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Da Redação
Pesquisa mostra que brasileiro projeta futuro da Seleção sem Neymar
Da reportagem da EBC – Um novo ciclo de Copa do Mundo tem início nesta segunda-feira, 20 de julho. Na contagem regressiva, são 1.419 dias até o próximo Mundial. Após a pior campanha desde 1990, com eliminação nas oitavas de final para a Noruega, o torcedor brasileiro se questiona sobre a jornada rumo a 2030.
Entre as várias interrogações, uma diz respeito a continuidade ou não de Neymar com a Amarelinha. Ainda há espaço para ele?

A última rodada do estudo Eu Vi o Brasil – O país do futebol?, que foi realizado semanalmente pela agência de pesquisas de mercado IMO Insights, com homens e mulheres a partir dos 18 anos, identificou 46% consideram finalizado o ciclo de Neymar pelo Brasil. A percepção, contudo, não chega a ser uma maioria absoluta. Ou seja, superior a 50%.
Na contramão, 36% do público acredita que o atacante de 34 anos merece, sim, continuar na Seleção. Ele terá 38 anos na próxima Copa, mais novo, por exemplo, que o argentino Lionel Messi na edição deste ano. E 18% das respostas da pesquisa – que integra uma plataforma que realiza análises de comportamento, valores e percepções para o mercado desde 2023 – “não concordam e nem discordam” sobre a permanência.
Apesar de alguma divisão a respeito das opiniões acerca do futuro de Neymar na Seleção, a imagem do atacante junto ao torcedor sofreu um desgaste sensível. Não à toa, para 67% dos pesquisados, a saída de Neymar abre espaço para uma renovação pensando em 2030. Apenas 14% pensam diferente e, novamente, 18% não têm opinião definida.
“Em relação ao levantamento antes do início da Copa, ele [Neymar] perdeu seis pontos percentuais como jogador preferido, aumentou três pontos como jogador de quem os brasileiros menos gostam, inclusive liderando esse indicador com folga, e caiu cinco pontos como jogador que melhor representa o espírito da seleção brasileira”, argumentou a diretora de Operações da IMO, Simona Karen Miranda, à Agência Brasil.
“Os números sugerem que a discussão em torno de Neymar deixou de ser apenas técnica e passou a refletir um desejo de mudança de ciclo por parte de uma parcela significativa dos brasileiros. Não indica apenas uma perda de popularidade do jogador, mas também uma maior disposição do torcedor para enxergar o futuro da Seleção sem ele”, completou.
Neymar conviveu com lesões ao longo do último ciclo, a ponto de se apresentar à Seleção para a Copa deste ano, ainda no Brasil, com uma lesão grau dois na panturrilha direita. Ao todo, o camisa 10 esteve em campo por apenas 55 minutos no Mundial, sendo 15 na terceira rodada, diante da Escócia, e cerca de 40 na eliminação para a Noruega, quando balançou as redes batendo pênalti.
O futuro de Neymar como profissional é incerto. Neymar da Silva Santos, pai e empresário, divulgou uma carta aberta, depois da eliminação para a Noruega, pedindo que o filho não pare. O camisa 10 tem contrato até o fim deste ano com o Santos. Ele se reapresentou ao clube na última sexta-feira (17).

Caso a passagem pela Seleção tenha acabado, Neymar se despede com 80 gols em 130 jogos considerados oficiais pela Federação Internacional do Futebol (Fifa). No recorte, o atacante é o maior artilheiro da Amarelinha, à frente de Pelé (77 gols). Além da medalha olímpica de ouro nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, ele foi campeão da Copa das Confederações de 2013, realizada no Brasil.
Além de Neymar, público quer mudança na CBF
Mais do que Neymar, a percepção do público é que o novo ciclo de Copa deve vir acompanhado de uma transformação na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Nos quatro anos entre os Mundiais de 2022 (Catar) e 2026, a entidade teve trocas polêmicas na presidência e quatro mudanças de treinador: foram quatro, do interino Ramon Menezes a Carlo Ancelotti, passando ainda por Fernando Diniz e Dorival Júnior.
Segundo a pesquisa, 86% dos entrevistados concordam que a CBF precisa de “mudanças profundas para que o Brasil volte a ser uma potência no futebol mundial”. Além disso, 72% são favoráveis à perspectiva de que os problemas de gestão contribuíram para a queda precoce da Seleção”.
Curiosamente, somente 14% do público avaliou que a confederação foi a principal responsável pela eliminação nas oitavas. O desempenho dos jogadores (30%), as decisões de Ancelotti (20%) e a convocação (19%) foram mais responsabilizados do que a entidade em si. E apenas 6% consideraram que a Noruega, seleção que despachou o Brasil, simplesmente foi melhor.
