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Da Redação
Fuvest 2027: como pedir isenção da taxa de inscrição e como concorrer nas vagas afirmativas
A FUVEST disponibilizou em seu site oficial o Guia de Inclusão do Vestibular 2027 nesta segunda (4). A publicação reúne informações para candidatas e candidatos que buscam ingressar na Universidade de São Paulo (USP) por meio de condições mais acessíveis e acolhedoras. O material apresenta prazos e procedimentos do processo seletivo voltados à inclusão. Leia em TVT News.
Como pedir a isenção da taxa de inscrição na Fuvest 2027
Entre as informações de destaque está o período para solicitação de isenção ou redução da taxa de inscrição, que ocorre entre 11 de maio e 10 de julho. O documento também detalha as datas para pedidos de recursos específicos e atendimento a candidatas que estão amamentando, com prazos previstos entre 17 de agosto e 9 de outubro.

Recursos de acessibilidade e apoio às candidatas: entenda o que é o guia de inclusão divulgado nesta segunda
O guia lista diversos recursos para garantir condições adequadas no dia das provas da FUVEST. É possível solicitar, por exemplo, local plano sem escadas, provas adaptadas para pessoas cegas, intérprete de LIBRAS e tempo adicional. O uso de cadeira de rodas própria ou muletas, além de apoio para leitura e transcrição, também estão entre as possibilidades de atendimento diferenciado.
Para candidatas que necessitam amamentar durante o exame, o material traz orientações específicas. Há a previsão de tempo adicional para a realização da prova e a exigência de um acompanhante para cuidar do bebê no local.

Ações afirmativas e reserva de vagas na USP
Outro ponto do documento trata das políticas de ações afirmativas adotadas pela USP. Atualmente, 50% das vagas da universidade são destinadas a estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas. Dentro desse percentual, uma parte das vagas é reservada a pessoas pretas, pardas e indígenas, visando ampliar o acesso e reduzir desigualdades históricas.
O guia também traz orientações sobre os critérios de renda necessários para a concessão de benefícios, como a isenção total ou a redução de 50% da taxa de inscrição do vestibular da FUVEST.
Permanência estudantil e respeito à identidade
Pela primeira vez, o material destaca de forma direta as políticas de permanência estudantil da USP. São apresentados os auxílios oferecidos para garantir que estudantes em situação de vulnerabilidade consigam se manter na universidade durante a graduação. Segundo o material, a iniciativa reforça o compromisso com a trajetória acadêmica dos ingressantes, além do acesso inicial.
O documento detalha ainda as orientações para o uso do nome social. O objetivo é assegurar o respeito à identidade de gênero das pessoas candidatas em todas as etapas do processo seletivo da FUVEST.
Calendário de publicações para o Vestibular 2027
O lançamento do Guia de Inclusão é a primeira de uma série de publicações previstas pela FUVEST para o ciclo de 2027. Ao longo do ano, a instituição também divulgará:
- Guia de Provas;
- Guia de Percurso (referenciado anteriormente como guia de jornada);
- Guia de Carreiras.
Esses materiais visam ampliar o acesso à informação e apoiar os estudantes em cada fase do vestibular. Em 2026, a FUVEST completa 50 anos de atuação. A instituição reafirma seu papel na democratização do acesso ao ensino superior e na construção de uma universidade mais inclusiva e representativa da sociedade.
O Guia de Inclusão completo pode ser acessado diretamente no portal da instituição.
Tarifa Zero pode injetar R$ 60 bilhões na economia e ser o novo Bolsa Família, diz estudo da UnB
Um novo estudo desenvolvido no Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (IPOL/UnB) aponta que a implementação da Tarifa Zero no transporte público das 27 capitais brasileiras e suas regiões metropolitanas tem o potencial de injetar R$ 60 bilhões anuais na economia nacional. Leia em TVT News.
Tarifa Zero: mais que mobilidade é política de distribuição de renda, diz UnB
O texto é o terceiro material produzido a partir da pesquisa “Tarifa Zero e suas possibilidades de expansão no Brasil”, conduzida pelo Grupo de Pesquisa Geopolítica e Urbanização Periférica (GeoUrb) e pelo Núcleo Brasília do Observatório das Metrópoles, ambos vinculados ao IPOL/UnB.
A análise demonstra que a gratuidade, conhecida como Tarifa Zero, não é apenas uma questão de mobilidade, mas uma poderosa política de distribuição de renda.
Tarifa Zero pode injetar bilhões na economia
O estudo estima que este potencial bruto de R$ 60 bilhões representa o montante que deixaria de ser retido nas catracas para ser destinado ao consumo de bens básicos e serviços pelas famílias. Desse total, cerca de R$ 14,7 bilhões já circulam devido às gratuidades vigentes (como idosos e estudantes), o que resultaria em uma injeção líquida de R$ 45,6 bilhões em “dinheiro novo” na economia.
Para os pesquisadores, o impacto social da medida é comparável ao do Programa Bolsa Família no início do século XXI. “Ao converter o gasto compulsório com passagens em renda disponível, o Estado promove justiça social, combate a segregação racial e espacial e dinamiza o mercado interno”, afirma o documento.
A implementação da Tarifa Zero garante que a mobilidade urbana passe a ser tratada como um direito social efetivo e um motor de desenvolvimento inclusivo para as metrópoles brasileiras. O projeto, financiado pela Frente Parlamentar em Defesa da Tarifa Zero no Congresso Nacional, conta ainda com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.

