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Da Redação

Suíça x Argélia hoje (2); onde ver; horário e escalações

Para os amaantes da madrugada, a última partida desta quinta-feira (2) será disputada à meia-noite (horário de Brasília), no BC Place, em Vancouver, no Canadá. Suíça e Argélia entram em campo em busca de uma vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 após campanhas que demonstraram capacidade de reação ao longo da fase de grupos.  Leia tudo sobre a Copa do Mundo na TVT News.

Os suíços terminaram na liderança do Grupo B, enquanto a Argélia avançou entre as melhores terceiras colocadas da competição. Quem vencer enfrentará o ganhador do confronto entre Colômbia e Gana, também válido pelo mata-mata do Mundial.

A partida terá transmissão da CazéTV.

>> Espanha x Áustria hoje (2); onde ver; horário e escalações

>> Portugal x Croácia hoje (2); onde ver; horário e escalações

>> Veja agenda completa de jogos hoje

Suíça

A seleção suíça chega embalada pela liderança do Grupo B. A equipe estreou empatando com o Qatar por 1 a 1 em um resultado considerado abaixo das expectativas, mas respondeu nas rodadas seguintes com atuações consistentes.

Na segunda partida, goleou a Bósnia por 4 a 1 e, na sequência, venceu o Canadá por 2 a 1, resultado que confirmou a primeira colocação da chave.

O técnico Murat Yakin encontrou uma formação que deu estabilidade à equipe. No meio-campo, Granit Xhaka continua sendo o principal organizador das jogadas e responsável pelo equilíbrio entre defesa e ataque. À frente, Breel Embolo permanece como referência ofensiva, utilizando força física e movimentação para abrir espaços na defesa adversária.

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Granit Xhaka, jogador da Suíça – Foto: Reprodução

A provável escalação da Suíça conta com Kobel; Jaquez, Elvedi, Akanji e Ricardo Rodríguez; Freuler, Sow e Xhaka; Manzambi, Ruben Vargas e Embolo.

>> Veja aqui quais são os próximos jogos do mata-mata e o chaveamento da Copa

Depois de liderar seu grupo, a expectativa da equipe é manter o padrão apresentado nas últimas rodadas, com posse de bola, organização defensiva e transições rápidas quando encontrar espaços.

Argélia

A Argélia chega ao confronto após uma campanha de recuperação. A seleção africana iniciou sua participação com derrota por 3 a 0 para a Argentina, mas reagiu ao vencer a Jordânia por 2 a 0 e arrancar um empate por 3 a 3 diante da Áustria, resultado suficiente para garantir a classificação ao mata-mata.

A equipe comandada por Vladimir Petkovic deve repetir a formação utilizada na última rodada, preservando a base que assegurou a vaga.

No setor ofensivo, Riyad Mahrez segue como principal referência técnica da seleção, concentrando boa parte da criação das jogadas. Ao seu lado, Amine Gouiri aparece como opção para finalizar as ações ofensivas.

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Riyad Mahrez segurando a camisa do City quando foi renovado para a temporada de 2025 – Reprodução/Redes sociais

A provável equipe tem Benbot; Belghali, Mandi, Bensebaini e Aït-Nouri; Boudaoui, Bentaleb, Chaïbi, Maza e Mahrez; Gouiri.

Outro nome presente no elenco é Luca Zidane, filho do ex-jogador Zinedine Zidane. O goleiro, entretanto, deve permanecer entre os reservas nesta fase da competição, após péssimo desempenho em partida contra Argentina.

A classificação ao mata-mata reforçou a capacidade de reação demonstrada pela Argélia após o revés na estreia, e a equipe busca manter esse desempenho diante da seleção suíça.

Futebol e luta pela independência caminharam de mãos dadas na Argélia

A relação entre futebol e política faz parte da origem da seleção argelina.

Durante a luta pela independência contra o domínio francês, a Frente de Libertação Nacional (FLN) utilizou o esporte como instrumento de mobilização internacional.

Em 1958, ainda antes da independência formal do país, foi criada uma seleção não oficial composta por jogadores argelinos que atuavam em clubes franceses.

Mohamed Boumezrag, um ex-jogador argelino que jogou no futebol francês foi um dos que impulsionaram esse moimento.

