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Da Redação

Willer Tomaz pagou pra remover notícias que o ligavam a Flávio Bolsonaro

A Polícia Federal (PF) identificou indícios de que o advogado Willer Tomaz pagou por serviços para remover ou desindexar links de reportagens que o associavam ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República. Mensagens e documentos apreendidos pelos investigadores indicam a contratação de uma empresa especializada nesse tipo de serviço. Leia em TVT News.

Os materiais encontrados pela PF incluem registros relacionados à empresa Seu Nome Novo de Novo e a conteúdos que mencionavam a proximidade entre Tomaz e Flávio, além de disputas envolvendo uma mansão e encontros com operadores de cassinos em Las Vegas. Uma planilha apreendida lista 12 links de reportagens indicados como removidos. O serviço teria custado R$ 9 mil.

A investigação busca esclarecer as circunstâncias dos pagamentos e a possível relação entre as movimentações financeiras do advogado e outras operações sob suspeita. Tomaz afirmou que recorreu à Justiça para solicitar a desindexação de conteúdos antigos no Google e negou que a iniciativa tivesse como objetivo esconder sua relação com Flávio Bolsonaro.

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Investigação envolve movimentações milionárias em bets

Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro são citados em uma investigação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A apuração teve origem em suspeitas de movimentações financeiras irregulares relacionadas ao setor de apostas on-line e busca esclarecer possíveis crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

De acordo com a PF, a análise de documentos e dados relacionados ao advogado revelou uma rede de contatos com agentes públicos e figuras políticas. Os investigadores também apuram movimentações milionárias envolvendo empresas, instituições de pagamento e plataformas de apostas.

Tomaz foi identificado como a pessoa física que mais depositou recursos em empresas de apostas em 2025. Segundo informações da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, ele movimentou mais de R$ 258 milhões na Foggo, empresa proprietária da plataforma Blaze.

A PF suspeita que parte dessas operações possa ter sido simulada, sem corresponder a apostas efetivamente realizadas. A Secretaria de Prêmios e Apostas também apontou falhas nos mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro da plataforma e recomendou a abertura de processo administrativo contra a empresa.

A defesa de Tomaz afirma que os recursos têm origem lícita e sustenta que o volume registrado nas plataformas decorre da reutilização sucessiva dos mesmos valores. O advogado nega irregularidades.

Relação com Flávio Bolsonaro

A proximidade entre Tomaz e Flávio Bolsonaro é um dos pontos que chamaram a atenção dos investigadores. O senador afirma que mantém uma relação de amizade com o advogado e nega outras conexões financeiras apontadas na investigação.

A apuração busca esclarecer a natureza das relações entre os envolvidos e a origem e o destino dos recursos movimentados. As suspeitas investigadas pela PF ainda dependem de esclarecimento no âmbito judicial e não representam, por si só, comprovação de culpa.

O caso amplia o escrutínio sobre as relações entre agentes políticos, operadores do mercado de apostas e movimentações financeiras de grande volume, em meio ao debate sobre a fiscalização das bets e os mecanismos de prevenção a crimes financeiros no Brasil.

Quaest divulga pesquisa para presidente no 2º turno pós-debate da Band

A Quaest divulga nesta quarta-feira (21/10) a primeira pesquisa para presidente no 2º turno realizada após o debate promovido pela Band no último domingo (18).

Confira os números da pesquisa Quaest com a TVT News.

Lula x Flávio Bolsonaro em votos totais

  • Lula (PT): 44%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 45%
  • Brancos e nulos: 9%
  • Indecisos: 2%

Flávio Bolsonaro oscilou um ponto para baixo e Lula permaneceu com o mesmo percentual.

Likely voter e a importância da abstenção

Segundo o CEO da Quaest, Felipe Nunes, para Lula conseguir virar e se tornar competitivo, ele precisa levar os eleitores que não votaram, ou que votaram branco e nulo, a votar nele no 2° turno. Para Felipe Nunes, com o likely voter, essa distância quase empatada numericamente, pode ser maior no dia da eleição.

“Se a abstenção for igual à do primeiro turno, a tendência é Flávio Bolsonaro aumentar a vantagem”, afirma Nunes.

Lula x Flávio Bolsonaro na pesquisa espontânea

  • Lula (PT): 40%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 40%
  • Indecisos: 14%

O número de indecisos dobrou em uma semana.

