O Dia Mundial do Livro será celebrado em agenda do governo federal voltada para o fortalecimento da educação e do acesso à cultura. Nesta quinta feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comandará um evento, marcado para as 17h no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), que será o palco da entrega do 9º Prêmio Vivaleitura, honraria que reconhece os projetos de maior impacto no fomento à leitura em território nacional. Leia em TVT News.
A solenidade no dia Mundial do Livro contará com a participação estratégica do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e da ministra da Cultura, Margareth Menezes. O encontro simboliza a retomada de políticas públicas integradas entre as duas pastas para elevar os índices de alfabetização e consumo de literatura no país.
Planejamento para a próxima década: PNLL 2026-2035
O ponto alto da cerimônia, além da premiação, será a assinatura da portaria interministerial que institui o novo Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) para o decênio 2026-2035. O plano estabelece as diretrizes estratégicas que nortearão as políticas de Estado pelos próximos dez anos, focando em: democratização do acesso ao livro, formação de mediadores de leitura e fortalecimento de bibliotecas, valorização simbólica da leitura e da literatura e apoio à economia do livro (editoras, livrarias e autores).
Dia Mundial do Livro se aproxima. MEC Livros: aplicativo no gov.br funcionará com empréstimos digitais. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Prêmio Vivaleitura
O Prêmio Vivaleitura chega à sua 9ª edição consolidado como o principal reconhecimento para experiências de destaque em escolas, bibliotecas e organizações da sociedade civil. O objetivo é dar visibilidade a iniciativas que, muitas vezes de forma silenciosa, transformam realidades por meio do incentivo ao hábito de ler.
Evento: Cerimônia do Dia Mundial do Livro e 9º Prêmio Vivaleitura
📅 Data: Quinta-feira, 23 de abril
⏰ Horário: 17h
📍 Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) – Sala Congresso – SCES Trechos 2 e 53 – Brasília
Futebol, história e geopolítica se misturam. Na Copa do Mundo 2026, o francês é a língua oficial de 8 países, além de ser um dos idiomas da FIFA. O passado colonial da França levou o francês para três continentes, o que torna a língua francesa uma das campeãs do ranking de idiomas e também uma das favoritas para conquistar o título. Leia sobre o francês na Copa do Mundo com a TVT News.
Com 8 países, francês é uma das línguas mais faladas na Copa do Mundo da FIFA
Na Copa do Mundo FIFA de 2026, o francês aparece como uma das línguas mais presentes entre as seleções classificadas. Ao lado do espanhol e do árabe, o idioma ocupa a segunda posição em número de países, com oito nações que o adotam como língua oficial — um dado que conecta futebol, história e geopolítica.
São oito as seleções presentes na Copa do Mundo de 2026 que reconhecem o francês como idioma oficial: França, Bélgica, Suíça, Canadá, Haiti, Senegal, Costa do Marfim e República Democrática do Congo.
França: uma das favoritas ao título; a França tenta acertar as contas com o passado colonial;
Bélgica: os diabos vermelhos têm o francês como idioma oficial e predominante em regiões como a Valônia e na capital, Bruxelas;
Suíça: o país onde a sede da FIFA está localizada adota o francês como um de seus quatro idiomas oficiais.
Canadá: coanfitrião da Copa, mantém o francês como língua oficial, sendo o idioma principal da província do Quebec.
Haiti: de volta à Copa do Mundo, o representante caribenho fala francês e o crioulo haitiano;
Senegal: potência do futebol africano, os Leões de Teranga utilizam o francês como língua oficial e são os atuais campeões da África;
Costa do Marfim: nação da África Ocidental onde o francês é o idioma da administração e do ensino, os elefantes querem chegar mais longe em 2026;
República Democrática do Congo (RD Congo): o país com a maior população que fala francês no mundo, superando a própria França em número de habitantes que utilizam o idioma.
