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Da Redação

Lula institui Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A data será celebrada anualmente em 12 de março, em referência à primeira morte registrada pela doença no Brasil, ocorrida em 2020 na cidade de São Paulo. Saiba os detalhes na TVT News.

A cerimônia de sanção foi realizada no Palácio do Planalto e reuniu autoridades, parlamentares e familiares de vítimas da pandemia. Além de homenagear os mortos, a nova legislação pretende preservar a memória histórica da crise sanitária e reforçar a importância de políticas públicas de saúde baseadas na ciência.

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil ultrapassou a marca de 716 mil mortes por Covid-19 até agosto de 2025. O ano de 2021 foi o mais letal da pandemia no país, com mais de 420 mil óbitos registrados.

Lula critica negacionismo durante pandemia

Durante o evento, Lula fez críticas à condução da pandemia pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente afirmou que parte significativa das mortes poderia ter sido evitada caso fossem seguidas as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de especialistas da área da saúde.

“Se a gente não faz isso, cai no esquecimento. E é tudo que eles desejam, que caia no esquecimento. As pessoas que vivem de mentira não estão preocupadas com a verdade”, disse Lula.

Entre os pontos citados pelo presidente estiveram a defesa de medicamentos sem eficácia comprovada, como a cloroquina, as declarações contra a vacinação e a disseminação de informações falsas sobre os imunizantes.

“A quantidade de médico que receitava cloroquina, que dizia que vacina fazia as pessoas virarem gay, jacaré, que fazia tudo de mal para as crianças… Se não der nome, não são conhecidas. Seja de qualquer igreja, padre ou pastor. Tem que dar nome para essa gente aprender, no mínimo, a respeitar o ser humano”, relembrou.

Lula também mencionou as sucessivas trocas no comando do Ministério da Saúde durante o período mais crítico da pandemia e relembrou as investigações conduzidas pela CPI da Covid no Senado Federal sobre suspeitas de irregularidades na compra de vacinas.

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Janja relembra perda da mãe

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, emocionou-se ao citar a morte de sua mãe em decorrência da Covid-19. Segundo ela, a falta de incentivo ao uso de máscaras e a postura adotada por autoridades na época agravaram os impactos da pandemia no país.

Data terá caráter educativo

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a criação da data também serve como alerta para futuras emergências sanitárias. Segundo ele, o Brasil precisa fortalecer sua capacidade de resposta diante de novas pandemias, consideradas inevitáveis pela comunidade científica.

“O desafio é garantir que o país esteja preparado para enfrentar novos patógenos e proteger a população”, afirmou o ministro.

O projeto que originou a lei foi apresentado pelo deputado federal Pedro Uczai e teve relatoria do senador Humberto Costa no Senado Federal, onde foi aprovado em abril deste ano.

O Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19 quer garantir que os impactos humanos, sociais e políticos da pandemia permaneçam registrados na história do Brasil, evitando que a tragédia seja esquecida pelas futuras gerações.

Diesel cai pela 4ª vez em cinco semanas e acumula recuo de 4,5%

O preço do óleo diesel no país registrou o quarto recuo em um período de cinco semanas. Nesse intervalo de tempo, o combustível usado majoritariamente por caminhões e ônibus acumula queda de 4,5%. Saiba mais na TVT News.

No entanto, ainda está 18,9% acima do período pré-guerra no Irã, iniciada em 28 de fevereiro. 

Os dados fazem parte do monitoramento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão do governo que regula o setor no país.

De acordo com o painel de preços de revenda da agência, na semana de 3 a 9 de maio o litro do diesel S10 teve preço médio de revenda de R$ 7,24.

O preço do diesel é acompanhado com atenção por autoridades e pelo setor produtivo, pois, por ser o principal combustível da frota de caminhões, está diretamente ligado ao valor do frete, que se reflete no custo dos alimentos transportados.

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Nas últimas cinco semanas, a ANP identificou uma semana sem variação e quatro com queda no preço médio.

O preço médio do diesel S10 em cada fim de semana de pesquisa:

  • 28/03: R$ 7,57
  • 04/04: R$ 7,58
  • 11/04: R$ 7,58
  • 18/04: R$ 7,51
  • 25/04: R$ 7,38
  • 02/05: R$ 7,28
  • 09/05: R$ 7,24

Pré-guerra

Apesar da trajetória recente de queda, o litro do diesel ainda reflete a escalada de preços provocada pelos ataques americanos e israelenses ao Irã. Na semana terminada em 28 de fevereiro, dia do primeiro ataque, o combustível era vendido por R$ 6,09, em média.

Desde então, foram cinco semanas até alcançar o pico de R$ 7,58 na semana terminada em 11 de abril.