Onde ocorreu a alta entre indecisos:

  • entre as mulheres, o número de indecisas subiu de 8% para 17%
  • independentes: passou de 13% para 31%;
  • beneficiários do Bolsa Família: 7% para 19%.

Rejeição

  • Lula (PT): 47% (era de 53%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 54% (era 52%)

Em uma semana, a rejeição a Lula caiu 6 pontos. A rejeição a Flávio Bolsonaro oscilou dois pontos para baixo, de 54% para 52%.

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Rejeição medida pela pesquisa Quaest em 21 de outubro – Reprodução / Globo

Aprovação do presidente Lula

  • Depaprovam: 47% (-1%)
  • Aprovam: 46% ( +1)
  • Não sabe/não respondeu: 7% (=)

Avaliação do governo Lula

  • Negativa: 38% (eram 40% na pesquisa anterior)
  • Positiva: 34% (eram 34%)
  • Regular: 26% (eram 24%)
  • Não sabe/não respondeu: 2% (eram 2%)

Do que o eleitor tem mais medo

  • Volta dos Bolsonaro ao poder: 44% (eram 43%)
  • Reeleição de Lula: 42% (eram 43%)

Transferência de votos

Lula ganha mais votos entre os eleitores de Cury.

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Transferência de votos medida pela Quaest em 21 de outubro – Reprodução / Globo

Entre quem preferiu Cury, terceiro colocado no primeiro turno, 48% escolhem o presidente Lula no segundo turno, e 33% migram para Flávio. Outros 16% optam por branco, nulo ou abstenção, e 3% se dizem indecisos.

Decisão de voto

A Quest perguntou aos eleitores sobre decisão de voto:

  • É definitiva: 90%
  • Pode mudar: 10%

Nova pesquisa Quaest para presidente no 2º turno

  • Pesquisa Quaest do 2º turno entre Lula x Flávio Bolsonaro: levantamento ouviu 2.154 eleitores presencialmente entre 17 e 20 de outubro, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
  • Pesquisa é a primeira depois do debate na Band: o embate entre os candidatos ocorreu no domingo (18) e teve como tema central o desafio de Lula para que Flávio abrisse seus sigilos bancário e telefônico.
  • O que a Quaest perguntou aos eleitores: além da intenção de voto, o instituto mede rejeição, convicção do voto e os efeitos eleitorais da aprovação do fim da escala 6×1.
  • Quais as últimas pesquisas para presidente divulgadas: Flávio Bolsonaro apareceu numericamente à frente em todas, mas com diferenças dentro da margem de erro.
  • Contagem regressiva para o 2º turno: a votação acontece no domingo (25), e a Quaest ainda divulga uma última rodada no sábado (24).

Quaest divulga nesta quarta (21/10) pesquisa do 2º turno entre Lula x Flávio Bolsonaro

A Quaest divulga nesta quarta-feira (21) a segunda rodada de sua pesquisa para presidente no 2º turno. O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e é o primeiro do instituto a ser realizado integralmente após o debate da Band e após a aprovação do fim da escala 6×1 pelo Senado.

O levantamento chega a quatro dias da votação que definirá o próximo presidente da República, marcada para o domingo (25). A pesquisa ouviu 2.154 eleitores presencialmente entre os dias 17 e 20 de outubro e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.

Primeira pesquisa Quaest para presidente depois do debate na Band

O debate promovido pela Band no domingo (18) foi marcado pelo desafio do presidente Lula para que Flávio Bolsonaro abrisse seus sigilos bancário e telefônico, além dos sigilos de familiares. Aliados de Flávio já sinalizaram que o senador não pretende aceitar a proposta.

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Lula e Flávio Bolsonaro durante o debate de candidatos a presidente. Crédito: Renato Pizzutto/Band

Quais os números da pesquisa Quaest para presidente desde o resultado do 1º turno?

A primeira pesquisa Quaest do 2º turno, divulgada em 14 de outubro, mostrou Flávio Bolsonaro com 46% das intenções de voto e Lula com 44%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, os candidatos estavam em empate técnico. Brancos e nulos somavam 9%, e indecisos, 1%.

Na pesquisa espontânea, Flávio apareceu com 43% e Lula, com 42%. Os números serviram de base para a nova rodada divulgada nesta quarta-feira (21), que mede o impacto do debate da Band e da aprovação da PEC que põe fim à escala 6×1.

