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Da Redação
Pedágios eletrônicos em SP sobem 4,58% a partir de novembro
As tarifas dos pedágios eletrônicos em rodovias do estado de São Paulo ficaram 4,58% mais caras a partir de domingo (1º). O reajuste atinge cinco pórticos administrados pela concessionária Novo Litoral, em trechos das rodovias Mogi-Dutra (SP-088), Mogi-Bertioga (SP-098), Rio-Santos e Padre Manoel da Nóbrega (SP-055). Leia em TVT News.
A atualização foi autorizada pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e acompanha a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), conforme previsto no contrato de concessão. Este é o primeiro reajuste desde o início da operação do sistema, em novembro de 2025.
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Confira os novos valores
Para automóveis e utilitários de dois eixos, as tarifas passaram a ser:
- Arujá (SP-088): R$ 1,63;
- Mogi das Cruzes (SP-088): R$ 2,08;
- Bertioga (SP-098): R$ 7,27;
- Santos (SP-055): R$ 6,07;
- Miracatu (SP-055): R$ 5,85.
Os valores variam de acordo com o ponto de cobrança e a categoria do veículo. Motocicletas continuam isentas do pagamento.
Descontos e formas de pagamento
Motoristas que utilizam dispositivos de pagamento automático (tag) recebem desconto de 5% em cada passagem. Para veículos de passeio com tag, também há o Desconto de Usuário Frequente (DUF), aplicado a quem atravessa o mesmo pórtico e no mesmo sentido várias vezes ao longo do mês. A partir da 11ª passagem, o desconto total pode chegar a 10%; da 21ª em diante, a 20%.
Quem não utiliza tag deve consultar os débitos e realizar o pagamento pelos canais oficiais da concessionária, por Pix ou cartão de crédito. Também há terminais de autoatendimento nas bases do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU).
A cobrança é feita pelo sistema free flow, com pórticos eletrônicos que identificam os veículos sem necessidade de parada em cabines. A concessionária alerta que não envia boletos nem solicita pagamentos por mensagens ou e-mails. A consulta deve ser feita exclusivamente pelos canais oficiais.
Reajuste atinge regiões de circulação cotidiana e turística
A concessão Novo Litoral administra aproximadamente 212 quilômetros de rodovias em 13 municípios do Alto Tietê, da Baixada Santista e do Vale do Ribeira. As estradas são utilizadas tanto por moradores em deslocamentos cotidianos quanto por trabalhadores, turistas e empresas de transporte de cargas.
Com o aumento, o custo de circulação também cresce para quem utiliza os trechos com frequência. Empresas de transporte de passageiros e de mercadorias podem ter impacto nas despesas operacionais, a depender dos trajetos realizados e da quantidade de passagens pelos pontos de cobrança.
Bets: Fluminense diz que endividamento das famílias não pode ser mais importante que fim dos empregos
O representante do Fluminense na audiência pública realizada nesta terça-feira (3) no Supremo Tribunal Federal (STF) questionou a prioridade dada aos impactos das apostas online sobre o orçamento das famílias e afirmou que a proibição das bets também provocaria consequências para os trabalhadores do futebol. Leia em TVT News.
Para o clube, o possível corte de receitas pode resultar em demissões em diferentes áreas da cadeia esportiva, mesmo que o futebol já existisse e sobrevivesse antes das bets.
Durante sua manifestação, o representante reconheceu os problemas sociais associados às apostas, mas argumentou que o desemprego também precisa ser considerado na discussão.
“O drama de uma família endividada não pode ser maior do que o drama que vai ter que sofrer os efeitos do desemprego que é o que vai acontecer na cadeia do futebol”, declarou.
Representante do Fluminense diz que o drama das famílias endividadas pelas bets não poder ser maior que o desemprego que seria gerado nos clubes com a proibição das bets. Mas antes de existir as bets os clubes não conseguiam receita de outras formas? #BetsNuncaMais pic.twitter.com/rvfv7vpOfK
— Fábio Felix 🏳️🌈 (@fabiofelixdf) November 3, 2026
Flamengo aponta perdas de receita e empregos
Também contrário à proibição, o Flamengo afirmou que a medida pode provocar uma perda de R$ 430 milhões em receitas e comprometer cerca de 1,2 mil postos de trabalho. Os números foram apresentados pelo vice-presidente do clube, Flávio de Araújo Willeman.