O primeiro estudo, publicado em novembro de 2025, abordou as possibilidades de financiamento de uma política nacional de Tarifa Zero, centrando a proposta em uma reconfiguração do Vale Transporte. O segundo, publicado em março de 2026, analisou a Tarifa Zero como um instrumento de garantia do direito constitucional de ir e vir.
Tarifa Zero: mais que transporte
Transforma gasto com transporte em renda disponível
Amplia acesso ao trabalho, estudo e serviços
Combate segregação social, racial e territorial
Estimula consumo e mercado interno
Estudo do IPOL/UnB aponta a Tarifa Zero como política de mobilidade e inclusão social
Para saber mais sobre a pequisa, acesse o site da pesquisa: https://tarifazero.unb.br/
Estádio do Palmeiras tem novo nome definido por votação popular
A casa do Palmeiras, localizada na zona oeste de São Paulo, passa a ter uma nova denominação oficial a partir desta segunda-feira (4). O banco digital Nubank, que adquiriu os direitos de nome (naming rights) do estádio no último dia 10 de abril, anunciou que o local passará a se chamar Nubank Parque. A escolha foi resultado de uma consulta pública realizada pela internet. Leia em TVT News.
A nova identidade visual e nominal substitui o antigo Allianz Parque, nome que acompanhava a arena desde a sua reinauguração. A mudança ocorre após a rescisão do contrato anterior, que estava vigente há 13 anos.
Processo de votação e participação da torcida
A definição do nome Nubank Parque ocorreu por meio de uma votação online que esteve aberta entre os dias 10 e 30 de abril. O processo foi acessível a qualquer pessoa maior de idade, com a restrição de um voto por CPF para garantir a legitimidade do resultado.
Os participantes tiveram três opções para escolher como a casa do Palmeiras seria chamada:
- Nubank Parque (vencedora com 47% dos votos);
- Nubank Arena;
- Parque Nubank.
Detalhes contratuais e repasses ao Palmeiras
O acordo foi firmado entre a instituição financeira e a WTorre, que é a empresa responsável pela administração do estádio do Palmeiras. Até o momento, as partes envolvidas não tornaram públicos os valores totais da transação nem o tempo de duração do novo vínculo de naming rights.
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No que diz respeito à parte financeira que cabe ao clube, o Palmeiras tem direito a um percentual mensal sobre o valor do contrato. Esse repasse é escalonado e sofre reajustes a cada cinco anos de vigência. De acordo com os dados disponíveis, a fatia atual destinada ao Palmeiras é de 15%, valor este que foi atualizado pela última vez em novembro de 2025.
Histórico de nomes da arena
Desde a conclusão da grande reforma que transformou o antigo estádio, o local possuía apenas uma denominação comercial. A seguradora Allianz havia fechado contrato com a administradora em 2013, antes mesmo da abertura dos portões da nova arena. Naquela ocasião, também foi realizada uma votação popular para escolher o nome, em que o público optou por Allianz Parque em detrimento das opções Allianz Center e Allianz 360º.
Embora o contrato original tivesse previsão de duração de 20 anos, o vínculo foi encerrado de forma antecipada no mês passado. Com a nova parceria, o Nubank expande sua presença no cenário esportivo. A empresa, fundada no Brasil em 2013, já possui outra propriedade de nome em estádios, como o Nu Stadium, arena do Inter Miami, nos Estados Unidos.
OFICIAL! 🟣 Nubank Parque é o novo nome do estádio palmeirense. pic.twitter.com/iL9vVOVr6b
— Palmeiras da Depressão (@deprepalmeiras) May 3, 2026
Veja o comunicado do Nubank:
O Nubank anuncia hoje “Nubank Parque” como o novo nome da arena multiuso da Sociedade Esportiva Palmeiras. A escolha foi definida pelo público, em votação aberta realizada ao longo do último mês, que reuniu quase meio milhão de votos únicose elegeu a opção vencedora com mais de 47% de preferência.
A data oficial do início da ação será anunciada em breve. A transformação visual completa e a oficialização da arena para Nubank Parque estão previstas para ocorrer no final de julho, quando também serão apresentados oficialmente as novas cores e o logo da marca.
Ao assumir os naming rights da arena em uma parceria de longo prazo firmada com a WTorre, administradora do espaço, o Nubank fortalece sua conexão com esportes, música e grandes eventos, ampliando sua presença em momentos que fazem parte da vida das pessoas. A iniciativa também busca integrar tecnologia e design à grandiosidade do espaço.
Entre as novidades previstas estão a inauguração do Nubank Ultravioleta Lounge, um espaço exclusivo com vista privilegiada para a arena, e do Portão Nubank Ultravioleta, que dará acesso aos camarotes e contará com um novo design. Para os clientes do Nu, as vantagens devem se tornar cada vez mais concretas, com iniciativas, ativações e benefícios pensados para diferentes perfis, acompanhando a jornada do fã e ampliando as possibilidades de interação com a marca.
Frente parlamentar realiza audiência pública sobre extinção de 67 mil cargos pelo governo Tarcísio
Frente parlamentar realiza audiência pública sobre extinção de 67 mil cargos pelo governo Tarcísio de Freitas na próxima, quarta, 6 de maio, às 13h. Leia em TVT News.
Tarcísio quer exitinguir 67 mil cargos públicos
A Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas e Institutos de Pesquisa, coordenada pela deputada estadual Beth Sahão (PT), realiza nesta quarta-feira, 6 de maio, audiência pública para debater a a extinção de 67.722 cargos públicos pelo governo Tarcísio de Freitas, conforme decreto já publicado, no dia 27 de fevereiro deste ano.
Um dos setores mais ameaçados com a medida é o da pesquisa pública e produção científica, com 5 mil cargos sob risco de extinção
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A audiência pública “O Desmonte do Serviço e da Pesquisa Pública no Estado de São Paulo” tem início às 13 horas, no Auditório Franco Montoro da Alesp.