  • Quaest 2° turno: evolução da intenção de votos totais

  • Quaest: evolução dos votos válidos

Quais os números das pesquisas de segundo turno já divulgadas na segunda (19)

Na segunda-feira (19), três pesquisas para presidente no 2º turno foram divulgadas, todas mostrando Flávio Bolsonaro numericamente à frente, mas com vantagens que variam conforme o instituto e a metodologia.

Pesquisa BTG/Nexus

O levantamento BTG/Nexus apontou Flávio Bolsonaro com 50,3% dos votos válidos, contra 49,7% de Lula, uma diferença de 0,6 ponto percentual. A pesquisa foi divulgada na segunda-feira (19) e está registrada no TSE sob o número BR-07997/2026.

Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg

A AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, mostrou Flávio com 51,1% dos votos válidos, ante 48,9% de Lula — uma diferença de 2,2 pontos percentuais.

Pesquisa PoderData/Aya

A PoderData/Aya registrou Flávio Bolsonaro com 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula, a maior vantagem numérica entre as três pesquisas divulgadas na segunda-feira.

Quando será a próxima pesquisa Datafolha

O Datafolha divulga na quinta-feira (22) uma nova rodada de sua pesquisa para presidente no 2º turno. O levantamento terá 2.520 entrevistas e está registrado no TSE sob o número BR-09709/2026. Na rodada anterior, divulgada em 15 de outubro, Flávio apareceu com 47% e Lula com 45%, em empate técnico dentro da margem de erro.

A última pesquisa Quaest antes da votação será divulgada no sábado (24), véspera do 2º turno, com 3.702 entrevistados (registro BR-09158/2026). No mesmo período, o Datafolha fará sua rodada final com 4.050 eleitores (registro BR-09540/2026).

Qual o contexto da pesquisa Quaest para presidente de hoje

A nova pesquisa Quaest para presidente no 2º turno é divulgada em um cenário de intensa movimentação política na reta final da campanha. Quatro fatores se destacam para a leitura dos números.

Debate na Band: o embate de domingo (18) entre Lula e Flávio Bolsonaro foi marcado por ataques e provocações, com o presidente defendendo seu legado e o senador tentando se posicionar como alternativa. A pesquisa qualitativa da Quaest apontou vantagem marginal para Flávio, sem virada significativa de percepção.

Desafio de abrir o sigilo: Lula desafiou Flávio a abrir os sigilos bancário e telefônico de ambos e de seus familiares durante o debate, e a campanha do senador já indicou que ele não deve aceitar a proposta. O tema dominou o noticiário político nos dias seguintes ao debate.

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O presidente afirmou que não aceitará que sua biografia seja colocada em dúvida por adversários e vinculou o desafio à defesa de sua honra, de sua família e do país. “Todo mundo sabe a vida pregressa dele, todo mundo conhece a minha biografia, todo mundo sabe a história de cada um”, afirmou Lula – Foto: Ricardo Stuckert

Vídeo do Porchat sobre Wiiler Tomaz: na terça-feira (20), o humorista Fábio Porchat lançou um novo episódio da série “Revelando”, que aponta supostas conexões entre Flávio Bolsonaro, o advogado Wiiler Tomaz e o banqueiro Daniel Vorcaro em uma rede de empresas e movimentações financeiras. O senador se tornou alvo de um novo inquérito para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo a relação com Tomaz.

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Flávio Bolsonaro ganhou a própria versão do powerpoint (PPT) com as conexões entre ele, Vorcaro, Banco Master, Willer Tomaz, INSS, etc, etc – Imagem: Reprodução / Revelando

Aprovação do fim da escala 6×1: o Senado aprovou em 14 de outubro a PEC que põe fim à escala de trabalho 6×1, com 75 votos favoráveis e apenas um contrário. A pesquisa Quaest é a primeira das principais empresas do ramo realizada totalmente após a aprovação da medida, que é uma das principais apostas de Lula para tentar reverter a desvantagem numérica nas pesquisas.

Qual a metodologia da pesquisa Quaest para presidente no 2º turno

A pesquisa Quaest ouviu 2.154 eleitores de 16 anos ou mais em todo o território nacional, entre os dias 17 e 20 de outubro de 2026. As entrevistas foram realizadas de forma presencial e domiciliar. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi contratado pela Globo Comunicação e Participações e pelo jornal O Globo.

Para montar o desenho amostral, a Quaest utiliza dados do TSE, do Censo 2022 e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE.

