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Da Redação
Preço petróleo: confira a cotação do barril de petróleo Brent
Acompanhe o preço do barril de petróleo que sofre os impactos da guerra no Oriente Médio. Confira a cotação do petróleo com a TVT News.
Preço do Petróleo Brent hoje
Qual o preço do petróleo hoje
Terça, 31 de março: gasolina dispara nos EUA
Galão de gasolina supera 4 dólares nos EUA, maior preço desde 2022
O preço médio da gasolina nos Estados Unidos disparou e superou 4 dólares (21 reais) por galão nesta terça-feira (31), o maior valor em quase quatro anos devido à guerra com o Irã.
Segunda, 30 de março: petróleo acima dos 100 dólares
As cotações do petróleo abriram em forte alta nesta segunda-feira (30, data local), com o barril de tipo WTI acima dos 100 dólares, enquanto o Brent ultrapassava os 115 dólares diante a ausência de sinais de diminuição dos conflitos no Oriente Médio.
Trump ameaça destruir principal terminal petrolífero do Irã apesar da alta dos preços
O presidente americano Donald Trump ameaçou nesta segunda-feira (30) “destruir completamente” a ilha de Kharg, onde está o principal terminal petrolífero do Irã, caso não se alcance “rapidamente” um acordo para encerrar a guerra.
Sexta, 27 de março: preço do petróleo em alta
Incertezas sobre acordo de paz no Oriente Médio elevam o preço do barril de petróleo, negocido acima dos 100 dólares
Confira a cotação do dólar hoje
Quinta, 26 de março: preço do petróleo volta a passar dos 100 dólares
Com a recusa do Irã sobre os pontos para aceitar o fim da guerra, o preço do barril de Petróleo tipo Brent voltou a passar da casa dos 100 dólares.
Quarta, 25 de março: Reino Unido receberá negociações para tentar reabrir Ormuz
O Reino Unido e a França copresidirão uma reunião esta semana com cerca de 30 países dispostos a participar na segurança do Estreito de Ormuz, que se encontra obstruído durante o atual conflito com o Irã.
Terça, 24 de março: cotação do petróleo supera 100 dólares
O preço do petróleo Brent subiu nesta terça-feira e voltou a superar 100 dólares por barril, um dia após uma queda de mais de 10% provocada pelo anúncio de Trump de negociações com Teerã – a República Islâmica negou conversações.
Nas operações asiáticas, o Brent do Mar do Norte, referência internacional, subia 3,89%, a 103,83 dólares. O West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano, disparava 3,89%, a 91,53 dólares.
Ásia recorre ao carvão diante do impacto energético da guerra no Oriente Médio
Vários países asiáticos estão aumentando o uso de carvão poluente diante da escassez de en
Segunda, 23 de março: Petróleo cai 10% após anúncio de Trump –
Os preços do petróleo caíram mais de 10% nesta segunda-feira, depois que Donald Trump anunciou o adiamento dos ataques contra as centrais de energia elétrica do Irã.
Às 11h30 GMT (8h30 de Brasília), tanto o barril de Brent do Mar do Norte como o de West Texas Intermediate perdiam mais de 14%, negociados a 96 dólares e 84,37 dólares, respetivamente.
As principais Bolsas europeias também reagiram com otimismo e, depois de resultados negativos de mais de 2% durante a sessão matinal, operavam de maneira positiva às 11h30 GMT.
Dois navios indianos cruzam Ormuz
A Índia anunciou que dois petroleiros que transportam gás liquefeito de petróleo (GLP) cruzaram o Estreito de Ormuz, bloqueado quase completamente pelo Irã após os ataques israelenses-americanos contra seu território que desencadearam a guerra.
TotalEnergies prevê alta do gás
O grupo francês TotalEnergies prevê preços do gás “muito altos” para os três meses do verão no hemisfério norte e para setembro, caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado.
Sexta, 21 de março: preços do petróleo em alta
Depois de uma breve trégua, os preços do petróleo voltaram a subir, enquanto as Bolsas operam em queda. Às 10h50 GMT (7h50 de Brasília), o Brent do Mar do Norte, referência mundial, avançava 1,52%, a 110,30 dólares. Seu equivalente americano, o WTI, subia 0,43%, a 95,96 dólares.
Quinta, 19 de março: Preço do petróleo Brent sobe 5% devido aos temores de escalada no Oriente Médio
O preço do petróleo Brent do Mar do Norte subiu mais de 5% nesta quinta-feira (19), após o Irã ameaçar atacar instalações de seus vizinhos no Golfo em retaliação ao bombardeio dos campos de gás.