Diversos atletas, como Rachid Mekhloufi e Mustapha Zitouni, abandonaram carreiras promissoras na França para integrar a equipe ligada ao movimento independentista. Desses jogadores, alguns eram até mesmo cotados para disputar a Copa do Mundo daquele ano.

Durante quatro anos, a equipe da FLN percorreu diversos países realizando partidas amistosas e divulgando internacionalmente a causa da independência argelina. O grupo disputou 92 partidas, com 65 vitórias.

Após o fim da guerra e a independência conquistada em 1962, aquela seleção deu lugar à equipe nacional oficialmente reconhecida.

Por isso, para muitos historiadores do esporte, a seleção argelina é uma das poucas do mundo cuja origem está diretamente ligada a um processo de libertação nacional.

A vitória que mudou a história das Copas

A Argélia também ocupa um lugar importante na história dos Mundiais.

Na Copa de 1982, disputada na Espanha, a seleção africana derrotou a Alemanha Ocidental por 2 a 1 na fase de grupos. Foi a primeira vez que uma equipe africana venceu uma seleção europeia em uma Copa do Mundo.

Mesmo com o resultado histórico, os argelinos acabaram eliminados após um episódio que ficou conhecido como “Vergonha de Gijón”. Alemanha Ocidental e Áustria entraram em campo sabendo exatamente do resultado necessário para que ambas avançassem.

Após o gol alemão no início da partida, as duas equipes praticamente deixaram de atacar, mantendo o placar de 1 a 0 até o apito final. O resultado eliminou a Argélia e provocou protestos em todo o mundo.

O episódio levou a FIFA a adotar uma mudança permanente no regulamento: desde então, os jogos da última rodada da fase de grupos passaram a ser disputados simultaneamente.

Centrais sindicais e parlamentares debatem fim da escala 6×1 no Senado

Reportagem de Ricardo Weber – No Senado, CUT, demais centrais e ministros defendem redução da jornada sem corte salarial, rebatem argumentos do empresariado e afirmam que medida melhora a economia, gera empregos e amplia a qualidade de vida. Leia em TVT News.

Representantes das oito centrais sindicais participaram, quarta-feira, de uma reunião com parlamentares e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para discutir o projeto que prevê o fim da escala 6×1.

O encontro contou com a presença do senador Paulo Paim, articulador da reunião, do deputado Inácio Arruda (PCdoB), da senadora Teresa Leitão, líder do Governo no Senado, e de Alcolumbre.

Como encaminhamento, ficou definido que a líder do Governo irá construir uma agenda de debates com o presidente do Senado, envolvendo representantes dos trabalhadores e do setor patronal para aprofundar a discussão da proposta.

Em nome das centrais sindicais, o presidente da CUT, Sérgio Nobre, destacou os impactos negativos da escala 6×1 sobre a saúde e a vida social da classe trabalhadora. Segundo ele, o debate marca um momento histórico para o movimento sindical, que há mais de 40 anos defende a redução da jornada de trabalho sem redução salarial.

Senado inicia debates sobre o fim da escala 6×1

Na sequência, o Senado promoveu uma sessão temática sobre o tema, reunindo representantes das centrais sindicais, entidades patronais, parlamentares e integrantes do governo federal, entre eles os ministros Luiz Marinho e Guilherme Boulos.

A sessão foi conduzida pelos senadores Paulo Paim e Laércio Oliveira. Durante o debate, as centrais sindicais defenderam que a redução da jornada de trabalho acompanha as transformações tecnológicas e das formas de produção, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, a redução do adoecimento relacionado ao trabalho, a geração de empregos e o fortalecimento da economia.

O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, ressaltou a importância do fortalecimento da negociação coletiva para o avanço da proposta. Segundo ele, o diálogo entre trabalhadores, empresários e governo é fundamental para construir soluções que garantam melhores condições de trabalho e desenvolvimento econômico.

Após a reunião, foi realizada uma coletiva de imprensa no saguão do Senado.

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“A Casa tem mostrado sintonia com o sentimento popular”, disse Nobre sobre reunião no Senado. Foto: Pedro Gontijo/Senado Federal

Diretora da Fiesp protagoniza fala lamentável e inverídica sobre o fim da escala 6×1

A diretora jurídica da Fiesp, Luciana Nunes Freire, foi à tribuna para falar em nome do empresariado e protagonizou a cena mais lamentável dos debates. Sem conhecer o conceito de escala, a a diretora espalhou informação falsa que o fim da escala 6×1 fecharia serviços aos finais de semana.

