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Da Redação
Fala.BR ganha novo formato e passa a usar IA para simplificar atendimento
A Plataforma Fala.BR, principal canal de ouvidoria do Governo do Brasil, terá um novo formato, a partir de segunda-feira (06/04), com a implementação do uso de Inteligência Artificial (IA). O sistema, gerenciado pela Controladoria-Geral da União (CGU), será capaz de identificar, a partir do relato por escrito do cidadão, qual tipo de manifestação está sendo registrada (elogio, sugestão, solicitação, reclamação ou denúncia). Ao longo dos próximos meses, a tecnologia também conseguirá sugerir ao cidadão, de forma automática, a classificação da demanda por “assunto”, “órgão destinatário” e “serviço público”. Mais informações em TVT News.
Atualmente, para fazer um registro por meio do sistema, o cidadão precisa escolher essas classificações por conta própria, a partir de listas com várias opções. O novo fluxo, apoiado por IA, vai simplificar e agilizar essas etapas.
As mudanças vão facilitar o acesso dos cidadãos à ferramenta ao reduzir erros no registro das manifestações, qualificar o tratamento das demandas recebidas e aprimorar os fluxos internos das ouvidorias, como a análise prévia de denúncias, viabilizando que cada vez mais pessoas enviem manifestações ao Executivo Federal e outros entes públicos que utilizam o Fala.BR.
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As medidas, implementadas com o apoio da Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) da Secretaria-Executiva da CGU, permitem atuação estratégica e alinhada às necessidades da sociedade.
O ministro da CGU, Vinicius Marques de Carvalho, ressalta que a inovação faz parte de uma série de esforços da pasta de promover o uso da tecnologia como ferramenta de fortalecimento do Estado, da integridade pública e do combate à corrupção. “A aplicação de IA no Fala.BR vai permitir que o acesso às ouvidorias do Governo do Brasil seja ainda mais fácil. Queremos que a população consiga falar com a Administração Federal de forma simples e ágil, porque as manifestações dos cidadãos são insumos para melhorarmos a infraestrutura e os serviços públicos; nas escolas, hospitais e estradas, por exemplo. A participação social é um pilar fundamental de um país forte. E é papel da CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União, garantir que as necessidades da população sejam recebidas pelo Poder Executivo”, enfatizou.
MAIS PARTICIPAÇÃO SOCIAL – A ouvidora-geral da União, Valdirene Paes de Medeiros, destaca que a expectativa é que mais pessoas passem a utilizar o Fala.BR, com a implementação da IA. “O novo formato reduz dúvidas e torna o processo mais rápido e acessível, inclusive para usuários com menor familiaridade digital. Como resultado, há um estímulo à participação social, já que o cidadão encontra menos barreiras para se comunicar com o poder público, além de ter uma experiência mais simples, eficiente e confiável ao utilizar os serviços de ouvidoria”.
“Essa iniciativa promove a aproximação com o cidadão, evitando que ele precise conhecer detalhes técnicos ou de estrutura e organização da administração pública para registrar uma manifestação de ouvidoria, sem deixar de qualificar esses registros para que eles possam ser efetivamente apurados. Nossa meta é que o cidadão tenha sua demanda resolvida da forma mais eficiente possível.”, complementou o diretor de Proteção e Defesa do Usuário de Serviço Público da CGU, Leonardo Alamy Martins.
De acordo com a Ouvidoria-Geral da União (OGU), a interface mais simples será especialmente benéfica para aqueles que utilizam a plataforma em telas menores, por meio de dispositivos móveis, e que hoje representam a maioria dos usuários do Fala.BR.
Além do aprimoramento voltado para o recebimento de manifestações dos cidadãos, o sistema também passou por melhorias nos fluxos internos, para a gestão das ouvidorias dos órgãos públicos sobre os pedidos. É o que ressalta o coordenador de Dados e Sistemas de Ouvidoria da CGU, Fernando Simões Vassoler. “Agora é possível que as ouvidorias incluam os seus relatórios de gestão diretamente no Fala.BR, facilitando a divulgação de suas atividades e de seus avanços em um único lugar. Isso otimiza a capacidade das ouvidorias de responder de forma mais assertiva para o cidadão”.
