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Da Redação
Dólar chega a R$ 5,01 após divulgações dos áudios de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro
Confira o valor do dólar e outros indicadores da economia em 12 de maio de 2026, com a TVT News.
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O que interefere no valor do dólar
A entrada de investimento estrangeiro, comprovada pela alta do Ibovespa, é apontada como uma das razões para a queda do dólar.
Analistas avaliam que o país se beneficia com a valorização de commodities, especialmente o petróleo, o que melhora a balança comercial e atrai investimentos para empresas do setor energético.
Outro fator que sustenta a queda do dólar é o diferencial de juros. Mesmo com expectativa de cortes, o Brasil ainda oferece taxas elevadas, o que continua atraindo capital estrangeiro.
As projeções indicam que a moeda pode seguir em queda, caso se mantenham fatores como o fluxo estrangeiro, a estabilidade internacional e o enfraquecimento global do dólar.

Notícias do dia com o Jornal TVT News Segunda Edição | 13-05-2026
Acompanhe o Jornal TVT News Segunda Edição desta quarta-feira, 13 de maio de 2026. Veja quais são as notícias do dia com a equipe do jornal TVT News.
O que é notícia neste 13 de maio de 2026 no Jornal TVT News Segunda Edição
- Trump e Xi debatem guerra no Irã, comércio e Taiwan em Pequim
- NYT revela que China vê EUA de Trump como império em declínio
- Lula acaba com taxa das blusinhas de 20% a partir de hoje
- Kassio Nunes assume TSE e defende urnas eletrônicas
- Senado aprova renovação automática da CNH sem infrações
- Chanceleres dos BRICS debatem guerra no Irã em Nova Delhi
- Israel ataca o Líbano mesmo com cessar-fogo em vigor
- Comissão da escala 6×1 faz audiências públicas hoje na Câmara
TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT
O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva. Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.
“O jornal TVT News Segunda Edição comenta o que foi notícia no dia, traz serviços de utilidade pública, entrevistas com analistas da política, da cultura e da economia e repercute os fatos que estão em alta nas redes sociais”, conta o apresentador Don Ernesto.
O jornal TVT News Segunda Edição pode ser acompanhado na TV aberta digital, canal 44.1 na capital paulista e grande São Paulo, pelo YouTube da TVT: https://www.youtube.com/@redetvt com cortes nas redes sociais da TVT News (Instagram, Tik Tok, Kawai, Facebook e Linkedin).
“Esta é a segunda estreia da TVT News no mês de abril. Com os dois telejornais, pela manhã e pela tarde, a TVT está ainda mais próxima do público e dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, conta o presidente da TVT, Maurício Junior.
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.

Veja também: as notícias mais lidas da TVT News
Veja quais são as notícias mais lidas do último mês na TVT News
Paulinho da Costa recebe estrela na Calçada da Fama em Hollywood
O percussionista brasileiro Paulinho da Costa entrou oficialmente para a história da música mundial nesta quarta-feira (13), ao receber a 2.844ª estrela da tradicional Calçada da Fama de Hollywood, em Los Angeles. Saiba quem é Paulinho da Costa na TVT News.
O reconhecimento celebra uma trajetória construída nos bastidores da indústria fonográfica internacional, mas presente em algumas das músicas mais conhecidas do planeta. Depois de 55 anos vivendo nos Estados Unidos, o músico carioca consolida o nome como um dos artistas mais gravados da história da música mundial.
A homenagem em Hollywood chega no mesmo ano em que sua trajetória virou tema do documentário The Groove Under the Groove: Os Sons de Paulinho da Costa, lançado pela Netflix em março deste ano.
O filme revisita a caminhada do menino de Irajá, na zona norte do Rio de Janeiro, que transformou a percussão brasileira em linguagem universal dentro dos estúdios de Los Angeles.
Ao longo de mais de cinco décadas, Paulinho participou de cerca de 6.700 gravações, ao lado de 972 artistas, segundo dados apresentados no documentário. Seu toque atravessou o jazz, o pop, o soul, o funk, a música latina e as trilhas sonoras de Hollywood.
Da sofisticação de Quincy Jones ao pop de Michael Jackson, passando por Madonna, Elton John, George Benson e Miles Davis, a assinatura rítmica do brasileiro ajudou a construir parte da sonoridade da música pop contemporânea.
