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Da Redação
Trump sofre revés em votação no Congresso dos EUA
A política externa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sofreu nesta quarta-feira (3) um importante revés no Congresso norte-americano. A Câmara dos Representantes aprovou uma resolução que busca limitar os poderes do chefe da Casa Branca para conduzir operações militares contra o Irã sem autorização legislativa, em uma votação que expôs divisões dentro do próprio Partido Republicano e refletiu o aumento da insatisfação com a guerra iniciada em fevereiro. Saiba mais na TVT News.
A medida foi aprovada por 215 votos a 208. Embora os democratas tenham liderado a iniciativa, o resultado só foi possível graças ao apoio de quatro parlamentares republicanos — Thomas Massie, Brian Fitzpatrick, Tom Barrett e Warren Davidson — que romperam com a orientação do governo e votaram ao lado da oposição.
O texto determina que o presidente retire as forças armadas norte-americanas das hostilidades contra a República Islâmica do Irã e reafirma o papel constitucional do Congresso na autorização de conflitos armados. Na prática, a resolução busca impedir que Trump ordene novos ataques sem o aval dos parlamentares.
A aprovação representa uma derrota política significativa para a Casa Branca. Trata-se da quarta tentativa do Congresso de impor restrições à condução da guerra pelo governo, mas desta vez a iniciativa conseguiu superar a resistência republicana na Câmara.
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Embora a resolução ainda precise ser analisada pelo Senado, onde os republicanos mantêm maioria, o resultado da votação foi interpretado como um sinal de crescente desgaste da estratégia militar de Washington no Oriente Médio. O conflito, que começou após ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano em 28 de fevereiro, tornou-se cada vez mais impopular entre a população norte-americana.
Cresce a oposição à guerra
Nos últimos meses, parlamentares de ambos os partidos passaram a manifestar preocupação com os custos políticos, econômicos e humanos da escalada militar.
O deputado republicano Tom Barrett, um dos integrantes da base governista que apoiaram a resolução, justificou seu voto afirmando que a prerrogativa de declarar guerra pertence ao Congresso.
“Somente o Congresso declara guerra, isso é algo que certamente precisamos proteger”, declarou.
Questionado sobre possíveis represálias por parte de Trump, Barrett respondeu que vota de acordo com sua consciência e está disposto a assumir as consequências de sua decisão.
Do lado democrata, as críticas foram ainda mais contundentes. O deputado Gregory Meeks, principal integrante democrata do Comitê de Relações Exteriores da Câmara e autor da resolução, classificou o resultado como uma “repreensão bipartidária significativa” à condução da guerra.
Segundo Meeks, Trump não alcançou os objetivos anunciados pelo governo, enquanto contribuiu para o aumento dos preços dos combustíveis e dificultou uma solução diplomática para as divergências relacionadas ao programa nuclear iraniano.
“Cada vez mais republicanos estão ouvindo seus eleitores, que não querem outra guerra sem fim no Oriente Médio”, afirmou o parlamentar.
Integrantes democratas da Comissão de Relações Exteriores também celebraram o resultado, classificando a votação como uma mensagem clara de rejeição à guerra e defendendo o encerramento imediato das operações militares.
Guerra gera preocupações econômicas
Além das questões constitucionais envolvendo os poderes presidenciais, a ofensiva contra o Irã vem produzindo efeitos econômicos que preocupam congressistas de diferentes correntes políticas.
O fechamento do Estreito de Ormuz por Teerã, após os primeiros ataques norte-americanos e israelenses, provocou turbulências nos mercados internacionais de energia e contribuiu para a alta dos combustíveis.
Nos Estados Unidos, parlamentares vêm relatando crescente pressão de eleitores diante do aumento do custo de vida. Gregory Meeks chegou a afirmar que diversos republicanos enfrentam desgaste em seus estados devido à elevação dos preços da gasolina e dos alimentos.
O tema ganhou ainda mais relevância porque o país se aproxima das eleições legislativas de novembro, quando quase todas as cadeiras da Câmara e parte do Senado serão renovadas. Entre republicanos moderados, existe o temor de que a impopularidade da guerra se transforme em um passivo eleitoral para o partido de Trump.
Casa Branca tenta conter danos
Antes da votação, o presidente da Câmara, Mike Johnson, tentou convencer os parlamentares a rejeitar a proposta. Segundo ele, a resolução poderia enfraquecer a posição negociadora dos Estados Unidos e comprometer as conversas em andamento para encerrar o conflito.
Johnson argumentou que os objetivos militares da operação já teriam sido alcançados e que Trump precisa de liberdade para concluir um eventual acordo de paz.
A Casa Branca também sustenta que iniciativas para restringir os poderes do presidente na condução de operações militares seriam inconstitucionais, sinalizando que poderá recorrer ao Judiciário caso o Congresso avance com a medida.
Paralelamente, inspetores-gerais do Pentágono, do Departamento de Estado e da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional iniciaram uma revisão conjunta das operações militares. A investigação foi aberta porque a legislação norte-americana determina fiscalização específica quando conflitos ultrapassam 60 dias sem autorização formal do Congresso.
Negociações seguem em meio ao conflito
Apesar da derrota política sofrida na Câmara, Trump afirmou nesta quarta-feira que as negociações com o Irã avançam e podem produzir resultados nos próximos dias.
“Pode ser que aconteça no fim de semana”, declarou o presidente ao comentar a possibilidade de um acordo.
O governo norte-americano também sustenta que houve avanços nas discussões sobre o programa nuclear iraniano. Segundo Trump, Teerã teria demonstrado disposição para abrir mão da produção de armas nucleares, um dos principais pontos de tensão entre os dois países.
Ainda assim, a aprovação da resolução evidencia que cresce dentro do próprio Congresso a percepção de que a estratégia militar adotada pela Casa Branca carece de legitimidade política e constitucional. Mesmo que a proposta enfrente obstáculos no Senado ou venha a ser contestada judicialmente, a votação marca um momento importante de desgaste para Trump e sinaliza que parte de sua base já não acompanha de forma automática as decisões do governo na política externa.
O resultado também reforça o debate sobre os limites do poder presidencial em tempos de guerra e demonstra que a ofensiva contra o Irã, longe de consolidar apoio interno, passou a alimentar questionamentos cada vez mais amplos dentro das instituições norte-americanas.
Kassio Nunes será o relator do caso Dark Horse no TSE
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, foi sorteado como relator de três ações que colocam no centro do debate eleitoral o financiamento do filme Dark Horse, produção que narra a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro e que se tornou alvo de questionamentos após as revelações da série Vaza Flávio, publicada pelo Intercept Brasil. Saiba mais na TVT News.
As ações tratam de diferentes aspectos do caso, mas convergem para um mesmo núcleo: a relação entre o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e os recursos destinados à produção cinematográfica.
A definição da relatoria ocorreu por sorteio, mas chama atenção pelo contexto. Em maio, o próprio Nunes Marques editou resolução estabelecendo que ele, André Mendonça e Estela Aranha seriam os responsáveis pelas ações relacionadas à propaganda eleitoral durante o período do pleito.
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Indicado ao Supremo Tribunal Federal por Bolsonaro em 2020, Nunes Marques agora terá a tarefa de conduzir processos que podem ter impacto direto sobre a disputa presidencial de 2026.
Três ações sob análise envolvendo Dark Horse e Vorcaro
A primeira representação foi apresentada pelo PL e questiona uma pesquisa eleitoral realizada pelo instituto AtlasIntel. O partido sustenta que o levantamento teria influenciado negativamente os entrevistados ao reproduzir um áudio em que Flávio Bolsonaro aparece negociando recursos para o filme junto a Vorcaro.
A gravação se tornou pública após as reportagens da série Vaza Flávio revelarem bastidores da negociação para financiar o projeto cinematográfico. O AtlasIntel nega qualquer irregularidade e afirma que a pesquisa seguiu critérios técnicos.
A segunda ação foi apresentada pelo deputado federal Rogério Correia em conjunto com integrantes do Grupo Prerrogativas. O pedido solicita que o TSE impeça a exibição, divulgação e promoção do filme durante o período eleitoral.
Os autores argumentam que uma produção de grande alcance dedicada a Bolsonaro, lançada às vésperas da eleição presidencial, poderia funcionar como instrumento de propaganda política paralela, comprometendo a igualdade de condições entre os candidatos.
Na petição, os advogados sustentam que a obra pode produzir uma “vantagem comunicacional incompatível com a igualdade de chances” e apontam preocupação com a origem dos recursos empregados no projeto.
Já a terceira ação foi protocolada pelo deputado federal Arlindo Chinaglia. O parlamentar pede a abertura de investigação para apurar possível abuso de poder econômico e político na produção e no financiamento do filme.
Revelações ampliaram pressão sobre o projeto
O caso ganhou dimensão nacional após a divulgação de documentos, mensagens e áudios pela série Vaza Flávio.
As primeiras reportagens mostraram que Flávio Bolsonaro participou diretamente das negociações para obtenção de recursos destinados à produção. Em gravações divulgadas pelo Intercept Brasil, o senador aparece solicitando apoio financeiro de Vorcaro para viabilizar o projeto.
Posteriormente, novas revelações indicaram que o então banqueiro teria se comprometido a investir até R$ 134 milhões na obra por meio de estruturas financeiras ligadas ao projeto.
Outra reportagem mostrou que Flávio viajou a São Paulo para reuniões relacionadas à produção cinematográfica em um período em que Vorcaro já enfrentava crescente pressão de órgãos reguladores e investigações sobre o Banco Master.
Na mais recente revelação da série, mensagens atribuídas ao ex-banqueiro mostraram que ele tratava os repasses ao filme como prioridade absoluta.
Em conversa com seu cunhado e operador financeiro, Fabiano Zettel, Vorcaro foi informado sobre dezenas de milhões em pagamentos pendentes. Ao descobrir que o filme não estava entre as prioridades de desembolso, respondeu de forma enfática: “Esse é o mais importante disparado” e determinou que o pagamento não poderia falhar novamente.
As mensagens sugerem que os aportes para a produção receberam tratamento privilegiado mesmo em um momento de dificuldades financeiras enfrentadas pelo grupo econômico ligado ao Banco Master.
Delação de Vorcaro aumenta tensão
A pressão sobre o caso aumentou ainda mais nesta semana após a CNN Brasil informar que Vorcaro incluiu o episódio do financiamento do filme em uma nova proposta de colaboração premiada apresentada à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República.
Segundo a emissora, o ex-banqueiro teria relatado pedidos e cobranças feitos por Flávio Bolsonaro para a liberação dos recursos, além de detalhar transferências milionárias destinadas à produção.
A inclusão do tema na nova versão da delação amplia a relevância jurídica e política do caso e pode reforçar os pedidos para que o TSE investigue a origem e o uso dos recursos empregados na cinebiografia.
Julgamentos podem influenciar debate eleitoral
Com a relatoria concentrada nas mãos de Kassio Nunes Marques, o TSE passa a ser um dos principais palcos institucionais da controvérsia envolvendo o filme.
