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Da Redação
Resultado Mega Sena 2976 sorteio de 24 de fevereiro
Confira os números sorteados da Mega Sena 2.976 no concurso das Loterias Caixa: veja quantos dezenas você acertou no sorteio de 24 de fevereiro com a TVT News
O prêmio da Mega Sena está acumulado em R$ 115.000.000,00.
Números sorteados da Mega Sena 2976
Resultado Mega Sena 2976 : 07 – 09 – 10 – 21 – 28 – 43
Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena Concurso 2.976
Logo após o sorteio, a Caixa confirma as apostas ganhadoras do concurso realizado em 24 de fevereiro e quanto cada uma irá receber.
6 acertos (sena)
5 acertos (quina)
4 acertos (quadra)
Como fazer aposta na Mega Sena?
Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
O sorteio é ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

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Loterias Caixa patrocinam esporte brasileiro
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028.
O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.

Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.

O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros. Além de alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.
Julgamento Marielle ao vivo: acompanhe o julgamento dos mandantes do caso Marielle Franco
O STF continua o julgamento dos réus acusados de serem os mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Acompanhe o julgamento do caso Marielle Franco ao vivo com a TVT News.
O que aconteceu no julgamento até agora
- PGR pediu a condenação dos réus
- Advogados fizeram as defesas dos acusados
- Votação deve acontecer nesta quarta
Acompanhe o julgamento Marielle ao vivo
Quem são os réus acusados de terem mandado matar Marielle Franco e Anderson Gomes
Os réus acusados de serem mandantes do assassinato de Marielle e Anderson são o ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, Domingos Brazão; o ex-deputado federal e irmão dele, Chiquinho Brazão; o delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa; e o ex-policial militar, Ronald Paulo de Alves. O ex-assessor do TCE, Robson Calixto Fonseca, ainda responde pelo crime de organização criminosa junto com os irmãos Brazão.

Julgamento Marielle: advogados fizeram as defesas dos réus
Julgamento Marielle: como foi a primeira manhã da sessão no STF
Entenda o julgamento do caso Marielle
O julgamento começou nesta terça, 24, e vai decidir se os acusados serão condenados ou absolvidos. Foram reservadas mais duas sessões para o julgamento do caso, uma na tarde de terça e outra na manhã desta quarta-feira (25).
O julgamento do caso Marielle Franco é acompanhado pelos familiares das vítimas, entre eles a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, irmã de Marielle, e Agatha Reis, viúva do motorista.

Quem vota?
A votação que vai decidir pela condenação ou absolvição dos acusados contará com quatro votos. Com a saída de Luiz Fux para a Segunda Turma, ocorrida durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, o colegiado não está com quórum completo de cinco ministros.
O rito que será adotado é padrão para todos os julgamentos que ocorrem no colegiado.
A sessão será aberta pelo presidente da Primeira Turma, ministro Flávio Dino. Em seguida, o ministro chamará o processo para julgamento e dará a palavra a Alexandre de Moraes, relator, que fará a leitura do seu parecer.
O documento contém o resumo de todas as etapas percorridas no processo, desde as investigações até a apresentação das alegações finais, última fase antes do julgamento.
Após a leitura do relatório, Flávio Dino passará a palavra para a acusação e as defesas dos réus.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) será responsável pela acusação. Após a manifestação da PGR, os advogados dos réus serão convidados a subir à tribuna para as sustentações orais em favor de seus clientes. Eles terão prazo de até uma hora para as considerações.
Em seguida, os ministros deverão proferir seus votos. Além de Moraes, estão aptos a votar os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.
Qual é a acusação sobre os réus?
Conforme a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso de fazer os disparos de arma de fogo contra a vereadora, os irmãos Brazão e Barbosa atuaram como os mandantes do crime.
- Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime.
- Ronald é acusado de fazer o monitoramento da rotina da vereadora e repassar as informações para o grupo.
- Robson Calixto teria entregue a arma utilizada no crime para Lessa.
De acordo com a investigação da Polícia Federal, o assassinato de Marielle está relacionado ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses do grupo político liderado pelos irmãos Brazão, que têm ligação com questões fundiárias em áreas controladas por milícias no Rio.
Nos depoimentos prestados durante a investigação, os acusados negaram participação no assassinato.
Fevereiro coloca o Brasil diante de um marco: o julgamento dos mandantes do assassinato de Marielle e Anderson
O julgamento dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes está agendado para os dias 24 e 25 de fevereiro, no Supremo Tribunal Federal (STF). Após quase oito anos de espera, o processo entra em um momento decisivo, com impacto direto para a democracia brasileira, ou seja, a responsabilização dos mandantes é condição fundamental para o compromisso do país com a verdade, a justiça e a proteção do voto popular.

