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Da Redação

Resultado da Mega-Sena 3001 no sorteio de 28 de abril

Confira os números sorteados da Mega Sena 3.001 das Loterias Caixa, Leia, em TVT News, quantos números você acertou.

O valor do prêmio da Mega Sena 3001 é de R$ 114.958.440,67.

A Mega-sena acumulou mais uma vez e o prêmio vai a R$ 130.000.000,00 no sorteio de 30 de abril.

Números sorteados da Mega Sena 3001

Resultado da Mega-Sena 3.001: 01 – 13 – 32 – 36 – 43 – 60

Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena 3.001

Logo após o sorteio, a Caixa confirma quais as apostas ganhadoras do sorteio realizado em 28 de abril e quanto cada uma irá receber.

6 acertos (sena)

Não houve acertadores e o prêmio da Mega-sena está acumulado em R$ 130.000.000,00

5 acertos (quina)

92 apostas ganhadoras, R$ 41.209,18

4 acertos (quadra)

5.877 apostas ganhadoras, R$ 1.063,34

Resultado Lotofácil 3672

15 dezenas da Lotofácil concurso 3672: 12 – 03 – 01 – 20 – 14 – 24 – 07 – 25 – 23 – 16 – 13 – 10 – 09 – 05 -11

Premiação

15 acertos
4 apostas ganhadoras, R$ 916.809,17

14 acertos
505 apostas ganhadoras, R$ 1.206,00

13 acertos
18035 apostas ganhadoras, R$ 35,00

12 acertos
198733 apostas ganhadoras, R$ 14,00

11 acertos
951885 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Quina Concurso 7012

  • 44
  • 53
  • 54
  • 57
  • 75

Confira detalhes das apostas vencedoras.

Como fazer aposta da Mega Sena?

Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

O sorteio é ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

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Os sorteios da Mega-Sena acontecem às 21h. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Confira outros resultados das loterias Caixa

Loterias Caixa patrocinam esporte brasileiro

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028. O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.

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Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.

O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros. Além d​e alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.

Resultado da Mega Sena 3001 no sorteio de 28 de abril

Confira os números sorteados da Mega Sena 3.001 das Loterias Caixa, Leia, em TVT News, quantos números você acertou.

O valor do prêmio da Mega Sena 3001 é de R$ 114.958.440,67.

Números sorteados da Mega Sena 3001

Resultado da Mega Sena 3001: 01 – 13 – 32 – 36 – 43 – 60

Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena 3.001

Logo após o sorteio, a Caixa confirma quais as apostas ganhadoras do sorteio realizado em 28 de abril e quanto cada uma irá receber.

Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena 3.001

Logo após o sorteio, a Caixa confirma quais as apostas ganhadoras do sorteio realizado em 28 de abril e quanto cada uma irá receber.

6 acertos (sena)

Não houve acertadores e o prêmio da Mega-sena está acumulado em R$ 130.000.000,00

5 acertos (quina)

92 apostas ganhadoras, R$ 41.209,18

4 acertos (quadra)

5.877 apostas ganhadoras, R$ 1.063,34

Resultado Lotofácil 3672

15 dezenas da Lotofácil concurso 3672: 12 – 03 – 01 – 20 – 14 – 24 – 07 – 25 – 23 – 16 – 13 – 10 – 09 – 05 -11

Premiação

15 acertos
4 apostas ganhadoras, R$ 916.809,17

14 acertos
505 apostas ganhadoras, R$ 1.206,00

13 acertos
18035 apostas ganhadoras, R$ 35,00

12 acertos
198733 apostas ganhadoras, R$ 14,00

11 acertos
951885 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Quina Concurso 7012

  • 75
  • 44
  • 53
  • 54
  • 57

Confira detalhes das apostas vencedoras.

Como fazer aposta da Mega Sena?

Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

O sorteio é ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

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Os sorteios da Mega-Sena acontecem às 21h. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Confira outros resultados das loterias Caixa

Loterias Caixa patrocinam esporte brasileiro

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028. O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.

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Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.

O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros. Além d​e alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.