Terça, 17 de março: Preços do petróleo em alta expressiva
Os preços do petróleo subiram mais de 5%, depois que vários países rejeitaram o apelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para ajudar na reabertura do Estreito de Ormuz.
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Segunda, 16 de março: Barril de petróleo passa dos 100 dólares, bolsas operam com cautela
As Bolsas mundiais reagiram com cautela, na segunda-feira (16), diante da cotação do petróleo acima dos 100 dólares, com investidores atentos à guerra no Oriente Médio, que começa sua terceira semana sem um fim no horizonte.
Por volta das 8h30 GMT (5h30 de Brasília), o barril de Brent do Mar do Norte, referência do mercado mundial, operava em alta de 3,06%, a 106,30 dólares, enquanto o West Texas Intermediate, referência do mercado americano, subia 2,15%, a 100,83 dólares.
Cotação do dólar hoje
Confira a cotação do dólar
“A semana começou seguindo um padrão que já se tornou habitual”, disse Ipek Ozkardeskaya, analista da Swissquote. “Os preços do petróleo subiram no início da sessão, antes de perder parte de seus lucros, enquanto os investidores assimilavam as últimas noticias do Oriente Médio” no décimo sétimo dia da guerra.
Quanto às bolsas, a de Tóquio fechou praticamente inalterada (-0,12%), Taipé perdeu 0,17% e Sydney, 0,39%.
Seul, ao contrário, fechou em alta de 1,14%, e Hong Kong subiu 1,45%.
A Europa se manteve mais titubeante. Após abrirem com um repique tímido, os principais índices europeus operavam no vermelho, com recuo na bolsa de Paris de 0,33%, Frankfurt com baixa também de 0,33% e Milão, em queda de 0,96%. Apenas Londres operava em alta de 0,08% por volta das 10h30 GMT (07h30 de Brasília).
O petróleo disparou depois que o presidente americano, Donald Trump, advertiu que os ataques contra o Irã poderão se estender para sua infraestrutura energética se a República Islâmica mantiver o bloqueio ao trânsito pelo Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto da produção mundial de petróleo.

A via se mantém fechada na prática por ataques iranianos desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, com os bombardeios dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
Quem esperava um fim próximo da guerra se decepcionou depois que o conselheiro econômico de Trump, Kevin Hassett, disse que o conflito poderia se estender por mais seis semanas, segundo o Pentágono.
Para FUP, quadro reforça a necessidade de fortalecer a Petrobrás
Confira a nota da Federação Única dos Petroleiros (FUP) sobre o aumento anunciado pela Petrobrás:
O reajuste anunciado pela Petrobrás de R$ 0,38 por litro de diesel ocorre em um cenário internacional de forte pressão sobre os preços do petróleo, impulsionada pela escalada da guerra no Oriente Médio e pela consequente alta das cotações internacionais.
Considerando o aumento, o preço do diesel da estatal passa de R$ 3,30 para R$ 3,68 por litro – ainda cerca de 20,86% abaixo da referência do PPI (paridade de preço de importação), 12,59% inferior ao praticado pela Acelen, na Bahia, e 27,84% menor que o preço do grupo Ream, no Amazonas – ambas refinarias privatizadas, que buscam maiores ganhos e margens de lucro.
Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), esse quadro evidencia graves limitações na estrutura do mercado de abastecimento no Brasil, particularmente após a venda de refinarias e a redução da presença da Petrobrás em segmentos estratégicos da cadeia de combustíveis – como a privatização da BR Distribuidora, em 2019.
Tal cenário reforça a necessidade de ampliar o parque nacional de refino e fortalecer o papel da Petrobrás ao longo de toda a cadeia do setor, incluindo distribuição e comercialização. Uma Petrobrás integrada amplia a segurança do abastecimento, reduz a vulnerabilidade do país às oscilações externas e contribui para maior estabilidade na formação dos preços dos combustíveis no mercado doméstico.
Diesel comercializado pela Petrobras seguirá abaixo dos preços das refinarias privatizadas, analisa Ineep
De acordo com o Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), mesmo com o aumento anunciado, os preços do diesel continuarão mais baixos.
“Mesmo com esse reajuste, o diesel comercializado pela Petrobras seguirá abaixo da referência do PPI e dos preços praticados pelas refinarias privatizadas da Bahia (Refinaria Mataripe, do grupo Acelen) e de Manaus (Refinaria da Amazônia do grupo Atem)”, afirma a not do Ineep.