As decisões do ministro poderão definir desde a manutenção ou não da circulação da obra durante a campanha até a abertura de investigações sobre eventual abuso de poder econômico.
Em um cenário em que o financiamento do Dark Horse já é alvo de questionamentos judiciais, investigações jornalísticas e apurações envolvendo Daniel Vorcaro, a escolha do relator coloca sob os holofotes um dos temas mais sensíveis da pré-campanha presidencial de 2026.
Alcolumbre cria obstáculo inédito e pode atrasar fim da escala 6×1 no Senado
A tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada semanal para 40 horas sem redução salarial entrou em uma nova disputa política no Senado. Após a histórica aprovação na Câmara dos Deputados, com apoio de ampla maioria dos parlamentares e forte mobilização popular, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), passou a defender um caminho inédito para a proposta, abrindo a possibilidade de que ela seja analisada por mais de uma comissão antes de chegar ao plenário. Saiba mais na TVT News.
A iniciativa acendeu o sinal de alerta entre parlamentares governistas, centrais sindicais e movimentos sociais, que veem na medida uma tentativa de retardar a votação de uma das principais bandeiras do governo do presidente Lula e da classe trabalhadora.
Durante sessão plenária, Alcolumbre afirmou que pretende ouvir os líderes partidários para definir o rito da proposta e sugeriu que a PEC passe por “comissões”, no plural, além de admitir a criação de uma comissão especial.
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“Quero dizer, como presidente do Senado, que essa proposta vai ter que tramitar nas comissões porque as cobranças de todos os senadores sobre a presidência são que todas as matérias possam passar, no mínimo, por uma comissão”, declarou.
A fala surpreendeu parlamentares experientes da própria Casa. Segundo nota oficial encaminhada pelo Senado, não há precedentes para esse tipo de procedimento. A própria instituição reconheceu que, desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, nenhuma PEC aprovada pelo Senado tramitou em outra comissão além da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Pelas regras atuais do Senado, uma PEC deve ser analisada pela CCJ, responsável tanto pela admissibilidade quanto pelo mérito da proposta. Depois disso, segue diretamente para votação em plenário. Diferentemente da Câmara dos Deputados, onde existe uma comissão especial para analisar o mérito, o Senado tradicionalmente concentra toda essa etapa na CCJ.
Escala 6×1 enfrenta resistência
O reconhecimento oficial de que não existem precedentes reforçou as suspeitas de que a movimentação tem motivação política.
O senador Paulo Paim (PT-RS), uma das principais referências da pauta trabalhista no Congresso Nacional, reagiu com preocupação.
“Desde que eu estou no Senado, cinco mandatos, nunca vi uma PEC passar por outras comissões”, afirmou.
A apreensão dos governistas aumenta porque qualquer mudança no texto aprovado pela Câmara obrigaria a proposta a retornar para nova votação entre os deputados, atrasando a promulgação e empurrando a entrada em vigor do novo regime de trabalho.
Nos bastidores, lideranças ligadas ao governo avaliam que Alcolumbre tenta construir uma demonstração de força institucional ao afirmar que o Senado não será um simples “carimbador” das decisões da Câmara.
“Não é razoável que a Câmara dos Deputados passe cinco meses debatendo um assunto muito relevante para o Brasil, para o povo brasileiro, para a nação e também para os trabalhadores e para os empreendedores, e o Senado seja obrigado a carimbar um texto aprovado na Câmara”, disse o presidente da Casa.
A declaração ocorre em meio à ofensiva da oposição liderada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), autor de uma PEC alternativa que mantém a jornada atual e cria um modelo de contratação por hora trabalhada, permitindo maior flexibilização das relações de trabalho.
Como mostrou a TVT News nos últimos dias, a proposta alternativa apresentada pela oposição vai além do debate sobre a jornada e altera aspectos centrais da legislação trabalhista, fortalecendo contratos individuais e relativizando direitos históricos garantidos pela CLT.
A movimentação de Alcolumbre ocorre justamente quando centrais sindicais intensificam a pressão para que a PEC seja aprovada rapidamente. O governo trabalha com a expectativa de promulgar a medida ainda antes do período eleitoral, permitindo que os efeitos da nova jornada comecem a ser sentidos pelos trabalhadores ainda este ano.
O texto aprovado pela Câmara prevê que as novas regras entrem em vigor 60 dias após a promulgação.
Para dirigentes sindicais, o discurso de que o Senado precisa “debater mais” um tema amplamente discutido ao longo de meses no Congresso e na sociedade serve como justificativa para protelar uma decisão que já demonstrou amplo apoio popular.
Nos corredores do Congresso também circula a avaliação de que Alcolumbre busca se aproximar de setores conservadores e empresariais que atuaram contra a aprovação da proposta na Câmara. Há ainda quem relacione a postura do presidente do Senado às articulações políticas visando a eleição para a presidência da Casa em 2027, quando ele poderá tentar a recondução ao cargo e dependerá de apoio de setores da oposição.
Enquanto isso, sindicatos e movimentos sociais prometem ampliar a mobilização. A estratégia é repetir no Senado a pressão popular que garantiu a aprovação por ampla maioria na Câmara e impedir que uma manobra regimental transforme uma conquista histórica dos trabalhadores em uma tramitação longa e sujeita a mudanças de conteúdo.
A decisão final sobre o rito da PEC deverá ser tomada após reunião de líderes convocada por Alcolumbre. Até lá, a batalha política pelo fim da escala 6×1 continua, agora concentrada no Senado Federal.
Benedita lidera disputa para o Senado no RJ, diz Paraná Pesquisas
A deputada federal Benedita da Silva (PT) aparece como principal favorita na disputa por uma das duas vagas que estarão em jogo para o Senado Federal pelo Rio de Janeiro em 2026. É o que revela levantamento divulgado nesta quinta-feira (4) pelo instituto Paraná Pesquisas, que também expõe as dificuldades enfrentadas pelo campo bolsonarista e pelo PL para encontrar um sucessor competitivo após a saída de cena do ex-governador Cláudio Castro. Saiba mais na TVT News.
A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 3 de junho com 1.680 eleitores em 62 municípios fluminenses. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RJ-05645/2026.
Os números mostram que Benedita chega ao início da corrida eleitoral em posição privilegiada. No primeiro cenário estimulado para o Senado, a parlamentar petista alcança 34,2% das intenções de voto, liderando com folga. Na sequência aparecem o ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos), com 26%, e o deputado estadual Márcio Canella (União Brasil), com 21,3%. O deputado federal Pedro Paulo (PSD) registra 20,7%.
Como os eleitores podem escolher até dois candidatos para o Senado, os percentuais ultrapassam 100%.
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Em um segundo cenário, sem a presença de Crivella, Benedita amplia sua vantagem e chega a 35,9%. A disputa pela segunda vaga fica aberta entre Márcio Canella, que soma 23,6%, e Pedro Paulo, com 22,8%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
Os resultados ganham relevância por serem os primeiros divulgados após a desistência de Cláudio Castro de concorrer ao Senado. Embora estivesse inelegível em razão de irregularidades relacionadas ao processo eleitoral de 2022, o ex-governador ainda mantinha movimentações políticas para tentar viabilizar uma candidatura. O cenário mudou nas últimas semanas após novas investigações da Polícia Federal e o aprofundamento do desgaste provocado pelo escândalo envolvendo o Banco Master.
O caso ganhou repercussão nacional depois da revelação de operações bilionárias realizadas pelo Rioprevidência junto ao banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro. As suspeitas em torno da gestão dos recursos previdenciários do estado passaram a contaminar politicamente o grupo liderado por Castro, dificultando a construção de uma candidatura competitiva ligada diretamente ao ex-governador.
O reflexo desse desgaste aparece de forma clara nos números da pesquisa. Os representantes do PL testados pelo instituto tiveram desempenho modesto. No primeiro cenário, o deputado federal Carlos Jordy alcança apenas 10,4%, distante dos primeiros colocados. Já no segundo cenário, o senador Carlos Portinho registra 8,9%, ficando atrás não apenas de Benedita, Canella e Pedro Paulo, mas também de outros candidatos de menor projeção estadual.
Os resultados evidenciam um problema estratégico para o partido de Jair Bolsonaro justamente em um dos estados considerados historicamente mais importantes para a direita brasileira. Sem Cláudio Castro, o PL ainda não encontrou um nome capaz de herdar seu capital político e disputar em igualdade de condições as vagas para o Senado.
A situação também revela uma fragmentação do campo conservador. Além dos candidatos do PL, nomes como Crivella, Waguinho e Canella disputam o mesmo eleitorado, contribuindo para a dispersão dos votos e dificultando a consolidação de uma candidatura única do bloco bolsonarista.
Paes tem ampla vantagem na disputa pelo governo
Enquanto a disputa para o Senado permanece aberta para a segunda vaga, o cenário para o governo estadual mostra uma liderança muito mais consolidada. Segundo a Paraná Pesquisas, o prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), aparece com ampla vantagem sobre todos os adversários.
No principal cenário testado, Paes alcança 48,3% das intenções de voto, índice que o coloca próximo de uma vitória em primeiro turno. Em segundo lugar surge Douglas Ruas (PL), com apenas 12,6%, seguido por Anthony Garotinho (Republicanos), que registra 9,2%.
Na sequência aparecem André Marinho (Novo), com 4,2%; o ex-governador Wilson Witzel, com 3,1%; Bombeiro Rafa Luz (Missão), com 2,6%; e William Siri (PSOL), com 0,6%.
A larga vantagem de Eduardo Paes reforça o cenário de enfraquecimento político do grupo atualmente instalado no Palácio Guanabara. Após quase uma década de influência crescente da direita e da extrema direita na política fluminense, os números sugerem uma reorganização das forças eleitorais no estado.
Para o campo progressista, a liderança de Benedita da Silva na disputa pelo Senado e o desempenho competitivo de aliados em diferentes cenários indicam a possibilidade de ampliar sua representação política no Rio de Janeiro. Já para o PL e seus aliados, a pesquisa acende um sinal de alerta sobre os efeitos do desgaste acumulado por Cláudio Castro e pelas crises que atingem seu grupo político às vésperas da sucessão estadual.
Todas as seleções foram convocadas; confira a lista dos jogadores da Copa
A Copa do Mundo 2026 está chegando e e todas as 48 seleções já divulgaram as listas dos convocados.
Com 26 jogadores por equipe, ao total são 1248 jogadores nessa Copa, que é o torneio com mais seleções da história. Veja em TVT News as listas de convocados.
Faltam
16h
Grupos da Copa:
- GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca;
- GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;
- GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;
- GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;
- GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;
- GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;
- GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;
- GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;
- GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;
- GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;
- GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;
- GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

