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Da Redação

Voto em trânsito: prazo para solicitar mudança temporária termina nesta quinta (20)

Quem estiver fora da cidade onde tem domicílio eleitoral no dia das Eleições 2026 tem até quinta-feira (20 de agosto) para solicitar o voto em trânsito. A modalidade permite alterar temporariamente o local de votação para outro município brasileiro e pode ser utilizada no primeiro turno, no segundo turno ou nos dois. Leia em TVT News.

O pedido pode ser feito pela internet, por meio do Autoatendimento Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral. Para a solicitação presencial, é necessário apresentar documento oficial de identificação com foto.

A transferência temporária, no entanto, não está disponível para qualquer município. O eleitor poderá escolher uma seção instalada em uma capital ou em município com mais de 100 mil eleitores. A medida vale para quem estiver viajando dentro do território nacional no dia da votação.

A regra muda de acordo com o estado escolhido. Quem solicitar o voto em trânsito para uma cidade localizada na mesma unidade da Federação de seu domicílio eleitoral poderá votar para todos os cargos em disputa: deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador, governador e presidente da República. Já quem estiver em outro estado poderá votar somente para presidente.

A votação nas Eleições 2026 ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, simultaneamente nas seções eleitorais do país.

Como solicitar

O procedimento pode ser realizado pelo Autoatendimento Eleitoral do TSE. Depois de acessar o serviço, a eleitora ou o eleitor deve selecionar a opção de transferência temporária do local de votação e seguir as orientações apresentadas pelo sistema.

Também é possível fazer a solicitação presencialmente em um cartório eleitoral. Nesse caso, é preciso apresentar documento oficial com foto.

O acesso ao serviço pela internet exige um código de autenticação obtido por meio do aplicativo e-Título.

É importante verificar a situação eleitoral antes de fazer o pedido. Pessoas com título eleitoral cancelado ou suspenso não podem solicitar a transferência temporária nem votar.

Outro ponto é que a habilitação modifica temporariamente a possibilidade de votação. Depois de registrada a transferência, o eleitor não poderá votar na seção eleitoral de origem durante o pleito. Por isso, quem desistir da viagem depois do encerramento do prazo e estiver na cidade onde normalmente vota não poderá simplesmente retornar à seção habitual.

Caso a pessoa tenha solicitado o voto em trânsito e não consiga comparecer ao local escolhido no dia da eleição, deverá justificar a ausência. Após o período eleitoral, o retorno para a seção de origem ocorre automaticamente, sem necessidade de novo pedido.

Quem também pode solicitar transferência temporária

A legislação eleitoral prevê outras situações em que é possível pedir a transferência temporária do local de votação. Entre elas estão pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, indígenas, quilombolas, integrantes de comunidades tradicionais, moradores de assentamentos rurais e pessoas em situação de rua.

Também podem ser atendidos militares e agentes de segurança pública que estejam em serviço no dia da eleição, além de integrantes da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral que estiverem trabalhando durante a votação. Presos provisórios e adolescentes em unidades de internação também estão incluídos nas regras.

Nesses casos, a transferência pode ocorrer para locais adequados às necessidades de cada grupo, incluindo seções acessíveis e unidades onde sejam instalados pontos de votação.

Há ainda uma regra específica para quem trabalhará diretamente na organização das eleições. Mesárias e mesários, pessoas convocadas para apoio logístico, agentes penitenciários, policiais penais e servidores de estabelecimentos penais ou unidades de internação de adolescentes têm prazo até 28 de agosto para solicitar a transferência temporária, conforme as condições previstas para cada caso.

Para esse grupo, não há a mesma limitação relacionada ao tamanho do município. A votação poderá ocorrer no local para o qual a pessoa foi convocada ou em uma seção adequada à sua situação.

São Paulo já tem quase 40 mil pedidos

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Voto em trânsito – Reprodução/TSE

Dados do TSE citados pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) mostram que 38.743 eleitores haviam solicitado transferência temporária para votar no estado de São Paulo no primeiro turno até terça-feira (11).