“Nossa pesquisa mostra que grande parte da conexão do brasileiro com o futebol é construída sobre a nostalgia das grandes conquistas do passado, o que mantém viva a crença de que o Brasil continua sendo uma potência. Em vez disso, os brasileiros tendem a responsabilizar fatores circunstanciais”, considerou Simona.
“Em outras palavras, embora 70% reconheçam que o Brasil perdeu protagonismo no cenário mundial, ainda prevalece a percepção de que o problema está na forma como esta Seleção jogou esta Copa e não em uma perda definitiva da capacidade do país de revelar talentos ou voltar a disputar títulos”, finalizou a diretora da IMO.
Reportagem de Lincoln Chaves – Repórter da EBC
Quem é Andy Burnham, novo primeiro-ministro do Reino Unido
Andy Burnham é oficialmente o novo primeiro-ministro do Reino Unido, após ser confirmado como líder do Partido Trabalhista em uma conferência extraordinária realizada nesta sexta-feira (17). Aos 56 anos, o político sucede Keir Starmer, que renunciou ao cargo em junho depois de enfrentar uma profunda crise de popularidade, derrotas eleitorais e dificuldades para reverter a estagnação econômica britânica. Saiba mais na TVT News.
A escolha de Burnham ocorreu sem disputa interna. Único candidato habilitado, ele recebeu apoio esmagador da bancada trabalhista no Parlamento, consolidando uma transição rápida para evitar um agravamento da crise política do partido. Sua posse fará dele o sétimo primeiro-ministro britânico em apenas uma década, evidenciando o período de instabilidade vivido pelo Reino Unido desde o referendo do Brexit.
Em seu primeiro discurso como líder trabalhista, Burnham afirmou que pretende “devolver a esperança” aos britânicos e reconstruir a relação entre a política e comunidades que, segundo ele, foram negligenciadas durante décadas.
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“Estamos unidos e colocamos a força que emana desta unidade a serviço das pessoas e dos territórios que há muito tempo esperam que a política lhes devolva a esperança”, declarou.
O “Rei do Norte”
Conhecido nacionalmente pelo apelido de “Rei do Norte”, Burnham construiu sua reputação durante quase dez anos como prefeito da Grande Manchester. O título surgiu especialmente durante a pandemia de covid-19, quando enfrentou publicamente o governo conservador de Boris Johnson ao exigir mais recursos e melhores condições para as regiões submetidas às restrições sanitárias.
Sua atuação reforçou a imagem de defensor do norte da Inglaterra, historicamente menos desenvolvido que Londres e o sudeste do país. A defesa da descentralização tornou-se a principal marca de sua carreira política.
Burnham argumenta que o modelo britânico concentra excessivo poder em Westminster, sede do Parlamento e do governo, e que regiões metropolitanas e autoridades locais precisam controlar áreas estratégicas como transporte, habitação, desenvolvimento econômico e qualificação profissional.
Foi justamente em Manchester que essa proposta ganhou forma. Durante sua gestão, a cidade ampliou investimentos em infraestrutura, retomou o controle público do sistema de ônibus — tornando-se a primeira região inglesa fora de Londres a fazê-lo —, expandiu políticas habitacionais e fortaleceu programas de desenvolvimento regional.
Sob sua administração, a economia da Grande Manchester apresentou crescimento superior à média nacional, atraindo investimentos privados e consolidando um modelo que Burnham define como um “socialismo favorável aos negócios”: maior presença do Estado em serviços essenciais combinada com estímulos ao empreendedorismo e ao investimento produtivo.
Da política nacional ao governo local
Natural de Liverpool e criado em Cheshire, Burnham estudou Literatura Inglesa na Universidade de Cambridge antes de iniciar carreira no jornalismo e ingressar definitivamente na política.
Foi eleito deputado pela primeira vez em 2001 e ocupou diversos cargos ministeriais durante os governos trabalhistas de Tony Blair e Gordon Brown. Entre as funções exercidas estão as secretarias de Cultura, Saúde e o cargo de secretário-chefe do Tesouro.
Após a derrota do Partido Trabalhista em 2010, tentou assumir a liderança da legenda, mas foi derrotado por Ed Miliband. Em 2015 voltou a disputar o comando do partido e perdeu novamente, desta vez para Jeremy Corbyn.
Sem espaço na política nacional, decidiu disputar a recém-criada prefeitura da Grande Manchester em 2017. A mudança acabou transformando sua trajetória política.
Reeleito sucessivamente e mantendo elevados índices de aprovação, Burnham passou a ser visto como uma das principais lideranças trabalhistas do país, especialmente enquanto o partido enfrentava divisões internas e sucessivas mudanças de direção em Londres.
Seu retorno ao Parlamento ocorreu apenas em junho deste ano, quando venceu uma eleição suplementar em Makerfield. O movimento abriu caminho para sua candidatura à liderança trabalhista logo após a renúncia de Starmer.
