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Da Redação
Datafolha divulga pesquisa para presidente nesta quinta (01), a 3 dias das eleições
O Instituto Datafolha divulga nesta quinta-feira (1º) a penúltima pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República antes do primeiro turno.
O levantamento, contratado pela Folha de S.Paulo e pelo Grupo Globo, foi realizado entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro, em um período marcado pela proibição das bets no Brasil e pela polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08039/2026. Confira os detalhes da pesquisa Datafolha com a TVT News.
Para entender a pesquisa Datafolha de 1° de outubro
- Faltam 3 dias para o primeiro turno, marcado para domingo, 4 de outubro.
- O campo da pesquisa Datafolha foi realizado entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro, com 2.506 entrevistados em todo o país.
- Contexto: a pesquisa Datafolha mede os efeitos do fim das bets no Brasil, anunciado por Lula em 25 de setembro, e da polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida, que envolveu Flávio Bolsonaro e ganhou repercussão nas redes sociais.
- As pesquisas divulgadas no início da semana desenharam um cenário acirrado
- Quaest (28/09): Lula tinha 39% e Flávio Bolsonaro, 34% no primeiro turno; no segundo turno, empate em 42%.
- BTG/Nexus (28/09): Lula aparecia com 42% e Flávio, 37% no primeiro turno; no segundo turno, Lula tinha 46% e Flávio, 44%.
- AtlasIntel (29/09): Lula liderava com 45,3% e Flávio tinha 42,2% no primeiro turno; no segundo turno, Flávio aparecia com 47,7% e Lula com 47,6% — empate técnico.
O que mostrou a pesquisa Datafolha até agora
- Veja a série histórica da pesquisa Datafolha sobre o primeiro turno:
- E os resultados ao longo das semanas para intenções de voto para o segundo turno:
Pesquisa para presidente hoje: Datafolha traz Lula x Flávio Bolsonaro a 2 dias das eleições
A pesquisa Datafolha desta quinta-feira (1º) chega a apenas três dias do primeiro turno e vai testar a opinião dos eleitores sobre temas que entraram no centro da campanha nas últimas semanas: a proibição das bets, o reajuste de 15,04% do Bolsa Família e a possível distribuição gratuita de medicamentos contra a obesidade pelo SUS.
O levantamento também será o primeiro do instituto após a polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida, que ganhou repercussão nas redes sociais em 24 e 25 de setembro.
Qual a metodologia da pesquisa Datafolha de 01 de outubro
O Datafolha ouviu 2.506 eleitores em todo o Brasil entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro, por meio de entrevistas presenciais em pontos de fluxo populacional.
A margem de erro máxima prevista é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Empresa Folha da Manhã e pelo Grupo Globo e está registrada no TSE sob o número BR-08039/2026.
O questionário inclui intenções de voto espontânea e estimulada, grau de decisão do eleitor, possibilidade de mudança de voto, rejeição aos candidatos e cinco cenários de segundo turno. Lula será confrontado separadamente com Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos e Augusto Cury.
O que aconteceu enquanto o Datafolha estava em campo
- Fim das bets no Brasil: Em 25 de setembro, o presidente Lula editou Medida Provisória que acaba com a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa no paísm as bets. A medida alcança apostas esportivas e jogos online, em ambientes físicos e virtuais. A proibição não abrange as demais modalidades lotéricas já autorizadas em lei.
- Dino manda PF investigar ataques a imagens de Nossa Senhora Aparecida: Em 30 de setembro, o ministro Flávio Dino, do STF, determinou que a Polícia Federal investigue uma “aparente onda de ataques” contra imagens religiosas no Brasil, com atenção especial aos casos que atingem a devoção a Nossa Senhora Aparecida. A decisão cita notícias de vários estados, como Mato Grosso, Bahia, Paraná e Minas Gerais e vem na polêmica da repercussão sobre um antigo projeto de lei de um deputado bolsonarista que queria tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.

- Ex-sócio de Flávio Bolsonaro relata festas, Rolex e lobby no STF: Uma reportagem do PlatôBR reuniu mensagens, áudios, documentos e fotografias divulgadas pelo empresário Alexandre Ferreira Dias Santini, ex-sócio de Flávio Bolsonaro. O material revela pagamentos de despesas pessoais do senador por pessoas próximas, um presente de R$ 305 mil (um Rolex Submariner Date) e uma suposta intermediação de interesses junto ao gabinete do ministro Kassio Nunes Marques, do STF.
