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Da Redação
Notícias do dia com o Jornal TVT News Segunda Edição | 25-02-2026
Acompanhe o Jornal TVT News Segunda Edição desta quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026. Veja quais são as notícias do dia com a equipe do jornal TVT News.
O que é notícia neste 25 de fevereiro de 2026 no Jornal TVT News Segunda Edição
- STF condena mandantes do caso Marielle
- Câmara aprova Lei Antifacção
- CPI mira relações no Judiciário
- MG soma 36 mortos e alerta máximo
- PF investiga desvio de emendas
- TCM cobra explicações da Prefeitura de SP
- Paulista pode receber megashows internacionais
TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT
O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva. Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.
“O jornal TVT News Segunda Edição comenta o que foi notícia no dia, traz serviços de utilidade pública, entrevistas com analistas da política, da cultura e da economia e repercute os fatos que estão em alta nas redes sociais”, conta o apresentador Don Ernesto.
O jornal TVT News Segunda Edição pode ser acompanhado na TV aberta digital, canal 44.1 na capital paulista e grande São Paulo, pelo YouTube da TVT: https://www.youtube.com/@redetvt com cortes nas redes sociais da TVT News (Instagram, Tik Tok, Kawai, Facebook e Linkedin).
“Esta é a segunda estreia da TVT News no mês de abril. Com os dois telejornais, pela manhã e pela tarde, a TVT está ainda mais próxima do público e dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, conta o presidente da TVT, Maurício Junior.
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.

Veja também: as notícias mais lidas da TVT News
Veja quais são as notícias mais lidas do último mês na TVT News:
- Reajuste piso professores: governo Lula anuncia aumento do piso salarial em 5,4%
- Arsenal x Corinthians: Arsenal supera Corinthians feminino na final do Mundial de Clubes
- 26 livros para ler em 2026
- Globo de Ouro 2026: Brasil conquista 2 prêmios; confira todos os vencedores
- Will Bank é liquidado pelo BC: o que fazer se você tem conta?
Fuvest aplica simulado da 1ª fase do Vestibular 2027 em 26 de abril
A Fuvest realiza no dia 26 de abril o simulado da primeira fase do Vestibular 2027. A iniciativa tem caráter preparatório e busca oferecer aos estudantes uma experiência em condições reais de prova, já adaptada ao novo modelo anunciado pela banca. Saiba os detalhes na TVT News.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site oficial da fundação até as 12h do dia 31 de março. A taxa de participação é de R$ 100,00, com pagamento até a mesma data. Candidatos que necessitarem de condições especiais ou recursos de acessibilidade devem fazer a solicitação no momento da inscrição.
Novo formato com 80 questões
O simulado seguirá a estrutura atualizada da primeira fase: serão 80 questões de múltipla escolha, dez a menos do que as 90 aplicadas em anos anteriores. Cada item terá cinco alternativas, com apenas uma resposta correta.
A prova terá duração total de cinco horas. Os portões serão abertos às 12h e fechados rigorosamente às 13h, horário de início do exame, que se estende até as 18h.
As questões serão inéditas, elaboradas pelas bancas da Fuvest, com base no programa do Vestibular 2027, alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O conteúdo abrange disciplinas como Arte, Biologia, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Língua Portuguesa, Química e Sociologia, além da possibilidade de abordagens interdisciplinares.
Leituras obrigatórias
O simulado também contempla a lista de nove obras literárias exigidas para o ciclo 2027. Entre as autoras presentes estão Clarice Lispector, Paulina Chiziane e Conceição Evaristo, cujos livros integram o conteúdo programático da avaliação.
Aplicação em 11 cidades
A prova será realizada presencialmente nos municípios de Bauru, Campinas, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santo André, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.
No dia do exame, será obrigatória a apresentação de documento original com foto e caneta esferográfica azul ou preta. Lápis, borracha, apontador, régua transparente, água e alimentos leves são permitidos. O uso de celulares, relógios e quaisquer aparelhos eletrônicos está proibido.
Divulgação de resultados
O cronograma prevê a divulgação dos locais específicos de prova em 17 de abril. O gabarito oficial e os enunciados das questões serão publicados até 27 de abril. Já o desempenho individual dos participantes estará disponível a partir de 11 de maio.