CONHEÇA O FALA.BR – O Fala.BR, ou Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação do Poder Executivo Federal, está em operação desde 2019. Por meio do sistema, os cidadãos podem enviar quaisquer tipos de manifestações para o Governo do Brasil e para estados e municípios que aderem à ferramenta. Na plataforma, os solicitantes podem acompanhar a tramitação das manifestações, com prazos definidos para o recebimento de respostas dos órgãos responsáveis.
“As ouvidorias são canais fundamentais para uma atuação estratégica da gestão pública. A partir das manifestações diretas da população, têm-se um verdadeiro termômetro das necessidades sociais, permitindo identificar demandas recorrentes, falhas na prestação de serviços e oportunidades de aprimoramento. Assim, a ouvidoria contribui ativamente para a melhoria contínua dos serviços públicos, promovendo maior transparência, efetividade e alinhamento das ações governamentais às reais necessidades das pessoas”, reforçou Valdirene Medeiros.
Além de municiar a administração pública com informações sobre as prioridades da população, manifestações feitas pela população pelo Fala.BR também podem contribuir no combate à corrupção. Recentemente, uma operação contra desvios de recursos da educação em um município baiano, realizada pela CGU e pela Polícia Federal (PF), teve origem em uma manifestação feita pela plataforma.
Via Secom
Resultado da dupla sena de Páscoa, sorteio 04 de abril
Confira o resultado da dupla de Páscoa, no sorteio de 4 de abril, com a TVT News
O prêmio é de R$ 40 milhões.
Resultado Dupla de Páscoa
1° sorteio da Dupla de Páscoa
05 – 13 – 18 – 29 – 31 – 33
2° sorteio da Dupla de Páscoa
01 – 08 – 15 – 19 – 21 – 22
O que é a dupla sena de Páscoa
A Dupla de Páscoa é um concurso especial da Dupla Sena organizado pela Caixa Econômica Federal, geralmente realizado no sábado de Aleluia.
Com um prêmio elevado ( como o de R$ 40 milhões deste 2026), seu principal diferencial é não acumular: se ninguém acertar as 6 dezenas, o valor é dividido entre os ganhadores da quina (5 acertos) e assim por diante.

Como é a aposta na dupla de Páscoa
- Dois Sorteios: Com apenas uma aposta, você concorre em dois sorteios distintos no mesmo concurso, dobrando as chances de ganhar.
- Como Jogar: Escolha de 6 a 15 números entre os 50 disponíveis no volante.
- Não Acumula: O prêmio principal sai, seja para quem acertar os 6 números (Sena) ou, caso ninguém acerte, para quem acertar 5 ou 4 números.
- As apostas podem ser feitas nas lotéricas ou no site/app Loterias CAIXA até as 19h do dia do sorteio.
- A aposta simples custa R$ 2,50, sendo uma das loterias especiais com bom custo-benefício, destacando-se como o primeiro grande concurso especial do ano.
Resultado da Mega Sena 2992 no sorteio de 04 de abril
Confira os números sorteados da Mega Sena 2.992 das Loterias Caixa com a TVT News e veja quantos números você acertou.
O prêmio está acumulado em R$ 15 milhões.
Números sorteados da Mega Sena 2992
Resultado da Mega Sena 2992: _ 04 – 17 – 23 – 33 – 36 – 49
Resultado Dupla de Páscoa
1° sorteio da Dupla de Páscoa
05 – 13 – 18 – 29 – 31 – 33
2° sorteio da Dupla de Páscoa
01 – 08 – 15 – 19 – 21 – 22
Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena 2.992
Logo após o sorteio, a Caixa confirma quais as apostas ganhadoras do sorteio realizado em 04 de abril e quanto cada uma irá receber.