Desse total, 28.203 pedidos foram feitos por pessoas que votarão em outro município dentro do próprio estado, enquanto 10.540 solicitações partiram de eleitores de outras unidades da Federação.

O voto em trânsito representava 18.980 dos pedidos, equivalente a 48,9% das solicitações registradas para São Paulo naquele momento.

O TRE-SP também realizou ações itinerantes para levar o atendimento eleitoral a comunidades tradicionais. Em 8 de agosto, uma equipe da 148ª Zona Eleitoral esteve no Quilombo Porto Velho, em Iporanga. Dias antes, servidores da 381ª Zona Eleitoral atenderam moradores da Terra Indígena Tenondé Porã, em São Paulo.

As duas ações resultaram em 54 pedidos de transferência temporária. No Quilombo Porto Velho, a equipe percorreu 149 quilômetros para realizar o atendimento. Segundo o chefe do cartório, José Roberto dos Reis, a iniciativa facilita o acesso dos moradores às urnas e reduz o deslocamento necessário para votar.

Aeroporto de Guarulhos terá seções

Entre os locais que terão estrutura para o voto em trânsito está o Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. A instalação de seções permitirá que trabalhadores do aeroporto e passageiros habilitados possam votar no local, dentro do número de vagas disponibilizado pela Justiça Eleitoral.

A possibilidade é especialmente relevante para pessoas que estarão em deslocamento no dia da eleição e não conseguirão chegar ao município onde estão registradas.

O voto em trânsito é previsto apenas para eleições gerais, quando são escolhidos presidente e vice-presidente da República, governadores e vice-governadores, senadores e deputados federais, estaduais ou distritais. A modalidade está regulamentada pela Resolução nº 23.759/2026 do TSE.

O prazo para o eleitorado em geral termina em 20 de agosto. Depois dessa data, não será possível alterar ou cancelar a habilitação para o voto em trânsito. Já para grupos específicos que trabalham na organização ou segurança do pleito, o prazo pode se estender até 28 de agosto, conforme as regras eleitorais.

Serviço

Prazo para voto em trânsito: até 20 de agosto
Onde solicitar: Autoatendimento Eleitoral do TSE ou cartório eleitoral
Quem estiver no mesmo estado do domicílio eleitoral: pode votar em todos os cargos
Quem estiver em outro estado: vota somente para presidente
Horário de votação: das 8h às 17h, pelo horário de Brasília
Prazo para determinados trabalhadores das eleições: até 28 de agosto

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Justiça condena Danilo Gentili por difamação contra Padre Júlio Lancelotti

A 29ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo condenou o apresentador Danilo Gentili a pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais ao Padre Júlio Lancelotti. A decisão do dia 6 de agosto considerou ilícitas publicações feitas pelo comunicador contra o religioso. Ainda cabe recurso. Leia em TVT News.

Além da indenização, a decisão determinou a retirada de publicações e imagens manipuladas associadas aos conteúdos considerados ofensivos. Entre elas está uma postagem publicada em abril de 2025 com o título “#Perdeu, Padre – Padre da Linguiça leva uma invertida”. O processo tramita sob segredo de Justiça.

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Justiça aponta excesso nas publicações contra Padre Júlio

Segundo a decisão, Padre Júlio Lancelotti entrou com a ação após ser alvo de uma série de publicações em redes sociais e em uma plataforma digital ligada a Gentili. O religioso alegou que os conteúdos tinham caráter ofensivo e difamatório, incluindo expressões pejorativas, montagens e imagens manipuladas, algumas produzidas com auxílio de inteligência artificial.

Na avaliação do juiz, determinadas manifestações ultrapassaram os limites da liberdade de expressão e da sátira. Entre os conteúdos analisados estão frases como “o padre que compra silêncio com Pajero”, “me dá uma Pajero aí que eu paro de zuar” e “quantas marmitas dá para comprar com uma Pajero”.

