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Da Redação
PF aponta ‘imputação sem lastro’ contra Lulinha em relatório enviado ao STF, revela UOL
Relatórios de inteligência da Polícia Federal (PF) questionam conclusões produzidas sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, durante as investigações dos casos Master e INSS. Segundo apuração das jornalistas Daniela Lima e Tatiana Farah, do UOL, documentos internos da corporação apontaram que houve referência ao filho do presidente Lula sem que, naquele momento da apuração, existissem elementos que sustentassem sua ligação direta com as fraudes em descontos associativos de aposentados.
Os relatórios de inteligência da Polícia Federal foram citados pelo ministro Alexandre de Moraes em queixa contra André Mendonça e apontam que conclusões sobre o filho do presidente Lula foram produzidas sem provas. Documento interno da corporação reconhece ausência de indícios contra Lulinha
‘Imputação sem lastro’ contra Lulinha
De acordo com a apuração de Daniela Lima, “em mais de um trecho, a PF assinala que integrantes da corporação vinculados à investigação subordinada a Mendonça registraram em relatórios conclusões sem lastro probatório envolvendo Lulinha e a lobista Roberta Luchsinger.
O relatório da inteligência da PF sobre a condução dos casos afirma que um tópico foi dedicado à sistematização de referências a Fábio Luís, pessoa que “não é investigada, não figura em nenhuma lista de medidas e sobre quem a própria peça consigna que ‘até o presente momento não há indícios de que esteja diretamente envolvido nas condutas relativas a descontos associativos fraudulentos'”.
“A peça efetivamente dedica espaço à consolidação de referências a esse mesmo terceiro, admitindo não haver lastro para vinculá-lo”, diz o documento. “A denominação, se confirmada, passaria a corroborar orientação investigativa não declarada.”
O ICL Notícias, em reportagem de Cleber Lourenço, detalha que a inteligência da PF identificou conclusões consideradas superiores às evidências disponíveis e chegou a classificar uma delas como “imputação sem lastro”.Os documentos também levantam a possibilidade de uma “orientação investigativa não declarada” em relação ao filho do presidente e apontam problemas na metodologia usada, como “introdução que antecipa conclusões”, inserção de grande quantidade de capturas de tela sem cruzamento e “afirmações categóricas não sustentadas no corpo do documento”.
Tratamento assimétrico nas investigações
A PF também afirma no texto que não há como provar que Roberta Luchsinger tinha ciência de que recursos recebidos de pessoas investigadas no escândalo do INSS “provinham de fraude nos descontos associativos”.
No relatório de inteligência citado por Moraes, o ministro repete entendimento da PF de que houve tratamento assimétrico nas investigações, oscilando de acordo com o viés político das pessoas citadas no caso do INSS.
Lulinha é investigado em três inquéritos distintos sob suspeita de tráfico de influência e ligação com Roberta Luchsinger, arrolada como lobista do Careca do INSS, Antônio Carlos Camilo Antunes, um dos principais acusados do esquema que fraudou o INSS.

Advogados preparam pedidos de nulidade e suspeição de Mendonça
A jornalista Daniela Lima, do Canal UOL, informou que advogados dos principais citados no caso Master e de políticos envolvidos no escândalo do INSS já preparam pedidos de nulidade e de suspeição do ministro André Mendonça.
Segundo a jornalista, os relatórios de inteligência produzidos na PF registraram o que integrantes da corporação classificaram como uma “atuação anômala” de Mendonça na condução das investigações.Daniela Lima afirmou que o material abriu espaço para uma “enxurrada” de manifestações no STF, com pedidos que podem questionar a validade das apurações.
De acordo com Daniela Lima, “todos os advogados dos principais citados no caso Master e de políticos envolvidos no escândalo do INSS, como o senador Weverton, já estão preparando as petições de nulidade e suspeição de André Mendonça, com base no material que veio a público”.
O que são os relatórios da PF enviados ao STF
Os relatórios de inteligência da Polícia Federal que embasam a decisão do ministro Alexandre de Moraes contra o ministro André Mendonça documentam o que a corporação classifica como “circunstâncias anômalas” na condução dos inquéritos que investigam os escândalos Master e INSS no Supremo Tribunal Federal.
O documento citado na decisão de Moraes é um relatório interno que a própria PF classifica como “sem valor probatório”.A peça não é assinada por nenhum delegado e faz uma “análise de cenário” sobre suspeitas de “possível avanço sobre competência do plenário e sobre prerrogativa de membro do Ministério Público”.
De acordo com a apuração das jornalistas Daniela Lima e Tatiana Farah, do UOL, o relatório aponta viés político na produção de documentos sobre Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho mais velho do presidente Lula.