Segundo o dirigente, o clube assumiu compromissos financeiros com atletas e funcionários com base nos contratos firmados com empresas de apostas, considerando a legislação aprovada anteriormente pelo Congresso Nacional. Ele argumentou que a interrupção desses acordos pode afetar a estrutura financeira da instituição e os investimentos em modalidades olímpicas.
Willeman também destacou que o Flamengo está entre os grandes fornecedores de atletas olímpicos do mundo e alertou para possíveis prejuízos à preparação esportiva para as próximas competições internacionais.
Governo defende proteção das famílias e combate à ludopatia
Na audiência, representantes do governo federal defenderam a proibição das apostas de cota fixa como uma medida para enfrentar os danos sociais e econômicos provocados pela expansão do setor.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, chamou a atenção para o crescimento dos casos de ludopatia, que é o comportamento compulsivo relacionado aos jogos de azar, e rejeitou que argumentos econômicos sejam usados para justificar a continuidade de uma atividade que, na avaliação do governo, provoca sofrimento às famílias.
“Não podemos tratar esse sofrimento para justificar o crescimento de um setor”, afirmou Messias. O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, também relacionou o mercado de apostas a atividades do crime organizado e defendeu a medida provisória como instrumento de proteção da população.
Fux diz ter percepção de que bets devem ser banidas
Ao abrir a audiência, o ministro Luiz Fux, relator das ações sobre o tema no STF, afirmou que já havia formado a percepção de que as apostas online devem ser banidas. Ele lembrou que, em novembro de 2024, convocou uma primeira audiência pública, na qual ouviu especialistas e entidades que apontaram os danos provocados pela ludopatia.
“Naquela ocasião, ninguém aqui falou bem”, afirmou o ministro, ao mencionar organizações da sociedade civil e instituições que participaram do debate. Fux disse ter ficado convencido de que as apostas online representam um problema de saúde pública.
O ministro também rebateu críticas à composição da audiência desta terça-feira, que recebeu representantes de clubes, empresas e entidades contrárias à proibição.
Segundo ele, a participação de diferentes setores é necessária para reunir novos elementos sobre os efeitos da medida provisória, inclusive os argumentos relacionados à segurança jurídica.
Fux afirmou que precisa apresentar aos demais ministros informações que surgiram após a edição da medida. O julgamento sobre o tema havia sido interrompido em agosto de 2026, após pedido de vista do ministro Flávio Dino.
STF discute medida provisória que proíbe as apostas
A audiência foi convocada no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 8027, proposta pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), que questiona a medida provisória 1.394/2026 e pede o reconhecimento da validade da Lei das Bets, de 2023.
A norma também é contestada em outras ações no Supremo. A discussão reúne representantes do Executivo, de clubes de futebol, de organizações esportivas, do comércio e de entidades ligadas ao setor de apostas.
Jornalistas esportivos comentam repercussão da audiência pública
Uma quantidade enorme de brasileiros gasta muito dinheiro com apostas, como demonstram diversos dados – inclusive o aumento do consumo de alimentos básicos por parte da população após a proibição. Ao mesmo tempo, 78% dos brasileiros são favoráveis à proibição das bets. Ou seja, é…
— Gian Oddi (@gianoddi) November 3, 2026
Fux rebate críticas e diz ter percepção de que bets devem ser banidas
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), rebateu nesta terça-feira (3) críticas sobre a escolha de participantes para a audiência pública convocada por ele sobre a proibição das bets no Brasil.
Leia em TVT News.
Fux destacou que em uma primeira audiência sobre as apostas online, convocada por ele em novembro de 2024, ouviu durante dois dias entidades contrárias à autorização das bets no país, que expuseram os malefícios para a sociedade da ludopatia – o vício em jogos de azar.