Consulte todas as pesquisas registradas no TSE
Para consultar todas as pesquisas eleitorais registradas e seus respectivos números de protocolo, acesse o sistema de pesquisas registradas do Tribunal Superior Eleitoral.
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Procurador-geral da Bolívia que investigava Cerimedo é preso após EUA cancelarem seu visto
O procurador-geral da Bolívia, Roger Mariaca, que investigava o consultor da extrema-direita Fernando Cerimedo, foi detido na noite de quarta-feira (30) no Aeroporto Internacional de Viru Viru, em Santa Cruz, dois dias depois de os Estados Unidos anunciarem a revogação de seu visto. O procurador departamental de Santa Cruz, Alberto Zeballos, também foi preso. Leia em TVT News.
A operação policial ocorreu em diferentes pontos do país e atingiu instalações do Ministério Público e autoridades públicas. O governo boliviano afirma que as ações fazem parte de uma investigação sobre uma suposta estrutura criminosa envolvendo integrantes do sistema de Justiça e acusa Mariaca de manter vínculos com o narcotráfico.
A Procuradoria-Geral, por sua vez, classificou a prisão de Mariaca como um “sequestro” e denunciou uma suposta violação de direitos. Funcionários da instituição afirmaram que não haviam sido informados sobre os fundamentos da operação.
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Investigação envolvendo Fernando Cerimedo
Mariaca estava à frente de investigações que envolviam autoridades políticas e empresários. Entre os casos conduzidos pelo Ministério Público boliviano estava o processo contra o argentino Fernando Cerimedo, consultor político que atuou em campanhas e estratégias digitais de integrantes da direita latino-americana.
Cerimedo ganhou notoriedade no Brasil após as eleições de 2022, quando participou de uma transmissão na internet em que questionou, sem apresentar provas, o resultado das urnas. Ele também manteve relações profissionais com grupos políticos ligados ao presidente argentino, Javier Milei, e ao boliviano Rodrigo Paz.
Na Bolívia, Cerimedo responde a investigações por suspeita de tentativa de feminicídio, enriquecimento ilícito e outros crimes. Ele está em prisão preventiva.
Ao comentar a decisão dos Estados Unidos de retirar seu visto, Mariaca afirmou que algumas das investigações conduzidas pelo Ministério Público tinham repercussão internacional e citou diretamente o caso Cerimedo. O procurador acusou Washington de exercer pressão sobre instituições bolivianas e disse que não interromperia as apurações.
EUA acusam procurador de corrupção
A retirada do visto de Mariaca foi anunciada pelo governo de Donald Trump em uma lista que incluiu autoridades e empresários de países latino-americanos.
O Departamento de Estado americano acusou o procurador de corrupção e afirmou que ele teria recebido subornos para facilitar atividades relacionadas ao narcotráfico e ajudar criminosos a escapar da Justiça. As acusações foram negadas por Mariaca, que classificou a medida como interferência política.
Além de Mariaca, Zeballos também teve o visto cancelado pelos Estados Unidos e acabou detido durante a operação realizada na Bolívia.
Governo fala em rede ligada ao narcotráfico
O ministro de Governo da Bolívia, Marco Antonio Oviedo, afirmou que Mariaca seria um dos integrantes de uma estrutura criminosa instalada dentro do Ministério Público. Segundo o governo, a operação também está relacionada ao narcotraficante uruguaio Sebastián Marset.
Marset foi capturado na Bolívia em março e posteriormente levado aos Estados Unidos. Horas antes das prisões, circulou um vídeo no qual o narcotraficante aparece afirmando ter proximidade com Mariaca. A autenticidade da gravação, porém, não foi verificada de forma independente pela AFP.
Também foram divulgadas acusações de que Mariaca teria recebido dinheiro para oferecer proteção a Marset. As declarações partiram do próprio narcotraficante e são investigadas pelas autoridades bolivianas.
A operação policial incluiu buscas em unidades do Ministério Público em Sucre e Santa Cruz, além de uma ação na residência de Mariaca. Outras pessoas ligadas à instituição também foram detidas.