Jornalistas fazem ressalvas sobre o peso jurídico do documento
A colunista Marcela Mattos avaliou que o documento “cai como uma luva” para os investigados, mas disse que o próprio relatório traz ressalvas sobre seu peso jurídico e possui caráter decisório nem valor probatório, apresentando juízos elaborados pelo analista responsável.
“No próprio relatório da Polícia Federal, esse parecer menciona que ele não tem nenhum caráter decisório, não tem nenhum tipo de valor probatório e são juízos do analista”, afirmou Marcela Mattos.
O colunista João Paulo Charleaux também fez ressalvas sobre o peso do documento. Ele afirmou que ainda falta esclarecer como um relatório interno, que pode ter caráter exploratório e inconclusivo, chegou às mãos de um ministro do STF e virou base de acusação contra outro colega da Corte.
“Uma acusação dessa magnitude, dessa gravidade, não pode ter como base um documento que é considerado de importância menor dentro da instituição. Exploratório, especulativo, inconclusivo, intermediário”, afirmou Charleaux.
Daniela explicou que os relatórios de inteligência seguem uma norma interna da PF e são produzidos como insumo para a própria corporação, com o objetivo de aprimorar processos e alertar para riscos. Segundo ela, os responsáveis pela elaboração são protegidos, mas o presidente do STF poderá ter acesso à identificação dos autores.
A apresentadora afirmou que o material reúne relatos de ao menos quatro integrantes da PF sobre decisões sigilosas de Mendonça que, segundo eles, estariam “estrangulando” o trabalho da corporação nas investigações.Segundo Daniela, os relatórios reúnem episódios que vão de suspeitas de vazamento e direcionamento de investigações a conversas diretas entre o relator e advogados de investigados, inclusive envolvendo propostas de delação premiada.
Para a apresentadora, o material abriu caminho para pedidos de nulidade, arquivamento de inquéritos e suspeição de Mendonça, o que pode colocar em risco as apurações e a responsabilização dos envolvidos nos casos Master e INSS.
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SP pronto pra mais: Lula, Alckmin e Haddad fazem ato no sábado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, participa neste sábado (5) de ato em São José do Rio Preto, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin e do candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad. Leia em TVT News.
A concentração do público está marcada para as 10h, na Praça Dom José Marcondes, no centro da cidade.
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Também estarão no ato as candidatas ao Senado Marina Silva (REDE) e Simone Tebet (PSB), candidatas e candidatos aos legislativos estadual e federal, apoiadores e outras lideranças políticas.
SERVIÇO:
Ato Lula, Alckmin e Haddad em São José do Rio Preto
Data: sábado, 5 de setembro
Horário: 10h – abertura do evento
Local: Praça Dom José Marcondes, Centro
Imprensa: credenciamento até as 21h de sexta-feira (4)
Agregador de pesquisas TVT: quem está à frente nas pesquisas para presidente 2026?
O agregador de pesquisas da TVT News, atualizado com os quatro levantamentos mais recentes de Datafolha, Quaest, Atlas e BTG/Nexus, mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial de 2026. Na média ponderada dos institutos, Lula tem 39,2% das intenções de voto no 1º turno, contra 32,2% de Flávio Bolsonaro (PL). No 2º turno, a vantagem diminui: 45,0% a 42,8%, uma diferença de 2,2 pontos percentuais.
O levantamento também mostra o crescimento de Augusto Cury (Avante). Com marcas de 8% no Datafolha, 10% na Quaest, 7,8% no Atlas e 11% no BTG/Nexus, o escritor chega a 9,0% na média ponderada e aparece em terceiro lugar.
Principais destaques do agregador de pesquisas
- 1º turno: Lula lidera com 39,2%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 32,2%.
- Augusto Cury: aparece em terceiro, com 9,0% na média ponderada.
- Renan Santos: registra 4,2% na média.
- Ronaldo Caiado: tem 3,0%.
- Romeu Zema: chega a 1,3%.
- 2º turno: Lula marca 45,0%, contra 42,8% de Flávio Bolsonaro.
- A diferença entre Lula e Flávio cai de 7 pontos no 1º turno para 2,2 pontos no 2º turno.
- Nos quatro levantamentos, Lula aparece numericamente à frente de Flávio nas simulações de segundo turno.
Como Lula e Flávio aparecem no agregador de pesquisas?
A média ponderada considera os percentuais de cada pesquisa e os pesos definidos para cada instituto. Datafolha e Quaest recebem peso maior; seguido das pesquisas Atlas e BTG/Nexus, peso 2.
No primeiro turno, Lula aparece com 39,16%, arredondados para 39,2%. Flávio Bolsonaro tem 32,24%, ou 32,2%. A distância entre os dois é de 6,9 pontos percentuais.