6 acertos (sena)
Não houve ganhadores e a Mega está acumulada em R$ 15 milhões
5 acertos (quina)
102 apostas ganhadoras, R$ 18.954,16
4 acertos (quadra)
5.666 apostas ganhadoras, R$ 562,44
Confira detalhes das apostas vencedoras.
Como fazer aposta da Mega Sena?
Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
O sorteio é ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

Confira outros resultados das loterias Caixa
- Resultado da Mega da Virada 2025
- Resultado da Mega Sena 2945: uma aposta ganhou prêmio de R$ 27 milhões
- Resultado da Mega Sena 2943: prêmio de R$ 14 milhões para uma aposta
Loterias Caixa patrocinam esporte brasileiro
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028. O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.

Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.
O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros. Além de alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.
Autismo: mulheres são as principais cuidadoras, revela pesquisa
Haja emoção nos olhos da advogada Anaiara Ribeiro, de 43 anos, quando presenciou o filho, João, de 18 anos, chegar a uma faculdade em Brasília, no Distrito Federal. “Era o sonho dele fazer o curso de jornalismo”.
Leia em TVT News.
Tamanha foi a realização que a mãe também resolveu se matricular e viver, com ele, a experiência da sala de aula. Ser parceirona de João em tudo é a razão da vida de Anaiara, muito antes do diagnóstico de autismo (de leve a moderado) no filho.
O laudo, que ele só teve com 8 anos de idade, foi a confirmação do que ela percebia no dia a dia e das necessidades principais do menino. Desde que João tinha dois anos de idade, Anaiara passou a correr diariamente por consultas de diferentes especialistas.
A mãe resolveu pedir demissão do trabalho e viver como autônoma para poder dar mais suporte ao menino. Trabalha noites, feriados e finais de semana para dar conta de tudo.
“Nada faria sentido se não fosse para ver a felicidade dele, e o seu crescimento, ver onde ele já chegou hoje”.
A vida impôs a ela mais desafios ainda depois que veio o divórcio do pai de João. A cuidadora da pessoa com autismo ser uma mulher, como no caso de Anaiara, é uma realidade brasileira. Esse é um dos resultados do Mapa do Autismo no Brasil que traz respostas de 23.632 pessoas de todos os estados.
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Pesquisa
Os dados detalhados só serão publicados oficialmente na próxima quinta-feira, dia 9, uma semana após o dia de conscientização sobre o autismo, hoje (2). Dessas respostas, 18.175 são de pessoas responsáveis por uma pessoa autista, 2.221 são as responsáveis e também estão dentro do espectro. A pesquisa teve ainda 4.604 respostas de pessoas autistas acima dos 18 anos de idade.
O mapeamento inédito em cenário nacional foi uma iniciativa do Instituto Autismos, que é uma organização não governamental.
“A maior parte das cuidadoras são mulheres. E grande parte dessas mulheres não estão no mercado de trabalho. Isso fala muito sobre o cuidado”, adiantou a presidente do instituto, a musicoterapeuta Ana Carolina Steinkopf, em entrevista à Agência Brasil.
Diagnóstico precoce
No entanto, um dos dados que ela antecipou foi uma situação diferente da realidade de Anaiara Ribeiro com seu filho João, que teve o diagnóstico apenas com 8 anos. É uma novidade positiva para o país.
“A média da idade do diagnóstico tem sido igual ao dos padrões internacionais: em torno dos 4 anos de idade”, enfatiza Ana Carolina Steinkopf. Ela explica que quanto mais jovem for a pessoa diagnosticada, melhor será o caminho para os tratamentos e cuidados necessários para estímulo.
Um fator de alerta que o levantamento vai trazer é que as famílias gastam mais de R$ 1 mil com as terapias necessárias. “A maior parte tem usado planos de saúde para conseguir ter acesso às terapias”. Ana Carolina acrescenta que as famílias do Norte e Nordeste utilizam mais da estrutura do sistema público de saúde do que as outras regiões.
