Agora
Da Redação
Justiça Eleitoral nega pedido de impugnação da candidatura de Moisés Selerges
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) confirmou, por unanimidade, o registro da candidatura de Moisés Selerges (PT-SP) a deputado federal. A corte negou o pedido de impugnação apresentado sob a alegação de que Selerges deveria ter se desincompatibilizado do cargo de presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC no prazo de 180 dias antes do pleito.
O relator do processo e seus pares acolheram o argumento apresentado pela defesa de Selerges, feita pelo advogado Rodrigo Kawamura.
A defesa do candidato comprovou que não havia necessidade de desincompatibilização no prazo alegado, uma vez que a entidade sindical não recebe recursos públicos, condição necessária para que se aplicasse a regra invocada no pedido de impugnação.

Moisés comemorou a decisão da Justiça Eleitoral e afirmou que seguirá trabalhando para garantir a representação da classe trabalhadora no Congresso Nacional.
“Os inimigos do povo não se cansam de atentar contra os direitos dos trabalhadores. Mas não adianta tentarem impedir o avanço da classe trabalhadora. Vamos eleger a maior Bancada de Trabalhadores e Trabalhadoras para o Congresso Nacional virar a Casa do Povo de verdade”, afirmou o candidato.
Libertadores e Sul-Americana começam quartas de final com oito brasileiros
As competições continentais voltam a movimentar o futebol sul-americano nesta terça-feira (8). As quartas de final da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana começam com oito clubes brasileiros ainda na disputa pelos títulos: Corinthians, Flamengo, Fluminense e Palmeiras na Libertadores; São Paulo, Vasco, Atlético-MG e Santos na Sul-Americana. Leia em TVT News.
A rodada marca o início de uma fase decisiva dos dois torneios organizados pela Conmebol. Os confrontos serão disputados em partidas de ida e volta ao longo das próximas duas semanas, com os classificados avançando para as semifinais.
Nesta terça, Fluminense, Vasco e São Paulo entram em campo. Os três clubes abrem seus respectivos confrontos buscando construir vantagem antes dos jogos de volta.
Fluminense abre a disputa brasileira na Libertadores
O Fluminense é o primeiro brasileiro a entrar em campo pelas quartas de final da Libertadores. O time carioca enfrenta o Platense, nesta terça-feira, no Maracanã, pelo jogo de ida.
O confronto coloca frente a frente um dos representantes brasileiros na competição e a equipe argentina, que disputa pela primeira vez um torneio internacional.
O Tricolor carioca terá a oportunidade de jogar diante de sua torcida antes de viajar à Argentina para a definição da vaga. A partida de volta está marcada para o dia 15 de setembro, no Estádio Ciudad de Vicente López.
A Libertadores terá outros três brasileiros em campo nos próximos dias. Na quarta-feira (9), Palmeiras e Corinthians iniciam suas disputas pelas vagas nas semifinais.
O Palmeiras enfrenta a LDU. Já o Corinthians terá pela frente o Estudiantes, da Argentina, em um confronto que coloca o clube paulista diante de um tradicional adversário do futebol continental.
A rodada da Libertadores será encerrada na quinta-feira (10), quando o Flamengo enfrenta o Independiente del Valle, no Equador. A equipe carioca fará o primeiro jogo fora de casa e decidirá a classificação no Maracanã.

Agenda das quartas de final da Libertadores
Os confrontos das quartas de final reúnem quatro clubes brasileiros e quatro equipes de outros países da América do Sul.
