificial para também ser desenvolvedor em grande escala, ampliando sua capacidade de criar modelos, soluções, produtos e serviços no próprio país. A estratégia busca formar um ecossistema mais robusto de inteligência artificial, com infraestrutura, pesquisa, formação de profissionais e condições para que empresas, startups, universidades, centros de pesquisa e governos desenvolvam tecnologia no Brasil. É como criar uma usina de capacidade computacional para a IA brasileira: uma infraestrutura que dá potência para que muitos outros projetos possam ser desenvolvidos |
| Qual problema essa nova infraestrutura resolve hoje? |
| Uma das principais dificuldades para desenvolver inteligência artificial é o acesso a grande capacidade de processamento. Sem máquinas de alto desempenho, mesmo quem tem dados e pesquisadores encontra limites para treinar modelos de maior escala. Hoje, empresas, startups, universidades e pesquisadores brasileiros que precisam treinar modelos de maior porte podem ter de contratar essa infraestrutura no exterior. Na prática, isso pode significar enviar dados para processamento fora do país e depender da disponibilidade, das filas e das condições definidas pelos provedores dessa infraestrutura. Também coloca uma questão de segurança e soberania: quanto maior a capacidade instalada no Brasil, maiores as condições para que dados e projetos estratégicos sejam processados no país e para que o próprio Brasil defina prioridades de utilização. Com mais processamento disponível aqui, empresas, universidades, centros de pesquisa e governos ganham infraestrutura para treinar modelos e desenvolver projetos de maior escala no Brasil. É capacidade brasileira disponível para quem quer desenvolver inteligência artificial no país. |
| O novo supercomputador será uma estrutura do Governo Federal? |
| Não. Ele será uma infraestrutura nacional de inteligência artificial. Sua capacidade poderá ser utilizada por empresas, universidades, instituições científicas e diferentes níveis de governo para pesquisa, treinamento de modelos e desenvolvimento de aplicações. |
| Qual o investimento do edital? |
| O edital possui investimento estimado em cerca de R$ 1 bilhão. O equipamento deverá alcançar aproximadamente 7,2 mil Petaflops (em fp16) e figurar entre as dez maiores máquinas do mundo em capacidade de processamento de IA. |

| Onde o supercomputador ficará instalado? |
| A instalação está prevista para o Parque Tecnológico Augusto Severo – PAX, que pertence à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), levando também ao Nordeste uma infraestrutura científica e tecnológica de ponta. Além da aquisição da máquina, o edital prevê transferência de tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, conteúdo local, participação de fornecedores brasileiros e formação de profissionais. A capacidade terá uso compartilhado entre governo, setor produtivo e comunidade científica. O modelo de governança deverá estabelecer critérios de seleção e priorização dos projetos que utilizarão a infraestrutura. |
| Também terá uma estrutura no Rio de Janeiro? |
| Sim. Também há previsão de implantação no Rio de Janeiro de uma infraestrutura de supercomputação executada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), em parceria com Huawei e iFlytek. Mas a infraestrutura do Rio de Janeiro é parte de uma parceria estratégica mais ampla, e será prioritariamente usada para desenvolver os modelos de linguagem gerais e em setores específicos. A iniciativa irá ampliar a capacidade de processamento disponível no país, e prevê transferência de tecnologia, parcerias de pesquisa e desenvolvimento, formação de profissionais e desenvolvimento de uma pilha de software soberana. |
| Por que o Brasil está seguindo diferentes rotas tecnológicas? |
| Porque a estratégia não é depender de uma única empresa, tecnologia ou país. O Brasil combina a aquisição de um supercomputador por edital competitivo, cooperação tecnológica com empresas chinesas e uma estratégia de longo prazo em parceria com a Espanha baseada na arquitetura aberta RISC-V para desenvolvimento de chips. As rotas também atuam em horizontes diferentes: algumas ampliam a capacidade de processamento no curto prazo, enquanto outras constroem competências tecnológicas para o médio e o longo prazo. Soberania digital não significa fazer tudo sozinho ou fechar o país. Significa ampliar alternativas, desenvolver capacidades no Brasil e poder escolher parceiros e tecnologias de acordo com os interesses nacionais. As parcerias serão avaliadas pelo que deixam no país — conhecimento, formação de profissionais e liberdade para trocar tecnologias e fornecedores no futuro. |
| Qual é a importância da Nuvem Brasileira? |
