Agora
Da Redação
Fundação Perseu Abramo abre inscrições para curso gratuito sobre segurança cidadã e democracia
A Fundação Perseu Abramo, centro de estudos e formação política vinculado ao Partido dos Trabalhadores (PT), anunciou a abertura de inscrições para a sua nova atividade formativa: o curso “Segurança, cidadania e democracia”. Leia em TVT News.
A iniciativa busca qualificar o debate sobre políticas públicas voltadas ao setor, oferecendo ferramentas para que dirigentes, filiados, militantes e simpatizantes possam refletir sobre o enfrentamento da violência e a construção de uma sociedade mais protegida.
As aulas serão totalmente a distância e têm início programado para o dia 7 de maio de 2026. Com caráter gratuito, a formação visa democratizar o acesso ao conhecimento técnico e político acumulado por especialistas e gestores da área. A estruturação do conteúdo foca na superação de modelos repressivos, priorizando a participação social e o uso de metodologias científicas para a gestão da segurança pública no Brasil.
Eixos temáticos e estrutura institucional

O conteúdo programático do curso foi organizado em torno de cinco eixos fundamentais que buscam oferecer uma visão sistêmica sobre a realidade brasileira:
- Participação social: Estratégias para incluir a comunidade no planejamento e na fiscalização das ações de segurança.
- Técnicas e metodologias científicas: O uso de dados e evidências para a elaboração de diagnósticos precisos sobre a criminalidade.
- Estrutura institucional: Um panorama de como as forças de segurança e os órgãos de controle estão organizados no país.
- Programas e projetos exitosos: Análise de experiências práticas que obtiveram resultados positivos na redução da violência em diferentes contextos.
- Políticas de segurança cidadã: Bases para a criação de um modelo que integre direitos humanos e proteção pública.
Segundo o presidente interino da Fundação Perseu Abramo, Brenno Almeida, o curso aproveita experiências acumuladas pela instituição e ações bem-sucedidas realizadas no Brasil para estimular reflexões aprofundadas sobre a realidade atual. O objetivo é instrumentalizar os participantes para que possam propor alternativas viáveis e democráticas para o setor.
AS INSCRIÇÕES PODEM SER FEITAS AQUI
Corpo docente e especialistas convidados
A curadoria da formação está sob a responsabilidade de Jorge Branco, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). O corpo de palestrantes reúne especialistas de diversas áreas, garantindo uma abordagem multidisciplinar sobre o tema.
Entre os palestrantes confirmados estão Christiane Russomano Freire, professora da Universidade Católica de Pelotas com pós-doutorado em Ciências Sociais; Alberto Kopittke, consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e ex-secretário de Segurança Pública de Canoas (RS); Benedito Mariano, sociólogo e coordenador do Núcleo de Segurança Pública na Democracia do Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa (IREE); e o jornalista e pesquisador Bruno Paes Manso.
Histórico de atuação na segurança pública
Esta formação em 2026 dá continuidade a uma série de ações que a Fundação Perseu Abramo tem desenvolvido nos últimos anos para pautar o debate sobre segurança dentro dos movimentos sociais e das instâncias partidárias. Em 2025, a entidade já havia lançado a cartilha intitulada “Brasil seguro, família protegida”, que apresentou pontos de reflexão sobre o tema, além de organizar o seminário “O PT e a segurança pública”.
A realização deste curso a distância permite que a formação atinja militantes em todas as regiões do país, fortalecendo a rede de discussão sobre segurança pública em âmbito nacional. A Fundação reforça que o acesso ao conhecimento é um passo necessário para a formulação de políticas que garantam a paz social com respeito aos direitos civis.
Informações
– Curso “Segurança, cidadania e democracia”
– Quando: de 7/5 a 15/8
– Organização: Fundação Perseu Abramo
– Inscrições: https://fundacaoperseu180296.rm.cloudtotvs.com.br/FrameHTML/Web/App/Edu/PortalProcessoSeletivo/?c=1&f=1&ps=37&ai=39#/es/inscricoeswizard/dados-basicos
Começa a valer Plano Nacional do Livro e da Leitura 2026-2036
Começam a valer nesta quarta-feira (29) novas metas de incentivo à leitura em todo o país. Pelos próximos dez anos, o Plano Nacional do Livro e Leitura 2026-2036 pretende ampliar o número de bibliotecas e facilitar o acesso da população a livros. Leia em TVT News.
O documento, publicado no Diário Oficial da União, serve de instrumento para que estados, municípios e sociedade civil conheçam e implantem os novos normativos de gestão cultural aprovados desde 2023, como o Sistema Nacional de Cultura, o Programa Escola em Tempo Integral e o Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares.
A base do plano do governo Lula é a compreensão de que a leitura e a escrita são instrumentos indispensáveis ao desenvolvimento das capacidades individuais e coletivas, de acordo com os princípios a seguir:

