Agora
Da Redação
Brasil adota reciprocidade contra EUA
Leia a nota oficial do Governo federal informando que abriu processo de reciprocidade contra o tarifaço dos EUA
Nota à imprensa sobre a abertura de processo de reciprocidade relativo às tarifas impostas pelos Estados Unidos
O governo brasileiro informa que deu início a análise de pleito ordinário de enquadramento, sob a Lei da Reciprocidade Econômica (Lei nº 15.122/2025), das medidas unilaterais adotadas pelo governo dos Estados Unidos da América no âmbito da Seção 301 da Lei de Comércio daquele país.
Nesta data, 13/08/2026, seguindo o rito previsto no Decreto nº 12.551, de 2025, a Secretaria-Executiva da Camex compartilhou o pleito com os demais membros do ComitêExecutivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex).
Em cumprimento ao artigo 16 do referido Decreto, o Ministério das Relações Exteriores está notificando o governo dos Estados Unidos sobre o início do processo e solicitando a realização de consultas diplomáticas. O processo de análise do pleito de reciprocidade seguirá os ritos previstos no Capítulo V do Decreto.
As consultas diplomáticas, que visam mitigar ou anular os efeitos das medidas e das contramedidas previstas na Lei da Reciprocidade Econômica, reforçam a disposição do governo brasileiro de privilegiar o diálogo e a negociação em suas relações internacionais.
Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou consistentemente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, e apresentou evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio do Brasil.

As tarifas norte-americanas são injustificadas e arbitrárias, e o Brasil continuará defendendo sua posição em todas as instâncias cabíveis.
O governo do Brasil seguirá atuando para reduzir os danos causados pelas tarifas dos Estados Unidos à economia e à renda dos brasileiros.
Continuaremos a defender o multilateralismo e a reforma da Organização Mundial de Comércio (OMC), e seguiremos trabalhando pela diversificação de parcerias comerciais e abertura de novos mercados para nossos produtos.
Manteremos medidas de proteção aos setores afetados pelas tarifas por meio do Plano Brasil Soberano, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Confira quando sai a nova pesquisa Quaest para presidente
A nova pesquisa Quaest sobre a corrida presidencial de 2026 será divulgada nesta sexta-feira (14), com números atualizados do primeiro e segundo turnos, além de perguntas sobre inteligência artificial, rejeição e interferência estrangeira na eleição.
A pesquisa, encomendado pelo Grupo Globo, ouviu 2.004 eleitores em entrevistas presenciais entre segunda (10) e quinta-feira (13), com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no TSE tem o número BR-06773/2026.
O que a nova pesquisa Quaest de 14 de agosto vai medir
Além da intenção de voto para presidente da República, o questionário da pesquisa Quaest traz perguntas sobre:
- Inteligência artificial – como os eleitores percebem o uso de IA nas campanhas eleitorais;
- Rejeição aos candidatos – quais nomes os eleitores conhecem e em quais não votariam de maneira alguma;
- Interferência estrangeira – se governos de outros países tentam influenciar o processo eleitoral brasileiro;
- Sentimentos em relação aos candidatos ;
- Percepção sobre economia, emprego e preços dos alimentos;
- Quem o eleitor acredita que vencerá a eleição, independentemente da intenção de voto.
A pesquisa Quaest testa 13 nomes no primeiro turno e quatro simulações de segundo turno: Lula x Flávio Bolsonaro, Lula x Renan Santos, Lula x Romeu Zema e Lula x Ronaldo Caiado. Esta é a última pesquisa antes do início da propaganda eleitoral, que começa no domingo (16).
Quais os números da última pesquisa Quaest de 5 de agosto
- 1º turno: Lula (PT) lidera com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 30%. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem com 4% cada, e Romeu Zema (Novo) tem 2%.
- 2º turno (Lula x Flávio Bolsonaro): Lula tem 44% contra 39% de Flávio — vantagem de cinco pontos.
- Aprovação do governo e do presidente Lula: 48% aprovam o governo, 47% desaprovam e 5% não responderam. A avaliação positiva do governo é de 36%, negativa de 36% e regular de 26%.
A série histórica da pesquisa Quaest para o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, desde maio de 2026, é a seguinte:
- Maio de 2026: Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 41%.
- Junho de 2026: Lula com 44% e Flávio Bolsonaro com 38%.