O atacante número 10 do Senegal, Sadio Mané, ergue o troféu enquanto comemora com seus companheiros de equipe a vitória na final da Copa Africana de Nações (CAN) entre Senegal x Marrocos, no Estádio Príncipe Moulay Abdellah, em Rabat, em 18 de janeiro de 2026. (Foto de SEBASTIEN BOZON / AFP)
O caminho dos países que falam francês até a Copa
O processo de classificação (as eliminatórias) exigiu estratégias diferentes para cada uma dessas oitos nações. Veja como os países que falam francês se classificaram para a Copa:
Canadá: a seleção garantiu sua presença de forma automática por ser um dos três países-sede do torneio, junto com Estados Unidos e México.
França, Bélgica e Suíça: o trio europeu assegurou as vagas enfrentando as tradicionais e rigorosas eliminatórias da UEFA. Franceses e belgas, com elencos recheados de estrelas mundiais, passaram sem grandes sustos, enquanto a Suíça manteve sua consistência tática habitual para carimbar o passaporte.
Haiti: o representante do Caribe teve que superar as complexas fases das eliminatórias da CONCACAF, mostrando superação e garantindo a vaga e contando com a vantagem de EUA, Canadá e México já estarem classificados.
Senegal, Costa do Marfim e RD Congo: as eliminatórias da África (CAF) são, historicamente, um dos mais duros do mundo devido ao equilíbrio físico e técnico das equipes. Senegal confirmou seu favoritismo regional, a Costa do Marfim impôs sua força tradicional e a RD Congo alcançou a vaga ao vencer a Jamaica na repescagem mundial.
As chances dos países que falam francês na Copa do Mundo
Com os grupos já definidos, o sorteio da Copa do Mundo de 2026 estabeleceu confrontos de alto nível. Algumas chaves, inclusive, promoverão o encontro direto entre nações que falam francês.
Saiba quais são os grupos destes países na Copa e quais os confrontos:
Grupo B (Canadá e Suíça): Logo na primeira fase, teremos um duelo direto no idioma. O Canadá, jogando em casa, e a Suíça medem forças em uma chave que também conta com a Bósnia e o Catar. A Suíça tem o favoritismo pela experiência europeia, mas o Canadá conta com o apoio local para avançar.
Grupo C (Haiti): A seleção haitiana terá um desafio gigante pela frente. No grupo C, os haitianos terão pela frente o Brasil, além de Marrocos (onde o francês também é amplamente falado nos negócios) e Escócia.
Grupo E (Costa do Marfim): Os marfinenses precisarão de força máxima, pois caíram na chave encabeçada pela Alemanha. Os confrontos contra Equador e Curaçao definirão as reais possibilidades de classificação da equipe africana.
Grupo G (Bélgica): A talentosa geração belga entra como cabeça de chave e grande favorita do grupo. A equipe europeia disputará a liderança contra Egito, Irã e Nova Zelândia, com altas expectativas de chegar longe no mata-mata.
Grupo I (França e Senegal): Este é um dos grupos mais aguardados do torneio. A França, bicampeã mundial e uma das francas favoritas ao título de 2026, reencontrará o Senegal. O duelo revive a partida de abertura de 2002, quando os senegaleses chocaram o mundo ao derrotar a ex-metrópole. Iraque e Noruega completam a chave.
Grupo K (RD Congo): O retorno da República Democrática do Congo ao mundial os coloca de frente com Portugal, Colômbia e Uzbequistão. É um grupo bastante técnico, no qual os africanos buscarão ser a grande surpresa.
Se contar as línguas usadas na administração e nos negócios, a Copa do Mundo tem 11 países que falam francês
Embora o árabe seja a língua oficial do Magrebe, a influência francesa no Norte da África é vasta devido ao passado colonial.
No Marrocos, na Argélia e na Tunísia, o francês não é o idioma constitucional, mas é a língua franca utilizada nos negócios, na diplomacia, no ensino superior e na administração pública. Se considerarmos esses três países na contagem de influência, o francês saltaria para 11 representantes, tornando-se, na prática, o idioma mais presente entre as delegações da Copa do Mundo, superando até mesmo o inglês.
Qual a origem do francês?
O francês é uma língua românica, originada do latim vulgar levado pelos exércitos romanos para a região da Gália (atual França) há mais de dois mil anos. Com a queda do Império Romano, o latim local se misturou a dialetos de tribos germânicas, como os francos — de onde deriva o nome do país e da língua.