Uma esquerda pragmática
Embora atualmente seja identificado com a ala esquerda do Partido Trabalhista, Burnham percorreu uma trajetória política mais complexa.
Nos anos dos governos Blair, era visto como integrante da corrente mais moderada da legenda. Ao longo da última década, porém, aproximou-se de propostas mais intervencionistas, defendendo maior presença do Estado na economia e o fortalecimento dos serviços públicos.
Entre suas bandeiras estão a ampliação do controle público sobre setores como água, energia, transporte e habitação, além da construção de moradias populares, investimentos em saúde pública e políticas de reindustrialização.
Ao mesmo tempo, procura diferenciar-se da esquerda mais tradicional ao enfatizar a necessidade de manter um ambiente favorável aos investimentos privados.
Esse equilíbrio levou analistas britânicos a classificarem seu modelo como uma espécie de “socialismo pró-negócios”, no qual desenvolvimento econômico e fortalecimento dos serviços públicos caminham simultaneamente.
Burnham também sustenta que o Reino Unido precisa superar o modelo econômico das últimas quatro décadas, que, segundo ele, aprofundou desigualdades territoriais e abandonou antigas regiões industriais.
Desafios imediatos
Apesar da ampla aprovação dentro do Partido Trabalhista, Burnham assume o governo em um cenário extremamente complexo.
A economia britânica permanece praticamente estagnada desde a crise financeira de 2008, situação agravada pelos impactos do Brexit, da pandemia de covid-19 e da crise energética provocada pela guerra na Ucrânia.
O custo de vida elevado, a pressão sobre o sistema público de saúde (NHS), o déficit habitacional e o crescimento da imigração irregular estão entre as principais preocupações do eleitorado.
Outro desafio será conter o avanço do Reform UK, partido de direita radical liderado por Nigel Farage, que lidera diversas pesquisas de intenção de voto e conquistou importantes vitórias nas eleições locais deste ano.
Burnham afirma que o Partido Trabalhista não deve responder tentando copiar seus adversários.
Segundo ele, a resposta passa por recuperar a identidade trabalhista e apresentar soluções concretas para reduzir desigualdades regionais e melhorar os serviços públicos.
Além das questões internas, o novo primeiro-ministro também terá de administrar uma conjuntura internacional delicada, marcada pela continuidade da guerra na Ucrânia, tensões no Oriente Médio, discussões sobre aumento dos gastos militares da Otan e uma relação potencialmente difícil com o presidente norte-americano Donald Trump.
Um governo cercado de expectativas
O novo premiê chega ao cargo com uma vantagem que seu antecessor não possuía: elevada popularidade pessoal e boa capacidade de comunicação.
Ao longo dos últimos anos, Burnham cultivou uma imagem de político próximo da população, torcedor apaixonado do Everton, fã da cena musical de Manchester e defensor das comunidades do norte inglês.
Ao mesmo tempo, analistas destacam que ainda existem muitas dúvidas sobre como suas propostas serão implementadas diante das limitações fiscais enfrentadas pelo Reino Unido.
Boa parte de suas promessas — como ampliar investimentos públicos, acelerar a construção de moradias, descentralizar o poder e expandir serviços estatais — dependerá de recursos financeiros em um momento de baixo crescimento econômico e elevado endividamento.
Mesmo assim, Burnham inicia seu governo apresentando uma narrativa política clara: reduzir o protagonismo de Londres na tomada de decisões e promover um novo ciclo de desenvolvimento para regiões que, segundo ele, ficaram à margem da prosperidade britânica nas últimas décadas.
Se conseguirá transformar essa visão em resultados concretos será um dos principais testes para um governo que assume sob forte expectativa de mudança e com poucos anos até a próxima eleição geral.
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Eleições 2026: convenções partidárias podem ser realizadas até 5 de agosto
A partir desta segunda, 20 de julho, até 5 de agosto, partidos políticos e federações podem realizar convenções partidárias para definir coligações e escolher candidatas e candidatos aos cargos em disputa nas Eleições 2026. As informações são do TSE e do TRE-SP.
O período das convenções partidárias marca o início das definições oficiais para o pleito deste ano. Após as escolhas, o registro das candidaturas deve ser feito até as 19h de 15 de agosto à Justiça Eleitoral por meio do Sistema de Candidaturas — Módulo Externo
O que as convenções partidárias vão definir:
- Em 4 de outubro (data do 1º turno), eleitores irão às urnas para eleger:
- presidente e vice-presidente da República;
- governador e vice-governador;
- senador (duas vagas);
- deputados federais e deputados estaduais ou distritais, no caso do Distrito Federal.
- Eventual 2º turno ocorrerá em 25 de outubro.
As coligações, a serem definidas nas convenções, ocorrem quando dois ou mais partidos se unem para lançar candidaturas em conjunto. Nas eleições gerais, são válidas para as disputas dos cargos majoritários: senadores, governadores e presidente da República.