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Veja lista de convocados da Copa do Mundo 2026:
África do Sul

- Goleiros: Ronwen Williams (Mamelodi Sundowns), Ricardo Goss (Mamelodi Sundowns) e Sipho Chaine (Orlando Pirates);
- Defensores: Khuliso Mudau (Mamelodi Sundowns), Nkosinathi Sibisi (Orlando Pirates), Ime Okon (Hannover 96), Khulumani Ndamane (Mamelodi Sundowns), Aubrey Modiba (Mamelodi Sundowns), Samukelo Kabini (Molde Fk), Thabang Matuludi (Polokwane City), Olwethu Makhanya (Philadelphia Union), Kamogelo Sebelebele (Orlando Pirates), Bradley Cross (Kaizer Chiefs) e Mbekezeli Mbokazi (Chicago Fire);
- Meias/Atacantes: Teboho Mokoena (Mamelodi Sundowns), Thalente Mbatha (Orlando Pirates), Sphephelo Sithole (Tondela), Jayden Adams (Mamelodi Sundowns), Oswin Appollis (Orlando Pirates), Iqraam Rayners (Mamelodi Sundowns), Tshepang Moremi (Orlando Pirates), Relebohile Mofokeng (Orlando Pirates), Evidence Makgopa (Orlando Pirates), Themba Zwane (Mamelodi Sundowns), Lyle Foster (Burnley) e Thapelo Maseko (AEL Limassol).
Alemanha
- Goleiros: Oliver Baumann (Hoffenheim), Manuel Neuer (Bayern de Munique) e Alexander Nubel (Stuttgart);
- Defensores: Waldemar Anton (Borussia Dortmund), Nathaniel Brown (Frankfurt), Pascal Gross (Brighton), Joshua Kimmich (Bayern de Munique), Felix Nmecha (Borussia Dortmund), Aleksandar Pavlovic (Bayern de Munique), David Raum (Leipzig), Antonio Rudiger (Real Madrid), Nico Schlotterbeck (Borussia Dortmund), Angelo Stiller (Stuttgart), Jonathan Tah (Bayern de Munique) e Malick Thiaw (Newcastle);
- Meias/Atacantes: Nadiem Amiri (Mainz), Maximilian Beier (Borussia Dortmund), Leon Goretzka (Bayern de Munique), Kai Havertz (Arsenal), Lennart Karl (Bayern de Munique), Jamie Leweling (Stuttgart), Jamal Musiala (Bayern de Munique), Leroy Sané (Galatasaray), Deniz Undav (Stuttgart), Florian Wirtz (Liverpool) e Nick Woltemade (Newcastle).
Arábia Saudita
- Goleiros: Ahmed Al Kassar (Al-Qadsiah), Mohammed Al Owais (Al-Ula) e Nawaf Al Aqidi (Al-Nassr);
- Defensores: Saud Abdulhamid (Lens), Mohammed Abu Al Shamat (Al-Qadsiah), Khalid Al Ghannam (Al-Ettifaq), Moteb Al Harbi (Al-Hilal), Abdulelah Al Amri (Al-Nassr), Nawaf Boushal (Al-Nassr), Hassan Kadesh (Al-Ittihad), Ali Lajami (Al-Hilal), Ali Majrashi (Al-Ahli), Hassan Tambakti (Al-Ahli) e Jehad Thikri (Al-Qadsiah);
- Meias/Atacantes: Nasser Al Dawsari (Al-Hilal), Alaa Al Hajji (Neom), Ziyad Al Johani (Al-Ahli), Musab Al Juwayr (Al-Qadsiah), Abdullah Al Khaibari (Al Nassr), Mohammed Kanno (Al-Hilal), Sultan Mandash (Al Hilal), Ayman Yahya (Al-Nassr), Feras Al Brikan (Al-Ahli), Salem Al Dawsari (Al-Hilal), Abdullah Al Hamdan (Al-Nassr) e Saleh Al Shehri (Al-Ittihad).
Argélia

