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Da Redação

Lula viaja para Belém nesta segunda-feira

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja para Belém (PA) nesta segunda-feira (28). De acordo com a agenda oficial, a partida da Base Aérea de Brasília está prevista para as 13h, com chegada à Base Aérea de Belém às 15h15. Leia em TVT News.

Na capital paraense, Lula tem dois compromissos previstos. Às 16h, o presidente visita o complexo hospitalar da Benemérita Sociedade Portuguesa Beneficente do Pará, acompanhado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O compromisso ocorre no Hospital Dom Luiz I, no bairro Umarizal.

Às 18h, Lula participa de um ato político na Praça da República, também em Belém. A atividade reúne apoiadores e lideranças locais e faz parte da agenda eleitoral do presidente.

A programação divulgada para esta segunda-feira concentra os compromissos do presidente na capital paraense após a chegada no meio da tarde.

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Agenda de Lula em Belém

13h: partida da Base Aérea de Brasília;
15h15: chegada à Base Aérea de Belém;
16h: visita ao complexo hospitalar da Benemérita Sociedade Portuguesa Beneficente do Pará, com Alexandre Padilha;
18h: ato político na Praça da República.

Lula sanciona lei para fortalecer futebol feminino antes da Copa do Mundo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira (28) a Lei 15.522/2026, que estabelece novas regras para o desenvolvimento e a profissionalização do futebol feminino no Brasil. A medida foi assinada durante uma solenidade na Base Aérea de Brasília, a um ano da realização da Copa do Mundo Feminina, que será disputada no país no próximo ano. Leia em TVT News.

A legislação estabelece que o futebol feminino passe a ser tratado como prioridade das políticas públicas esportivas. O texto reúne medidas voltadas à formação de atletas, à ampliação da presença das mulheres em diferentes áreas do futebol, ao combate à discriminação e à proteção da gravidez e da maternidade.

A proposta foi enviada pelo governo federal ao Congresso Nacional em setembro de 2025 com o objetivo de fortalecer a modalidade. Com a sanção, as novas regras passam a orientar ações relacionadas ao desenvolvimento do futebol feminino no país.

Lei cria plano de legado da Copa do Mundo Feminina

Entre as medidas previstas está a criação de um plano de legado social, esportivo e financeiro da Copa do Mundo Feminina. A proposta busca fazer com que investimentos e ações associados à competição produzam efeitos também depois do encerramento do torneio.

A iniciativa estabelece uma relação entre a realização da Copa no Brasil e o desenvolvimento da modalidade no longo prazo. A intenção é que estruturas e políticas relacionadas ao Mundial contribuam para ampliar as condições de prática e profissionalização do futebol feminino.

A nova legislação também estabelece diretrizes para a promoção do direito ao esporte e para a ampliação da equidade de oportunidades entre homens e mulheres na modalidade.

Igualdade salarial entra nas diretrizes

A lei prevê ações e medidas de incentivo à igualdade salarial entre homens e mulheres no futebol. A regra, porém, não determina que os clubes passem automaticamente a pagar os mesmos valores a jogadores e jogadoras.

O texto estabelece a redução das desigualdades salariais como uma diretriz para o desenvolvimento do futebol feminino. Dessa forma, a legislação incorpora a questão da remuneração entre os objetivos das políticas voltadas à modalidade.

Outro eixo da lei é a ampliação da participação das mulheres em posições de decisão e atuação profissional dentro do futebol. Estão previstas ações para aumentar a presença feminina em cargos de gestão, comissões técnicas e arbitragem.

Combate à violência e à discriminação

A legislação também determina a criação de protocolos para enfrentar situações de discriminação, intolerância e violência contra mulheres no esporte.

O combate a diferentes formas de discriminação passa a integrar as diretrizes nacionais para o futebol feminino. A medida está associada à garantia do direito ao esporte e à busca por condições de participação com equidade de oportunidades.

A proteção à gravidez e à maternidade também foi incluída expressamente entre as diretrizes nacionais para o desenvolvimento da modalidade.

Com isso, a legislação passa a contemplar a maternidade como parte das políticas de desenvolvimento do futebol feminino, ao lado de medidas voltadas à formação, profissionalização e participação das mulheres em diferentes funções do esporte.