O julgamento de terça-feira será na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, com sessões agendadas para manhã e tarde, além da manhã de quarta-feira (25). O relator é o ministro Alexandre de Moraes.
Apesar de crimes contra a vida serem de competência do Tribunal do Júri, como Chiquinho Brazão era deputado federal na época dos assassinatos, o caso ficou no Supremo.
Conforme a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, que foi condenado por ter disparado os tiros que mataram Marielle e Anderson, os irmãos Brazão e Barbosa atuaram como mandantes do crime, e Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução.
Já Ronald é acusado de realizar o monitoramento da rotina da vereadora e repassar as informações para o grupo. Robson Calixto teria entregado a arma utilizada no crime para Lessa.
De acordo com a investigação realizada pela Polícia Federal, o assassinato de Marielle está relacionado ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses do grupo político liderado pelos irmãos Brazão, que têm ligação com questões fundiárias em áreas controladas por milícias no Rio.

Ações em memória de Marielle
No mês em que o julgamento será realizado — e no ano em que se completam dez anos da eleição de Marielle Franco — o Instituto Marielle Franco (IMF) retoma o debate público sobre a importância histórica do caso. Recentemente, o Instituto comunicou organismos internacionais de direitos humanos, entre eles a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), destacando a realização do julgamento e seu significado para o enfrentamento da violência política.
A iniciativa foi conduzida por Luyara Franco, filha de Marielle e diretora executiva do Instituto, enfatizando que o caso se tornou emblemático da violência política, sobretudo contra mulheres negras e defensoras de direitos humanos, e que a decisão do STF terá repercussão que ultrapassa as fronteiras do país – uma referência internacional no enfrentamento à impunidade.

“Fevereiro chega como um marco que o Brasil demorou anos para alcançar. O que está em jogo é a capacidade do Estado de responder a um crime político que tentou silenciar o voto e a representação popular. A responsabilização dos mandantes é o que pode afirmar, de forma concreta, o compromisso do país com a democracia”, afirma Luyara Franco, diretora executiva do Instituto Marielle Franco.
O Instituto ressalta que o julgamento representa um marco por expressar a resposta do Estado brasileiro a um crime cometido para silenciar uma mulher negra eleita e um trabalhador. Ao dialogar com instâncias nacionais e internacionais, o IMF busca garantir visibilidade, monitoramento e compromisso institucional com a realização de um julgamento justo, à altura da gravidade do crime.
Relembre o caso do assassinato Marielle Franco e Anderson Gomes
Marielle Franco foi uma vereadora negra e lésbica do Rio de Janeiro, reconhecida internacionalmente como defensora dos direitos humanos e crítica contundente da violência policial e do racismo estrutural no Brasil. Em 14 de março de 2018, ela foi assassinada juntamente com seu motorista, Anderson Gomes, um trabalhador em exercício de sua função de forma digna, em um ataque direcionado no centro do Rio de Janeiro.

O crime rapidamente se tornou emblemático da violência política no Brasil, especialmente contra mulheres negras, autoridades eleitas e defensoras de direitos humanos. Após anos marcados por atrasos, tentativas de obstrução e perguntas sem resposta, as autoridades federais brasileiras identificaram os supostos mandantes do crime, e o caso está marcado para julgamento no Supremo Tribunal Federal, nos dias 24 e 25 de fevereiro de 2026.