Registro da pesquisa Quaest no TSE

BR-08535/2026 — Pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral, com 2.154 entrevistados, margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Consulte as pesquisas para presidente registradas no TSE

Todas as pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2026 precisam ser registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes de sua divulgação. No portal do TSE, é possível consultar as pesquisas registradas, verificando informações como o número de protocolo, o instituto responsável, a contratante, a metodologia e o período de coleta dos dados.

Para consultar as pesquisas para presidente no 2º turno registradas no TSE, acesse o sistema de Pesquisas Eleitorais no site oficial do Tribunal Superior Eleitoral.

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Transporte gratuito aos fins de semana: Lula anuncia PEC da tarifa zero

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou, durante agenda de campanha em São Luís (MA), que enviará ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (21) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que institui o transporte gratuito aos fins de semana e feriados em todo o país. A medida, que cria a tarifa zero nos sistemas de ônibus, trens e metrô, será financiada com recursos de emendas parlamentares.

A proposta representa mais um passo na ampliação de direitos sociais e busca garantir que trabalhadores possam usufruir dos dois dias de descanso semanais sem comprometer parte da renda com passagens. O anúncio ocorre a cinco dias do segundo turno das eleições. Entenda como será a PEC da tarifa zero com a TVT News.

Entenda a PEC do transporte gratuito e tarifa zero

  • PEC da tarifa zero no transporte público está pronta: o texto será assinado e enviado ao Congresso nesta quarta-feira (21).
  • O que é a PEC da tarifa zero: proposta de emenda constitucional que prevê gratuidade no transporte coletivo aos sábados, domingos e feriados em todas as cidades com serviço de transporte público.
  • Financiamento por emendas parlamentares: o governo pretende vincular recursos de emendas obrigatórias para custear a medida, sem impacto fiscal adicional.
  • Implementação gradual: a gratuidade começará pelos ônibus municipais e poderá incluir trens, metrôs e VLTs, com adesão das prefeituras.

Lula encaminha ao Congresso a PEC do transporte gratuito aos fins de semana

O presidente assinará o envio da PEC nesta quarta-feira (21), conforme declarou à imprensa antes da caminhada no Centro Histórico de São Luís. “Amanhã eu vou assinar o envio de uma PEC ao Congresso Nacional – já que foi aprovada a escala 6×1 e a partir do ano que vem o povo vai começar a trabalhar menos, vai ter mais um dia de descanso – a gente vai então garantir que sábado e domingo o povo tenha transporte público gratuito”, afirmou.

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PEC da tarifa zero: transporte público gratuito aos sábados, domingos e feriados será financiado por emendas parlamentares – Foto: Ricardo Stuckert

A medida é vista pelo entorno do presidente como um marco na ampliação do acesso ao lazer e à mobilidade urbana. A proposta também dialoga com a aprovação da emenda que encerrou a escala 6×1, garantindo que os trabalhadores possam aproveitar os dois dias de folga com deslocamentos gratuitos.

O financiamento será feito por meio de emendas parlamentares obrigatórias, que serão transferidas diretamente aos gestores dos sistemas de transporte, na maioria das vezes prefeituras. O Distrito Federal é citado como caso específico, pois possui organização administrativa distinta. O presidente reconheceu que a medida pode gerar atrito com o Legislativo, mas minimizou: “Vai ser uma briguinha com o Congresso Nacional, mas isso faz parte da democracia”.

O que é a tarifa zero no transporte público

A tarifa zero é um modelo de gratuidade no transporte coletivo que já é adotado em 143 municípios brasileiros em todos os dias da semana, segundo dados da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). Em outras 43 cidades, a gratuidade vale para segmentos específicos ou dias determinados.

A PEC proposta por Lula prevê a isenção da cobrança de passagens aos fins de semana e feriados em todas as cidades que tenham transporte coletivo, incluindo ônibus e modais sobre trilhos. A implementação será gradual e dependerá da adesão das prefeituras, começando pelos ônibus municipais.

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Proposta de tarifa zero do presidente Lula prevê passe livre em cidades com transporte coletivo e busca viabilizar a medida com recursos de emendas parlamentares – Foto: Ricardo Stuckert

O objetivo central é incentivar o acesso dos trabalhadores a atividades culturais e de lazer nos dias de folga, como deslocamentos para praias, cinemas, shoppings e eventos. A medida também se alinha ao conceito de Sistema Único de Mobilidade, defendido por aliados do governo, que prevê a participação da União, dos estados e dos municípios no financiamento do setor.

