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Da Redação
Carlo Ancelotti convoca o zagueiro Vitor Reis, do Girona
O zagueiro Vitor Reis, do Girona (Espanha), foi convocado pelo técnico italiano Carlo Ancelotti para defender a seleção brasileira no amistoso com a Croácia, que será disputado no Camping World Stadium, em Orlando, a partir das 21h (horário de Brasília) da próxima terça-feira (31).
Mais informações em TVT News.
A convocação foi realizada, na noite da última quinta-feira (26), após a derrota de 2 a 1 para a França em amistoso preparatório para a Copa do Mundo, que será disputada no Canadá, no México e nos Estados Unidos.
“Campeão pela seleção brasileira do Sul-Americano sub-17 de 2023, Vitor Reis tem 20 anos e é um dos destaques da posição no Campeonato Espanhol. O jogador irá se apresentar na noite desta sexta-feira (27), no hotel Four Seasons, e já participará do treino de sábado (28)”, informou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por meio de nota.
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Após o amistoso com a croácia, o Brasil ainda terá dois compromissos antes do início da Copa do Mundo. O primeiro será um jogo de despedida da torcida brasileira. A seleção enfrentará o Panamá no dia 31 de maio no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Por fim, no dia 6 de junho, uma semana antes da estreia do Brasil no Mundial, a seleção enfrenta o Egito em seu último amistoso antes da estreia. A partida será disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland.
Brasil na Copa
O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026. A estreia será contra Marrocos, no dia 13 de junho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Na segunda rodada, o Brasil encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h. Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h.
Mostra Universitária de Cinema reúne mais de 100 filmes; confira programação
A Mostra Universitária de Cinema e Audiovisual (MUCA) anuncia a sua segunda edição ampliando o diálogo e projeção da nova geração de realizadores. O evento, que nasceu da iniciativa de professores universitários para suprir a carência de espaços de exibição para trabalhos acadêmicos, expande suas fronteiras em 2026 após o sucesso surpreendente de sua estreia. Leia em TVT News.
Programe-se para conhecer a produção audiovisual de estudantes universitários
A segunda edição da Mostra Universitária de Cinema, a MUCA26, acontece entre os dias 6 e 12 de abril de 2026 no Campus Mooca da Universidade Anhembi Morumbi e em outros locais parceiros na cidade de São Paulo.
- Locais: Universidade Anhembi Morumbi, Cine Segall, SESC e Cineclubes parceiros.
- Clique aqui para conseguir os ingressos gratuitos disponíveis no Sympla
O que é a Mostra Universitária de Cinema
Idealizada por Juliana Monteiro e dirigida por Lucas Lespier, a primeira edição da MUCA, realizada em 2025, superou todas as expectativas iniciais. O que foi planejado originalmente para ser uma mostra local com cerca de 30 filmes transformou-se em um fenômeno de adesão, recebendo mais de 350 inscrições de todo o Brasil e de mais de 15 países.
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A edição de estreia culminou em:
* Seleção rigorosa: 83 obras foram exibidas, abrangendo ficção, não ficção, animação e videoclipe.
* Parcerias estratégicas: O encerramento foi realizado no Cine Olido, em parceria com a SPCine, onde ocorreu a premiação dos destaques da edição.
* Espaço de diálogo: Além das nove sessões de exibição, a mostra promoveu debates essenciais sobre a estética e as narrativas do filme universitário entre alunos, professores e o público em geral.

