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Da Redação
Brasil x Haiti: conheça a história do Haiti, adversário do Brasil na Copa
Brasil x Haiti é o jogo desta sexta, 19, na Copa do Mundo. O Haiti pode parecer o adversário mais fácil do grupo C, com Brasil, Escócia e Marrocos, mas a história haitiana carrega um dos episódios mais bonitos das lutas populares: a primeira revolução dos escravizados contra o colonialismo imperial. Conheça a história do Haiti com a TVT News.
Haiti de volta à Copa do Mundo depois de 52 anos
O Haiti não participava de uma Copa do Mundo desde 1974. No mundial disputado na Alemanha, o Haiti caiu na fase de grupos depois de perder para Itália, Polônia e Argentina. A derrota para a Polônia por 7 a 0 foi uma das grandes goleadas daquele mundial.
A classificação para a a Copa do Mundo 2026 quebrou um jejum de mais de meio século e reacende o sentimento de orgulho entre haitianos dentro e fora da ilha. O futebol, bastante popular no país, torna-se um motivo de alegria em meio às inúmeras dificuldades políticas, econômicas e sociais que atravessam o cotidiano haitiano.

Conheça a história do Haiti: o primeiro país a fazer revolução de escravizados
A história haitiana ocupa posição central no debate internacional sobre colonialismo, resistência e emancipação. O Haiti foi o primeiro país do mundo a realizar uma revolução vitoriosa protagonizada por pessoas escravizadas, e o primeiro país negro independente das Américas, em 1804.
Durante os séculos XVII e XVIII, a ilha — então colônia francesa com o nome de São Domingos — era o território mais lucrativo do Caribe para a metrópole, baseada na exploração de mão de obra escravizada nas plantações de açúcar e café. O sistema era extremamente violento e marcado por desigualdades profundas.

A partir de 1791, revoltas massivas lideradas por homens e mulheres escravizados deram início à mais bem-sucedida insurreição da época moderna. O movimento, influenciado pela Revolução Francesa e pelos ideais de liberdade, atravessou anos de guerra, alianças complexas e sucessivas disputas contra forças europeias.
O resultado foi a criação de uma nova nação livre, que desde o início enfrentou represálias econômicas e diplomáticas das potências coloniais. A independência haitiana se tornou inspiração para a luta antirracista e para movimentos de emancipação por toda a América Latina.
Quem foi Toussaint Louverture, o herói da Libertação do Haiti
Toussaint Louverture é uma das figuras mais importantes da Revolução Haitiana. Nascido escravizado, aprendeu a ler e a escrever e se tornou estrategista militar. Durante a revolução, Louverture organizou tropas, articulou alianças e liderou a fase mais decisiva da luta.
Sua capacidade de negociação e sua visão política permitiram que ele conduzisse o território rumo à autonomia, preparando o caminho para a independência definitiva. Capturado pelos franceses em 1802, morreu na prisão no ano seguinte. Mesmo assim, sua liderança permaneceu como símbolo da luta por liberdade no Caribe e no mundo.

O que a Revolução Haitiana influiu na Independência do Brasil?
TVT News conversou com a historiadora Soraya Matos de Freitas, professora de História do Ensino Médio nas escolas públicas da Secretaria de Estado da Educação do Rio de Janeiro para entender a relação entre a revolução Haitiana e a independência do Brasil.
Soraya explica o termo Haitianismo. “A palavra surgiu após os ecos da Revolução Haitiana pelo continente americano. O movimento aconteceu numa pequena e valorosa colônia francesa no mar caribenho, Saint Domingue. Se a Revolução burguesa, na França, em 1789, teve entre as ideias alguns dos conceitos filosóficos do Iluminismo como liberdade, igualdade e fraternidade, na Colônia caribenha, tais ideias foram colocados em xeque”, explica a professora.
Haitianismo foi o medo de que algo igual, ou minimamente parecido. acontecesse em outras colônias. A partir daquele movimento, os ingleses grandes comerciantes de escravos, passaram a defender o fim do tráfico negreiro. Os portugueses se viram pressionados a dar fim ao comércio de escravos. Talvez a melhor solução para os comerciantes negreiros para a América portuguesa, fosse à separação de Portugal.
“Nossa independência, diferente de outras na América foi liderada por um português que ao fim se tornou o Imperador. Ou seja, ficamos independentes da metrópole sendo governados pelo filho do Rei metropolitano, e garantindo assim o comércio de escravos por um bom tempo ainda. Aqui no Império do Brasil, o fim do tráfico de escravos só passaria a ser de fato ilegal em 1850”, conta Soraya.
Para além da independência, outra consequência desse haitianismo foi a repressão cada vez mais violenta sobre qualquer rebeldia ou revolta de escravizados. Assim foi com os Malês, na Bahia de 1835; Manoel Congo, no Rio de Janeiro em 1838 e Carrancas, em Minas Gerais em 1833, só para citar algumas.

