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Da Redação

Fim da escala 6×1: Câmara dos Deputados instala comissão

A comissão especial da Câmara dos Deputados que vai analisar as propostas que acabam com a escala 6×1 foi instalada com a presidência do deputado Alencar Santana (PT-SP). Leia em TVT News.

Câmara instala comissão para analisar PEC do fim da escala 6X1

A Câmara dos Deputados instalou nesta quarta-feira (29) a comissão especial que analisará a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19, que trata da redução da jornada de trabalho no país e extingue a escala 6×1.

O deputado federal Alencar Santana (PT-SP) foi eleito para presidir os trabalhos por 28 votos favoráveis e três brancos, e a relatoria caberá a Leo Prates (Republicanos-BA).

Entrevista: em entrevista ao jornal TVT News Primeira Edição, deputado Alencar fala da expectativa para aprovação da PEC do fim da escala 6×1

A comissão do fim da escala 6×1 analisará duas propostas de redução na jornada de trabalho. A primeira, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 36 horas semanais. A transição se daria ao longo de dez anos.

A outra proposta apensada (PEC 8/25), da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.

Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). Se aprovados na comissão especial, os projetos irão depois para votação no plenário.

Presidência da comissão do fim da escala 6×1

Ao tomar posse como presidente, Santana disse que vai haver um debate amplo sobre o tema e lembrou das mudanças no mundo do trabalho ao longo dos séculos, frutos de lutas e disputas na sociedade.

“Menos de dois séculos atrás, no nosso país, ainda existia escravidão”, disse. “Nós tivemos, ao longo da história, o trabalho infantil praticamente como regra. Uma exploração brutal de crianças, adolescentes, sem qualquer dignidade, sem qualquer respeito. O mundo avançou, e todas essas mudanças ocorreram com divergências, resistências, mas o mundo foi evoluindo”, continuou.

Santana citou ainda a oposição a direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), criada durante o governo de Getúlio Vargas.

“Quando se criou o salário mínimo, quando se criaram outros direitos, como férias, décimo terceiro, sempre houve um setor que jogava de maneira contrária. Mas o mundo progrediu, e o trabalhador foi ganhando direitos ao longo do tempo”, afirmou.

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Alencar Santana nesta quarta (29) na TVT News

O relator, deputado federal Leo Prates, defendeu a redução da jornada e afirmou que a mudança, além de dar um maior período de descanso, trará mais qualidade de vida ao trabalhador. Esse tempo poderá ser utilizado para o convívio familiar, o lazer e cuidar da saúde. 

“Não há preço que seja caro demais para a gente pagar enquanto poder público para um benefício social tão grande”, disse. “É sobre o futuro do nosso país, é sobre os seres humanos”.

“Eu vejo muitos cristãos falando da deterioração das famílias. É sobre isso que nós estamos falando aqui. Não é só sobre os trabalhadores, é sobre as crianças que nós estamos falando. O relatório não será contra ninguém, será a favor das pessoas e a favor do nosso futuro do nosso país”, afirmou.

Os integrantes da comissão elegeram ainda a deputada Daiana Santos (PCdoB-RS) como primeira vice-presidente. A deputada conduzirá os trabalhos na ausência do presidente.

A parlamentar considera que o debate é um momento histórico para o país e defendeu que a redução trará um ambiente de trabalho mais digno, justo e honesto.

“Eu sou a única mulher que compõe essa mesa. Pelas mulheres trabalhadoras desse país, que têm dupla, tripla, quádrupla jornada, coloco aqui a minha disposição para o trabalho, para que a gente possa fazer essa entrega para as mulheres trabalhadoras, para os trabalhadores e para o povo brasileiro”, concluiu.

Além de Daiana, a comissão elegeu como segundo vice-presidente o deputado Luiz Gastão (PSD-CE), e a terceira vice-presidência ficou com o deputado Mauro Benevides Filho (União-CE).

Prazo para a comissão do fim da escala 6×1

Composta por 38 membros titulares e igual número de suplentes, a comissão terá o prazo de até 40 sessões para proferir seu parecer. A partir de amanhã, tem início o prazo para a apresentação das emendas, que é de 10 sessões.

O presidente da comissão afirmou que o tempo para a análise da proposta é apertado e que o colegiado deverá realizar, inicialmente, duas reuniões semanais, às terças e quartas-feiras, para debater a matéria.