MUCA 2026: Expansão e Novos Horizontes
A segunda edição da mostra, a MUCA26, acontece entre os dias 6 e 12 de abril de 2026 no Campus Mooca da Universidade Anhembi Morumbi e parceiros. Refletindo o crescimento do projeto, o volume de inscrições saltou para mais de 600 filmes, resultando em uma seleção de 119 projetos que serão apresentados em 21 sessões.
Novas Parcerias e Locais de Exibição
Com uma dinâmica mais diversa de exibição, a MUCA26 amplia sua presença geográfica e institucional levando o cinema universitário para dentro e fora de São Paulo através de novos parceiros:
* Cine Segall (Museu Lasar Segall): Sede das sessões de abertura e encerramento.
* Rede de Cineclubes: A programação contará com três sessões exclusivas em parceria com o Cineclube Sol y Sombra, o Lacine (Liga Acadêmica de Cinema da UFBA) e o Cineclube AMUNNF (Associação de Mulheres do Norte e Noroeste Fluminense).
* Sessão Panorama em Streaming: Com uma seleção de filmes nacionais pensados para reverberar a multiplicidade de realizadores ao redor do país, a Mostra terá uma exibição de filmes no IC (Itaú Cultural) Play ainda em abril.
* Internacionalização: Além de produções da França, Espanha, Chile, Colômbia e Argentina, a edição conta com uma Curadoria Parceira internacional com professores da Universidad Politécnica de Valência (Espanha) e da Universidad de Sevilla (Espanha), responsáveis por uma sessão exclusiva de videoarte e videoclipes.
Serviço
II Mostra Universitária de Cinema e Audiovisual (MUCA26)
* Data: 6 a 12 de abril de 2026
* Locais: Universidade Anhembi Morumbi, Cine Segall, SESC e Cineclubes parceiros.
* Ingressos gratuitos disponíveis no Sympla
* Informações e Contato: [email protected] | @mostrauniversitaria |
Samba do Cruz pode acabar após decisão de despejo em SP
O tradicional Samba do Cruz, realizado na zona norte de São Paulo, corre o risco de acabar. Isso porque o espaço, que abriga tanto a roda de samba quanto a sede do Grêmio Esportivo Recreativo Cruz da Esperança (GRE), time fundado em 1958 e um dos mais tradicionais da cidade, recebeu uma ordem de reintegração de posse para dar lugar ao futuro Parque Campo de Marte. Mais informações em TVT News.
A Justiça de São Paulo autorizou a ação nesta quinta-feira (26). O juiz Bruno Santos Montenegro, da 9ª Vara da Fazenda Pública, deu decisão favorável à Prefeitura de São Paulo, sob a gestão de Ricardo Nunes, sob o argumento de que o clube não tem direito ao terreno, que teria sido ocupado de forma irregular. Segundo o magistrado, “a ocupação é precária e não gera posse legítima”.
A área, próxima ao Campo de Marte, no bairro da Casa Verde, possui 385.883 m². De acordo com a prefeitura, o local abriga mata ciliar ao longo dos córregos Tenente Rocha e Baruel, o que justificaria a criação do parque para preservar a biodiversidade.
Segundo apuração do portal Alma Preta, a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente firmou acordo com a concessionária Campo de Marte SPE S/A para a gestão do parque, no valor de R$ 614,4 mil.
O terreno já pertenceu à União, mas, após disputa judicial, passou à posse da prefeitura, que desde então tenta retirar o GRE do local.
Samba do Cruz teve suas atividades limitadas pela prefeitura
A pressão se intensificou com exigências do poder público para limitar as atividades do clube. Aos finais de semana, o espaço recebe eventos de samba, campeonatos e partidas de futebol de várzea. No entanto, ao ajustar o planejamento da concessão, a prefeitura restringiu o uso dos campos de futebol a horários específicos e transferiu a administração do espaço à empresa responsável.
A limitação de horários impactou diretamente o Samba do Cruz, realizado aos fins de semana, no período noturno.

O evento, que existe desde 2011, tornou-se um símbolo da história cultural da região, já chamada de “Pequena África” — referência à expressão cunhada pelo compositor, cantor e pintor Heitor dos Prazeres para designar a antiga zona portuária do Rio de Janeiro, marcada pela presença da população negra ao longo de décadas. Com a roda de samba, cerca de 15 mil a 20 mil pessoas passam pelo local a cada fim de semana.
O cerceamento do uso do espaço pela gestão Ricardo Nunes integra um processo gradual de retirada de atividades esportivas e culturais do local. Segundo a prefeitura, o clube foi comunicado previamente sobre a desocupação, mas teria se recusado a receber as notificações e a negociar uma saída amigável.
A defesa do clube, por sua vez, afirma que a associação não foi ouvida e que já recorreu da decisão.
Diante da falta de diálogo, o clube lançou um abaixo-assinado em defesa do Samba do Cruz. A petição “Salve o Cruz da Esperança” já reúne mais de 20 mil assinaturas e conta com o apoio de entidades culturais, frequentadores, artistas e apoiadores, que têm divulgado a iniciativa nas redes sociais. O documento deve ser finalizado e entregue ao poder público nos próximos dias.