- Julho de 2026: Lula com 45% e Flávio Bolsonaro com 37%.
- Agosto de 2026: Lula com 44% e Flávio Bolsonaro com 39%.
Esta série mostra a vantagem de Lula oscilando: de 1 ponto em maio (empate técnico), para 6 em junho, 8 em julho, e recuando para 5 pontos em agosto.
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Receita Federal apura crimes de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro em exploração de bets
A Receita Federal, por meio do Escritório de Pesquisa e Investigação na 4ª Região Fiscal e da Equipe de Fiscalização de Combate às Fraudes Estruturadas, participa, em conjunto com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, da Operação Arena, destinada a apurar a atuação de grupo empresarial investigado por supostos crimes de sonegação fiscal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Saiba mais na TVT News.
A ação decorre de investigação que identificou indícios de utilização de uma estrutura societária e financeira, mantida no Brasil e no exterior, com o objetivo de conferir aparência de legalidade a operações relacionadas à exploração de apostas de quota fixa e jogos de azar e bets. Segundo os elementos apurados, a estrutura teria sido utilizada para simular a condução das atividades a partir do exterior, enquanto a gestão operacional, administrativa e decisória ocorreria, em tese, em território nacional.
Por determinação judicial, foram autorizados 17 mandados de busca e apreensão em 14 locais, nos estados da Paraíba, Sergipe, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. A decisão também prevê a apreensão de bens e valores até o limite aproximado de R$ 1 bilhão, montante relacionado às estimativas de valores supostamente envolvidos nos crimes investigados.
A Receita Federal participa da operação com 40 auditores-fiscais e analistas-tributários, atuando na identificação e coleta de elementos destinados à apuração de infrações tributárias, penais e administrativas relacionadas às pessoas físicas e jurídicas investigadas.
INVESTIGAÇÃO – As investigações apontam que empresas constituídas no exterior teriam sido utilizadas para justificar elevadas remessas internacionais de recursos, embora os elementos reunidos indiquem, em tese, a inexistência de atividades econômicas compatíveis com os valores movimentados.
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De acordo com os indícios apurados, o grupo teria empregado mecanismos sofisticados envolvendo empresas nacionais e estrangeiras, instituições de pagamento, operações de câmbio, ativos digitais e outras estruturas financeiras, com o propósito de dificultar a identificação da origem e da destinação dos recursos.
A investigação também identificou possíveis indícios de omissão de rendimentos e de utilização de estruturas empresariais destinadas a reduzir ou evitar, de forma irregular, a tributação incidente sobre as atividades desenvolvidas.
Embora a exploração de apostas de quota fixa tenha passado por recente processo de regulamentação no Brasil, os elementos reunidos indicam que atividades relacionadas ao setor já vinham sendo exercidas anteriormente, com indícios de utilização de mecanismos destinados a ocultar operações, receitas e beneficiários finais.
ATUAÇÃO – A Receita Federal passou a integrar a investigação em 2025, contribuindo com análises relacionadas à identificação de fraudes estruturadas, planejamento tributário abusivo, evasão de divisas e possíveis esquemas de lavagem de dinheiro.
Os elementos arrecadados durante o cumprimento dos mandados serão analisados para subsidiar futuras ações fiscais, incluindo a constituição dos créditos tributários eventualmente devidos e o compartilhamento de informações com os órgãos competentes.
TSE restabelece filiação de Flávio Bolsonaro ao PL e libera registro de candidatura
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) restabeleceu nesta quinta-feira (13) a filiação de Flávio Bolsonaro ao Partido Liberal (PL) e liberou a retomada do registro de sua candidatura à Presidência. Saiba mais na TVT News.
A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, ministro Kássio Nunes Marques, após uma alteração no sistema da Justiça Eleitoral vincular o parlamentar ao partido Missão e impedir inicialmente o registro.
O ministro também ordenou a exclusão do registro que o vinculava ao Missão e liberou o Sistema CANDex, utilizado para encaminhar os pedidos de registro de candidatura.
A decisão atende a um pedido de tutela de urgência apresentado pela defesa de Flávio. Com a determinação, a campanha poderá prosseguir com o registro dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral, que termina às 19h deste sábado (15).
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TSE aponta alteração sem manifestação de Flávio
Segundo Nunes Marques, os documentos apresentados pela defesa demonstram que Flávio permanecia regularmente filiado ao PL.