- compreensão do livro como economia, da leitura como cidadania e da literatura como valor simbólico criativo;
- valorização da leitura como ato criativo de construção de sentidos;
- promoção do direito à literatura;
- desenvolvimento da escrita criativa e literária;
- garantia de acesso ao livro e a outros materiais de leitura.
>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp
Página exclusiva do Plano Nacional do Livro e da Leitura
O Ministério da Cultura lançou no dia 23 deste mês a nova página do Plano Nacional do Livro e Leitura. A navegação foi organizada em áreas temáticas que facilitam o acesso aos conteúdos. Entre os destaques estão as seções Políticas e Programas, Legislação, Guias e Cartilhas.
Após um período de desatualização desde o ciclo anterior (2006–2016), a retomada do Ministério da Cultura, em 2023, recolocou a construção do novo Plano como prioridade. A execução do plano envolve, além do Ministério da Cultura e da Educação, instâncias colegiadas responsáveis por sua governança.
Fonte: Agência Brasil
ASSISTA: Congresso analisa Anistia a criminosos do 8 de janeiro
O Congresso Nacional vota, nesta quinta-feira (30), o veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que altera a dosimetria de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito do 8 de janeiro. A proposta, que ficou conhecida como “PL da Dosimetria”, pode beneficiar ao menos 280 pessoas condenadas pelos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Leia em TVT News.
A análise ocorre em um momento de tensão entre o Poder Executivo e o Legislativo, um dia após o Senado Federal rejeitar a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). Esta foi a primeira rejeição de um nome indicado pela Presidência à Corte desde o ano de 1894.
Impacto nas condenações e o benefício a Jair Bolsonaro
Atualmente, o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por motivos de saúde, mas permanece tecnicamente sob regime fechado devido a uma condenação de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe. De acordo com a Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, a progressão para o regime semiaberto ocorreria apenas em 2033.


No entanto, caso o veto de Lula sobre penas do 8 de janeiro seja derrubado e o projeto vire lei, especialistas apontam que o prazo para a mudança de regime de Bolsonaro pode ser reduzido para um período entre dois e quatro anos. O texto aprovado pelo Congresso impede a soma das penas de dois crimes específicos cometidos nos atos de 8 de janeiro:
- Abolição violenta do Estado Democrático de Direito: pena prevista de 4 a 8 anos.
- Golpe de Estado: pena prevista de 4 a 12 anos.
Pela nova regra proposta, prevaleceria a pena do crime mais grave (golpe de estado), com um acréscimo que varia de um sexto até a metade. O projeto também estabelece uma redução de um a dois terços da punição quando os crimes forem praticados em contexto de multidão, desde que o réu não tenha exercido papel de liderança ou financiado os atos.
Trâmite legislativo e a articulação do Congresso
Para que o veto presidencial seja derrubado, são necessários os votos de 257 deputados e 41 senadores. A tendência observada é favorável à oposição, considerando que a aprovação original da matéria contou com 291 votos na Câmara e 48 no Senado.
Parlamentares da oposição e do chamado “Centrão” articulam uma estratégia para desmembrar o veto. O objetivo é manter a redução de pena especificamente para os crimes contra a democracia, sem estender o benefício a outros delitos, como o feminicídio. Essa manobra visa evitar contradições com a Lei Antifacção, sancionada em março de 2026, que endurece o combate a organizações criminosas e milícias.
>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp
Procedimentos para o recálculo das penas
É importante ressaltar que a possível redução das penas dos condenados pelo 8 de janeiro não será automática. Caso o PL da Dosimetria entre em vigor, caberá ao STF realizar o recálculo das punições de cada réu. Para que isso ocorra, a Corte precisa ser provocada oficialmente pela defesa dos sentenciados, pelo Ministério Público ou por iniciativa de um ministro relator dos casos relacionados à tentativa de golpe.
O veto de Lula foi assinado simbolicamente no dia 8 de janeiro deste ano, marcando dois anos dos atos de vandalismo em Brasília, após o Congresso ter aprovado o texto original em dezembro do ano passado. O imbróglio jurídico atual envolve a sucessão de marcos legais, visto que a Lei Antifacção foi estabelecida após o veto integral do presidente ao projeto de redução de penas.
Com 42 votos contrários, Senado recusa indicação de Jorge Messias ao STF
O Plenário do Senado Federal decidiu, nesta quarta-feira (29), pela rejeição da indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma votação secreta que resultou em uma derrota histórica para o governo, o nome do atual advogado-geral da União recebeu 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção.
Para que Jorge Messias fosse confirmado na Corte, era necessário o apoio de, no mínimo, 41 dos 81 senadores, o que representa a maioria absoluta da Casa. Com este resultado, a mensagem presidencial com a indicação será arquivada. Esta é a primeira vez, desde o ano de 1894, que o Senado Federal rejeita formalmente um nome indicado pela Presidência da República para ocupar uma cadeira no STF.
Celso de Mello diz que Senado cometeu grave equívoco institucional
Em derrota história, o nome de Messias foi recusado para ocupar o cargo de Ministro pelo STF. Em articulação comandada por Alcolumbre, Senado teve 47 votos desfavoráveis a posse do Advogado Geral da União. O ex ministro do Supremo, Celo de Mello, criticou a decisão. Leia em TVT News.
O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello afirmou nesta quarta-feira (29) que o Senado cometeu um “grave equívoco institucional” ao rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma ocupar uma vaga na Corte.