Revolta dos Malês: a revolta de escravizados africanos ocorreu em Salvador, em 25 de janeiro de 1835. Foram cerca de 600 homens, a maioria, de negros muçulmanos, em especial da etnia nagô, de língua iorubá. A expressão “malê” vem de “imalê” que, em iorubá, significa muçulmano. Foto: Reprodução Senado Federal
“O haitianismo, como nos ensinou o professor Marco Morel: surgiu no Brasil com a crise da abdicação de D. Pedro I em 1831. No entanto, podemos afirmar que o sentimento de medo que a Revolução haitiana causou, foi sendo construído ao longo dos anos que se seguiram a Revolução. Tal movimento deu origem ao primeiro país da América onde a escravidão foi abolida”, relata a historiadora.
Soraya conta também que, em 1824, um abade francês, Henri Grégorie, definiu assim aquele movimento: “Haiti é um farol elevado sobre as Antilhas, em direção ao qual os escravos e seus senhores, os oprimidos e opressores voltam seus olhares, aqueles suspirando, estes rugindo.” Silenciar o ocorrido na antiga colônia francesa foi o que as metrópoles e as elites coloniais fizeram. Obrigando ou impondo o desviar do olhar ao farol, da luz que poderia inspirar revoltas, revoluções e a justa luta por liberdade e igualdade.
Conheça algumas curiosidades do Haiti
O Haiti possui uma cultura marcada por influências africanas, francesas e indígenas. Confira algumas curiosidades sobre a cultura do Haiti,
Haiti tem francês como língua oficial
O país adota duas línguas oficiais: o francês e o crioulo haitiano (kreyòl). O francês é usado em documentos formais, mas a língua mais falada pela população é o crioulo, que mistura estruturas africanas a vocabulário francês. O uso do crioulo é um elemento forte de identidade nacional e de afirmação social.