No segundo turno, Lula alcança 45,02%, enquanto Flávio chega a 42,84%. A diferença média é de 2,18 pontos.
O resultado acompanha o quadro apresentado pelos levantamentos mais recentes. No Datafolha, Lula tem 38% contra 33% de Flávio no primeiro turno e 46% a 44% no segundo.

Na Quaest, Lula aparece com 37% contra 30% de Flávio no primeiro turno. No segundo turno, a disputa fica ainda mais próxima: 42% para Lula e 41% para Flávio.
No Atlas, Lula registra 43,4% contra 33,7% de Flávio no primeiro turno. No segundo, são 47,1% contra 42,6%.
Já o BTG/Nexus mostra Lula com 39% e Flávio com 33% no primeiro turno. No segundo turno, o resultado é de 46% para Lula e 45% para Flávio.
Como o escritor Augusto Cury aparece no agregador de pesquisas?
Augusto Cury é o nome que mais chama atenção entre os candidatos que disputam a terceira posição.
O escritor registra 8% no Datafolha, 10% na Quaest, 7,8% no Atlas e 11% no BTG/Nexus. Aplicados os pesos, chega a 8,95%, ou 9,0% na média.
O crescimento aparece de forma mais clara nas pesquisas individuais. No BTG/Nexus, Cury passou de 5% para 11% em uma semana. No Atlas, saiu de 1,6% em julho para 7,8% em agosto.
Na Quaest, Cury aparece com 10% no primeiro turno e passa a ocupar a terceira posição, à frente de nomes como Caiado e Zema.
A Quaest também foi a primeira entre os quatro institutos a testar Cury em uma simulação de segundo turno. No confronto contra Lula, o escritor aparece com 34%, contra 40% do presidente.
Quem mais perdeu pontos nas pesquisas?
Entre Lula e Flávio, os dois apresentam recuos em parte dos levantamentos, mas a queda de Flávio é mais acentuada na pesquisa Atlas.

No levantamento Atlas, Lula passou de 45% para 43,4%, enquanto Flávio caiu de 36% para 33,7%. Cury, por outro lado, avançou de 1,6% para 7,8%.
O BTG/Nexus também registrou queda de Lula, de 41% para 39%, e de Flávio, de 37% para 33%, enquanto Cury avançou de 5% para 11%.
O movimento geral é, portanto, de acirramento da disputa entre Lula e Flávio, ao mesmo tempo que os demais nomes que disputam espaço no campo eleitoral perderam pontos para o escritor Augusto Cury.
No agregador, entretanto, a liderança de Lula permanece no primeiro turno. Entre os demais candidatos, Renan Santos aparece com 4,2%, Caiado com 3,0% e Zema com 1,3%.
Quais as chances de a eleição acabar no 1º turno?
Os números do agregador não permitem afirmar que a eleição terminará no primeiro turno. Embora Lula lidere todas as pesquisas consideradas, sua média ponderada está em 39,2% no primeiro turno, abaixo dos 50% + 1 dos votos válidos necessários para evitar uma segunda votação.
Além disso, as pesquisas apresentam percentuais diferentes para os demais candidatos e para votos brancos, nulos e indecisos. A conversão das intenções de voto em votos válidos exigiria retirar essas categorias e considerar somente os eleitores prováveis.
O cenário atual, portanto, aponta para uma eleição ainda aberta e com tendência de segundo turno, especialmente porque a soma dos adversários de Lula representa parcela relevante das intenções de voto.
Outro ponto é a proximidade entre Lula e Flávio nas simulações de segundo turno. A média de 45,0% a 42,8% mostra uma disputa mais equilibrada do que a observada no primeiro turno.
A média dos candidatos nos quatro institutos de pesquisa
| Candidato | 1º turno — média ponderada |
|---|---|
| Lula | 39,2% |
| Flávio Bolsonaro | 32,2% |
| Augusto Cury | 9,0% |
| Renan Santos | 4,2% |
| Ronaldo Caiado | 3,0% |
| Romeu Zema | 1,3% |
Segundo turno: Lula x Flávio
| Candidato | Média ponderada |
|---|---|
| Lula | 45,0% |
| Flávio Bolsonaro | 42,8% |
Os números representam a média ponderada dos quatro levantamentos, de acordo com os pesos definidos para o agregador da TVT News. Eles servem para acompanhar a evolução da disputa e não constituem projeção do resultado eleitoral.
Consulta oficial no TSE: Pesquisas eleitorais registradas no Tribunal Superior Eleitoral. O TSE informa que as pesquisas de opinião pública relativas às eleições devem ser registradas na Justiça Eleitoral e que os dados ficam disponíveis para consulta pública.