Em nota à imprensa, Celso de Mello, que ficou no tribunal entre 1989 e 2020, classificou a votação como injustificável e disse que o entendimento não está de acordo com a trajetória profissional do advogado-geral.
“Trata-se de grave equívoco institucional, pois o Dr. Jorge Messias reúne, de modo pleno, os requisitos que a Constituição da República exige para a legítima investidura no cargo de ministro da Suprema Corte”, disse Mello.

O ministro aposentado também ressaltou que não há causa legitima para o Senado rejeitar a indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Suprema Corte.
“Considero profundamente infeliz a decisão do Senado Federal. Perdeu-se a oportunidade de incorporar ao Supremo Tribunal Federal um jurista sério, preparado, experiente e comprometido com os valores superiores do Estado Democrático de Direito”, completou.
Fonte: André Richter – Repórter da Agência Brasil
Confira a cotação do dólar em 30 de abril
Confira do valor do dólar e outros indicadores da economia nesta super quinta-feira, 30 de abril, com a TVT News.
Dólar hoje
Confira a cotação do dólar hoje
Mercado financeiro em tempo real
Confira os números da economia brasileira
- Índice Bovespa
- Cotação do dólar
- Preço do Petróleo Brent
- Cotação do Euro
📊 Economia ao vivo
Confira a cotação do dolár e de outras moedas internacionais (euro e peso argentino)
Cotação atualizada do dólar, euro e peso argentino em comparação ao Real.
>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp
O que interfere no valor do dólar?

Os últimos desdobramentos do conflito no Oriente Médio estão afetando os mercados brasileiros
Dólar abaixo dos R$ 5,00
A última vez que a moeda norte-americana foi negociada abaixo dos R$ 5,00 foi há quase três anos, em 12 de abril de 2023, quando chegou a R$ 4,94.
A entrada de investimento estrangeiro, comprovada pela alta do Ibovespa, é apontada como uma das razões para a queda do dólar.
Analistas avaliam que o país se beneficia com a valorização de commodities, especialmente o petróleo, o que melhora a balança comercial e atrai investimentos para empresas do setor energético.
Outro fator que sustenta a queda do dólar é o diferencial de juros. Mesmo com expectativa de cortes, o Brasil ainda oferece taxas elevadas, o que continua atraindo capital estrangeiro.
As projeções indicam que a moeda pode seguir em queda, caso se mantenham fatores como o fluxo estrangeiro, a estabilidade internacional e o enfraquecimento global do dólar.