Em relação ao diesel S500, a trajetória é semelhante ao S10 nas últimas cinco semanas, saindo de R$ 7,45 o litro para R$ 7,05, regressão de 5,37%. Na comparação com o pré-guerra, o aumento está em 17%.

A diferença entre o S10 e o S500 é o nível de emissão de poluentes. O S500 emite 10 partes por milhão (ppm) de enxofre, 50 vezes mais que o S10.

O S10 é o mais utilizado no país, respondendo por cerca de 70% do consumo nacional, de acordo com a ANP. Os veículos leves e pesados produzidos a partir de 2012 foram preparados para rodar com o S10.

Guerra e preço

A guerra no Irã teve reflexos como ataques a países vizinhos do Irã também produtores de petróleo e o fechamento do Estreito de Ormuz, no sul do Irã, que liga os golfos Pérsico e de Omã. Por lá, passavam antes da guerra cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás natural.

Com a cadeia logística em turbulência, a oferta do óleo cru e seus derivados diminuiu no mundo, levando à escalada dos preços. O barril do Brent, referência internacional de preços, saltou de US$ 70 para mais de US$ 100, atingindo picos ao redor de US$ 120.

O petróleo é uma commodity, isto é, mercadoria negociada a preços internacionais. Isso fez com que o encarecimento fosse sentido também no Brasil, mesmo sendo país produtor.

No caso do diesel, especificamente, o país não é autossuficiente, e precisa importar cerca de 30% do que consome. 

Subvenção

A tendência de queda no preço do diesel nas últimas cinco semanas coincide com o início da subvenção do governo aos produtores e importadores de diesel. A medida é uma das ações para conter a alta de preço.

Desde 1º de abril, o governo passou a oferecer uma espécie de desembolso para produtores e importadores.

Com a subvenção, o diesel produzido no país pode receber até R$ 1,12/litro de subsídio. O importado, até R$ 1,52/litro. Os agentes econômicos só recebem o benefício se repassarem o desconto à cadeia de consumo.

Outra medida para segurar o preço na bomba foi a zeragem das alíquotas do PIS e da Cofins, os dois tributos federais que incidem sobre o óleo.

Motivos

O pesquisador Iago Montalvão, do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), explicou à Agência Brasil que as medidas do governo e a atuação da Petrobras estão por trás da trajetória de queda recente do diesel.

Ele avalia que, em um primeiro momento, com o choque de preços provocado pela guerra, houve uma tentativa de as empresas reajustarem seus balanços, aumentando preços para evitar uma perda na sua margem de lucro em função do aumento dos custos, nesse caso, o preço do petróleo.

A própria Petrobras reajustou o diesel em R$ 0,38 duas semanas após o início da guerra. 

No entanto, ele assinala que a forte presença da Petrobras no mercado de derivados possibilitou que a estatal não aumentasse os preços na mesma proporção do choque do petróleo.

“Foi essencial para segurar o repasse dessa alta para os postos e forçar outras refinarias a não aumentarem tanto os preços também”, disse o pesquisador do Ineep, um centro de pesquisas ligado à Federação Única dos Petroleiros (FUP).

De acordo com a ANP, a participação da estatal como fornecedora do diesel combustível de 2023 a 2025 variou de 75,74% a 78,23%.

Outro ponto para o recuo no preço do combustível, acrescenta Montalvão, foram as desonerações de tributos e subvenções.

“Medidas fiscais [relativa a gastos do governo] ajudaram a conter a alta na etapa final, de distribuição e revenda”, constata.

“Essas medidas têm sido muito importantes para [conter] inflação como um todo na economia”, complementa.

Iago Montalvão lembra que o Brent ainda está em patamar “bem elevado” e que não há expectativa de final do conflito.

“Mas os agentes já conseguiram se ajustar a essa nova realidade, por isso os aumentos desaceleraram, e até em alguns casos o preço reduziu”, analisa Montalvão.

Na tarde desta segunda-feira (11), o barril estava sendo negociado na casa de US$ 104.

Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

Desenrola 2.0 renegocia quase R$ 1 bilhão em dívidas

O programa Desenrola 2.0, lançado pelo governo federal para renegociação de dívidas bancárias, está perto de atingir R$ 1 bilhão em débitos renegociados, disse nesta segunda-feira (11) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Saiba mais na TVT News.

De acordo com o ministro, cerca de 200 mil pedidos de renegociação foram enviados aos bancos participantes do programa. Desse total, aproximadamente 100 mil operações estão praticamente concluídas.

O programa é voltado para pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente hoje a R$ 8.105.

Durigan informou que o governo também prepara a ampliação do programa para estudantes inadimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Segundo o ministro, a modalidade deve estar “totalmente operativa” ainda nesta semana.