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“Sextou com Lula” terá 147 atos em defesa da soberania nacional nesta sexta-feira
De Norte a Sul do país, 147 atos serão realizados nesta sexta-feira (4), em 100 cidades de 17 estados, como parte da agenda unificada do “Sextou com Lula”. As Brigadas de Agitação e Propaganda Lula Presidente se somam a outras frentes de mobilização da campanha para ocupar praças, feiras, ruas e terminais de ônibus, metrôs e trens. Leia em TVT News.
Com o tema “Em defesa da soberania nacional”, as atividades reunirão a militância para dialogar diretamente com a população e fortalecer a campanha do presidente Lula em cada canto do Brasil. A mobilização também pretende ampliar o debate sobre o projeto de país que estará em disputa nas eleições de outubro.
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Durante os atos, serão distribuídos materiais e realizadas intervenções e conversas com a população sobre a defesa de um Brasil soberano, democrático e comprometido com os direitos e a melhoria das condições de vida da classe trabalhadora.
As Brigadas são organizadas pela Central de Movimentos Populares (CMP), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), União dos Movimentos de Moradia (UMM), Federação Única dos Petroleiros (FUP) e Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA). Desde o início da campanha, a iniciativa aposta no trabalho de base e no diálogo com o povo como caminhos para ampliar a mobilização popular e construir uma nova vitória nas urnas.
“Um cenário desafiador se enfrenta com política, mobilização e unidade. Por isso, estamos unificando nossas ações com outras frentes da campanha e ocupando as ruas de Norte a Sul do país. Vamos conversar diretamente com a população sobre o que está em jogo nesta eleição. Defender a reeleição do presidente Lula é defender a soberania nacional, os direitos da classe trabalhadora e um projeto de país que combata a fome, gere empregos e amplie as oportunidades para o povo brasileiro”, afirma Raimundo Bonfim, coordenador de mobilização da Campanha Lula Presidente.
A mobilização dá continuidade às atividades realizadas semanalmente pelas Brigadas. Na última sexta-feira (28), foram promovidas 43 ações em diferentes regiões do país. Nesta semana, as Brigadas se integram à agenda unificada das diferentes frentes de campanha, que terá 147 atos.
Além da soberania nacional, as ações abordarão temas como a geração de emprego e renda, a valorização da educação pública, o combate à fome e às desigualdades e a proteção dos direitos da classe trabalhadora.
Confira os locais dos atos:
NORTE
PARÁ
Altamira
Local: Rotatória do Jatobá – 16h
Belém
Local: Mercado de São Brás – 17h
Local: Aldeia Cabana, entre Pedro Miranda e Enéas Pinheiro – 17h
Augusto Corrêa
Local: Av. Magalhães Barata, 403 – 17h
Curuçá
Inauguração do Comitê Popular
Local: Av. Paes de Carvalho, próximo ao Terminal Rodoviário – 18h
RONDÔNIA
Ariquemes
Local: Diretório Municipal do PT – Tv. Codorna, 3853, Setor 2 – 16h
Porto Velho
Local: Praça Maria Rita de Cássia Costa de Mendonça, em frente ao IFRO Calama – 17h
NORDESTE
BAHIA
Salvador
Local: Estação da Lapa, Centro – 16h
CEARÁ
Fortaleza
Caminhada com a primeira-dama do estado, Lia de Freitas
Local: Granja Lisboa – 17h
Juazeiro do Norte
Local: Cangaço – 20h
MARANHÃO
São Luís
Local: Praça Mauro Machado, Centro Histórico – 16h
PARAÍBA
Bessa (João Pessoa)
Bandeiraço e adesivaço
Local: Calçadinha do Bessa – 17h
PERNAMBUCO
Cabo de Santo Agostinho
Local: Praça da 55, COHAB – 17h
RIO GRANDE DO NORTE
Natal
Local: Av. Salgado Filho, Shopping Via Certa – 15h
SERGIPE
Aracaju
Local: Posto Petrox, 13 de Julho – 17h
CENTRO-OESTE
DISTRITO FEDERAL
Brasília
Local: Rodoviária do Plano Piloto – 16h
Panfletagem
Local: RU da UnB – 11h30 às 14h
Diálogos em Movimento – “Políticas públicas, juventude e cultura: o que podemos esperar dos próximos quatro anos?”