- Goleiros: Luca Zidane (Granada), Oussama Benbot (USM Alger), Melvin Mastil (Stade Nyonnais) e Abdelatif Ramdane (MC Alger);
- Defensores: Rafik Belghali (Hellas Verona), Samir Chergui (Paris FC), Rayan Ait-Nouri (Manchester City), Jaouen Hadjam (Young Boys), Aissa Mandi (Lille), Ramy Bensebaini (Borussia Dortmund), Zineddine Belaid (JS Kabylie), Achref Abada (USM Alger) e Mohamed Amine Tougai (Espérance de Tunis);
- Meias/Atacantes: Nabil Bentaleb (Lille), Hicham Boudaqui (Nice), Houssem Aouar (Al-Ittihad), Farès Chaibi (Frankfurt), Ibrahim Maza (Bayer Leverkusen), Yacine Titraoui (Royal Charleroi), Ramiz Zerrouki (Twente), Mohamed Amine Amoura (Wolfsburg), Nadhir Benbouali (Gyor), Adil Boulbina (Al-Duhail), Farès Ghedjemis (Frosinone), Amine Gouri (Olympique de Marseille), Anis Hadj Moussa (Feyenoord) e Riyad Mahrez (Al-Ahli).
Argentina

- Goleiros: Emiliano Martínez (Aston Villa), Gerónimo Rulli (Olympique Marselha) e Juan Musso (Atlético de Madrid);
- Defensores: Nahuel Molina (Atlético de Madrid), Gonzalo Montiel (River Plate), Cuti Romero (Tottenham), Otamendi (Tottenham), Lisandro Martínez (Manchester United), Leonardo Balerdi (Olympique de Marselha), Nicolás Tagliafico (Lyon) e Facundo Medina (Olympique de Marselha);
- Meias/Atacantes: De Paul (Inter Miami), Enzo Fernández (Chelsea), Paredes (Boca Juniors), Mac Allister (Liverpool), Valentín Barco (Strasbourg), Lo Celso (Betis), Exequiel Palacios (Bayer Leverkusen), Thiago Almada (Atlético de Madrid), Nico Paz (Como), Lionel Messi (Inter Miami), Nico González (Atlético de Madrid), Giuliano Simeone (Atlético de Madrid), Flaco Lopez (Palmeiras), Julián Álvarez (Atlético de Madrid) e Lautaro Martínez (Inter de Milão).
Austrália
- Goleiros: Patrick Beach, Paul Izzo e Maty Ryan.
- Defensores: Aziz Behich, Jordan Bos, Cameron Burgess, Alessandro Circati, Milos Degenek, Jason Geria, Lucas Herrington, Jacob Italiano, Harry Souttar e Kai Trewin.
- Meias/Atacantes: Cameron Devlin, Ajdin Hrustic, Jackson Irvine, Connor Metcalfe, Paul Okon-Engstler, Aiden O’Neill, Nestory Irankunda, Mathew Leckie, Awer Mabil, Mohamed Toure, Nishan Velupillay, Cristian Volpato e Tete Yengi.
Áustria
- Goleiros: Alexander Schlager, Florian Wiegele e Patrick Pentz;
- Defensores: David Affengruber, Kevin Danso, Stefan Posch, David Alaba, Philipp Lienhart, Phillipp Mwene, Alexander Prass, Marco Friedl e Michael Svoboda;
- Meias/Atacantes: Xaver Schlager, Nicolas Seiwald, Marcel Sabitzer, Florian Grillitsch, Carney Chukwuemeka, Romano Schmid, Christoph Baumgartner, Konrad Laimer, Patrick Wimmer, Paul Wanner, Alessandro Schopf, Marko Arnautović, Michael Gregoritsch e Sasa Kalajdzic;
Bélgica
- Goleiros: Courtois, Lammens e Mike Penders;
- Defensores: Timothy Castagne, Zeno Debast, Koni De Winter, Brandon Mechele, Arthur Theate, Maxim De Cuyper, Thomas Meunier, Nathan Ngoy e Joaquin Seys;
- Meias/Atacantes: Kevin De Bruyne, Amadou Onana, Nicolas Raskin, Youri Tielemans, Hans Vanaken, Axel Witsel, Charles De Ketelaere, Mathias Fernandez-Pardo, Jeremy Doku, Romelu Lukaku, Alexis Saelemaekers, Leandro Trossard, Dodi Lukebakio e Diego Moreira.
Bósnia
- Goleiros: Nikola Vasilj, Martin Zlomislic e Osman Hadzikic;
- Defensores: Sead Kolasinac, Amar Dedic, Nihad Mujakic, Nikola Katic, Tarik Muharemovic e Stjepan Radeljic;
- Meias/Atacantes: Dennis Hadzikadunic, Nidal Celik, Amir Hadziahmetovic, Ivan Sunjic, Ivan Basic, Dzenis Burnic, Benjamin Tahirovic, Amar Memic, Armin Gigovic, Kerim Alajbegovic, Esmir Bajraktarevic, Ermin Mahmic, Ermedin Demirovic, Jovo Lukic, Samed Bazdar, Haris Tabakovic e Edin Dzeko.
Brasil

- Goleiros: Alisson (Liverpool), Ederson (Fenerbahçe) e Weverton (Grêmio);
- Defensores: Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (Arsenal), Ibañez (Al-Ahli), Léo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG) e Wesley (Roma);
- Meias/Atacantes: Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), Danilo Santos (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad) e Lucas Paquetá (Flamengo), Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Neymar (Santos), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth) e Vini Jr. (Real Madrid).
Cabo Verde

- Goleiros: Josimar Dias (Vozinha), Márcio da Rosa e Carlos Santos;
- Defensores: Steven Moreira, Wagner Pina, Sidny Cabral, Logan Costa, Roberto Lopes (Pico), Kelvin Pires, Ianique Tavares (Stopira) e Edilson Borges (Diney);
- Meias/Atacantes: Jamiro Monteiro, Deroy Duarte, Kevin Pina, Laros Duarte, Telmo Arcanjo, Yannick Semedo, João Paulo Fernandes, Garry Rodrigues, Jovane Cabral, Ryan Mendes, Nuno da Costa, Dailon Livramento, Gilson Benchimol, Willy Semedo e Hélio Varela.
Canadá
- Goleiros: Dayne St. Clair (Inter Miami), Maxim Crépeau (Orlando City) e Owen Goodman (Crystal Palace);
- Defensores: Alistair Johnston (Celtic), Derek Cornelius (Olympique de Marseille), Richie Laryea (Toronto FC), Kiko Sigur (Hadjuk Split), Joel Waterman (Chicago Fire), Luc de Fougerolles (Fulham), Moise Bombito (Nice), Alfie Jones (Middlesbrough) e Alphonso Davies (Bayern de Munique);
- Meias/Atacantes: Stephen Eustáquio (Porto), Ismael Koné (Sassuolo), Tajon Buchanan (Villarreal), Mathieu Choinière (Los Angeles FC), Ali Ahmed (Norwich), Nathan Saliba (Anderlecht), Liam Millar (Hull City), Marcelo Flores (Tigres), Jacob Shaffelburg (Los Angeles FC) e Jonathan Osorio (Toronto FC), Jonathan David (Juventus), Cyle Larin (Southampton), Tani Oluwaseyi (Villarreal) e Promise David (Union Saint-Gilloise).
Catar
- Goleiros: Mahmoud Abunada (Al-Rayyan), Meshaal Barsham (Al-Sadd) e Salah Zakaria (Al-Duhail);
- Defensores: Ayoub Al-Alawi (Al-Gharafa), Boualem Khoukhi (Al-Sadd), Homam Al-Amin (Al-Duhail), Lucas Mendes (Al-Wakrah), Issa Laye (Al-Arabi), Pedro Miguel (Al-Sadd), Al-Hashmi Al-Hussain (Al-Arabi) e Sultan Al-Brake (Al-Duhail);
- Meias/Atacantes: Assim Madibo (Al-Duhail), Abdulaziz Hatem (Al-Rayyan), Ahmed Fathy (Pyramids), Karim Boudiaf (Al-Duhail), Jassem Gaber (Al-Rayyan) e Mohamed Mannaj (Al-Shamal); Ahmed Al-Ganehi (Al-Gharaf), Ahmed Alaa (Al-Rayyan), Akram Afif (Al-Sadd), AlMoez Ali (Al-Duhail), Edmilson Junior (Al-Duhail), Hasan Al-Haydos (Al-Sadd), Mohammed Muntari (Al-Gharafa), Tahsin Mohammed (Al-Duhail) e Youssef Abdulrazzaq (Al-Sadd).
Colômbia
- Goleiros: Camilo Vargas, Alvaro Montero e David Ospina;
- Defensores: Davinson Sánchez, Jhon Lucumí, Yerry Mina, Daniel Muñoz, Willer Ditta, Santiago Arias, Johan Mojica, Deiver Machado;
- Meias/Atacantes: Richard Ríos, Jefferson Lerma, Kevin Castaño, Gustavo Puerta, Jhon Arias, Jorge Carrascal, Juan Portilla, Juan Quintero, James Rodríguez e Jaminton Campaz; Cucho Hernández, Luis Díaz, Luis Suárez, Andrés Gómez, Jhon Córdoba.
Coreia do Sul
- Goleiros: Kim Seunggyu, Song Bumkeun e Jo Hyeonwoo;
- Defensores: Kim Moonhwan, Kim Min-jae, Kim Taehyeon, Park Jinseob, Seol Youngwoo, Jens Castrop, Lee Kihyuk, Lee Taeseok, Lee Hanbeom e Cho Yumin;
- Meias/Atacantes: Kim Jingyu, Bae Junho, Paik Seungho, Yang Hyunjun, Eom Jisung, Lee Kang-in, Lee Donggyeong, Lee Jaesung, Hwang Inbeom, Hwang Heechan, Son Heung-min, Oh Hyeongyu e Cho Gue-sung.
Costa do Marfim