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Prêmio a adimplentes

O ministro também afirmou que o governo prepara uma versão do programa voltada para consumidores que mantiveram suas contas em dia.

Segundo Durigan, a ideia é criar uma espécie de estímulo ou “prêmio” para os adimplentes, mas a medida será anunciada em um segundo momento.

De acordo com ele, neste primeiro momento o foco está nos consumidores inadimplentes, que enfrentam maiores dificuldades financeiras.

Como funciona

O Desenrola 2.0 permite que consumidores renegociem dívidas atrasadas com bancos em condições mais favoráveis.

Podem entrar no programa dívidas:

  • Contratadas até 31 de janeiro de 2026;
  • Atrasadas entre 90 dias e dois anos;
  • Ligadas a cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

A proposta do governo é que os bancos concedam um novo empréstimo para quitar a dívida antiga, com desconto e juros menores.

Condições oferecidas

As renegociações podem incluir:

  • Descontos entre 30% e 90%
  • Juros máximos de 1,99% ao mês
  • Prazo de até 48 meses para pagamento
  • Primeira parcela em até 35 dias
  • Limite de R$ 15 mil renegociados por pessoa em cada banco
  • Desconto varia conforme o tipo da dívida e o tempo de atraso

Uso do FGTS

O programa também permite que trabalhadores utilizem parte do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar dívidas.

Será possível usar até 20% do saldo do FGTS ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor.

A medida busca reduzir o endividamento das famílias e evitar que consumidores recorram a linhas de crédito mais caras.

Quatro frentes

O Novo Desenrola Brasil foi dividido em quatro modalidades:

  • Desenrola Famílias;
  • Desenrola Fies;
  • Desenrola Empresas;
  • Desenrola Rural.

O governo pretende realizar uma mobilização nacional de 90 dias para estimular renegociações e reduzir a inadimplência no país.

Fies liberado

Em relação ao Fies, as condições variam conforme o perfil do estudante e o tempo de atraso da dívida.

Para débitos vencidos há mais de 360 dias:

  • estudantes fora do CadÚnico poderão ter desconto de até 77%;
  • estudantes inscritos no CadÚnico poderão obter abatimento de até 99% da dívida.

Em alguns casos, haverá possibilidade de parcelamento em até 150 vezes.

O governo estima beneficiar mais de 1 milhão de estudantes com a renegociação.

Cenário econômico

O lançamento do programa ocorre em meio ao elevado endividamento das famílias brasileiras.

Dados do Banco Central mostram que boa parte da renda dos consumidores segue comprometida com dívidas, especialmente em modalidades com juros altos, como cartão de crédito e cheque especial.

Segundo o Ministério da Fazenda, a expectativa é renegociar até R$ 42 bilhões em dívidas ao longo do programa.

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Conferência de Santa Marta expõe diferentes visões sobre a transição energética

O Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) divulga, nesta segunda-feira (11/05), a 36ª edição do seu Boletim mensal. No editorial, a publicação analisa a Primeira Conferência Internacional “Transição para além dos combustíveis fósseis”, realizada em abril, em Santa Marta, na Colômbia. Saiba mais na TVT News.

Sem a participação de Estados Unidos, China, Rússia e países do Oriente Médio, o encontro reuniu lideranças políticas, acadêmicos e representantes da sociedade civil, entre movimentos sociais e sindicais, e evidenciou os diferentes focos e desafios que ainda marcam o debate sobre a transição energética.

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No âmbito da alta cúpula, propostas como um tratado de não proliferação de combustíveis fósseis e avanços em relação ao Acordo de Paris não se concretizaram. Já no debate acadêmico, prevaleceu a defesa de uma transição deliberada, justa e coordenada para além dos combustíveis fósseis.

Por outro lado, no espaço sindical, predominou a avaliação de que o mundo enfrenta uma “crise civilizatória”, resultado de um modelo econômico que prioriza o lucro em detrimento da vida.

Diante desse cenário, o Ineep avalia que a transição energética é um processo complexo, lento, assimétrico e não linear, profundamente relacionado às singularidades político-institucionais, econômicas e sociais de cada território.

A edição também traz uma análise dos resultados operacionais da Petrobras no primeiro trimestre de 2026, com destaque para os dados de produção, vendas de derivados e utilização do parque de refino.

Leia aqui o boletim completo: https://ineep.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Boletim-Ineep-no-36_VI.pdf

3 países de Língua Portuguesa estão na Copa do Mundo 2026

Serão três países que falam a Língua Portuguesa na Copa do Mundo 2026: Brasil, Cabo Verde e Portugal. Leia mais sobre os países de Língua Portuguesa na Copa do Mundo com a TVT News.