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Com Michael Jackson
Paulinho contou no documentário que conheceu Michael Jackson durante um voo. A partir dali nasceu uma parceria que resultaria em mais de 40 gravações com o artista, incluindo participações em faixas do álbum Thriller, até hoje o disco mais vendido da história.
No filme, o cantor e guitarrista George Benson resume o impacto artístico do percussionista brasileiro ao lembrar da força musical presente em sua execução.
“A fusão das raízes europeias e africanas do Brasil, com esse sorriso no rosto, mas tudo era real, real. Você não mexe com quem trabalha com aquele nível de convicção”, afirma o músico.
A influência de Paulinho, porém, vai além da técnica. Entre músicos brasileiros, ele é visto como um dos maiores responsáveis por levar a identidade percussiva afro-brasileira ao centro da música internacional.
Paulinho da Costa poses with the Brazilian flag during his Hollywood Walk of Fame ceremony. pic.twitter.com/Ew9zAwcI0g
— Variety (@Variety) May 13, 2026
Para o baterista, percussionista e educador musical Rodrigo Scofield, Paulinho se tornou uma referência incontornável para gerações de instrumentistas.
“Paulinho da Costa é um grande mestre para todos nós, referência total, principalmente por ser talvez o brasileiro que mais tenha gravado músicas que se tornaram sucessos mundiais, levando o sotaque percussivo afro-brasileiro para o mundo”, afirma Scofield.
“Sua humildade, talento e versatilidade transitando entre gravações de álbuns, trilhas para cinema e shows de artistas internacionais nos palcos iluminaram e seguem iluminando os caminhos para nós, que seguimos nessa jornada do tambor. Com Paulinho da Costa nossa cultura e identidade são valorizadas e, acima de tudo, o respeito e a reverência ao protagonismo do tambor são inequívocos e fundamentais”, completa.
Cinema
Discreto fora dos holofotes, Paulinho construiu uma carreira rara em Hollywood. Sua percussão aparece em trilhas de filmes como The Color Purple, Dirty Dancing, Jurassic Park e Mission: Impossible. Nos palcos, acompanhou artistas em apresentações no Wembley Stadium, no Kennedy Center e no Montreux Jazz Festival.
Seu trabalho também reverbera na música contemporânea por meio de samples, efeitos sonoros, e releituras utilizados por artistas como Beyoncé, Rihanna e Kanye West.
A estrela na Calçada da Fama representa, para muitos músicos, um reconhecimento tardio a um artista que durante décadas permaneceu conhecido sobretudo entre profissionais da indústria musical, reverenciado como “o mestre do groove”, “o homem da batida perfeita” ou simplesmente um dos percussionistas mais respeitados do mundo.
Com Agência Brasil
Mais de 2,8 milhões de empregos formais foram criados em 2025 durante governo Lula
Emprego formal cresceu 5% durante o ano de 2025, no governo Lula. De acordo com os dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), divulgados nesta quarta-feira (13) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o estoque de vínculos ativos no país alcançou a marca de 59.970.945 postos de trabalho. Em comparação com 2024, ocorreu a criação de 2.838.789 novos empregos formais no período. Leia em TVT News.
O mercado de trabalho brasileiro apresentou um desempenho positivo ao longo de 2025, com a expansão das vagas e o fortalecimento do emprego formal.
Os indicadores foram detalhados pelo ministro Luiz Marinho, em Brasília, que ressaltou a trajetória de crescimento do setor público e privado. Além do aumento no número de trabalhadores, o volume de estabelecimentos em atividade também subiu, passando de 4,7 milhões para 4,8 milhões, uma variação positiva de 2,1%.
Distribuição dos novos empregos formais
A análise detalhada da RAIS 2025 revela que as empresas do setor privado continuam sendo as principais empregadoras do país. Com 40.071.636 postos ocupados, a iniciativa privada detém 66,8% do estoque total de empregos formais. O setor público aparece na sequência, sendo responsável por 14.125.683 vínculos, o equivalente a 23,6% do mercado nacional.
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Outras modalidades de contratação também compõem o cenário:
- Organizações sem fins lucrativos: 3.959.493 vínculos (6,6%).
- Pessoas físicas e outras organizações: 374.420 vínculos (0,6%).
O ministro Luiz Marinho enfatizou a importância do crescimento do regime celetista, que registrou um acréscimo de 5 milhões de vínculos. Segundo o gestor, desde 2023, o Brasil gerou mais de 7,8 milhões de vagas com carteira assinada, impulsionadas também pela realização de novos concursos públicos nas esferas federal, estadual e municipal.