A comissão foi criada na sexta-feira (24) após a proposta ter a sua admissibilidade aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na quarta-feira (22).

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Trabalhadores e Centrais Sindicais pedem o fim da escala 6×1, redução da jornada de trabalho, sem reduzir salário. Foto: Ricardo Weber

Ontem (28), ao anunciar a instalação do colegiado, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que conversou com o presidente e o relator da comissão para conduzir o debate ouvindo amplos setores da sociedade. Motta citou como exemplo trabalhadores, empresários, Judiciário, governo, pesquisadores, universidades, entre outros.

A indicação de Jorge Messias ao STF foi aprovada com 16 votos na CCJ do senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (29), a indicação de Jorge Messias para ocupar uma vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF). Após uma sabatina que se estendeu por diversas horas, o nome escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva obteve a aprovação do colegiado por 16 votos favoráveis contra 11 votos contrários. Leia em TVT News.

Com o resultado positivo na comissão técnica, a indicação de Messias agora segue para a etapa final de análise no Poder Legislativo, que ocorre no plenário do Senado Federal. Para que o AGU possa assumir a cadeira na Corte, é necessário que receba o apoio de, no mínimo, 41 dos 81 senadores que compõem a casa.

Entenda o processo de escolha e votação no Senado

A trajetória de Jorge Messias rumo ao STF teve início em novembro do ano passado, quando seu nome foi sugerido pelo presidente da República. Desde então, o indicado realizou visitas aos gabinetes parlamentares para apresentar suas teses e buscar apoio. A formalização oficial da indicação ocorreu no mês de abril de 2026.

O processo de votação na CCJ é regido por normas específicas:

Quórum de abertura: A votação só pôde ser iniciada após a presença registrada de pelo menos 14 dos 27 senadores que formam o colegiado.

Caráter do voto: Tanto na comissão quanto no plenário, o voto é secreto. Dessa forma, o sistema registra apenas o placar final, sem identificar formalmente a escolha individual de cada congressista.

Critério de aprovação: Na CCJ, a exigência é de maioria simples dos presentes.

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Próximos passos no plenário do Senado

A aprovação na CCJ é uma etapa técnica obrigatória. Agora, o relatório segue para a apreciação de todos os parlamentares. Para que a votação em plenário seja aberta, o quórum deve atingir a presença de 41 senadores.

Nesta fase definitiva, Messias precisará atingir esse mesmo patamar de 41 votos favoráveis. Se aprovado, o nome é encaminhado para a nomeação presidencial e posterior posse no STF. Ao longo da sabatina na comissão, Messias esteve acompanhado pelos ministros José Múcio Monteiro (Defesa) e Jader Filho (Cidades), reforçando a articulação política do governo para garantir a viabilidade do nome no Legislativo.

O debate na comissão também levantou pontos sobre o aperfeiçoamento da atuação dos ministros da Corte, tema que Messias se prontificou a discutir, sempre sob a ótica da preservação das liberdades públicas e do Estado Democrático de Direito.

Sabatina e compromissos constitucionais

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Constituição foi a palavra mais usada por Messias durante a sabatina na CCJ do Senado. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil.

Durante o processo de questionamentos na CCJ, Messias enfatizou a importância da harmonia entre os Poderes e defendeu uma postura de autocontenção por parte do Judiciário. Segundo o indicado, as cortes constitucionais precisam atuar de forma cautelosa para evitar mudanças que gerem divisões acentuadas na sociedade civil.

Em seu discurso, o agora aprovado pela comissão afirmou que o Supremo deve atuar como guardião da supremacia constitucional, garantindo a proteção de minorias, a diversidade e os direitos fundamentais da população. Messias pontuou que o papel do magistrado deve ser residual e complementar, respeitando as prerrogativas dos gestores e legisladores eleitos.

O indicado também abordou a relação entre fé e magistratura, mencionando sua origem evangélica. Ele defendeu que é possível realizar a interpretação da Constituição com fé, mas ressaltou que as convicções religiosas de um juiz não podem ser colocadas acima da Carta Magna.

Fé e Constituição no discurso de Messias

Um dos momentos que gerou repercussão entre os membros da CCJ foi a abordagem de Messias sobre sua origem evangélica e a vida familiar. O candidato ao STF buscou separar a prática religiosa da atuação técnica no Direito, afirmando que a imparcialidade é o dever de qualquer magistrado.