Marielle Franco era Socióloga com mestrado em Administração Pública. Foi eleita Vereadora da Câmara do Rio de Janeiro, com 46.502 votos. Foi também Presidente da Comissão da Mulher da Câmara.
No dia 14 de março de 2018, foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando também o motorista Anderson Pedro Gomes. Quem mandou matar Marielle mal podia imaginar que ela era semente, e que milhões de Marielles em todo mundo se levantariam no dia seguinte.
Marielle se formou pela PUC-Rio, e fez mestrado em Administração Pública pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Sua dissertação teve como tema: “UPP: a redução da favela a três letras”.
Iniciou sua militância em direitos humanos após ingressar no pré-vestibular comunitário e perder uma amiga, vítima de bala perdida, num tiroteio entre policiais e traficantes no Complexo da Maré.
Trabalhou em organizações da sociedade civil como a Brasil Foundation e o Centro de Ações Solidárias da Maré (Ceasm). Coordenou a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e construía diversos coletivos e movimentos feministas, negros e de favelas.
Aos 19 anos, se tornou mãe de uma menina. Isso a ajudou a se constituir como lutadora pelos direitos das mulheres e debater esse tema nas favelas.
O Instituto Marielle Franco foi criado pela sua família com a missão de inspirar, conectar e potencializar milhares de jovens, negras, LGBTQIA+ e periféricas a seguirem movendo as estruturas da sociedade.
Com informações do Instituto Marielle Franco
Marketing político não se ganha no feed. Se ganha no território
Por Gabriel Scarpellini
Existe uma geração inteira de profissionais de marketing, autoproclamados estrategistas políticos, convencida de que campanha se resume a hype, CPC e engajamento.
A reunião começa sempre igual. Alguém abre o painel da semana, mostra o alcance, comemora que o custo por clique caiu, destaca o vídeo que performou acima da média. O gráfico sobe para a direita. O time respira aliviado. “Estamos indo bem”.
Depois de algumas campanhas coordenadas, a gente aprende a desconfiar desse momento.
Não porque métrica seja inútil. Mas porque métrica cria uma falsa sensação de controle. E eleição não é um ambiente controlável. Eleição é gente, rotina, território, memória e contexto.
Enquanto a equipe celebra milhões de impressões e comentários, o adversário está na rua. Ele ocupou o bairro certo. Está no ponto de ônibus que o eleitor usa todo dia. Está na rádio local no horário de pico. Está na feira de sábado. Está na conversa da padaria. Ele não tem dashboard bonito para mostrar. Mas tem repetição geográfica forçada. E repetição constrói memória.
Existe uma ilusão perigosa dominando o marketing político moderno: acreditar que estar online substituiu estar no mundo. Que ganhar a internet equivale a ganhar a eleição. Que viralizar significa consolidar voto.
Não significa.
O feed disputa atenção em milissegundos entre meme, escândalo, futebol e entretenimento. Se não performar imediatamente, morre no algoritmo. Já a presença física não precisa performar. Ela simplesmente está. Todos os dias. No mesmo lugar. Para as mesmas pessoas.
Os estrategistas digitais gostam do que é mensurável. CPC, CTR, taxa de retenção, compartilhamento. Tudo rastreável. Tudo comparável. Tudo defensável em reunião. O problema é que voto não é clique. Ele é decisão acumulada ao longo do tempo.
Engajamento não é lembrança.
Alcance não é familiaridade.
Hype não é confiança.
E confiança é o que decide urna.
Nos últimos anos, a IA virou o novo brinquedo dessa mentalidade. Agora se produz discurso em escala, vídeo em escala, avatar em escala. A campanha parece sofisticada, tecnológica, moderna. Mas, se o eleitor não cruza fisicamente com aquela candidatura no mundo real, o impacto evapora.
IA acelera produção. Não cria vínculo.
Digital amplifica mensagem. Não constrói confiança sozinho.
O algoritmo muda toda semana.
O CEP do eleitor não muda.
Marketing político se ganha no território
Enquanto alguns comemoram milhões de impressões pulverizadas pelo estado inteiro, o adversário está martelando dez mil pessoas. As mesmas dez mil. Toda semana. No mesmo bairro. No mesmo ponto. No mesmo horário. Isso não gera hype. Gera reconhecimento.
E reconhecimento vira voto.
Campanha política não é jogo de explosão. É jogo de repetição. Não se ganha eleição tentando viralizar. Viral é exceção, não estratégia. Depende de sorte, timing e do humor coletivo. Campanha que aposta nisso está apostando em loteria com o dinheiro e a reputação do candidato.
Um dos erros mais comuns que vejo hoje é montar um plano que cabe inteiro dentro de um notebook. Se a estratégia política existe apenas na tela, ela é frágil. Pode gerar barulho. Pode gerar narrativa. Mas não gera presença.
Presença é física. Territorial. Geográfica. É ocupar espaço mental ocupando espaço real.
Campanhas vencedoras entendem o jogo completo. O físico ancora. O digital reforça. A rua cria memória. A tela organiza discurso. Quando isso funciona, o eleitor não sabe dizer onde viu o candidato pela primeira vez. Ele só sente que já conhece.
E o eleitor vota em quem reconhece.
No fim, quando ele entra na cabine, não pergunta quem teve o menor CPC. Pergunta, mesmo sem perceber: “quem eu conheço?”. E conhecer, em política, é ter visto repetidas vezes, no mundo real, no próprio território.
Voto não mora no feed.
Voto mora no território.
E quem ocupa o território, ocupa a urna.