Veja quais serviços cresceram
Todos os grandes grupamentos econômicos registraram saldo positivo em 2025. No entanto, o setor de Serviços se consolidou como o principal motor da geração de empregos, com um avanço de 7,2% e a adição de 2.411.696 vínculos. Este setor detém o maior estoque acumulado do país, com mais de 35,6 milhões de postos ativos.
Dentro do segmento de Serviços, a Administração Pública teve a expansão mais expressiva, crescendo 15,2% (1.483.555 novos vínculos). Esse movimento foi puxado principalmente pelas prefeituras, que somaram 1.182.629 novos postos, e pelos governos estaduais, com 408.018 vínculos adicionais. Outras áreas fundamentais de atendimento ao cidadão também cresceram: a Educação avançou 6,2% e a Saúde Humana teve alta de 4,2%.
Serviços lideram geração de empregos no Brasil
Todos os grandes setores da economia registraram saldo positivo, com destaque para Serviços.
Serviços puxam crescimento do emprego
O setor concentrou a maior expansão do emprego formal em 2025.
+2,4 milhões de vagas criadas
35,6 milhões de postos ativos
Administração Pública teve maior expansão
O segmento registrou alta de +15,2% e adicionou +1.483.555 vínculos em 2025.
Desempenho Regional e destaques estaduais
O crescimento de empregos formais ocorreu de forma descentralizada, com forte aceleração nas regiões Norte e Nordeste, que registraram, cada uma, alta de 10,1%. O Nordeste foi responsável pela criação de 1.076.603 postos, enquanto o Norte adicionou 354.753 vagas.
A região Centro-Oeste apresentou crescimento de 5,7%, seguida pelo Sudeste e pelo Sul, ambos com 2,9% de aumento. Apesar do ritmo de crescimento mais acelerado no Norte e Nordeste, o Sudeste permanece como o polo com maior concentração de trabalhadores, abrigando 47,4% de todos os empregos formais do Brasil.
Em termos relativos, os estados que mais expandiram suas bases de emprego foram o Amapá (20,5%), Piauí (13,2%), Alagoas (13%) e Paraíba (12,9%). Já em números absolutos, São Paulo liderou com 357.493 novas vagas, seguido pela Bahia, que gerou 266.035 postos de trabalho.
Norte e Nordeste lideram expansão do emprego formal
O crescimento do emprego ocorreu de forma descentralizada, com aceleração mais forte nas regiões Norte e Nordeste.
+10,1%
+354.753 vagas formais
+10,1%
+1.076.603 postos criados
Crescimento por região
Norte
+10,1%354.753 novas vagas formais
Nordeste
+10,1%1.076.603 novos postos
Centro-Oeste
+5,7%Sudeste
+2,9%Sul
+2,9%Sudeste concentra quase metade dos empregos do país
dos empregos formais do Brasil estão na região Sudeste.
Estados com maior crescimento relativo
Amapá
maior expansão proporcional do país
Piauí
forte avanço do emprego formal
Alagoas
crescimento acima da média nacional
Paraíba
entre os maiores crescimentos do país
Maiores saldos absolutos
São Paulo
+357.493 novas vagas
Bahia
+266.035 postos de trabalho
Estabilidade nos vínculos não típicos
A RAIS 2025 também monitorou os chamados vínculos não típicos entre os trabalhadores celetistas, que representaram 10,68% do total de contratos. O índice demonstra estabilidade frente aos 10,75% registrados no ano anterior. A maior parte desses vínculos está concentrada em trabalhadores com jornada igual ou inferior a 30 horas semanais e naqueles vinculados a empregadores pessoa física.
O balanço final apresentado pelo Ministério do Trabalho indica um cenário de fortalecimento da cidadania através do acesso ao trabalho formal, com destaque para a retomada das contratações públicas e a resiliência do setor produtivo frente aos desafios econômicos.
Fim da escala 6×1 é possível: tire suas dúvidas sobre o tema
É possível acabar com a escala 6×1? O que é a escala 6×1? A TVT News tira suas dúvidas sobre o tema que está tomando conta do Brasil.
O que é o fim da escala 6×1?
O debate sobre o fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para folgar apenas um — está no centro da discussão nacional.