Para a Justiça, a afirmação de que o padre “compra silêncio” não poderia ser tratada apenas como uma manifestação humorística. Segundo a sentença, a publicação apresentava como fato a suposta concessão de uma vantagem patrimonial para que uma terceira pessoa permanecesse em silêncio.

A decisão também considerou ilícita a afirmação de que Padre Júlio teria recusado uma proposta de conciliação porque pretendia receber “o dinheiro todo só para ele”.

Parte dos conteúdos mencionados na ação já havia sido analisada em um processo anterior. Na ocasião, foram discutidas manifestações relacionadas ao apelido “padre da linguiça”, à afirmação de que o religioso “prefere linguiça” e a uma publicação sobre seu posicionamento em relação ao conflito entre Israel e Palestina.

Padre Júlio comemora decisão

Após a sentença, Padre Júlio Lancelotti afirmou estar satisfeito com o resultado. Em declaração ao g1, o religioso destacou a importância de estabelecer limites para a atuação de veículos e comunicadores.

“Penso ser importante a decisão judicial para que as mídias sejam orientadas por ética e respeito aos direitos humanos”, afirmou.

Alcolumbre destrava PEC do fim da escala 6×1 e envia proposta à CCJ

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), assinou despacho para encaminhar à Comissão de Constituição e Justiça a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1. O movimento destrava a tramitação da matéria na Casa e ocorre em meio à retomada do diálogo entre Alcolumbre e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Leia em TVT News.

A CCJ é presidida pelo senador Otto Alencar (PSD-BA). O despacho, porém, ainda não havia sido disponibilizado no sistema oficial do Senado. A expectativa é de que o documento seja incluído após o fim do recesso das comissões.

Alcolumbre ainda não teria conversado com Otto Alencar sobre o andamento da proposta no colegiado. As informações são da coluna de Milena Teixeira no Metrópoles.

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PEC volta ao centro do debate no Senado

O encaminhamento à CCJ representa uma nova etapa para a proposta que busca alterar as regras de jornada de trabalho e acabar com a escala em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem apenas um dia de descanso.

A discussão sobre a redução da jornada e a ampliação do período de descanso ganhou espaço no Congresso e entre entidades que representam trabalhadores. Para avançar, a PEC precisa ser analisada pelas comissões e, posteriormente, aprovada em dois turnos pelo plenário do Senado e da Câmara dos Deputados.

No Senado, a CCJ deverá avaliar aspectos como a constitucionalidade e a juridicidade do texto. Depois dessa fase, caso seja considerada apta a prosseguir, a matéria poderá ser encaminhada para votação em plenário.

O despacho assinado por Alcolumbre, portanto, não significa a aprovação da proposta, mas permite que o debate avance formalmente dentro do Senado.

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Presidente do Senado assinou despacho que encaminha PEC para a CCJ. Foto: Lula Marques/ABR

Destravamento da PEC ocorre em meio a aproximação com Lula

A decisão também ocorre em um contexto de reaproximação entre Alcolumbre e o governo Lula. O presidente do Senado retomou a interlocução com o Palácio do Planalto após um período de atritos entre o Congresso e o Executivo.

Na segunda-feira (17), Alcolumbre fez um novo aceno público ao presidente Lula durante uma agenda em Oiapoque, no extremo norte do Amapá. Ao lado do presidente, o senador elogiou a atuação do governo na exploração de petróleo na Margem Equatorial.

Alcolumbre afirmou que Lula “enfrentou tudo e todos” para que o projeto avançasse. A declaração reforçou a mudança de tom na relação entre o presidente do Senado e o governo federal.

O avanço da PEC do fim da escala 6×1 ocorre, portanto, em meio a uma tentativa de reconstrução da relação política entre Alcolumbre e o Palácio do Planalto. A tramitação da proposta na CCJ será o próximo teste para medir o espaço que o tema terá na agenda do Senado.