Jogos de ida
- 8/9 – 19h – Fluminense x Platense – Maracanã (ESPN/Disney+)
- 9/9 – 19h – Palmeiras x LDU – NuBank Parque (Paramount)
- 9/9 – 21h30 – Estudiantes x Corinthians – Estádio UNO (Globo/ge tv/Paramount)
- 10/9 – 21h30 – Independiente del Valle x Flamengo – Olímpico Atahualpa (ESPN/Disney+)
Jogos de volta
- 17/9 – 21h30 – Flamengo x Independiente del Valle – Maracanã (ESPN/Disney+)
- 15/9 – 19h – Platense x Fluminense – Ciudad de Vicente López (ESPN/Disney+)
- 16/9 – 19h – LDU x Palmeiras – Rodrigo Paz Delgado (Paramount)
- 16/9 – 21h30 – Corinthians x Estudiantes – Neo Química Arena (Globo/ge tv/Paramount)
Vasco e São Paulo entram em campo pela Sul-Americana
A Copa Sul-Americana também começa sua fase de quartas de final nesta terça-feira. Vasco e São Paulo são os primeiros brasileiros a jogar.
O Vasco enfrenta o Independiente Santa Fe, em Bogotá. A equipe carioca inicia o confronto fora de casa e terá a vantagem de decidir a classificação diante de sua torcida, em São Januário, no dia 15 de setembro.
Já o São Paulo terá um dos confrontos de maior peso da fase. O Tricolor visita o Boca Juniors, em Buenos Aires, para o primeiro jogo das quartas de final.
A partida será disputada na tradicional La Bombonera. O segundo encontro está marcado para o Morumbis, também no dia 15, quando o São Paulo decidirá em casa se avança às semifinais.
A presença de Boca Juniors e São Paulo dá ao confronto um peso histórico, reunindo dois clubes de grande tradição internacional e duas das torcidas mais numerosas do continente.
Clássico brasileiro movimenta rodada da Sul-Americana
A rodada terá ainda um duelo direto entre clubes brasileiros. Santos e Atlético-MG se enfrentam na quarta-feira (9), pelo primeiro jogo das quartas de final.
A primeira partida será realizada em Santos, enquanto a definição da vaga acontecerá em Belo Horizonte, no dia 16.
O confronto garante que ao menos um clube brasileiro ficará pelo caminho nesta fase da competição. Por outro lado, Vasco e São Paulo podem ampliar a presença do país nas semifinais caso superem seus adversários.
O quarto confronto das quartas reúne Cienciano, do Peru, e Montevideo City Torque, do Uruguai. As equipes entram em campo na quinta-feira (10), em Cusco, com a volta marcada para Montevidéu no dia 17.
Quatro países além do Brasil seguem na disputa
Os oito classificados para as quartas de final da Sul-Americana representam cinco países.
Além dos quatro brasileiros – São Paulo, Vasco, Atlético-MG e Santos – seguem na competição o Boca Juniors, da Argentina, o Independiente Santa Fe, da Colômbia, o Montevideo City Torque, do Uruguai, e o Cienciano, do Peru.
A distribuição dos classificados mostra a presença de diferentes regiões do continente na disputa, enquanto o Brasil chega novamente com forte representação à fase decisiva.
A competição será definida em partida única no dia 21 de novembro, em Barranquilla, na Colômbia.
Agenda das quartas Sul-Americana
Jogos de ida
- 08/09 – Santa Fe x Vasco às 19h, em Bogotá
- 08/09 – Boca Juniors x São Paulo às 21h30, em Buenos Aires
- 09/09 – Santos x Atlético-MG às 19h, em Santos
- 10/09 – Cienciano x Montevideo City Torque às 21h30, em Cusco
Jogos de volta
- 15/09 – Vasco x Santa Fe às 19h, no Rio de Janeiro
- 15/09 – São Paulo x Boca Juniors às 21h30, em São Paulo
- 16/09 – Atlético-MG x Santos às 19h, em Belo Horizonte
- 17/09 – Montevideo City Torque x Cienciano às 21h30, em Montevidéu
Fundação Perseu Abramo promove bate-papo com autor do livro De Macri a Milei: o país inviável das elites argentinas
O livro De Macri a Milei: o país inviável das elites argentinas será apresentado ao público, com bate-papo com o autor, Roberto Feletti, na sede da Fundação Perseu Abramo. Gratuito, o evento está marcado para quarta-feira (9/9), às 15 horas, na sede da instituição, em São Paulo. Leia em TVT News.