A Procuradoria-Geral contestou a forma como as prisões foram realizadas e afirmou que policiais entraram em suas dependências sem apresentar formalmente documentos que justificassem as buscas e detenções.
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Marina Silva critica discurso de que segurança pública está resolvida em São Paulo
A candidata ao Senado por São Paulo Marina Silva (Rede) afirmou, durante o último debate promovido pela EPTV, realizado na quinta-feira (30), que os problemas de segurança pública no estado de SP sob a gestão de Tarcísio não estão resolvidos. Leia em TVT News.
Participaram do encontro Marina, Simone Tebet (PSB), Soninha Francine (Cidadania) e Geraldo Rufino (Podemos). André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP), também convidados, não compareceram ao evento.
Ao abordar o tema, Marina contestou declarações feitas durante a campanha de que São Paulo teria solucionado seus principais problemas relacionados à violência e à criminalidade. A candidata apresentou números sobre ocorrências de crimes contra mulheres e sobre roubos e furtos de celulares para sustentar sua avaliação.
“Cerca de 20% dos furtos e roubos de celulares no Brasil acontecem na cidade de São Paulo”, afirmou Marina durante o debate. Em seguida, mencionou dados sobre violência contra as mulheres. Segundo ela, os registros de estupro haviam aumentado 7% no primeiro semestre e os feminicídios, cerca de 10%.
A candidata também relacionou o debate sobre segurança pública às consequências da violência para as famílias. Ao criticar a afirmação de que a situação estaria resolvida, Marina declarou: “Para as mães que perderam suas filhas, não está resolvido”.
A fala ocorreu em um contexto de disputa eleitoral pelo Senado paulista, que tem a segurança pública entre os principais temas da campanha. O debate da EPTV também abordou direitos trabalhistas, emprego e renda, meio ambiente, apostas esportivas e políticas sociais.
Marina Silva defende políticas sociais e redução da pobreza do governo Lula
Durante o debate, Marina também destacou políticas sociais implementadas durante os governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao apresentar suas posições sobre a disputa ao Senado, ela afirmou que pretende atuar no Congresso em defesa da continuidade de medidas que considera importantes da administração federal.
Entre os exemplos citados pela candidata estão o Bolsa Família, o programa Pé-de-Meia e mudanças na cobrança do Imposto de Renda para trabalhadores de menor renda.
Marina afirmou que, durante o governo Lula, pessoas que recebem até cinco salários mínimos deixaram de pagar Imposto de Renda. Também citou o Pé-de-Meia, programa de incentivo à permanência de estudantes de baixa renda no ensino médio.
A candidata ainda mencionou a discussão sobre a redução da escala de trabalho 6×1. Segundo Marina, ela participou, como deputada federal, da articulação no Congresso relacionada à proposta de ampliar os dias de descanso de trabalhadores e trabalhadoras.
Bolsa Família foi tema de confronto no debate
Outro ponto abordado por Marina foi o Bolsa Família. Em confronto com Soninha Francine, a candidata defendeu o programa como uma política de transferência de renda que, em sua avaliação, deve funcionar também como mecanismo para ampliar o acesso ao emprego e à autonomia financeira.
Marina classificou o benefício como uma “porta de entrada” para novas oportunidades. Segundo ela, a política deve estar associada à chamada inclusão produtiva, permitindo que beneficiários tenham condições de melhorar sua situação econômica e, posteriormente, deixem o programa quando conquistarem uma fonte de renda.
A candidata afirmou que mais de 700 mil famílias no estado de São Paulo deixaram o Bolsa Família depois de conseguirem trabalho.
Marina também relacionou o programa à autonomia das mulheres. Segundo ela, a transferência de renda pode dar a mulheres em situação de vulnerabilidade maior possibilidade de escolha diante de relações de dependência econômica e de trabalhos considerados inadequados.
A candidata ainda criticou uma iniciativa atribuída ao deputado federal Zé Trovão (PL-SC), que teria recorrido à Justiça contra o reajuste do Bolsa Família. Marina afirmou que o benefício precisava ser atualizado para acompanhar a inflação.
Candidatos ausentes foram citados durante o debate
A ausência de André do Prado e Guilherme Derrite também entrou no contexto das discussões. Os dois haviam sido convidados para o debate, mas não participaram. Segundo informações divulgadas sobre o encontro, ambos alegaram compromissos de campanha.