Brasil, Cabo Verde e Portugal: países de Língua Portuguesa na Copa do Mundo

Conheça os 3 países que falam a Língua Portuguesa que estarão em campo na Copa do Mundo 2026.

Portugal é um dos favoritos ao título

Portugal se soma à estreante seleção africana de Cabo Verde e ao pentacampeão Brasil na Copa do Mundo 2026 que será disputada no México, EUA e Canadá. Europeus estão na Copa do Mundo ao lado de suas ex-colônias na África e na América do Sul.

Cabo Verde estreia em Copas do Mundo

Pela primeira vez, a Seleção de Cabo Verde garantiu vaga na Copa do Mundo da FIFA, com uma vitória por 3 a 0 sobre Essuatíni, na segunda-feira (13), em Praia, capital de Cabo Verde.

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Equipe garantiu vaga inédita ao vencer o Essuatíni nas Eliminatórias. Foto: FIFA

Brasil em busca do Hexa

O Brasil ficou em quinto lugar nas eliminatórias da América do Sul. A classificação do Brasil foi alcançada em junho, quando o Brasil derrotou o Paraguai por 1 a 0, em Itaquera, São Paulo. Este foi o primeiro triunfo da equipe canarinho sob o comando do técnico italiano Carlo Ancelotti

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Jogador Bruno Guimarães controlando a bola no último jogo do Brasil contra o Chile, em Santiago. Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Enquanto a Copa do Mundo não vem, a TVT News traz algumas curiosidaes sobre a Língua Portuguesa, que, além da paixão pelo futebol, une esses 3 países.

Contagem regressiva para a Copa do Mundo

Copa do Mundo 2026

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11/06/2026
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Contagem regressiva atualizada em tempo real para a Copa do Mundo 2026

Qual a origem da Língua Portuguesa?

A Língua Portuguesa tem origem no latim vulgar, o idioma falado pelo povo romano durante a expansão do Império Romano pela Península Ibérica, a partir do século III a.C.

Com o passar dos séculos, esse latim se misturou a línguas locais, como o galego e o celta, resultando em diferentes variações regionais. Uma dessas variações, o galego-português, surgiu no noroeste da Península Ibérica, na região que hoje corresponde ao norte de Portugal e à Galícia, na Espanha.

Entre os séculos XII e XIV, o galego-português começou a se consolidar como idioma próprio. Após a independência do Condado Portucalense, em 1143, e a formação do Reino de Portugal, a língua falada na região ganhou identidade própria, tornando-se o português arcaico. Com a centralização política e cultural em Lisboa e a expansão marítima portuguesa, o idioma se espalhou por vários continentes, acompanhando a colonização e o comércio.

Assim, a Língua Portuguesa atravessou o Atlântico e chegou à África, à Ásia e à América do Sul, adaptando-se às culturas locais e recebendo influências de diferentes povos. Hoje, o português é falado por mais de 260 milhões de pessoas e é o idioma oficial de nove países, entre eles Brasil, Cabo Verde e Portugal — três nações que, apesar de distantes, compartilham uma herança linguística e cultural profunda.

Portugal é o berço da Língua Portuguesa

Portugal é o berço da Língua Portuguesa. A consolidação do idioma no território português ocorreu entre os séculos XII e XVI, acompanhando o fortalecimento político do reino. Durante o reinado de Dom Dinis (1279–1325), o português foi reconhecido oficialmente como língua do Estado, substituindo o latim nos documentos administrativos e na literatura.

Com as explorações coloniais, a língua se expandiu para os territórios conquistados e colonizados. Os marinheiros, missionários e comerciantes portugueses levaram o idioma para a África, Ásia e América. Ao mesmo tempo, o contato com outros povos introduziu novos vocábulos no português, como palavras de origem árabe, africana, tupi e asiática.

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Brasília (DF), 19/02/2025 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, durante entrevista coletiva e cerimônia de assinatura de acordos nos setores de saúde, ciência e tecnologia e segurança pública. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em Portugal, a língua seguiu evoluindo, preservando características próprias, como o som fechado de algumas vogais e o uso de tempos verbais diferentes dos empregados no Brasil e em Cabo Verde. Essa variação linguística mostra que, embora a origem seja comum, cada país adaptou o português à sua realidade cultural e histórica.

A Língua Portuguesa em Cabo Verde

Cabo Verde, arquipélago localizado na costa oeste da África, foi colonizado por Portugal no século XV. Com a chegada doos portugueses, o idioma se instalou desde o início como língua oficial e administrativa. Com o passar do tempo, o português se misturou às línguas e culturas africanas trazidas pelos povos escravizados, dando origem ao crioulo cabo-verdiano, uma língua própria, com base no português, mas com estrutura e sonoridade africanas.

