Julgamento do mandato-tampão no RJ: Dino pede vista, mas votação está em 4 a 1 para eleição indireta

Dino pede vista e diz que aguardará TSE publicar condenação de Castro
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STF decide se as eleições no RJ serão diretas ou indiretas Foto: Rio de janeiro

O placar para definir eleição indireta do governo do Rio de Janeiro está em 4 a 1. Os ministros André Mendonça, Kassio Nunes Marques e Carmen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), votaram nesta quinta-feira para que sejam realizadas eleições indiretas para o mandato-tampão para o governo do Rio de Janeiro. Os ministros seguiram a tese de Luiz Fux. O ministro Flávio Dino pediu vista do processo. Leia em TVT News.

Dino pediu vista quando placar estava em 1 a 1, depois dele, eleições indiretas ganham mais 3 votos

O julgamento do caso foi retomado na sessão desta tarde, mas Dino disse que votará depois da publicação do acórdão do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que condenou o ex-governador Cláudio Castro à inelegibilidade

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Com a suspensão do julgamento, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, continuará exercendo interinamente o cargo de governador do estado.

Acompanhe aqui a sessão:

O ministro Cristiano Zanin, relator do caso, votou a favor de eleições diretas, ou seja, com o eleitor votando na urna eletrônica.

No entendimento do ministro, a renúncia do ex-governador Cláudio Castro para disputar uma vaga do Senado, ocorrida no dia anterior ao julgamento que o condenou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi “tentativa de burla” para evitar a convocação de eleições populares. 

Em seguida, Luiz Fux votou pela votação indireta; por meio da deliberação dos deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O Supremo julga uma ação na qual o diretório estadual do PSD defende eleições diretas para o comando interino do estado.

Matéria em atualização.

André Richter – Repórter da Agência Brasil

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