A proposta é uma bandeira histórica da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais, que apontam ganhos concretos:
- Melhoria na qualidade de vida
- Redução do adoecimento e do absenteísmo
- Aumento da produtividade
- Estímulo ao consumo
- Possível geração de novos empregos
Levantamento da Nexus, Pesquisa e Inteligência de Dados, mostra que 73% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6×1, desde que não haja redução salarial. Ou seja: a sociedade entende que trabalhar para viver é diferente de viver para trabalhar.
Quais os impactos do fim da escala 6×1?
De acordo com nota técnica do Institto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), o impacto econômico do fima da escala 6×1 é mínimo:
- Na indústria e no comércio, o custo operacional adicional seria inferior a 1%.
- A redução da jornada para 40 horas semanais elevaria o custo do trabalho celetista em média 7,84%, mas, considerando o peso da mão de obra no custo total dos setores, o impacto se dilui.
- Mesmo em setores com alta dependência de mão de obra, como vigilância e limpeza, o impacto é administrável e pode ser enfrentado com políticas de transição.
O próprio Ipea destaca que aumento de custo do trabalho não significa automaticamente queda na produção ou aumento do desemprego.
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Um estudo do Dieese, encomendado pela Contraf-CUT, aponta que a implementação da jornada de quatro dias, entre os bancários que hoje realizam a jornada média de 37 horas semanais, teria o potencial de criar mais de 108 mil vagas no setor, ou 25% do total de vagas que existem atualmente.
“O fim da escala 6×1 pode gerar mais empregos e garantir ao trabalhador tempo para estudar, cuidar da saúde e ter lazer”, afirmou o secretário-geral da CUT, Renato Zulato
Para ele, reduzir jornadas exaustivas é uma medida concreta para abrir vagas e permitir que trabalhadores tenham tempo para qualificação e convivência familiar. “Não se trata apenas de tecnologia, mas de qualidade de vida”, afirmou, ao defender mudanças estruturais.

Já um estudo divulgado em 2024 pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) apontou que a Inteligência Artificial (IA) afetará 60% dos empregos em todo o mundo: metade de forma positiva e metade de forma negativa, ou seja, eliminando a participação humana em vários setores.
Renato Zulato também alertou para os impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho. Segundo ele, a transformação digital já altera rotinas produtivas e pode ampliar desigualdades se não houver políticas públicas de qualificação.
“Estamos vivendo a era da inteligência artificial. Se não houver reflexão e políticas de inclusão, parte da população será excluída dos novos processos produtivos e sociais”, disse o secretário geral da CUT.
É possível acabar com a escala 6×1?
Pesquisa da Unicamp corrobora visão do governo Lula, que defende modernização das relações de trabalho como parte da agenda de desenvolvimento social e econômico.
Fim da escala 6×1: estudo aponta que redução da jornada pode gerar 4,5 milhões de empregos
Um levantamento da economista Marilane Teixeira, pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mostra que a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 36 horas, com o fim da escala 6×1, tem potencial de gerar até 4,5 milhões de novos empregos no Brasil e elevar em cerca de 4% os níveis de produtividade no país. Saiba mais na TVT News.
O estudo faz parte do Dossiê 6×1, documento elaborado por 63 autores — entre professores, pesquisadores, auditores fiscais do Trabalho e representantes sindicais — que reúne 37 artigos sobre os impactos econômicos e sociais da medida.
A conclusão central do dossiê é direta: o Brasil está pronto para trabalhar menos. O diagnóstico contraria projeções pessimistas do mercado e derruba o argumento de que a mudança poderia provocar queda no PIB ou agravar a insolvência das empresas.
“Não vai ser agora, com avanços tecnológicos, num contexto de pleno emprego, com crescimento econômico e o nível de tecnologia que temos, que não vai ser possível no Brasil reduzir para 40 horas”, afirma Marilane Teixeira.

O que os dados mostram sobre o fim da escala 6×1
Com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE, o dossiê revela que aproximadamente 21 milhões de trabalhadores brasileiros cumprem jornada superior às 44 horas previstas na CLT. Outros 76,3% das pessoas ocupadas no país trabalham mais de 40 horas por semana — o que derruba a narrativa de que o brasileiro trabalha pouco.
A pesquisadora também chama atenção para os custos humanos da sobrecarga: em 2024, o Brasil registrou meio milhão de afastamentos por doenças psicossociais decorrentes de condições desfavoráveis no trabalho — apenas no emprego formal.