Durante o período colonial, o português era a língua da elite e do ensino formal, enquanto o crioulo predominava nas comunidades populares. Após a independência de Cabo Verde em 1975, o país manteve o português como idioma oficial, em respeito à sua importância histórica e como símbolo de integração no espaço lusófono.

Brasília (DF), 19/02/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, durante entrevista coletiva ecerimônia de assinatura de acordos nos setores de saúde, ciência e tecnologia e segurança pública. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Cabo Verde, 19/07/2023, O presidente Lula, durante encontro com o Presidente do Cabo Verde, José Maria Neves. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Hoje, o português e o crioulo convivem lado a lado. O primeiro é usado em contextos formais — governo, educação, meios de comunicação —, enquanto o segundo é amplamente falado no dia a dia. Essa convivência linguística é um exemplo de como Cabo Verde transformou a herança colonial em parte de sua identidade cultural.

A língua Portugesa no Brasil

O português chegou ao Brasil em 1500, com a expedição de Pedro Álvares Cabral. A partir da colonização, o idioma foi se impondo gradualmente sobre as línguas indígenas e africanas. Durante os primeiros séculos, o português conviveu com a língua geral, um idioma híbrido formado a partir do tupi e usado amplamente nas relações entre colonos, indígenas e missionários.

No entanto, em 1758, o marquês de Pombal, ministro do rei Dom José I, proibiu o uso das línguas indígenas e africanas, determinando que o português fosse o idioma obrigatório em todo o território colonial.

Essa política linguística consolidou o português como a língua do Brasil, que se adaptou ao longo do tempo e ganhou características próprias, influenciadas por expressões africanas, indígenas e europeias.

Hoje, o português brasileiro tem ritmo, pronúncia e vocabulário diferentes do falado em Portugal e em Cabo Verde. Apesar dessas diferenças, os países continuam a compartilhar a mesma base linguística, o que permite a comunicação e o intercâmbio cultural entre milhões de falantes.

Grandes nomes da literatura de Cabo Verde, Brasil e Portugal

A literatura é uma das manifestações mais ricas da Língua Portuguesa e expressa as múltiplas identidades dos povos que a falam.

Em Cabo Verde, destacam-se autores como Baltasar Lopes da Silva, autor do romance Chiquinho, considerado um marco da literatura cabo-verdiana; Germano Almeida, conhecido por O Testamento do Senhor Napumoceno da Silva Araújo; e Orlanda Amarílis, uma das vozes femininas mais representativas do país.

No Brasil, a literatura em língua portuguesa floresceu desde o período colonial. Nomes como Machado de Assis, Jorge Amado, Clarice Lispector, Carolina Maria de Jesus e Graciliano Ramos marcaram a literatura nacional e internacional. Suas obras abordam temas sociais, psicológicos e políticos que retratam a complexidade do país.

Em Portugal, destacam-se Luís de Camões, autor do clássico Os Lusíadas; Fernando Pessoa, um dos maiores poetas do século XX; José Saramago, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1998; e Sophia de Mello Breyner Andresen, cuja obra poética é amplamente celebrada.

Dicas de leitura em Língua Portuguesa

De Cabo Verde, além de Chiquinho (Baltasar Lopes da Silva) e O Testamento do Senhor Napumoceno da Silva Araújo (Germano Almeida), vale mencionar Cais-do-Sodré Té Salamansa (Orlanda Amarílis), que reúne contos sobre a vivência cabo-verdiana.

Do Brasil, obras como Dom Casmurro (Machado de Assis), Vidas Secas (Graciliano Ramos), Quarto de Despejo (Carolina Maria de Jesus), Gabriela, Cravo e Canela (Jorge Amado) e A Hora da Estrela (Clarice Lispector) são exemplos da diversidade e da força da literatura brasileira.

De Portugal, Os Lusíadas (Luís de Camões), O Livro do Desassossego (Fernando Pessoa), Ensaio sobre a Cegueira (José Saramago) e Contos Exemplares (Sophia de Mello Breyner Andresen) mostram a profundidade e a tradição literária do país.

Grandes nomes da música de Cabo Verde, Brasil e Portugal

Na música cabo-verdiana, o destaque é Cesária Évora, a “diva dos pés descalços”, reconhecida mundialmente por sua interpretação da morna — gênero melancólico e poético, símbolo da cultura do país. Outros nomes importantes são Tito Paris, Bana e Mayra Andrade, artistas que misturam tradição e modernidade em suas composições.

O Brasil é um dos países mais ricos musicalmente dentro do universo lusófono. A música brasileira se espalhou pelo mundo com artistas como Tom Jobim, Elis Regina, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Milton Nascimento, Elza Soares e Maria Bethânia. Cada um deles representa estilos e épocas diferentes, do samba à bossa nova, do tropicalismo à MPB.