Segundo o Decreto nº 70.410/2026, a medida prevê a eliminação de 67.722 cargos, tornando parte deles vagos e outra parcela destinada à extinção gradual, de acordo com as aposentadorias dos servidores.
A discussão será coordenada pela deputada estadual Beth Sahão, com a participação de entidades representativas do funcionalismo e da comunidade científica, incluindo a APqC (Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo) com o objetivo de avaliar os impactos da decisão tomada por Tarcísio e suas consequências para os quadros técnicos em áreas estratégicas, inclusive de outros setores, como saúde e meio ambiente.

“Somente os institutos públicos de pesquisa devem perder mais de 5 mil cargos, atingindo profissionais fundamentais para o desenvolvimento científico, tecnológico e sanitário do estado”, destaca Beth.
Os cortes de pessoal podem afetar instituições de referência, como o Instituto Butantan, o Instituto Agronômico e o Instituto Adolfo Lutz, o que, segundo especialistas e entidades do setor, deixa sob risco a continuidade de pesquisas, além de sobrecarregar equipes remanescentes e reduzir a capacidade de resposta do Estado em políticas públicas essenciais.
Serviço:
- Data: Quarta-feira, 6 de maio de 2026
- Horário: 13 horas
- Local: Auditório Franco Montoro – Alesp
Fuvest 2027: como pedir isenção da taxa de inscrição e concorrer nas vagas afirmativas
A FUVEST disponibilizou em seu site oficial o Guia de Inclusão do Vestibular 2027 nesta segunda (4). A publicação reúne informações para candidatas e candidatos que buscam ingressar na Universidade de São Paulo (USP) por meio de condições mais acessíveis e acolhedoras. O material apresenta prazos e procedimentos do processo seletivo voltados à inclusão. Leia em TVT News.
Como pedir a isenção da taxa de inscrição na Fuvest 2027
Entre as informações de destaque está o período para solicitação de isenção ou redução da taxa de inscrição, que ocorre entre 11 de maio e 10 de julho. O documento também detalha as datas para pedidos de recursos específicos e atendimento a candidatas que estão amamentando, com prazos previstos entre 17 de agosto e 9 de outubro.
Recursos de acessibilidade e apoio às candidatas: entenda o que é o guia de inclusão divulgado nesta segunda
O guia lista diversos recursos para garantir condições adequadas no dia das provas da FUVEST. É possível solicitar, por exemplo, local plano sem escadas, provas adaptadas para pessoas cegas, intérprete de LIBRAS e tempo adicional. O uso de cadeira de rodas própria ou muletas, além de apoio para leitura e transcrição, também estão entre as possibilidades de atendimento diferenciado.
Para candidatas que necessitam amamentar durante o exame, o material traz orientações específicas. Há a previsão de tempo adicional para a realização da prova e a exigência de um acompanhante para cuidar do bebê no local.