A redução da jornada atingiria diretamente 76 milhões de trabalhadores caso a escala 4×3 seja adotada, e beneficiaria cerca de 45 milhões na hipótese de migração para a jornada de 40 horas semanais em escala 5×2.
Ipea diz que é possível acabar com a escala 6×1
O estudo da Unicamp se soma a outras análises que sustentam tecnicamente a posição do governo. Uma nota técnica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), publicada em fevereiro de 2026, concluiu que os custos da redução da jornada para 40 horas seriam comparáveis aos de reajustes históricos do salário mínimo — medidas que não geraram desemprego. Nos grandes setores empregadores, como indústria e comércio, o impacto no custo operacional seria inferior a 1%.

Pesquisa Sebrae diz que 51% dos empreendedores não preveem impacto com fim da 6×1
O estudo do Sebrae revela que 51% dos proprietários de micro e pequenas empresas, além de microempreendedores individuais (MEI), acreditam que fim da escala 6×1 não afetará seus negócios. Já 11% acreditam que a medida impactará positivamente seus negócios.
De acordo com a 12ª edição da Pesquisa Pulso dos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae, cresceu o número de empreendedores que avaliam que o fim da escala 6×1 não trará impactos negativos para o funcionamento de suas empresas.

Este índice demonstra um avanço em relação ao levantamento anterior, feito em 2024, quando 47% dos entrevistados compartilhavam dessa visão. O levantamento atual foi realizado entre os dias 19 de fevereiro e 18 de março de 2026, contando com a participação de 8.273 respondentes de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal.
Menos empreendedores enxergam proposta de forma negativa
A pesquisa também aponta uma redução na resistência à proposta.
O grupo de empreendedores que visualiza um impacto negativo na mudança recuou de 32% em 2024 para 27% em 2026. Em contrapartida, a parcela que acredita em benefícios reais com o fim da escala 6×1 subiu de 9% para 11%.
Perfil de empreendedores
Dentro dos segmentos específicos de atuação, a Economia Criativa lidera a percepção de ganhos com a nova jornada, com 24% de respostas positivas. Na sequência, aparecem os setores de Logística e Transporte (17%) e a Indústria Alimentícia (16%). Outros ramos como academias, beleza e agronegócio também figuram entre os que não preveem prejuízos em suas atividades operacionais.
Quando a escala 6×1 vai acabar?
A PEC 148/2015, sobre o fim da escala 6×1, foi aprovada no dia 10 de dezembro do ano passado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, mas ainda precisa passar por duas votações no plenário do Senado e duas na Câmara, com voto favorável de, pelo menos, 49 senadores e 308 deputados.
Se aprovada, o fim da escala 6×1 ocorrerá de forma gradual. No primeiro ano, serão mantidas as regras atuais. No ano seguinte, o número de descansos semanais subirá de um para dois. Atualmente, a jornada máxima semanal de trabalho é de 44 horas mas, a partir de 2027, poderá cair para 40 horas.
O teto final será de 36 horas por semana de 2031 em diante. Anteriormente, o que se previa era que os empregadores não poderiam reduzir a remuneração dos trabalhadores para compensar o novo tempo de descanso. Esse ponto deverá ser votado pelo Congresso Nacional.
Motta defende jornada de 40h e quer votar PL do Governo Lula do fim da escala 6×1
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou em 13 de maio, um acordo com representantes do governo federal para avançar nas propostas que reduzem a jornada semanal de trabalho no país e colocam fim à escala 6×1.
Pelo entendimento fechado entre Câmara e Palácio do Planalto, a nova regra geral deverá estabelecer jornada máxima de 40 horas semanais, dois dias de descanso e manutenção integral dos salários.
Após o encontro, Motta afirmou que há convergência para aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com regras centrais do fim da escala 6×1 e, paralelamente, votar o Projeto de Lei enviado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para detalhar a aplicação prática das novas normas.
Segundo o presidente da Câmara, a PEC deverá assegurar a redução da jornada de 44 horas para 40 horas semanais, com dois dias de descanso e sem corte salarial. Também deverá reforçar o papel das convenções coletivas, permitindo que categorias econômicas negociem particularidades de seus setores.
“A mudança representa mais qualidade de vida para milhões de famílias brasileiras e o fortalecimento das relações de trabalho”, declarou Motta em manifestação pública após o acordo.