O texto da PEC ainda não foi detalhado, mas a expectativa é que o Congresso discuta os mecanismos de financiamento e a abrangência do benefício. Enquanto isso, o governo federal mantém a aposta de que a tarifa zero aos fins de semana representa um avanço social e um legado para a mobilidade urbana no país.

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Nunes Marques pode restringir grupos grandes de WhatsApp às vésperas da eleição, aponta Demori

O jornalista Leandro Demori revelou uma apuração sobre uma possível iniciativa do ministro Kassio Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para restringir a propaganda eleitoral em grupos de WhatsApp com grande número de participantes nas 48 horas anteriores à votação. Leia em TVT News.

Segundo a informação divulgada por Demori, o ministro estaria articulando nos bastidores do tribunal uma alteração na resolução eleitoral. A proposta poderia ser levada a uma votação on-line entre o dia da divulgação da notícia e o dia seguinte, com prazo curto para manifestação dos ministros.

A medida, caso seja confirmada e aprovada, proibiria grupos com um número elevado de integrantes de veicular propaganda eleitoral nas 48 horas que antecedem a eleição. O limite de participantes que enquadraria os grupos na restrição ainda não havia sido definido ou divulgado, segundo a apuração.

Proposta pode afetar mobilização eleitoral pelo WhatsApp

A possível mudança teria impacto sobre estratégias de campanha que utilizam grupos numerosos para compartilhar mensagens e materiais eleitorais. Entre os grupos que poderiam ser atingidos está o ligado ao deputado federal André Janones (MG), citado na publicação de Demori.

A medida poderia afetar redes de mobilização em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como o “Exército do Lula”, canal de Whatsapp administrado por Janones que chegou a 7 milhões de seguidores na manhã desta quarta-feira (21).

Até o momento, as informações fornecidas não confirmam que a proposta tenha sido formalmente apresentada, colocada em votação ou aprovada pelo TSE. A iniciativa é descrita como uma articulação em andamento nos bastidores do tribunal.

A possível alteração das regras eleitorais levanta questões sobre os limites da propaganda política em aplicativos de mensagens e sobre a aplicação de restrições durante o período que antecede a votação. No entanto, sem o texto da proposta e sem uma decisão oficial, ainda não é possível determinar o alcance exato da medida.

A apuração de Leandro Demori atribui a Nunes Marques a preparação da iniciativa e indica que o assunto já estaria circulando entre integrantes do tribunal. O desenvolvimento do caso depende da confirmação oficial da proposta e de eventuais deliberações do TSE.

NOTA À IMPRENSA

Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutiram o tema em duas reuniões, realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20).

Nessas reuniões, houve consenso entre todos os ministros sobre a necessidade de tratar do assunto. Por decisão conjunta, ficou a cargo do Ministro André Mendonça elaborar o texto, que seria submetido à avaliação e à deliberação de todos.

Por tradição, cabe ao vice-presidente do Tribunal redigir os atos normativos que o colegiado vai apreciar. Era natural, portanto, que essa tarefa coubesse ao Ministro André Mendonça. A minuta não é uma iniciativa individual. A necessidade de sua elaboração parte de um entendimento construído em conjunto, o texto ainda está em discussão interna, e qualquer versão final depende de deliberação colegiada do Tribunal.

O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos.

Os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política.

Gabinete do Ministro André Mendonça
Brasília, 21 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro é sócio de Bet, informa revista piauí

A revista piauí publicou, nesta terça-feira (20), a reportagem “A BET DE FLÁVIO BOLSONARO”, na qual revela que documentos acessados no Brasil e no exterior indicam que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi sócio indireto de uma casa de apostas online – a Best Bet.

A reportagem, assinada pelos jornalistas Allan de Abreu (Rio de Janeiro), Breno Pires (Brasília), Felícia Cabrita (Lisboa) e Mário Gouveia (Funchal), reconstituiu a estrutura empresarial que liga o parlamentar ao advogado Willer Tomaz e a offshores na Ilha da Madeira, em Portugal.

As informações divulgadas pela revista piauí também levaram a Polícia Federal a pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para apurar a suspeita de sociedade oculta. Para conferir a nova denúncia contra Flávio Bolsonaro, acesse o site da TVT News.