Já as federações são alianças entre dois ou mais partidos com afinidade programática, que se juntam para atuar como única agremiação. A união deve vigorar por, pelo menos, quatro anos e tem abrangência nacional.
A junção de uma agremiação com outras busca a obtenção de mais tempo de televisão para as campanhas eleitorais, que têm início em 16 de agosto, e a possibilidade de receber verbas de outras legendas, por exemplo.
Mudanças para as eleições 2026
Uma das inovações para as Eleições 2026 é a obrigatoriedade de registro das atas de convenção e das listas de presença diretamente no CANDex e não mais em livro-ata. A lista de presença e a ata também devem ser transmitidas à Justiça Eleitoral até o dia seguinte à realização da convenção.
Como a convenção da federação é unificada, não serão recebidas atas em nome isolado de partido que integre a federação. Após o registro no CANDex, os documentos ainda devem ser impressos para coleta das assinaturas e conservação junto à agremiação partidária.
Caso a convenção seja virtual ou híbrida e adote mecanismos eletrônicos (como áudio, vídeo ou assinatura digital) que supram a assinatura física, a impressão e coleta física de assinaturas podem ser dispensadas.
Entre outros dados, a ata da convenção deve informar:
- nome completo do partido ou da federação;
- data, hora, local e formato de realização;
- identificação e qualificação de quem presidiu os trabalhos;
- deliberação para quais cargos concorrerá;
- deliberação acerca da formação de coligação para disputa do cargo de governador e para o cargo de senador;
- relação das pessoas escolhidas em convenção e os números para a urna eletrônica. Outros dados, como CPF, gênero, cor/raça, deverão ser informados no momento do preenchimento do formulário de Requerimento de Registro de Candidatura (RRC).
Requisitos para coligação e federação
Caso seja formada coligação, também deverão ser informados o seu nome, se já definido, e os nomes dos partidos e das federações que a compõem, bem como o do representante da coligação, se já indicado.
Já a federação deverá indicar o seu representante, o qual atuará em seu nome nos processos relativos à eleição proporcional e, em caso de concorrer isoladamente, à eleição majoritária.

Qual a quantidade de candidaturas que cada partido pode registrar nas convenções
Nas eleições majoritárias, cada partido, federação ou coligação poderá registrar um candidato ou candidata ao cargo de governador e vice. Para senador, em 2026, serão até dois candidatos ou candidatas, cada um acompanhado de dois suplentes.
Nas eleições proporcionais, cada partido ou federação poderá registrar até 100% do número de lugares mais um. Em São Paulo, é possível o registro de até 71 candidatos ao cargo de deputado federal e de até 95 candidatos ao cargo de deputado estadual.
A legislação disciplina que os partidos e federações preencherão o mínimo de 30% e o máximo de 70% das candidaturas registradas para cada gênero. O cálculo deve ser feito sobre as candidaturas efetivamente requeridas, com a devida autorização do candidato, e se considerará o gênero declarado no registro de candidatura, ainda que divergente do cadastro eleitoral.
Havendo divergência, será expedida notificação à candidata ou ao candidato para que confirme a informação constante do requerimento de registro.
No último mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a validade da regra que obriga os partidos a destinarem, no mínimo, 30% do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e do Fundo Partidário para candidatos pretos e pardos.
A decisão foi tomada na análise de recursos de entidades, apresentados sob o argumento de que o valor deveria ser maior, proporcional ao número de candidatos ou da população afrodescendente. No entanto, a maioria dos ministros entendeu que os 30% funcionam como um piso obrigatório, ou seja, um ponto de partida que os partidos podem aumentar por conta própria.
Qual o local de realização e formato das convenções partidárias
As convenções partidárias podem ser realizadas de forma presencial, virtual ou ter formato híbrido. As legendas podem usar gratuitamente prédios públicos, desde que comuniquem os responsáveis pelo local com antecedência mínima de uma semana. No entanto, as siglas devem arcar com custos para realização de vistoria prévia e se responsabilizar por eventuais danos ao espaço.
Nas modalidades virtual ou híbrida, o registro da presença pode ser feito mediante assinatura eletrônica, registro de áudio e vídeo, qualquer outro mecanismo ou aplicação que permita de forma inequívoca a efetiva identificação das pessoas presentes e sua anuência com o conteúdo da ata, ou coleta presencial de assinaturas, por representante designado pelo partido ou federação.
As regras sobre as convenções podem ser consultadas na Resolução nº 23.609/2019, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) elaborou um manual com as principais informações sobre as reuniões partidárias e o processo de registro.
O guia ainda traz orientações sobre normas para atendimento aos percentuais de gênero, dicas para registro e acompanhamento dos processos, entre outros aspectos da legislação.
