Agora
Da Redação
Concessões de espaços públicos em SP é tema de debate
O debate sobre Concessão de parques e de outros espaços públicos, projetos de requalificação urbana, preservação do patrimônio histórico, mudanças climáticas e seus impactos sobre diferentes grupos sociais que residem na cidade será o tema que pesquisadores, gestores públicos e especialistas em urbanismo debaterão no Seminário “A gestão socioterritorial na cidade de São Paulo: o visível e o invisível”, que será realizado presencialmente no dia 18 de junho, das 14h às 17h, na Vila Buarque, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelo canal da FESPSP no Youtube (@fespspcomunica).
Resumo do debate: especialistas da FESPSP falam sobre desafios de São Paulo para a próxima década
- Seminário da FESPSP objetiva traçar diretrizes de políticas públicas, projetos urbanos e
modelos de gestão que norteiem o crescimento e a organização da cidade como motor de
distribuição de oportunidades entre seus habitantes. - Lançamento do livro “São Paulo 2025: riqueza e desigualdades” encerra a programação do seminário
Este é o primeiro de uma série de debates sobre o tema que a FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo) promoverá com o objetivo de propor diretrizes para embasar governos, formuladores de políticas públicas, gestores públicos e da iniciativa privada na construção de uma cidade compatível com os desafios do século XXI, mais inclusiva e democrática, diz Valéria Cusinato Bomfim, arquiteta, urbanista e coordenadora do evento.

As eleições deste ano e o momento geopolítico, com todos os desafios econômicos e de poder que representam, tornam o debate urgente, ressalta Valéria. “Para a FESPSP, que há mais de nove décadas atua na formação de profissionais e na formulação de políticas públicas, discutir São Paulo é também uma forma de refletir sobre os caminhos possíveis para enfrentar problemas que afetam grandes centros urbanos em todo o país.”
E não são poucos os desafios que São Paulo terá que enfrentar para se manter como uma das mais importantes cidades do país e do mundo em termos econômicos e políticos. “Eles passam necessariamente pela reflexão sobre como políticas públicas, projetos urbanos e modelos de gestão influenciam a forma como a cidade cresce, organiza-se e distribui oportunidades entre seus habitantes.”

A proposta do evento parte de uma questão central: como construir essa cidade mais inclusiva em um contexto marcado por desigualdades, disputas pelo uso do espaço urbano e desafios cada vez mais complexos relacionados à moradia, à infraestrutura e à qualidade de vida?
O debate contará com a participação:
- do vereador e Prof. Dr. da FAU-USP, Nabil Bonduki;
- da Profa. Dra. Andrea Tourinho, representante do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) no Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) e docente da Universidade São Judas;
- da Profa. Dra. Luciana Schenk, representante do CAU-SP (Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo) e docente da USP São Carlos;
- do arquiteto e urbanista Luiz Kohara, referência em políticas habitacionais e atendimento à população em situação de rua, ligado ao Centro Gaspar Garcia; e
- do subsecretário de Desenvolvimento Urbano do Estado de São Paulo, José Police Neto, ex-vereador, arquiteto e coordenador do Núcleo de Habitação e Regulação Urbana do Insper Cidades.
Lançamento do livro “São Paulo 2025: riqueza e desigualdades”
Logo após o seminário, encerrando a programação do dia 18, a Editora Sociologia e Política da FESPSP e a Alameda lançam o livro “São Paulo 2025: riqueza e desigualdades”, obra que revisita o clássico “São Paulo 1975: crescimento e pobreza”, publicado pela Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo há 50 anos, a partir de pesquisa realizada pelo Cebrap.
Com textos assinados por pesquisadores como Fernando Henrique Cardoso, o livro editado em 1975 tornou-se referência fundamental nos estudos sobre o desenvolvimento urbano no Brasil.Com prefácio de Antonio Funari Filho, membro da Comissão de Justiça e Paz, e introdução do economista Ladislau Dowbor, a nova obra avalia as mudanças e permanências na São Paulo da atualidade, oferecendo um amplo diagnóstico da cidade neste primeiro quarto do século XXI.
Debate “A gestão socioterritorial na cidade de São Paulo: o visível e o invisível”
Seminário: “A gestão socioterritorial na cidade de São Paulo: o visível e o invisível”
Data: 18 de junho, das 14h às 17h
Local: Auditório da FESPSP
Inscrições: https://forms.gle/QrTKdVXTAcsz5H2b9
Lançamento do livro: “São Paulo 2025: riqueza e desigualdades”
Horário: 18h
Local: Casarão da FESPSP (Rua General Jardim, 522)
Dólar recua e fecha em R$ 5,11
O dólar comercial encerrou a quinta-feira, 11 de junho, em forte queda de 1,11%, cotado a R$ 5,11.