Preço petróleo: confira a cotação do barril de petróleo Brent em 30 de abril
Acompanhe o preço do barril de petróleo que sofre os impactos da guerra no Oriente Médio. Confira a cotação do petróleo em 30 de abril com a TVT News.
Preço do Petróleo Brent hoje
Qual o preço do petróleo hoje
Quinta, 30 de abril: petróleo cai
Nesta manhã de quinta (30), os preços do petróleo caíram. Às 7h40 (horário de Brasília), o números já estavam menores, caíram US$ 1,80, ou 1,53%, para US$ 116,23 o barril, após terem atingido uma máxima intradia de US$ 126,41
Já o petróleo bruto West Texas Intermediate (WTI) dos EUA caíram US$ 0,32, ou 0,30%, para US$ 106,56 o barril, após marcar seu nível mais alto desde 7 de abril.
As tensões contínuas entre os EUA e o Irã e o fechamento efetivo do Estreito de Ormuz, no entanto, continuam a apertar as perspectivas de oferta.
O presidente Donald Trump disse que o Irã pediu aos EUA que acabam com o bloqueio naval enquanto as negociações continuam. O fechamento do estreito, que normalmente lida com cerca de 20% do comércio global de petróleo, desencadeou o que a Agência Internacional de Energia descreveu como o maior choque de oferta já registrado. As tensões continuam já que Israel segue bombardeando o Líbano.
Por outro lado, os Emirados Árabes Unidos disseram que sairão da OPEP no próximo mês para ganhar mais flexibilidade na ajustagem da produção.
Mercado financeiro em tempo real
Confira os números da economia brasileira
- Índice Bovespa
- Cotação do dólar
- Preço do Petróleo Brent
- Cotação do Euro
📊 Economia ao vivo
Quarta, 29 de abril: petróleo em alta
Os preços futuros do petróleo Brent subiam acima de US$ 115 por barril na quarta-feira, o nível mais alto desde junho de 2022, marcando a oitava sessão consecutiva de alto nos preços, resultado das preocupações sobre a oferta global.
Terça, 28 de abril: petróleo opera em alta
Os preços do petróleo subiam mais de 2% nesta terça-feira (28), enquanto as Bolsas operavam em queda, diante da expectativa de uma avaliação por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de uma proposta do Irã.
EUA analisam proposta do Irã para reabertura do Estreito de Ormuz
A Casa Branca anunciou que está analisando a proposta mais recente do Irã para reabrir o Estreito de Ormuz, uma via essencial para o comércio de combustíveis.
Segunda, 27 de abril: agência afirma que Irã apresentou proposta para abrir o Estreito de Ormuz
De acordo com a agência Axios, o Irã, por meio de mediadores paquistaneses, apresentou aos EUA uma nova proposta para a reabertura do Estreito de Ormuz e encerrar a guerra. Já as negociações sobre o programa nuclear iraniano teriam sido adiadas para o uma próxima etapa.
Sexta, 24 de abril: Trump anuncia prorrogação da trégua no Líbano, mas nenhum avanço sobre o Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma prorrogação de três semanas do cessar-fogo entre Israel e Líbano, enquanto os esforços para alcançar um acordo de paz no Irã seguem incertos.
Quinta, 23 de abril: tráfego no Estreito de Ormuz diminui
O número de navios que atravessam o Estreito de Ormuz caiu desde domingo devido às restrições impostas pelo Irã e pelos Estados Unidos, enquanto os incidentes aumentaram.
Quarta, 22 de abril: Trump estende trégua com Irã
Nesta quarta, 22 de abril, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prorrogou por tempo indeterminado o cessar-fogo com o Irã para dar mais tempo às negociações de paz.
Irã anuncia apreensão de navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz
A Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, anunciou nesta quarta-feira (22) que sua força naval interceptou dois navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz.
Terça, 21 de abril: Trump diz que está “pronto para voltar” à guerra; cessar-fogo entre EUA e Irã se aproxima do fim