Professores do Sesi não farão greve; categoria aceitou proposta

A Assembleia Estadual Unificada dos professores e professoras do Sesi, realizada na noite desta segunda-feira, 27 de abril, definiu os rumos da Campanha Salarial de 2026. Em votação, a categoria decidiu pela aprovação da contraproposta apresentada pela instituição, após um processo marcado por intensa mobilização, diversas rodadas de negociação e ausência de avanços concretos por parte patronal. Leia em TVT News.

A decisão foi tomada com participação expressiva da categoria e refletiu um debate amplo nas escolas e nas instâncias sindicais. O resultado também evidenciou divergências internas, com parte significativa dos participantes votando contra a proposta, diante de reivindicações ainda não atendidas.

“Fizemos uma assembleia muito boa, pela qualidade da discussão. A aprovação não foi total. Muita gente votou contra, porque algumas demandas ainda não foram respondidas”, afirmou o presidente da Fepesp, Ailton Fernandes.

Campanha professores do Sesi mobilizou todo o estado

Desde a entrega da pauta de reivindicações, a Campanha Salarial foi marcada por organização e presença ativa dos Sindicatos da base da Fepesp nas unidades do Sesi em todo o estado de São Paulo.

Dirigentes sindicais realizaram visitas às escolas, promoveram panfletagens, dialogaram diretamente com professores e professoras e ampliaram os canais de informação junto à categoria.

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Imagem da Federação dos Professores do Estado de São Paulo sobre o resultado da Assembleia dos professores do SESI. Foto: Reprodução

Ao longo da campanha, foram realizadas três Assembleias Estaduais Unificadas e uma assembleia com ponto abonado, o que garantiu ampla participação e permitiu à categoria construir coletivamente cada etapa do processo, da definição da pauta à aprovação do Estado de Greve e à deliberação final. 

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A condução da campanha foi pautada pela transparência e pela busca constante de negociação. Ainda assim, mesmo diante desse esforço coletivo, não houve, por parte do Sesi, a apresentação de uma proposta que contemplasse de forma efetiva as reivindicações centrais da categoria.

Para Fepesp, discurso de valorização não se traduz em avanços reais

Durante todo o processo, a postura do Sesi evidenciou uma contradição entre o discurso institucional de valorização dos professores e professoras e a condução prática das negociações.

A proposta apresentada manteve os mesmos parâmetros já rejeitados anteriormente, sem incorporar avanços significativos. Questões centrais, como condições de trabalho e valorização mais consistente da carreira, permaneceram sem resposta adequada.

“O Sesi se nega a discutir condições de trabalho e a dar uma valorização melhor para o professor. Isso segue como um ponto de atenção para a categoria”, destacou Ailton Fernandes.

Condicionamento sobre férias gerou forte reação da categoria

Um dos momentos mais críticos da campanha foi a tentativa do Sesi de vincular alterações no período de férias à aceitação da proposta, introduzindo o tema como parte do pacote negocial. A medida foi recebida com forte resistência por professores e professoras, especialmente por afetar diretamente a organização da vida pessoal e profissional da categoria.

“A mobilização deixou um recado claro. No nosso período de descanso, não pode haver modificação. O Sesi mexeu nas férias e a categoria disse não a isso”, afirmou o presidente da Fepesp.

Ao atrelar um direito sensível ao desfecho da negociação, a iniciativa foi percebida como um fator adicional de pressão sobre a categoria em um momento decisivo do processo.

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Ao longo da campanha, foram realizadas três Assembleias Estaduais Unificadas e uma assembleia com ponto abonado, o que garantiu ampla participação. Foto: Divulgação/Sinpro

A mobilização dos professores e professoras e a atuação das entidades sindicais foram determinantes para reverter esse movimento, garantindo a manutenção das férias no período habitual. “Conseguimos restabelecer as férias para o período habitual e isso é muito importante. Foi uma resposta direta da categoria”, completou.

Decisão dos professore do Sesi reflete maturidade diante de um cenário adverso

O resultado da assembleia expressa a complexidade do momento vivido pela categoria. A votação registrou posições distintas entre os participantes, refletindo diferentes avaliações sobre o cenário e as possibilidades de avanço naquele contexto.

A decisão, nesse sentido, não encerra a mobilização, mas indica um recuo estratégico diante da correlação de forças apresentada ao longo da campanha.