Clubes terão novas obrigações na formação de atletas

A lei também estabelece regras para organizações esportivas responsáveis pela formação de atletas. Clubes e entidades formadoras deverão oferecer às meninas estruturas iguais às disponibilizadas aos meninos.

Isso inclui espaços, equipamentos e equipes técnicas destinados à formação esportiva. A medida busca estabelecer condições equivalentes para meninas e meninos durante o processo de desenvolvimento de atletas.

Outra determinação é que as organizações esportivas formadoras de futebol mantenham uma equipe feminina.

A obrigação se aplica aos clubes enquadrados como organizações esportivas formadoras. Essas instituições terão 180 dias após a publicação da lei para se adaptar às novas regras. O prazo poderá ser prorrogado por mais 180 dias.

Medidas acompanham realização do Mundial no Brasil

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Nova Zelândia comemora a classificação para a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 – Foto: Fifa/Divulgação

A sanção ocorre no período de preparação para a Copa do Mundo Feminina, que será realizada no Brasil no próximo ano. O texto estabelece que a competição também deixe resultados para o desenvolvimento do futebol feminino no país.

Ao colocar a modalidade como prioridade das políticas públicas esportivas, a Lei 15.522/2026 reúne medidas que abrangem diferentes etapas do futebol feminino: desde a formação de novas atletas até as condições de trabalho e participação das mulheres em funções de gestão, comissão técnica e arbitragem.

A legislação também combina medidas de desenvolvimento esportivo com mecanismos de enfrentamento à discriminação e de proteção à maternidade.

Com a sanção presidencial, o futebol feminino passa a contar com um conjunto de diretrizes nacionais voltadas à ampliação da participação das mulheres e à redução das desigualdades na modalidade.

Dino pede que plenário do STF trate caso de censura prévia a manifestações sobre N. Sra. Aparecida

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou ao presidente da Corte, Edson Fachin, que leve ao plenário a discussão sobre publicações envolvendo Nossa Senhora Aparecida e o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). A iniciativa ocorre após Dino suspender uma decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que havia determinado a retirada de conteúdos publicados nas redes sociais durante a campanha. Leia em TVT News.

A decisão de Mendonça havia sido tomada a partir de uma ação apresentada pela campanha de Flávio. A defesa argumentou que as postagens associavam o candidato a uma suposta articulação para modificar o reconhecimento de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil.

Dino, por sua vez, entendeu que a retirada das publicações não deveria prevalecer. Ao suspender a determinação, o ministro considerou que a medida atingia conteúdos inseridos no debate eleitoral e envolvia questões relacionadas à liberdade de expressão e à liberdade religiosa.

Agora, Dino pretende que os demais ministros do STF avaliem a questão. A definição sobre quando o caso será analisado pelo plenário ficará a cargo de Fachin, que preside o Supremo.

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Divergência entre ministros

O episódio colocou em lados diferentes ministros que integram as duas principais cortes do Judiciário brasileiro. Mendonça, como integrante do TSE, havia determinado a exclusão dos conteúdos. Dino, que também atua como ministro substituto no Tribunal Eleitoral, levou a controvérsia ao STF e posteriormente suspendeu a ordem.

A medida provocou reação do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques. Ele se reuniu nesta segunda-feira (28) com Fachin para tratar do episódio e de questões relacionadas à atuação do Supremo em decisões da Justiça Eleitoral.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, Kassio também pretende questionar os procedimentos que fizeram o caso chegar ao gabinete de Dino e discutir possíveis problemas na distribuição do processo.

O encontro ocorre em meio à campanha eleitoral e à proximidade do primeiro turno, marcado para outubro.

Flávio recorre contra decisão

A defesa de Flávio Bolsonaro também entrou na disputa judicial. Os advogados do candidato recorreram ao ministro Luiz Fux, do STF, para tentar derrubar a decisão de Dino e recuperar os efeitos da determinação de Mendonça.

A defesa sustenta que as publicações disseminam uma informação falsa ao vincular Flávio a uma iniciativa para retirar de Nossa Senhora Aparecida a condição de Padroeira do Brasil.

O tema ganhou espaço nas redes sociais durante a campanha depois que voltou a circular a existência de um projeto apresentado na Câmara dos Deputados em 2007 para demover a santa de seu título de padroeira.