A escala é justamente o revezamento dos trabalhadores para garantir que todas e todos tenham dois dias de descanso. Isso não quer dizer que serviços, como salões de beleza e supermercados, tenham de fechar aos finais de semana. Pelo contrário, deve haver uma reestruturação do quado de trabalhadores para garantir tanto o funcionamento como a jornada de trabalho.

Veja o vídeo da diretora da Fiesp.

Qual a diferença entre escala de trabalho e redução da jornada de trabalho

O fim da escala 6×1 refere-se à extinção do modelo em que o trabalhador cumpre 6 dias de trabalho para 1 dia de descanso. A redução da jornada, por outro lado, é a diminuição do limite total de horas trabalhadas por semana (de 44 para 40, por exemplo), o que permite organizar essas horas em uma escala 5×2 (5 dias de trabalho e 2 dias de folga).

Principais Diferenças

  • Foco Principal: O fim da 6×1 foca em garantir dois dias de folga (preferencialmente no final de semana). A redução da jornada foca em diminuir a carga horária semanal (ex: de 44h para 40h). [1, 2, 3]
  • Ajuste na Rotina: Na prática, a redução da jornada diminui o tempo diário de serviço ou elimina algumas horas do sábado. Já o fim da 6×1 exige uma mudança estrutural direta nos quadros das empresas para incluir mais um dia de descanso ininterrupto

O que é o fim da escala 6×1?

O debate sobre o fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para folgar apenas um — está no centro da discussão nacional.

A proposta é uma bandeira histórica da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais, que apontam ganhos concretos:

  • Melhoria na qualidade de vida
  • Redução do adoecimento e do absenteísmo
  • Aumento da produtividade
  • Estímulo ao consumo
  • Possível geração de novos empregos

Levantamento da Nexus, Pesquisa e Inteligência de Dados, mostra que 73% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6×1, desde que não haja redução salarial. Ou seja: a sociedade entende que trabalhar para viver é diferente de viver para trabalhar.

O fim da escala 6×1 já foi aprovado na Câmara dos Deputados

O fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário foram aprovados em dois turnos na Câmara dos Deputados, com votações expressivas (472 votos a favor no 1° turno e 469 no 2° turno).

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Placar da votação em 1° turno na Câmara dos Deputados

O próximo passo é a tramitação no Senado, onde a PEC deverá passar pelo mesmo ritual: ser apreciada em comissão e depois votada em plenário.

Para aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) no Senado Federal, são necessários 49 votos favoráveis, o equivalente a \(3/5\) do total de 81 senadores.

Qual foi a proposta do fim da escala 6×1 aprovada na Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou a PEC do fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho sem diminuição de salários. Com essa emenda, a Constituição determina:

  • Nova jornada de trabalho: redução da carga horária máxima das atuais 44 horas para 40 horas semanais de forma gradual
    • Ou seja, é o fim da escala 6×1.
  • Escala 5×2: garante o direito a dois dias de folga remuneradas por semana, sendo um deles, preferencialmente, aos domingos.
  • Salários mantidos: fica estritamente proibida qualquer redução salarial nominal ou proporcional.
  • Possibilidade de lei complementar para mitigar impactos sobre micro e pequenas empresas, condicionada à manutenção dos níveis de emprego.
  • Implementação progressiva: 60 dias após a publicação, a jornada cai para 42 horas semanais; após mais 12 meses, atinge as 40 horas semanais.
  • Fim das cláusulas coletivas incompatíveis após 60 dias da promulgação.
  • Abertura para negociação coletiva, permitindo que acordos ou convenções ajustem escalas e compensações, desde que respeitados os novos limites.
  • Exceção para empregados hipersuficientes (nível superior e remuneração acima de 2,5 vezes o teto do RGPS, aproximadamente R$ 21 mil), que ficam fora das regras de controle de jornada.
  • Regra de transição para contratos públicos com mão de obra terceirizada, permitindo aditamento para reequilíbrio econômico-financeiro em até 12 meses.