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Voto em trânsito: como votar fora da sua cidade nas eleições 2026
Voto em trânsito: como votar fora da sua cidade nas eleições 2026
A partir desta segunda-feira, 20 de julho, eleitoras e eleitores que estiverem fora do domicílio eleitoral no dia das eleições poderão solicitar a alteração temporária do local de votação para votar em trânsito.
O pedido do voto em trânsito pode ser feito até 20 de agosto, por meio do Autoatendimento Eleitoral ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral. As informações são do TSE e do TRE-SP.
O que é voto em trânsito?
O voto em trânsito permite a transferência para outro município, desde que seja capital ou cidade com mais de 100 mil eleitores. Se o local informado estiver dentro do mesmo estado do domicílio eleitoral, a pessoa poderá votar para todos os cargos em disputa. Caso contrário, será habilitada votação somente para presidente da República.
Aeroporto de Guarulhos terá uma seção eleitoral para voto em trânsito
A instalação de seções para voto em trânsito no Aeroporto Internacional de Guarulhos será feita em parceria com a concessionária do terminal, a GRU Airport. O objetivo é atender a um público estimado de 130 mil passageiros por dia, além da própria comunidade aeroportuária, composta por aproximadamente 40 mil pessoas.
Os cartórios da 176ª e 395ª zonas eleitorais de Guarulhos são responsáveis pela organização da votação no local.
No período compreendido entre 20 de julho e 20 de agosto, o eleitor pode pedir alteração ou o cancelamento da habilitação para votar em trânsito. No entanto, após esse prazo não será possível alterar ou cancelar a habilitação para a votação em trânsito autorizada.
Uma vez habilitado para votar em trânsito, o eleitor não poderá votar no seu local de votação de origem. Quem estiver habilitado para votar em trânsito e não puder comparecer ao local escolhido no dia da eleição também deverá apresentar a justificativa da sua ausência.
Após a votação, não é necessário solicitar o retorno do título à seção eleitoral de origem. A mudança ocorrerá de forma automática.
Quem pode fazer o voto em trânsito?
Além das pessoas em trânsito no território nacional, a legislação eleitoral prevê a possibilidade de transferência temporária do local de votação para outros grupos.
Entre eles, estão pessoas presas provisoriamente, adolescentes em unidades de internação, militares e agentes de segurança pública que estiverem em serviço no dia das eleições, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, indígenas, quilombolas, integrantes de comunidades tradicionais, residentes de assentamentos rurais, integrantes da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral em serviço, além de pessoas em situação de rua.
Nos casos de presas e presos provisórios, adolescentes em unidades de internação, militares, agentes de segurança pública e integrantes da Justiça Eleitoral, a solicitação será feita pelos órgãos responsáveis, que deverão encaminhar os formulários ou as listagens com os nomes das eleitoras e eleitores aptos à habilitação.
Vou estar fora do país no dia das eleições, posso votar no exterior?
Apenas as pessoas que têm o título registrado no exterior e estiverem em trânsito no Brasil poderão habilitar-se para votar apenas para presidente da República.
Os eleitores com título registrado no Brasil não podem votar em trânsito no exterior. Quem estiver fora do país pode justificar a ausência às urnas pelo e-Título durante o período de votação, das 8h às 17h. O aplicativo utiliza a geolocalização do celular para identificar que o eleitor está fora de sua cidade cadastrada como domicílio eleitoral, permitindo a justificativa imediata.

Caso não apresente a justificativa no dia da votação, a eleitora ou o eleitor poderá justificar a ausência em até 60 dias após cada turno da votação também por meio do e-Título, Sistema Justifica ou formulário de Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) — formato PDF, que deve ser entregue nos cartórios eleitorais.
É necessário anexar documentação que comprove o motivo da ausência à eleição para análise da autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título. O prazo de 60 dias também é para o eleitor que estava no seu domicílio eleitoral e não votou por algum motivo justo.
Como justificar a viagem ao exterior
Já quem estava em viagem ao exterior no dia da eleição deve apresentar passagens, cartões de embarque ou carimbos no passaporte, entre outros documentos que possam justificar a ausência no dia da votação. Nesse caso, o prazo é de 30 dias a contar da data de retorno ao Brasil.
Quem não votar nem justificar a ausência ficará em débito com a Justiça Eleitoral e não poderá obter a certidão de quitação eleitoral. Enquanto não regularizar a situação, a eleitora ou o eleitor não poderá, por exemplo, tirar passaporte, participar de concurso público ou renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial.
Outros casos para pedir voto em trânsito
Quem irá atuar diretamente na organização das eleições também pode solicitar a transferência temporária do local de votação, mas o prazo para fazer isso é outro.