Principais pontos da denúncia sobre a Bet de Flávio Bolsonaro

  • Flávio Bolsonaro dono de bet? Documentos indicam que o senador foi sócio indireto da Best Bet, operada pela Rede Loto e controlada pela offshore Cathedral Holdings.
  • Quais documentos ligam Flávio Bolsonaro ao cassino on-line? Registros empresariais no Brasil e em Portugal, contabilidade de offshores e informações da PF mostram conexões entre o senador e a estrutura que controlava a bet.
  • Qual é a conta offshore em que Flávio era usuário master? O senador aparecia como “usuário master” da conta bancária da Alcazar Holdings no Santander, ao lado de Willer Tomaz, com amplos poderes administrativos.
  • Quais as novas suspeitas sobre Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro? A PF investiga lavagem de dinheiro, evasão de divisas e movimentações bilionárias em bets, além do pagamento de voos de jato executivo para o senador na Europa.

Flávio Bolsonaro foi sócio indireto de uma casa de apostas online – a Best Bet

A reconstituição feita pela piauí mostra que a Best Bet foi criada a partir de uma estrutura societária que começou a ser montada em janeiro de 2023. Naquele mês, Willer Tomaz, amigo de longa data de Flávio Bolsonaro, criou a Cathedral Holdings, com sede em Funchal, na Ilha da Madeira, Portugal, com capital inicial de 50 mil euros.

Em fevereiro, o grupo constituiu a Rede Loto Ltda., com capital de R$ 1 milhão, e adotou o nome fantasia Best Bet. A bet brasileira era controlada pela Cathedral, offshore portuguesa – modelo comum entre casas de apostas da época.

Em maio de 2023, a Best Bet obteve uma das primeiras licenças de operação da Loterj, a loteria do estado do Rio de Janeiro, em despacho assinado por Hazenclever Cançado, então presidente do órgão e indicado ao cargo por Flávio Bolsonaro, segundo a Folha de S.Paulo. A proximidade entre o senador e a estrutura da bet é o eixo central da denúncia.

Bet pagou viagens de Flávio Bolsonaro na Europa

A Folha de S.Paulo revelou que a Cathedral Holdings, única acionista da Rede Loto, pagou ao menos três trechos de viagem em jato executivo para Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz entre Portugal e França em 2025.

Os canhotos das passagens foram encontrados no computador de Willer durante as investigações da PF. Os trechos incluíram um voo de Lisboa a Nice, em 11 de abril, e outro de Cascais a Nice, em 23 de maio, seguido de um novo voo para Paris, com a presença de familiares.

Em nota, o advogado da bet afirmou que os pagamentos das viagens foram feitos por Willer, não pela empresa, e que se trataram de “passeios de lazer entre amigos e suas famílias”.

Flávio Bolsonaro declarou que sua relação com Willer é “exclusivamente de amizade” e que associar essa afinidade a supostas irregularidades é “mera ilação”.

Da Loterj à casa de apostas: como a Best Bet passou a operar nacionalmente

A trajetória da Best Bet acompanhou a janela regulatória de 2023, quando as loterias estaduais foram autorizadas a explorar o jogo. A licitação da Loterj concedeu licenças a treze empresas, entre elas a recém-criada Best Bet. Em julho daquele ano, graças a uma “gambiarra permitida pela Loterj”, com diz a revista piauí, a bet passou a operar em âmbito nacional.

A estrutura que controlava a Best Bet – a Cathedral Holdings – também se relacionava com outra offshore do mesmo grupo, a Alcazar Holdings, ambas com o mesmo proprietário formal (Willer Tomaz), o mesmo administrador (Mateo Scudeler) e o mesmo endereço: a sala 105 do Marina Club, no Funchal.

Um auditor fiscal consultado pela piauí apontou que “é possível que a Cathedral tenha financiado a Alcazar, total ou parcialmente”.

O que é a conta no exterior em que Flávio Bolsonaro aparecia como usuário master

Documentos extraídos do iCloud de Willer Tomaz e obtidos pela PF indicam que Flávio Bolsonaro figurava como “usuário master” da conta bancária da Alcazar Holdings no Santander. A Alcazar mantinha uma empresa no Brasil, a Alcazar Brasil Ltda., e era por meio dessa conta que o senador e o advogado apareciam com perfil de administração ampliada.

O que é usuário master de uma conta offshore?

O perfil de “usuário master” permite consultar saldos e extratos, acompanhar movimentações financeiras, administrar permissões de outros usuários e, conforme os poderes concedidos, realizar ou autorizar pagamentos e transferências. Segundo a reportagem da piauí, apenas Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz possuíam essa classificação na conta da Alcazar.