Ações afirmativas e reserva de vagas na USP
Outro ponto do documento trata das políticas de ações afirmativas adotadas pela USP. Atualmente, 50% das vagas da universidade são destinadas a estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas. Dentro desse percentual, uma parte das vagas é reservada a pessoas pretas, pardas e indígenas, visando ampliar o acesso e reduzir desigualdades históricas.
O guia também traz orientações sobre os critérios de renda necessários para a concessão de benefícios, como a isenção total ou a redução de 50% da taxa de inscrição do vestibular da FUVEST.
Permanência estudantil e respeito à identidade
Pela primeira vez, o material destaca de forma direta as políticas de permanência estudantil da USP. São apresentados os auxílios oferecidos para garantir que estudantes em situação de vulnerabilidade consigam se manter na universidade durante a graduação. Segundo o material, a iniciativa reforça o compromisso com a trajetória acadêmica dos ingressantes, além do acesso inicial.
O documento detalha ainda as orientações para o uso do nome social. O objetivo é assegurar o respeito à identidade de gênero das pessoas candidatas em todas as etapas do processo seletivo da FUVEST.
Calendário de publicações para o Vestibular 2027
O lançamento do Guia de Inclusão é a primeira de uma série de publicações previstas pela FUVEST para o ciclo de 2027. Ao longo do ano, a instituição também divulgará:
- Guia de Provas;
- Guia de Percurso (referenciado anteriormente como guia de jornada);
- Guia de Carreiras.
Esses materiais visam ampliar o acesso à informação e apoiar os estudantes em cada fase do vestibular. Em 2026, a FUVEST completa 50 anos de atuação. A instituição reafirma seu papel na democratização do acesso ao ensino superior e na construção de uma universidade mais inclusiva e representativa da sociedade.
O Guia de Inclusão completo pode ser acessado diretamente no portal da instituição.
Ato de 1º de maio no ABC arrecada 6 toneladas de alimentos
O Paço Municipal de São Bernardo do Campo recebeu, na última sexta-feira, mais de 75 mil pessoas para o ato do 1º de maio. Organizado por uma frente de 26 sindicatos do ABC sob o lema “Nossa luta transforma vidas”, o evento consolidou-se como um espaço de mobilização política, cultural e de assistência social, resultando na arrecadação de aproximadamente 6 toneladas de mantimentos por meio do ingresso solidário. Leia em TVT News.
Solidariedade e combate à fome
A prática do ingresso solidário, estabelecida como diretriz nas atividades sindicais da região, visa o enfrentamento da insegurança alimentar. Os itens recolhidos durante o 1º de maio foram encaminhados ao Banco de Alimentos de São Bernardo e a instituições parceiras ligadas aos movimentos sociais da região.

De acordo com Charles Tuiuiú, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e coordenador das arrecadações, a iniciativa reforça a natureza do “sindicato cidadão”. O dirigente pontuou que a organização da classe trabalhadora ultrapassa as pautas econômicas, traduzindo-se em apoio direto à comunidade e às populações em situação de vulnerabilidade. A operação contou com o trabalho de mais de 60 voluntários para atender 20 instituições cadastradas.
Pautas políticas e atrações culturais

Para além da vertente assistencial, o 1º de maio no ABC serviu como plataforma para a defesa de pautas centrais do mundo do trabalho. Lideranças sindicais e trabalhadores manifestaram-se em favor de bandeiras como:
- Redução da jornada de trabalho sem redução nos salários;
- Fim da escala 6×1;
- Isenção de Imposto de Renda sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR);
- Queda nas taxas de juros;
- Igualdade salarial entre homens e mulheres e combate ao feminicídio.
A programação cultural contou com apresentações de artistas como Glória Groove, MC IG e Filho do Piseiro. A convergência entre a expressão artística e a reivindicação de direitos fundamentais, como a soberania nacional e a democracia, reafirma a importância da data no calendário de mobilizações do ABC paulista.
Dia de luta e de cultura para a classe trabalhadora

Além das apresentações musicais, o ato político reuniu importantes lideranças sindicais e representantes do governo federal. Estiveram presentes o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, o ministro da secretaria-geral da República Guilherme Boulos, além do ex-ministro Fernando Haddad, que dialogaram com a base trabalhadora sobre os desafios e perspectivas para o país.
O presidente eleito do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wellington Damasceno, destaca que o povo do ABC veio celebrar um 1º de Maio que é, acima de tudo, um dia de luta.
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“Celebramos com grandes artistas regionais e nacionais, mas também com as nossas pautas: o fim da escala 6×1, a redução da jornada sem redução de salário, o combate à violência contra a mulher, a redução da taxa de juros, a geração de empregos e a reindustrialização do nosso ABC. Tudo isso está presente aqui, junto com essa energia linda que fez deste 1º de Maio um momento inesquecível. Estamos juntos porque a nossa luta transforma.”
LEIA AQUI:
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