- Goleiros: Yahia Fofana, Mohamed Koné e Alban Lafont;
- Defensores: Emmanuel Agbadou, Clement Akpa, Ousmane Diomande, Guela Doue, Ghislan Konan, Odilon Kossounou, Evan Ndicka e Wilfried Singo;
- Meias/Atacantes: Seko Fofana, Parfait Guiagon, Christ Inao Oulai, Franck Kessie, Ibrahim Sangare, Jean-Mickael Seri, Simon Adingra, Ange-Yoan Bonny, Amad Diallo, Oumar Diakite, Yan Diomande, Evann Guessand, Nicolas Pepe, Bazoumana Toure e Elye Wahi.
Croácia
- Goleiros: Dominik Livakovic, Dominik Kotarski e Ivor Pandur;
- Defensores: Josko Gvardiol, Duje Caleta-Car, Josip Sutalo, Josip Stanisic, Marin Pongracic, Martin Erlic e Luka Vuskovic;
- Meias/Atacantes: Luka Modric, Mateo Kovacic, Mario Pasalic, Nikola Vlasic, Luka Sucic, Martin Baturina, Kristijan Jakic, Petar Sucic, Nikola Moro, Toni Fruk, Ivan Perisic, Andrej Kramaric, Ante Budimir, Marco Pasalic, Petar Musa e Igor Matanovic.
Curaçao
- Goleiros: Tyrick Bodak, Trevor Doornbusch, Eloy Room;
- Defensores: Riechedly Bazoer, Joshua Brenet, Roshon Van Eijma, Sherel Floranus, Deveron Fonville, Jurien Gaari, Armando Obispo, Shurandy Sambo;
- Meia/Atacantes: Juninho Bacuna, Leandro Bacuna, Livano Comenencia, Kevin Felida, AR’Jany Martha, Tyrese Noslin, Godfried Roemeratoe, Jeremy Antonisse, Tahith Chong, Kenji Gorré, Sontje Hansen, Gervane Kastaneer, Brandley Kuwas, Jurgen Locadia, Jearl Margaritha.
Egito

- Goleiros: Mohamed El Shenawy (Al-Ahly), Mostafa Shobeir (Al-Ahly), El Mahdy Soliman (Zamalek) e Mohamed Alaa (El-Gouna);
- Defensores: Mohamed Hany (Al-Ahly), Tarek Alaa (Zed FC), Hamdi Fathi (Al-Wakrah), Ramy Rabia (Al Ain), Yasser Ibrahim (Al-Ahly), Hossam Abdelmaguid (Zamalek) , Mohamed Abdelmonem (Nice), Ahmed Fatouh (Zamalek) e Karim Hafez (Pyramids);
- Meias/Atacantes: Marwan Attia (Al-Ahly), Mohannad Lasheen (Pyramids), Nabil Emad Dunga (Al-Najma), Mahmoud Saber (Zed), Ahmed Sayed Zizo (Al-Ahly), Mahmoud Trezeguet (Al-Ahly), Emam Ashour (Al-Ahly), Mostafa Ziko (Pyramids), Ibrahim Adel (Nordsjaelland), Haitham Hassan (Real Oviedo), Mohamed Salah (Liverpool), Omar Marmoush (Manchester City) e Hamza Abdel Karim (Al-Ahly).
Equador
- Goleiros: Hernán Galíndez (Huracán), Moisés Ramírez (AE Kifisias) e Gonzalo Valle (LDU Quito);
- Defensores: Willian Pacho (PSG), Piero Hincapié (Arsenal), Joel Ordóñez (Club Brugge), Jackson Porozo (Tijuana), Félix Torres (Internacional), Pervis Estupiñán (Milan), Yaimar Medina (Genk) e Ángelo Preciado (Atlético-MG);
- Meias/Atacantes: Moisés Caicedo (Chelsea), Jordy Alcívar (Independiente del Valle), Pedro Vite (Vancouver Whitecaps), Denil Castillo (Midtjylland), Alan Franco (Atlético-MG), Kendry Páez (River Plate) e Nilson Angulo (Sunderland), Gonzalo Plata (Flamengo), John Yeboah (Venezia), Enner Valencia (Pachuca), Jordy Caicedo (Huracán), Jeremy Arévalo (Stuttgart), Anthony Valencia (Royal Antwerp) e Kevin Rodríguez (Union Saint-Gilloise).
Espanha

- Goleiros: Unai Simón (Athletic Bilbao), David Raya (Arsenal) e Joan García (Barcelona);
- Defensores: Cucurella (Chelsea), Grimaldo (Bayer Leverkusen), Cubarsí (Barcelona), Laporte (Athletic Bilbao), Pubill (Atlético de Madrid), Eric García (Barcelona), Marcos Llorente (Atlético de Madrid) e Pedro Porro (Tottenham);
- Meias/Atacantes: Pedri (Barcelona), Fabián Ruíz (PSG), Zubimendi (Arsenal), Gavi (Barcelona), Rodri (Manchester City), Alex Baena (Atlético de Madrid), Merino (Arsenal), Oyarzabal (Real Sociedad), Dani Olmo (Barcelona), Nico Williams (Athletic Bilbao), Yeremy Pino (Crystal Palace), Ferran Torres (Barcelona), Borja Iglesias (Celta de Vigo), Víctor Muñoz (Osasuna) e Lamine Yamal (Barcelona).
Escócia
- Goleiros: Craig Gordon, Angus Gunn e Liam Kelly;
- Defensores: Grant Hanley, Jack Hendry, Aaron Hickey, Dom Hyam, Soctt McKenna, Nathan Patterson, Anthony Ralston, Andy Robertson, John Souttar e Kieran Tierney;
- Meias/Atacantes: Ryan Christie, Findlay Curtis, Lewis Fergunson, Ben Gannon-Doak, Billy Gilmour, John McGinn, Kenny McLean, Scott McTominay, Che Adams, Lyndon Dykes, George Hirst, Lawrence Shankland e Ross Steward.
Estados Unidos
- Goleiros: Chris Brady, Matt Freese e Matt Turner;
- Defensores: Alex Freeman, Antonee Robinson, Auston Trusty, Chris Richards, Mark McKenzie, Max Arfsten, Sergiño Dest, Tim Ream, Miles Robinson, Joe Scally e Sergiño Dest;
- Meias/Atacantes: Brenden Aaronson, Cristian Roldan, Gio Reyna, Malik Tillman, Tyler Adams, Weston McKennie, Alex Zendejas, Christian Pulisic, Folarin Balogun, Haji Wright, Ricardo Pepi e Tim Weah.
França

- Goleiros: Mike Maignan, Robin Risser e Brice Samba;
- Defensores: Lucas Digne, Malo Gusto, Lucas Hernández, Theo Hernandez, Ibrahima Konaté, Jules Koundé, Maxence Lacroix, William Saliba e Dayot Upamecano;
- Meias/Atacantes: N’Golo Kanté, Manu Koné, Adrien Rabiot, Aurélien Tchouaméni, Warren Zaïre-Emery, Maghnes Akliouche, Bradley Barcola, Rayan Cherki, Ousmane Dembélé, Désiré Doué, Jean-Philippe Mateta, Kylian Mbappé, Michael Olise e Marcus Thuram.
Gana