Pé-de-Meia ajuda a manter estudantes na escola, diz estudo
Um estudo do Centro de Evidências da Educação Integral – parceria entre Insper, Instituto Sonho Grande e Instituto Natura – aponta que o programa Pé-de-Meia, do Governo do Brasil, tem impacto direto na permanência escolar: a cada quatro estudantes que pensavam em abandonar o ensino médio, um decide continuar os estudos graças ao incentivo. A iniciativa integra a política pública de combate à evasão e de promoção da inclusão educacional entre jovens em situação de vulnerabilidade. Mais informações em TVT News.
Na prática, os resultados já são percebidos no cotidiano de escolas públicas. A adolescência é uma fase de construção de sonhos, e as amigas Láiza Castro e Emanuela Teixeira, do 3º ano do ensino médio no Centro Educacional 04 de Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal, são exemplos de como o incentivo financeiro pode apoiar projetos de vida.
Moradoras do assentamento 26 de Setembro e beneficiárias do Pé-de-Meia, as duas enxergam na educação o caminho para transformar suas realidades. Láiza tem 17 anos, mora com a mãe enfermeira e o padrasto que trabalha como pedreiro. A jovem é muito articulada e se interessa por geopolítica, além de estudar francês no Centro Interescolar de Línguas de Taguatinga (CILT). A faculdade de Relações Internacionais é a primeira opção de curso.
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“Eu quero fazer Relações Internacionais e pretendo fazer concurso para diplomata ou na área de chancelaria. Além disso, quero fazer muitos intercâmbios para complementar o currículo e para trabalhar, principalmente, na área de importação e exportação”, afirma.
Para ela, o incentivo mensal de R$ 200 tem sido essencial e ainda proporciona a primeira lição sobre educação financeira. “Minha mãe nem me dá mais dinheiro porque o auxílio é como se fosse meu salário, então tenho que saber administrar e minha mãe mandou anotar no caderninho todos os meus gastos”.
O recurso é usado para transporte, alimentação e lazer. Já os valores anuais de R$ 1.000, acumulados ao longo do ensino médio, Láiza revela que serão a poupança para iniciar a vida adulta.
EMPREENDEDORISMO — Assim como Láiza, Emanuela sempre encontrou na escola um espaço de aprendizado e convivência. Ela mora com a mãe, o pai e seis irmãos, e seu maior desejo é ter estabilidade financeira. A mãe é empregada doméstica e o pai, pedreiro. Ambos sempre incentivaram a jovem a estudar para ter um futuro melhor.
Com perfil empreendedor, Emanuela investiu o benefício do programa na própria qualificação: fez um curso na área da beleza e comprou materiais para trabalhar com design de sobrancelhas. “Eu acho que o Pé de Meia é um programa que deveria continuar em todos os governos porque ajuda bastante”. Emanuela quer estudar terapia ocupacional na Universidade de Brasília (UnB) e fazer mestrado em fisioterapia ou saúde coletiva.
VULNERABILIDADE SOCIAL — Segundo o diretor do Centro Educacional 04, Herberth Milanez, a escola atende muitos estudantes do assentamento 26 de Setembro, região marcada por vulnerabilidade social. Nesse contexto, o programa tem papel relevante tanto na permanência quanto nas condições básicas dos alunos.
“O Pé-de-Meia serve muitas vezes para ajudar a família a subsistir mesmo, para comprar comida, roupas, livros, e observei que contribui sim para diminuir a evasão escolar. Até porque o programa está condicionado à frequência. Se o aluno não tem frequência, perde o benefício. E o estudante que está na escola todos os dias, fazendo as atividades, terá um desempenho pedagógico e na vida muito melhor”, afirma Milanez.
Segundo ele, os estudantes que persistem tendem a apresentar melhor desempenho acadêmico e maiores oportunidades, como aprovação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ingresso no ensino superior e aprovação em concursos públicos.
DESAFIOS — O professor Matheus Coimbra, coordenador do ensino médio da escola, destaca que, além das dificuldades socioeconômicas, a permanência dos jovens na escola enfrenta novos desafios relacionados às transformações tecnológicas.
“Mantê-los interessados na escola como meio de mudança social é um desafio por conta dessas novas profissões que estão surgindo. A gente explica que mesmo pra ser influencer precisa entender, por exemplo, de administração financeira, de produção de conteúdo, porque senão o empreendimento corre o risco de fracassar”, adverte o professor. Para ele, o incentivo do Pé-de-Meia fortalece o vínculo do estudante com a escola e contribui para que a educação seja percebida como trilha de mobilidade social.
IMPACTO SOCIAL — Os resultados do estudo do Centro de Evidências da Educação Integral, publicados no livro Bolsas de estudo e evasão: avaliação de impacto ex-ante, reforçam a percepção de educadores e famílias e apontam que os efeitos do programa tendem a ser maiores entre estudantes mais vulneráveis, contribuindo para reduzir desigualdades educacionais no país.
De acordo com a mestre em Economia Aplicada Laura Muller, professora do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) e uma das autoras do livro, um jovem que conclui a Educação Básica no Brasil gera um retorno social de cerca de R$ 364 mil ao longo da vida.
“A reversão da decisão de um jovem já gera um benefício enorme para ele e para sociedade. Ao aliviar a pobreza, a transferência de renda promove melhores condições para que o aluno possa frequentar e permanecer na escola”, afirma Muller.