AGU manifesta apoio à CNBB

O advogado-geral da União, Jorge Messias, saiu em defesa da CNBB após as declarações de Flávio Bolsonaro. Em publicação nas redes sociais, o ministro afirmou que a entidade vinha sofrendo “ataques e agressões” e criticou o uso de informações falsas como instrumento de disputa política e eleitoral.

Messias também destacou o princípio do Estado laico e afirmou que ele pressupõe a convivência respeitosa entre diferentes crenças. Segundo o chefe da Advocacia-Geral da União, o poder público deve garantir a liberdade religiosa sem impor uma determinada fé ou interferir nas escolhas religiosas da população.

O ministro ainda reconheceu a atuação da CNBB junto à comunidade católica e seu papel na construção da sociedade democrática brasileira.

Novo derreteu? Salles desiste do Senado e Zema aparece com 1% nas pesquisas

O deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) desistiu nesta segunda-feira (28) da candidatura ao Senado por São Paulo e declarou apoio aos candidatos apoiados pelo governador bolsonarista Tarcísio de Freitas. A decisão foi anunciada ao lado do governador de São Paulo. No cenário nacional, Romeu Zema (Novo) aparece com 1% das intenções de voto na pesquisa Quaest e também tem 1% no Datafolha mais recente. Entenda com a TVT News.

O que você precisa saber

  • Salles desiste: deputado retira candidatura ao Senado e passa a apoiar os candidatos do PL e do Progressistas.
  • Articulação de Tarcísio: segundo a coluna de Bela Megale, em O Globo, o governador participou das articulações para a desistência, com o objetivo de evitar a divisão de votos e conter o avanço de Simone Tebet e Marina Silva.
  • Zema cai nas pesquisas: o governador de Minas Gerais aparece com 1% na Quaest e caiu de 2% para 1% no Datafolha entre as pesquisas mais recentes.

Salles desiste do Senado e apoia Derrite e André do Prado

Ricardo Salles anunciou a retirada de sua candidatura ao Senado seis dias antes do primeiro turno. Com a decisão, ele declarou apoio a Guilherme Derrite e André do Prado, nomes que integram a chapa apoiada por Tarcísio em São Paulo.

A desistência ocorre após semanas de disputa entre Salles e André do Prado. O candidato do Novo havia feito críticas públicas ao presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo e chegou a questionar sua presença na chapa.

Na reta final da campanha, porém, Salles mudou de posição e passou a defender a concentração de votos nos dois candidatos apoiados pelo governador.

Tarcísio articulou desistência, diz Bela Megale

A coluna da jornalista Bela Megale, publicada em O Globo, informa que Tarcísio foi um dos articuladores da desistência de Salles.

Segundo a coluna, a movimentação buscou evitar que os votos do campo político de Tarcísio fossem divididos entre mais candidatos e, dessa forma, reduzir as chances de vitória de Simone Tebet e Marina Silva na disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado.

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Em São Paulo, a chapa de centro-esquerda é formada por Simone Tebet e Marina Silva como candidatas ao Senado e Haddad e França como candidatos à governador e vice. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O movimento ocorre em um cenário de disputa apertada. Em pesquisa Datafolha divulgada em 24 de setembro, Salles tinha 4%, enquanto Marina Silva aparecia com 15%, Simone Tebet com 14% e Derrite e André do Prado com 12% cada.

A articulação também foi apresentada por Tarcísio como parte de um esforço de união na reta final da eleição. O governador defendeu a concentração dos votos em Derrite e André do Prado.

Salles fala em união do grupo político

Ao anunciar a desistência, Salles afirmou que diferenças políticas e pessoais deveriam ser colocadas em segundo plano. O deputado passou, então, a apoiar os dois nomes escolhidos por Tarcísio para a disputa ao Senado.

A mudança ocorre depois de uma campanha marcada por críticas entre Salles e André do Prado. Em agosto, o TRE-SP chegou a condenar Salles por propaganda eleitoral antecipada e impulsionamento de conteúdo negativo contra Prado.

Em setembro, o tribunal também condenou Salles por divulgar informações consideradas falsas contra o candidato do PL. O deputado afirmou que recorreria da decisão.