Em fevereiro, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, em suas redes sociais, que a abertura de um “debate amplo” sobre o fim da escala 6×1, que tem gerado intensas discussões entre trabalhadores, empregadores e representantes sindicais. “Vamos ouvir todos os setores com equilíbrio e responsabilidade para entregar a melhor lei para os brasileiros”, escreveu o presidente da Câmara, enfatizando a importância de amadurecer a proposta antes da votação.

Governo avança na discussão do fim da escala 6×1
A mudança na jornada de trabalho é uma das prioridades do governo para 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sido enfático ao defender a reforma, associando-a diretamente às transformações tecnológicas das últimas décadas.
“Com os avanços tecnológicos que o Brasil teve, acha que é necessário as pessoas trabalharem na mesma jornada que trabalhavam há 40 anos?”, questionou o presidente, em entrevista no início do mês. “Um jovem, uma menina, não quer mais se levantar às 5h da manhã e ficar até 6h da noite dentro de uma fábrica pegando ônibus lotado. Com o avanço tecnológico, a produção aumentou muito.”
Para Lula, o debate exige diálogo amplo e transparente. “Essa não é uma tarefa só do governo. O governo tem que estabelecer uma discussão com o Congresso, com o empresariado e com os trabalhadores e fazer aquilo que é possível. O dado concreto é que está na hora de a gente fazer uma mudança na jornada para que o povo tenha mais tempo de estudar, de pensar”, afirmou.
Acabar com a escala 6×1 é prioridade do governo, afirma Boulos
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, voltou a afirmar que acabar com a escala 6×1 é uma das principais prioridades do governo federal este ano.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, tem liderado o diálogo com o Congresso e garantiu, em janeiro, que há avanços concretos nas negociações para votação ainda no primeiro semestre do ano.
“A proposta que estamos construindo, defendida pelo presidente Lula e pelo nosso governo, é de, no máximo, 5×2, 40 horas semanais, sem redução de salário. Esta é a proposta que está sendo desenhada para todos os setores da economia no Brasil, por uma questão de dignidade dos trabalhadores”, disse Boulos.
O ministro também apresentou evidências internacionais: a Islândia, ao reduzir sua jornada para 35 horas em 2023, registrou crescimento econômico de 5% e aumento de 1,5% na produtividade do trabalho. No Japão, um programa da Microsoft com escala 4×3 elevou em 40% a produtividade individual dos funcionários. No Brasil, pesquisa da FGV com 19 empresas que reduziram a jornada mostrou que 72% delas registraram aumento de receita.
O Brasil reduziu a jornada de trabalho na Constituição de 1988
A última vez que o Brasil reduziu a jornada legal foi na Constituição de 1988, quando o limite caiu de 48 para 44 horas semanais — mudança implementada em plena “década perdida”, com a economia em recessão, inflação alta e desemprego elevado. “Mesmo assim, as empresas não quebraram, nem se gerou desemprego”, afirma Marilane Teixeira.

A escala 6×1 vai acabar, afirma a deputada Erika Hilton
Nos últimos dias, partidos de direita e grandes empresários estão atacando a proposta do fim da escala 6×1. A deputada federal Erika Hilton declarou nas redes sociais que “essas pessoas vão falhar e o fim dessa exploração vai se tornar realidade”.
Durante sessão na Câmara dos Deputados, Erika Hilton falou diretamente para os trabalhadores que estão na escala 6×1.
“Quero me dirigir aos trabalhadores do Brasil. Quero falar com aqueles que acompanham a gente pela TV Câmara ou que depois assistirão esses conteúdos: trabalhadores de shopping, trabalhadores da farmácia, trabalhadores de supermercados, trabalhadores de bares e todos os trabalhadores que ainda estão na escala 6×1”
Erika diz que as pessoas perguntam para ela quando vai acabar a escala 6×1, que, segundo ela, é um massacre dos trabalhadores.
“Ao rodar este Brasil nos abordam nas lojas, nos abordam nos aeroportos, nos abordam no comércio perguntando: ‘Deputada Erika, quando é que essa escala vai acabar?’ Nós estamos criando um cordão e essa escala vai acabar. Nós iremos fazer com que o Congresso Nacional, a Câmara dos Deputados, consiga compreender que é inadmissível que o trabalhador brasileiro continue a ser massacrado na escala 6×1
Quem defende família e religiosidade deveria defender o fim da escala 6×1, afirma Erika Hilton
Erika Hilton critica parlamentares que são conta o fim a escala 6×1, mas pregam a defesa da família e da religiosidade.