Local: Jovem de Expressão – 20h às 22h
Elemento em Movimento – noite artística
Local: Cio das Artes – 22h às 00h
SUDESTE
ESPÍRITO SANTO
Cariacica
Local: Av. Expedito Garcia, rotatória da Rua da Feira, Itaquari – 16h
Linhares
Local: Estacionamento da Linha Verde, Av. Tupinambás, 755 – 17h
Marilândia
Local: Bar e Restaurante Cantinho da Família, Lagoa do Batista – 19h
MINAS GERAIS
Belo Horizonte
Local: Rua Espírito Santo, 901, Centro – 18h
Governador Valadares
Local: Bairro Jardim Pérola – 18h
Ipatinga
Local: Rotatória Caçula-Canã, em frente ao posto de gasolina – 17h
Mariana
Local: Terminal Turístico, Praça Tancredo Neves, Centro – 16h30
RIO DE JANEIRO
Cachoeiras de Macacu
Local: Praça Julinho Roll (praça de baixo) – 16h
Duque de Caxias
Local: Em frente ao Unigranrio, Jd. 25 de Agosto – 16h
Petrópolis
Local: Praça da Inconfidência, Centro – 16h
Rio de Janeiro
Local: Estação de trem de Padre Miguel, Zona Oeste – 14h
Panfletaço
Local: Praça XV, em frente às barcas – 16h
SÃO PAULO
Arujá
Local: Centro Arujá – 10h às 14h
Barueri
Local: Estação Barueri – 16h às 20h
Botucatu
Local: UNESP Botucatu – 16h às 20h
Campinas
Local: 13 de Maio/Terminal Central – 16h às 20h
Local: Barão Geraldo/Unicamp – 16h às 20h
Caraguatatuba
Local: Centro Histórico – 16h às 20h
Diadema
Local: Terminal Piraporinha – 16h às 20h
Local: Terminal Diadema – 16h às 20h
Embu das Artes
Local: Terminal de Ônibus Casa Branca – 16h às 20h
Local: Centro do Embu/Praça das Artes – 16h às 20h
Guarulhos
Local: Rua Bataipora, 154, Jardim Santo Afonso – 17h
Local: Av. Rangel Filho, Ponte Alta – 17h
Local: Av. Carmela Thomeu, Feira do Carmela – 17h
Local: Terminal Pimentas – 16h às 20h
Local: Calçadão Matriz – 16h às 20h
Local: Estação Trem Taboão – 13h às 17h
Itapecerica da Serra
Local: Terminal Jardim Jacira – 16h às 20h
Itaquaquecetuba
Local: Estação Itaquaquecetuba – 16h às 20h
Jacareí
Local: Praça Conde Frontin, 27, Centro – 16h
Jundiaí
Local: Terminal Central – 16h às 20h
Mauá
Local: Estação Mauá – 16h às 20h
Mogi das Cruzes
Local: Estação Mogi das Cruzes – 13h às 17h
Local: Mercado Municipal – 16h às 20h
Osasco
Local: Calçadão de Osasco – 16h às 20h
Local: Estação Presidente Altino – 16h às 20h
Local: Estação Comandante Sampaio – 16h às 20h
Praia Grande
Local: Praia Grande Shopping – Av. Pres. Costa e Silva, 67, Boqueirão – 16h às 20h
Ribeirão Preto
Local: Calçadão – 16h às 20h
Local: Terminal Urbano G – 16h às 20h
Rio Claro
Local: Casa de Cultura Revoada – 19h às 21h
Santa Isabel
Local: Centro Santa Isabel – 16h às 20h
SANTO ANDRÉ
Local: Calçadão Oliveira Lima – 10h às 14h
Local: Estação Celso Daniel – 16h às 20h
Local: Terminal Vila Luzita – 17h às 20h
Local: Estação Utinga e Av. Industrial – 16h às 20h
Local: Avenida São Bernardo – 16h às 20h
Local: Rua dos Carijós – 10h às 14h
Santos
Local: Praça Ruy Barbosa, Centro – 16h
Local: Livraria Martins Fontes (Gonzaga) – 09h às 13h
Local: Avenida Jovino de Melo, 927 – 13h30 às 17h30
São Bernardo do Campo
Brigada na feira livre
Local: Av. Juscelino Kubitschek – 10h
Local: Igreja Matriz (Rua Marechal Deodoro) – 14h às 18h
Local: Praça Santa Filomena – 14h às 18h
Local: Terminal Ferrazópolis – 16h às 20h
Local: Praça do Antonieta – 16h às 20h
São Sebastião
Local: Rua H, Bloco CDHU, Jaraguá Costa Norte – 16h
São Vicente
Local: Centro de São Vicente – 16h às 20h
Taboão da Serra
Local: Poupatempo do Pirajussara, Estrada Kizaemon, 2425 – 17h
Local: Supermercado Santa Fé – 16h às 20h
SÃO PAULO – CAPITAL
Água Branca
La Candela Vivo – Ocupa Fervo
Local: Rua Carijós, 268 – 20h