Zema aparece com 1% na pesquisa Quaest

Na corrida presidencial, Romeu Zema aparece com 1% das intenções de voto na pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (28). O percentual é o mesmo da rodada anterior.

Lula (PT) tem 39%, Flávio Bolsonaro (PL), 34%, Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD), 4% cada, e Renan Santos (Missão), 3%.

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Na pesquisa BTGPactual/Nexus de 28 de setembro, Zema, do partido Novo, também aparece com 1% das intenções de voto – Imagem: reprodução BTG/Nexu

Em um eventual segundo turno entre Lula e Zema, o petista aparece com 46%, contra 30% do governador mineiro. Na pesquisa anterior, os números eram 46% e 32%, respectivamente.

A Quaest ouviu 2.004 eleitores entre 24 e 27 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-06520/2026.

Datafolha: Zema cai de 2% para 1%

No Datafolha, Romeu Zema também aparece com 1% no primeiro turno. O percentual representa uma queda em relação ao levantamento anterior, quando o governador tinha 2%.

Na pesquisa mais recente, Lula aparece com 40%, Flávio Bolsonaro com 36%, Augusto Cury com 5%, Ronaldo Caiado com 4% e Renan Santos com 3%.

O Datafolha entrevistou 2.002 eleitores em 125 municípios nos dias 22 e 23 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Com a desistência de Salles em São Paulo e a nova rodada de pesquisas presidenciais, a última semana antes do primeiro turno é marcada por mudanças nas articulações eleitorais e pela tentativa dos grupos políticos de concentrar votos em seus candidatos.

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Bets acionam STF contra proibição de Lula enquanto Quaest aponta 62% de apoio à restrição

Bets acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar suspender a proibição das plataformas de aposta determinada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Enquanto isso, a pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (28) mostra que 62% dos entrevistados apoiam a restrição das apostas on-line, incluindo cassinos digitais e modalidades como o Jogo do Tigrinho. Leia em TVT News.

A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) apresentaram ao ministro Luiz Fux, relator das ações que discutem a constitucionalidade do marco legal das bets, um pedido para interromper os efeitos da medida provisória editada pelo governo.

As entidades argumentam que a medida pode produzir consequências irreversíveis antes de passar pela análise do Congresso Nacional. Como a medida provisória tem eficácia imediata, as associações querem que o STF suspenda sua aplicação enquanto os parlamentares não concluem a avaliação do texto ou até que a Corte analise uma nova ação que deverá ser apresentada especificamente contra a MP.

Setor das bets questiona proibição no STF

A MP 1.394 determina a proibição das apostas esportivas e dos jogos on-line, além da extinção das autorizações concedidas aos operadores e da criação de um cronograma para o encerramento das atividades.

De acordo com as entidades, a ANJL pretende ingressar com uma nova ação no Supremo para questionar a constitucionalidade da medida. A associação também quer que o tribunal reconheça a constitucionalidade das normas que atualmente regulamentam as apostas no país.

Enquanto a questão não for decidida, ANJL e IBJR pedem a manutenção das autorizações concedidas às empresas, dos atos regulamentares e da lista oficial de operadores autorizados pelo Ministério da Fazenda.

As associações também apresentaram alternativas caso o pedido de suspensão integral não seja aceito. Uma delas é limitar a medida às empresas que ainda não possuem autorização vigente. Outra possibilidade defendida pelo setor é a concessão de pelo menos seis meses para o encerramento das operações.

Nesse período, as empresas teriam de apresentar planos de descontinuidade à Secretaria de Prêmios e Apostas. As entidades também pedem a preservação dos mecanismos para que apostadores possam resgatar seus saldos e a suspensão de sanções e bloqueios durante a transição.

O que determina a medida do governo

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“Essa não é uma guerra, é uma decisão. Nós vamos acabar com as bets”, diz o presidente Lula – Foto: Ricardo Stuckert

Segundo o texto apresentado pelas entidades ao STF, a medida provisória estabelece que as autorizações dos operadores serão extintas 30 dias depois da publicação. Os sites e aplicativos também devem ser retirados do ar em dez dias.

A norma ainda impede o ingresso de novos recursos nas contas dos apostadores e proíbe instituições financeiras de processarem transações destinadas às apostas. A medida também prevê a retirada de publicidade e patrocínios relacionados ao setor.