“Juiz que coloca suas convicções religiosas acima da Constituição não é juiz. É possível interpretar a Constituição com fé e não pela fé”, declarou Messias, visivelmente emocionado ao citar seus familiares. Para ele, a Corte se mantém firme como a principal “guardiã da supremacia constitucional”, sendo responsável por assegurar direitos fundamentais a milhões de brasileiros, protegendo minorias e garantindo a diversidade do país.

Mega Sena 30 anos vai pagar R$ 150 milhões e não acumula

A Caixa Econômica Federal comemora os 30 anos da Mega Sena com um sorteio especial (concurso 3010) em 24 de maio de 2026, com prêmio estimado de R$ 150 milhões. O concurso da Mega Sena 30 anos é especial: não acumula, seguindo a regra da Mega da Virada, sendo pago aos acertadores de 5 ou 4 números se ninguém acertar a sena. Leia em TVT News.

Como vai ser o sorteio da Mega Sena 30 Anos

  • Data do Sorteio: 24 de maio de 2026 (domingo).
  • Valor do Prêmio: Estimado em R$ 150 milhões.
  • Regra de Acumulação: O prêmio não acumula. Se não houver ganhadores com 6 números, o valor é dividido entre os acertadores da quina (5 números) e assim por diante.
  • Início das Apostas: Liberadas a partir de 26 de abril de 2026.
  • Mudança no Calendário: Após o concurso de 16 de maio (3009), as apostas serão exclusivas para o concurso especial de 30 anos.

O concurso especial Mega Sena 30 anos comemora o lançamento da loteria em 11 de março de 1996, que se tornou a mais popular do país. 

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Regras da Mega Sena 30 anos são as mesmas da Mega da Virada Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Como apostar na Mega Sena 30 anos

As apostas são permitidas apenas para maiores de 18 anos.

Você pode apostar na Mega Sena pela Internet ou nas Loterias Caixa.

Na Mega Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país

Mega Sena 30 anos: loteria mais popular do país

A Mega Sena completa 30 anos como a principal loteria do Brasil, reunindo apostas milionárias, recordes de arrecadação e histórias que marcaram gerações. Criada em 1996, a modalidade se consolidou como um dos maiores fenômenos do país quando o assunto é prêmio alto — e segue atraindo milhões de jogadores a cada concurso.

Qual a história da Mega Sena

A Mega Sena foi lançada em março de 1996 pela Caixa Econômica Federal, substituindo a antiga Loteria Federal com um formato mais atrativo: o apostador escolhe de 6 a 15 números entre 60 disponíveis.

Desde o início, a proposta foi oferecer prêmios acumulados que crescem rapidamente, o que ajudou a popularizar os sorteios. Ao longo dos anos, surgiram edições especiais, como a Mega da Virada, que não acumula e paga valores ainda maiores no fim de cada ano.

Com o avanço da tecnologia, as apostas passaram a ser feitas também pela internet e aplicativos, ampliando o alcance da Mega Sena e facilitando o acesso dos jogadores em todo o país.

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A Mega Sena é a loteira mais famosa do país Imagem: Reprodução Loterias Caixa

Quais os maiores prêmios pagos pela Mega Sena?

A Mega Sena é conhecida pelos valores elevados. Alguns concursos entraram para a história pelos montantes distribuídos:

  • Mega da Virada 2022: mais de R$ 540 milhões
  • Mega da Virada 2023: cerca de R$ 588 milhões
  • Concurso regular (2021): aproximadamente R$ 289 milhões
  • Mega Sena da Virada 2025: R$ 1,09 bilhão

Esses valores são possíveis graças ao sistema de acumulação: quando ninguém acerta as seis dezenas, o prêmio cresce para o sorteio seguinte.

Além disso, a arrecadação da Mega Sena também tem impacto social. Parte do valor das apostas é destinada a áreas como educação, segurança pública e esporte.

Quais números foram mais sorteados na História da Mega Sena

Ao longo das três décadas de sorteios, alguns números apareceram com mais frequência. Entre os mais sorteados historicamente, destacam-se:

  • 10
  • 53
  • 05
  • 23
  • 04

Por outro lado, também existem dezenas que aparecem menos, o que alimenta diferentes estratégias de aposta entre os jogadores.