Entre a noite de quarta-feira (12) e a manhã desta quinta, porém, um novo registro foi incluído no Sistema de Filiação Partidária (FILIA), provocando a desfiliação automática do senador e sua inclusão no Missão.
O ministro afirmou que não houve manifestação de vontade de Flávio para a mudança e ressaltou que a filiação partidária é uma condição de elegibilidade que não pode ser retirada por ação de terceiros.
“A filiação partidária constitui condição de elegibilidade e pressuposto para o exercício do direito de ser votado, não podendo ser suprimida por ato de terceiro estranho à vontade do filiado”, escreveu o ministro.
Mudança para o Missão é considerada incompatível
Nunes Marques também considerou o cenário da disputa presidencial, em que Flávio é o candidato anunciado pelo PL à Presidência, enquanto o Missão já tem Renan Santos como candidato ao mesmo cargo.
Na avaliação do ministro, o contexto torna pouco provável que Flávio tenha decidido voluntariamente trocar de partido.
“O Partido Missão, por sua vez, já possui candidato próprio e assumido ao mesmo cargo, circunstância que torna inverossímil a alegação de que o requerente teria migrado voluntariamente para agremiação que já anuncia a disputa à Presidência com outro nome”, afirmou.
O ministro também apontou risco de prejuízo à candidatura diante da proximidade do fim do prazo para registro.
Polícia Federal vai investigar alteração
Além de restabelecer o vínculo de Flávio com o PL, Nunes Marques determinou que o TSE preserve registros de acesso e logs do Sistema FILIA relacionados à alteração.
O ministro encaminhou o caso à Polícia Federal e determinou a abertura de investigação para identificar a autoria e esclarecer as circunstâncias da mudança no cadastro partidário.
O episódio veio à tona na manhã desta quinta (13), quando a campanha de Flávio tentou registrar sua candidatura e descobriu que o senador aparecia como filiado ao Missão. A alteração havia impedido o procedimento, já que as convenções partidárias terminaram em 5 de agosto.
Defesa diz que mudança ocorreu em menos de 11 horas
Na ação apresentada ao TSE, a defesa afirmou que Flávio estava filiado ao PL de forma ininterrupta desde novembro de 2021.
Os advogados anexaram uma certidão emitida às 23h17 de quarta-feira que ainda registrava a filiação do senador ao PL como “regular e exclusiva”. Menos de 11 horas depois, o sistema apontava o cancelamento do vínculo e a inclusão no Missão.
A defesa sustentou que a alteração ocorreu sem autorização do senador e poderia o retirar da disputa presidencial.
Os advogados também argumentaram que as regras do TSE exigem manifestação expressa do filiado para a desfiliação partidária e permitem a reversão do cancelamento por decisão judicial.
Com a decisão de Nunes Marques, Flávio Bolsonaro volta a constar como filiado ao PL e fica autorizado a dar continuidade ao registro de sua candidatura à Presidência dentro do prazo eleitoral.
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Sexta (14) tem Lula no Não Inviabilize; as Cunhãs participam da entrevista
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concede entrevista nesta sexta-feira (14) a dois podcasts de grande alcance: o “Não Inviabilize”, de Déia Freitas, e o “As Cunhãs”, das jornalistas Inês Aparecida e Hébely Rebouças.
A conversa, anunciada pelo próprio presidente em suas redes sociais, está prevista para as 11h e será transmitida ao vivo nos canais oficiais dos programas no YouTube. Confira detalhes com a TVT News.
Lula ao vivo no Não Inviabilize
O “Não Inviabilize” recebe o presidente Lula ao vivo em seu canal no YouTube. O programa, criado em 2020 por Déia Freitas, é atualmente o maior podcast da sua categoria no Brasil, com mais de 500 milhões de reproduções e mais de 1 mil histórias disponibilizadas gratuitamente. Déia Freitas é considerada a mais importante e premiada contadora de histórias da podosfera brasileira.
Veja Lula ao vivo no As Cunhãs
O podcast “As Cunhãs” também transmite ao vivo a entrevista do Lula em seu canal no YouTube. O programa é comandado pelas jornalistas Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila Fernandes e tem como foco a política local, nacional e internacional, com atenção especial à política cearense.