Sistema público
Em relação aos desafios do atendimento de pessoas com autismo no sistema público, o governo federal emitiu nota garantindo que ampliou a assistência a pessoas com transtorno do espectro autista com investimento de R$ 83 milhões.
O Ministério da Saúde anunciou que vai habilitar 59 novos serviços, que incluem Centros Especializados em Reabilitação (CER), oficinas ortopédicas e transporte adaptado. As portarias serão assinadas nesta quinta-feira.
“Estamos estruturando uma rede cada vez mais preparada para cuidar das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no SUS, desde a identificação precoce na atenção primária até o atendimento especializado, com equipes multidisciplinares”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na nota.
Recomendações
A respeito dos resultados do mapeamento, a pesquisadora acrescentou que o poder público federal e de cada estado vai receber recomendações de melhoria no atendimento com base nesses dados. Não obstante, ela entende que tem aumentado, ano a ano, a sensibilização e a conscientização sobre o autismo.
Não invisibilizar a doença é importante, por exemplo, para que existam mais pesquisas e especialistas em autismo. No Brasil, a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de que 2,4 milhões de pessoas sejam autistas.
Quanto mais cedo vier o diagnóstico, maior é a possibilidade de que as famílias procurem seus direitos, que vão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) a ações de inclusão na educação, saúde e bem-estar, por exemplo.
Direitos
Assim como foram conquistas de Anayara e João. “A inclusão, por exemplo, em todos os espaços de lazer, em que a pessoa com autismo não paga ingresso e a acompanhante tem 50% de desconto”, diz a mãe.
A advogada, depois do divórcio, reconstruiu a família. Ela se casou novamente e tem uma filha desse novo relacionamento.
“Sou uma exceção. A maioria das mães que eu conheço continuam solteiras ou separadas. Os pais abandonaram, seja fisicamente e financeiramente, mas eu tive a sorte de encontrar um parceiro que assumiu a paternidade do João. Somos muito felizes”.
Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil
Oxfam estima em US$ 3,55 tri riqueza escondida em paraísos fiscais
A quantidade de riqueza não tributada escondida no exterior, em paraísos fiscais, pelo 0,1% mais rico supera toda a riqueza da metade mais pobre da humanidade, que corresponde a 4,1 bilhões de pessoas. A conclusão é da Oxfam, a partir de análise realizada no contexto dos dez anos do escândalo conhecido como Panama Papers, em 31 de março deste ano.
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À época, o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, sigla em inglês) fez uma investigação sobre a indústria de empresas offshore. Esse tipo de empresa pode ser usada para esconder dinheiro e dificultar o rastreamento de seus verdadeiros donos. Milhões de documentos vazados foram esmiuçados por mais de 370 jornalistas de 76 países.
A Oxfam estima que US$ 3,55 trilhões em riqueza não tributada foram escondidos em paraísos fiscais e contas não declaradas em 2024. “Esse valor supera o PIB [Produto Interno Bruto] da França e é mais que o dobro do PIB combinado dos 44 países menos desenvolvidos do mundo”, divulgou a organização.
Desse total estimado, o 0,1% mais rico detém aproximadamente 80% de toda a riqueza offshore não tributada, o que equivale a cerca de US$ 2,84 trilhões. Uma década depois do escândalo, os super-ricos continuam a usar estruturas offshore para sonegar impostos e ocultar ativos.
“Os Panama Papers levantaram o véu sobre um mundo sombrio onde os mais ricos movimentam silenciosamente fortunas imensas para além do alcance dos impostos e da fiscalização. Dez anos depois, os super-ricos continuam escondendo verdadeiros oceanos de riqueza em cofres offshore”, diz, em nota, o coordenador de Tributação da Oxfam Internacional, Christian Hallum.
Segundo a organização, há urgente necessidade de uma ação internacional coordenada para tributar a riqueza extrema e acabar com o uso de paraísos fiscais. Hallum ressalta que a situação envolve poder e impunidade. “Quando milionários e bilionários escondem trilhões de dólares em paraísos fiscais offshore, eles se colocam acima das obrigações que regem o resto da sociedade.”