“Ninguém aqui falou bem”, destacou o ministro após citar entidades como a Associação Nacional de Psiquiatria, o Instituo de Defesa do Consumidor (Idec), o Instituto Alana, a Educafro, o grupo Mulheres do Brasil, a Associação Nacional dos Aposentados e o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo, entre outras que enviaram representantes para falar na audiência de 2024.
O ministro disse ter ficado convencido, na ocasião, de que as apostas online são “um problema de saúde pública”. Ele ainda afirmou ter formado “a percepção de que as bets devem ser banidas”. Em seguida, ele veiculou parte de seu voto sobre o assunto, no plenário do Supremo, em que critica as apostas online.
Na ocasião, em agosto de 2026, o julgamento acabou interrompido por um pedido de vista (mais tempo de análise) do ministro Flávio Dino.
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Críticas
Antes da audiência desta terça, Fux foi alvo de críticas, sobretudo em redes sociais, por ter autorizado em sua maioria a participação de entidades críticas à proibição das bets no Brasil, como representantes de times de futebol e de associações que representam empresas do setor.
“Não procede a alegação de que só convoquei empresas e times de futebol”, rebateu. Ele acrescentou ter autorizado, por exemplo, a participação de entidade ligada ao setor de supermercados, após notícias sobre o aumento do consumo de alimentos após a proibição das bets.
No domingo (1º), o ministro autorizou, a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) também a participação, nesta terça, de mais representantes do governo, como do Ministério da Saúde e da Justiça e Segurança Pública.
Ao abrir a audiência desta terça, o ministro disse que os processos relativos as bets estavam instruídos com muitas informações sobre os malefícios da atividade, mas que é obrigado a colecionar para a avaliação dos demais ministros informações sobre novos argumentos trazidos ao caso, ligados a temas como segurança jurídica.
Após a fala do ministro, a audiência pública deve seguir pela manhã e tarde desta terça-feira (3).
Entenda
Fux é relator de oito ações diretas de inconstitucionalidade sobre as bets – seis foram abertas após o governo ter regulado a atividade, em 2023, e outras duas foram abertas após presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter editado uma Medida Provisória para proibir por completo as apostas online no país, em outubro.
Entidades como a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram ao STF liminares (decisões provisórias) para suspender a MP. Fux, no entanto, decidiu convocar nova audiência pública sobre o assunto e tem indicado que levará o assunto direto para julgamento em plenário.
Com Agência Brasil
Abaixo-assinado pelo fim das bets ultrapassa 1,2 milhões de assinaturas
Um abaixo-assinado que pede a manutenção da proibição das casas de apostas online no Brasil ultrapassou 1,2 milhões de assinaturas nesta terça (3). A mobilização, chamada “Bets Nunca Mais”, foi lançada na noite desta segunda (2) e busca pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) a manter a restrição determinada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Leia em TVT News.
Consulta pública do Senado sobre o fim das bets
Abaixo-assinado pra manter as regras da MP do Lula contra as bets. Oficial do Senado, auferido com e-gov
- Consulta pública do Senado: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=175871
Abaixo-assinado Não deixe as bets voltarem
Organizada pelo Instituto Conhecimento Liberta (ICL), a campanha já reunia mais de 1,235 milhões de adesões na manhã desta terça. A mobilização ganhou força nas redes sociais em meio à discussão sobre o futuro do setor no país.
O abaixo-assinado apresenta três reivindicações centrais: a manutenção da proibição das apostas online, o fim dos patrocínios de empresas do setor a clubes esportivos, transmissões e influenciadores digitais e a ampliação do atendimento público a pessoas com dependência em jogos e famílias endividadas.
Com o lema “O jogo é sujo. E quem paga é a sua família”, a iniciativa alerta para os impactos financeiros e sociais das apostas, especialmente sobre pessoas que desenvolvem comportamento compulsivo e seus familiares.
- Link para o abaixo assinado: https://betsnuncamais.com.br/?utm_source=chatgpt.com
STF debate proibição das apostas
A mobilização ocorre no mesmo dia em que o STF realiza uma audiência pública para discutir os efeitos da Medida Provisória (MP) 1.394/2026, que proibiu a exploração e a publicidade das apostas de quota fixa no Brasil. O encontro foi convocado pelo ministro Luiz Fux, relator da ação que questiona a medida.