| A lógica é semelhante à da supercomputação: criar no país uma infraestrutura tecnológica estratégica que possa ser utilizada não apenas pelo governo, mas também pelo mercado. A Nuvem Brasileira busca desenvolver tecnologia nacional em componentes críticos de computação em nuvem, com padrões abertos e interoperáveis. O objetivo é criar uma alternativa brasileira para armazenamento e processamento de dados e sistemas. A estratégia parte da ideia de que não basta que os dados estejam fisicamente no Brasil: é importante ampliar também o domínio sobre as tecnologias utilizadas para armazená-los e processá-los. A demanda do Estado ajudará a dar escala ao projeto, estimulando fornecedores brasileiros e criando condições para que soluções nacionais também possam disputar o mercado privado. O desenho busca ainda gerar conhecimento e propriedade intelectual no país e evitar que usuários fiquem presos a uma única tecnologia ou fornecedor. |
| Qual a diferença entre nuvem de governo e nuvem brasileira? |
| A Nuvem de Governo foi estabelecida em 2023 e tem por objetivo guardar, no Brasil, dados sensíveis do governo brasileiro que podem estar armazenados em qualquer lugar do mundo e sujeitos a eventuais sanções ou mesmo guerras territoriais. Desde 2023, 38 órgãos federais já aderiram à nuvem de governo. Ao utilizar essa nuvem, o governo garante que os dados estejam armazenados em território nacional, o que facilitará seu uso estratégico em modelos de IA aproveitando as capacidades de alto desempenho dos supercomputadores. Com a Nuvem de Governo, tecnologias de grandes empresas internacionais são instaladas fisicamente em ambientes controlados pelo Estado, em território nacional, com gestão feita por Serpro e Dataprev ou pelos órgãos públicos. As nuvens desses fornecedores são instaladas dentro nos data centers das empresas públicas, portanto, subordinadas a uma estratégia de soberania que inclui múltiplos fornecedores e controle dos dados e do ambiente computacional. A Nuvem Brasileira visa ampliar a soberania digital, pois envolve o desenvolvimento do software necessário para que uma nuvem funcione. Ela será desenvolvida a partir de uma parceria entre empresas públicas e o setor privado, aproveitando os avanços da indústria nacional, apoiada no poder de compra do Estado para expandir e acelerar sua evolução. |
| Como as diferentes iniciativas se conectam dentro da estratégia? |
| Cada frente cumpre uma função específica: Supercomputadores: capacidade de processamento para treinar modelos e desenvolver IA em grande escala. Nuvem Brasileira: infraestrutura para armazenar e operar dados, sistemas e aplicações. RISC-V: capacidade de ampliar o domínio sobre componentes tecnológicos fundamentais, como chips. Formação e transferência de tecnologia: pessoas e conhecimento para utilizar, desenvolver e evoluir essa infraestrutura no Brasil. Centro de Transparência Algorítmica: capacidade técnica para avaliar o funcionamento dos sistemas de IA, identificar riscos e vieses e ampliar sua explicabilidade e confiabilidade. Juntas, essas iniciativas formam a base tecnológica necessária para ampliar a capacidade brasileira de desenvolver inteligência artificial no país. |
| O que esse pacote pode gerar para empresas, pesquisadores e jovens? |
| Para empresas e startups, mais capacidade computacional disponível no Brasil reduz uma das barreiras para desenvolver inteligência artificial em maior escala. Isso amplia as condições para testar e treinar modelos, transformar pesquisa em produtos e serviços, criar novos negócios e fortalecer empresas brasileiras de tecnologia. A Nuvem Brasileira também busca abrir mercado para fornecedores nacionais de software, infraestrutura, segurança e aplicações. Para universidades e pesquisadores, a nova infraestrutura significa acesso a maior poder de processamento para pesquisas que hoje exigem equipamentos de alto desempenho, além de novas oportunidades de pesquisa e desenvolvimento, cooperação tecnológica e criação de modelos voltados ao idioma e às necessidades brasileiras. |
| E o que isso representa, no fim, para a população? |
| O primeiro resultado é ampliar a capacidade do país de desenvolver inteligência artificial. Com mais infraestrutura disponível no Brasil, empresas, universidades, centros de pesquisa e governos passam a ter melhores condições para criar, testar e colocar em uso novas soluções. O passo seguinte é transformar essa capacidade em aplicações concretas, que podem gerar benefícios em áreas muito diferentes da vida das pessoas. Na saúde, por exemplo, a IA pode apoiar diagnósticos e tratamentos; na agricultura, contribuir para aumentar produtividade e reduzir perdas; na área de clima, melhorar previsões e a prevenção de desastres; na indústria, elevar eficiência e competitividade; e, nos serviços públicos, permitir soluções mais rápidas e adequadas às necessidades da população. É esse o potencial do investimento: criar hoje a infraestrutura necessária para que, nos próximos anos, novas aplicações sejam desenvolvidas no Brasil, ganhem escala e se traduzam em melhores serviços, mais produtividade, novos negócios, empregos qualificados e avanços concretos para a população. |
Com informações da Secom