Até 28 de agosto poderão habilitar-se para votar em seção ou local diverso daquele de origem as mesárias e os mesários, as pessoas convocadas para prestar apoio logístico e aquelas designadas para atuar nos testes de integridade das urnas eletrônicas, além de agentes penitenciários, policiais penais e servidores de estabelecimentos penais ou de unidades de internação de adolescentes custodiados, desde que estejam em serviço no dia da votação.
A medida busca garantir que todos possam exercer o direito ao voto mesmo quando estiverem desempenhando atividades indispensáveis à realização das eleições em local diferente daquele em que estão inscritos.
Como solicitar o voto em trânsito
O pedido de habilitação para voto em trânsito deve ser realizado de forma on-line pelo Autoatendimento Eleitoral ou presencialmente em um cartório eleitoral. É recomendado que as eleitoras e os eleitores observem os prazos estabelecidos para garantir o direito ao voto no local onde estiverem no dia das eleições.
Vale lembrar que o voto em trânsito não pode ser solicitado para eleitores com domicílio eleitoral no Brasil que estiverem viajando para o exterior.
Resultado Espanha x Argentina na final da Copa 2026
Acompanhe com a TVT News o resultado, em tempo real, do jogo da final da Copa do Mundo entre Espanha x Argentina.
Curiosidades da final Espanha x Argentina
Espanha x Argentina entram em campo para decidir a Copa do Mundo de 2026, mas a disputa também coloca em destaque um patrimônio cultural compartilhado por mais de 500 milhões de pessoas. Pela primeira vez desde 1930, a final da Copa do Mundo reúne duas seleções que têm o espanhol como idioma oficial.
Qual a língua mais campeã da história da Copa do Mundo
De 1930 a 2022, apenas oito países diferentes venceram uma Copa do Mundo. Mas se, em vez de bandeiras, agruparmos os títulos pelo idioma oficial de cada país campeão, o domínio é do espanhol: Uruguai, Argentina e Espanha somam 6 conquistas. E para 2026, como a grande final será disputada entre duas seleções de fala hispânica, já pode ser considerado mais um troféu para o idioma, elevando a contagem para 7 títulos.
O português vem logo atrás com a hegemonia do Brasil (5 taças), seguido de perto por alemão (4) e italiano (4).

As escalações de Espanha x Argentina
Entre Dom Quixote e Ficciones, entre Mediterráneo e Gracias a la Vida, a melhor torcida talvez seja pela permanência dessa riqueza cultural, que faz da língua espanhola muito mais do que um meio de comunicação: um patrimônio compartilhado por centenas de milhões de pessoas.
Seleção da Espanha
- Defesa (Literatura): Miguel de Cervantes, Federico García Lorca, RosaMontero e Irene Vallejo.
- Ataque (Música): Julio Iglesias, Enrique Iglesias, Rosalía e Joan Manuel Serrat.
Seleção da Argentina
- Defesa (Literatura): José Hernández, Jorge Luis Borges, Julio Cortázar, Ernesto Sabato e Rita Segato.
- Ataque (Música): Mercedes Sosa, Fito Páez, Charly García e Soledad Pastorutti.
🏆 Ranking das Línguas Mais Campeãs da Copa
Número de títulos por idioma (incluída a previsão para 2026, com campeão de fala espanhola)
* Considerando que a final da Copa de 2026 terá dois países de língua espanhola, atribuímos mais um título ao espanhol.
📊 Total de títulos por idioma (atualizado até 2022 + projeção 2026).
Messi e Yamal se “reencontram” 19 anos depois
Após 19 Lamine Yamal e Lionel Messi irão se reencontrar, mas desta vez em campo, e disputando a taça da Copa do Mundo.
Um ensaio fotográfico, que fazia parte do calendário beneficiente do Barcelona, tinha parceria do jornal Sport e Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e contaria com a presença de Messi.
A Unicef havia feito um sorteio no bairro da Roca Fonda, em Mataró. O município era próximo a Barcelona, onde morava a família de Yamal, que se inscreveu no sorteio, e ganhou.

Quem estava por trás das lentes era o fotógrafo Joan Monfort, do jornal Sport, quem contou que o Messi estava tão tímido e que sequer sabia segurar o bebê.
O que ninguém imaginava era que, anos depois esse bebê se tornaria um dos grandes atros do Barcelona, clube que revelou Lionel Messi.
O palco da final Espanha x Argentina
Festival Cartografias de Bamba transforma a Barra Funda em palco da memória e da resistência do samba
É entre o Boteco da Dona Tati –, tradicional bar de samba de São Paulo, na esquina da rua Camaragibe e Conselheiro Brotero –, e as ruas Lopes Chaves e Brigadeiro Galvão, celeiro do samba paulistano, que encontra-se a histórica e modesta rua que ocupa apenas uma quadra: a João de Barros, na Barra Funda. Recentemente, no entanto, um novo nome passou a homenagear o espaço, que agora se tornou, enfim, a Rua do Samba da Barra funda. Será nesta via que ocorrerá o Festival Cartografias de Bamba com Samburbano, no domingo, dia 26 de julho. Leia em TVT News.