- Goleiros: Benjamin Asare (Hearts of Oak), Lawrence Ati-Zigi (St. Gallen), Joseph Anang (St. Patrick)
- Defensores: Baba Abdul Rahman (Paok), Gideoh Mensah (Auxerre), Marvin Senaya (Auxerre), Alidu Seidu (Rennes), Abdul Mumin (Rayo Vallecano), Jerome Opoku (Basaksehir), Jonas Adjetey (Wolfsburg), Kojo Oppong Peprah (Nice) e Derrick Luckassen (Pafos);
- Meias/Atacantes: Elisha Owusu (Auxerre), Thomas Partey (Villarreal), Kwasi Sibo (Real Oviedo), Augustine Boakye (Saint-Étienne), Caleb Yirenkyi (Nordsjaelland), Abdul Fatawu Issahaku (Leicester City), Christopher Bonsu Baah (Al-Qadsiah), Ernest Nuamah (Lyon), Antoine Semenyo (Manchester City), Brandon Thomas-Asante (Coventry City), Kamal Deen Sulemana (Atalanta), Prince Kwabena Adu (Vitkoria Plzen), Iñaki Williams (Athletic Bilbao) e Jordan Ayew (Leicester City).
Haiti
- Goleiros: Johnny Placide, Alexandre Pierre e Josué Duverger;
- Defensores: Carlens Arcus, Wilguens Pauguain, Duke Lacroix, Martin Experience, JK Duverne, Ricardo Ade, Hannes Delcroix e Keeto Thermoncy;
- Meias/Atacantes: Leverton Pierre, Carl-Fred Sainthe, Jean-Jacques Danley, Jeanricner Bellegarde, Pierre Woodenski, Dominique Simon, Louicius Deedson, Ruben Providence, Josué Casimir, Derrick Etienne, Wilson Isidor, Duckens Nazon, Frantzdy Pierrot, Yassin Fortune e Lenny Joseph.
Holanda
- Goleiros: Mark Flekken, Robin Roefs, Bart Verbruggen;
- Defensores: Nathan Aké, Virgil van Dijk, Denzel Dumfries, Jorrel Hato, Jan Paul van Hecke, Jurriën Timber, Micky van de Ven;
- Meio-campistas: Ryan Gravenberch, Frenkie de Jong, Teun Koopmeiners, Tijjani Reijnders, Marten de Roon, Guus Til, Quinten Timber, Mats Wieffer;
- Atacantes: Memphis Depay, Brian Brobbey, Cody Gakpo, Justin Kluivert, Noa Lang, Donyell Malen, Crysencio Summerville, Wout Weghorst.
Inglaterra

- Goleiros: Jordan Pickford, Dean Henderson e James Trafford;
- Defensores: Reece James, Ezri Konsa, Jarell Quansah, John Stones, Marc Guehi, Dan Burn, Nico O’Reilly, Djed Spence e Tino Livramento;
- Meias/Atacantes: Declan Rice, Elliot Anderson, Kobbie Mainoo, Jordan Henderson, Morgan Rogers, Jude Bellingham, Eberechi Eze, Harry Kane, Ivan Toney, Ollie Watkins, Bukayo Saka, Marcus Rashford, Anthony Gordon e Noni Madueke.
Irã
- Goleiros: Alireza Beyranvand, Hosein Hoseini e Payam Niazmand;
- Defensores: Shoja Khalilzadeh, Hosein Kanaani, Ali Nemati, Daniyal Eiri, Ehsan Hajisafi, Milad Mohammadi, Saleh Hardani e Ramin Rezaeiyan;
- Meias/Atacante: Saman Ghodoos, Saeid Ezatollahi, Rouzbeh Cheshmi, Amir Mohammad Razagah Niya, Mohammad Ghorbani, Mehdi Ghayedi, Ariya Yousefi, Alireza Jahanbakhsh, Mehdi Torabi e Mohammad Mohebbi.
Iraque
- Goleiros: Jalal Hassan, Ahmed Basil e Fahad Talib;
- Defensores: Mirkhas Doski, Ahmed Yahya, Manaf Younis, Akam Hashim, Zaid Tahsin, Rebin Sulaka, Frans Putros, Hussein Ali e Mustafa Saadoun;
- Meias/Atacantes: Aimar Sher, Zaid Ismail, Amir Al-Ammari, Kevin Yaqoub, Zidane Iqbal, Ahmed Qasim, Ibrahim Bayesh, Ali Jassim, Yousef Amin, Marco Faraj, Ali Al-Hamadi, Aymen Hussein, Mohanad Ali e Ali Youssef.
Japão

- Goleiros: Zion Suzuki, Keisuke Osako e Tomoki Hayakawa;
- Defensores: · Hiroki Ito, Junnosuke Suzuki, Ayumu Seko, Shogo Taniguchi, Tsuyoshi Watanabe, Ko Itakura, Takehiro Tomiyasu, Yukinari Sugawara e Yuto Nagatomo;
- Meias/Atacantes: · Daichi Kamada, Ao Tanaka, Kaishu Sano, Wataru Endo, Keito Nakamura, Daizen Maeda, Ritsu Doan, Yuito Suzuki e Junya Ito, Ayase Ueda, Koki Ogawa, Kento Shiogai, Keisuke Goto e Takefusa Kubo.
Jordânia
- Goleiros: Yazeed Abu Laila (Al-Hussein), Abdullah Al-Fakhouri (Al-Wehdat) e Nour Bani Attiah (Al-Faisaly);
- Defensores: Abdallah Nasib (Al-Zawraa), Saed Al-Rosan ((Al-Hussein), Yazan Al-Arab (Seul), Saleem Obaid (Al-Hussein), Mohammad Abualnadi (Selangor), Husam Abu Dahab (Al-Salmiya); Ihsan Haddad (Al-Hussein), Anas Badawi (Al-Faisaly), Mohannad Abu Taha (Al-Quwa Al-Jawiya) e Mohammad Abu Hashish (Al-Karma);
- Meias/Atacantes: Nour Al-Rawabdeh (Selangor), Nizar Al-Rashdan (Qatar SC), Ibrahim Sadeh (Al-Karma), Rajaei Ayed (Al-Hussein), Odeh Fakhouri (Pyramids), Amer Jamous (Al-Zawraa) e Mohammad Al-Dawoud (Al-Wehdat), Mahmoud Al-Mardi (Al-Hussein), Musa Al-Taamari (Rennes), Mohammad Abu Zrayq (Raja CA), Ali Al-Azaizeh (Al-Shabab), Ibrahim Sabra (Lokomotiva Zagreb) e Ali Olwan (Al-Sailiya).
Marrocos
- Goleiros: Bounou (Al Hilal), El Kajoui (Berkane) e Tagnaouti (Asfar);
- Defensores: Mazraoui (Manchester United), Salah-Eddine (PSV), Belammari (Al Ahly), Hakimi (PSG), El Ouahdi (Genk), Aguerd (Olympique de Marselha), Riad (Crystal Palace), Halhal (KV Mechelen) e Diop (Fulham);
- Meias/Atacantes: El Mourabet (Strasbourg), Bouaddi (Lille), El Aynaoui (Roma), Amrabat (Betis), Ounahi (Girona), El Khannouss (Stuttgart) e Saibari (PSV); Ez Abde (Betis), Talbi (Sunderland), Rahimi (Al Ain), El Kaabi (Olympiacos), Brahim Díaz (Real Madrid), Gessime (Strasbourg) e Echghouyabe (Eintracht Frankfurt).
México
- Goleiros: Raúl Rangel (Chivas Guadalajara), Carlos Acevedo (Santos Laguna) e Guillermo Ochoa (AEL Limassol);
- Defensores: Jorge Sánchez (PAOK), César Montes (Lokomotiv), Edson Álvarez (Fenerbahçe), Joah Vásquez (Genoa), Erik Lira (Cruz Azul), Luis Romo (Chivas Guadalajara), Israel Reyes (América do México), Mateo Chávez (AZ Alkmaar) e Jesús Gallardo (Toluca) ;
- Meias/Atacantes: Álvaro Fidalgo (Betis), Orbelín Pineda (AEK), Obed Vargas (Atlético de Madrid), Gilberto Mora (Tijuana), César Huerta (Anderlecht), Luis Chávez (Dínamo de Moscou), Roberto Alvarado (Chivas Guadalajara), Brian Gutiérrez (Chivas Guadalajara), Raúl Jiménez (Fulham), Alexis Veja (Toluca), Santiago Giménez (Milan), Armando González (Chivas Guadalajara), Julián Quiñones (Al Qadsiah) e Guillermo Martínez (Pumas).
Noruega