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Chico, Gil, Caetano, Djavan e Paulinho da Viola juntos na manifestação brasileira contra a PEC da Blindagem e anistia aos golpistas. Foto: @roncca @midianinja @fabriciosousa.jpg

Em Portugal, a música tradicional se expressa principalmente pelo fado, gênero considerado Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Amália Rodrigues é o maior ícone do fado, seguida por artistas contemporâneos como Mariza, Camané e Ana Moura. Além do fado, a música popular portuguesa tem crescido com nomes como António Zambujo e Carminho, que mantêm viva a tradição adaptando-a aos novos tempos.

Curiosidades da Língua Portuguesa falada em Brasil, Cabo Verde e Portugal

Embora compartilhem a mesma origem, o português falado em Brasil, Cabo Verde e Portugal apresenta variações marcantes em vocabulário, pronúncia e expressões idiomáticas.

No Brasil, o idioma ganhou musicalidade própria, resultado da mistura de povos e culturas. Palavras de origem indígena, como pipoca, caju e tapioca, e africana, como moleque, quitanda e dengo, enriqueceram o vocabulário.

Em Cabo Verde, o português convive com o crioulo cabo-verdiano, e muitas vezes as línguas se misturam. Expressões como “tudo bem” podem aparecer junto de termos crioulos, criando uma comunicação híbrida e afetiva.

Em Portugal, a pronúncia tende a ser mais fechada, e há palavras que mudam de sentido quando comparadas ao português brasileiro. Por exemplo, “autocarro” significa “ônibus”, “telemóvel” é “celular” e “fato” corresponde a “terno”.

Essas diferenças tornam a Língua Portuguesa uma das mais diversas do mundo. Apesar das variações, os falantes desses três países conseguem se entender, o que reforça o papel da língua como ponte cultural e histórica entre povos de diferentes continentes.

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Exposição Sonhei em português!, com curadoria de Isa Grinspum Ferraz, no Museu da Língua Portuguesa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Outras curiosidades sobre a Língua Portuguesa

O português é falado em quatro continentes


A Língua Portuguesa é falada oficialmente na Europa (Portugal), América (Brasil), África (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe) e Ásia (Timor-Leste e Macau, na China).

Isso faz do português uma das poucas línguas verdadeiramente transcontinentais, resultado direto da expansão marítima portuguesa a partir do século XV.

O português é a quinta língua mais falada do mundo


Com mais de 260 milhões de falantes, o português ocupa o 5º lugar entre os idiomas mais falados do planeta, atrás apenas do mandarim, espanhol, inglês e hindi. A maior parte dos falantes vive no Brasil, o que faz do país o principal responsável pela difusão e evolução contemporânea do idioma.

Línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026: espanhol, árabe e inglês lideram

As línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026 revelam a diversidade dos 48 países classificados para o torneio que será disputado em junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá.

A lista de seleções reúne idiomas de quatro continentes — do guarani indígena do Paraguai ao uzbeque da Ásia Central — em um mapa linguístico que mostra tanto a diversidade como a marca da história.

A liderança de idiomas de origem europeia, como inglês, francês e espanhol é sinal dos processos de colonização e imperialismo de Espanha, Inglaterra e Portugal (o português está presente em países de 3 continentes na Copa do Mundo). Por outro lado, também mostra a expansão do império árabe, que da península arábica, chegou até o norte da África.

Línguas Mais Faladas na Copa do Mundo 2026

Inglês (9 países)
Espanhol (8 países)
Francês (8 países)
Árabe (8 países)
Alemão (4 países)
Holandês (3 países)
Português (3 países)

Ranking das línguas mais faladas na Copa do Mundo

Considerando o status de língua oficial ou o idioma majoritário de comunicação de cada nação classificada, este é o ranking dos idiomas mais presentes na Copa do Mundo da FIFA 2026:

PosiçãoIdiomaNúmero de PaísesPaíses Representantes
Inglês9África do Sul, Canadá, Escócia, Estados Unidos, Austrália, Curaçao, Nova Zelândia, Inglaterra, Gana
Espanhol8México, Paraguai, Equador, Espanha, Uruguai, Argentina, Colômbia, Panamá
Francês8Canadá, Suíça, Haiti, Costa do Marfim, Bélgica, França, Senegal, RD Congo
Árabe8Catar, Marrocos, Tunísia, Egito, Arábia Saudita, Iraque, Argélia, Jordânia
Alemão4Suíça, Alemanha, Bélgica, Áustria
Holandês3Curaçao, Holanda, Bélgica
Português3Brasil, Cabo Verde, Portugal
Croata2Bósnia, Croácia

Em países com mais de um idioma oficial, foi considerado o idioma predominante na comunicação nacional.