O livro De Macri a Milei: o país inviável das elites argentinas foi lançado em 2025 na Argentina.
No livro, Feletti analisa a economia e a política da Argentina a partir da gestão de Mauricio Macri (2015-2019). O autor aborda o endividamento da população, a inflação, o atentado contra Cristina Kirchner, as movimentações da oposição (esquerda) naquele país, além da ascensão do atual presidente, Javier Milei, eleito em 2023. Segundo o autor, sem uma aliança entre Estado, produção e trabalho, será difícil romper o ciclo recorrente de crises no seu país.
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Roberto José Feletti, 67 anos, é secretário-administrativo do Senado da província de Buenos Aires (órgão equivalente, no Brasil, à Assembleia Legislativa estadual). Também já foi deputado federal, vice-ministro de Economia (secretário de Política econômica) e vice-presidente do Banco da Nação Argentina, entre outras funções.
Feletti também já publicou vários artigos e contribuiu, por exemplo, com o livro “O desenvolvimento econômico da Argentina a médio e longo prazo. Rumo à construção de consensos”, de 2005.
Breve histórico presidencial
A Argentina foi governada por Cristina Kirchner entre 2007 e 2015, posteriormente sucedida por Maurício Macri, que governou o país até 2019. Em dezembro daquele ano, Alberto Fernández assumiu a Presidência, tendo Cristina Kirchner como vice, com mandato até 2023. Javier Milei, por sua vez, assumiu a Presidência em dezembro de 2023.
Serviço:
Apresentação do livro “De Macri a Milei: o país inviável das elites argentinas”, com o autor, Roberto José Feletti
Data: 9/9/2026
Horário: 15 horas
Local: Rua Francisco Cruz, 234 (Vila Mariana), em São Paulo (SP) Transmissão: https://www.youtube.com/@FundacaoPerseuAbramo
Gilmar Mendes questiona decisão de Mendonça
O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), questionou nesta terça-feira a decisão do ministro André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação. Leia em TVT News.
Ao pedir vista e interromper o julgamento do caso na Segunda Turma da Corte, Gilmar Mendes levantou dúvidas sobre a competência do colegiado para analisar a medida e defendeu que questões relacionadas ao episódio podem ser de responsabilidade do plenário do STF.
A manifestação do ministro ocorre em meio a uma disputa institucional envolvendo o afastamento da cúpula da Polícia Federal e os desdobramentos da investigação que levou à decisão de Mendonça.
Para Gilmar Mendes, há elementos que exigem uma análise mais aprofundada dos autos antes que a Segunda Turma decida se mantém ou não a determinação do relator.
O pedido de vista suspendeu o julgamento virtual que analisava o referendo da decisão. Com isso, a discussão fica interrompida até que o processo volte à pauta, enquanto a medida determinada por André Mendonça continua sendo objeto da ação.
>> André Mendonça afasta diretor-geral da PF
Gilmar afirmou que sua decisão de pedir vista foi motivada por três questões principais: a forma como o processo foi levado a julgamento, dúvidas sobre a possibilidade de um partido político ter provocado a medida cautelar e a definição de qual instância do Supremo deve examinar o caso.
Processo entrou em pauta pouco antes do julgamento
O primeiro ponto destacado por Gilmar Mendes foi o curto período entre a inclusão do processo na pauta e o início do julgamento virtual. Segundo o ministro, o caso foi levado à sessão menos de uma hora antes de sua abertura.
Na avaliação do decano, o intervalo não permitiu que os integrantes do colegiado tivessem tempo suficiente para analisar integralmente os documentos e os fundamentos da decisão que determinou o afastamento dos dirigentes da Polícia Federal.
A crítica chama atenção para a necessidade de que decisões com impacto sobre instituições de Estado sejam examinadas com acesso adequado aos autos e aos elementos que sustentam as medidas adotadas.