Diploma de jornalista: STF pode rever decisão da dispensa de diploma específico

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino e Alexandre de Moraes defenderam nesta terça-feira (18) a rediscussão sobre a decisão da Corte, que, em 2009, dispensou o diploma de jornalista para exercício legal da profissão.

A discussão voltou à tona durante sessão da Primeira Turma, que julgou um caso de direito de resposta envolvendo a TV Globo e uma clínica médica citada em uma reportagem sobre assédio sexual.

Durante a sessão, Dino disse que a decisão do Supremo que dispensou o diploma para exercício da profissão se tornou um complicador para o julgamento de casos sobre liberdade de imprensa. 

“A extensão automática desse regime de garantias a qualquer blogueiro pode levar a que o PCC e o Comando Vermelho façam um concurso para selecionar blogueiros”, disse.

Moraes defendeu a regulamentação da profissão e disse que o direito constitucional à liberdade de imprensa não pode ser invocado por usuários que usam as redes sociais para cometer crimes contra a honra e atos de desinformação.

“Hoje, com as redes sociais, qualquer pessoa acorda e diz a partir de hoje eu sou jornalista e começa a ofender a honra de inúmeras pessoas e se escudar da liberdade de imprensa”, completou.

Fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo foi decidida em 2009

Em 2009, o STF decidiu que a exigência do diploma de jornalismo e do registro profissional para exercício da profissão é inconstitucional.

Por maioria de votos, a Corte entendeu que o Decreto-Lei 972/1969 não foi recepcionado pela Constituição de 1988. O decreto criou regras para exercício da profissão, entre elas, a obrigatoriedade de registro no Ministério do Trabalho e diploma de curso superior em jornalismo.

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Ministro Flávio Dino disse que a decisão do STF que dispensou o diploma para exercício da profissão se tornou um complicador para o julgamento de casos sobre liberdade de imprensa – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com informações da Agência Brasil

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Pesquisa Paraná: Tarcísio tem 50% e Haddad 33,8% na disputa pelo governo de SP

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece na liderança da disputa pelo governo do estado, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (19). O atual governador tem 50% das intenções de voto, enquanto o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) registra 33,8%. Leia em TVT News.

A diferença entre os dois candidatos é de 16,2 pontos percentuais. O levantamento foi realizado nos primeiros dias da campanha eleitoral e mostra uma ampliação da vantagem de Tarcísio em relação à pesquisa anterior do instituto, feita em julho.

Na sondagem anterior, Tarcísio aparecia com 48,5% das intenções de voto, enquanto Haddad tinha 35,1%. Agora, o governador oscilou positivamente para 50%, enquanto o petista passou a 33,8%. Com isso, a distância entre os dois passou de 13,4 para 16,2 pontos percentuais.

Tarcísio aparece com 50% no primeiro turno

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Candidato ao governo do estado de SP, Tarcísio de Freitas. Foto: Fllickr Republicanos
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Fernando Haddad, candidato ao governo do Estado de São Paulo. Foto: Flickr Fernando Haddad

Além de Tarcísio e Haddad, o levantamento testou outros nomes na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Vera Lúcia (PSTU) aparece com 1,5% das intenções de voto. Carlos Machado (PCB) e Vivian Mendes (UP) registram 0,8% cada.

Izadora Dias (PCO) tem 0,4%, mesmo percentual de Policial Edjane (Agir).

A pesquisa também aponta que 7,5% dos entrevistados afirmam que não votariam em nenhum dos candidatos, escolheriam o voto branco ou nulo. Outros 4,8% não souberam ou não quiseram responder.

Os números mostram, portanto, que Tarcísio concentra metade das intenções de voto no cenário apresentado pelo instituto, enquanto Haddad reúne cerca de um terço dos eleitores consultados. A pesquisa foi realizada entre 16 e 18 de agosto, já durante os primeiros dias da campanha eleitoral.

Segundo turno mantém vantagem do governador

Em uma simulação de segundo turno entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad, o governador também aparece à frente. O candidato à reeleição registra 53% das intenções de voto, contra 36,9% do petista.