- Goleiros: Egil Selvik (Watford), Orjan Nyland (Sevilla) e Sander Tangvik (Hamburgo);
- Defensores: Kristoffer Ajer (Brentfor), Fredrik Bjorkan (Bodo/Glimt), Henrik Falchener (Viking), Sondre Langas (Derby County), Torbjorn Heggem (Bologna), Holmgren Pedersen (Torino), Julian Ryerson (Borussia Dortmund) e Leo Ostigard (Genoa);
- Meias/Atacantes: David Moller (Wolverhampton), Martin Odegaard (Arsenal), Patrick Berg (Bodo/Glimt), Kristian Thorstvedt (Sassuolo), Thelo Aasgaard (Rangers), Fredrik Aursnes (Benfica), Sander Berge (Fulham), Morten Thorsby (Cremonese), Strand Larsen (Crystal Palace), Oscar Bobb (Manchester City), Erling Haaland (Manchester City), Andreas Schjelderup (Benfica), Jens Petter Hauge (Bodo/Glimt), Antonio Nusa (Leipzig) e Alexander Sorloth (Atlético de Madrid).
Nova Zelândia
- Goleiros: Max Crocombe, Alex Paulsen e Michael Woud;
- Defensores: Tyler Bindon, Michael Boxall, Liberato Cacace, Francis de Vries, Callan Elliot, Tim Payne, Nando Pijnaker, Tommy Smith e Finn Surman;
- Meias/Atacantes: Lachlan Bayliss, Joe Bell, Matt Garbett, Ben Old, Alex Rufer, Sarpreet Singh, Marko Stamenic, Ryan Thomas, Kosta Barbarouses, Eli Just, Callum McCowatt, Jesse Randall, Ben Waine e Chris Wood.
Panamá
- Goleiros: Orlando Mosquera, Luis Mejía e César Samudio;
- Defensores: César Blackman, Jorge Gutiérrez, Amir Murillo, Fidel Escobar, Andrés Andrade, Edgardo Fariña, José Córdoba, Eric David, Jiovany Ramos e Roderick Miller;
- Meias/Atacantes: Aníbal Godoy, Adalberto Carrasquilla, Carlos Harvey, Cristian Martínez, José Luis Rodríguez, César Yanis, Yoel Bárcenas, Alberto Quintero e Azarías Londoño, Ismael Díaz, Cecilio Waterman, José Fajardo e Tomás Rodríguez.
Paraguai
- Goleiros: Orlando Gill, Gatito Fernández e Gastón Olveira;
- Defensores: Juan Cáceres, José Canale, Fabián Balbuena, Omar Alderete, Gustavo Gómez, Alexandro Maidana, Junior Alonso e Gustavo Velázquez;
- Meias/Atacantes: Braian Ojeda, Damián Bobadilla, Andrés Cubas, Diego Gómez, Alejandro Romero Gamarra, Mauricio e Matías Galarza, Gustavo Caballero, Ramón Sosa, Miguel Almirón, Gabriel Ávalos, Isidro Pitta, Álex Arce, Julio Enciso e Antonio Sanabria.
Portugal

- Goleiros: Diogo Costa, José Sá, Rui Silva e Ricardo Velho;
- Defensores: Diogo Dalot, Matheus Nunes, Nélson Semedo, João Cancelo, Nuno Mendes, Gonçalo Inácio, Renato Veiga, Rúben Dias e Tomás Araújo;
- Meias/Atacantes: Rúben Neves, Samuel Costa, João Neves, Vitinha, Bruno Fernandes, Bernardo Silva, João Félix, Trincão, Francisco Conceição, Pedro Neto, Rafael Leão, Gonçalo Guedes, Gonçalo Ramos e Cristiano Ronaldo.
RD Congo

- Goleiros: Timothy Fayulu, Lionel Mpasi e Matthieu Epolo;
- Defensores: Aaron Wan-Bissaka, Gédéon Kalulu, Joris Kayembe, Arthur Masuaku, Steve Kapuadi, Rocky Bushiri, Axel Tuanzebe, Chancel Mbemba e Dylan Batubinsika;
- Meias/Atacantes: Noah Sadiki, Samuel Moutoussamy, Edo Kayembe, Ngal’ayel Mukau, Charles Pickel, Nathanael Mbuku, Brian Cipenga, Theo Bongonda, Gael Kakuta, Meschack Elia, Fiston Mayele, Cédric Bakambu, Simon Banza e Yoane Wissa.
República Tcheca
- Goleiros: Lukáš Horníček, Matěj Kovář e Jindřich Staněk.
- Defensores: Vladimír Coufal, David Douděra, Tomáš Holeš, Robin Hranáč, Štěpán Chaloupek, David Jurásek, Ladislav Krejčí, Jaroslav Zelený e David Zima.
- Meio-campistas: Lukáš Červ, Vladimír Darida, Lukáš Provod, Michal Sadílek, Hugo Sochůrek, Alexandr Sojka, Tomáš Souček, Pavel Šulc e Denis Višinský.
- Atacantes: Adam Hložek, Tomáš Chorý, Mojmír Chytil, Patrik Schick e Jan Kuchta.
Senegal

- Goleiros: Édouard Mendy (Al-Ahli), Mory Diaw (Le Havre) e Yehvann Diouf (Nice);
- Defensores: Krépin Diatta (Monaco), Antoine Mendy (Nice), Kalidou Koulibaly (Al-Hilal), El Hadji Malich Diouf (West Ham), Mamadou Sarr (Chelsea), Moussa Niakhaté (Lyon), Moustapha Mbow (Paris FC), Abdoulaye Seck (Maccabi Haifa), Ismail Jakobs (Monaco) e Ilay Camara (Anderlecht);
- Meias/Atacantes: Idrissa Gana Gueye (Everton), Pape Gueye (Villarreal), Lamine Camara (Monaco), Habib Diarra (Sunderland), Pathé Ciss (Rayo Vallecano), Pape Matar Sarr (Tottenham), Bara Sapoko Ndiaye (Bayern de Munique), Sadio Mané (Al-Nassr), Ismaila Sarr (Crystal Palace), Iliman Ndiaye (Everton), Assane Diao (Como), Ibrahim Mbaye (Paris Saint-Germain), Nicolas Jackson (Bayern de Munique), Bamba Dieng (Lorient) e Chérif Ndiaye (Samsunspor).
Suécia
- Goleiros: Viktor Johansson, Kristoffer Nordfeldt e Jacob Widell Zetterström;
- Defensores: Hjalmar Ekdal, Gabriel Gudmundsson, Isak Hien, Emil Holm, Gustaf Lagerbielke, Victor Nilsson Lindelöf, Eric Smith, Carl Starfelt, Elliot Stroud e Daniel Svensson;
- Meias/Atacantes: Taha Ali, Yasin Ayari, Lucas Bergvall, Alexander Bernhardsson, Anthony Elanga, Viktor Gyökeres, Alexander Isak, Jesper Karlström, Gustaf Nilsson, Benjamin Nygren, Ken Sema, Mattias Svanberg e Besfort Zeneli.
Suíça
- Goleiros: Marvin Keller, Gregor Kobel, Yvon Mvogo;
- Defensores: Manuel Akanji, Aurèle Amenda, Eray Comert, Nico Elvedi, Luca Jaquez, Miro Muheim, Ricardo Rodriguez, Silvan Widmer;
- Meias/Atacantes: Michel Aebischer, Zeki Amdouni, Breel Embolo, Christian Fassnacht, Remo Freuler, Cedric Itten, Ardon Jashari, Johan Manzambi, Dan Ndoye, Noah Okafor, Fabian Rieder, Djibril Sow, Ruben Vargas, Grant Xhaka, Denis Zakaria.
Tunísia