Durante a Idade Média, o francês se dividiu em diversos dialetos, mas a variante falada em Paris acabou se tornando o padrão oficial com o passar dos séculos.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
No século XVII, o francês se consolidou como a língua da aristocracia e da diplomacia na Europa, posição que manteve até o início do século XX, quando o inglês passou a ganhar terreno no cenário internacional.
Colonialismo levou o francês para a África e Américas
A presença do francês em países como Senegal, RD Congo e Haiti não é um fenômeno natural, mas o resultado de um processo agressivo de expansão imperialista iniciado no século XVII. A França estabeleceu colônias para a extração de riquezas e o controle de rotas comerciais, impondo seu idioma como ferramenta de controle administrativo e apagamento das línguas nativas.
França, de um lado o iluminismo, do outro um país escravocrata que enriqueceu à custa da exploração dos africanos
Há uma contradição histórica profunda na trajetória francesa. Enquanto o país produzia os filósofos do Iluminismo, que defendiam a “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, o Estado francês operava um sistema de escravidão em larga escala em suas colônias. A riqueza que construiu os palácios de Paris e financiou o desenvolvimento industrial francês foi, em grande parte, gerada pelo trabalho forçado de milhões de africanos nas plantações de açúcar e café das Antilhas e pela extração mineral em solo africano.
Antilhanos e africanos
Nas Américas, a presença francesa é marcada pelo Haiti e pelos departamentos ultramarinos, como a Guiana Francesa. O Haiti foi a primeira nação das Américas a abolir a escravidão após uma revolução liderada por negros escravizados que derrotou o exército de Napoleão Bonaparte.
Já no continente africano, a língua francesa é o resultado de uma ocupação que durou até meados do século XX.
Entender a presença do francês nessas oito nações exige um olhar atento para a história. Na Europa, o francês divide o protagonismo em países vizinhos.
Na América do Norte, o Canadá sustenta o francês como língua oficial ao lado do inglês para garantir a preservação da forte identidade da província do Quebec, uma herança direta dos primeiros assentamentos europeus no território.
No entanto, quando olhamos para o Haiti e para o continente africano (Senegal, Costa do Marfim e RD Congo), a adoção do idioma escancara as feridas do colonialismo.
A partir do século XVII, a França e a Bélgica (no caso específico do Congo) estabeleceram um domínio violento sobre territórios ultramarinos. O francês foi imposto como ferramenta de dominação administrativa, educacional e comercial, operando muitas vezes em um sistema escravocrata ou de extrema exploração do trabalho e dos recursos naturais.
Na África contemporânea, o idioma da antiga metrópole acabou sendo mantido após os processos de independência no século XX, servindo hoje como uma língua franca para unificar internamente países que possuem dezenas de etnias e dialetos nativos diferentes.
Brasil vai enfrentar o Haiti, que está de volta à Copa do Mundo depois de 52 anos
O Haiti não participava de uma Copa do Mundo desde 1974. No mundial disputado na Alemanha, o Haiti caiu na fase de grupos depois de perder para Itália, Polônia e Argentina. A derrota para a Polônia por 7 a 0 foi uma das grandes goleadas desse mundial.
A nova classificação quebra um jejum de mais de meio século e reacende o sentimento de orgulho entre haitianos dentro e fora da ilha. O futebol, bastante popular no país, torna-se um motivo de alegria em meio às inúmeras dificuldades políticas, econômicas e sociais que atravessam o cotidiano haitiano.
Depois de 52 anos, Haiti está de volta à Copa do Mundo. Foto: FIFA
Conheça a história do Haiti: o primeiro país a fazer revolução de escravizados
A história haitiana ocupa posição central no debate internacional sobre colonialismo, resistência e emancipação. O Haiti foi o primeiro país do mundo a realizar uma revolução vitoriosa protagonizada por pessoas escravizadas, e o primeiro país negro independente das Américas, em 1804.
Durante os séculos XVII e XVIII, a ilha — então colônia francesa com o nome de São Domingos — era o território mais lucrativo do Caribe para a metrópole, baseada na exploração de mão de obra escravizada nas plantações de açúcar e café. O sistema era extremamente violento e marcado por desigualdades profundas.