Quais países falam francês na Copa do Mundo
São oito as seleções presentes na Copa do Mundo de 2026 que reconhecem o francês como idioma oficial: França, Bélgica, Suíça, Canadá, Haiti, Senegal, Costa do Marfim e República Democrática do Congo.
França: uma das favoritas ao título; a França tenta acertar as contas com o passado colonial;
Bélgica: os diabos vermelhos têm o francês como idioma oficial e predominante em regiões como a Valônia e na capital, Bruxelas;
Suíça: o país onde a sede da FIFA está localizada adota o francês como um de seus quatro idiomas oficiais.
Canadá: coanfitrião da Copa, mantém o francês como língua oficial, sendo o idioma principal da província do Quebec.
Haiti: de volta à Copa do Mundo, o representante caribenho fala francês e o crioulo haitiano;
Senegal: potência do futebol africano, os Leões de Teranga utilizam o francês como língua oficial e são os atuais campeões da África;
Costa do Marfim: nação da África Ocidental onde o francês é o idioma da administração e do ensino, os elefantes querem chegar mais longe em 2026;
República Democrática do Congo (RD Congo): o país com a maior população que fala francês no mundo, superando a própria França em número de habitantes que utilizam o idioma.
O que é vodu e qual a relação com a África?
O vodu é uma religião de matriz africana que reúne elementos trazidos pelos povos iorubás e de outras etnias do continente. Sua cosmologia envolve espíritos ancestrais conhecidos como lwa, rituais comunitários e concepções próprias sobre vida e espiritualidade. Associado de forma distorcida por discursos coloniais, o vodu é, na verdade, patrimônio cultural e religioso haitiano e desempenhou papel importante na organização das rebeliões que levaram à independência.
Caribe faz parte da América Latina? Entenda
O Caribe é um conjunto diverso de países e territórios com múltiplas influências linguísticas: espanhola, francesa, inglesa e holandesa.
De acordo com as teorias decoloniais, que são estudos sobre a influência dos processos de colonização na formação das nações de todo continente americano, são considerados latino-americanos países que tenham algumas características em comum:
- Sofreram a colonização de exploração em oposição à colonização de povoamento anglo-saxônica;
- Estão na periferia do capitalismo, ou seja, são nações em via de desenvolvimento e de industrialização;
- São dependentes do mercado mundial como produtores de matérias-primas e bens alimentares e são consumidores de tecnologia;
- Estão sob influência dos EUA
- Como consequência da colonização; são países que sofrem como racismo, machismo, clienteliismo e que convivem com uso da violência como controle das desigualdades sociais.
Por todas essa características, os países caribenhos fazem parte da conceito geopolítico de América Latina. Curaçau, que fala holandês, e Haiti, que fala francês, por essa interpretação histórico-econômica e social, podem ser considerados países latino-americanos.
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PNAD registra 8,4 milhões de analfabetos, taxa mais baixa desde 2016
Pela primeira vez na série histórica da Pnad Contínua Educação, a taxa de analfabetismo no país ficou abaixo de 5%. Em 2025, o número de pessoas com 15 anos ou mais não alfabetizadas no Brasil ficou em 8,4 milhões de pessoas, o que equivale à taxa de 4,9% menor desde o início da pesquisa, em 2016. Em 2024, ela era de 5,3%.
Conforme os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nessa sexta (19) referentes à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Educação de 2025, o Nordeste continua concentrando mais da metade das pessoas que não sabem ler e escrever – um total de 4,9 milhões de pessoas.
A pesquisa registrou também um aumento no tempo médio que adultos com mais de 25 anos passam matriculados em instituições de ensino, que foi de 9,1 anos em 2016 para 10,2 anos em 2025. Os dados mostram também um total de 21,4% com ensino superior completo.
A taxa para brasileiros acima de 25 anos que pararam de estudar antes do 5º ano do ensino fundamental era de 25,6%. A diferença entre as taxas, no entanto, diminuiu muito: em 2016, eram 33,3% dos brasileiros sem ensino fundamental, e 15,4% com graduação.
Pnad 2025 mostra analfabetismo de mais de metade da população com 60 anos ou mais
De acordo com a pesquisa, 58% das pessoas acima de 60 anos não sabem ler e escrever um um bilhete simples.
Pela primeira vez nessa população, no entanto, a taxa de analfabetismo das mulheres ficou abaixo da dos homens, com 13,7% e 14,1%, respectivamente.
Nessa faixa etária, a Pnad registrou uma taxa de analfabetismo quase três vezes maior entre pretos ou pardos (20,6%) do que a entre brancos (7,3%).
Entre pessoas de 15 a 59 anos, foi registrada queda da taxa de analfabetismo, que marcou 2,6%.
Pesquisa mostra mais da metade de pretos ou pardos com ensino médio completo
Pela primeira vez na série histórica, a pesquisa mostrou mais da metade de pretos ou pardos com 25 anos ou mais com o ensino médio completo (51,3%).
Também ficou registrado que mulheres passam mais tempo estudando do que homens (10,4 anos contra 10 anos). Entre pretos e pardos, o número ficou em 9,5 anos, enquanto pessoas brancas têm acesso a instituições de ensino por 11,1 anos.
O Sudeste também registrou a maior taxa de tempo de estudo entre as regiões (10,9 anos), e o Nordeste com a menor (9 anos).
Outros destaques da Pnad
A taxa de crianças de 0 a 3 anos que frequentavam escola ou creche em 2025 ficou em 41,7%. O número, no entanto, é menor do que a meta do Plano Nacional de Educação, que mirava em alcançar 50% até 2024.
A meta do PNE foi alcançada entre as crianças de 6 a 14 anos na etapa ideal do ensino fundamental, chegando em 96,1%. A taxa, no entanto, continua abaixo do patamar anterior à pandemia da Covid-19.
Outro dado mostrado pela Pnad foi que, no Norte do país, a taxa de crianças que estavam fora da creche por falta de unidade, falta de vaga ou porque a matrícula não foi aceita por causa da idade era de 35,2% entre bebês de 0 a 1 ano, e de 44,5% entre crianças de 2 a 3 anos.
Em relação à frequência líquida no ensino médio, a taxa foi menor entre homens de 15 a 17 anos (77,4%) do que entre mulheres (84%), e menor entre pretos ou pardos (77,8%) do que brancos (84,9%).
A Pnad mostrou que a evasão escolar está concentrada especialmente a partir dos 16 anos, com 18,5% abandonando os estudos nessa idade, 20% aos 17 anos e 17,6% aos 18 anos.
Entre as mulheres, a principal razão para deixar os estudos de lado foi o trabalho, com 26,2%, e gravidez, com 24,7%.
STF destrava processos sobre pejotização e libera retomada de ações trabalhistas até julgamento nos TRTs
A decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de levantar a suspensão nacional dos processos que discutem a pejotização deve recolocar em andamento milhares de ações trabalhistas que estavam paralisadas em todo o país. Leia em TVT News.
A medida permite que os processos voltem a tramitar normalmente nas Varas do Trabalho e nos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs), permanecendo suspensos apenas após o julgamento em segunda instância, até que o STF fixe a tese definitiva sobre o Tema 1.389 da repercussão geral.
Na decisão publicada em 17 de junho, o relator reconhece que a suspensão ampla dos processos produziu um “significativo represamento da prestação jurisdicional”, retardando a produção de provas, o julgamento das causas e a solução de questões que sequer dependem da futura definição constitucional pelo Supremo. Segundo o ministro, permitir o prosseguimento das ações nas instâncias ordinárias preserva a duração razoável do processo sem comprometer a futura uniformização da jurisprudência.