Empresas do setor recorreram ao Supremo para tentar derrubar a restrição. Entre os argumentos apresentados estão possíveis prejuízos econômicos, insegurança jurídica e o risco de migração de apostadores para plataformas clandestinas.
O governo federal defende a proibição como uma medida de proteção à saúde pública e à segurança financeira das famílias. A audiência reúne representantes do Executivo, clubes de futebol, entidades esportivas, empresas e organizações ligadas ao mercado de apostas.
Medida provisória ainda será analisada pelo Congresso
Editada em setembro pelo presidente Lula, a MP 1.394/2026 proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade das apostas de quota fixa, modalidade que inclui apostas esportivas e jogos online. A norma também prevê o encerramento das autorizações concedidas às empresas do setor.
Por ter sido publicada como medida provisória, a regra tem força de lei, mas precisa ser analisada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado para continuar em vigor de forma definitiva. Caso não seja aprovada dentro do prazo constitucional, perderá a validade.
Pesquisas de 2º turno não foram capazes de prever voto oculto por medo de retrocesso
SÃO PAULO/SP – O erro generalizado das pesquisas eleitorais no segundo turno do pleito presidencial de 2026 decorreu de uma mudança drástica nos padrões de comparecimento do eleitor às urnas que não foi captada pelos institutos. Pesquisadores da Labop FESPSP analisam. Leia em TVT News.
O erro aconteceu, provavelmente, por causa de falhas na calibragem dos modelos estatísticos de likely voter (perfil do eleitor provável de comparecer às urnas) dessas pesquisas, opinam os analistas políticos Beto Vasques, Hilton Fernandes e Jairo Pimentel, pesquisadores do Labop FESPSP (Laboratório de Opinião Pública e Mídias Digitais da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo).
Contrariando os principais institutos, que apontaram empate técnico com favoritismo de Flávio Bolsonaro até a véspera do pleito, as urnas consolidaram a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva com 52% dos votos válidos contra 48% de seu adversário.
A virada inédita — cujas chances iniciais eram estimadas em apenas 19% — foi motivada por um erro de cálculo metodológico que subestimou o peso do engajamento emocional do eleitorado na reta final das campanhas, conforme o modelo probabilístico desenvolvido pelo pesquisador Jairo Pimentel.
Segundo ele, um dos principais fatores que evidenciam esse erro nas pesquisas foi a inversão histórica da abstenção.
Tradicionalmente, o segundo turno no Brasil registra uma queda de cerca de 2% no comparecimento em relação ao primeiro turno.
Em 2026, esse cenário se inverteu com um aumento de quase 2% na presença dos eleitores, gerando um fluxo de 4,8 milhões de votos novos vindos de antigos abstencionistas e da redução de brancos e nulos, conforme o cientista político.
Voto oculto por rejeição ou medo

Dados de pesquisa do Labop encampados por Pimentel revelam que 54% dos eleitores independentes que votaram em Lula o fizeram estritamente por oposição, para evitar a vitória de Flávio Bolsonaro. Esse voto oculto por rejeição e medo acabou não sendo detectado pelos questionários tradicionais de intenção de voto.
Isso mostra, segundo o pesquisador, que os institutos erraram ao projetar que os eleitores de Flávio Bolsonaro teriam maior propensão de ir votar em seus modelos de likely voter, que medem estatisticamente a chance de o eleitor depositar seu voto nas urnas segundo seu perfil político.
Enquanto os eleitores de Flávio eram guiados principalmente pelo pragmatismo, os de Lula eram movidos pela motivação — seja ela positiva, por identidade com o candidato, seja negativa, por medo da volta da família Bolsonaro ao poder. Esse é um indicativo que favoreceu o comparecimento, explica o analista político Beto Vasques, coordenador do Labop.
“O eleitor independente progressista pró-Lula votou por oposição, votou por medo ou por entusiasmo, embalado pela mobilização nas ruas e nas redes. Tudo que é emoção costuma ser muito mais forte que a razão. Então, um voto por medo ou empolgação é muito mais poderoso que um voto por razão pragmática.