O estudo quantifica o impacto do Pé-de-Meia na redução da evasão escolar. Entre estudantes de famílias em situação de vulnerabilidade, a taxa de abandono no ensino médio, considerando as três séries, seria de 26,4% sem o Pé-de-Meia. Com a política, cai para 19,9%, redução média de 6,5 pontos percentuais no país. A análise mostra que os resultados variam entre os estados. No Ceará, por exemplo, a queda na evasão chega a 10 pontos percentuais, enquanto no Paraná a redução estimada é de 4,4 pontos percentuais.
Os dados indicam que o impacto tende a ser maior em contextos de maior vulnerabilidade social. Ao mesmo tempo, o estudo aponta que estados com taxas mais elevadas de evasão antes da implementação do programa não necessariamente registram as maiores reduções, o que revela dinâmicas regionais distintas.
Apesar das variações, todos os estados apresentam resultados acima do patamar mínimo considerado necessário para que os benefícios do programa supere seus custos, estimado em 2,5 pontos percentuais de redução na evasão.
O Pé-de-Meia
É um programa de incentivo financeiro-educacional voltado a estudantes matriculados no ensino médio público beneficiários do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Funciona como uma poupança para promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes nessa etapa de ensino. Seu objetivo é democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens, além de fomentar a inclusão educacional e estimular a mobilidade social.
Ao comprovar matrícula e frequência, o estudante do ensino regular recebe o pagamento de incentivos mensais no valor de R$ 200, que podem ser sacados em qualquer momento. No caso da educação de jovens e adultos, ao comprovar matrícula, o estudante recebe um incentivo de R$ 200, além de incentivos de R$ 225 pela frequência, ambos disponíveis para saque. O beneficiário do Pé-de-Meia ainda recebe R$ 1.000 ao final de cada ano concluído, que só podem ser retirados da poupança após a formatura no ensino médio.
Cuba recebe apoio para minimizar crise de combustíveis
As Nações Unidas atualizaram o Plano de Ação, lançado em novembro, para lidar com o impacto humanitário da crise de combustíveis em Cuba, bem como as consequências do Furacão Melissa. Mais informações em TVT News.
Desde janeiro, o país caribenho teve uma redução severa na capacidade de importação do material. O efeito cascata foi observado na falta de serviços essenciais como saúde, educação, saneamento e disponibilidade de comida e água.
Operações humanitárias limitadas
O Escritório da ONU de Assistência Humanitária (Ocha), aponta restrições nas suas operações que requerem agora US$ 94 milhões para apoiar a 2 milhões de pessoas, ou um quinto dos habitantes da ilha. Pelo menos US$ 26 milhões já foram recebidos e o déficit é de US$ 68 milhões.
Com o plano de auxílio atualizado pretende-se chegar a quase metade das províncias e priorizar atividades a serem implementadas com base nas atuais restrições operacionais.

O foco estará na manutenção dos serviços essenciais e na garantia da continuação das cadeias de suprimentos vitais, incluindo oferta de serviços de saúde, água e saneamento, segurança alimentar, educação, habitação e proteção.
Outra meta do plano é apoiar setores essenciais com soluções energéticas alternativas, mantendo funcionais os serviços essenciais.
Maior prioridade operacional
Mas o acesso ao combustível continua sendo a maior prioridade operacional e uma condição para que este seja executado.
Em nota separada, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, OMS, Tedros Ghebreyesus, afirmou que a saúde deve ser protegida a todo custo e “nunca ficar à mercê da geopolítica, de bloqueios energéticos e de cortes de energia”.