O professor da disciplina Direito do Trabalho do Insper, Ricardo Calcini, Sócio do Calcini Advogados e um dos principais especialistas em Direito do Trabalho no Brasil explica o que muda ou não para o trabalhador com ação sobre pejotização na Justiça:
*”É importante esclarecer que o Supremo não decidiu, neste momento, se a contratação por pejotização é válida ou inválida. Essa discussão continua e será resolvida quando o STF julgar definitivamente o Tema 1.389. A decisão agora tem outro efeito: ela permite que milhares de processos que estavam parados voltem a andar”, explica o professor.
“Com isso, juízes e tribunais trabalhistas poderão retomar a análise dos casos, ouvir testemunhas, produzir provas e proferir suas decisões. Se, posteriormente, o Supremo fixar um entendimento diferente, esse posicionamento será aplicado aos processos. Até lá, o Judiciário deixa de manter essas ações indefinidamente suspensas e volta a dar andamento aos casos, garantindo maior segurança jurídica e uma resposta mais rápida para trabalhadores e empresas”, diz Calcini.
A discussão envolve um dos temas mais relevantes das novas relações de trabalho. O Tema 1.389 analisará os limites da contratação de trabalhadores como pessoas jurídicas e os critérios para o reconhecimento de vínculo empregatício, questão que afeta diversos setores da economia, especialmente aqueles que utilizam modelos flexíveis de prestação de serviços.
Embora a retomada dos processos represente um avanço para a prestação jurisdicional, a definição jurídica sobre a validade da pejotização continuará dependendo do julgamento de mérito pelo STF. Até lá, as ações poderão ser instruídas, julgadas nas instâncias ordinárias e chegar preparadas para a aplicação da tese que vier a ser fixada pela Corte, reduzindo o impacto do represamento processual observado desde a suspensão nacional determinada no âmbito do Tema 1.389.
O que é pejotização
A pejotização é uma prática em que uma empresa contrata uma pessoa física como se ela fosse uma empresa — uma Pessoa Jurídica (PJ) — para prestar serviços, em vez de firmar um contrato de trabalho regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Em muitos casos, a contratação de profissionais como PJ é legal. O problema ocorre quando a relação tem características típicas de emprego, mas é formalizada como prestação de serviços para evitar o pagamento de direitos trabalhistas.
Quando a pejotização pode ser considerada irregular?
A Justiça do Trabalho costuma analisar se estão presentes os requisitos que caracterizam vínculo empregatício:
- Pessoalidade: o trabalho deve ser realizado pela própria pessoa contratada;
- Habitualidade: prestação de serviços contínua e não eventual;
- Subordinação: o trabalhador recebe ordens, cumpre horários e está sujeito ao controle da empresa;
- Onerosidade: recebe remuneração pelo trabalho.
Quando esses elementos estão presentes, a contratação via PJ pode ser considerada uma fraude trabalhista, ainda que exista um contrato entre duas empresas.