Apesar dessas estatísticas, especialistas reforçam que a Mega Sena é um jogo de probabilidade: todos os números têm a mesma chance em cada concurso.

Mega da Virada de 2025 teve recorde histórico

A edição de 2025 da Mega da Virada registrou o maior prêmio já pago pelas loterias no Brasil: R$ 1.091.357.286,52 (R$ 1,09 bilhão).

O valor foi dividido entre seis apostas vencedoras, com cada uma recebendo cerca de R$ 181,8 milhões.

As dezenas sorteadas foram:
09 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59

O sorteio teve um fato fora do padrão: ocorreu apenas na manhã de 1º de janeiro de 2026, após adiamento causado pelo alto volume de apostas nos sistemas da Caixa.

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Mega da Virada de 2025 pagou mais de R$ 1 bilhão. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Outro dado relevante é a arrecadação: o concurso movimentou mais de R$ 3 bilhões, reforçando o peso econômico da Mega Sena no país.

Como em todas as edições da Mega da Virada, o prêmio não acumula — se ninguém acertasse as seis dezenas, o valor seria distribuído entre os acertadores da quina.

Resistência Indígena Ywyrupá: encontro em Paraty debate economia e territórios

A Aldeia Indígena Rio Pequeno, Tekohá Djey, localizada em Paraty (RJ), sedia entre os dias 1º e 3 de maio o encontro “Resistência Indígena Ywyrupá”. O evento, que conta com o apoio da Rede de Economia Popular Solidária Indígena e da Unisol Brasil, deve reunir aproximadamente 150 representantes de diferentes povos para debater o futuro dos territórios tradicionais e a preservação dos modos de vida originários. Leia em TVT News.

A iniciativa surge em um contexto de necessidade de articulação política frente aos desafios impostos pelas crises ambientais e pelas pressões sobre as terras ancestrais. Ao longo de três dias, os participantes se dedicarão a atividades de formação, trocas de saberes e construção de estratégias coletivas.

O foco central das discussões envolve a economia indígena, as mudanças climáticas e a saúde tradicional, elementos integrados à manutenção da vida nas aldeias.

Resistência Indígena Ywyrupá: programação foca em saúde tradicional e meio ambiente

O cronograma do encontro foi estruturado para abordar de forma profunda a relação entre a posse da terra e a qualidade de vida dos povos. Após a recepção dos participantes no primeiro dia de maio, a agenda de debates tem início efetivo no dia 2, sob o tema “Território é saúde tradicional”. Essa abordagem reforça a compreensão de que a medicina e o bem-estar indígena dependem diretamente do equilíbrio do ecossistema e do livre exercício da cultura em seus espaços originais.

No dia 3 de maio, a programação dos Ywyrupá se divide em duas frentes complementares. Durante o período da manhã, as lideranças discutem as pautas de território e meio ambiente, analisando o impacto das transformações globais no cotidiano das comunidades. Já no período da tarde, o evento promove uma atividade prática de reflorestamento, denominada Nhamboka’agwy djey, simbolizando o compromisso com a recuperação das matas e a sustentabilidade dos recursos naturais.

Protagonismo feminino e redes de economia solidária Ywyrupá

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Encontro “Resistência Indígena Ywyrupá” em Paraty – Foto: Divulgação

O encontro “Resistência Indígena Ywyrupá” também destaca o papel fundamental das mulheres indígenas na liderança e na proteção dos territórios. O protagonismo feminino é apontado como um dos eixos para o fortalecimento das comunidades, especialmente na gestão da economia indígena e na transmissão de conhecimentos geracionais sobre saúde e meio ambiente.

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A participação da Rede de Economia Popular Solidária Indígena e da Unisol Brasil indica a busca por fortalecer economias próprias que sejam sustentáveis e independentes. O debate sobre economia busca encontrar caminhos para que os povos originários possam garantir sua subsistência sem abrir mão de seus valores culturais e do respeito à natureza.

Visibilidade e articulação política dos Ywyrupá em Paraty

Além das lideranças locais e regionais, o evento deve contar com a presença de apoiadores da causa e convidados do campo artístico. Essa estratégia visa ampliar a visibilidade das reivindicações dos povos originários para a sociedade civil brasileira, extrapolando as fronteiras dos territórios tradicionais. A organização espera que o espaço consolide propostas de resistência diante das ameaças contemporâneas aos direitos indígenas.