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou estar “pronto para voltar” à guerra caso um novo acordo não seja alcançado até o fim do cessar-fogo na quarta-feira (21). Os esforços para encerrar o conflito permanecem incertos, já que o Irã declarou que não aceitará negociações “sob a sombra de ameaças”.
Segunda, 20 de abril: seuge incerteza sobre negociações entre EUA e Irã a dois dias do fim da trégua
A menos de dois dias do fim do cessar-fogo, a incerteza impera nesta segunda-feira (20) sobre a eventual retomada das negociações entre Irã e Estados Unidos no Paquistão.
Sexta, 17 de abril: rimeiros carregamentos de petróleo iraniano deixam o Golfo desde o bloqueio dos EUA
Primeiros carregamentos de petróleo iraniano deixam o Golfo desde o bloqueio dos EUA
Quinta, 16 de abril: EUA anunciam diálogo entre Líbano e Israel e expressa otimismo sobre o Irã
O governo dos Estados Unidos expressou otimismo a respeito das negociações com o Irã e prosseguiu com os esforços de mediação entre Israel e Líbano, ao anunciar que os “líderes” dos dois países conversarão nesta quinta-feira (16).
Quarta, 15 de abil: preços do petróleo permaneceram estáveis em meio a uma possível redução da tensã
Os preços do petróleo permaneceram estáveis em meio a uma possível redução da tensão na guerra e ao bloqueio do Estreito de Ormuz.
Os preços do petróleo fecharam praticamente inalterados na quarta-feira, em meio a esperanças de uma redução da tensão entre Washington e Teerã e às contínuas interrupções no tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz.
Irã ameaça obstruir exportações pelo Mar Vermelho se bloqueio americano persistir
O Irã ameaçou bloquear o Mar Vermelho, ao qual não tem acesso territorial, em caso de persistência do bloqueio americano aos seus portos
Terça, 14 de abril: BP anuncia resultados “excepcionais” com a guerra no Oriente Médio
A gigante petrolífera britânica BP anunciou na terça-feira que espera resultados “excepcionais” em suas negociações de petróleo no primeiro trimestre, marcado pela alta volatilidade dos preços do petróleo bruto.
Segunda, 13 de abril: preço do petróleo volta a passar dos 100 dólares
Os preços do petróleo dispararam e as bolsas asiáticas operaram em território negativo na segunda-feira, após o colapso das negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã.
Sexta, 10 de abril: preço do petróleo abaixo dos 100 dólares
Petróleo permanece abaixo de US$ 100 com alta nas bolsas asiáticas em meio a negociações entre Líbano e Israel; Os preços do petróleo subiram ligeiramente na sexta-feira após o anúncio de negociações entre Líbano e Israel na próxima semana, embora permaneçam abaixo de US$ 100.
Quinta, 9 de abril: petróleo volta a subir perto dos 100 dólares
Os preços do petróleo se recuperaram na quinta-feira, após a queda acentuada do dia anterior, e as bolsas de valores recuaram nas negociações asiáticas em meio a temores sobre a fragilidade da trégua entre os Estados Unidos e o Irã.
Quarta, 8 de abril: Petróleo cai abaixo de US$ 100 e bolsas mundiais sobem após trégua em guerra
O barril do petróleo caiu abaixo dos US$ 100 e as bolsas dispararam nesta quarta-feira (8), depois que Estados Unidos e Irã concordaram com uma trégua de duas semanas.
No entanto, notícias de violação do cessar-fogo por parte de Israel levam a um novo fechamento do Estreito de Ormuz.
Terça, 7 de abril: Trump recua e suspende ataques ao Irã por duas semanas
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (7) que aceitou suspender por duas semanas um ataque devastador contra o Irã e que estava disposto a um cessar-fogo na guerra caso Teerã reabra completamente o Estreito de Ormuz.
“Eu aceito suspender o bombardeio e o ataque contra o Irã por um período de duas semanas”, publicou Trump nas redes sociais pouco mais de uma hora antes de expirar seu prazo, após conversas com mediadores do Paquistão.
Países chegam a acordo. Trump suspende a guerra e Irã aceita garantir navegação pelo Estreito de Ormuz por duas semanas “se ataques cessarem”