Na pesquisa anterior, realizada em julho, Tarcísio tinha 51,8%, enquanto Haddad aparecia com 38,3%. Assim, na comparação entre os dois levantamentos, o governador avançou 1,2 ponto percentual e o ex-ministro recuou 1,4 ponto.

A pesquisa, entretanto, representa um retrato das intenções de voto no período em que as entrevistas foram realizadas. Como a campanha eleitoral está em seus primeiros dias, os percentuais ainda podem sofrer alterações ao longo da disputa, conforme os candidatos ampliem a exposição pública, apresentem propostas e participem dos debates e demais atividades eleitorais.

Levantamento foi realizado em 80 municípios

O Paraná Pesquisas ouviu 1.680 eleitores em 80 municípios do estado de São Paulo entre os dias 16 e 18 de agosto. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-08913/2026.

A pesquisa foi divulgada em um momento de início da campanha eleitoral, quando os partidos e candidatos passam a intensificar atividades públicas e ações de comunicação voltadas ao eleitorado paulista.

Agenda dos candidatos à Presidência nesta quarta-feira, 19

A agenda dos candidatos à Presidência da República nesta quarta-feira (19) inclui gravação de programas de campanha, entrevistas à imprensa e reuniões com apoiadores e equipes. A informação da agenda dos candidatos é da Agência Brasil.

Os concorrentes ao Palácio do Planalto também devem participar de ações contra o tráfico de drogas e debate sobre inflação de alimentos. 

Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (19):

Augusto Cury (Avante)
Passa o dia em Ribeirão Preto (SP), onde realiza reuniões internas com a equipe e grava conteúdos de campanha. 

Clariana Barão (DC)
Gravação de programa na TV Mato Grosso.

Edmilson Costa (PCB)
15h – Entrevista para o jornal Folha de S.Paulo 

Flávio Bolsonaro (PL)
Realiza gravações para programa eleitoral. Sem agendas públicas.

Hertz Dias (PSTU)
Em Juiz de Fora (MG), participa de entrevistas na imprensa local, de reuniões com apoiadores e da assembleia dos trabalhadores da educação municipal. 

Lula (PT)

Lula visita o Centro Industrial Nuclear de Aramar (CINA) a partir das 10h. Acompanha o desenvolvimento do Programa Nuclear da Marinha, com destaque para a montagem do reator do submarino de propulsão nuclear.

  • Também participam da visita os ministros da Defesa, José Mucio Monteiro, e do Gabinete de Segurança Institucional, Marcos Antonio Amaro, além do comandante da Marinha. O CINA é o principal polo do programa nuclear da Marinha, voltado à soberania nacional e ao domínio da tecnologia nuclear aplicada à defesa e à matriz energética.

Pablo Marçal (PRTB)
Realiza gravações para programa eleitoral. Sem agendas públicas.

Renan Santos (Missão)
11h05 – Chegada ao Aeroporto de João Pessoa
12h10 às 12h30 – Participa de ação contra o crime organizado.
14h30 às 15h – Participa de ação contra o crime organizado
19h – Coletiva de imprensa em João Pessoa
20h – Evento do Missão/Happy Hour em João Pessoa 

Romeu Zema (Novo)
09h30 –  Participa de uma ação na Feira de Guaianases (SP) para falar sobre inflação de alimentos. 

Ronaldo Caiado (PSD)
09h – Participa do 34º Congresso das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, em Brasília (DF)
14h – Participa do 11º Fórum CNT de Debates – Edição Presidenciáveis, em Brasília (DF)

Wilson Grassi (Democrata)
8h – Embarque para Salvador (BA) 
12h – Entrevista para a Rádio Itapoan FM, de Salvador.
15h – Entrevista para o portal Agora no Interior, de Marília

A candidata Samara Martins (UP) não tem agenda pública de campanha nesta quarta-feira. 

O candidato Rui Costa Pimenta (PCO) não divulgou compromissos públicos de campanha até o momento desta publicação.