O encontro em Paraty se configura como um ponto estratégico para a região Sudeste, mas também para o país, ao integrar redes de saberes de diversos locais. A consolidação dessas redes é vista como um passo essencial para a defesa das garantias constitucionais e para o enfrentamento das mudanças climáticas, tema no qual o conhecimento tradicional indígena é cada vez mais requisitado por órgãos internacionais e nacionais de proteção ambiental.

A articulação política promovida na Tekohá Djey reforça a ideia de que a defesa das terras indígenas é, simultaneamente, a defesa da biodiversidade. Ao final dos três dias de atividades, o grupo pretende ter diretrizes mais sólidas para o fortalecimento da resistência e para a continuidade das lutas por direitos, autonomia e justiça social para as populações indígenas do Brasil.

Confira lista de jogadores lesionados fora da Copa do Mundo 2026

A poucos dias para a Copa do Mundo FIFA 2026, um tema começa a ganhar protagonismo fora das quatro linhas: o número crescente de jogadores fora da Copa por lesão. Leia em TVT News quais as seleções perderam mais jogados por lesão.

A lista só aumenta: quais jogadores estão fora da Copa do Mundo

A lista de jogadores fora da Copa já tem nomes confirmados, principalmente em casos de lesões graves que exigem cirurgia ou longo período de recuperação.

Entre os atletas oficialmente fora do Mundial, estão:

  • Rodrygo (Brasil) — rompimento do ligamento do joelho
  • Éder Militão (Brasil) — lesão na coxa com necessidade de cirurgia
  • Serge Gnabry (Alemanha) — lesão na coxa
  • Hugo Ekitiké (França) — rompimento do tendão de aquiles
  • Xavi Simons (Holanda) — ruptura de ligamento

Esses casos representam o cenário mais crítico: lesões mais graves que tiram qualquer possibilidade de participação na Copa. Em comum, estão o longo tempo de recuperação e a impossibilidade de retorno em nível competitivo antes do torneio.

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Além deles, há jogadores praticamente fora, como Vanderson, que passou por cirurgia e dificilmente terá tempo hábil para recuperação completa.

O volume de lesões desse tipo reforça um alerta no futebol internacional: o impacto do calendário sobre a saúde dos atletas.

TVT NEWS • ESPECIAL COPA 2026

A COPA
DOS LESIONADOS

A lista de jogadores fora da Copa cresce e já afeta as principais seleções do Mundial

5 fora da Copa
+10 em recuperação
retorno ainda possível para vários nomes
BRASIL EM ALERTA
Rodrygo e Militão fora, outros nomes ainda em dúvida
EUROPA AFETADA
França, Espanha e Holanda lidam com baixas importantes
CORRIDA CONTRA O TEMPO
Maio será decisivo para definir convocados

Quais jogadores da Seleção Brasileira estão lesionados

A Seleção Brasileira de Futebol aparece entre as mais afetadas pela lista de jogadores fora da Copa ou em recuperação.

Além dos cortes confirmados de Rodrygo e Éder Militão, outros nomes importantes preocupam:

  • Estêvão — lesão na coxa, tenta recuperação
  • Raphinha — lesão na coxa, retorno previsto para maio
  • Alisson — lesão na coxa, retorno previsto para maio

O caso brasileiro mostra dois cenários distintos: perdas já confirmadas e atletas que ainda têm possibilidade de disputar a Copa. A recuperação até maio, no caso de Raphinha e Alisson, pode ser determinante para a convocação.

Já Estêvão representa uma incógnita. Jovem promessa, depende da evolução clínica para entrar na lista final.

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Estêvao, ao centro, é considerado titular e pode ficar fora da Copa do Mundo. Foto: Instagram / CBF

Qual a seleção com o maior número de desfalques

Entre as seleções classificadas para a Copa do Mundo, o Brasil aparece como uma das equipes com maior número de problemas físicos, tanto em cortes confirmados quanto em jogadores em recuperação.

A Seleção da França também enfrenta impacto relevante, com a ausência confirmada de Ekitiké e a situação monitorada de Kylian Mbappé.

Outras seleções com desfalques ou riscos incluem:

  • Seleção da Holanda — perda de Xavi Simons
  • Seleção da Alemanha — ausência de Gnabry
  • Seleção de Portugal — atenção ao quadro de Rúben Dias

Quais jogadores ainda tem chance de jogar a Copa do Mundo

Uma parte significativa da lista envolve atletas que ainda lutam contra o tempo. Esses jogadores não estão entre os jogadores fora da Copa, mas dependem de evolução clínica para garantir presença.