O festival reúne manifestações culturais, memória, música, religiosidade de matriz africana, economia criativa e valorização do patrimônio negro da capital paulista. Prometendo, assim, mais do que uma programação artística, a iniciativa propõe um reencontro com a história de um território que ajudou a construir a identidade do samba paulistano.
>> Festival Cartografias de Bambas ocupa a Barra Funda para defender a memória do samba
A atividade integra o calendário de ações culturais desenvolvidas pela Iniciativa Negra em parceria com o Samburbano e o Bar do Chagas, reunindo artistas, pesquisadores, moradores, integrantes de escolas de samba e coletivos comprometidos com a preservação da cultura popular.
Ao longo do dia, a programação inclui caminhada histórica, lavagem simbólica da rua conduzida por baianas e autoridades religiosas do território, rodas de samba, feira de economia criativa e homenagens a pessoas que contribuíram para fortalecer a cultura do samba e a história da Barra Funda.
A iniciativa também reforça a importância da ocupação dos espaços públicos pela cultura e pela população, valorizando uma região que, durante décadas, foi um dos principais pontos de encontro da população negra da cidade.
Rua do Samba reconhece um território de memória
O reconhecimento oficial da Rua João de Barros como Rua do Samba da Barra Funda representa mais do que uma mudança simbólica na paisagem urbana. A medida evidencia o papel desempenhado pelo bairro na formação do samba paulistano e busca preservar uma memória construída por gerações de sambistas, trabalhadores e moradores que transformaram o território em referência cultural.
Desde o início do século XX, a Barra Funda é um espaço de sociabilidade da população negra da cidade, tendo recebido trabalhadores vindos de diferentes regiões do país, muitos deles ligados às ferrovias, às indústrias e aos serviços urbanos. Foi nesse contexto que o samba passou a ocupar ruas, quintais, terreiros e espaços de convivência comunitária.
>> Memória e representação negra são resgatadas em exposição na Barra Funda
Um dos principais símbolos dessa trajetória é o Largo da Banana, considerado um dos berços do samba paulistano. O local tornou-se ponto de encontro de carregadores, trabalhadores ferroviários e músicos que, após o expediente, transformavam o cotidiano em espaço de convivência por meio da música e da cultura popular.
Essas manifestações ajudaram a consolidar uma tradição que atravessou décadas e influenciou diretamente o desenvolvimento das escolas de samba paulistanas.
A ideia do festival é resgatar a história negra da Barra Funda

O Festival Cartografias de Bamba nasce justamente dessa proposta de preservar e compartilhar a memória construída pela população negra da Barra Funda.
Segundo a diretora-executiva da Iniciativa Negra, Nathália Oliveira, preservar esses espaços significa enfrentar processos históricos de invisibilização da população negra e reconhecer que a cidade também foi construída a partir das experiências dessas comunidades.
Ela destaca que iniciativas como o Cartografias de Bamba ajudam a fortalecer políticas públicas voltadas ao patrimônio cultural negro, ampliando o reconhecimento de lugares que, durante décadas, serviram como espaços de convivência, organização comunitária e produção cultural.
Preservar esses territórios, assim, não significa apenas registrar o passado, mas criar condições para que suas histórias continuem sendo contadas pelas pessoas que vivem e constroem esses espaços diariamente.
A compositora Symone Tobias e neta de Inocêncio Tobias, Cardeal do Samba Paulistano, fundador da coirmã Camisa Verde e Branco e figura fundamental na construção do Carnaval de São Paulo, disse estar emocionada ao ver a mudança de nome da rua João de Barros para Rua do Samba. Para ela, isso significa que, enfim, estamos reconhecendo um território que guarda a memória de “homens e mulheres que fizeram do samba um patrimônio cultural de São Paulo”.
“Minha avó, Cacilda da Costa, a Dona Sinhá, e meu avô, Inocêncio Tobias, ajudaram a construir essa história, assim como tantas famílias que transformaram a Barra Funda em um dos grandes berços do samba paulistano. Como neta, sinto a responsabilidade de preservar essa memória e acredito que esse reconhecimento fortalece nossa identidade. Que cada pessoa que passar por essa rua saiba que ali pulsa a história, a resistência e o legado do nosso povo”, disse Symone Tobias.
Carlos Alberto ‘Xará’, também membro da família Tobias e um dos fundadores da Batucada Nossa Tradição complementa, “nosso propósito é resgatar a memória daqueles e daquelas que fizeram e fazem parte da história do Carnaval e do samba paulistano… Dionísio Barbosa, Inocêncio Tobias, Dona Sinhá, Carlos Alberto Tobias, o Tuba. A Rua do Samba da Barra Funda é mais do que um endereço. É um símbolo vivo da resistência, da cultura negra e da memória do povo do samba.”