Terça, 7 de abril: pela manhã preços do petróleo subiam
Os preços do petróleo disparam e as ações apresentam desempenho misto após o último ultimato de Trump ao Irã
Os preços do petróleo subiram na terça-feira após o novo ultimato do presidente dos EUA, Donald Trump, para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz.

Segunda, 6 de abril: preços do petróleo superam 110 dólares após ameaças de Trump
Os preços do petróleo ultrapassaram nesta segunda-feira (6) a barreira de 110 dólares por barril, impulsionados pelo conflito no Oriente Médio e pelas ameaças de Donald Trump de novos ataques ao Irã.
Sexta santa, 3 de abril, e o petróleo segue acima dos 100 dólares
40 países pressionam para abertura de Ormuz; China e Rússia são contra força militar para liberar o Estreito de Ormuz
Quinta, 2 de abril: preços do petróleo ultrapassam os US$ 100 após discurso de Trump
Os preços do petróleo aumentaram nesta quinta-feira (2) após o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que não acalmou os temores sobre o fechamento do Estreito de Ormuz.
Reino Unido destaca “necessidade urgente” de reabrir Ormuz
A ministra britânica das Relações Exteriores, Yvette Cooper, destacou nesta quinta-feira (2) a “necessidade urgente” de reabrir o Estreito de Ormuz, em uma reunião virtual com representantes de mais de 40 países
Quarta, 1 de abril: petróleo segue acima dos 100 dólares
Apesar das promessas de Trump de acabar com a guerra em duas ou três semanas, os ataques continuam e o preço do petróleo continua acima dos 100 dólares
Terça, 31 de março: gasolina dispara nos EUA
Galão de gasolina supera 4 dólares nos EUA, maior preço desde 2022
O preço médio da gasolina nos Estados Unidos disparou e superou 4 dólares (21 reais) por galão nesta terça-feira (31), o maior valor em quase quatro anos devido à guerra com o Irã.
Segunda, 30 de março: petróleo acima dos 100 dólares
As cotações do petróleo abriram em forte alta nesta segunda-feira (30, data local), com o barril de tipo WTI acima dos 100 dólares, enquanto o Brent ultrapassava os 115 dólares diante a ausência de sinais de diminuição dos conflitos no Oriente Médio.
Trump ameaça destruir principal terminal petrolífero do Irã apesar da alta dos preços
O presidente americano Donald Trump ameaçou nesta segunda-feira (30) “destruir completamente” a ilha de Kharg, onde está o principal terminal petrolífero do Irã, caso não se alcance “rapidamente” um acordo para encerrar a guerra.
Sexta, 27 de março: preço do petróleo em alta
Incertezas sobre acordo de paz no Oriente Médio elevam o preço do barril de petróleo, negocido acima dos 100 dólares
Confira a cotação do dólar hoje
Quinta, 26 de março: preço do petróleo volta a passar dos 100 dólares
Com a recusa do Irã sobre os pontos para aceitar o fim da guerra, o preço do barril de Petróleo tipo Brent voltou a passar da casa dos 100 dólares.
Quarta, 25 de março: Reino Unido receberá negociações para tentar reabrir Ormuz
O Reino Unido e a França copresidirão uma reunião esta semana com cerca de 30 países dispostos a participar na segurança do Estreito de Ormuz, que se encontra obstruído durante o atual conflito com o Irã.
Terça, 24 de março: cotação do petróleo supera 100 dólares
O preço do petróleo Brent subiu nesta terça-feira e voltou a superar 100 dólares por barril, um dia após uma queda de mais de 10% provocada pelo anúncio de Trump de negociações com Teerã – a República Islâmica negou conversações.
Nas operações asiáticas, o Brent do Mar do Norte, referência internacional, subia 3,89%, a 103,83 dólares. O West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano, disparava 3,89%, a 91,53 dólares.
Ásia recorre ao carvão diante do impacto energético da guerra no Oriente Médio
Vários países asiáticos estão aumentando o uso de carvão poluente diante da escassez de en