O cadastro bancário, isoladamente, não comprova participação societária, mas a PF considera que a combinação desse acesso com outros elementos justifica a investigação sobre uma possível participação não declarada do senador nos negócios da Best Bet.

piauí revela documentos comprometedores para Flávio Bolsonaro

A reportagem da piauí reuniu documentos empresariais do Brasil e de Portugal, registros bancários e informações da Polícia Federal que apontam conexões entre Flávio Bolsonaro e a Best Bet. Entre os elementos mais relevantes estão a contabilidade das offshores – que saltou de 7,8 mil euros para 984 mil euros a receber na Cathedral em 2025, enquanto a Alcazar passou de uma dívida de 8,1 mil euros para 824 mil euros – e o fato de o senador ter sido retirado da condição de usuário master da conta da Alcazar em meados de 2025.

Confira os documentos obtidos pela revista piauí.

Cathedral é dona da Best Bet

Ficha de cadastro na Junta Comercial de São Paulo mostra que a empresa foi fundada em fevereiro de 2023, com o nome Rede Loto – Fonte: revista piauí

A Cathedral é vinculada à Alcazar

E Flávio Bolsonaro controlava a Alcazar

A defesa de Flávio Bolsonaro nega as acusações. Em manifestação anterior ao UOL, o senador afirmou que “nunca manteve conta tendo como usuário master o Sr. Willer Tomaz ou qualquer de suas empresas”.

Willer Tomaz é suspeito de lavagem de dinheiro

Willer Tomaz é alvo da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS. A PF aponta que ele teria atuado como estrutura de sustentação financeira e patrimonial de investigados, com uso de empresas, imóveis e aeronaves. Em três meses, uma conta do advogado movimentou R$ 130 milhões.

Em 2025, Willer Tomaz foi o maior apostador individual do Brasil com aproximadamente R$ 5 bilhões movimentados, segundo nota técnica do Ministério da Fazenda.

Aliado de Flávio Bolsonaro admite ser sócio de operadora da Loterj em e-mail obtido pela PF

A Polícia Federal encontrou, no celular de Willer Tomaz, um e-mail no qual o advogado – aliado de Flávio Bolsonaro – admite a uma instituição financeira ser sócio da Rio Pag, operadora responsável pelos pagamentos de apostas de lotéricas e bets da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj). A informação foi publicada pelo blog da jornalista Malu Gaspar, no jornal O Globo.

Até então, Willer Tomaz negava peremptoriamente qualquer relação societária com a Rio Pag, alegando ser apenas o advogado da companhia. Após a revelação, porém, ele passou a admitir uma “participação indireta” na empresa, por meio de “uma cadeia de sociedades regularmente constituídas”.

Quem é Willer Tomaz e qual a relação com Flávio Bolsonaro

Willer Tomaz de Souza é advogado e empresário, conhecido em Brasília por atuar em favor de políticos. Ele mantém uma relação de proximidade com Flávio Bolsonaro há anos. O celular apreendido pela PF apresenta fotos de ambos juntos, em “relação de proximidade”, com referências a “festas, encontros e reuniões”.

Willer é um dos proprietários da aeronave em que o senador viajou em janeiro de 2025, e também é cotista do jatinho usado por Flávio em uma viagem dos Estados Unidos a Brasília. Em 2023, Flávio Bolsonaro apoiou a indicação de Willer Tomaz para uma vaga no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), segundo a Revista Fórum.

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Flávio Bolsonaro ganhou a própria versão do powerpoint (PPT) com as conexões entre ele, Vorcaro, Banco Master, Willer Tomaz, INSS, etc, etc – Imagem: Reprodução / Revelando

Powerpoint do Flávio: novo episódio do Revelando explica as relações entre Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro

O episódio “República dos Laranjas”, da série jornalística Revelando, apresentada por Fábio Porchat, detalha as conexões entre Flávio Bolsonaro, Willer Tomaz e outras figuras do poder. O programa aborda o uso de offshores e de “laranjas” para ocultar os verdadeiros donos de empresas e negócios. A série é uma iniciativa do podcast Calma Urgente, com apoio do ICL Notícias, Mídia Ninja, 342 Artes e Intercept Brasil.