Para a ANJL e o IBJR, não existiria um fato novo que justificasse a urgência necessária para a edição de uma medida provisória. As entidades argumentam que o setor havia sido regulamentado recentemente pelo próprio governo e que questões relacionadas à proteção de pessoas vulneráveis, publicidade e jogos on-line já haviam sido discutidas durante a tramitação da legislação no Congresso.

As associações também citam o processo legislativo de 2023, quando o governo defendeu a regulamentação das apostas como forma de enfrentar o mercado clandestino e problemas como lavagem de dinheiro e manipulação de resultados.

Outro argumento apresentado pelas entidades é que os problemas atualmente apontados pelo Executivo já eram conhecidos durante a aprovação do marco regulatório. Para elas, esse histórico não configuraria uma situação nova que justificasse a edição de uma MP.

Pesquisa Quaest mostra apoio à medida do governo de restrição das bets

Enquanto o setor tenta barrar a medida no Supremo, a pesquisa Quaest indica que a maior parte dos entrevistados apoia a restrição às apostas on-line.

Segundo o levantamento, 40% dos entrevistados disseram que já conheciam a medida e a aprovavam. Outros 22% não conheciam a proposta, mas afirmaram, depois de informados sobre ela, que consideravam a iniciativa uma boa ideia.

Somados, esses grupos representam 62% de apoio à restrição das bets.

Por outro lado, 11% disseram não conhecer a medida e, depois de informados, afirmaram que ela não parecia uma boa ideia. Outros 21% já conheciam a proposta e declararam ser contra. A parcela que não soube ou não respondeu foi de 6%.

O apoio também varia de acordo com o sexo dos entrevistados. Entre as mulheres, 64% aprovam a restrição às apostas, enquanto entre os homens o índice é de 61%.

A pesquisa também identificou apoio a outras medidas anunciadas pelo governo. O reajuste de 15% no Bolsa Família, que elevaria o valor mínimo de R$ 600 para R$ 691, tem aprovação de 59% dos entrevistados. Já a oferta gratuita de medicamentos para tratamento da obesidade é aprovada por 58%.

Metodologia

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo. Foram entrevistadas 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em entrevistas presenciais realizadas entre 24 e 27 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06520/2026.

Fuvest divulga hoje as notas da redação do Simulado

A Fuvest disponibiliza nesta segunda-feira, 28 de setembro, a partir das 12 horas, na Área do Candidato, a redação para download, com as notas atribuídas, correspondente à 2ª Fase do Simulado de Conhecimentos Gerais, realizado em 16 de agosto. Leia em TVT News.

No dia da prova, os candidatos puderam optar entre duas propostas de redação: um texto narrativo que descrevesse, de modo introspectivo, os pensamentos da personagem retratada no quadro Intérieur de Cuisine, de Michel Grobon, do acervo do Museu de Belas-Artes de Lyon; e um texto dissertativo-argumentativo que apresentasse um ponto de vista sobre o tema Cultura e Culinária.

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A banca avaliadora, que será a mesma do Vestibular 2027, levou em consideração quatro critérios para atribuição das notas:

1. Compreensão e desenvolvimento do tema, uso da coletânea de textos propostos e autoria (capacidade de assumir o lugar de autor).
2. Compreensão e atendimento da proposta quanto à modalidade textual (tipo/gênero).
3. Recursos linguísticos (coesão e coerência) e progressão textual.
4. Correção gramatical, convenção da escrita e adequação vocabular.

Vale lembrar que o simulado possui um caráter exclusivamente preparatório. A participação não garante inscrição, não substitui e não gera qualquer tipo de vantagem ou bonificação no Vestibular 20277, cuja inscrição deverá ser realizada no site oficial da Fuvest até 9 de outubro.

Principais datas do Vestibular 2027

9 de outubro – Encerramento das inscrições
21 de outubro – Divulgação dos locais de prova da 1ª Fase
1º de novembro – Prova da 1ª Fase
23 de novembro – Divulgação dos convocados e dos locais da prova da 2ª Fase
6 e 7 de dezembro – Provas da 2ª Fase
8 a 11 de dezembro – Provas de Competências Específicas
26 de janeiro de 2027 – Divulgação da 1ª Chamada para matrícula

Mais informações: https://www.fuvest.br/