Segunda, 23 de março: Petróleo cai 10% após anúncio de Trump –
Os preços do petróleo caíram mais de 10% nesta segunda-feira, depois que Donald Trump anunciou o adiamento dos ataques contra as centrais de energia elétrica do Irã.
Às 11h30 GMT (8h30 de Brasília), tanto o barril de Brent do Mar do Norte como o de West Texas Intermediate perdiam mais de 14%, negociados a 96 dólares e 84,37 dólares, respetivamente.
As principais Bolsas europeias também reagiram com otimismo e, depois de resultados negativos de mais de 2% durante a sessão matinal, operavam de maneira positiva às 11h30 GMT.
Dois navios indianos cruzam Ormuz
A Índia anunciou que dois petroleiros que transportam gás liquefeito de petróleo (GLP) cruzaram o Estreito de Ormuz, bloqueado quase completamente pelo Irã após os ataques israelenses-americanos contra seu território que desencadearam a guerra.
TotalEnergies prevê alta do gás
O grupo francês TotalEnergies prevê preços do gás “muito altos” para os três meses do verão no hemisfério norte e para setembro, caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado.
Sexta, 21 de março: preços do petróleo em alta
Depois de uma breve trégua, os preços do petróleo voltaram a subir, enquanto as Bolsas operam em queda. Às 10h50 GMT (7h50 de Brasília), o Brent do Mar do Norte, referência mundial, avançava 1,52%, a 110,30 dólares. Seu equivalente americano, o WTI, subia 0,43%, a 95,96 dólares.
Quinta, 19 de março: Preço do petróleo Brent sobe 5% devido aos temores de escalada no Oriente Médio
O preço do petróleo Brent do Mar do Norte subiu mais de 5% nesta quinta-feira (19), após o Irã ameaçar atacar instalações de seus vizinhos no Golfo em retaliação ao bombardeio dos campos de gás.
Terça, 17 de março: Preços do petróleo em alta expressiva
Os preços do petróleo subiram mais de 5%, depois que vários países rejeitaram o apelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para ajudar na reabertura do Estreito de Ormuz.
>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp
Segunda, 16 de março: Barril de petróleo passa dos 100 dólares, bolsas operam com cautela
As Bolsas mundiais reagiram com cautela, na segunda-feira (16), diante da cotação do petróleo acima dos 100 dólares, com investidores atentos à guerra no Oriente Médio, que começa sua terceira semana sem um fim no horizonte.
Por volta das 8h30 GMT (5h30 de Brasília), o barril de Brent do Mar do Norte, referência do mercado mundial, operava em alta de 3,06%, a 106,30 dólares, enquanto o West Texas Intermediate, referência do mercado americano, subia 2,15%, a 100,83 dólares.
Cotação do dólar hoje
Confira a cotação do dólar
“A semana começou seguindo um padrão que já se tornou habitual”, disse Ipek Ozkardeskaya, analista da Swissquote. “Os preços do petróleo subiram no início da sessão, antes de perder parte de seus lucros, enquanto os investidores assimilavam as últimas noticias do Oriente Médio” no décimo sétimo dia da guerra.
Quanto às bolsas, a de Tóquio fechou praticamente inalterada (-0,12%), Taipé perdeu 0,17% e Sydney, 0,39%.
Seul, ao contrário, fechou em alta de 1,14%, e Hong Kong subiu 1,45%.
A Europa se manteve mais titubeante. Após abrirem com um repique tímido, os principais índices europeus operavam no vermelho, com recuo na bolsa de Paris de 0,33%, Frankfurt com baixa também de 0,33% e Milão, em queda de 0,96%. Apenas Londres operava em alta de 0,08% por volta das 10h30 GMT (07h30 de Brasília).
O petróleo disparou depois que o presidente americano, Donald Trump, advertiu que os ataques contra o Irã poderão se estender para sua infraestrutura energética se a República Islâmica mantiver o bloqueio ao trânsito pelo Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto da produção mundial de petróleo.