O que diz a legislação?
A legislação brasileira permite que empresas contratem outras empresas para prestação de serviços. No entanto, a contratação não pode ser usada para mascarar uma relação de emprego.
Nos últimos anos, decisões do Supremo Tribunal Federal têm reconhecido a validade de diferentes formas de contratação e terceirização, desde que não haja fraude. Ao mesmo tempo, a Justiça do Trabalho continua analisando caso a caso para verificar se existe vínculo empregatício.
Quais direitos podem ser afetados com a pejotização?
Quando um trabalhador é contratado como PJ, geralmente não recebe direitos previstos para empregados CLT, como:
- Férias remuneradas;
- 13º salário;
- Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS);
- Horas extras;
- Aviso-prévio;
- Seguro-desemprego;
- Licença-maternidade ou paternidade nos moldes da CLT.
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Copa do Mundo hoje: agenda de jogos desta sexta (19); veja horários, onde assistir e escalações
A segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026 prossegue nesta sexta-feira (19) com quatro partidas que podem começar a definir o futuro de diversas seleções no torneio. Para o público brasileiro, o principal destaque é a entrada em campo da seleção comandada por Carlo Ancelotti, que enfrenta o Haiti às 21h30 (horário de Brasília), na Filadélfia, em busca da primeira vitória no Mundial. Leia tudo sobre a Copa do Mundo na TVT News.
A programação do dia também reserva confrontos importantes nos grupos C e D. Estados Unidos e Austrália fazem um duelo entre vencedores da estreia, enquanto Escócia e Marrocos disputam pontos que interessam diretamente ao Brasil. Fechando a rodada, Turquia e Paraguai entram em campo pressionados após derrotas na abertura da competição.
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Jogos da Copa nesta sexta-feira (19)
Estados Unidos
×
Austrália
📺 Onde assistir:
Escócia
×
Marrocos
📺 Onde assistir:
Brasil
×
Haiti
📺 Onde assistir:
ge.globo, SBT, NSports e CazéTV
Turquia
×
Paraguai
📺 Onde assistir:
ge.globo e CazéTV
Como chegam as seleções após a primeira rodada
A rodada da Copa do Mundo desta sexta reúne equipes que vivem situações bastante distintas na competição.
No Grupo C, a Escócia lidera após derrotar o Haiti por 1 a 0. Marrocos e Brasil aparecem empatados com um ponto depois do empate por 1 a 1 na estreia. O resultado deixou a chave completamente aberta para a sequência da competição.
O Brasil teve dificuldades diante dos marroquinos. A equipe de Carlo Ancelotti saiu atrás, encontrou dificuldades na marcação e precisou reagir para evitar uma derrota logo na estreia. Após a partida, o defensor Danilo admitiu que o desempenho ficou abaixo do esperado.
“Acho que a ansiedade foi um fator importante no primeiro tempo, mas temos que rever isso. Numa competição como a Copa do Mundo se a gente faz um tempo tão abaixo como foi o primeiro tempo o preço é caro”, afirmou.
O Haiti, apesar da derrota para a Escócia, deixou boa impressão. A seleção caribenha criou oportunidades, finalizou 15 vezes e pressionou os escoceses até os minutos finais.
No Grupo D, Estados Unidos e Austrália largaram na frente. Os norte-americanos aplicaram uma goleada por 4 a 1 sobre o Paraguai e receberam elogios da imprensa internacional pelo desempenho apresentado. Já os australianos surpreenderam ao vencer a Turquia por 2 a 0.
Paraguai e Turquia entram em campo pressionados. Dependendo dos resultados da rodada, uma das seleções pode encerrar o dia muito próxima da eliminação.
Entre os destaques individuais da rodada de abertura estão Christian Pulisic, dos Estados Unidos; John McGinn, autor do gol da vitória escocesa; Achraf Hakimi e Brahim Díaz, que comandaram a boa atuação marroquina diante do Brasil; e os australianos Nestory Irankunda e Connor Metcalfe.
No caso brasileiro, as atenções seguem voltadas para Vinicius Júnior, Raphinha e Matheus Cunha, que pode ganhar espaço entre os titulares após os testes realizados por Ancelotti durante os treinos.
Estados Unidos x Austrália
O primeiro jogo do dia coloca frente a frente duas equipes que venceram na estreia da Copa do Mundo.
Os Estados Unidos chegam empolgados após a goleada por 4 a 1 sobre o Paraguai.
A atuação da equipe comandada por Mauricio Pochettino recebeu elogios da imprensa internacional e reforçou a condição dos norte-americanos como candidatos a avançar às fases eliminatórias.
Estados Unidos
A principal preocupação nesta Copa é a situação física de Christian Pulisic.

Principal estrela da seleção, o atacante deixou a partida de estreia após sofrer uma pancada e não treinou normalmente ao longo da semana.
Caso não tenha condições de jogo, Giovanni Reyna aparece como principal alternativa.
Além deles, Weston McKennie e Folarin Balogun são peças fundamentais da equipe.
Provável escalação:
Matt Freese; Alexander Freeman, Richards, Tim Ream e Antonee Robinson; Adams, Tillman, Dest, McKennie e Pulisic (Berhalter); Balogun.
Austrália
A seleção australiana foi uma das surpresas da primeira rodada da Copa do Mundo.
Com uma atuação organizada e eficiente, derrotou a Turquia por 2 a 0.
Nestory Irankunda e Connor Metcalfe marcaram os gols da vitória e chegam em alta para o confronto.
Outro destaque é o goleiro Patrick Beach, considerado um dos melhores jogadores da equipe na estreia.
Estados Unidos e Austrália fazem um dos confrontos mais equilibrados desta sexta-feira. Ambas as seleções venceram na estreia e podem encaminhar a classificação para a próxima fase em caso de novo triunfo.
Caso não reúna condições de jogo, Berhalter aparece como principal alternativa. Outros destaques da equipe são Weston McKennie, Folarin Balogun e Antonee Robinson.
Provável escalação:
Beach; Circati, Souttar, Burgess; Italiano, Okon-Engstler, Aiden O’Neill, Metcalfe, Irankunda e Bos; Mohamed Touré.
Escócia x Marrocos
O segundo confronto do Grupo C impacta diretamente à seleção brasileira.
A Escócia lidera a chave após vencer o Haiti por 1 a 0, enquanto Marrocos chega embalado pela boa atuação diante do Brasil.
Dependendo da combinação de resultados, o vencedor pode assumir posição privilegiada na luta pela classificação.
Escócia
A equipe britânica encerrou um longo jejum ao voltar a vencer em uma Copa do Mundo.
O herói da estreia foi John McGinn, autor do gol que garantiu os três pontos contra o Haiti.
Mas a principal estrela escocesa continua sendo Scott McTominay, destaque do Napoli e principal referência técnica da equipe.