Pesquisas divulgadas nas últimas semanas mostram um cenário de proximidade entre alguns dos principais candidatos. Levantamento da Quaest divulgado em 29 de setembro apontou Derrite com 18%, Marina e Simone Tebet com 15% cada e André do Prado com 12%.
No debate, Marina encerrou sua participação defendendo sua atuação no Senado em temas relacionados a políticas sociais, direitos trabalhistas, meio ambiente e segurança pública. A eleição para o Senado em São Paulo ocorre em turno único, com os dois candidatos mais votados sendo eleitos.
A discussão sobre segurança pública, entretanto, permanece como um dos principais pontos de divergência entre os candidatos. Marina sustentou que a redução de determinados indicadores criminais não significa que o problema esteja resolvido e destacou especialmente os crimes que atingem mulheres e a população no cotidiano.
Dados oficiais divulgados posteriormente mostram que a situação da segurança em São Paulo apresenta movimentos diferentes conforme o tipo de crime: enquanto homicídios, roubos e latrocínios registraram quedas em determinados períodos de 2026, os registros de estupro aumentaram no estado e na capital.
PIX por aproximação não tem mais limite de R$ 500
O Pix por aproximação passa a ter novas regras a partir desta quinta-feira (1º). O Banco Central retirou o limite específico de R$ 500 por transação que era aplicado à modalidade. A partir de agora, o cliente poderá solicitar ao banco a alteração dos limites, respeitando as regras de segurança e os limites definidos para sua conta. Leia em TVT News.
Na prática, isso significa que o Pix por aproximação poderá ser utilizado em operações de valor superior aos R$ 500 que antes funcionavam como teto específico da modalidade.
A mudança traz mais praticidade, mas também levanta uma dúvida importante para o consumidor: se uma pessoa for vítima de uma fraude ou tiver uma transação por aproximação realizada sem autorização, quem fica com o prejuízo?
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Se houver um golpe, o banco é obrigado a devolver o dinheiro?
Não existe uma regra segundo a qual todo Pix decorrente de golpe será automaticamente devolvido pelo banco.
O Banco Central mantém o Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado justamente para aumentar as possibilidades de recuperação de valores em situações de fraude, golpe ou crime.
Segundo o BC, a vítima deve comunicar a fraude à sua instituição financeira e pode solicitar o MED em até 80 dias contados da transação. As instituições envolvidas analisam o caso e, havendo confirmação da fraude e recursos disponíveis na conta do fraudador, a devolução pode ocorrer de forma integral ou parcial.
“O aumento do limite do Pix por aproximação não significa que o consumidor ficará sem proteção em caso de fraude. Mas também não significa que toda operação contestada será automaticamente devolvida. É fundamental analisar como a transação ocorreu, se houve fraude, eventual falha de segurança e quais mecanismos de contestação foram acionados pelo cliente.” Orienta o advogado Bruno Durão, especialista em direito do consumidor e fundador da DAP Advocacia.
E se o cliente disser que não autorizou o pagamento?
A situação precisa ser analisada individualmente.
Em uma eventual contestação, é importante verificar como a operação foi realizada, se houve fraude ou uso indevido e quais medidas de segurança estavam envolvidas.
O consumidor deve comunicar o banco imediatamente ao perceber uma transação que não reconhece e fornecer todas as informações disponíveis sobre o ocorrido.
O próprio Banco Central orienta que o pedido de devolução pelo MED seja feito diretamente à instituição financeira.
Pix por aproximação aumenta o risco para o consumidor?
A retirada do teto específico de R$ 500 não significa, por si só, que o Pix por aproximação tenha deixado de ter mecanismos de segurança.
A mudança permite que os limites sejam definidos conforme as regras aplicáveis ao cliente e sua instituição financeira. O Banco Central mantém mecanismos de prevenção e contestação de fraudes no sistema Pix.
O ponto de atenção para o consumidor é que, com a possibilidade de operações de valor maior, a atenção aos limites configurados na conta e aos mecanismos de segurança passa a ser ainda mais importante.
O que fazer se o pix por aproximação for fraudado?