Sobre o autor
Gabriel Scarpelini é é membro fundador da Alcateia Política, publicitário e especialista em Marketing Político e Comunicação Governamental pelo IDP. Sócio fundador da GAS 360, agência de publicidade, e atua também como consultor em marketing político. Atuou em diversas campanhas políticas como Diretor Criativo, Coordenador e Estrategista.
Os artigos dos colunistas expressam as opiniões individuais da autora ou do autor e não, necessariamente, refletem a opinião da TVT News
Copa do Mundo: FIFA preocupada com segurança no México, presidenta garante que não há riscos
Após quatro jogos de futebol no México serem adiados por conta da onda de violência em Guadalajara, uma das sedes da Copa do Mundo, a FIFA disse que monitora a situação. Hoje, a presidenta Cláudia Sheinbaum disse que não há nenhum risco na cidade. Leia em TVT News.
FIFA monitora a situação em Guadalajara, sede da Copa do Mundo
Logo após a onda de violência em reação à morte do narcotraficante El Mencho, a FIFA, responsável pela organização da Copa do Mundo, disse que está “acompanhando de perto a situação no estado de Jalisco, onde fica a cidade de Guadalajara, uma das cidades-sede da Copa do Mundo de 2026.
Em entrevista à Reuters, um porta-voz da FIFA disse que a entidade continuará acompanhado as ações e orientações das diferentes agência governamentais, que visam manter a segurança pública e restaurar a normalidade”.
Às vésperas da Copa do Mundo, Sheinbaum afirma que não há ‘nenhum risco’ em Guadalajara
México, México, com informações da AFP
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, descartou nesta terça-feira (24) riscos para os torcedores que visitem Guadalajara, uma das sedes da Copa do Mundo de 2026, após uma ofensiva do narcotráfico provocar temor na cidade e em grande parte do país no domingo.
Sheinbaum afirmou em entrevista coletiva que não há “nenhum risco” para os visitantes e ofereceu “todas as garantias” para que a metrópole do oeste do México receba as quatro partidas programadas para junho.
No domingo, a violência criminosa irrompeu na região após a morte do traficante Nemesio Oseguera, líder do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG), em uma operação militar.
Durante a ação e os confrontos posteriores morreram ao menos 27 agentes de segurança, 46 supostos criminosos e uma civil, informaram as autoridades na segunda-feira.
O CJNG respondeu à ofensiva com incêndio de veículos e estabelecimentos comerciais e bloqueios em estradas em 20 dos 32 estados do país, a menos de quatro meses do início do torneio, que ocorrerá de 11 de junho a 19 de julho.
Na Cidade do México e em Monterrey, as outras sedes mexicanas do Mundial – que também será disputado nos Estados Unidos e no Canadá -, não houve incidentes violentos.
Uma porta-voz da Fifa disse à AFP que, por ora, a entidade não comentará a segurança da competição.