Segundo os últimos dados divulgados da ANP, referentes a semana de 02 de março o preço de referência do PPI para o diesel estava em R$4,65/L, enquanto os preços da Acelen e da Ream eram de, respectivamente, R$4,21 e R$5,10/L. Considerando ainda os dados dessa semana e incorporando o reajuste anunciado pela Petrobras, o preço do diesel em suas refinarias passaria de R$3,30/L para R$3,68/L. Assim, mesmo com o aumento, o preço da estatal permaneceria cerca de 20,86% inferior à referência do PPI, 12,59% menor que o praticado pelo grupo Acelen (BA) e 27,84% inferior ao praticado pelo grupo Ream (AM).
Dessa forma, mesmo com a elevação do preço do diesel pela estatal em resposta aos impactos do conflito no Irã, seus preços seguem inferiores aos praticados por importadores e do parque de refino privatizado.Ineep
Para o Ineep, “o contexto de escalada dos conflitos no Oriente Médio e explosão das cotações internacionais do petróleo, quando somada a pressão exercida por agentes privados, especialmente distribuidores e refinarias privadas, pela elevação dos preços dos combustíveis, em particular do diesel comercializado pela Petrobras, “evidencia limitações no atual arranjo do mercado de abastecimento no Brasil.
“Essa situação realça a necessidade de ampliação do parque nacional de refino e volta da Petrobras aos segmentos de distribuição e comercialização, instrumentos estratégicos para o bem-estar social e carestia. Fortalecer um projeto de Petrobras integrada é elevar a segurança do abastecimento interno e ampliar a capacidade de coordenação pública sobre a dinâmica de formação de preços dos combustíveis no mercado doméstico”, afirma, em nota, o Ineep.

© Agence France-Presse
Lula anuncia novo ministro da Educação
Com a saída do ministro Camilo Santana, que vai se dedicar às campanhas das eleições 2026, Lula anuncia Leonardo Osvaldo Barchini Rosa como novo ministro da Educação. Leia em TVT News
Leonardo Barchini será o novo ministro da Educação
Leonardo Barchini Rosa é o novo ministro da Educação
Durante evento de entrega de obras em educação, o presidente Lula anunciou Leonardo Barchini como novo ministro da Educação. Barchini é o atual secretário-executivo do MEC.
Quem é Leonardo Barchini
O pesquisador e gestor público Leonardo Barchini Rosa assumirá o comando do Ministério da Educação (MEC) com trajetória ligada à gestão pública, cooperação internacional e políticas educacionais.
Barchini é pesquisador associado do Centro de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getulio Vargas (FGV) e analista sênior da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão no qual acumulou diferentes funções ao longo da carreira, incluindo auditor-chefe e coordenador-geral de Cooperação Internacional.
No próprio Ministério da Educação, o novo ministro já exerceu cargos estratégicos, como chefe da Assessoria Internacional, chefe de gabinete e diretor de programas, o que o aproxima da estrutura e do funcionamento da pasta.
A experiência de Barchini também inclui passagens pela gestão municipal. Na Prefeitura de São Paulo, foi secretário de Relações Internacionais e Federativas e chefe de gabinete do prefeito, atuando na articulação institucional e política.
Fora do setor público, ocupou posições no terceiro setor e em organizações voltadas ao debate educacional, como o Instituto Arapyaú e o D³e (Dados para um Debate Democrático na Educação), no qual foi diretor-executivo.
Na área acadêmica, é doutorando em Administração Pública pela Fundação Getulio Vargas, mestre em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília e graduado em Direito pelo UniCEUB.
Com domínio de inglês e espanhol, Barchini chega ao ministério com perfil técnico e histórico de atuação em políticas públicas, cooperação internacional e gestão educacional.
Inscritos no CadÚnico se fixaram mais no emprego em janeiro
As pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) se fixaram mais nas oportunidades de emprego que surgiram no primeiro mês do ano. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de janeiro de 2026 mostram que foram 790.581 admissões e 678.101 desligamentos deste público nas vagas com carteira assinada. Mais informações em TVT News.
O resultado foi um saldo positivo de 112.480 postos de trabalho formais, maior que o saldo geral de empregos, que foi negativo em 146 postos. O cruzamento das bases de dados é feito pelo Governo do Brasil, por meio da Secretaria de Inclusão Socioeconômica do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (Sisec/MDS).