Combate e captura de Crête-à-Pierrot, episódio da Revolução Haitiana | Xilogravura original desenhada por Auguste Raffet, via Wikimedia Commons
A partir de 1791, revoltas massivas lideradas por homens e mulheres escravizados deram início à mais bem-sucedida insurreição da época moderna. O movimento, influenciado pela Revolução Francesa e pelos ideais de liberdade, atravessou anos de guerra, alianças complexas e sucessivas disputas contra forças europeias.
O resultado foi a criação de uma nova nação livre, que desde o início enfrentou represálias econômicas e diplomáticas das potências coloniais. A independência haitiana se tornou inspiração para a luta antirracista e para movimentos de emancipação por toda a América Latina.
Quem foi Toussaint Louverture, o herói da Libertação do Haiti
Toussaint Louverture é uma das figuras mais importantes da Revolução Haitiana. Nascido escravizado, aprendeu a ler e a escrever e se tornou estrategista militar. Durante a revolução, Louverture organizou tropas, articulou alianças e liderou a fase mais decisiva da luta.
Sua capacidade de negociação e sua visão política permitiram que ele conduzisse o território rumo à autonomia, preparando o caminho para a independência definitiva. Capturado pelos franceses em 1802, morreu na prisão no ano seguinte. Mesmo assim, sua liderança permaneceu como símbolo da luta por liberdade no Caribe e no mundo.
Conheça algumas curiosidades do Haiti
O Haiti possui uma cultura marcada por influências africanas, francesas e indígenas. Confira algumas curiosidades sobre a cultura do Haiti,
Haiti tem francês como língua oficial
O país adota duas línguas oficiais: o francês e o crioulo haitiano (kreyòl). O francês é usado em documentos formais, mas a língua mais falada pela população é o crioulo, que mistura estruturas africanas a vocabulário francês. O uso do crioulo é um elemento forte de identidade nacional e de afirmação social.
Onde fica o Haiti: o país faz fronteira com a República Dominicana, na ilha de La Hispaniola. Imagem: Wikimedia Commons
O que é vodu e qual a relação com a África?
O vodu é uma religião de matriz africana que reúne elementos trazidos pelos povos iorubás e de outras etnias do continente. Sua cosmologia envolve espíritos ancestrais conhecidos como lwa, rituais comunitários e concepções próprias sobre vida e espiritualidade. Associado de forma distorcida por discursos coloniais, o vodu é, na verdade, patrimônio cultural e religioso haitiano e desempenhou papel importante na organização das rebeliões que levaram à independência.
França, timidamente, tenta se desculpar com o passado escravocrata
Nas últimas décadas, o governo francês tem enfrentado pressões internas e externas para reconhecer os crimes cometidos durante o período colonial. Embora o país tenha aprovado leis que reconhecem a escravidão como crime contra a humanidade, as tentativas de desculpas oficiais e reparações históricas ainda são consideradas tímidas por historiadores e líderes de ex-colônias.
O debate sobre a devolução de obras de arte saqueadas da África e a revisão dos livros didáticos sobre o papel da França na colonização ainda gera tensões políticas intensas.
Novo encontro de Lula e Macron trazem mais fotos fofas da amizade. Foto: Ricardo Stuckert / PR
O francês na Europa: França, Bélgica e Suíça
Na Europa, o francês não é apenas o idioma da França. Na Bélgica, ele divide o espaço oficial com o holandês e o alemão.
Já na Suíça, o francês é a língua de cantões importantes como Genebra e Vaud.
Na Suíça e na Bélgica, o bilinguismo (ou multilinguismo) é um reflexo das formações fronteiriças e alianças políticas do passado.
Por que o Canadá tem o francês como língua oficial?
O Canadá é um caso específico de resistência linguística. O país foi inicialmente colonizado por franceses (Nova França), mas após sucessivas guerras, o controle passou para as mãos dos britânicos.
No entanto, a população de origem francesa no Quebec manteve seu idioma e suas tradições de forma fervorosa. Para evitar a fragmentação do país, o governo canadense oficializou o bilinguismo, garantindo que o francês tenha o mesmo status jurídico e social que o inglês em todo o território nacional.
Curiosidades sobre a língua francesa
Língua da Diplomacia: Até hoje, o francês é um dos idiomas de trabalho das Nações Unidas, do Comitê Olímpico Internacional e da Cruz Vermelha.