Barra Funda
Local: Metrô Barra Funda – 08h às 12h
Local: Metrô Marechal Deodoro – 16h às 20h
Bela Vista
Local: Metrô Paraíso – 16h às 20h
Local: Avenida Paulista (MASP) – 17h às 20h
Local: Avenida Paulista x Rua Augusta – 17h às 21h
Brás
Local: Metrô Brás (Largo da Concórdia) – 09h às 13h
Brasilândia
Local: Andorinha Center – 16h às 20h
Local: Feira de Taipas – 06h às 10h
Butantã
Local: Metrô Butantã – 16h às 19h
Campo Limpo
Local: Metrô Campo Limpo – 16h às 20h
Local: Metrô Vila das Belezas – 16h às 20h
Centro
Local: Metrô Anhangabaú – 10h às 14h
Local: Metrô São Joaquim – 17h às 21h
Cidade Dutra
Local: Av. Senador Teotônio Vilela, Largo do Rio Bonito – 17h
Cidade Tiradentes
Local: Terminal Cidade Tiradentes – 16h às 20h
Grajaú
Local: Terminal Varginha – 07h às 11h
Local: Estação Varginha – 16h às 20h
Local: Feira do Mirna – 08h às 12h
Local: Terminal Grajaú – 07h às 11h
Guaianazes
Local: Estação Guaianazes – 16h às 20h
Interlagos
Local: Estação Jurubatuba – 16h às 20h
Ipiranga
Local: Metrô Sacomã – 16h às 20h
Local: Metrô Alto do Ipiranga – 17h às 20h
Itaim Paulista
Local: Praça da 6, Conjunto Encosta Norte – 17h
Itaquera
Local: Metrô Penha – 16h às 20h
Local: Metrô Itaquera – 14h às 18h
Jabaquara
Local: Saída do metrô Jabaquara, Rua dos Jequitibá – 18h
Jardim Ângela
Local: Terminal Jardim Ângela – 16h às 20h
Jardim São Luís
Local: Terminal Guarapiranga – 16h às 20h
Jaraguá
Local: Estação Pirituba – 16h às 20h
Lapa
Local: Estação Lapa – 16h às 20h
Mooca
Local: Metrô Bresser – 17h às 20h
Perus
Local: Praça do Trenzinho, Av. Dr. Sílvio de Campo – 16h
Local: Estação Perus – 16h às 20h
Pinheiros
Local: Largo da Batata – 17h às 20h
Local: Metrô Clínicas – 11h às 15h
Local: Metrô Fradique Coutinho – 17h às 20h
República
Local: Praça Ramos de Azevedo (Teatro Municipal) – 16h
Local: Metrô República (7 de Abril) – 15h às 19h
Santa Cecília
Local: Largo Santa Cecília – 10h às 14h
Local: Largo Santa Cecília – 17h às 20h
Ocupa Fervo
Local: Largo da Santa Cecília – 20h
Santa Cruz
Local: Metrô Santa Cruz – 17h às 20h
Santo Amaro
Local: Largo 13 – 16h às 20h
Saúde
Local: Metrô Saúde – 17h às 20h
Sé
Local: Metrô Sé (XV de Novembro) – 14h às 18h
São Mateus
Local: Terminal São Mateus – 16h às 20h
São Miguel Pta.
Local: Estação São Miguel Pta. – 16h às 20h
SÃO PAULO — sem bairro indicado
Local: Estrada das Lágrimas, 3766 – 17h
Ocupa Fervo
Local: Rua Treze de Maio – 20h
Tatuapé
Local: Metrô Tatuapé – 17h às 20h
Tietê
Local: Metrô Tietê – 16h às 20h
Tucuruvi
Local: Metrô Santana – 16h às 20h
Local: Metrô Armênia – 16h às 20h
Vila Jacuí
Local: Praça do Morumbizinho, Fortunato da Silveira – 16h
Vila Madalena
Local: Metrô Vila Madalena – 17h às 20h
Vila Mariana
Local: Metrô Ana Rosa – 17h às 20h
Vila Natal
Local: Estação Mendes Vila Natal – 16h às 20h
Vila Prudente
Local: Metrô Vila Prudente – 17h às 20h
Vila Sônia
Local: Metrô Vila Sônia – 16h às 20h
SUL
PARANÁ
Francisco Beltrão
Local: Praça Central – 19h
RIO GRANDE DO SUL
Canoas
Local: Av. Inconfidência, 10, esquina com a BR-116 – 15h
Erechim
Local: Rótula do bairro São Vicente de Paulo – 16h30
Porto Alegre
Local: Entrada da Lomba do Pinheiro – 15h30
SANTA CATARINA
Florianópolis
Local: Largo da Alfândega, Centro – 17h
Ibama libera novas perfurações da Petrobras na Foz do Amazonas
O Ibama autorizou a Petrobras a dar continuidade às atividades de pesquisa de petróleo na costa do Amapá. A licença permite que a estatal perfure três novos poços na Bacia da Foz do Amazonas, dentro da área da Margem Equatorial. Leia em TVT News.