“Dizem muito sobre como o trabalho dignifica. Mas será mesmo que um trabalho que você não tem tempo de descanso, que um trabalho que você não tem tempo com a sua família, que um trabalho que você recebe uma remuneração que no fim do mês mal dá para pagar suas contas, pode estar atrelado ao debate da dignidade?
“Há aqueles que são contra a redução da jornada de trabalho, contra o fim da escala 6×1, defendem família, defendem a religião. Mas quando a gente vai pras ruas, para as manifestações, o que mais nós escutamos são mulheres, em sua grande maioria mães, que dizem: ‘Deputada, eu não vi meu filho crescer. Deputada, eu não consigo frequentar uma reunião da escola. Deputada, eu não tenho tempo para conviver com a minha família’ “, relata Erika.
A deputada pergunta: “que defesa de fé, que defesa de família é essa a qual nós ainda estamos aprisionando e obrigando o trabalhador brasileiro a manter numa escala desumana, sem dignidade?”
Para esses trabalhadores, a deputada traz esperança. “Trabalharemos noite e dia de maneira incansável até que todos os trabalhadores do território nacional tenham direito ao descanso, tenham direito ao convívio com a sua família, tenham direito à religiosidade. As pessoas não têm direito à religiosidade”, afrma Erika.

Fim da escala 6×1 exige mobilização nas ruas, diz Moisés Selerges
A reação do setor empresarial contra o fim da escala 6×1 e a adoção do modelo 4×3 sem redução salarial ganhou novo capítulo nos últimos dias. Após reportagem da Folha de S.Paulo afirmar que o brasileiro trabalha menos que a média mundial, o vereador Rick Azevedo classificou a abordagem como “rasa e irresponsável”, acusando o jornal de ignorar informalidade, horas extras não pagas e longos deslocamentos. Leia em TVT News.
Para comentar a ofensiva patronal e o debate no Congresso, o Jornal TVT News Primeira Edição entrevistou Moisés Selerges, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Em tom direto, Selerges afirmou que a resistência à redução da jornada revela a permanência de uma cultura elitista no país. “Um país que teve mais de 300 anos de escravidão não dá valor ao trabalho. Sempre há resistência da elite contra projetos que beneficiem os trabalhadores, seja jornada, remuneração ou condições de trabalho”, declarou.
Para o dirigente sindical, a manchete que compara horas trabalhadas entre países desconsidera a realidade concreta da classe trabalhadora brasileira. “Pega número cru e ignora informalidade, hora extra não paga, jornada estendida, três horas de transporte por dia. Isso não é debate sério”, criticou, ecoando a avaliação de Rick Azevedo.
Selerges também rebateu a narrativa de que a redução da jornada levaria empresas à falência. Ele lembrou que a última redução ocorreu na Constituição de 1988 e que, de lá para cá, houve avanços tecnológicos e ganhos de produtividade. “Os países desenvolvidos têm jornadas menores e não deixaram de ser desenvolvidos por isso. Na Alemanha, por exemplo, são 36 horas semanais e não teve empresa quebrando”, afirmou.
Segundo ele, a produtividade é responsabilidade do empresariado. “Patrão tem que investir em equipamento, financiar estudo, dar melhores condições. O trabalhador já acorda de madrugada, pega ônibus lotado, enfrenta patrão mal-educado e muitas vezes sai do emprego formal para dirigir aplicativo à noite”, disse, ressaltando ainda a sobrecarga das mulheres, que acumulam trabalho remunerado e cuidados domésticos.
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Flávio Bolsonaro pediu dinheiro a Vorcaro para financiar filme do pai, revela The Intercept
Reportagem publicada pelo The Intercept Brasil afirma que o senador Flávio Bolsonaro pediu recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, produção biográfica sobre Jair Bolsonaro. Segundo a apuração, mensagens privadas, comprovantes bancários e cronogramas de pagamento indicam uma negociação de US$ 24 milhões — valor que equivalia, à época, a cerca de R$ 134 milhões. Saiba mais na TVT News.
Ouça o áudio de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Daniel Vorcaro
Flavio Bolsonaro chama Vorcaro de irmão e pede “apoio em momento difícil”, afirma reportagem do The Intercept
De acordo com o jornal The Intercept, ao menos US$ 10,6 milhões, aproximadamente R$ 61 milhões conforme a cotação do período, teriam sido transferidos entre fevereiro e maio de 2025 em seis operações destinadas ao projeto cinematográfico ligado à família Bolsonaro. Os documentos reunidos pelo site indicariam ainda cobranças por parcelas atrasadas e preocupação com a continuidade da produção.