Gilmar Mendes também demonstrou preocupação com a possibilidade de decisões diferentes serem tomadas simultaneamente dentro do próprio Supremo sobre fatos relacionados à mesma investigação.
“Assim, diante de elementos que apontam para a incompetência da Segunda Turma e do risco de decisões conflitantes sobre uma mesma matéria, pedi vista do processo para melhor exame dos autos”, afirmou o ministro.
Gilmar questiona pedido apresentado por partido político
Outro aspecto levantado pelo decano diz respeito à origem da solicitação que resultou na medida cautelar.
Segundo Gilmar Mendes, há dúvidas sobre a possibilidade de o afastamento preventivo dos integrantes da cúpula da Polícia Federal ter sido determinado a partir de um pedido formulado por um partido político.
Para o ministro, essa circunstância pode representar uma “aparente contrariedade” às regras estabelecidas pelo Código de Processo Penal e pelo Regimento Interno do STF.
A discussão envolve princípios do sistema acusatório, que estabelece regras sobre quem pode provocar determinadas medidas no âmbito de investigações e processos criminais.
A manifestação de Gilmar não representa, neste momento, uma decisão definitiva sobre a legalidade da medida. O pedido de vista tem justamente o objetivo de permitir um exame mais detalhado das questões apresentadas antes da continuidade do julgamento.
Caso pode ser analisado pelo plenário
A principal divergência levantada por Gilmar Mendes está relacionada ao colegiado responsável por julgar o caso.
Segundo o ministro, incidentes relacionados à mesma investigação foram encaminhados por André Mendonça a instâncias diferentes do Supremo. Diante desse cenário, Gilmar sustenta que há elementos indicando que a discussão deve ser levada ao plenário da Corte, e não permanecer restrita à Segunda Turma.
Um dos pontos mencionados pelo decano é a própria fundamentação utilizada por Mendonça para determinar o afastamento de Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Policial.
De acordo com Gilmar, a decisão registra indícios de que o relatório de inteligência utilizado como base para a medida teria sido produzido pelo diretor-geral da Polícia Federal “por provocação de membro da Primeira Turma” do STF.
Para o decano, caso essa hipótese seja considerada relevante para o julgamento, a situação ganha uma dimensão que exige a participação do plenário.
Isso porque a análise de atos atribuídos a integrantes do Supremo deve seguir regras específicas de competência, especialmente quando a discussão envolve ministros que integram diferentes colegiados da Corte.
Gilmar Mendes lembrou ainda que o próprio André Mendonça havia defendido anteriormente que o exame da matéria fosse realizado pelo plenário do STF, em sessão presencial e pública.
Segundo a manifestação do decano, Mendonça havia registrado esse entendimento em decisão tomada no dia 1º de setembro, o que reforça a necessidade de esclarecer qual deve ser o caminho processual adotado.
Fachin abriu procedimento e pediu informações
A discussão sobre o caso também envolve providências adotadas pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin.
Gilmar Mendes citou o procedimento aberto por Fachin para analisar questões relacionadas ao episódio. No âmbito dessa iniciativa, foram solicitadas informações a diferentes autoridades envolvidas no caso.
Entre elas estão o próprio diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o ministro Alexandre de Moraes.

O prazo de cinco dias concedido para o envio dessas manifestações ainda está em curso, segundo a argumentação apresentada por Gilmar.
Para o decano, esse cenário também recomenda cautela antes da conclusão do julgamento na Segunda Turma. A existência de procedimentos paralelos dentro do STF pode ampliar o risco de decisões conflitantes sobre os mesmos fatos ou sobre questões diretamente relacionadas.
A definição da competência, portanto, passou a ser um dos principais pontos do debate jurídico em torno do afastamento.
Possíveis reflexos eleitorais entram na discussão
Gilmar Mendes também chamou atenção para os possíveis efeitos político-eleitorais de decisões judiciais tomadas em casos dessa natureza.
O ministro afirmou que a situação precisa ser analisada à luz de precedentes do plenário do Supremo relacionados à neutralidade do Estado durante disputas eleitorais.