Fora isso, Flávio não foi capaz de entusiasmar nem os votantes mais fiéis ao seu pai, fazendo uma campanha arrogante e, ao mesmo tempo, defensiva, esperando que as eleições acabassem o quanto antes”, explica Vasques.
Pesquisas excessivamente calibradas
O cientista político Hilton Fernandes credita o erro dos modelos estatísticos aplicados no segundo turno também ao fato de terem se baseado na fotografia do primeiro turno, quando os institutos também não conseguiram captar o tamanho real das intentions de voto dos candidatos.
O resultado, em sua análise, foram pesquisas de segundo turno excessivamente calibradas para corrigir os erros passados, o que acabou nublando a captação do comportamento dos eleitores independentes na véspera do pleito.
Os modelos não foram capazes de captar também o impacto do último debate presidencial, ocorrido na sexta-feira que antecedeu o segundo turno, o qual foi determinante para a mudança de humor do eleitorado, na visão dos pesquisadores do Labop.
A quebra de postura e as declarações polêmicas de Flávio Bolsonaro, lembra Vasques, acionaram um alerta no eleitorado indeciso e no eleitorado cativo de Lula que havia se distanciado do presidente, provocando uma onda de mobilização de última hora liderada por jovens e idosos, sobretudo mulheres, que reverteu o cenário sociopolítico em menos de 24 horas.
O fenômeno ficou evidente no Nordeste, onde Lula expandiu sua liderança. Para consultar os dados oficiais detalhados e as porcentagens exatas de votos por região, acesse os recursos oficiais do Tribunal Superior Eleitoral.
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Fies 2: inscrições para vagas remanescentes terminam nesta terça
O prazo de inscrição para as vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referentes ao segundo semestre de 2026, termina nesta terça-feira (3). Os estudantes interessados podem se inscrever exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Para isso, é preciso fazer login pela conta da plataforma Gov.br.
Leia em TVT News.
O programa oferece financiamento para estudantes que desejam cursar o ensino superior em faculdades privadas bem avaliadas pelo Ministério da Educação (MEC). O Fies cobre as mensalidades do curso e permite que o estudante pague, com condições facilitadas, o valor financiado após a conclusão da graduação.
Nesta edição, as vagas remanescentes são destinadas exclusivamente à contratação do financiamento no segundo semestre letivo deste ano, sem possibilidade de extensão do prazo.
Uma das etapas do processo seletivo vai verificar se os candidatos pré-selecionados têm condições de acompanhar as atividades acadêmicas e concluir o semestre com aproveitamento suficiente.
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Quem pode participar
Para participar, é necessário ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos nas cinco provas de conhecimentos e nota acima de zero na redação. O estudante não pode ter participado do exame como treineiro.
O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta por pessoa de até três salários mínimos, de acordo com o edital.
Na parte acadêmica, o candidato pré-selecionado deve ter condições de cumprir a frequência mínima exigida pela instituição privada de ensino superior neste segundo semestre letivo de 2026.
Vagas
Ao todo, são 50 mil vagas distribuídas pelo país. O edital reserva 50% dessas vagas remanescentes a candidatos com renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo e inscrição atualizada no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico). Para essa verificação, serão consideradas as informações cadastrais atualizadas até 8 de outubro de 2026.
Os estudantes pré-selecionados nessa modalidade poderão solicitar financiamento de até 100% dos encargos educacionais, conforme as regras do programa.
O resultado da chamada única está previsto para 16 de novembro.
Com Agência Brasil

Fux rebate críticas e diz ter percepção de que bets devem ser banidas
O ministro Luiz Fux lembrou já ter ouvido entidades contrárias às bets em 2024

Pesquisas de 2º turno não foram capazes de prever voto oculto por medo de retrocesso
Institutos falharam ao calibrar modelos de eleitor provável (likely voter) e subestimaram onda de mobilização que garantiu virada histórica de Lula, dizem pesquisadores do Labop FESPSP

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