Leia mais notícias na TVT News
“Marco histórico contra a violência política”, diz Anielle, irmã de Marielle
A condenação unânime dos mandantes dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) provocou forte repercussão política e social nesta quarta-feira (25). Parlamentares, ministros, artistas e movimentos sociais utilizaram o X (antigo Twitter) para celebrar o resultado do julgamento, considerado histórico no enfrentamento à violência política. Leia em TVT News.
A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, irmã de Marielle, publicou uma das manifestações mais compartilhadas do dia. Em seu perfil, afirmou: “A impunidade não pode fazer parte da nossa democracia.”
✊🏽 JUSTIÇA POR MARIELLE E ANDERSON
— Anielle Franco (@aniellefranco) February 25, 2026
O Supremo Tribunal Federal condenou os mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.
Os irmãos Domingos Brazão e Francisco Brazão foram condenados pelo crime de duplo homicídio, além de uma tentativa de homicídio e organização… pic.twitter.com/Rduf6ggQwb
A publicação foi interpretada como um reconhecimento do papel das instituições na responsabilização dos envolvidos, mas também como reafirmação de que o legado político de Marielle permanece vivo.
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) afirmou em sua rede social:
“Não é fazer justiça por Marielle. É o mínimo.”
Ela acrescentou que o verdadeiro sentido de justiça está na continuidade das pautas defendidas pela vereadora assassinada.
✊🏽 JUSTIÇA POR MARIELLE!
— ERIKA HILTON (@ErikakHilton) February 25, 2026
O Supremo Tribunal Federal acaba de formar maioria para condenar os mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.
Os irmãos Domingos Brazão e Francisco Brazão serão condenados pelo crime de duplo homicídio.
Mas isso ainda não é justiça.…
Para a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), “tentaram silenciar uma voz que incomodava os poderosos”.
Marielle foi assassinada por aquilo que representava: uma mulher negra, periférica, eleita para enfrentar o poder das milícias e denunciar injustiças.
— Jandira Feghali 🇧🇷🚩 (@jandira_feghali) February 25, 2026
Como destacou o ministro Moraes, esse crime carrega marcas profundas de racismo, misoginia e ódio político.
Tentaram silenciar… pic.twitter.com/K75KizuRLQ
Já o presidente da Embratur e ex-deputado federal Marcelo Freixo ressaltou o simbolismo do momento: “Hoje é um dia histórico na luta por justiça.”
Julgamento histórico pro Brasil!
— Marcelo Freixo (@MarceloFreixo) February 25, 2026
No STF, os irmãos Brazão e o ex-chefe da polícia, Rivaldo Barbosa, foram condenados a pena de prisão e perderam seus cargos.
Mesmo com tanta corrupção e tentativas de obstrução, a Justiça prevaleceu.
Nada vai trazer Marielle de volta, mas agora… pic.twitter.com/iwtO4y4pLc
Freixo, que acompanhou o caso desde o início, lembrou que a condenação é resultado de anos de mobilização institucional e pressão da sociedade civil.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, também se manifestou: “A democracia venceu.”
A justiça tarda, mas não falha. Depois de quase 8 anos pedindo por justiça, os familiares, amigos e admiradores de Marielle Franco tiveram justiça. Hoje os mandantes desse crime cruel foram condenados a prisão pelo STF. Um alívio, mas que infelizmente não traz a vida de Marielle…
— Paulo Teixeira (@pauloteixeira13) February 25, 2026
“Estes julgamentos oferecem uma oportunidade histórica para romper o ciclo de impunidade que tem caracterizado a resposta do Estado aos assassinatos de defensores de direitos humanos por décadas.” disse Agnès Callamard, Secretária-Geral da Anistia Internacional.
Marielle vive na memória dos que lutam
Ao longo do dia, hashtags relacionadas a Marielle figuraram entre os assuntos mais comentados do país. As manifestações convergiram em torno de três eixos: justiça institucional, combate à violência política de gênero e raça e defesa da democracia.
A condenação unânime dos irmãos Brazão como mandantes — além da responsabilização de outros envolvidos — encerra uma etapa decisiva do caso que marcou a história recente do Brasil. O desfecho judicial foi lido por aliados e movimentos sociais como resposta à pergunta que mobilizou o país desde 2018: quem mandou matar Marielle?