O dólar hoje oscilou entre a mínima de R$ 5,09 e a máxima de R$ 5,19 ao longo do pregão, acompanhando um movimento global de enfraquecimento da moeda americana frente a divisas de países emergentes.
Esse recuo foi impulsionado pelo otimismo no mercado após notícias de que estaria próximo um acordo envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, o que reduziu a percepção de risco geopolítico no Oriente Médio.
Confira o valor do dólar e outros indicadores da economia em 11 de junho de 2026, com a TVT News.
Reações do mercado às notícias do dia
- Mercados reagem à perspectiva de acordos no conflito no Oriente Médio com ataques entre EUA e Irã
O Ibovespa fechou em forte alta de 1,71%, alcançando os 171.497 pontos nesta quinta-feira. O otimismo global foi impulsionado após o presidente dos EUA, Donald Trump, cancelar os ataques planejados ao Irã e sinalizar a proximidade de um acordo de paz no Oriente Médio.
O mercado de ações e o câmbio refletiram diretamente essa redução do risco geopolítico internacional.
Fechamento das Principais Bolsas
No exterior, as bolsas de Nova York acompanharam o forte apetite por risco e dispararam na reta final do pregão: [1, 2]
- Nasdaq (EUA): Alta de +2,54%, aos 25.809 pontos.
- Dow Jones (EUA): Valorização de +1,86%, aos 50.848 pontos.
- S&P 500 (EUA): Avanço de +1,75%, aos 7.394 pontos.
- Ibovespa (Brasil): Ganho de +1,71%, retomando o patamar dos 171 mil pontos. [1, 2]
Cotações de Câmbio e Turismo
Com o recuo global da moeda americana, as taxas do dólar e do euro para turismo operaram em patamares mais baixos:
- Dólar Comercial: Queda de -1,37%, cotado a R$ 5,101.
- Dólar Turismo: Baixa de -0,56%, vendido a R$ 5,34.
- Euro Comercial: Queda de -1,15%, cotado a R$ 5,90.
- Euro Turismo: Baixa de -0,54%, vendido a R$ 6,18. [1, 2]
Dólar hoje
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Mercado financeiro em tempo real
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- Índice Bovespa
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- Preço do Petróleo Brent
- Cotação do Euro
📊 Economia ao vivo
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Cotação atualizada do dólar, euro e peso argentino em comparação ao Real.

Coreia do Sul e República Tcheca se enfrentam nesta quinta; onde assistir
Após o jogo de estreia entre o México e a África do Sul, quem dá a bola é a Coreia do Sul e República Tcheca. A partida está marcada para 23h (horário de Brasília), no estádio Akron, em Jalisco, no México. Leia tudo sobre a Copa do Mundo 2026 na TVT News.
Guia da TVT News para acompanhar a Copa do Mundo 2026
O jogo entre asiáticos e europeus é válido pela primeira rodada do Grupo A da Copa do Mundo, que também é o grupo do México e da África do Sul.
O duelo marca um encontro inédito entre uma seleção asiática e uma europeia em Copas do Mundo.
23h (horário de Brasília)
Estádio Akron, Guadalajara
Cazé TV
Coreia do Sul e República Tcheca fazem confronto inédito em Copas


A seleção sul-coreana chega ao torneio embalada por uma campanha consistente nas Eliminatórias Asiáticas. O país foi um dos primeiros a confirmar presença na competição.
A Coreia do Sul se classificou para a Copa com 11 vitórias e 5 empates. Essa é a sua 11ª participação consecutiva em Copas do Mundo.
No Catar, a seleção sul-coreana foi eliminada pelo Brasil.
O principal nome da equipe é o atacante Son Heung-min, capitão da seleção e um dos jogadores asiáticos mais reconhecidos do futebol internacional.
Com passagens de destaque pelo futebol inglês, Son é visto como a principal referência técnica da equipe.
Além dele, a Coreia do Sul conta com atletas que atuam em grandes clubes europeus, como o zagueiro Kim Min-jae, do Bayern de Munique, e o meia Lee Kang-in, do Paris Saint-Germain.
A combinação entre experiência e renovação faz com que os sul-coreanos sejam apontados como uma das seleções capazes de surpreender na competição.