Segundo ele, há entendimento na Corte sobre a inconstitucionalidade de decisões judiciais capazes de provocar desequilíbrio na disputa político-eleitoral.
A preocupação, nesse contexto, é impedir que decisões institucionais tenham consequências que possam interferir indevidamente no ambiente político ou beneficiar determinados grupos, partidos ou candidaturas.
O argumento apresentado por Gilmar amplia o debate para além da situação individual dos dirigentes afastados e coloca em discussão os efeitos institucionais de decisões envolvendo órgãos responsáveis pela investigação e pelo combate ao crime.
A Polícia Federal ocupa posição central na estrutura do Estado brasileiro, e mudanças em sua cúpula produzem consequências administrativas e políticas que exigem atenção redobrada dos Poderes e das instituições.
Julgamento permanece interrompido
Com o pedido de vista de Gilmar Mendes, a Segunda Turma do STF interrompeu a análise do referendo da decisão de André Mendonça.
Quaest mostra cenário eleitoral para governos de SP, MG, RJ, PE e DF
A Quaest divulgou nesta terça-feira (8) novos levantamentos sobre as eleições para os governos de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal. As pesquisas medem as intenções de voto no primeiro turno e mostram cenários diferentes entre os estados, com lideranças mais consolidadas em algumas disputas e maior proximidade entre os principais candidatos em outras. Leia em TVT News.
Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece na frente, enquanto Fernando Haddad (PT) ocupa a segunda posição. Em Minas Gerais, o senador Cleitinho (Republicanos) lidera a corrida. No Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes (PSD) está à frente dos adversários.
- Leia também: Fundação Perseu Abramo promove bate-papo com autor do livro De Macri a Milei: o país inviável das elites argentinas
Em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece na liderança, com João Campos (PSB) em segundo. No Distrito Federal, a governadora Celina Leão (PP) lidera a disputa pelo Palácio do Buriti. Os levantamentos foram realizados com diferentes amostras e margens de erro, de acordo com cada estado.
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São Paulo: Tarcísio mantém liderança sobre Haddad
Em São Paulo, Tarcísio de Freitas aparece na pesquisa Quaest com 42% das intenções de voto, enquanto Fernando Haddad registra 27%. O governador oscilou positivamente em relação à pesquisa anterior, quando tinha 40%, e Haddad manteve o mesmo percentual.
O levantamento mostra ainda uma distância de 15 pontos entre os dois principais candidatos. A pesquisa ouviu 1.800 eleitores entre 4 e 7 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é SP-00959/2026.
Minas Gerais: Cleitinho aparece na frente
Em Minas Gerais, o senador Cleitinho (Republicanos) lidera a corrida pelo governo estadual com 32% das intenções de voto. Alexandre Kalil (PDT) e Patrus Ananias (PT) aparecem empatados na segunda colocação, ambos com 11%.
Cleitinho havia registrado 29% no levantamento anterior da Quaest e ampliou sua vantagem na nova rodada. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-04716/2026.
Rio de Janeiro: Paes lidera e Ruas cresce
No Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) aparece em primeiro lugar na nova pesquisa Quaest, com 39% das intenções de voto. O prefeito subiu dois pontos percentuais em relação à pesquisa anterior.
O deputado estadual Douglas Ruas (PL), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, aparece em segundo, com 18%, quatro pontos acima do levantamento anterior. Anthony Garotinho (Republicanos) tem 8%.
A pesquisa ouviu 1.302 eleitores entre 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, e o levantamento foi registrado no TSE sob o número RJ-04768/2026.
Pernambuco: Raquel Lyra e João Campos concentram disputa
Em Pernambuco, a disputa está concentrada entre a governadora Raquel Lyra (PSD), com 43%, e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), com 37%. No levantamento anterior da Quaest, divulgado em 25 de agosto, Lyra aparecia com 44%, contra 36% de Campos.