“As informações apresentadas demonstram que as admissões do público do Cadastro Único são importantes para a redução da variável turnover nas empresas”, disse o diretor do Departamento de Apoio à Inserção no Trabalho da Sisec.
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BOLSA FAMÍLIA — Quando o recorte é com os beneficiários do Bolsa Família, foram 332.022 admissões e 247.426 desligamentos, resultando em saldo positivo de 85.596 empregos. A participação relativa dos beneficiários nas admissões foi de 15,1%, enquanto nos desligamentos caiu para 11,8%, diferença que também indica maior estabilidade nos postos de trabalho. A representatividade dos beneficiários do programa no saldo de empregos do público do CadÚnico alcançou 76%, reforçando o papel do programa como ponte para a inclusão produtiva.
CRESCIMENTO CONTÍNUO — Os dados de emprego do período de 2023 a 2025, apontam que o mercado de trabalho formal apresentou crescimento em todo o país ao longo destes três anos. Todas as 27 Unidades da Federação registraram saldos positivos na geração de empregos com carteira assinada.
Assim como no primeiro mês de 2026, a tendência de permanência nos postos de empregos formais, por parte dos inscritos no CadÚnico, também é observada ao longo dos anos. No período de 2023 a 2025, o saldo geral de empregos ficou em 4.412.352, enquanto o do público do Cadastro Único teve saldo de 4.862.471. O resultado demonstra que as pessoas que não são do Cadastro Único se desligaram mais dos postos formais de trabalho.
REGIÕES — Em janeiro de 2026, cinco estados foram responsáveis por 58% das admissões do público do Cadastro Único: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No saldo geral de empregos do Caged, Santa Catarina liderou com 19 mil postos, seguida por Mato Grosso (18.646), Rio Grande do Sul (18.421), Paraná (18.306) e São Paulo (16.451). Juntas, essas cinco unidades federativas foram responsáveis por aproximadamente 80% do saldo de empregos do país no mês.
SETOR — Serviços foi o setor que mais empregou pessoas inscritas no Cadastro Único em janeiro. O saldo foi de 49,67 mil postos, seguido pela Indústria (31,61 mil) e construção (21,34 mil). No saldo geral do Caged, a indústria liderou com 54,99 mil postos, seguida pela construção (50,55 mil) e serviços (40,52 mil). “O maior saldo líquido de empregos no setor de serviços para pessoas oriundas do Cadastro Único sinaliza que é um setor que oferece mais oportunidades de capacitação e qualificação específicas para esse público”, analisou o economista Saumíneo Nascimento.
ESCOLARIDADE — O grau de instrução predominante entre os trabalhadores contratados em janeiro foi o de quem tem ensino médio completo, com 69,61 mil postos no saldo geral (62%) e 76,51 mil postos para o público do Cadastro Único (61% do saldo desse público).
FAIXA ETÁRIA — Por faixa etária, os jovens de 18 a 24 anos lideraram as contratações, com 69,16 mil postos no saldo geral (61,6%) e 49,99 mil postos para o público do Cadastro Único (44,4%). O público do Cadastro Único conseguiu manter saldos positivos em faixas etárias mais elevadas, como 30 a 39 anos (14,94 mil), 40 a 49 anos (13,67 mil) e 50 a 59 anos (7,1 mil), demonstrando que a inclusão socioeconômica pelo emprego alcança também trabalhadores experientes.
Via Secom
Dino cobra explicações sobre R$ 3,6 mi em emendas a fundação ligada a Igreja da Lagoinha
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou, na tarde desta segunda-feira (30), que não houve transparência na destinação de R$ 3,6 milhões em emendas enviadas pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG) à Fundação Oasis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha, do pastor André Valadão. Mais inforçamoes em TVT News.
Dino afirmou que os esclarecimentos prestados por Viana e pelo Senado não foram suficientes. O ministro se manifestou após petição apresentada ao STF pelos deputados Pastor Henrique Vieira e Rogério Correia (PT), com base em relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), que aponta indícios de desvio de finalidade no repasse das chamadas “emendas Pix”.
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A Igreja da Lagoinha, cuja matriz fica em Belo Horizonte, tem ligações com Daniel Vorcaro, investigado no escândalo do Banco Master. O cunhado dele, Fabiano Zettel — também investigado no caso e citado na CPMI do INSS por suspeitas de fraudes —, era pastor da unidade Belvedere da igreja, na capital mineira.