Já a República Tcheca retorna a uma Copa do Mundo após duas décadas de ausência.
A classificação foi conquistada por meio da repescagem europeia, na qual os tchecos superaram Irlanda e Dinamarca.
O elenco conta com jogadores conhecidos do futebol europeu, como Patrik Schick, Tomás Soucek, Pavel Sulc e Ladislav Krejci.
A expectativa é de um confronto equilibrado em Guadalajara, com duas equipes que buscam iniciar a competição em posição favorável na tabela.
Veja os convocados de cada seleção
Coreia do Sul
- Goleiros: Kim Seunggyu, Song Bumkeun e Jo Hyeonwoo;
- Defensores: Kim Moonhwan, Kim Min-jae, Kim Taehyeon, Park Jinseob, Seol Youngwoo, Jens Castrop, Lee Kihyuk, Lee Taeseok, Lee Hanbeom e Cho Yumin;
- Meias/Atacantes: Kim Jingyu, Bae Junho, Paik Seungho, Yang Hyunjun, Eom Jisung, Lee Kang-in, Lee Donggyeong, Lee Jaesung, Hwang Inbeom, Hwang Heechan, Son Heung-min, Oh Hyeongyu e Cho Gue-sung.
República Tcheca
- Goleiros: Lukáš Horníček, Matěj Kovář e Jindřich Staněk.
- Defensores: Vladimír Coufal, David Douděra, Tomáš Holeš, Robin Hranáč, Štěpán Chaloupek, David Jurásek, Ladislav Krejčí, Jaroslav Zelený e David Zima.
- Meio-campistas: Lukáš Červ, Vladimír Darida, Lukáš Provod, Michal Sadílek, Hugo Sochůrek, Alexandr Sojka, Tomáš Souček, Pavel Šulc e Denis Višinský.
- Atacantes: Adam Hložek, Tomáš Chorý, Mojmír Chytil, Patrik Schick e Jan Kuchta.
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Arbitragem
- Árbitro: Amin Mohamed (Egito)
- Assistente 1: Mahmoud Abouelregal (Egito)
- Assistente 2: Ahmed Hossam Taha (Egito)
- Quarto árbitro: Juan Calderon (Costa Rica)
- VAR: Mahmoud Ashour (Egito)
- Assistente do VAR: Joe Dickerson (Estados Unidos)
Fifa veta símbolo da independência do Haiti em uniforme da Copa do Mundo de 2026
A seleção do Haiti terá de entrar em campo na Copa do Mundo de 2026 sem um dos principais símbolos de sua história nacional. A Fifa determinou a retirada de uma ilustração da Batalha de Vertières do uniforme oficial da equipe, alegando que a imagem configura uma mensagem de caráter político e, portanto, viola os regulamentos da entidade sobre vestuário. Saiba mais na TVT News.
O desenho estava localizado no canto inferior direito da camisa azul da seleção e retratava a histórica batalha travada em 1803, quando revolucionários haitianos derrotaram as tropas francesas de Napoleão Bonaparte. A vitória abriu caminho para a independência do Haiti, proclamada em 1º de janeiro de 1804, tornando o país a primeira república negra independente do mundo e a única nação surgida de uma revolta bem-sucedida de pessoas escravizadas.
Segundo a Fifa, seus regulamentos proíbem a exibição de slogans, imagens ou mensagens de natureza política, religiosa ou pessoal. A entidade também entende que referências a revoluções ou conflitos armados podem ser interpretadas como declarações ideológicas, independentemente do contexto histórico.
A decisão gerou insatisfação entre a Federação Haitiana de Futebol (FHF) e a fornecedora de material esportivo Saeta, da Colômbia. As instituições afirmam que o uniforme foi criado para homenagear a história, a resistência e o orgulho do povo haitiano, sem qualquer intenção de transmitir uma mensagem política contemporânea.
Apesar da discordância, a federação e a empresa optaram por atender às exigências da Fifa para evitar problemas na participação da seleção no Mundial. Um porta-voz da equipe classificou a medida como uma “interpretação equivocada” da história do país.
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Símbolo da luta pela independência
A Batalha de Vertières é um dos episódios mais importantes da história haitiana. O confronto ocorreu em 18 de novembro de 1803 e foi liderado por Jean-Jacques Dessalines, que comandou as forças revolucionárias contra o exército francês.
A ilustração removida do uniforme mostrava combatentes erguendo a bandeira nacional e prestava homenagem a figuras históricas como François Capois, celebrado por sua bravura durante a batalha. Para muitos haitianos, o episódio simboliza não apenas a independência nacional, mas também a luta contra a escravidão e o colonialismo.