A orientação é agir rapidamente:
comunicar imediatamente o banco ou instituição de pagamento;
contestar a transação que não reconhece;
solicitar o MED quando a situação se enquadrar nas hipóteses previstas;
guardar comprovantes e protocolos de atendimento;
registrar todas as informações disponíveis sobre a fraude;
acompanhar a análise pelo aplicativo ou canal da instituição.
O BC informa que o MED pode resultar em devolução integral ou parcial quando houver confirmação da fraude e ainda existirem recursos disponíveis na conta dos envolvidos.
E se a pessoa errar o pix?
Essa é uma situação diferente.
O MED não se aplica a erros do próprio usuário pagador, como enviar um Pix para a pessoa errada. Também não é destinado a simples desacordos comerciais, como problemas relacionados à compra de um produto ou serviço que não envolvam fraude.
Por isso, é importante diferenciar golpe, fraude, falha operacional e erro do próprio consumidor antes de afirmar que o banco terá obrigação de devolver o dinheiro.
Quando o banco pode ser responsabilizado?
A eventual responsabilidade da instituição financeira depende das circunstâncias concretas do caso.
Em situações de fraude, podem ser analisados elementos como os mecanismos de segurança utilizados, o comportamento da transação, a comunicação feita pelo cliente e eventual falha na prestação do serviço.
Por isso, não é correto afirmar que o banco sempre será responsável ou que o consumidor sempre ficará com o prejuízo.
A análise deve considerar como a fraude aconteceu, quais medidas de segurança existiam e como a instituição agiu depois que o problema foi comunicado.
Lula no Flow: entrevista ao vivo ocorre no horário do debate da Globo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva será entrevistado ao vivo pelo Flow Podcast nesta quinta-feira (1º), às 20h45, no mesmo período em que ocorre o último debate entre candidatos à Presidência antes do primeiro turno das eleições 2026. Lula comunicou à TV Globo que não participará do debate e confirmou a participação no podcast. Confira detalhes da entrevisa de Lula no Flow com a TVT News.
Lula no Flow: o que você precisa saber
- Lula vai ao podcast Flow: o presidente confirmou presença no programa comandado por Igor 3K, que será transmitido ao vivo pelo YouTube.
- Horário da entrevista no Flow: a conversa está prevista para começar às 20h45, horário de Brasília.
- Links para assistir: a transmissão será feita pelo canal oficial do Flow Podcast no YouTube e também pelo portal iG.
- React ao debate da Globo: a campanha negocia um formato em que Lula acompanhe o debate e reaja em tempo real às falas dos adversários.
- O que é o podcast Flow: programa fundado em 2018 por Igor 3K, Monark e Gianzão, conhecido como um dos podcasts de maior audiência do Brasil.
Que horas é a entrevista do Lula no Flow
A entrevista de Lula no Flow está marcada para começar às 20h45 desta quinta-feira (1º de outubro). O horário foi divulgado pela equipe do programa nas redes sociais e antecede o início do debate da TV Globo.
Como assistir ao Lula no Flow
A entrevista de Lula no Flow poderá ser acompanhada ao vivo por diferentes plataformas. O canal oficial do Flow Podcast no YouTube é a principal via de transmissão.
- Assista ao Flow Podcast: canal do Flow Podcast no YouTube
O portal iG também exibirá a íntegra da conversa em seu site. Além disso, o Flow mantém presença em plataformas como Spotify e Twitch, que costumam replicar o conteúdo do programa. Para acessar, basta buscar “Flow Podcast” no YouTube ou entrar diretamente no canal oficial, onde a live estará identificada com referência à entrevista com Lula.
A TVT News fará toda a cobertura da entrevista, destacando os principais momentos e falas do presidente Lula.

Lula no Flow pode fazer react ao debate na Globo
Segundo reportagem de Murilo Fagundes, do SBT News, publicada em 30 de setembro, a campanha de Lula negocia com o Flow Podcast um formato que permita ao presidente acompanhar o debate da TV Globo e reagir em tempo real às falas dos demais candidatos. A ideia é que Lula assista ao debate enquanto é entrevistado no podcast, podendo responder às perguntas direcionadas a ele e comentar temas levantados pelos adversários.