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Resultados da Copa do Mundo da FIFA 2026

Confira com a TVT News a tabela completa da Copa do Mundo 2026. Acompanhe os resultados atualizados, a classificação de todos os grupos e o chaveamento do mata-mata para não perder nenhum detalhe do maior Mundial da história, disputado por 48 seleções em Estados Unidos, México e Canadá.

Onde assistir à Copa do Mundo 2026

Os direitos de transmissão da Copa do Mundo no Brasil serão divididos entre diferentes plataformas.

Os jogos poderão ser acompanhados por:

  • Globo (TV aberta)
  • SporTV (TV por assinatura)
  • Globoplay (streaming)
  • ge tv
  • SBT (TV aberta)
  • Cazé TV (YouTube)
  • N Sports (TV por assinatura)

A Cazé TV transmitirá os 104 jogos da competição.

Chaveamento da Copa do Mundo

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Chaveamento Copa do Mundo – TVT Arte com auxílio da IA

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Confira os grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. O Brasil está no grupo C na disputa pelo hexa na Copa do Mundo e enfrenta Marrocos, Escócia e Haiti.

Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

  • GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca;

  • GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;

  • GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;

  • GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;

  • GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;

  • GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;

  • GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;

  • GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;

  • GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;

  • GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;

  • GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;

  • GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

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Grupos da Copa do Mundo FIFA 2026

Quais são os jogos do Brasil na Copa do Mundo

O Brasil integra o Grupo C e terá pela frente Marrocos, Haiti e Escócia na primeira fase.

As partidas serão disputadas nos Estados Unidos, nas cidades de Nova York/Nova Jersey, Filadélfia e Miami.

Jogos do Brasil na fase de grupos

Brasil 1 x 1 Marrocos

Data: 13 de junho (sábado)

Horário: 19h (de Brasília)

Local: Estádio MetLife – Nova York/Nova Jersey

Brasil 3 x 0 Haiti

Data: 19 de junho (sexta-feira)

Horário: 21h30 (de Brasília)

Local: Lincoln Financial Field – Filadélfia

Escócia 0 x 3 Brasil

Data: 24 de junho (quarta-feira)

Horário: 19h (de Brasília)

Local: Hard Rock Stadium – Miami

A partida contra o Haiti teve um significado histórico para a Seleção Brasileira. Será a primeira vez que as duas equipes se enfrentarão em uma Copa do Mundo. O país caribenho se tornou o 50º adversário diferente do Brasil em Mundiais.

Fase 16 avos

Brasil 2 x 1 Japão

Fase Oitavas de final

Brasil x Noruega

Domingo – 5 de julho
17h (horário de Brasília)

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O Brasil enfrenta o Marrocos neste sábado (13), às 19h, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, pela primeira rodada do Grupo C. Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Quais são os mascotes da Copa do Mundo 2026

“Maple, o alce (Canadá), Zayu, a onça-pintada (México) e Clutch, a águia-americana (Estados Unidos) foram cuidadosamente desenvolvidos para refletir a vibrante cultura, a herança e o espírito de seus respectivos países, unindo-se para simbolizar a unidade, a diversidade e a paixão compartilhada pelo esporte”, informou a federação, em nota. 

A Copa do Mundo de 2026 é a 16ª edição consecutiva a contar com um mascote, um símbolo do torneio que já teve inspirações humanas, artísticas, em animais e frutas e até etéreas ao longo da história.

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Maple, Zayu e Clutch são símbolos do Canadá, México e Estados Unidos, países-sede do mundial. Foto: FIFA

Como funciona o novo formato da Copa do Mundo?

A edição de 2026 será a primeira com 48 seleções.

O aumento no número de participantes modificou a estrutura da competição.

Agora serão:

  • 12 grupos com quatro seleções cada;
  • Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam diretamente;
  • Os oito melhores terceiros colocados também se classificam.

Ao final da fase de grupos, 32 seleções seguirão para a fase eliminatória.

A partir daí, o torneio passa a ser disputado em sistema de mata-mata.

As etapas da Copa serão:

  • Fase de 16-avos de final;
  • Oitavas de final;
  • Quartas de final;
  • Semifinais;
  • Disputa do terceiro lugar;
  • Final.

Qual o caminho do Brasil na Copa do Mundo?