O que é o Não Inviabilize
O “Não Inviabilize” é um podcast de histórias reais criado em 2020 por Déia Freitas, que tem o dom de contar histórias com bom humor e sensibilidade. O programa conta com 19 quadros, sendo 7 exclusivos para assinantes, e possui um aplicativo próprio, além de uma comunidade engajada no Telegram com mais de 100 mil pessoas.
O bordão que marca o início de cada episódio é “Oi, gente, cheguei!”. Déia Freitas também é ativista da causa animal, voluntária de várias causas sociais e tutora de 6 gatos e 4 cachorros.
Lula e o picolé de limão no Não Inviabilze
“Picolé de Limão” é um dos quadros mais populares do podcast Não Inviabilize. Descrito como “o refresco ácido do seu dia”, o quadro reúne histórias do cotidiano marcadas por ciladas, trapaças e situações revoltantes.
Criado por Déia Freitas, o “Picolé de Limão” apresenta relatos verídicos enviados pelos ouvintes — histórias de “gente como a gente” que despertam fúria, indignação, mas também curiosidade e entretenimento. É o espaço onde o ouvinte encontra aquelas fofocas e causos que todo mundo quer saber, mas tem vergonha de admitir que tem curiosidade.
Sexta-feira tem conversa boa! A partir das 11h, vou bater um papo com a Déia Freitas, do Não Inviabilize, e com as jornalistas Inês Aparecida e Hébely Rebouças, do @AsCunhasPodcast.
— Lula (@LulaOficial) August 13, 2026
Vamos falar de Brasil, política, histórias, causos e, pelo que estou sabendo, até dos meus… pic.twitter.com/G13ZYf8f8N
O quadro é identificado pela vinheta de abertura que antecede cada episódio, com Déia anunciando: “Oi, gente! Cheguei! Cheguei pra mais um Picolé de Limão…”. Além das histórias do dia a dia, o “Picolé de Limão” também abriga especiais temáticos sobre férias, Natal, Ano Novo, viagens e até relatos de pessoas que mudaram de vida por políticas públicas.
O que é o canal As Cunhãs
O “As Cunhãs” é um podcast semanal sobre política, conduzido pelas jornalistas Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila Fernandes. O programa nasceu da vontade de falar sobre a cena política em geral, com atenção especial à política cearense, sob o ponto de vista de três mulheres.
No ar desde maio de 2020, o podcast está disponível nos principais tocadores e também no YouTube. O projeto conta com financiamento coletivo para melhorar a qualidade dos equipamentos e da produção.

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Trabalho formal cresce 19,1% desde 2023, com 10,1 milhões de novos vínculos
O mercado de trabalho brasileiro acumulou 10.100.342 vínculos de emprego formal, de janeiro 2023 a junho 2026, uma expansão de 19,1% no período, alcançando em junho um estoque de 62.891.209 vínculos formais.
No acumulado de 2026, são mais 2,46 milhões de empregos formais, um crescimento de 4,1%. Os dados são da RAIS Mensal de junho, divulgada nesta quinta-feira (13/8) durante cerimônia no Ministério do Trabalho e Emprego com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Saiba mais na TVT News.
Os empregados contratados pela CLT, inclusive os temporários, registraram crescimento relativo de 4,75 milhões de vínculos (10,9%) e o maior crescimento absoluto no período (13,5%), passando de 43,4 milhões de vínculos em janeiro de 2023 para 48,15 milhões em junho desse ano. Entre os agentes públicos, a ampliação foi de 5,1 milhões de vínculos no período, chegando a 14,3 milhões de vínculos em junho.

Confira os dados do trabalho formal e emprego divulgados em agosto
De acordo com dados da RAIS Mensal de junho, a ampliação dos empregos no período ocorreu principalmente pelo aumento de empregados celetistas e trabalhadores temporários (usualmente divulgados no CAGED) que registraram uma expansão de 919.621 novos vínculos (1,9%), ampliando o estoque de empregos formais privados de 47,2 milhões em dezembro de 2025 para 48,15 milhões em junho de 2026. Os agentes públicos tiveram uma expansão de 1,51 milhão de vínculos, crescimento de 11,9%, saindo de 12,79 milhões em 2025 para 14,31 milhões em junho 2026.
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Outros tipos de vínculos (trabalhadores avulsos, dirigentes sindicais, trabalhadores cedidos, diretores não empregados) aumentaram 6,3%, passando de 402 mil para 429 mil vínculos.