Volta à normalidade
Nemesio Oseguera, conhecido como El Mencho, era o traficante mais procurado pelo governo americano, que oferecia recompensa de 15 milhões de dólares (R$ 78 milhões).
O líder, de 59 anos, comandava o CJNG, uma das organizações criminosas mais poderosas do mundo, designada por Washington como organização terrorista estrangeira em fevereiro de 2025.
A reação do cartel provocou temor em cidades como Puerto Vallarta, balneário do Pacífico frequentado por turistas e residentes do Canadá e dos Estados Unidos.
Sheinbaum afirmou que a situação “pouco a pouco está se normalizando” e que os aeroportos de Puerto Vallarta e Guadalajara operam sem problemas.
Na segunda-feira houve entre seis e sete bloqueios, mas “todos foram desfeitos”, disse.
Segundo o governo de Jalisco, as atividades econômicas serão retomadas nesta terça-feira e as aulas recomeçam na quarta-feira.

Dois jogos de futebol foram suspensos no domingo em Jalisco e outro no estado de Querétaro.
Além de quatro partidas da fase de grupos, incluindo Uruguai x Espanha, Guadalajara sediará com Monterrey o torneio de repescagem que, no fim de março, definirá as duas últimas seleções classificadas.
Participam Bolívia, República Democrática do Congo, Iraque, Nova Caledônia, Jamaica e Suriname.
© Agence France-Presse
Notícias do dia com o Jornal TVT News Segunda Edição | 24-02-2026
Acompanhe o Jornal TVT News Segunda Edição desta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026. Veja quais são as notícias do dia com a equipe do jornal TVT News.
O que é notícia neste 24 de fevereiro de 2026 no Jornal TVT News Segunda Edição
- STF julga mandantes do caso Marielle
- Inicia julgamento de acusados da morte de Mãe Bernadete
- Receita aponta fraude de R$ 11 bi ligada ao Banco Master
- Chuvas deixam 23 mortos em MG
- Nova tarifa dos EUA poupa o Brasil
- Gilmar mira supersalários
- México enfrenta escalada do narcotráfico
- MP aponta superfaturamento de R$ 43 mi em obras em SP
- Feminicídio choca São Paulo
- Avanço na estrutura de combate à fome
TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT
O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva. Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.
“O jornal TVT News Segunda Edição comenta o que foi notícia no dia, traz serviços de utilidade pública, entrevistas com analistas da política, da cultura e da economia e repercute os fatos que estão em alta nas redes sociais”, conta o apresentador Don Ernesto.
O jornal TVT News Segunda Edição pode ser acompanhado na TV aberta digital, canal 44.1 na capital paulista e grande São Paulo, pelo YouTube da TVT: https://www.youtube.com/@redetvt com cortes nas redes sociais da TVT News (Instagram, Tik Tok, Kawai, Facebook e Linkedin).
“Esta é a segunda estreia da TVT News no mês de abril. Com os dois telejornais, pela manhã e pela tarde, a TVT está ainda mais próxima do público e dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, conta o presidente da TVT, Maurício Junior.
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.

Veja também: as notícias mais lidas da TVT News
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Representação Brasileira do Parlasul aprova acordo Mercosul-UE
A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) aprovou nesta terça-feira (24) por unanimidade o Acordo de comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Leia em TVT News.
O debate sobre o texto começou no dia 10 de fevereiro, quando o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) leu seu relatório sobre o acordo, mas um pedido de vista adiou a análise.
Com a aprovação, o acordo segue para votação nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado, respectivamente.
O texto ainda tem que ser ratificado pelos Congressos da Argentina, Paraguai e Uruguai, bem como pelo Parlamento Europeu. A entrada em vigor se dará apenas após conclusão de todos os trâmites.
Assinado no dia 17 de janeiro, no Paraguai, o acordo foi enviado para análise da representação brasileira no Parlasul pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 2 de fevereiro
O acordo cria uma área de livre comércio entre os dois blocos, com redução gradual de tarifas e preservação de setores considerados sensíveis, além de prever salvaguardas e mecanismos de solução de controvérsias.
O texto contém 23 capítulos que tratam, entre outros pontos, da redução de impostos de importação e da criação de regras para diversos setores. O Mercosul deverá zerar tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos. Já a União Europeia eliminará tarifas sobre 95% dos bens do Mercosul em até 12 anos.
O acordo estabelece a maior zona de livre comércio do mundo, com mais de 720 milhões de habitantes. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) estima que a implementação do acordo pode incrementar as exportações brasileiras em cerca de US$ 7 bilhões e ampliar a diversificação das vendas internacionais brasileiras, beneficiando inclusive à indústria nacional.