Caso termine na liderança do Grupo C, o Brasil enfrentará o segundo colocado do Grupo F, formado por Holanda, Japão, Suécia e Tunísia.

Se o Brasil avançar em primeiro lugar

Segunda fase – 29 de junho – 14h – Houston

Oitavas de final – 5 de julho – 17h – Nova York/Nova Jersey

Quartas de final – 11 de julho – 18h – Miami

Semifinal – 15 de julho – 16h – Atlanta

Final – 19 de julho – 16h – Nova York/Nova Jersey

Se o Brasil avançar em segundo lugar

Segunda fase – 29 de junho – 22h – Monterrey

Oitavas de final – 4 de julho – 14h – Houston

Quartas de final – 9 de julho – 17h – Boston

Semifinal – 14 de julho – 16h – Dallas

Final – 19 de julho – 16h – Nova York/Nova Jersey

Principais datas da Copa do Mundo

Abertura: 11 de junho de 2026 – Estádio Azteca, Cidade do México

Última rodada da fase de grupos: 27 de junho

16-avos de final: 28 de junho a 3 de julho

Oitavas de final: 4 a 7 de julho

Quartas de final: 9 a 11 de julho

Semifinais: 14 e 15 de julho

Disputa do terceiro lugar: 18 de julho – Miami

Final: 19 de julho – Nova York/Nova Jersey

Com informações da FIFA

Lula inaugura túnel de transposição das águas do São Francisco no RN

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (2) que a chegada das águas do São Francisco ao Rio Grande do Norte é a realização de um sonho dos retirantes que foram obrigados a migrar para o Sudeste do país a fim de fugir da fome e da seca. Saiba mais na TVT News.

O presidente participou da inauguração, na cidade de Luís Gomes, do Túnel Major Sales, que conecta as águas do São Francisco na Paraíba ao oeste potiguar.

“Sempre disse que a seca é um fenômeno da natureza, que a gente não briga com a natureza. Mas a fome, por conta da seca, é falta de credibilidade, de caráter de quem governa o país ou os estados.”

O presidente lembrou que ideia de fazer a transposição das águas do São Francisco remonta ao período do Império, mas que nenhum governante havia tentado executar esse trabalho, até que ele próprio decidisse iniciar as obras, em 2005.

“De 1846 a 2005, nunca deixaram fazer essa obra. Mas também nunca se importaram com a quantidade de mães, pais e crianças que saíam da sua terra natal, iam tentar a sorte em São Paulo, Rio de Janeiro e que muitas vezes morriam sem conseguir realizar o sonho”, destacou.

Com 6,5 quilômetros de extensão e capacidade para transportar até 20 metros cúbicos de água por segundo, o Túnel Major Sales faz parte do ramal Apodi, e é considerado o trecho mais complexo da obra de transposição ligado ao ramal.

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Com 115,5 quilômetros de extensão, o ramal do Apodi beneficiará cerca de 750 mil pessoas em 54 municípios dos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará.

Mais cedo, o presidente sobrevoou de helicóptero as obras do Ramal do Apodi. Durante o percurso, ele chegou a ver a água percorrendo o canal. Lula disse que, por um erro de cálculo da empresa responsável pela obra impediu que a água chegasse a tempo ao Túnel Major Sales para a inauguração. A previsão é de que isso ocorra na noite desta quinta-feira. 

Durante seu discurso, o presidente instou o prefeito de Luís Gomes, Carlos Augusto de Penha, a chamar a população para aguardar a chegada as águas, prevista para a noite desta quinta-feira. “Gostaria que você e todos os prefeitos da região estivessem na frente deste canal e lavassem o rosto, os pés. Pode ficar certo que essa água é uma benção para o povo do Nordeste.”

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, disse que a obra representa a simbologia da dignidade e esperança. Ao falar para a população, ela lembrou seu passado no sertão, quando não havia água e ela tinha que acordar de madrugada para buscar uma cacimba de água em lugares distantes.

“Quando a gente olha esse o túnel, ele é o meio das águas saírem da Paraíba e entrarem no Rio Grande do norte. É uma simbologia de passagem, como se a gente deixasse para trás aquele passado de escassez e sofrimento.”

Durante sua agenda no Rio grande do Norte, o presidente participou ainda da cerimônia de entrega de 20 ônibus escolares do programa Caminho da Escola. Segundo o governo, a entrega tem potencial para beneficiar aproximadamente 1.030 estudantes por viagem, especialmente nas áreas rurais.

Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

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Brasil rebate EUA e diz que tarifaço prejudicaria empresas americanas

Em documento enviado aos Estados Unidos (EUA), o governo brasileiro contestou a proposta de tarifaço de 25% contra produtos do Brasil sugerida pelo Representante Comercial dos EUA (USTR). O Itamaraty destacou que a medida prejudicaria as próprias empresas norte-americanas. Saiba mais na TVT News.

“Amplas tarifas sobre produtos brasileiros imporiam custos reais à economia dos EUA”, conclui documento de 29 páginas assinado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

O ministro Vieira lembrou que 43 empresas e associações comerciais americanas solicitaram a exclusão de produtos de quaisquer tarifas, “enfatizando a ausência de substitutos nacionais e o risco de os custos serem repassados aos consumidores e indústrias dos EUA”.

“Os participantes do mercado esperam que uma ampla implementação de tarifas prejudique, em vez de promover, os interesses econômicos dos EUA”, diz o documento.

O Brasil ainda contestou a afirmação do USTR de que o Pix discrimina empresas dos EUA; defendeu decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) usadas para sustentar suposto prejuízo às empresas estadunidenses; além de argumentar que o tarifaço, caso adotado, não vai funcionar para reverter políticas brasileiras.

Publicado em junho, o relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump sobre supostas práticas “desleais” do Brasil no comércio, baseado na Seção 301 da legislação dos EUA.

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A resposta oficial do Brasil ao USTR, enviada nessa quarta-feira (1º), afirma que a tarifa proposta corre o risco de minar, em vez de incentivar, o diálogo entre os países.

“Isso oneraria uma relação bilateral de comércio e investimento que é claramente importante para ambos os lados, ao mesmo tempo que reduziria o espaço para o diálogo mais capaz de produzir resultados práticos”, afirmou.

Para o governo brasileiro, a ameaça do tarifaço foi politizada por autoridades dos EUA mirando as eleições de outubro no Brasil, usando esse processo como forma de interferir na escolha dos eleitores brasileiros.

Defesa do Pix

O documento enviado pelo Itamaraty defende o Pix, rebatendo os argumentos do USTR de que o mecanismo discrimina empresas dos EUA. O texto lembra que o Google Pay Brasil e a Visa, empresas dos EUA, atuam dentro do Pix.

“Esses fatos contradizem diretamente a sugestão de que o Pix opera como um campeão nacional fechado do qual as empresas americanas são excluídas ou ao qual são submetidas em termos discriminatórios”, escreveu o governo.

A resposta do Brasil lembrou ainda que os EUA também desenvolveram uma infraestrutura pública de pagamentos, o FedNow, criado pelo Banco Central do país norte-americano, o Federal Reserve.

O ataque ao Pix por parte das autoridades estadunidenses é visto como uma reação ao mecanismo gratuito de pagamentos que prejudicaram empresas dos EUA como MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay, que cobram pelo mesmo serviço que o Pix oferece gratuitamente.

Decisões do STF

O relatório do USTR também usou decisões pontuais do Supremo Tribunal Federal (STF) contra plataformas digitais sediadas nos EUA para sustentar a afirmação de que o Brasil estaria “discriminando” empresas norte-americanas.

“Qualquer alegação de irrazoabilidade a esse respeito é totalmente infundada, visto que o USTR sequer identifica, muito menos analisa, os fundamentos e o raciocínio articulados pelos juízes brasileiros ao ordenarem a restrição de conteúdo digital”, diz o documento enviado pelo Itamaraty.

O ministro Mauro Vieira rebateu a afirmação de que as decisões do STF seriam “secretas”, como diz o USTR, destacando que a confidencialidade de processos judiciais é uma necessidade para manter a integridade das investigações.

Ainda segundo Vieira, o USTR não identificou qualquer norma na legislação brasileira que imponha um restrições a plataformas estrangeiras ou de propriedade dos EUA.

“Empresas que atuam em qualquer grande mercado estrangeiro podem ser obrigadas a cumprir as determinações legais internas e sofrer penalidades caso não o façam. Isso é uma consequência comum de operar sob a jurisdição de outro país soberano”, afirma.