O “r” francês: O som gutural do “r” francês, que parece vir da garganta, é uma das características mais difíceis de reproduzir para falantes de línguas latinas como o português.
Balé e Gastronomia: Praticamente todos os termos técnicos do balé clássico e da alta gastronomia mundial são obrigatoriamente ditos em francês.
Hoje, o francês ainda é a língua co-oficial em dezenas de organismos multilaterais, incluindo a ONU, a União Europeia e os Jogos Olímpicos.
O francês também é a segunda língua mais estudada no mundo, atrás apenas do inglês, e a única, ao lado do inglês, presente nos cinco continentes.
As palavras “ballet”, “cuisine”, “bureau”, “fiancé” e “entrepreneur” são apenas algumas das centenas de termos que o inglês tomou emprestado do francês — herança da conquista normanda da Inglaterra em 1066.
A Académie française tem hoje 40 membros, chamados de “imortais”, com a missão de zelar pelo idioma.
Quais os principais nomes da literatura francesa dos 8 países que estão na Copa
A literatura em francês é uma das mais premiadas do mundo. A França é berço de gigantes como Victor Hugo (Os Miseráveis), Marcel Proust e Simone de Beauvoir.
E a língua francesa vai além: a Bélgica é o berço de Hergé, criador de As Aventuras de Tintim. O Senegal contribuiu com Léopold Sédar Senghor, poeta e teórico da Negritude.
O Haiti apresenta vozes potentes como a de Dany Laferrière, que hoje ocupa uma cadeira na Academia Francesa de Letras.
Quais os principais nomes da música francesa dos 8 países que estão na Copa
A música em francês atravessa gerações e estilos. Do clássico “chanson” de Edith Piaf e Charles Aznavour à modernidade eletrônica do Daft Punk. Atualmente, nomes como o belga Stromae, que mistura ritmos africanos com música eletrônica, e o rapper francês de origem congolesa Gims, dominam as paradas mundiais.
No Senegal, a música de Youssou N’Dour utiliza o francês para levar as mensagens do continente africano para todo o do globo.
Francês é o idioma oficial da FIFA, que hoje se aproxima dos EUA
Embora a FIFA tenha sido fundada por europeus e tenha o francês como seu primeiro idioma oficial, a entidade tem passado por uma transformação geopolítica. Com a Copa de 2026 sendo realizada na América do Norte, há um movimento evidente de aproximação com o mercado e a cultura dos Estados Unidos. Apesar disso, o francês permanece nos estatutos como língua oficial, sendo fundamental para a diplomacia esportiva da entidade com as federações africanas.
Dos 8 países que falam francês na Copa do Mundo, quem já conquistou o Prêmio Nobel de Literatura?
A França é uim dos países com o maior número de Prêmios Nobel de Literatura em todo o mundo. Autores como Albert Camus, Jean-Paul Sartre (que recusou a honraria), Patrick Modiano. Em 2022, Annie Ernaux se tornou a 17ª mulher e a primeira francesa a receber o Nobel de Literatura.
A Bélgica também já foi premiada com Maurice Maeterlinck.
No top do ranking dos idiomas e do futebol: França tem duas Copas do Mundo e é carrasca do Brasil
No campo de jogo, a seleção francesa é uma potência consolidada, com títulos conquistados em 1998 e 2018. Para os brasileiros, a França representa um obstáculo histórico. O país foi responsável por eliminações marcantes do Brasil, como na final de 1998 e nas quartas de final em 1986 e 2006.
Com um futebol baseado na força física e no talento técnico de seus jogadores — muitos deles com origens familiares nas ex-colônias africanas —, a França entra no torneio de 2026 como a maior representante da força do idioma francês nos gramados.
França é uma das favoritas para o tricampeonato na Copa do Mundo. Foto: FIFA
Línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026: espanhol, francês, árabe e inglês lideram
As línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026 revelam a diversidade dos 48 países classificados para o torneio que será disputado em junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá.
A lista de seleções reúne idiomas de quatro continentes — do guarani indígena do Paraguai ao uzbeque da Ásia Central — em um mapa linguístico que mostra tanto a diversidade como a marca da história.