Assista ao vídeo que explica as relações entre Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz

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Organizações pedem investigação de vazamento de 50 mil câmeras do Smart Sampa

Durante quase um ano, qualquer pessoa com acesso à internet poderia ter entrado no sistema de câmeras do Smart Sampa,  o programa de vigilância da Prefeitura de São Paulo, e visto rostos de crianças em creches, acompanhado pacientes em hospitais e pesquisado nomes, CPFs e boletins de ocorrência de moradores da cidade. Isso porque as credenciais de acesso ao sistema ficaram expostas em um repositório público na internet por cerca de 11 meses, sem nenhuma proteção. Leia em TVT News.

A Coalizão Direitos na Rede e outras nove organizações de direitos humanos, digitais, e saúde pública apresentaram um ofício à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) pedindo a abertura de processo de fiscalização e a adoção de medidas sancionatórias contra a Prefeitura de São Paulo e a empresa Sentinelx, responsável pela tecnologia do programa.

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“Não estamos falando apenas de uma falha de segurança, mas de um sistema que monitora crianças em creches, pacientes em hospitais e pessoas em situação de vulnerabilidade, expondo informações extremamente sensíveis. A segurança pública não pode servir de justificativa para afastar direitos fundamentais nem para permitir que tecnologias tão invasivas operem sem fiscalização. É urgente que a ANPD investigue as responsabilidades e adote medidas sancionatórias para impedir que essas violações continuem”, afirma Yasmin Rodrigues, pesquisadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, integrante da Coalizão Direitos na Rede.

A falha, revelada em reportagem do UOL, expôs 181 logins e senhas de usuários, dados de mais de milhares de agentes de segurança e instruções técnicas suficientes para reproduzir o sistema inteiro em qualquer computador ou celular. As câmeras comprometidas chegam a 58 mil, instaladas não apenas em vias públicas, mas também dentro de creches, hospitais, escolas e centros de atendimento a dependentes químicos da Prefeitura.

A matéria demonstrou, ainda, que, a partir das credenciais vazadas, era possível acessar o sistema e visualizar, em tempo real, imagens de câmeras espalhadas pela cidade, incluindo ambientes onde se espera privacidade absoluta, como salas de creches, corredores de hospitais e centros de atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade por uso de drogas. Além das imagens, a plataforma da Sentinelx permitia pesquisar nomes completos, CPFs e placas de veículos de qualquer pessoa, além de acessar boletins de ocorrência.

A Prefeitura confirmou o vazamento, atribuindo-o a um servidor que teria sido “identificado, afastado” e está sob investigação, e afirmou que o repositório “não havia nele menção a senhas de acesso”, contradizendo diretamente o que a reportagem demonstrou. A situação, porém, é agravada por um posicionamento da própria Prefeitura: em resposta a pedido de acesso à informação, a administração municipal afirmou que não encaminha relatórios de impacto à ANPD por entender que não tem obrigação legal de fazê-lo — invocando uma exceção da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) destinada a tratamentos com finalidade exclusiva de segurança pública.

As organizações contestam esse argumento, tendo em vista que o Smart Sampa não tem finalidade exclusivamente de segurança pública, ele é usado, também, para capturar devedores de pensão alimentícia, localizar pessoas desaparecidas e monitorar o interior de escolas e hospitais. Além disso, a própria LGPD determina que, mesmo nas exceções, a ANPD deve solicitar relatórios de impacto.

O que as organizações pedem

O ofício à ANPD pede a abertura de processo de fiscalização contra a Prefeitura de São Paulo e a Sentinelx, com adoção de medidas sancionatórias e preventivas. Entre os pontos levantados:

  • Investigação sobre o incidente de segurança e notificação aos titulares dos dados expostos
  • Exigência de Relatório de Impacto à Proteção de Dados do Smart Sampa
  • Apuração sobre o controle privado das bases de dados e algoritmos por pessoa jurídica de direito privado
  • Avaliação sobre a legalidade da vigilância dentro de equipamentos de saúde e educação
  • Verificação do tratamento de dados de crianças e adolescentes sem protocolo específico

O pedido à ANPD é assinado por onze organizações: Coalizão Direitos na Rede, CESeC — Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, Conectas Direitos Humanos, AqualtuneLab, Plataforma Brasileira de Política de Drogas, Coalizão pela Socioeducação, ANCED — Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente, LAPIN — Laboratório de Políticas Públicas e Internet, Data Privacy Brasil, Centro de Convivência É de Lei e Instituto Alana.