O senador Carlos Viana presidiu a CPMI do INSS, o que levantou questionamentos entre parlamentares e motivou a ação analisada por Dino. O Senado e o próprio Viana afirmaram não haver irregularidades nos repasses à Fundação Oasis. O ministro, no entanto, citou que o relatório da CGU identificou “múltiplas irregularidades”.

Na decisão, Dino requisitou documentos que comprovem a destinação dos recursos às prefeituras beneficiadas, além de informações do governo federal e da própria Fundação Oasis, a fim de garantir rastreabilidade e transparência.
“Tais entidades são apontadas como objeto das investigações conduzidas pela CPMI presidida pelo senador, havendo alegação, por parte dos deputados federais denunciantes, de que requerimentos sobre esses temas não teriam sido apreciados por possível interesse pessoal do presidente da comissão, relacionados inclusive à execução de emendas parlamentares”, afirmou o ministro.
Fundação faz parte da Igreja da Lagoinha
A Fundação Oasis foi criada em 1995 como braço social da Igreja da Lagoinha. Com atuação em Belo Horizonte, a instituição presta serviços de assistência a idosos, pessoas com deficiência, imunodeprimidos e convalescentes, em residências coletivas e particulares, segundo registro oficial.

A entidade recebeu uma série de repasses nos últimos anos por meio de emendas do senador. Em 2019, foram destinados R$ 1,5 milhão à Prefeitura de Belo Horizonte, com recursos direcionados à fundação.
Em 2023, foram repassados mais R$ 1,47 milhão e, em 2025, outros R$ 650,9 mil à filial da Fundação Oasis em Capim Branco, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Esses repasses não haviam sido questionados até a instauração da CPMI do INSS. À época, parlamentares governistas apontaram tentativa de Viana, então presidente da comissão, de proteger a Igreja da Lagoinha após a revelação de que Felipe Gomes, ex-presidente da Amar Brasil Clube de Benefícios — investigada por supostos descontos indevidos em aposentadorias do INSS —, teria patrocinado um evento de Réveillon promovido pela entidade no estádio Allianz Parque, do Palmeiras, em 2024.
Agora, o ministro aguarda o envio dos documentos para analisar a representação dos parlamentares sobre possível conflito de interesses na condução da comissão.
Como atualização do Minha Casa Minha Vida vai impulsionar a construção civil?
O Programa social preferido pelos brasileiros, com aprovação de 90% da população, segundo pesquisa Genial-Quaest de 2025, o Minha Casa, Minha Vida passa a incluir mais famílias que buscam realizar o sonho da casa própria. Mais informações em TVT News.
A proposta do Ministério das Cidades enviada, em março, ao Conselho Curador do FGTS prevê o aumento do teto das faixas de renda do programa habitacional e foi aprovada. Trata-se de mais um importante passo para diminuir o déficit habitacional do país, que está em 5,97 milhões de moradias, segundo a mais recente pesquisa da Fundação João Pinheiro (2023), sendo o Sudeste líder com 2,31 milhões.
Para a BRN Construtora, especialista na construção de empreendimentos residenciais de grande porte nas principais cidades do interior paulista, com mais de 120 residenciais e mais de 10 mil lares entregues e em construção que atendem aos parâmetros do MCMV, a atualização acompanha a evolução econômica do país. “A ampliação das faixas de renda e dos limites de financiamento permite que mais famílias tenham acesso a crédito e que novos projetos se tornem viáveis. Isso ajuda a ampliar a oferta de moradia e fortalece toda a cadeia da construção civil”, explica Evandro Nobre Cruz, Diretor Jurídico e Institucional da BRN Construtora.
Segundo projeções da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o setor deve crescer cerca de 2% em 2026, impulsionado pela ampliação do crédito imobiliário e por investimentos em infraestrutura e habitação, o que reforça o papel estratégico da construção na geração de empregos e no dinamismo econômico regional.
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Para a empresa, isso representa uma grande oportunidade de expansão e crescimento, com previsão de lançamento de mais de 5 mil unidades habitacionais enquadradas nas faixas 1, 2 e 3 do programa até o final do ano, ampliando significativamente as possibilidades de novos projetos nos próximos anos. Além disso, o movimento contribui para o aumento da geração de empregos. “Um projeto da BRN, por exemplo, chega a gerar 3.500 empregos diretos e indiretos durante a construção. O setor é um dos que mais emprega e precisaremos dessa mão de obra para entregar os empreendimentos. É um círculo virtuoso”, afirma o executivo da BRN.