A pesquisa de agosto ouviu 1.302 eleitores entre 21 e 24 de agosto, com margem de erro de três pontos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00285/2026.
Distrito Federal: Celina Leão lidera corrida pelo Buriti
No Distrito Federal, a governadora Celina Leão (PP) lidera a disputa pelo Palácio do Buriti com 35% (eram 34% anteriormente), segundo a nova rodada da Quaest. José Roberto Arruda (PSD) aparece em segundo, com 18% (eram 20%), seguido por Leandro Grass (PT), com 17 (eram 13%).
A pesquisa ouviu 1.104 eleitores entre 21 e 24 de agosto, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Os números de registro no TSE são BR-04442/2026 e DF-01987/2026.
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Dia da Amazônia: presidente assina decretos que criam quatro reservas no Amazonas e ampliam parque nacional no Piauí
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou nesta terça-feira (8/9), no Salão Oeste do Palácio do Planalto, decretos que criam quatro Reservas de Desenvolvimento Sustentável no Amazonas e ampliam o Parque Nacional de Sete Cidades, no Piauí, somando cerca de 676 mil hectares. A cerimônia, com a presença do ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, marcou o Dia da Amazônia, que é celebrado em 5 de setembro. Na ocasião, ainda houve a assinatura de contratos de concessão florestal, o início da ativação de seis núcleos de sociobioeconomia e anúncios do BNDES para conservação, restauração ecológica e desenvolvimento sustentável na Amazônia. Leia em TVT News.
Os contratos de concessão das Unidades de Manejo Florestal II e III da Floresta Nacional de Humaitá, no Amazonas, abrangem 162,7 mil hectares e preveem R$ 240 milhões em investimentos, concluindo a concessão das três unidades da Flona. O BNDES anunciou R$ 235,8 milhões do Fundo Clima, do Fundo Amazônia e da iniciativa Floresta Viva para restauração ecológica e gestão territorial. Contratos entre a Fundação Amazônia Sustentável e seis redes territoriais dão início à ativação dos seis primeiros Núcleos de Desenvolvimento da Sociobioeconomia, com R$ 70,2 milhões do governo alemão, geridos pelo KfW.
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UNIDADES DE CONSERVAÇÃO – Os decretos assinados pelo presidente criam quatro Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) na região de influência da BR-319, no sul do Amazonas, com cerca de 669 mil hectares. As reservas protegem a biodiversidade e os modos de vida agroextrativistas das populações locais, em categoria de unidade de conservação que admite o uso sustentável dos recursos pelos moradores.
As quatro RDS criadas na área da BR-319 são:
- RDS Tupana Igapó-Açu I (Borba, AM), 114.076 hectares
- RDS Tupana Igapó-Açu II (Beruri e Tapauá, AM), 422.100 hectares
- RDS Canaã (Careiro e Autazes, AM), 109.607 hectares
- RDS Mirari (Humaitá, AM), 22.775 hectares, com foco na proteção de ambientes florestais e aquáticos
No Piauí, outro decreto amplia em 7.192 hectares o Parque Nacional de Sete Cidades, em Brasileira e Piracuruca, que passa a ter 13.502 hectares. A ampliação protege ecótonos e espécies ameaçadas, e favorece o turismo no parque.
CONCESSÃO FLORESTAL – Também foram assinados, pelo Serviço Florestal Brasileiro, os contratos de concessão das Unidades de Manejo Florestal (UMFs) II e III da Floresta Nacional de Humaitá, no Amazonas, com prazo de 40 anos. Os contratos abrangem 162,7 mil hectares e concluem a concessão das três UMFs da Flona de Humaitá, que totalizam 200,9 mil hectares sob manejo sustentável.
Os dois novos contratos preveem R$ 240 milhões em investimentos ao longo da vigência, produção legal de 2,54 milhões de metros cúbicos de madeira em 30 anos, geração de 339 empregos diretos e 678 indiretos, além de recursos para projetos socioambientais nas comunidades do entorno. Com os novos contratos, o Brasil passa a contar com 29 contratos federais de concessão florestal, totalizando 1,75 milhão de hectares sob manejo sustentável.