O técnico Steve Clarke deve manter praticamente a mesma formação que venceu na estreia.
Provável escalação:
Gordon; Hickey, Hanley, Hendry e Robertson; Gannon-Doak, McTominay, Ferguson e McGinn; Shankland e Adams.
Marrocos
Os marroquinos deixaram ótima impressão diante do Brasil na estreia da Copa.
Durante boa parte da partida, conseguiram controlar o meio-campo e criaram dificuldades para a seleção de Ancelotti.
O lateral Achraf Hakimi continua sendo o principal nome do elenco.
Hakimi é acusado por estupro desde 2023; hoje a justiça negou recurso da sua defesa
Nesta sexta, a justiça francesa rejeitou o recurso do jogador, que é acusado de estupro.
A Corte de Versalhes confirmou a decisão de primeira instância e manteve Hakimi como réu. A denúnica é de 2023. Nesse ano, uma jovem acusou o jogador de forçá-la a manter relações sexuais.
Além disso, Hakimi “se comportou como um animal” e “não demonstrou nenhuma ternura” durante a relação sexual forçada, disse a jovem que o acusa de estuprá-la.
Hakimi nega as acusações.

Outro destaque para a Copa é o jovem Ayyoub Bouaddi, apontado como uma das revelações da equipe após uma atuação consistente contra os brasileiros.
Também merece atenção Brahim Díaz, responsável pela assistência para o gol marcado por Ismael Saibari na primeira rodada.

O confronto em Boston interessa diretamente ao Brasil. A Escócia lidera o Grupo C, enquanto Marrocos ocupa a segunda posição.
Provável escalação: Bono; Hakimi, Diop, Riad e Mazraoui; Bouaddi, El Aynaoui, Brahim Díaz, El Khannouss e Ounahi; Saibari.
Brasil x Haiti
O principal jogo do dia acontece no Philadelphia Stadium. Favorito ao triunfo, o Brasil busca apagar a imagem deixada na estreia da Copa do Mundo e mostrar evolução sob o comando de Carlo Ancelotti.
A expectativa é de mudanças na equipe titular. Durante os treinamentos da semana, o treinador italiano observou alternativas e indicou que promoverá alterações, embora sem promover uma reformulação profunda.
Uma das possibilidades é a entrada de Danilo na lateral-direita. Também existe a chance de Matheus Cunha ganhar espaço no setor ofensivo.
Outro tema que continua mobilizando a torcida brasileira é a situação de Neymar.
O camisa 10 sequer viajou para a Filadélfia. A comissão técnica mantém cautela com sua recuperação e trabalha para evitar qualquer risco de agravamento da lesão. A tendência é que ele permaneça fora também do próximo compromisso, diante da Escócia.
O reencontro entre Brasil e Haiti mais de 20 anos depois
O confronto desta sexta também carrega um significado histórico.
Brasil e Haiti voltam a se enfrentar 22 anos após o amistoso que ficou conhecido como “Jogo da Paz”.
Realizada em Porto Príncipe, em agosto de 2004, a partida ocorreu durante os esforços internacionais para estabilizar o país após um período de intensa instabilidade política.
A iniciativa tinha como objetivo incentivar uma campanha de desarmamento. Em troca da entrega de armas, a população recebia ingressos para assistir ao amistoso.
Na ocasião, o Brasil venceu por 6 a 0, com três gols de Ronaldinho Gaúcho, dois de Roger Flores e um de Nilmar.
A equipe comandada por Carlos Alberto Parreira contava ainda com nomes como Ronaldo, Adriano, Roberto Carlos e Júlio César.
A dimensão simbólica daquele encontro foi retratada posteriormente no documentário O Dia em que o Brasil Esteve Aqui.
Brasil
O empate contra Marrocos expôs problemas defensivos e dificuldades na construção ofensiva.
Apesar disso, a seleção conta com jogadores capazes de decidir partidas em poucos lances.
Vini Jr. segue como principal referência ofensiva nesta Copa. O atacante do Real Madrid é visto como o jogador mais capaz de desequilibrar no um contra um e deve ser novamente uma das principais armas brasileiras.
Raphinha também aparece como peça importante pelos lados do campo, enquanto Bruno Guimarães e Lucas Paquetá carregam a responsabilidade pela criação no meio-campo.
Casemiro segue como líder do setor defensivo da equipe, embora tenha encerrado a estreia pendurado com cartão amarelo.
Na última partida, Ancelotti foi muito criticado por deixar Endrick no banco. No último amistoso antes da Copa contra o Egito, um dos gols da vitória do Brasil foi justamente do atacante, que entrou no segundo tempo.
Mesmo assim, na partida contra o Marrocos ele não entrou. Ancelotti disse que é preciso ter calma e que ele entrará no momento certo:
“Temos que colocar Endrick no momento correto (risos). Vamos esperar um pouco. Vai ser importante”, garantiu o treinador.