Entre os materiais divulgados está uma mensagem enviada por Flávio Bolsonaro a Vorcaro em 16 de novembro de 2025. No texto, o senador afirma: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz!”


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Também veio a público um áudio em que o parlamentar relata dificuldades financeiras do filme e pede uma posição do banqueiro sobre novos repasses. Na gravação, Flávio afirma que o projeto estaria em momento decisivo e cita risco de inadimplência com integrantes internacionais da produção.

Segundo a transcrição divulgada, o senador diz que seria “muito ruim” deixar de honrar compromissos com nomes do cinema norte-americano e menciona temor de perder atores, diretor e equipe caso os pagamentos não fossem regularizados. No áudio, ele sustenta que o longa teria potencial político positivo para o grupo bolsonarista.
Intermediação política
Ainda conforme a reportagem, o envolvimento de Vorcaro teria sido negociado diretamente por Flávio Bolsonaro, com participação de outros aliados políticos. Entre os citados estão Eduardo Bolsonaro e Mario Frias, ex-secretário especial de Cultura no governo Bolsonaro.
O material divulgado reforça a existência de uma relação próxima entre integrantes do clã Bolsonaro e o banqueiro, apesar de declarações públicas anteriores em sentido contrário. Em março deste ano, Flávio afirmou à imprensa que não havia “nenhuma vinculação” entre a família e recursos associados a Vorcaro.
Na ocasião, também declarou que “essa conta do Banco Master está longe de chegar perto da direita”, tentando afastar conexões políticas com o empresário.
O que dizem os citados
Negativa de Flávio Bolsonaro
Questionado presencialmente pelo The Intercept Brasil nesta quarta-feira (13), nas proximidades do Supremo Tribunal Federal, Flávio Bolsonaro negou as informações. Segundo o site, o senador respondeu: “De onde você tirou essa informação? É mentira”. Em seguida, teria rido e deixado o local.
A reportagem informa ainda que o parlamentar havia sido procurado previamente por telefone, WhatsApp e e-mail, sem responder até a publicação. A defesa de Daniel Vorcaro também teria sido acionada, assim como Eduardo Bolsonaro e Mario Frias, mas não houve manifestação inicial. O espaço segue aberto para posicionamentos, de acordo com o The Intercept.

Flávio Bolsonaro admite conversa com Vorcaro: filho pedindo dinheiro para filme do pai
Em nota, o senador Flávio Bolsonaro admitiu ter buscado o banqueiro Daniel Vorcaro para patrocinar o filme de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Após reunião de emergência da pré-campanha, o filho 01 de Bolsonaro dise que “a instalação de uma CPI do Banco Master é mais fundamental do que nunca para “separar os inocentes dos bandidos”.
O filho de Bolsonaro alega que a relação com Vorcaro ocorreu “exclusivamente no contexto da busca de patrocínio privado para o filme Dark Horse“.
Flávio Bolsonaro disse que pedido de dinheiro foi um pedido para ajudar no filme do pai. “O que aconteceu foi um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de Lei Rouanet”, afirmou.
O pedido de dinheiro ocorreu em novembro do ano passado.
Prisão e crise do Banco Master
Vorcaro foi preso pela Polícia Federal no âmbito da terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de crimes financeiros, corrupção, lavagem de dinheiro, violação de sigilo funcional e organização criminosa.
Investigações apontam que o esquema ligado ao banqueiro pode ter provocado prejuízo bilionário ao Fundo Garantidor de Crédito. Estimativas citadas no processo indicam rombo superior a R$ 50 bilhões. O caso tramita no STF após surgirem indícios de envolvimento de autoridades com foro privilegiado.
Segundo decisões judiciais já divulgadas, investigadores também apuram a existência de uma estrutura paralela voltada ao monitoramento e intimidação de adversários, incluindo jornalistas e ex-funcionários.
Impacto político
A revelação amplia o desgaste do entorno bolsonarista ao associar a produção de um filme sobre Jair Bolsonaro a recursos supostamente oriundos de um banqueiro investigado por uma das maiores fraudes financeiras já apuradas no país. Também reacende questionamentos sobre financiamento político indireto, uso de influência e relações entre agentes públicos e grupos econômicos.

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