Conheça o Xará
Programação
Às 11h, haverá uma caminhada histórica realizada pelo Guia Negro, plataforma de afroturismo responsável por promover experiências turísticas em diferentes cidades brasileiras, com roteiro incluino as ruas do bairro operário considerado o berço do samba em São Paulo, para resgate das histórias negras e seus apagamentos.
No período da tarde, o público poderá acompanhar a lavagem e a defumação da Rua do Samba, com as baianas e autoridades religiosas do território, aproveitando ainda a feira de economia criativa – alimentos, bebidas e produtos diversos – montada por expositores locais, empreendedores de vários setores de artesanato.
A partir das 15h, haverá a roda de samba com a Velha Guarda Musical do Camisa Verde e Branco, seguida pela entrega de flâmulas em deferência a pessoas que apoiam a iniciativa e personalidades que fazem parte do arcabouço histórico e social do samba. Nathália Oliveira e Carlos Alberto ‘Xará’ são os mestres de cerimônia. Mandatos parlamentares parceiros também estarão presentes.
A partir das 17h15, o projeto Samburbano, comandado pela sambista Roberta Oliveira, promoverá a roda de samba aberta ao público e com participação especial de Symone Tobias e convidados. Será lançado Cartilha, primeiro single de Párcio Anselmo, músico, sambista e compositor, ativo na cena cultural do samba do território. Já à noite, às 21h, a Batucada Nossa Tradição, encerrará a celebração.
“O principal ativo dos comércios aqui da região é a união popular por meio do samba e das rodas e encontros que acontecem aqui. Essa celebração é mais uma prova da força que a Barra Funda tem”, afirma Francisco Cosme de Oliveira proprietário do Bar do Chagas .

Camisa Verde e Branco mantém viva a tradição do samba paulistano
Entre as atrações musicais está a participação da Velha Guarda Musical do Camisa Verde e Branco, uma das escolas de samba mais tradicionais de São Paulo e profundamente ligada à história da Barra Funda.
Fundada em 1953, a escola tem origem no antigo Grupo Barra Funda, criado ainda na década de 1910, e ocupa posição de destaque na construção do carnaval paulistano. Sua trajetória está diretamente relacionada ao desenvolvimento do samba na região e à atuação da população negra na organização de manifestações culturais da cidade.
Sobre o Cartografias de Bamba
Idealizado e coordenado pela socióloga Nathalia Oliveira, o projeto surgiu em 2024, com caráter multidisciplinar e se baseia em pesquisas e entrevistas com figuras marcantes do samba da Barra Funda, reconhecendo o local como um território historicamente negro e sambista. Entre os depoentes estão Paulo Henrique Correa, um dos fundadores da Velha Guarda Musical e da ala Velha Guarda do Camisa Verde e Branco, as primeiras de São Paulo, Symone Tobias, neta do fundador da escola, Zelão e Seu Ideval, compositores icônicos do samba e Tia Neide — que traçaram um mapa afetivo e cultural do samba paulistano, a partir de vivências, causos e memórias compartilhadas.
O projeto realiza eventos e festivais como forma de educar as novas gerações e reverenciar os griôs em vida e seus legados. Para o ano de 2026 o projeto prevê ampliar os territórios e personagens entrevistados, além de desenvolver uma metodologia de coleta de acervos sobre as memórias encontradas.
O projeto também lança publicações periódicas, tais como a Coleção Cardeais do Samba, e tem como parceiros o Alma Preta, Editora Dandara, Lab Cidade- USP, e os mandatos da deputada estadual Leci Brandão e Ediane Maria.
Serviço
- Festival Cartografias de Bamba e Samburbano – Especial Rua do Samba da Barra Funda
- Data: 26/07/2026 (domingo)
- Horário: das 11h00 às 22h00
- Local: Rua João de Barros, 23 / Rua do Samba (Bar do Chagas) – Barra Funda – SP
- Entrada gratuita / Rua fechada para o evento
*Sujeito à lotação do espaço
Programação:
- 11h–13h – Caminhada histórica conduzida pelo Guia Negro
- 13h–14h – Lavagem e defumação da Rua do Samba pelas Baianas e autoridades religiosas do território
- 14h–21h – Feira de economia criativa, alimentos e bebidas
- 15h–16h – Show da Velha Guarda Musical do Camisa Verde e Branco
- 16h15 – Entrega de flâmulas e agradecimentos – Mestres de cerimônia Nathalia Oliveira e Carlos Alberto ‘Xará’
- 17h15–18h15 – Samburbano
- 18h15–19h – Discotecagem (padronizei “19h00” para “19h”)
- 19h–21h – Samburbano com participação especial de Symone Tobias e convidados
- 21h–22h – Encerramento com Batucada Nossa Tradição
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