O julgamento pode ter terminado, mas como repetiram diversas publicações nas redes ao longo do dia, o legado político de Marielle Franco permanece como referência na luta por direitos humanos, igualdade racial e enfrentamento às milícias.
Av. Paulista pode receber megashow em 2026; Rolling Stones, U2 e Coldplay estão entre cotados
A Avenida Paulista pode se tornar o mais novo palco a céu aberto de um grande show em São Paulo. Inspirado nos moldes dos megashows gratuitos do Todo Mundo no Rio, realizados na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, o show pode ocorrer em setembro de 2026, segundo a Prefeitura da capital. Alguns nomes de peso da música internacional, como Rolling Stones e U2, já estão sendo cotados para figurarem como a atração principal. Saiba os detalhes na TVT News.
De divas pop a gigantes do rock
Enquanto o Rio apostou em nomes como Madonna e Lady Gaga, que reuniram públicos estimados em mais de 1,5 milhão de pessoas, parece que São Paulo fará uma mudança de perfil: o foco deve ser o rock.
Entre os artistas cotados para abrir essa trilha de megashows na Paulista estão Rolling Stones, U2, Foo Fighters e Coldplay; além de Mariah Carey, única estrela pop mencionada até agora nas sondagens iniciais.
A data idealizada para o primeiro evento é 5 de setembro de 2026, de acordo com o prefeito Ricardo Nunes, mas o cronograma depende da agenda dos artistas e da conclusão dos trâmites jurídicos.
Novo acordo libera megashow
Até este ano, a realização de grandes eventos na Paulista era restrita por um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2007 com o Ministério Público de São Paulo (MPSP). O acordo permitia apenas três eventos de grande porte por ano: a Parada do Orgulho LGBTQIA+, a Corrida de São Silvestre e o Réveillon.
Em 24 de fevereiro de 2026, foi assinado um aditamento ao TAC que amplia gradualmente essas permissões:
- 2026 (ano de transição): três eventos tradicionais + um megashow no segundo semestre;
- A partir de 2027: dois shows gratuitos por ano (um por semestre), além dos eventos já previstos.
Apesar da assinatura, o novo termo ainda precisa ser validado pelo Conselho Superior do MPSP. A prefeitura trabalha com a expectativa de homologação até meados de abril, etapa essencial para iniciar contratações e fechar o nome da atração.
Impacto bilionário e exigências rígidas
A estimativa do Executivo municipal é de que o megashow possa injetar cerca de R$ 4 bilhões na economia paulistana, impulsionando turismo, hotelaria, comércio e serviços.
Em contrapartida, o novo TAC impõe uma série de exigências operacionais. Entre elas:
- revistas e controle de acesso de pedestres;
- monitoramento reforçado nas estações de metrô;
- instalação de banheiros químicos;
- garantia de acesso a moradores, trabalhadores e hospitais da região;
- medidas para redução do impacto sonoro;
- entrega de relatório detalhado ao Ministério Público até 30 dias após cada evento.
O descumprimento das obrigações pode levar à suspensão de futuras autorizações.
Resistências e plano B
O projeto, no entanto, enfrenta resistência de associações de moradores, que apontam a ausência de estudos prévios de impacto de vizinhança e questionam se a infraestrutura da região é capaz de suportar um público que pode ultrapassar a marca de um milhão de pessoas. Como exemplo, a superlotação registrada durante o bloco da Skol, que teve apresentação do DJ Calvin Harris na própria Avenida Paulista, alerta para a necessidade de planejamento logístico mais robusto, com reforço em segurança, mobilidade urbana e controle de acesso.
Caso surjam novos entraves jurídicos para a realização do show na Paulista, a prefeitura mantém o Aeroporto Campo de Marte como plano alternativo. Contudo, o local é considerado menos estratégico devido a obras em andamento e à menor oferta de transporte público em comparação com a região central.
Leia mais notícias na TVT News
Caso Marielle e Anderson: STF condena irmãos Brazão a 76 anos
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu há pouco as penas dos condenados pela participação no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro. Leia em TVT News.
Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, foram condenados a 76 anos e três meses pelos crimes de organização criminosa, duplo homicídio e tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, assessora de Marielle, que sobreviveu ao atentado.
Eles estão presos preventivamente há dois anos e podem recorrer da condenação.
Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, recebeu pena de 18 anos de prisão pelos crimes de obstrução de Justiça e corrupção. Apesar de ter sido denunciado pelos homicídios de Marielle e Anderson, Barbosa foi absolvido dessa acusação.