Mobilização de professores do Sesi segue e categoria projeta próximos passos

A aprovação da proposta não representa o fim da luta. Ao longo de toda a campanha, ficou evidente que pontos importantes seguem sem solução. A mobilização construída desde o ano passado já trouxe resultados concretos, como a incorporação de aumento real nas propostas mais recentes, ainda que abaixo das expectativas da categoria.

“A mobilização vem desde o ano passado e mostrou que os professores estão atentos aos seus direitos. O fato de a campanha ter se encerrado não significa que não haja mais o que pleitear”, afirmou Ailton Fernandes.

A Fepesp e os Sindicatos da base reforçam que a mobilização permanece ativa, com acompanhamento permanente das condições de trabalho e dos compromissos assumidos. “É hora de manter a mobilização, acumular forças e avançar. No próximo ano teremos nova campanha salarial e precisamos chegar ainda mais fortalecidos”, concluiu.

Informações da Fepesp

Lula concede casas para 25 mil famílias após enchentes no RS

A reconstrução do Rio Grande do Sul, iniciada após as severas enchentes de maio de 2024, avança na recuperação da infraestrutura e no suporte direto às famílias gaúchas. Leia em TVT News.

Passados dois anos do desastre climático, o Governo Lula consolida um conjunto de medidas estruturantes que envolvem desde o auxílio financeiro imediato até obras complexas de contenção e habitação, visando a estabilidade social e a retomada plena das atividades econômicas no estado.

Suporte direto às famílias e habitação social

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Nova ponte, na divisa dos municípios de Lajeado e Arroio do Meio, reconstruída após ser levada pela cheia do rio Forqueta, na enchente de abril 2024 – Foto: Joédson Alves | Agência Brasil

No centro das ações de resposta às enchentes, o suporte financeiro às populações atingidas alcançou números expressivos. Até março de 2026, cerca de 430 mil famílias receberam o Auxílio Reconstrução, totalizando um repasse de R$ 2,2 bilhões. Esse recurso foi destinado prioritariamente à recuperação de bens e à organização doméstica após a perda de moradias e pertences.

No setor habitacional, o programa Minha Casa Minha Vida Reconstrução mobiliza R$ 3,5 bilhões para viabilizar 25 mil moradias. Até o momento, 12.468 unidades já foram entregues por meio da modalidade de Compra Assistida, utilizando recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

Outros projetos estão em diferentes estágios: são 14 novos empreendimentos habitacionais, com cinco obras iniciadas e nove em fase preparatória, somando mais de 8,4 mil novas residências. O programa também atende o setor rural e construções em lotes específicos, garantindo que o direito à moradia digna seja restaurado tanto nas cidades quanto no campo.

Indicadores econômicos e fortalecimento das empresas

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Casa destruída pelas enchentes no RS. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Apesar da magnitude das enchentes, a economia gaúcha demonstrou resiliência, superando as projeções do período pós-crise. O Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul, cuja estimativa inicial de crescimento era de 3,6% em 2024, atingiu a marca de 4,9%.

Esse desempenho refletiu na arrecadação de ICMS, que cresceu R$ 7,6 bilhões no ciclo entre julho de 2024 e junho de 2025, e na taxa de desemprego, que registrou queda de 0,8 ponto percentual.

Para sustentar essa retomada após enchentes, o Governo Federal disponibilizou R$ 32 bilhões em recursos novos e mais de R$ 34 bilhões em créditos. Cerca de 66 mil empresas foram beneficiadas com investimentos que somam R$ 23,5 bilhões.

Entre as ferramentas utilizadas estão o Pronampe, que atendeu 37 mil empresas com R$ 3,4 bilhões, e o Fundo Social do BNDES, que destinou R$ 16,1 bilhões para o financiamento de mais de 8 mil empresas de diversos portes.

No meio rural, a recuperação pós-enchentes alcançou 229 mil produtores. As medidas incluem R$ 9,3 bilhões em ações de crédito e descontos em parcelas, com possibilidade de anistia de até 93% para produtores severamente atingidos.