México, Índia e corrupção

O governo brasileiro ainda refutou os argumentos usados para justificar o tarifaço contra o Brasil envolvendo combate a corrupção, desmatamento ilegal, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol brasileiro e os acordos entre Brasil e o México e a Índia.

O Brasil sustentou que os acordos comerciais com México e Índia foram negociados em conformidade com as regras do comércio global.

“A Seção 301 não autoriza os Estados Unidos a tratar acordos legais preferenciais como “irrazoáveis” simplesmente porque os Estados Unidos prefeririam não enfrentar a concorrência dos beneficiários desses acordos no mercado brasileiro”, diz o documento.

Mauro Vieira ainda citou observações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne países desenvolvidos, para defender que o Brasil tem um robusto sistema de combate à corrupção.

“As avaliações das organizações internacionais relevantes corroboram o histórico de aplicação da lei no Brasil e contradizem diretamente a caracterização de falha sistêmica feita pelo USTR”, diz o relatório.

Mercado de etanol

O USTR aponta que o declínio das exportações de etanol dos EUA para o Brasil e o acesso do etanol brasileiro ao mercado dos EUA seriam “evidências” de que as políticas e práticas do Brasil oneram ou restringem o comércio dos EUA.

“A tarifa [sobre o etanol] se aplica igualmente a todos os países que não se beneficiam de um acordo preferencial e, portanto, não discrimina os EUA”, justificou o governo brasileiro.

Desmatamento ilegal

Sobre o desmatamento ilegal, o Itamaraty lembrou que o atual governo vem aumentando os gastos com monitoramento e combate aos crimes ambientais, destacando o país é reconhecimento internacionalmente por uma legislação ambiental rígida.

“O USTR reconhece expressamente que o Brasil possui um arcabouço legal para o combate ao desmatamento ilegal e reconhece que o Brasil adotou recentemente medidas para aprimorar a fiscalização, incluindo investimentos em tecnologia e outras medidas relacionadas à aplicação da lei”, diz.

Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil

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Debaixo de muito calor, Brasil segue preparação para encarar Noruega

Após pouco mais de um dia de folga, a preparação do Brasil para enfrentar a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo prosseguiu na manhã desta quinta-feira (2) no Columbia Park, centro de treinamento do New York Red Bulls, debaixo de muito calor. Saiba mais na TVT News.

A temperatura em Nova Jersey (Estados Unidos) estava em 34ºC no início da atividade, por volta das 12h (horário de Brasília – 11h local), com a umidade a 53% e sensação térmica de quase 40ºC. A previsão é que, no dia da partida, que também será realizada na cidade, às 17h (de Brasília – 16h local) os termômetros indiquem um cenário semelhante.

Ao longo dos 15 minutos de treino que a imprensa pôde acompanhar, o técnico Carlo Ancelotti conversou com os 23 convocados que foram a campo. Os jogadores se aqueceram e foram divididos em grupos para rodas de bobinho. A atividade foi fechada aos jornalistas ao término do exercício.

As ausências foram do meia Lucas Paquetá e dos atacantes Raphinha e Rayan. Este último, segundo a assessoria de imprensa da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), foi apenas preservado para controle de carga e não preocupa. Também de acordo com a entidade, Raphinha ainda iria a campo, sem especificar se para treinar separado ou com o grupo.

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O camisa 11, vale lembrar, trata uma lesão no músculo posterior da coxa direita e está em processo de transição para o gramado desde segunda-feira (29). Ele se contundiu durante o triunfo por 3 a 0 para cima do Haiti, no último dia 19 de junho, na Filadélfia (Estados Unidos). O substituto no time titular foi justamente Rayan.

O caso de Lucas Paquetá é mais preocupante. O meia teve diagnosticada uma lesão no músculo posterior da coxa esquerda, sofrida na vitória de segunda sobre o Japão, por 2 a 1, em Houston (Estados Unidos) e tem prazo indefinido para volta, podendo, inclusive, perder a sequência da Copa.

Até sábado (4), Ancelotti terá que definir o substituto de Lucas Paquetá na formação titular. Os principais nomes são o volante Danilo Santos e o atacante Endrick, opção utilizada pelo treinador no segundo tempo da partida contra o Japão.

Lincoln Chaves – Repórter da EBC

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