Veja as cidades com atos no 1º de maio

Organizados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e entidades parceiras, os atos deste ano tem o fim da escala 6x1 como principal pauta
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1 de maio em São Paulo, 2025. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Mobilizações pelo fim da escala 6×1 marcam os atos do 1º de maio em todo o Brasil. Acompanhe na TVT News os locais e horários dos atos do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora.

As ruas de diversas capitais e cidades do interior do país recebem, nesta semana, as atividades relativas ao 1º de maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora. Organizados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e entidades parceiras, os atos deste ano colocam a revisão das relações laborais no centro do debate público. A reivindicação principal é o fim da escala 6×1, pauta que ganhou força no Congresso Nacional e nas frentes de mobilização social.

A luta pela redução da carga horária semanal sem a diminuição dos vencimentos dos trabalhadores expressa a busca por condições dignas de vida. Atualmente, o debate parlamentar avança com o PL 1838/2026, enviado pelo governo federal em regime de urgência, além de propostas que tramitam na Câmara dos Deputados, como a PEC 221/2019 e a proposta de escala 4×3.

Confira os locais e horários dos atos no país

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Confira mapa do Brasil com locais que terão atos no 1º de maio Dia do Trabalhador e da Trabalhadora

Abaixo, a lista detalhada das mobilizações confirmadas para o 1º de maio e atividades antecipadas para o dia 30 de abril em várias regiões:

ARACAJU (SE)

  • 1º de maio: Praça José Andrade Góis, no 18 do Forte, às 8h.

BELÉM (PA)

  • 1º de maio: Praça da República (próximo ao Bar do Parque), às 9h.

BELO HORIZONTE (MG)

  • 1º de maio: Missa dos trabalhadores na Praça da Cemig, às 7h; Ato unificado na Praça Raul Soares, às 9h.

BRASÍLIA (DF)

  • 1º de maio: Eixão do Lazer (altura da 106 Sul), às 10h.

CURITIBA (PR)

  • 30 de abril: Pátio da Reitoria da UFPR, a partir das 18h30.

CAMPO GRANDE (MS)

  • 30 de abril: Marcha da Classe Trabalhadora na Praça do Rádio Clube, às 14h.

FORTALEZA (CE)

  • 1º de maio: Concentração no Espigão da Rui Barbosa, na Praia de Iracema, às 15h.

GOIÂNIA (GO)

  • 1º de maio: Rotatória abaixo da entrada do estacionamento do Araguaia Shopping (Região da 44).

SÃO LUIS (MA)

  • 30 de abril: Praça João Lisboa, a partir das 15h30.

SANTA CATARINA (SC)

  • Florianópolis: Ato show no Centro Leste (esquina das ruas Vitor Meireles e Nunes Machado), dia 30 de abril, às 17h.
  • Canoinhas: Praça Lauro Mueller, Centro, dia 1º de maio, às 14h.
  • Jaraguá do Sul: Panfletagem em diversos pontos, dia 30 de abril, das 9h às 18h.

MACEIÓ (AL)

  • 1º de maio: Orla de Pajuçara, às 8h.

TERESINA (PI)

  • 1º de maio: Praça da Liberdade, às 9h.

VITÓRIA (ES)

  • 1º de maio: Praça Getúlio Vargas, Centro, das 8h às 14h.

RIO DE JANEIRO (RJ)

  • 1º de maio: Copacabana, Posto 5, às 14h.

RIO GRANDE DO SUL (RS)

  • Porto Alegre: Casa do Gaúcho (Parque Harmonia), às 10h.
  • Caxias do Sul: Pavilhões da Festa da Uva, às 14h.
  • Passo Fundo: Parque da Gare, das 13h às 21h.
  • Pelotas: Praça Coronel Pedro Osório, das 14h às 22h.

SÃO PAULO (SP)

  • São Bernardo do Campo: Paço Municipal, às 9h.
  • Osasco: Metal Clube (Rochdale), às 14h.
  • Campinas: Largo do Pará, Centro, às 9h.
  • Santos: Estação da Cidadania (Av. Ana Costa), às 9h.
  • Jacareí: Praça do Rosário, às 9h.
  • Taboão da Serra: Avenida Fernando Fernandes, às 10h.
  • Bauru: Rua Altíno Arantes (Vila Souto), das 12h às 14h.
  • São José do Rio Preto: Av. Lino José de Seixas, às 9h.

Pautas da classe trabalhadora: fim da escala 6×1

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Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e bancada de parlamentares que pedem o fim da escala 6×1, deputada Erika Hilton (PSOL-SP); senador Rogerio Carvalho (PT-SE) e senador Paulo Paim (PT-RS). Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Além do fim da escala 6×1, os atos deste 1º de maio levam às ruas outras reivindicações fundamentais para a justiça social e cidadania. Estão em pauta o combate ao feminicídio e às formas de violência, o enfrentamento à precarização causada pela pejotização e o fortalecimento das negociações coletivas para o setor privado e servidores públicos.

A regulamentação do trabalho por aplicativos também é um ponto central, visando assegurar proteção social para os profissionais da categoria. As demandas foram consolidadas durante a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat) e a Marcha da Classe Trabalhadora, ocorridas em abril em Brasília, reforçando a unidade dos movimentos sociais na data.

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