Adicionalmente, R$ 2,6 bilhões foram direcionados especificamente para a agricultura familiar e médios produtores, assegurando a permanência do trabalhador no campo e a produção de alimentos.

Infraestrutura, Defesa Civil e Prevenção

A logística e a segurança urbana receberam aportes vultosos para remediar os danos causados pelas enchentes. A Defesa Civil aprovou cerca de 1,5 mil planos de trabalho em 274 municípios, destinando R$ 1,58 bilhão para assistência humanitária, restabelecimento de serviços e obras de reconstrução. Desse total, 394 pontes foram recuperadas, além de intervenções em drenagem e pavimentação.

No campo da infraestrutura rodoviária, corredores estratégicos como a BR-116, BR-290 e BR-470 receberam obras de estabilização de encostas e novas pontes.

No setor de contenção de cheias, o planejamento prevê R$ 6,5 bilhões para diques e macrodrenagem. Regiões críticas, como as bacias dos rios Feijó, Sinos, Gravataí e Caí, contam com projetos que variam de R$ 14 milhões a R$ 2,5 bilhões, visando reduzir o impacto de futuros eventos climáticos extremos.

Saúde e Educação: A reconstrução do serviço público

O acesso a direitos fundamentais como saúde e educação também integra o cronograma de reconstrução. Na área da saúde, 101 unidades estão em processo de reforma ou reconstrução total, com investimento de R$ 197,7 milhões. Atualmente, 54 obras estão em execução e 10 já foram concluídas, distribuídas por dezenas de municípios gaúchos.

Na educação, o investimento soma R$ 195,8 milhões para a recuperação de 209 escolas. O trabalho divide-se entre a reforma de 181 unidades e a reconstrução completa de outras 28. Na assistência social, o governo atua na contratação de obras para 46 unidades, entre reformas e reconstruções, com um aporte de R$ 24,3 milhões.

O conjunto dessas medidas demonstra o esforço contínuo do poder público para superar as marcas deixadas pelas enchentes, integrando a proteção social ao desenvolvimento econômico e à segurança das infraestruturas do Rio Grande do Sul.

Movimentos sociais realizam ato em solidariedade à Cuba

Por Fábia Regina Ribeiro Gonzaga Medeiros

Um ato em solidariedade à Cuba reuniu, nesta segunda-feira (27), lideranças políticas, sindicais e movimentos sociais na Casa de Portugal, na região central de São Paulo. A atividade foi organizada pela APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), com apoio de dezenas de entidades. Leia em TVT News.

Com o lema “Trump, tire as mãos de Cuba. Queremos Cuba Live!”, o encontro abordou a situação econômica do país caribenho, marcada por dificuldades no acesso a combustível, medicamentos e outros insumos, em meio ao embargo econômico imposto pelos Estados Unidos.

Participaram representantes de organizações da sociedade civil, movimentos sociais e partidos políticos. O evento foi conduzido por Dom Ernesto, apresentador da TVT.

A presidenta da APEOESP, deputada estadual Professora Bebel, defendeu a soberania dos países e criticou as sanções econômicas internacionais. Em sua fala, também mencionou a atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em temas de política externa e comércio internacional.

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“Eles estão de olho no Brasil, em tudo que é nosso, terra, água e petróleo”, afirmou.

O cônsul de Cuba em São Paulo, Benigno Pérez Fernández, avaliou que o país enfrenta fortes restrições econômicas, mas mantém sua estrutura institucional. “Cuba não é um Estado falido, mas um Estado submetido a uma guerra econômica”, disse.

Campanha e mobilização para ajuda à Cuba

Durante o ato, foi lançada a campanha “5 Reais por Cuba”, além da arrecadação de medicamentos e alimentos não perecíveis destinados à população do país.

Segundo os organizadores, a iniciativa busca amenizar os efeitos da crise energética e das restrições econômicas que atingem a ilha.

Os participantes também destacaram a duração do embargo econômico imposto pelos Estados Unidos, em vigor há mais de seis décadas, e apontaram impactos nas condições de vida da população cubana.

Contexto internacional

O embargo econômico a Cuba teve início na década de 1960, após a Revolução Cubana, e permanece como um dos principais pontos de tensão nas relações entre o país e os Estados Unidos.