Entre os principais nomes:

  • Cristian Romero (Argentina) — lesão no joelho
  • Luka Modrić (Croácia) — lesão na face
  • Lamine Yamal (Espanha) — fora da temporada, mas com retorno previsto
  • Rodri (Espanha) — lesão na virilha
  • Kylian Mbappé (França) — lesão na coxa
  • Memphis Depay (Holanda) — em transição física
  • Rúben Dias (Portugal) — lesão na coxa
  • Arda Güler (Turquia) — lesão no bíceps femoral
  • Piquerez (Uruguai) — recuperação após cirurgia

Esses casos são acompanhados de perto pelas comissões técnicas. O fator tempo será decisivo: quem conseguir retomar o ritmo de jogo antes da convocação larga na frente.

A tendência é que muitos desses jogadores sejam incluídos nas listas preliminares, com decisão final próxima ao início do torneio.

De olho nas lesões antes da Copa

Brasil

  • Rodrygo: fora da Copa (rompimento do ligamento do joelho, sofrida em março)
  • Éder Militão: fora da Copa (lesão na coxa que demandará cirurgia)
  • Vanderson: praticamente fora da Copa após passar por cirurgia
  • Estêvão: tem lesão na coxa e tenta recuperação
  • Raphinha: tem lesão na coxa; deve retornar ainda em maio
  • Alisson: tem lesão na coxa; deve retornar ainda em maio

Alemanha

Serge Gnabry: fora da Copa (lesão na coxa)

Argentina

Cristian Romero: tem lesão no joelho e tenta recuperação

Croácia

Luka Modric: tem lesão na maçã do rosto e tenta recuperação

Espanha

Lamine Yamal: tem lesão na coxa e está fora da temporada, mas deve retornar a tempo para a Copa
Rodri: tem lesão na virilha; deve retornar ainda em maio

França


Ekitiké: fora da Copa (rompimento do tendão de aquiles)
Mbappé: tem lesão na coxa; deve voltar a tempo da Copa

Holanda


Memphis: iniciou transição física; deve retornar a tempo da Copa
Xavi Simons: fora da Copa (ruptura de ligamento)

Portugal


Rúben Dias: tem lesão na coxa; deve voltar a tempo da Copa

Turquia


Arda Güler: tem lesão no bíceps femoral; deve voltar a tempo da Copa

Uruguai

Piquerez: passou por cirurgia; tenta recuperação a tempo da Copa

Lesionados por seleção — Copa do Mundo 2026

Fora da Copa • Praticamente fora • Em recuperação • Deve voltar

Brasil
2
Fora
1
Quase fora
1
Recuperação
2
Voltam
Alemanha
1
Fora
França
1
Fora
1
Recuperação
Espanha
2
Recuperação
Holanda
1
Fora
1
Volta
Legenda:
🔴 Fora da Copa • 🟠 Praticamente fora • 🟡 Em recuperação • 🟢 Deve voltar

Confira os grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

  • GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Dinamarca;

  • GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;

  • GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;

  • GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;

  • GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;

  • GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;

  • GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;

  • GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;

  • GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;

  • GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;

  • GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;

  • GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

Adversários do Brasil na Fase de Grupos

  • 1ª rodada – 13 de junho (sábado) – 19h – Brasil x Marrocos
  • 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira) – 21h30 –  Brasil x Haiti
  • 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira) – 19h – Escócia x Brasil

Veja as cidades com atos no 1º de maio

Mobilizações pelo fim da escala 6×1 marcam os atos do 1º de maio em todo o Brasil. Acompanhe na TVT News os locais e horários dos atos do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora.

As ruas de diversas capitais e cidades do interior do país recebem, nesta semana, as atividades relativas ao 1º de maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora. Organizados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e entidades parceiras, os atos deste ano colocam a revisão das relações laborais no centro do debate público. A reivindicação principal é o fim da escala 6×1, pauta que ganhou força no Congresso Nacional e nas frentes de mobilização social.

A luta pela redução da carga horária semanal sem a diminuição dos vencimentos dos trabalhadores expressa a busca por condições dignas de vida. Atualmente, o debate parlamentar avança com o PL 1838/2026, enviado pelo governo federal em regime de urgência, além de propostas que tramitam na Câmara dos Deputados, como a PEC 221/2019 e a proposta de escala 4×3.