BNDES – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ainda anunciou, na mesma cerimônia, três iniciativas. O Fundo Clima financiará, com R$ 180 milhões, a restauração ecológica de mais de 10 mil hectares na Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, no Pará.
O Fundo Amazônia destinará R$ 50,5 milhões em recursos não reembolsáveis ao projeto Naturezas Quilombolas, para apoio à gestão territorial e ambiental de comunidades quilombolas na Amazônia Legal, com previsão de elaboração e implementação de planos de gestão em mais de 16 territórios. O projeto, com prazo de 60 meses, será executado pela Fundação Guamá, escolhida em seleção pública, e destinará R$ 33 milhões a chamadas públicas de projetos.
O BNDES também divulgou o resultado de edital da iniciativa Floresta Viva, com R$ 5,3 milhões para três projetos de restauração e fortalecimento na Bacia do Rio Xingu, em Mato Grosso.
SOCIOBIOECONOMIA – A cerimônia marcou também o início da ativação dos seis primeiros Núcleos de Desenvolvimento da Sociobioeconomia (NDS), com a assinatura dos contratos de cooperação financeira entre a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), implementadora do projeto, e as seis redes territoriais selecionadas em edital.
Os núcleos são arranjos de governança que reúnem organizações locais, negócios comunitários e instituições públicas, e constituem o principal instrumento do Prospera Sociobio, programa instituído pelo MMA em novembro de 2025 para fomentar negócios da sociobioeconomia no âmbito do Plano Nacional de Desenvolvimento da Sociobioeconomia (PNDBio).
O aporte é de R$ 70,2 milhões – R$ 11,7 milhões por núcleo –, com recursos do governo alemão no âmbito da cooperação entre Brasil e Alemanha, geridos pelo banco alemão de desenvolvimento KfW, e prazo de implementação de 48 meses. Os núcleos ficam em: Altamira, Portel e Salgado-Bragantino (PA), Juruá-Tefé (AM), Macapá (AP), Rio Branco e Brasiléia (AC);sob coordenação, respectivamente, da Associação dos Moradores da Reserva Extrativista do Iriri (Amoreri), do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), do Instituto Peabiru, do Instituto Juruá, do Instituto Mapinguari e da SOS Amazônia.
Participantes da agenda presidencial:
– Geraldo Alckmin, vice-presidente da República
Ministros de Estado
George Santoro, dos Transportes
– Márcio Elias Rosa, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
– Alexandre Silveira, de Minas e Energia
– Frederico de Siqueira Filho, das Comunicações
– Luciana Santos, da Ciência, Tecnologia e Inovação
– João Paulo Capobianco, do Meio Ambiente e Mudança do Clima
– Paulo Henrique Cordeiro, do Esporte
– Waldez Góes, de Integração e do Desenvolvimento Regional
– Fernanda Machiaveli, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar
– Lázaro Medeiros Viana da Costa, do Ministério da Pesca e Aquicultura substituto
– Rachel Barros, da Igualdade Racial
– Eloy Terena, dos Povos Indígenas
– Marcos Antonio Amaro, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República
Demais participantes
– Tereza Campello, diretora socioambiental do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
– Serafim Corrêa, vice-governador do Amazonas
– Leopoldo Augusto Melo Montenegro Júnior, superintendente da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa)
– André Guimarães, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia
Com Secom

Fundação Perseu Abramo promove bate-papo com autor do livro De Macri a Milei: o país inviável das elites argentinas
Evento gratuito com Roberto Feletti em lançamento de seu livro sobre a política da Argentina será realizado na sede da FPA no dia 9 (quarta-feira) e será transmitido pelo canal da instituição no YouTube

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Cerimônia no Palácio do Planalto também incluiu a assinatura pelo presidente de contratos de concessão florestal na Flona de Humaitá e anúncios do BNDES para restauração e gestão territorial

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