Não é o primeiro caso
A controvérsia ocorre poucos meses após outro episódio semelhante envolvendo símbolos haitianos em competições internacionais. Em março deste ano, durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, o Comitê Olímpico Internacional (COI) determinou que a imagem de Toussaint Louverture, um dos líderes da Revolução Haitiana, fosse coberta nos uniformes da equipe de esqui do país.
Na ocasião, o COI alegou que a representação do revolucionário poderia ser considerada um tema político ou controverso. O caso provocou críticas de artistas, historiadores e representantes haitianos.
Haiti estreia em grupo com Brasil
Mesmo em meio à polêmica, o Haiti mantém sua preparação para a Copa do Mundo de 2026. A seleção integra o Grupo C e fará sua estreia diante da Escócia. Em seguida, enfrentará o Brasil e o Marrocos na fase de grupos.
A classificação para o torneio teve um significado especial para os haitianos: a vaga foi conquistada em 18 de novembro de 2025, justamente na data que marca o aniversário da Batalha de Vertières — o mesmo símbolo que agora foi retirado do uniforme por determinação da Fifa.
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CPI das enchentes no bairro Pantanal encerra trabalhos
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Enchentes do Jardim Pantanal e região realizou nesta quinta-feira (11) sua 16ª e última sessão ordinária na Câmara Municipal de São Paulo, encerrando um ciclo de 240 dias de trabalhos voltados à investigação das causas, responsabilidades e soluções para os recorrentes alagamentos que afetam a população dessa região da Zona Leste da capital. Saiba os detalhes na TVT News.
Durante a reunião, os membros do colegiado deliberaram sobre os encaminhamentos finais e concluíram a fase de instrução da comissão. O próximo passo será a apresentação e apreciação do relatório final, prevista para ocorrer em até 15 dias.
A CPI teve origem em requerimento protocolado em abril de 2025 pelo vereador Alessandro Guedes, líder da Bancada do PT na Câmara e presidente da Comissão. Após decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), a comissão foi oficialmente instalada em setembro do mesmo ano, iniciando um prazo inicial de 120 dias de funcionamento. Em fevereiro deste ano, os trabalhos foram prorrogados por mais 120 dias, totalizando oito meses de atividades.
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Trabalhos intensos – Ao longo desse período, a comissão promoveu uma ampla agenda de investigação e fiscalização. Foram realizadas 20 oitivas internas, 16 sessões ordinárias, uma sessão extraordinária e três reuniões de trabalho, além de visitas técnicas e institucionais. Entre as atividades externas estiveram reuniões no Tribunal de Contas do Município (TCM), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Prefeitura de São Paulo, Secretaria-Geral da Presidência da República, em Brasília, além de visita técnica e sobrevoo na região do Jardim Pantanal.
Representação – A CPI também ouviu representantes de órgãos municipais, estaduais e federais, especialistas, técnicos, moradores da região e representantes de empresas envolvidas em obras, mineradoras e projetos relacionados à drenagem, habitação, meio ambiente e gestão de riscos. Ao todo, foram aprovados 112 requerimentos.
Para o presidente da comissão, vereador Alessandro Guedes, o encerramento desta etapa representa o resultado de um trabalho intenso de escuta, fiscalização e construção de propostas concretas para enfrentar um dos principais problemas históricos da cidade.
“Encerramos hoje uma etapa muito importante, marcada por um trabalho sério, técnico e comprometido com a população que convive há décadas com as enchentes. Foram 240 dias de investigação, dezenas de oitivas, visitas em campo e diálogo com todas as esferas de governo para compreender as causas do problema e apontar soluções efetivas para a região do Pantanal”, afirmou.
Segundo o parlamentar, o relatório final consolidará as informações levantadas ao longo dos trabalhos e servirá como instrumento para orientar futuras ações do poder público.
“Temos a expectativa de entregar um relatório robusto, com recomendações, encaminhamentos e propostas capazes de contribuir para que esse drama social não continue se repetindo ano após ano, bem como colaborar para a redução no número de remoções no território. A população merece respostas, planejamento e investimentos que garantam mais segurança, dignidade e qualidade de vida para quem vive nas áreas mais vulneráveis às enchentes”, destacou Alessandro Guedes.