A via se mantém fechada na prática por ataques iranianos desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, com os bombardeios dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
Quem esperava um fim próximo da guerra se decepcionou depois que o conselheiro econômico de Trump, Kevin Hassett, disse que o conflito poderia se estender por mais seis semanas, segundo o Pentágono.
Para FUP, quadro reforça a necessidade de fortalecer a Petrobrás
Confira a nota da Federação Única dos Petroleiros (FUP) sobre o aumento anunciado pela Petrobrás:
O reajuste anunciado pela Petrobrás de R$ 0,38 por litro de diesel ocorre em um cenário internacional de forte pressão sobre os preços do petróleo, impulsionada pela escalada da guerra no Oriente Médio e pela consequente alta das cotações internacionais.
Considerando o aumento, o preço do diesel da estatal passa de R$ 3,30 para R$ 3,68 por litro – ainda cerca de 20,86% abaixo da referência do PPI (paridade de preço de importação), 12,59% inferior ao praticado pela Acelen, na Bahia, e 27,84% menor que o preço do grupo Ream, no Amazonas – ambas refinarias privatizadas, que buscam maiores ganhos e margens de lucro.
Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), esse quadro evidencia graves limitações na estrutura do mercado de abastecimento no Brasil, particularmente após a venda de refinarias e a redução da presença da Petrobrás em segmentos estratégicos da cadeia de combustíveis – como a privatização da BR Distribuidora, em 2019.
Tal cenário reforça a necessidade de ampliar o parque nacional de refino e fortalecer o papel da Petrobrás ao longo de toda a cadeia do setor, incluindo distribuição e comercialização. Uma Petrobrás integrada amplia a segurança do abastecimento, reduz a vulnerabilidade do país às oscilações externas e contribui para maior estabilidade na formação dos preços dos combustíveis no mercado doméstico.
Diesel comercializado pela Petrobras seguirá abaixo dos preços das refinarias privatizadas, analisa Ineep
De acordo com o Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), mesmo com o aumento anunciado, os preços do diesel continuarão mais baixos.
“Mesmo com esse reajuste, o diesel comercializado pela Petrobras seguirá abaixo da referência do PPI e dos preços praticados pelas refinarias privatizadas da Bahia (Refinaria Mataripe, do grupo Acelen) e de Manaus (Refinaria da Amazônia do grupo Atem)”, afirma a not do Ineep.
Segundo os últimos dados divulgados da ANP, referentes a semana de 02 de março o preço de referência do PPI para o diesel estava em R$4,65/L, enquanto os preços da Acelen e da Ream eram de, respectivamente, R$4,21 e R$5,10/L. Considerando ainda os dados dessa semana e incorporando o reajuste anunciado pela Petrobras, o preço do diesel em suas refinarias passaria de R$3,30/L para R$3,68/L. Assim, mesmo com o aumento, o preço da estatal permaneceria cerca de 20,86% inferior à referência do PPI, 12,59% menor que o praticado pelo grupo Acelen (BA) e 27,84% inferior ao praticado pelo grupo Ream (AM).
Dessa forma, mesmo com a elevação do preço do diesel pela estatal em resposta aos impactos do conflito no Irã, seus preços seguem inferiores aos praticados por importadores e do parque de refino privatizado.Ineep
Para o Ineep, “o contexto de escalada dos conflitos no Oriente Médio e explosão das cotações internacionais do petróleo, quando somada a pressão exercida por agentes privados, especialmente distribuidores e refinarias privadas, pela elevação dos preços dos combustíveis, em particular do diesel comercializado pela Petrobras, “evidencia limitações no atual arranjo do mercado de abastecimento no Brasil.
“Essa situação realça a necessidade de ampliação do parque nacional de refino e volta da Petrobras aos segmentos de distribuição e comercialização, instrumentos estratégicos para o bem-estar social e carestia. Fortalecer um projeto de Petrobras integrada é elevar a segurança do abastecimento interno e ampliar a capacidade de coordenação pública sobre a dinâmica de formação de preços dos combustíveis no mercado doméstico”, afirma, em nota, o Ineep.

© Agence France-Presse

Fim da escala 6×1 é possível: tire suas dúvidas sobre o tema
Estudos e números mostram que é possível acabar com a escala 6×1. A redução da jornada caminha no Congresso

Começa a valer Plano Nacional do Livro e da Leitura 2026-2036
O plano compreende o livro como economia, leitura como cidadania e literatura como valor simbólico criativo

Celso de Mello diz que Senado cometeu grave equívoco institucional
“O Dr. Jorge Messias reúne, de modo pleno, os requisitos que a Constituição da República exige”, disse Celso de Mello

Confira a cotação do dólar em 30 de abril
Confira os indicadores da economia brasileira: valor do dólar, do euro, preço do petróleo e índice Bovespa

Fim da escala 6×1 é principal bandeira nos atos do 1° de Maio no país
A instalação da comissão para avalisar o fim da escala 6×1, tema do 1º de maio, está prevista para ocorrer nesta quarta-feira

Brasil reduz em 42% perdas florestais em 2025, aponta estudo
Entre os estados que mais observaram diminuição das perdas florestais estão o Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre e Roraima

Movimentos sociais realizam ato em solidariedade à Cuba
Evento também deu início à campanha para arrecadar doações à ilha