Segundo Nobre, com a aprovação da proposta, o programa beneficia principalmente famílias de classe média emergente que encontram dificuldades para financiar imóveis dentro das condições anteriores do MCMV e/ou de seus rendimentos. “Nesse cenário, ampliar o acesso ao crédito e incentivar a produção de novas habitações gera benefícios sociais, além de movimentar a economia e criar empregos”, finaliza Nobre.
Minha Casa Minha Vida
A proposta de revisão do Minha Casa Minha Vida apresentada pelo Ministério da Cidades, e que deve ser avaliada até abril de 2026, inclui:
MCMV Faixa 1 – Teto da renda passaria de R$ 2.850 para R$ 3.200.
MCMV Faixa 2 – Teto da renda passaria de R$ 4,7 mil para R$ 5 mil.
MCMV Faixa 3 – Teto da renda passaria R$ 8,6 mil para R$ 9,6 mil e o valor do imóvel subiria de R$ 350 mil para R$ 400 mil.
MCMV Faixa 4 – Teto da renda passaria de R$ 12 mil para R$ 13 mil e o teto do valor do imóvel de R$ 500 mil para R$ 600 mil.
Sobre BRN Construtora – A BRN Construtora é especialista na construção de empreendimentos residenciais de grande porte nas principais cidades do interior paulista. Com 15 anos de história, mais de 120 empreendimentos entregues e atuação em mais de 48 cidades, a empresa vem se consolidando como uma das maiores do setor da construção civil no Brasil. Fundada com o propósito de transformar o sonho da moradia em realidade, a BRN Construtora valoriza práticas sustentáveis, responsabilidade social e o desenvolvimento, com foco em dar mais significado à vida das pessoas. Em 2025, foi reconhecida como a 7ª maior construtora do país e a 5ª maior do estado de São Paulo pelo Ranking INTEC.
Papa nomeia climatologista brasileiro para conselho da Igreja Católica
O papa Leão 14 nomeou nesta segunda-feira (30) o climatologista brasileiro Carlos Nobre para o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, uma espécie de conselho sobre temas como direitos humanos, justiça, paz, saúde, migrações, emergências humanitárias e obras de caridade da Igreja Católica.
Mais informações em TVT News.
Pesquisador aposentado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Nobre é reconhecido internacionalmente por suas pesquisas sobre clima e aquecimento global. Atualmente, atua no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP).
O Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral foi criado pelo papa Francisco em agosto de 2016, na Carta Apostólica Humanam Progressionem.
Ele é resultante da fusão de quatro Pontifícios Conselhos preexistentes: Pontifício Conselho para a Justiça e Paz, o Pontifício Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, o Pontifício Conselho Cor Unum e o Pontifício Conselho para os Agentes de Saúde para a Pastoral da Saúde.
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Entre as tarefas do órgão está “promover a pessoa humana e sua dignidade, dada por Deus, os direitos humanos, a saúde, a justiça e a paz”.
Também estão no seu escopo “questões relacionadas à economia e ao trabalho, ao cuidado da criação e da terra como ‘lar comum’, às migrações e às emergências humanitárias”, além de aprofundar e disseminar a doutrina social da Igreja sobre o desenvolvimento humano integral.
Confira a lista de pessoas nomeadas com Carlos Nobre para compor o Dicastério:
- Rogelio Cabrera López (Arcebispo Metropolitano de Monterrey, México);
- Fulgence Muteba Mugalu (Arcebispo Metropolitano de Lubumbashi, República Democrática do Congo);
- Lizardo Estrada Herrera (Bispo Auxiliar e Vigário Geral da Arquidiocese Metropolitana de Cuzco, Peru);
- Daniel Gerard Groody (Vice-Reitor e Decano Associado para Educação de Pós-Graduação da Universidade de Notre Dame – EUA);
- Rampeoane Hlobo (Diretor da Rede Jesuíta de Justiça e Ecologia, em Nairobi, Quênia);
- Linah Siabana (Psicóloga);
- Meghan J. Clark (Vice-Reitora do Departamento de Teologia e Estudos Religiosos da Universidade de St. John’s, Nova York – EUA);
- Dylan Mason Corbett (Diretor Executivo do Hope Border Institute, em El Paso – EUA);
- Léocadie Wabo Lushombo, I.T. (Professora de Ética Teológica na Escola Jesuíta de Teologia da Universidade de Santa Clara, Berkeley – EUA);
- Christine Nathan (Presidente da Comissão Católica Internacional de Migração, em Genebra – Suíça)
Luciano Nascimento – repórter da Agência Brasil

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