“As consequências são tão previsíveis quanto devastadoras: vemos nossos hospitais públicos e escolas privados de recursos, nosso tecido social dilacerado pela crescente desigualdade e as pessoas comuns forçadas a arcar com os custos de um sistema projetado para enriquecer um pequeno grupo”, acrescenta a organização.
A Oxfam menciona que, embora tenham sido feitos progressos na redução da riqueza offshore não tributada, ela segue persistentemente alta, em aproximadamente 3,2% do PIB global.
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No entanto, esse progresso também continua desigual entre os países. “A maioria dos países do Sul Global está excluída do sistema de Troca Automática de Informações (AEOI, na sigla em inglês), apesar da necessidade urgente de receita tributária”, destaca a Oxfam, acrescentando que pesquisadores atribuem ao AEOI a redução da parcela não tributada da riqueza offshore nos últimos anos.
“O que os Panama Papers revelaram há dez anos continua atual no Brasil: há uma arquitetura global que protege grandes fortunas enquanto a maioria da população paga proporcionalmente mais impostos. Justiça fiscal passa necessariamente por tributar os super-ricos”, defende, em nota, a diretora executiva da Oxfam Brasil, Viviana Santiago.
Via Sacra do Morro da Capelinha no DF chega à 53ª edição
Realismo, emoção e fé. Assim, o coordenador-geral da Via Sacra do Morro da Capelinha, Preto Rezende, define a encenação da Paixão de Cristo encenada todo os anos em Planaltina, no Distrito Federal. Em 2026, o evento chega à 53ª edição e deve reunir cerca de 100 mil pessoas nesta sexta-feira (3).
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“São mais de 1,4 mil voluntários, a maioria de Planaltina, e cada um contribui com seu dom, com seu talento e vamos construindo esse projeto tão lindo. É um projeto do coração de Deus mesmo. A gente faz com tanto realismo que a emoção chega ao público”, disse Rezende em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional de Brasília.
A Sexta-feira da Paixão é marcada por manifestações de fé e tradição em todo o país. O espetáculo em Planaltina já é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal desde 2008 e um projeto do senador Izalci Lucas (PL-DF) quer transformá-lo em manifestação da cultura nacional.
As atividades começam logo cedo quando muitos fieis aproveitam para acender velas e pagar promessas, inclusive, subindo de joelhos os 900 metros do morro.
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Às 15h, o Arcebispo de Brasília, Dom Paulo Cezar Costa, reza a missa da Celebração da Cruz e, às 16h, a equipe da Via Sacra começa as encenações.
“Encenamos a cidade, prisão, julgamento, flagelação, todas as 14 estações dolorosas. Mas nós acreditamos na ressurreição e, para o público que fica, nós fazemos a 15ª estação, que é a estação gloriosa, onde Jesus é ressuscitado”, contou Preto Rezende.
O evento foi criado em 1973 pelo Padre Aleixo Susin, após o pároco sonhar com jovens encenando a Paixão de Cristo no local. Desde 1994, a companhia também criou a Via Sacra da Criança, para perpetuar a celebração. No sábado que antecede o Domingo de Ramos, as crianças fazem a apresentação.
“O Cristo de hoje, aqui no Morro da Capelinha, é o Rafael Gonçalves, fruto dessa Via Sacra da Criança. Eles já vêm tão preparados que a gente quase não tem nenhum trabalho quando eles chegam na Via Sacra dos adultos”, explicou o coordenador-geral do evento.
A Via Sacra do Morro da Capelinha integra o calendário oficial de eventos do Distrito Federal e é realizado com o apoio do governo local.
A encenação é transmitida pelo YouTube, no canal Grupo Via Sacra Ao Vivo.
Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

Fim da escala 6×1 é possível: tire suas dúvidas sobre o tema
Estudos e números mostram que é possível acabar com a escala 6×1. A redução da jornada caminha no Congresso

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Seleção brasileira enfrenta o Haiti em 19 de junho a partir das 21h30