A provável escalação brasileira tem:
Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Matheus Cunha e Vini Jr.
Haiti
Embora tenha sido derrotado pela Escócia, o Haiti deixou uma impressão positiva na primeira rodada.
A equipe pressionou nos minutos finais e terminou a partida com 15 finalizações, mostrando capacidade de competir em nível internacional.
Grande esperança haitiana, o centroavante Frantzdy Pierrot chama atenção pelo jogo aéreo. Com 1,94 metro de altura, ele acumula 34 gols em 55 partidas pela seleção.
Outro destaque é Jean-Ricner Bellegarde, meia do Wolverhampton, que organiza boa parte das ações ofensivas da equipe.
Wilson Isidor, atacante do Sunderland, completa o trio ofensivo que tenta surpreender o Brasil.
A seleção haitiana busca o primeiro ponto de sua história em Copas do Mundo.
Provável escalação:
Placide; Arcus, Adé, Delcroix e Expérience; Jean-Jacques, Deedson e Bellegarde; Providence, Isidor e Pierrot.
Turquia x Paraguai
Fechando a programação, Turquia e Paraguai entram em campo pressionados.
As duas seleções perderam seus compromissos iniciais na Copa e podem encerrar a rodada em situação muito complicada na classificação.
Turquia
Mesmo derrotada pela Austrália, a Turquia chamou atenção pelos números ofensivos.
A equipe terminou a rodada inicial como uma das seleções com maior posse de bola e liderou o Mundial em finalizações.
O principal nome é Arda Güler, joia do futebol turco e um dos jogadores mais observados da competição.
Outra atração é Kenan Yildiz, atacante de 21 anos que deve ganhar mais minutos após retornar de lesão.
Provável escalação:
Ugurcan Cakir; Zeki Çelik, Demiral, Abdulkerim Bardakci e Kadioglu; Calhanoglu, Ismail Yuksek e Arda Guler; Alper Yilmaz, Orkun Kökçü e Kerem Akturkoglu.
Paraguai
O Paraguai tenta reagir após a dura derrota para os Estados Unidos.
A equipe comandada por Gustavo Alfaro aposta em um elenco que reúne diversos atletas conhecidos do público brasileiro.
Entre eles estão Gustavo Gómez e Mauricio, do Palmeiras; Junior Alonso, do Atlético-MG; Bobadilla, do São Paulo; Balbuena, do Grêmio; e Isidro Pitta, do Bragantino.

Julio Enciso também surge como uma das principais esperanças ofensivas dos paraguaios.
Com a possibilidade de eliminação precoce rondando a chave, o confronto ganha contornos decisivos para as duas equipes.
A partida que fecha o dia pode ser decisiva para a permanência das equipes na Copa do Mundo.
Provável escalação:
Orlando Gill; Cáceres, Gustavo Gómez, Alderete e Junior Alonso; Bobadilla, Cubas, Diego Gómez e Almirón; Mauricio e Julio Enciso.
Copa do Mundo: México × Coreia do Sul nesta quinta (18); saiba tudo sobre o jogo
O confronto mais aguardado desta quinta-feira de Copa será disputado no Estádio Akron, em Guadalajara.
México e Coreia do Sul venceram na estreia e dividem a liderança do Grupo A do torneio da Fifa.
Um novo triunfo pode deixar uma das seleções muito próxima da classificação para a próxima fase.
México
A equipe comandada por Javier Aguirre derrotou a África do Sul por 2 a 0 na estreia, com gols de Julián Quiñones e Raúl Jiménez.
A única baixa é o defensor César Montes, expulso no primeiro jogo.
O treinador deve manter a base da equipe titular.
Santiago Giménez lidera as esperanças mexicanas

Embora tenha ficado fora dos gols na vitória por 2 a 0 sobre a África do Sul, o atacante Santiago Giménez segue como a principal referência técnica da seleção mexicana.
O jogador do Milan é apontado como o atleta mais valioso do elenco, valendo cerca de R$ 201 milhões, e concentra boa parte das expectativas do país anfitrião para uma campanha longa no torneio.
Ao lado de nomes experientes como Raúl Jiménez, autor de um dos gols da estreia, e do atacante Julián Quiñones, Giménez integra um setor ofensivo que busca maior eficiência diante da Coreia do Sul.
Após a vitória na abertura do torneio, o técnico Javier Aguirre afirmou que a equipe ainda precisa melhorar a produção ofensiva, especialmente em jogos contra adversários mais qualificados.
Provável escalação
José Rangel; Israel Reyes, Jorge Sánchez, Johan Vásquez e Jesús Gallardo; Álvaro Fidalgo, Erik Lira e Brian Gutiérrez; Roberto Alvarado, Raúl Jiménez e Julián Quiñones.
Além da força coletiva, o futebol mexicano acompanha com atenção a evolução de jovens atletas como Gilberto Mora.
Coreia do Sul
A seleção sul-coreana chega após vencer a República Tcheca por 2 a 1.
O principal nome continua sendo Son Heung-min, referência técnica e liderança do grupo.
A equipe também conta com jogadores importantes como Kim Min-jae, Hwang In-beom e Lee Kang-in.
Nos bastidores, a delegação vive dias turbulentos após o vazamento de conversas entre jornalistas contendo críticas a Son Heung-min.
A Federação Sul-Coreana reagiu suspendendo atividades de imprensa e adotando postura mais fechada antes da partida contra os mexicanos.
Mesmo diante do episódio, a expectativa é de manutenção da equipe titular.
Son Heung-min é a referência da Coreia do Sul
Son Heung-min foi decisivo na vitória sul-coreana por 2 a 1 sobre a República Tcheca e chega ao confronto contra o México como a principal ameaça ao sistema defensivo dos anfitriões.