Ronald Alves de Paula, major da Policia Militar, recebeu pena de 56 anos de prisão. Robson Calixto, ex-policial militar, foi condenado a 9 anos.
Perda dos cargos
Pela decisão, os acusados também devem perder os cargos públicos após o trânsito em julgado da condenação, ou seja, após o fim da possibilidade de recursos.
Indenização
Todos dos condenados também deverão pagar indenização de R$ 7 milhões por danos morais, sendo R$ 1 milhão para Fernanda Chaves, R$ 3 milhões aos familiares de Marielle e mais R$ 3 milhões para a família de Anderson Gomes.
André Richter – Repórter da Agência Brasil
Por unanimidade, STF tem maioria para condenar mandantes da morte de Marielle
A Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por unanimidade, nesta quarta-feira (25), os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão como mandantes dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O voto do ministro Flávio Dino consolidou a unanimidade na Primeira Turma, após os posicionamentos já favoráveis de Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Leia em TVT News.
Ao proferir o terceiro voto, que formou maioria, Cármen Lúcia fez um pronunciamento marcado pela defesa da democracia e pelo enfrentamento da violência política. Em uma das falas mais repercutidas da sessão, afirmou:
“Quantas Marielles o Brasil permitirá que sejam assassinadas para que se ressuscite a ideia de justiça no Brasil?”
Para a ministra, o assassinato de uma representante eleita não atinge apenas a vítima, mas a própria estrutura democrática. Ao acompanhar o relator, Cármen destacou que o conjunto probatório demonstra a atuação dos acusados como mandantes e que o Judiciário precisa afirmar, de forma inequívoca, o compromisso com a Constituição.
O voto que garantiu a unanimidade foi proferido por Flávio Dino. Em sua manifestação, o ministro ressaltou a gravidade institucional do caso e a necessidade de resposta firme do Estado. Na parte final do julgamento, os ministros ainda vão decidir a dosimetria da pena aos condenados.
“Não existe crime perfeito, existe crime mal investigado.”

A frase foi dita ao enfatizar que a elucidação do caso demonstra a importância do trabalho investigativo e da atuação coordenada das instituições para romper estruturas de poder associadas à criminalidade organizada.
Dino também destacou que o julgamento representa uma afirmação do Estado Democrático de Direito diante de tentativas de silenciamento violento de agentes públicos. Em seu voto, reforçou que a responsabilização dos mandantes é indispensável para que a violência política não se normalize no país.
Com o quarto voto, a Primeira Turma consolidou a condenação unânime dos irmãos Brazão como mandantes dos homicídios qualificados. A decisão marca um desfecho histórico em um dos processos mais emblemáticos da história recente do Brasil, quase oito anos após o crime que teve repercussão internacional.
Justiça por Marielle: os votos anteriores
O julgamento foi aberto pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, que votou pela condenação dos irmãos Brazão como mandantes dos homicídios qualificados de Marielle e Anderson. Em seu voto, Moraes afirmou que o crime reuniu motivação política, interesses econômicos e discriminação. Segundo ele, “se juntou a questão política com a misoginia, com o racismo, com a discriminação. Marielle Franco era uma mulher preta, pobre, que estava peitando os interesses de milicianos”, conforme registrado pela revista Veja.
Moraes também sustentou que a execução teve o objetivo de eliminar um obstáculo aos interesses de organização criminosa ligada a disputas fundiárias e atuação de milícias no Rio de Janeiro.
Na sequência, o ministro Cristiano Zanin acompanhou integralmente o relator. Em seu voto, destacou que o caso revela “um quadro estarrecedor de captura do Estado por uma rede criminal complexa com profunda penetração nos poderes públicos”, conforme publicado pela imprensa.
Zanin também enfatizou a dimensão de direitos humanos do julgamento, afirmando que “é imperiosa a necessidade de memória e responsabilização plena como instrumento de garantia da não repetição quando se está diante de casos que denotem graves violações a direitos humanos”.
Com os votos de Moraes, Zanin e agora Cármen Lúcia, a Primeira Turma do STF consolidou maioria pela condenação dos mandantes da morte de Marielle Franco e Anderson Gomes, em um dos julgamentos mais simbólicos da história recente do país.

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