- Goleiros: Dahmen, Chamakh e Ben Hassen;
- Defensores: Valery, Neffati, Bronn, Talbi, Rekik, Arous, Chikhaoui, Abdi e Ben Hmida;
- Meias/Atacantes: Skhiri, Mahmoud, Khedira, Ben Silmane, Ben Ouanes, Gharbi e Hannibal, Ayari, Achouri, Saad, Chaouat, Mastoui, Elloumi e Tonekti.
Turquia
- Goleiros: Altay Bayindir (Manchester United), Mert Günok (Fenerbahce), Ugurcan Cakir (Galatasaray).
- Defensores: Abdulkerim Bardakci (Galatasaray), Caglar Soyuncu (Fenerbahce), Eren Elmalı (Galatasaray), Ferdi Kadıoğlu (Brighton & Hove Albion), Merih Demiral (Al-Ahli Saudi), Mert Müldür (Fenerbahce), Ozan Kabak (Hoffenheim), Samet Akaydin (Çaykur Rizespor), Zeki Celik (Roma).
- Meias/Atacantes: Hakan Calhanoglu (Inter de Milão), Ismail Yuksek (Fenerbahce), Kaan Ayhan (Galatasaray), Orkun Kökçü (Beşiktaş), Salih Ozcan (Borussia Dortmund), Arda Güler (Real Madrid), Barış Alper Yılmaz (Galatasaray), Can Uzun (Eintracht Frankfurt), Deniz Gül (Porto), Irfan Can Kahveci (Kasımpaşa), Kenan Yıldız (Juventus), Kerem Akturkoglu (Fenerbahce), Oguz Aydin (Fenerbahce), Yunus Akgun (Galatasaray).
Uruguai
- Goleiros: Sergio Rochet (Internacional), Fernando Muslera (Estudiantes) e Santiago Mele (Monterrey);
- Defensores: Guillermo Varela (Flamengo), Ronald Araujo (Barcelona), José María Giménez (Atlético de Madrid), Santiago Bueno (Wolverhampton), Sebastián Cáceres (América-MEX), Mathías Olivera (Napoli), Joaquín Piquerez (Palmeiras) e Matías Viña (River Plate);
- Meias/Atacantes: Manuel Ugarte (Manchester United), Emiliano Martínez (Aston Villa), Rodrigo Bentancur (Tottenham), Federico Valverde (Real Madrid), Agustín Canobbio (Fluminense), Juan Manuel Sanabria (Real Salt Lake), Giorgian De Arrascaeta (Flamengo), Nicolás de la Cruz (Flamengo), Rodrigo Zalazar (Sporting), Facundo Pellistri (Panathinaikos), Maximiliano Araújo (Sporting), Brian Rodríguez (América-MEX), Rodrigo Aguirre (Tigres), Federico Viñas (Oviedo) e Darwin Núñez (Al-Hilal).
Uzbequistão
- Goleiros: Otkir Yusupov, Abduvohid Nematov, Botirali Ergashev;
- Defensores: Abdukodir Husanov, Hojiakbar Alijonov, Farruh Sayfiyev, Rustam Ashurmatov, Umar Eshmurodov, Sherzod Nasrullayev, Abdulla Abdullayev, Avazbek Olmasaliyev, Jahongir Orozov, Behruz Karimov;
- Meias/Atacantes: Akmal Mozgovoy, Otabek Shukurov, Jamshid Iskanderov, Odil Hamrobekov, Jaloliddin Masharipov, Oston O’runov, Dostonbek Hamdamov, Aziz G’aniyev, Abbosbek Fayzullayev, Sherzod Esanov, Eldor Shomurodov, Igor Sergeyev e Azizbek Omonov.
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A Feira do Livro faz do Pacaembu polo cultural com mais de 200 atividades gratuitas
A Praça Charles Miller, no Pacaembu, será novamente ocupada pela literatura, pelas artes visuais e pelo convívio urbano durante a 5ª edição d’A Feira do Livro, que acontece entre até 7 de junho, em São Paulo.
Com entrada gratuita, o festival literário reunirá mais de 100 autores, cerca de 200 atividades e mais de 160 expositores em uma área de 15 mil metros quadrados. Saiba os detalhes na TVT News.
Realizado pela Associação Quatro Cinco Um e pela Maré Produções, o evento tem a proposta de transformar o espaço público em um grande centro cultural a céu aberto. A programação inclui mesas literárias, podcasts ao vivo, encontros com escritores, oficinas infantis e atividades esportivas no entorno da Mercado Livre Arena Pacaembu.
Literatura latino-americana e debate contemporâneo
A curadoria do festival, coordenada por Paulo Werneck e Maria Clara Villas, aposta na diversidade de gerações, estilos e formatos de produção cultural. Entre os principais eixos da edição de 2026 estão a literatura latino-americana, as biografias, o jornalismo independente e os novos formatos digitais de consumo de conteúdo, como newsletters e podcasts.
A programação internacional contará com 17 autores estrangeiros, incluindo o norte-americano Charles Duhigg, o italiano Sandro Veronesi, o cientista Stefano Mancuso e a escritora colombiana Pilar Quintana. Também participam nomes como Norman Finkelstein, Rui Tavares, Mario Mendoza e Daniela Catrileo.
Entre os autores brasileiros confirmados estão Ana Maria Machado, Silviano Santiago, Pedro Bial, Carla Madeira, Gregorio Duvivier, Cida Bento e Daniel Munduruku.
A cultura afro-brasileira e o pensamento indígena aparecem como pilares centrais da programação, com mesas dedicadas à ancestralidade, identidade e debates sobre a realidade social brasileira contemporânea.
Podcasts, jornalismo e novos formatos
Em ano eleitoral, o jornalismo terá espaço de destaque no festival. Podcasts como Foro de Teresina, 451 MHz, Calma Urgente! e Rádio Companhia serão apresentados ao vivo durante a programação.
O evento também promove encontros ligados ao universo digital e editorial contemporâneo, incluindo debates sobre newsletters e jornalismo independente. A parceria com a Folha de S.Paulo resultará na série “Folha na Praça”, que reunirá jornalistas e escritores em entrevistas abertas ao público.
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Integração com a ArPa amplia experiência cultural
Pelo quinto ano consecutivo, a Feira do Livro acontecerá simultaneamente à ArPa, feira de arte contemporânea que será realizada entre os dias 27 e 31 de maio no mesmo complexo do Pacaembu.
A proposta é criar uma experiência integrada entre literatura e artes visuais, permitindo ao público circular entre debates literários, exposições de galerias e instalações artísticas.
A ArPa contará com núcleos dedicados a galerias consolidadas, projetos solo e publicações editoriais, reforçando o livro como objeto artístico e espaço de experimentação cultural.
Estrutura privilegia pedestres e convivência
O projeto arquitetônico do evento, assinado por Alvaro Razuk, transforma a Praça Charles Miller em uma espécie de “aldeia cultural”, priorizando a circulação de pedestres e a ocupação democrática do espaço urbano.
As atividades estarão distribuídas entre o Palco da Praça, o Auditório do Museu do Futebol, o Espaço Rebentos, voltado ao público infantil, e os Tablados Literários.
O Espaço Rebentos oferecerá oficinas e atividades para crianças de 4 a 9 anos, aproximando o público infantojuvenil do universo dos livros de forma lúdica.
Outra tradição mantida na programação é o “Futebol dos Autores”, partida que reúne escritores convidados no gramado do Pacaembu.
Acessibilidade e serviços gratuitos
A organização também preparou medidas de inclusão e acessibilidade para receber públicos diversos. Entre elas está a criação de um espaço de acomodação sensorial destinado ao público neurodiverso.
O evento contará ainda com unidades móveis de atendimento e acolhimento voltadas ao público LGBTI+ e às mulheres.
Para facilitar o acesso, haverá traslado gratuito em vans saindo do metrô até a Praça Charles Miller, em iniciativa patrocinada pela Motiva.
Além da programação cultural, os visitantes poderão utilizar instalações esportivas da Mercado Livre Arena Pacaembu, como piscina olímpica, quadras e pista de atletismo, além de espaços gastronômicos e áreas de convivência.
Serviço
A Feira do Livro 2026
- Praça Charles Miller – Pacaembu, São Paulo
- De 30 de maio a 7 de junho de 2026
- Entrada gratuita
- Horários:
- Finais de semana e feriados: das 10h às 20h
- Segunda a quarta-feira: das 14h às 21h
Mais informações e programação completa no site oficial d’A Feira do Livro

Fim da escala 6×1 é possível: tire suas dúvidas sobre o tema
Estudos e números mostram que é possível acabar com a escala 6×1. A Câmara dos Deputados já aprovou, agora, é a vez do Senado

Tarifaço: julgamento de Eduardo Bolsonaro no STF será em 16 de junho
Ação Penal investiga ação do filho de Bolsonaro no tarifaço contra o Brasil

Filme O Agente Secreto lidera indicações ao Prêmio Grande Otelo 2026
Longa disputa 18 troféus na principal premiação do cinema nacional

Unicamp prorroga período para solicitar isenção da taxa do vestibular
Solicitações poderão ser feitas pela internet até o dia 19 de junho

Alcolumbre sugere “melhorar” 6×1 e quer passar PEC por comissões
Presidente quebrou silêncio após questionamento de senador

Notícias do dia com o Jornal TVT News Segunda Edição | 03-06-2026
Acompanhe as notícias do jornal TVT News Segunda Edição

Governo Lula garante manutenção do Bolsa Família durante requerimento do BPC
Nova medida impede que famílias vulneráveis percam o Bolsa Família enquanto esperam análise de solicitação pelo INSS