A agência reitera seu apoio aos esforços nacionais para alcançar os mais afetados aumentando os recursos financeiros.
De acordo com a OMS, a situação cubana é profundamente preocupante, à medida em que o país tenta manter a prestação de serviços de saúde num “momento de imensa turbulência”, que ao faltar energia causa impactos na saúde.
Emergências e terapia intensiva
De acordo com relatos, os hospitais cubanos têm enfrentado dificuldades para manter os serviços de emergência e de terapia intensiva.
No último mês, diversas cirurgias foram adiadas e pacientes em busca de cuidados colocados em risco por faltar eletricidade para operar equipamentos médicos e manter a cadeia de frio para armazenar vacinas operacional. Entre os mais afetados estavam pacientes com câncer até gestantes em preparação para o parto.
A OMS elogiou os esforços de Cuba para restabelecer o fornecimento de energia, a saúde e os serviços que assistem a população. Mas realçou que “não se pode ficar à mercê da instabilidade energética e da geopolítica.”
Num momento em que hospitais, clínicas e ambulâncias são mais necessários agora, mais do que nunca, a OMS pediu apoio para permitir que estes recursos executem seu trabalho de salvar vidas.
Via ONU News
Primeira Ocupação Itaú Cultural de 2026 homenageia Ana Botafogo
A partir das 11h do sábado, 28 de março, uma impactante fotografia recebe o visitante da Ocupação Ana Botafogo, no segundo andar do Itaú Cultural (IC). Em grandes dimensões, ela se move sutilmente, revelando ora o rosto, ora o corpo da bailarina, com um efeito de profundidade tridimensional. Na sequência, como em um balé clássico, a exposição se organiza em três atos que narram sua vida, obra e a construção de seu legado. Mais informações em TVT News.
Com concepção e curadoria da equipe Itaú Cultural, e expografia de Carmela Rocha e Sofia Gava, a Ocupação Ana Botafogo permanece em cartaz até 21 de junho, com classificação livre. O espaço expositivo reúne materiais interativos, projeções e elementos cenográficos que dialogam com o movimento, a leveza e o rigor técnico característico do balé clássico. Grande parte das, aproximadamente, 200 peças ali reunidas vem do acervo pessoal de Ana Botafogo, que gentilmente abriu as portas de seu apartamento no Rio de Janeiro para a equipe do IC.
Ela também recebeu os jornalistas da instituição para dar uma entrevista exclusiva, reproduzida na publicação que acompanha a mostra. “A dança me trouxe controle sobre minhas emoções, especialmente as emoções dos personagens, além da vontade de sempre me desafiar e a confiança pessoal”, afirma Ana. “Trouxe a alegria de ver que o trabalho não é em vão; de que, quando a gente se dedica e se empenha, os resultados vêm e, junto com eles, o reconhecimento”, conclui.
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“Ana é uma bailarina nata. Disciplinada e, ao mesmo tempo, extremamente sensível. Sua grandeza como artista se soma a seu papel com novas gerações do balé clássico e na popularização da dança no Brasil”, diz Galiana Brasil, gerente do núcleo de Curadorias e Programação Artística do IC. “Essa atuação entra em simbiose perfeita com os propósitos da série Ocupação”, completa ela.