A liderança de idiomas de origem europeia, como inglês, francês e espanhol é sinal dos processos de colonização e imperialismo de Espanha, Inglaterra e Portugal (o português está presente em países de 3 continentes na Copa do Mundo). Por outro lado, também mostra a expansão do império árabe, que da península arábica, chegou até o norte da África.
Línguas Mais Faladas na Copa do Mundo 2026
Inglês (9 países)
Espanhol (8 países)
Francês (8 países)
Árabe (8 países)
Alemão (4 países)
Holandês (3 países)
Português (3 países)
Ranking das línguas mais faladas na Copa do Mundo
Considerando o status de língua oficial ou o idioma majoritário de comunicação de cada nação classificada, este é o ranking dos idiomas mais presentes na Copa do Mundo da FIFA 2026:
Posição
Idioma
Número de Países
Países Representantes
1º
Inglês
9
África do Sul, Canadá, Escócia, Estados Unidos, Austrália, Curaçao, Nova Zelândia, Inglaterra, Gana
Em países com mais de um idioma oficial, foi considerado o idioma predominante na comunicação nacional.
Lula com a taça da Copa do Mundo. Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR
Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026
Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026
GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Dinamarca;
GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;
GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;
GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;
GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;
GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;
GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;
GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;
GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;
Os 12 grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. Arte: TVT News
Quais as línguas nacionais dos países da Copa do Mundo 2026
Confira o mapeamento dos 48 países classificados para a Copa do Mundo 2026, separados por grupo, com seus respectivos idiomas oficiais ou majoritários:
GRUPO A
México: Espanhol (e 68 línguas indígenas nacionais)
África do Sul: Inglês, Africâner, Zulu, Xhosa (além de outras 8 línguas oficiais)
Coreia do Sul: Coreano
República Tcheca: Tcheco
GRUPO B
Canadá: Inglês, Francês
Bósnia: Bósnio, Croata, Sérvio
Catar: Árabe
Suíça: Alemão, Francês, Italiano, Romanche
GRUPO C
Brasil: Português
Marrocos: Árabe, Amazigue (Berbere)
Haiti: Francês, Crioulo Haitiano
Escócia: Inglês, Gaélico Escocês, Scots
GRUPO D
Estados Unidos: Inglês (idioma nacional na prática)
Paraguai: Espanhol, Guarani
Austrália: Inglês
Turquia: Turco
GRUPO E
Alemanha: Alemão
Curaçao: Holandês, Papiamento, Inglês
Costa do Marfim: Francês
Equador: Espanhol (Kichwa e Shuar para relações interculturais)
GRUPO F
Holanda: Holandês (Neerlandês)
Japão: Japonês
Suécia: Sueco
Tunísia: Árabe
GRUPO G
Bélgica: Holandês, Francês, Alemão
Egito: Árabe
Irã: Persa (Farsi)
Nova Zelândia: Inglês, Maori, Língua de Sinais Neozelandesa
GRUPO H
Espanha: Espanhol (além de Catalão, Galego e Basco como co-oficiais regionais)
São Jorge é um dos santos mais venerados no Brasil e em diversos outros países ao redor do mundo. A data de comemoração de São Jorge, 23 de abril, é motivo de grande festa para seus devotos, que pedem por sua proteção e intercessão em momentos de dificuldade. Saiba mais em TVT News.
Dia de São Jorge é feriado?
O Dia de São Jorge, 23 de abril, não é um feriado nacional, mas é uma data de grande relevância regional e religiosa no Brasil.
Aqui estão as localidades onde 23 de abril é feriado oficial:
Dia de São Jorge é feriado estadual no Rio de Janeiro
Rio de Janeiro: é feriado em todo o estado (Lei 5.198/2008). Por ser um feriado estadual, a folga vale para todos os 92 municípios fluminenses.
Feriados Municipais
Em outras regiões, a data é feriado apenas em cidades que têm São Jorge como padroeiro. Algumas delas são:
Ilhéus (Bahia)
São Jorge (Rio Grande do Sul)
São Jorge do Ivaí (Paraná)
São Jorge d’Oeste (Paraná)
São Jorge do Patrocínio (Paraná)
Curiosidade sobre o Dia de São Jorge em 2026
Neste ano, como o dia 23 de abril cai em uma quinta-feira, muitos órgãos públicos (especialmente no Rio de Janeiro) decretaram ponto facultativo na sexta-feira (24), permitindo um feriado prolongado de quatro dias.