Provável escalação:
Kim Seung-Gyu; Lee Hanbeom, Kim Min-Jae e Lee Gi-Hyuk; Seol Young-Woo, Hwang In-Beom, Paik Seung-Ho e Lee Kang-In; Lee Jae-Sung, Lee Tae-Seok e Son Heung-Min.
Segunda rodada pode começar a desenhar classificados
Com a ampliação da Copa para 48 seleções, o torneio oferece mais possibilidades de classificação. Ainda assim, a segunda rodada costuma representar um momento decisivo para equipes que iniciaram a competição sem pontuar.
Já México e Coreia do Sul podem dar um passo importante rumo ao mata-mata.
A expectativa é de uma sequência de confrontos marcados por diferentes estilos de jogo, interesses distintos e pressão crescente à medida que a Copa do Mundo avança para sua fase decisiva de grupos.
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O terceiro jogo da programação do torneio da Fifa será disputado no BC Place, em Vancouver. Canadá e Catar chegam ao confronto em busca de um objetivo comum: conquistar a primeira vitória de suas histórias em Copas do Mundo. Leia tudo sobre a Copa na TVT News.
Ambas as seleções comemoraram seus primeiros pontos na competição durante a rodada inicial.
O Canadá empatou com a Bósnia por 1 a 1, enquanto o Catar arrancou igualdade diante da Suíça.
Canadá
Os canadenses alimentam expectativas de avançar pela primeira vez ao mata-mata de um Mundial.
A equipe dirigida por Jesse Marsch tem como principais referências Jonathan David e Cyle Larin, autor do gol marcado na estreia.
Alphonso Davies é dúvida, mas time aposta em David e Larin

No Canadá, a principal preocupação desta Copa do Mundo segue sendo a condição física de Alphonso Davies.
O lateral-esquerdo do Bayern de Munique ainda se recupera de lesão na coxa e permanece como dúvida para o confronto contra o Catar.
Mesmo sem a presença garantida de sua maior estrela, os canadenses contam com um ataque que chega em alta para a segunda rodada.
Cyle Larin marcou o gol do empate contra a Bósnia e registrou o primeiro gol da história do Canadá em Copas do Mundo.
Já Jonathan David continua sendo uma das principais referências ofensivas da equipe comandada por Jesse Marsch.
A combinação entre David, Larin e, eventualmente, Davies é vista como o caminho para que o Canadá conquiste sua primeira vitória em Mundiais e mantenha vivo o sonho da classificação.
Provável escalação:
Crepeau; Johnston, Fougerolles, Cornelius e Laryea; Buchanan, Eustáquio, Kone, Ahmed; David e Larin.
O Canadá chega embalado por uma sequência de nove partidas sem derrota e conta com o apoio da torcida local.
Catar
Participando de sua segunda Copa do Mundo, o Catar tenta transformar o empate obtido contra a Suíça em impulso para buscar uma classificação histórica.
Akram Afif é o principal nome do Catar
Pelo lado catariano, o destaque segue sendo Akram Afif, jogador mais conhecido do elenco e principal responsável pela criação ofensiva da equipe treinada por Julen Lopetegui.
O time arrancou um empate por 1 a 1 contra a Suíça nos minutos finais da estreia e mostrou capacidade de competir em um grupo considerado equilibrado.
Afif terá novamente papel central na tentativa de conduzir os asiáticos a uma vitória que pode mudar completamente a disputa pela classificação.
Na estreia, porém, quem mais chamou atenção foi o defensor Pedro Miguel, apontado como um dos pilares do sistema defensivo.
Provável escalação:
Abunada; Al-Oui, Pedro Miguel, Khoukhi, Ahmed; Gueye Laye, Fathy, Jassem Gaber; Abdurisag, Afif e Edmilson Junior.
O Catar não vence há sete partidas, acumulando quatro derrotas e três empates.
Segunda rodada pode começar a desenhar classificados
Com a ampliação da Copa para 48 seleções, o torneio oferece mais possibilidades de classificação. Ainda assim, a segunda rodada costuma representar um momento decisivo para equipes que iniciaram a competição sem pontuar.
A expectativa é de uma sequência de confrontos marcados por diferentes estilos de jogo, interesses distintos e pressão crescente à medida que a Copa do Mundo avança para sua fase decisiva de grupos.
Veja os resultados dos jogos em tempo real na TVT News.
Relembre os grupos da Copa do Mundo.
Veja o Guia da Copa da TVT e fique por dentro de todas as datas e possíveis confrontos no mata-mata.

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