A decisão foi formalizada na quinta-feira (3), pelo presidente do Ibama, Jair Schmitt. Antes de iniciar os trabalhos, a Petrobras deverá apresentar ao órgão ambiental um novo planejamento para as perfurações.
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Pesquisas continuam após descoberta de petróleo
Os três poços – Manga, PAD Morpho e Crotalus – ficam no bloco FZA-M-59, onde a Petrobras identificou petróleo no poço Morpho.
A descoberta foi anunciada pela empresa em agosto. O poço está situado a aproximadamente 175 quilômetros do litoral do Amapá.
A presença de petróleo, porém, não significa que a área já possa entrar em produção. A Petrobras ainda precisa reunir informações sobre o reservatório, incluindo a quantidade disponível e as condições para uma eventual exploração comercial.
Os novos trabalhos fazem parte justamente dessa etapa de avaliação. Os dados obtidos nas perfurações deverão contribuir para determinar o potencial da região.
Licença estabelece medidas ambientais
A autorização do Ibama vem acompanhada de uma série de condições para a execução das atividades. Entre as exigências estão medidas de controle da poluição, monitoramento ambiental e ações de comunicação com a população.
A Petrobras também deverá adotar um plano para prevenção e controle de espécies exóticas durante as operações.
Outra determinação impede o descarte no mar dos cascalhos resultantes das perfurações em áreas específicas onde houver reservas principais ou reservatórios mais rasos com presença comprovada de petróleo.
O Ibama também proibiu que mais de uma unidade de perfuração opere ao mesmo tempo na região.
Margem Equatorial é alvo de disputa sobre futuro do petróleo
A Foz do Amazonas integra a Margem Equatorial, faixa do litoral brasileiro que passou a concentrar parte dos esforços da Petrobras em busca de novas reservas.
A exploração da área é apontada pela estatal e pelo governo federal como uma possibilidade de reposição das reservas nacionais diante da perspectiva de redução da produção do pré-sal a partir da próxima década.
Atualmente, o pré-sal responde por cerca de 80% da produção brasileira de petróleo. A Petrobras estima que a produção nacional alcance o pico em 2030 e depois entre em trajetória de queda com o declínio das reservas do pré-sal.
A eventual exploração na costa do Amapá, no entanto, ainda está distante dessa etapa. Caso as pesquisas confirmem volume suficiente e viabilidade econômica, a Petrobras terá de solicitar uma nova licença ambiental para iniciar a produção.
Brasil tem 2 milhões de pessoas que trabalham por meio de aplicativo
A constatação faz parte de uma edição sobre trabalho por meio de plataformas digitais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Leia em TVT News.
O IBGE buscou informações de pessoas com 14 anos ou mais que utilizam os aplicativos para realizar serviços de transporte e entregas. O instituto classifica esses trabalhadores como “plataformizados”.
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A pesquisa revela que o contingente de 1,959 milhão de trabalhadores por apps representavam 1,9% do total de ocupados no país.
Cerca de 1,2 milhão de trabalhadores plataformizados utilizam apps de transporte de passageiros. Isso representa praticamente seis em cada dez plataformizados (58,9%). Desses, 1,1 milhão utilizam as plataformas como Uber e 99, enquanto 232 mil utilizam apps de táxi exclusivamente.
Um em cada cinco (19,2%) dos plataformizados tinha ocupação como entregadores de apps de comida, produtos, etc. Eram 376 mil pessoas que faziam entregas para plataformas como Rappi, iFood, Zé Delivery, entre outros.
O IBGE mapeou ainda a categoria apps de prestação de serviços gerais ou profissionais, que inclui profissões como designers, tradutores e até telemedicina, quando o médico usa a plataforma digital para captar pacientes e realizar consultas, por exemplo. Em 2025 eram 313 mil pessoas nessa categoria (16% dos plataformizados).
A Pnad revela que a atividade econômica classificada como transporte, armazenagem e correios é a que tem maior participação de plataformizados, 75%. Ou seja, de cada quatro trabalhadores desse setor, três utilizam os apps.
Aumento ao longo dos anos
O IBGE detalha que a Pnad sobre trabalho por plataforma ainda é experimental, ou seja, em fase de teste e sob avaliação. O levantamento já foi realizado em 2022 e 2024.