Organizações internacionais e movimentos sociais frequentemente apontam efeitos das sanções sobre a economia e o acesso a bens essenciais no país caribenho.

Ao final do encontro, os participantes defenderam a ampliação da solidariedade internacional e a continuidade de iniciativas de apoio à população cubana.

Comissão especial da PEC 6×1 tem presidência e relatoria definidas na Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), oficializou nesta terça-feira (28) os nomes que irão atuar na comissão especial da PEC do fim da escala 6X1. A indicação para a relatoria do projeto recaiu sobre o deputado Leo Prates (Republicanos-BA), enquanto a presidência do colegiado será exercida pelo deputado Alencar Santana (PT-SP). Leia em TVT News.

A definição ocorreu após um período de articulação política interna. Segundo Hugo Motta, a escolha dos nomes considerou o histórico de parlamentares que já acompanham o tema no Congresso Nacional.

A formalização dos cargos é um passo necessário para que o debate sobre a redução da carga horária avance de forma institucional dentro da Casa.

Entenda como funcionará

A instalação da comissão para avalisar o fim da escala 6×1 está prevista para ocorrer nesta quarta-feira (29). O grupo será composto por 38 membros titulares e 38 suplentes, formando um corpo técnico e político para avaliar especificamente o mérito da questão.

O foco central do grupo de trabalho é viabilizar a redução da carga horária laboral sem que isso resulte em reduções nos salários dos trabalhadores brasileiros.

Diferente da etapa anterior, ocorrida na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde se avaliou apenas se a proposta respeitava os princípios constitucionais, a comissão especial mergulha nos detalhes práticos da implementação.

Entre os temas que estarão na pauta dos deputados Alencar Santana e Leo Prates, destaca-se a discussão sobre um possível período de transição para as novas regras.

Impactos econômicos e debate sobre incentivos

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Hugo Motta fala sobre PEC 6×1. Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

A discussão da PEC 6×1 também engloba preocupações com o setor econômico. Durante as deliberações, parlamentares devem avaliar mecanismos de compensação ou incentivos ao setor produtivo.

O objetivo dessa frente de análise é mitigar eventuais impactos financeiros que a mudança na escala de trabalho possa gerar nas empresas, buscando um equilíbrio que garanta a manutenção dos postos de trabalho e a sustentabilidade econômica.

O relator, Leo Prates, terá a função de sintetizar essas diferentes visões em seu relatório, buscando um texto que consiga viabilizar a aprovação nas próximas etapas. A composição diversificada da comissão reflete a complexidade do tema, que envolve diretamente a produtividade nacional e a qualidade de vida da classe trabalhadora.

Cronograma de votação da PEC 6X1 e articulação com o Senado

O comando da Câmara dos Deputados manifestou a intenção de dar celeridade ao processo. Desde que o governo Lula enviou o PL sobre o fim da jornada 6×1, o plano de Hugo Motta é ignorar esse PL e impulsionar a PEC que já tramitava na Câmara.

A previsão é que o texto seja submetido à votação no plenário da Câmara até o encerramento do mês de maio. O objetivo final é concluir toda a tramitação legislativa, incluindo a análise pelo Congresso Nacional, ainda dentro do primeiro semestre deste ano.

Para garantir que a proposta tenha fluidez também na etapa seguinte, Motta indicou que buscará diálogo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Essa coordenação entre as duas casas legislativas é vista como um passo para alinhar expectativas e cronogramas, evitando que a proposta sofra interrupções prolongadas após sair da Câmara.

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Histórico recente da proposta

A PEC 6×1 chega à comissão especial com o aval da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que deu sinal verde à sua admissibilidade na semana passada. Com a conformidade constitucional assegurada, o debate agora entra em sua fase mais profunda, tratando da realidade cotidiana de milhões de brasileiros que operam sob o regime atual de seis dias de trabalho para um de descanso.

A partir da instalação formal do colegiado, nesta quarta-feira, começam a contar os prazos regimentais para a apresentação de emendas e a realização de audiências públicas. O andamento da matéria é acompanhado de perto por representantes sindicais e entidades patronais, dada a amplitude da reforma proposta na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) por meio da alteração constitucional.