DADOS SETORIAIS — O setor de Serviços apresentou o maior crescimento absoluto (28,3%), com criação de 8,45 milhões de vínculos. O estoque de empregos no setor passou de 29,81 milhões para 38,26 milhões, ampliando sua participação no mercado formal de 56,5% para 60,8%.
O conjunto formado por administração pública, educação, saúde e serviços sociais registrou crescimento de 6,03 milhões de vínculos, ou 42,1%. Nas atividades de informação, comunicação, financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, o crescimento foi de 1,5 milhão de vínculos, ou 16%.
A Indústria também apresentou crescimento, com adição de 832 mil vínculos (10%), alcançando 9,15 milhões de empregos em junho de 2026.
A Construção passou de 2,68 milhões para 3,04 milhões de vínculos, crescimento de 357 mil, ou 13,3%.
O Comércio teve crescimento de aproximadamente 340 mil vínculos, passando de 10,2 milhões para 10,54 milhões, variação de 3,3% e a Agropecuária um crescimento de 88 mil vínculos (5%), alcançando 1,86 milhão de postos em junho de 2026.
REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO — Todas as regiões apresentaram expansão do estoque formal. Em números absolutos, o maior crescimento ocorreu no Sudeste, com 3,78 milhões de vínculos, seguido pelo Nordeste, com 2,69 milhões. Em termos relativos, o maior crescimento regional ocorreu no Norte (34,7%) e no Centro-Oeste (28,6%). Em seguida veio o Nordeste, com crescimento de 27,6%, o Sudeste, com 14,6%, e o Sul, com crescimento de 12,3%.
São Paulo foi o maior gerador entre os estados, com 1,64 milhões de novos vínculos, seguido por Minas Gerais (1,29 milhão), Rio de Janeiro (683 mil), Distrito Federal (649 mil) e Bahia (641 mil).
Em termos relativos, os destaques foram Roraima (70,8%), Distrito Federal (51,9%), Amapá (48,8%), Tocantins (45,9%) e Piauí (39,5%).
CRESCIMENTO FEMININO — Os dados de junho mostram que o estoque de vínculos de mulheres cresceu em 5,36 milhões (25%), passando de 23,34 milhões para 29,18 milhões. Entre os homens, o crescimento foi menor, 4,26 milhões de vínculos (14,5%), chegando a 33,71 milhões de vínculos no mês. Considerando os dados desde 2023, a participação das mulheres no estoque formal passou de 44,5% para 46,4% no período.

ESCOLARIDADE — Os trabalhadores com ensino médio completo tiveram maior crescimento absoluto no mês (20,3%), gerando 5,7 milhões de novos vínculos, alcançando um estoque de 33,70 milhões de vínculos no mês. Também os trabalhadores com ensino superior incompleto tiveram 370 mil vínculos criados (16,9%), passando de 2,19 milhões para 2,56 milhões.
Considerando conjuntamente superior completo ou formação superior, o estoque passou de 11,8 milhões para 15,2 milhões de vínculos, crescimento de 3,4 milhões de vínculos (29,1%).

FAIXA ETÁRIA — Jovens de até 24 anos tiveram um crescimento de 990 mil vínculos (13,5%), passando de 7,31 milhões em janeiro de 2023 para 8,30 milhões de vínculos formais em junho de 2026. Trabalhadores de 40 a 49 anos também foram destaque, com crescimento de 3,05 milhões de vínculos (23,5%) e os de 50 a 64 anos, um crescimento de 3,26 milhões (34,7%). Entre os trabalhadores com 65 anos ou mais, o estoque cresceu em 731 mil vínculos (73,6%), passando de 993 mil para 1,64 milhão vínculos no mês.
RAÇA OU COR — O maior crescimento absoluto ocorreu entre os trabalhadores pardos, com acréscimo de 12,8 milhões de vínculos (88,3%), chegando a 27,34 milhões de vínculos em junho de 2026. Entre os trabalhadores brancos, o crescimento foi de 8,74 milhões de vínculos (48,2%), alcançando 26,88 milhões, Pretos 2,15 milhões (85,4%), chegando a 4,66 milhões de novos vínculos. Os amarelos registraram crescimento de 320 mil (114,5%), enquanto os indígenas cresceram em 90 mil vínculos (164,8%).
Evolução do Emprego Formal de 01/jan/2023 a 30/jun/2026

Via Secom
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Foram selecionados para esta 2ª Fase 6.945 participantes

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