Propostas – Além disso, o parlamentar destacou ações em locais estratégicos que podem ser parte da solução para os alagamentos, entre as quais a limpeza do córrego Itaim em toda a sua extensão e o aproveitamento da “lagoa do Poção” em uma espécie de piscinão natural como principais medidas para mitigar as enchentes no território.
Com a conclusão da fase de instrução, a relatoria da CPI trabalha agora na elaboração do documento final, que será submetido à apreciação dos membros da comissão nas próximas semanas.
Além do presidente da comissão, mais seis membros fizeram parte do colegiado:
a vice-presidente Marina Bragante, o relator Silvão Leite e os vereadores Sonaira Fernandes, Major Palumbo e Dr. Milton Ferreira.
O portal da Câmara Municipal também disponibiliza um Formulário de Manifestação para coletar contribuições e manifestações de pessoas que possuam informações, denúncias, dúvidas ou qualquer contribuição aos trabalhos da CPI. Para acessar basta clicar no link: https://www.saopaulo.sp.leg.br/cpi-pantanal/.
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Ministro destaca ações contra El Niño e avanços ambientais
O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou, nesta sexta-feira (5), que o governo federal voltou a tratar o meio ambiente como indutor do desenvolvimento e não como obstáculo. O ministro fez um pronunciamento, em rede nacional, em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de maio. As informações são da Agência Brasil. Saiba os detalhes na TVT News.
Além dos avanços, o ministro falou ainda, sobre os desafios que o país tem pela frente, como a previsão de um novo El Niño para este ano, que eleva o risco de queimadas e as respostas já adotadas diante desse cenário.
“Neste ano, diante da previsão de um novo El Niño, reforçamos o monitoramento e colocamos em campo o maior contingente de brigadistas da nossa história. Aumentamos o número de aeronaves e equipamentos de prevenção e combate e apoiamos em mais de meio bilhão de reais os corpos de Bombeiros dos estados onde há mais incêndios florestais”, destacou Capobianco.
Em sua fala, ele enumerou ações realizadas nos últimos três anos e defendeu que o governo está mostrando que é possível crescer, gerar emprego e renda sem deixar de proteger florestas, águas e biodiversidade brasileiras.
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Capobianco destacou a redução do desmatamento em diferentes biomas, como na Amazônia, onde caiu pela metade nos últimos três anos. No Cerrado, a redução foi de 32%, e no Pantanal, 65%. Além disso, ele ressaltou que as áreas protegidas foram ampliadas com a criação de mais de dez novas reservas ambientais e o reconhecimento de terras indígenas e de territórios quilombolas.
“Somadas, elas equivalem em torno de 5 milhões de campos de futebol, desses em que veremos nossa seleção jogar durante a Copa do Mundo que se aproxima. Ao proteger nossos biomas, salvamos a biodiversidade e evitamos lançar na atmosfera milhões de toneladas de gases de efeito estufa”.
De acordo com o ministro do Meio Ambiente, o país voltou a liderar a transição energética, a partir da substituição de combustíveis fósseis por opções mais limpas, como os biocombustíveis e a eletricidade. Durante o pronunciamento, Capobianco disse que o governo criou estímulos para a renovação das frotas privadas e de transporte público.
“Esses resultados são fruto de um amplo trabalho de cooperação entre o governo do Brasil, os estados e municípios e a sociedade civil. Eles só foram possíveis porque voltamos a investir em ciência, em monitoramento, e a fortalecer instituições importantíssimas, como o Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, que foram alvo de tentativas de desmonte em anos anteriores”, mencionou.
Capobianco citou também a retomada da cooperação internacional, com a volta do Fundo Amazônia, com nove países financiadores. Segundo ele, são ações que viabilizaram um volume recorde de R$ 204 bilhões em recursos públicos e privados, nacionais e internacionais, para o desenvolvimento sustentável no Brasil. Ele mencionou também que o governo federal voltou a investir na recuperação de áreas degradadas e na restauração florestal, alcançando 3,4 milhões de hectares recuperados.
“Hoje, no mundo inteiro, são os critérios ambientais que definem acordos comerciais e abrem as portas do investimento. Ir na contramão dessa tendência pode fechar mercados e isolar o país. Proteger as nossas florestas, os nossos rios e a vida de nossas famílias já seria razão suficiente e é, ao mesmo tempo, uma garantia para o futuro próspero da economia brasileira”, afirmou.
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Estudos e números mostram que é possível acabar com a escala 6×1. A Câmara dos Deputados já aprovou, agora, é a vez do Senado

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Notícias do dia com o Jornal TVT News Segunda Edição | 11-06-2026
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