Confira os principais pontos do acordo Mercosul – UE
1. Eliminação de tarifas alfandegárias
Redução gradual de tarifas sobre a maior parte dos bens e serviços;
Mercosul: zerará tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos;
União Europeia: eliminará tarifas sobre 95% dos bens do Mercosul em até 12 anos.
2. Ganhos imediatos para a indústria
Tarifa zero desde o início para diversos produtos industriais.
>> Setores beneficiados:
Máquinas e equipamentos;
Automóveis e autopeças;
Produtos químicos;
Aeronaves e equipamentos de transporte.
3. Acesso ampliado ao mercado europeu
Empresas do Mercosul ganham preferência em um mercado de alto poder aquisitivo;
UE tem PIB estimado em US$ 22 trilhões;
Comércio tende a ser mais previsível e com menos barreiras técnicas.
4. Cotas para produtos agrícolas sensíveis
Produtos como carne bovina, frango, arroz, mel, açúcar e etanol terão cotas de importação;
Acima dessas cotas, é cobrada tarifa;
Cotas crescem ao longo do tempo, com tarifas reduzidas, em vez de liberar entrada sem restrições;
Mecanismo busca evitar impactos abruptos sobre agricultores europeus;
Na UE, as cotas equivalem a 3% dos bens ou 5% do valor importado do Brasil;
No mercado brasileiro, chegam a 9% dos bens ou 8% do valor.

5. Salvaguardas agrícolas
>>UE poderá reintroduzir tarifas temporariamente se:
Importações crescerem acima de limites definidos;
Preços ficarem muito abaixo do mercado europeu;
Medida vale para cadeias consideradas sensíveis.
6. Compromissos ambientais obrigatórios
Produtos beneficiados pelo acordo não poderão estar ligados a desmatamento ilegal;
Cláusulas ambientais são vinculantes;
Possibilidade de suspensão do acordo em caso de violação do Acordo de Paris.
7. Regras sanitárias continuam rigorosas
UE não flexibiliza padrões sanitários e fitossanitários.
Produtos importados seguirão regras rígidas de segurança alimentar.
8. Comércio de serviços e investimentos
>>Redução de discriminação regulatória a investidores estrangeiros.
>>Avanços em setores como:
Serviços financeiros;
Telecomunicações;
Transporte;
Serviços empresariais.
9. Compras públicas
Empresas do Mercosul poderão disputar licitações públicas na UE;
Regras mais transparentes e previsíveis.
10. Proteção à propriedade intelectual
Reconhecimento de cerca de 350 indicações geográficas europeias;
Regras claras sobre marcas, patentes e direitos autorais.
11. Pequenas e médias empresas (PMEs)
Capítulo específico para PMEs;
Medidas de facilitação aduaneira e acesso à informação;
Redução de custos e burocracia para pequenos exportadores.
12. Impacto para o Brasil
Potencial de aumento das exportações, especialmente do agro e da indústria;
Maior integração a cadeias globais de valor;
Possível atração de investimentos estrangeiros no médio e longo prazo.
13. Próximos passos
Aprovação pelo Parlamento Europeu;
Ratificação nos Congressos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai;
Entrada em vigor apenas após conclusão de todos os trâmites;
Acordos que extrapolam política comercial precisam ser aprovados pelos parlamentos de cada país.
Com informações da Agência Brasil

Notícias do dia com o Jornal TVT News Segunda Edição | 24-02-2026
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Concurso IBGE: locais de prova de domingo estão disponíveis
Concurso do IBGE oferece 9.590 vagas temporárias para agente e supervisor

Gilmar Mendes suspende penduricalhos a membros do Judiciário e MP
Tribunais têm 60 dias para cumprir decisão do ministro do STF

Governo estuda viabilidade de Tarifa Zero no transporte público
Ministro explicou que já há estudos em curso para calcular impactos

Censo Sisan 2025 mostra crescimento da segurança alimentar no país
Em 2018, apenas 36,6% dos municípios informavam possuir algum tipo de estrutura dedicada à área no país, passando para 51% em 2024

Parentes de Marielle e Anderson esperam justiça e mais investigação
É preciso punir e desmontar esquema criminoso, afirmam famílias