A exposição reúne registros que vão das primeiras imagens e recordações da artista quando era criança até a atualidade: fotos, vídeos – alguns com depoimentos dela e de pessoas próximas, produzidos pelo próprio Itaú Cultural –, cadernos, rascunhos e outros.
Entre as obras expostas estão uma antiga sapatilha customizada e um tutu original – a clássica saia de camadas de tule ou tarlatana –, que Ana Botafogo usava quando atuava como convidada especial em apresentações do balé Dom Quixote, realizadas em eventos fora do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Trajeto
O visitante acompanha a artista desde seu nascimento, em 1955, e os primeiros contatos com o balé. Segue pelo início de seus estudos em Paris, onde integrou o Ballet de Marseille, de Roland Petit, e representou o Brasil em importantes festivais internacionais. No fim dos anos 1970, Ana voltou ao país e ingressou no Balé Teatro Guaíra, em Curitiba. Em 1981, entrou para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro como primeira-bailarina, cargo que ocupa até hoje, passados 45 anos.
A mostra também é alinhavada por suas viagens, casamentos e projetos sociais. Um percurso que culminou em apresentações por 109 cidades de 23 estados – de Boa Vista, em Roraima, a Uruguaiana, no Rio Grande do Sul –, com 99 parceiros e 31 balés completos em seu repertório. No exterior, dançou com renomadas companhias internacionais e se apresentou em 12 países, interpretando grandes papéis do repertório clássico, como Giselle, Cinderela, Romeu e Julieta, A Bela Adormecida, A Megera Domada, O Quebra-Nozes, O Lago dos Cisnes e Coppélia, entre outros.
Mais: para popularizar o balé clássico e ampliar democraticamente o seu acesso, Ana não hesitou em dançar em palcos montados em favelas, estacionamentos de shoppings, teatros de subúrbio ou ao ar livre na Enseada de Botafogo, no Rio de Janeiro, e sob os braços abertos do Cristo Redentor. Ela segue dedicada à educação e à popularização da dança por meio de palestras, workshops e projetos que aproximam a arte de novos públicos e por sua atuação na Escola Âmbar + Ana Botafogo – um projeto coordenado por Victor Ciattei, nascido em Macaé há oito anos.
Três atos
A exposição é apresentada em três atos, que propõem uma travessia entre memória, trabalho e consagração. O visitante inicia o caminho pelas origens da artista, em um ambiente que reúne imagens de infância, referências familiares e os primeiros passos no balé. Fotografias ampliadas e recursos visuais imersivos apresentam a formação que levou Ana a companhias internacionais antes de seu retorno definitivo ao Brasil.
O segundo ato se dedica ao cotidiano da bailarina. Em uma espécie de sala de ensaio construída com madeira, espelhos e barra, o núcleo trata do rigor técnico, da disciplina e do estudo permanente que sustentam sua trajetória. Entre sapatilhas, vídeos e objetos recebidos do público, o ambiente revela a articulação entre trabalho e presença cênica, o estudo constante e a relação afetiva construída com espectadores de diferentes gerações.
No ato final, como um gran finale, a exposição se desloca para uma atmosfera inspirada nos bastidores e na arquitetura simbólica do Theatro Municipal carioca. O vermelho e o dourado remetem ao palco em que Ana construiu grande parte de sua carreira. O visitante entra em uma sala imersiva com projeções nas duas paredes laterais e na frontal que reproduzem o Theatro Municipal do Rio de Janeiro e uma montagem no espaço do palco onde é mostrado um pout-pourri dos vídeos de Ana Botafogo dançando. Fotografias, registros históricos, prêmios e elementos de backstage compõem um corredor de memória, alinhado ao gesto de síntese e legado que encerra o percurso.
Para levar
Saindo do espaço expositivo da Ocupação Ana Botafogo, o visitante poderá levar para casa cartões-postais – com espaço para mensagem, endereço e selo – em três imagens diferentes da artista. Uma delas, de 1960, mostra Ana, ainda criança, brincando de ser bailarina na sala de sua casa; outra, de 1995, a retrata nos bastidores do espetáculo Giselle, apresentado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro; e a terceira, de 1999, registra sua atuação em A Morte do Cisne.
Além disso, uma publicação desenvolvida pela equipe do Itaú Cultural, também disponível para o público, expande a visão sobre a trajetória de Ana. O material inclui uma entrevista com a própria artista; um ensaio da jornalista e crítica Adriana Pavlova, que traça um panorama de sua carreira; um artigo da bailarina e pedagoga Vera Aragão sobre a atuação de Ana como professora; e fotos exclusivas de palcos e bastidores. O material também estará disponível on-line, assim como outros conteúdos exclusivos no site itaucultural.org.br/ocupacao.

Fim da escala 6×1 é possível: tire suas dúvidas sobre o tema
Estudos e números mostram que é possível acabar com a escala 6×1. A redução da jornada caminha no Congresso

Carlo Ancelotti convoca o zagueiro Vitor Reis, do Girona
Jogador estará disponível para o amistoso contra a Croácia

Mostra Universitária de Cinema reúne mais de 100 filmes; confira programação
Veja como acompanhar a produção audiovisual feita por universitários

Pé-de-Meia ajuda a manter estudantes na escola, diz estudo
Estudo aponta que 1 em cada 4 estudantes, que pensavam em abandonar os estudos, ficam na escola

Cuba recebe apoio para minimizar crise de combustíveis
Acesso ao produto continua sendo a maior prioridade operacional da comunidade humanitária

Primeira Ocupação Itaú Cultural de 2026 homenageia Ana Botafogo
No ano em que a artista celebra 50 anos de carreira, sua memória, seu legado, sua disciplina e trajetória atravessam a exposição para revelar sua vida e obra

Brasil tem recorde de 66,8% dos trabalhadores na previdência social
Cobertura previdenciária alcança 68,2 milhões de pessoas ocupadas