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Lula com a taça da Copa do Mundo. Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

  • GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Dinamarca;

  • GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;

  • GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;

  • GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;

  • GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;

  • GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;

  • GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;

  • GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;

  • GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;

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Os 12 grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. Arte: TVT News

Quais as línguas nacionais dos países da Copa do Mundo 2026

Confira o mapeamento dos 48 países classificados para a Copa do Mundo 2026, separados por grupo, com seus respectivos idiomas oficiais ou majoritários:

  • GRUPO A
    • México: Espanhol (e 68 línguas indígenas nacionais)
    • África do Sul: Inglês, Africâner, Zulu, Xhosa (além de outras 8 línguas oficiais)
    • Coreia do Sul: Coreano
    • República Tcheca: Tcheco

  • GRUPO B
    • Canadá: Inglês, Francês
    • Bósnia: Bósnio, Croata, Sérvio
    • Catar: Árabe
    • Suíça: Alemão, Francês, Italiano, Romanche

  • GRUPO C
    • Brasil: Português
    • Marrocos: Árabe, Amazigue (Berbere)
    • Haiti: Francês, Crioulo Haitiano
    • Escócia: Inglês, Gaélico Escocês, Scots

  • GRUPO D
    • Estados Unidos: Inglês (idioma nacional na prática)
    • Paraguai: Espanhol, Guarani
    • Austrália: Inglês
    • Turquia: Turco

  • GRUPO E
    • Alemanha: Alemão
    • Curaçao: Holandês, Papiamento, Inglês
    • Costa do Marfim: Francês
    • Equador: Espanhol (Kichwa e Shuar para relações interculturais)

  • GRUPO F
    • Holanda: Holandês (Neerlandês)
    • Japão: Japonês
    • Suécia: Sueco
    • Tunísia: Árabe

  • GRUPO G
    • Bélgica: Holandês, Francês, Alemão
    • Egito: Árabe
    • Irã: Persa (Farsi)
    • Nova Zelândia: Inglês, Maori, Língua de Sinais Neozelandesa

  • GRUPO H
    • Espanha: Espanhol (além de Catalão, Galego e Basco como co-oficiais regionais)
    • Cabo Verde: Português, Crioulo Cabo-Verdiano
    • Arábia Saudita: Árabe
    • Uruguai: Espanhol

Gráfico de Bolhas – Idiomas Copa 2026

Quando será a convocação de cada seleção para a Copa do Mundo 2026

A preparação das seleções para a Copa do Mundo FIFA de 2026 entra na fase decisiva nas próximas semanas com o anúncio oficial das listas de jogadores que disputarão a Copa nos Estados Unidos, Canadá e México. Confira a agenda das convocações para a Copa do Mundo com a TVT News.

Quantos dias faltam para a Copa do Mundo FIFA 2026

Copa do Mundo 2026

Faltam

dias
para a abertura da Copa
00
Horas
00
Minutos
00
Segundos
11/06/2026
16h
Abertura
Contagem regressiva atualizada em tempo real para a Copa do Mundo 2026

Calendário das convocações para a Copa do Mundo

Pegue seu álbum de figurinhas e confira quem está dentro e quem ficou de fora da convocação para a Copa 2026.

Grupo A

  • Coreia do Sul – 16 de maio
  • México – 1º de junho
  • República Tcheca – Não divulgou
  • África do Sul – Não divulgou

Grupo B

Grupo C

  • Brasil – 18 de maio
  • Escócia – Não divulgou
  • Haiti – Não divulgou
  • Marrocos – 21 de maio

Grupo D

  • Austrália – 1º de junho
  • EUA – 26 de maio
  • Paraguai – Não divulgou
  • Turquia – Não divulgou

>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp

Grupo E

  • Alemanha – 21 de maio
  • Costa do Marfim – 15 de maio
  • Curaçao – Não divulgou
  • Equador – Não divulgou

Grupo F

  • Holanda – 25 de maio
  • Japão – 15 de maio
  • Suécia – 12 de maio
  • Tunísia – 15 de maio

Grupo G

  • Bélgica – 15 de maio
  • Egito – Não divulgou
  • Irã – Não divulgou
  • Nova Zelândia – 14 de maio

Grupo H

  • Arábia Saudita – Não divulgou
  • Cabo Verde – Não divulgou
  • Espanha – 25 de maio
  • Uruguai – Não divulgou

Grupo I

  • França – 14 de maio
  • Iraque – Não divulgou
  • Noruega – 21 de maio
  • Senegal – Não divulgou

Grupo J

  • Argentina – Não divulgou
  • Argélia – Não divulgou
  • Áustria – 18 de maio
  • Jordânia – Não divulgou