Internet lembra da manipulação do debate de 1989 e do Padre Kelmon em 2022
A decisão de Lula de não participar do debate da Globo reacendeu na internet lembranças de episódios que marcaram a relação do presidente com a emissora. Um dos mais citados é a edição do debate de 1989 exibida pelo “Jornal Nacional”, na véspera do segundo turno entre Lula e Fernando Collor.
A TVT, no programa Seu Jornal, relembrou a manipulação do debate na Globo, assista:
O telejornal mostrou 3 minutos e 34 segundos de falas de Collor e 2 minutos e 22 segundos de Lula, em uma edição acusada de favorecer o adversário. O episódio é considerado por veículos de imprensa um dos maiores exemplos de manipulação jornalística da história da televisão brasileira.
O site de crítica de mídia Observatório da Imprensa registra que a Globo admitiu posteriormente que a edição não havia sido equilibrada, embora tenha negado má-fé.
Além disso, o próprio formato engessado dos debates televisivos tem sido alvo de críticas. Muitos citaram a participação do Padre Kelmon nas eleições de 2022 como um claro exemplo de como esses encontros na TV aberta podem se transformar em palanques de confusão, perdendo o foco no debate de propostas reais para o país.
O que é o Flow Podcast
O Flow Podcast é um programa de entrevistas que reúne convidados para conversas sobre política, cultura, entretenimento, sociedade e outros assuntos.
O programa foi criado por Bruno Aiub, conhecido como Monark, e Igor Coelho, o Igor 3K. Atualmente, Igor 3K é o apresentador do Flow. O programa faz parte do Grupo Flow e também mantém distribuição em plataformas de áudio.
O canal do Flow no YouTube reúne milhões de inscritos e episódios com políticos, artistas, influenciadores e outras figuras públicas. O programa também já recebeu Lula anteriormente.

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Mulheres vítimas de violência doméstica receberão automaticamente benefício do INSS
Mulheres que sofrerem violência doméstica e conseguirem uma medida protetiva na Justiça poderão receber automaticamente um benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) durante o período em que precisarem se afastar do trabalho. A determinação foi dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (1º). Leia em TVT News.
A regra permite que a trabalhadora permaneça afastada por até seis meses, com manutenção da remuneração. O procedimento deverá contemplar mulheres que trabalham nos setores público e privado.
Com a mudança, a apresentação da decisão judicial que concede a medida protetiva passa a ser suficiente para o acesso ao benefício. Dessa forma, a vítima não precisará passar por perícia médica do INSS para comprovar a necessidade de afastamento.
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Parecer da AGU
A orientação foi apresentada a Lula pelo advogado-geral da União, Jorge Messias. Segundo ele, a alteração procura impedir que dificuldades financeiras façam com que mulheres permaneçam em situações de violência por não conseguirem interromper suas atividades profissionais.
A medida considera que o afastamento do emprego pode ser necessário para que a vítima deixe a convivência com o agressor, mude de endereço ou adote outras providências para garantir sua segurança.
Como funcionará o afastamento
A possibilidade de afastamento por até seis meses já está prevista na Lei Maria da Penha para situações em que a interrupção do trabalho seja necessária para proteger a mulher.
Uma das questões que permaneciam em discussão era a responsabilidade pelo pagamento durante esse período. O Supremo Tribunal Federal (STF) estabeleceu que, para seguradas da Previdência, os primeiros 15 dias são pagos pelo empregador. Depois desse período, o benefício passa a ser responsabilidade do INSS.
A nova determinação pretende facilitar a aplicação dessa regra ao retirar a exigência de uma avaliação pericial para as mulheres que apresentarem uma medida protetiva concedida pela Justiça.
Atendimento com prioridade
O documento também prevê que os pedidos relacionados a mulheres vítimas de violência doméstica tenham tratamento prioritário e sigiloso dentro do INSS.
A intenção é reduzir obstáculos para quem precisa deixar temporariamente o trabalho por razões de segurança. O afastamento pode ser importante especialmente nos casos em que a vítima precisa romper a convivência com o agressor ou se deslocar para outro local.
A medida também está relacionada a decisões anteriores do STF sobre a proteção previdenciária de mulheres afastadas do trabalho em razão de violência doméstica.
Para mulheres que não são seguradas do INSS e, portanto, não têm direito ao benefício previdenciário, o Supremo determinou que o auxílio de natureza assistencial seja financiado por estados e municípios, dentro das regras do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

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