Confira os locais e horários dos atos no país

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Confira mapa do Brasil com locais que terão atos no 1º de maio Dia do Trabalhador e da Trabalhadora

Abaixo, a lista detalhada das mobilizações confirmadas para o 1º de maio e atividades antecipadas para o dia 30 de abril em várias regiões:

ARACAJU (SE)

  • 1º de maio: Praça José Andrade Góis, no 18 do Forte, às 8h.

BELÉM (PA)

  • 1º de maio: Praça da República (próximo ao Bar do Parque), às 9h.

BELO HORIZONTE (MG)

  • 1º de maio: Missa dos trabalhadores na Praça da Cemig, às 7h; Ato unificado na Praça Raul Soares, às 9h.

BRASÍLIA (DF)

  • 1º de maio: Eixão do Lazer (altura da 106 Sul), às 10h.

CURITIBA (PR)

  • 30 de abril: Pátio da Reitoria da UFPR, a partir das 18h30.

CAMPO GRANDE (MS)

  • 30 de abril: Marcha da Classe Trabalhadora na Praça do Rádio Clube, às 14h.

FORTALEZA (CE)

  • 1º de maio: Concentração no Espigão da Rui Barbosa, na Praia de Iracema, às 15h.

GOIÂNIA (GO)

  • 1º de maio: Rotatória abaixo da entrada do estacionamento do Araguaia Shopping (Região da 44).

SÃO LUIS (MA)

  • 30 de abril: Praça João Lisboa, a partir das 15h30.

SANTA CATARINA (SC)

  • Florianópolis: Ato show no Centro Leste (esquina das ruas Vitor Meireles e Nunes Machado), dia 30 de abril, às 17h.
  • Canoinhas: Praça Lauro Mueller, Centro, dia 1º de maio, às 14h.
  • Jaraguá do Sul: Panfletagem em diversos pontos, dia 30 de abril, das 9h às 18h.

MACEIÓ (AL)

  • 1º de maio: Orla de Pajuçara, às 8h.

TERESINA (PI)

  • 1º de maio: Praça da Liberdade, às 9h.

VITÓRIA (ES)

  • 1º de maio: Praça Getúlio Vargas, Centro, das 8h às 14h.

RIO DE JANEIRO (RJ)

  • 1º de maio: Copacabana, Posto 5, às 14h.

RIO GRANDE DO SUL (RS)

  • Porto Alegre: Casa do Gaúcho (Parque Harmonia), às 10h.
  • Caxias do Sul: Pavilhões da Festa da Uva, às 14h.
  • Passo Fundo: Parque da Gare, das 13h às 21h.
  • Pelotas: Praça Coronel Pedro Osório, das 14h às 22h.

SÃO PAULO (SP)

  • São Bernardo do Campo: Paço Municipal, às 9h.
  • Osasco: Metal Clube (Rochdale), às 14h.
  • Campinas: Largo do Pará, Centro, às 9h.
  • Santos: Estação da Cidadania (Av. Ana Costa), às 9h.
  • Jacareí: Praça do Rosário, às 9h.
  • Taboão da Serra: Avenida Fernando Fernandes, às 10h.
  • Bauru: Rua Altíno Arantes (Vila Souto), das 12h às 14h.
  • São José do Rio Preto: Av. Lino José de Seixas, às 9h.

Pautas da classe trabalhadora: fim da escala 6×1

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Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e bancada de parlamentares que pedem o fim da escala 6×1, deputada Erika Hilton (PSOL-SP); senador Rogerio Carvalho (PT-SE) e senador Paulo Paim (PT-RS). Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Além do fim da escala 6×1, os atos deste 1º de maio levam às ruas outras reivindicações fundamentais para a justiça social e cidadania. Estão em pauta o combate ao feminicídio e às formas de violência, o enfrentamento à precarização causada pela pejotização e o fortalecimento das negociações coletivas para o setor privado e servidores públicos.

A regulamentação do trabalho por aplicativos também é um ponto central, visando assegurar proteção social para os profissionais da categoria. As demandas foram consolidadas durante a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat) e a Marcha da Classe Trabalhadora, ocorridas em abril em Brasília, reforçando a unidade dos movimentos sociais na data.

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