Diferentemente de 2025, as edições anteriores buscaram informação apenas dos trabalhadores que tinham os apps como ocupação principal, ou seja, a pesquisa deixou de fora aquelas que usavam os aplicativos como renda complementar. Por isso, o número de 2 milhões de plataformizados em 2025 não pode ser comparado com anos anteriores.
Ao se levar em consideração apenas os trabalhadores que tinham nos apps a ocupação principal, o número de 2025 chega a 1,8 milhão. Esse dado pode ser comparado com as Pnad anteriores.
Trabalhadores que tinham os apps como ocupação principal:
- 2022: 1,3 milhão
- 2024: 1,7 milhão
- 2025: 1,8 milhão
Dessa forma, o número representa um crescimento de 9,1% em um ano e 36,8% em três anos.
Comparando apenas 2024 e 2025, o número de entregadores de app cresceu 18,6%. Foi a única ocupação que teve variação na casa de dois dígitos.
Motivação
Em 2025, de cada 100 pessoas que tinham nos apps a ocupação principal, 84,4 eram do sexo masculino. Em relação à idade, 47% tinham de 25 a 39 anos.
Ao realizar as entrevistas, o IBGE procurou saber o motivo principal que levou as pessoas a trabalharem por meio das plataformas.
Especificamente entre os que atuam com apps de transporte (exceto táxi) e entregadores, o motivo principal foi não conseguir encontrar outro trabalho. As outra motivações apontadas foram flexibilidade e rendimento maior do que em outros trabalhos disponíveis.
Jornadas mais longas
Em 2025, o rendimento médio mensal do trabalho principal do plataformizados foi de R$ 3.147, mesmo patamar dos não plataformizados (R$ 3,148).
Esses valores representaram aumento real (já descontada a inflação) de 4,1% para os não plataformizados e estabilidade para os plataformizados, que ganhavam R$ 3.151 em 2024.
O IBGE explica que os valores são exatamente o que é “retirado” pelos plataformizados, ou seja, o saldo após o motorista pagar custos com gasolina para o carro, por exemplo.
Os trabalhadores por aplicativo tinham em 2025 jornada semanal de 44,7 horas, superior à dos não plataformizados (39,3 horas). São 5,4 horas de diferença.
O fato de as duas classes terem rendimentos no mesmo patamar e diferença na jornada faz com que o rendimento-hora médio do trabalhador de app seja menor. Eles recebiam R$ 16,2 por hora, 12% menos que os não plataformizados (R$ 18,4/hora).
Informalidade
A pesquisa mostra que os trabalhadores por app vivenciavam mais a informalidade e tinham menos cobertura previdenciária.
Plataformizados:
- 72,1% na informalidade
- 34% com cobertura previdenciária
Não plataformizados:
- 42,7% na informalidade
- 63% com cobertura previdenciária
O IBGE considera informais os empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ, por exemplo. São pessoas sem a garantia de direitos trabalhistas, como férias e 13º salário.
Já ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.
Conta própria, mas dependente
Aproximadamente 1,6 mil de pessoas ocupadas por aplicativos se declararam trabalhadores por conta própria. Essa marca representa 86,8% do total de plataformizados. Na economia como um todo, os conta própria são 28,9% dos ocupados no setor privado.
Apesar de trabalharem por iniciativa própria, o IBGE ressalta que “há evidências de certo grau de dependência da maior parte desses trabalhadores em relação às plataformas”.
Entre os que trabalham com apps de transporte de passageiros (exceto táxis), 80,2% afirmam que o valor a ser recebido por cada tarefa depende totalmente das plataformas digitais.
Entre os entregadores, 78,3% disseram que dependem totalmente. Já 65,9% responderam que o prazo para realização da tarefa depende dos apps, e 71,3% afirmaram que a forma de recebimento do pagamento é decidida pela plataforma.
O analista da pesquisa, Gustavo Geaquinto Fontes, aponta que esses trabalhadores têm uma situação “diferente de um conta própria tradicional”.
“Apesar de essa pessoa não ter um vínculo formal com a plataforma, ele, na verdade, tem uma dependência em vários aspectos em relação à empresa que controla a plataforma digital”.
Uberização
A divulgação do IBGE acontece cerca de uma semana depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) adiar a retomada do julgamento sobre a chamada “uberização”.
Representante de categorias que trabalham para aplicativos, como motoristas, buscam o reconhecimento de vínculo empregatício com as plataformas digitais para evitar o que consideram precarização do trabalho, alegação que as principais empresas do setor discordam.
Um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) defende que o STF não reconheça o vínculo.
Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

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