Grupo K

  • Colômbia – 29 de maio
  • Portugal – 19 de maio
  • RD Congo – 15 de maio
  • Uzbequistão – Não divulgou

Grupo L

  • Croácia – 1º de junho
  • Gana – Não divulgou
  • Inglaterra – 22 de maio
  • Panamá – 26 de maio

Quando será a convocação da Seleção Brasileira

A convocação final da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo 2026 será no dia 18 de maio de 2026, às 17h (horário de Brasília). O anúncio dos 26 jogadores pelo técnico Carlo Ancelotti ocorrerá no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

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Ancelotti vai chamar Neymar, Estêvao e Endrick? Foto: @rafaelribeirorio CBF

Detalhes da Convocação da Seleção Brasileira

  • Data: 18 de maio de 2026 (segunda-feira).
  • Horário: 17h (de Brasília).
  • Local: Museu do Amanhã, Rio de Janeiro.
  • Onde assistir: Acompanhe a cobertura pelo site da TVT News ou pela CBF TV no YouTube.

A lista definirá os atletas que buscarão o hexacampeonato no Mundial de 2026.

Bónsia é a primeira seleção a divulgar os convocados para a Copa do Mundo 2026, confira a lista

  • Goleiros: Nikola Vasilj, Martin Zlomislic e Osman Hadzikic.
  • Defensores: Sead Kolasinac, Amar Dedic, Nihad Mujakic, Nikola Katic, Tarik Muharemovic e Stjepan Radeljic.
  • Meio-campistas: Dennis Hadzikadunic, Nidal Celik, Amir Hadziahmetovic, Ivan Sunjic, Ivan Basic, Dzenis Burnic, Benjamin Tahirovic, Amar Memic, Armin Gigovic, Kerim Alajbegovic e Esmir Bajraktarevic.
  • Atacantes: Ermin Mahmic, Ermedin Demirovic, Jovo Lukic, Samed Bazdar, Haris Tabakovic e Edin Dzeko.

Ficaram na lista de espera: Tarik Karic, Mladen Jurkas, Arjan Malic, Emir Karic, Jusuf Gazibegovic, Ifet Djakovac, Dario Saric, Amer Gojak e Haris Hajradinovic.

Jogadores do Palmeiras convocados: na Argentina, Flaco López e Giay estão na pré lista

  • Goleiros: Emiliano Martínez (Aston Villa), Gerónimo Rulli (Olympique de Marsella), Juan Musso (Atlético de Madrid), Walter Benítez (Crystal Palace), Facundo Cambeses (Racing) e Santiago Beltrán (River Plate)

  • Defensores: Agustín Giay (Palmeiras), Gonzalo Montiel (River Plate), Nahuel Molina (Atlético de Madrid), Nicolás Capaldo (Hamburgo), Kevin Mac Allister (Union Saint-Gilloise), Martínez Quarta (River Plate), Marcos Senesi (Bournemounth), Lisandro Martínez (Manchester United), Nicolás Otamendi (Benfica), Germán Pezzella (River Plate), Leonardo Balerdi (Olympique de Marsella), Cristian Romero (Tottenham), Lautaro Di Lollo (Boca Juniors), Zaid Romero (Getafe), Facundo Medina (Olympique de Marsella), Marcos Acuña (River Plate), Nicolás Tagliafico (Lyon) e Gabriel Rojas (Racing)

  • Meio-campistas: Máximo Perrone (Como) ,Leandro Paredes (Boca Juniors), Guido Rodríguez (Valencia), Aníbal Moreno (River Plate), Milton Delgado (Boca Juniors), Alan Varela (Porto), Ezequiel Fernández (Bayer Leverkusen), Rodrigo De Paul (Inter de Miami), Exequiel Palacios (Bayer Leverkusen), Enzo Fernández (Chelsea), Alexis Mac Allister (Liverpool), Giovani Lo Celso (Real Betis), Nicolás Domínguez (Nottingham Forest), Emiliano Buendia (Aston Villa) e Valentín Barco (Strasbourg)

  • Atacantes: Lionel Messi (Inter Miami), Nicolás Paz (Como), Franco Mastantuono (Real Madrid), Thiago Almada (Atlético de Madrid), Tomás Aranda (Boca Juniors), Nico González (Atlético de Madrid), Alejandro Garnacho (Chelsea), Giuliano Simeone (Atlético de Madrid), Matías Soulé (Roma), Claudio Echeverri (Girona), Gianluca Prestianni (Benfica), Santiago Castro (Bologna), Lautaro Martínez (Inter de Milão), Flaco López (Palmeiras), Julián Álvarez (Atlético de Madrid) e Mateo Pellegrino (Parma).