Nota: Embora São Jorge seja o padroeiro do Corinthians, a data não é feriado na cidade de São Paulo. O funcionamento do comércio e das empresas segue o calendário normal na capital paulista.
Quem era São Jorge?
Na tradição Católica, explicada pelo Vaticano, Jorge, cujo nome de origem grega significa “agricultor”, nasceu na Capadócia, por volta do ano 280, em uma família cristã. Transferiu-se para a Palestina, onde se alistou no exército de Diocleciano.
Em 303, quando o imperador emanou um edito para a perseguição dos cristãos, Jorge doou todos os seus bens aos pobres e, diante de Diocleciano, rasgou o documento e professou a sua fé em Cristo. Por isso, sofreu terríveis torturas e, no fim, foi decapitado.
No lugar da sua sepultura, em Lida, – um tempo capital da Palestina, agora cidade israelense, situada perto de Telaviv, – foi construída uma Basílica, cujas ruinas ainda são visíveis.
Entre os documentos mais antigos, que atestam a existência de São Jorge, uma epígrafe grega, do ano 368, – descoberta em Eraclea de Betânia, – fala da “casa ou igreja dos santos e triunfantes mártires, Jorge e companheiros”. Foram muitas, ao longo dos anos, as narrações posteriores.
A imagem de São Jorge combatendo um dragão é um símbolo de coragem e fé e é um dos episódios mais conhecidos. Ele teria enfrentado e vencido um dragão ameaçador que aterrorizava uma cidade, salvando a princesa e, como resultado, converteu muitos de seus habitantes ao cristianismo. Essa história, transmitida por gerações, representa a luta entre o bem e o mal, refletindo a força espiritual e a proteção que muitos acreditam que São Jorge oferece.
Ele é considerado Padroeiro dos cavaleiros, soldados, escoteiros, esgrimistas e arqueiros. Também é invocado ainda contra a peste, a lepra e as serpentes venenosas. O Santo é honrado também pelos muçulmanos, que lhe deram o apelativo de “profeta”.
Sua canonização, em 494, ocorreu pelo fato de seguir o Cristianismo e recusar-se a perseguir cristãos durante os séculos III e IV.
As relíquias de São Jorge encontram-se em diversos lugares do mundo. Em Roma, na igreja de São Jorge em Velabro é conservado seu crânio, por desejo do Papa Zacarias.
No Brasil, além de sua devoção católica, São Jorge também é amplamente reverenciado na Igreja Anglicana, Igreja Ortodoxa e nas crenças de matrizes africanas, como o candomblé e a umbanda. Nessas religiões, ele é frequentemente associado ao orixá Ogum, o ferreiro e guerreiro dos orixás, divindade ligada à guerra, à agricultura e à criação.
A palavra é sincretismo. No período colonial, escravos africanos que eram do candomblé não podiam cultuar seus orixás livremente, quando chegaram ao Brasil. A religião oficial do país era o catolicismo. Eles associaram as divindades aos santos católicos, para expressarem sua fé.
Ogum é considerado uma das primeiras divindades a descer da região celestial (Orum) para a Terra (Ayiê) com o objetivo de ajudar na criação do mundo. Em algumas tradições, Ogum também é visto como um ser humano, assim como São Jorge, e suas histórias se entrelaçam, principalmente em sua representação como defensor e protetor. Essa identificação de São Jorge com Ogum reforça o símbolo de força, coragem e luta, características comuns a ambas as figuras.
As histórias e crenças das religiões em que aparece a figura de São Jorge, seja por sincretismo ou não, são bem distintas, mas o conceito comum é nítido: ele sempre assume a forma de lutador, valente, aguerrido.
A figura de São Jorge, com sua lança e seu cavalo, é considerada um poderoso amuleto de proteção. Milhares de pessoas carregam sua imagem como símbolo de força e coragem, e sua figura está presente em camisetas, tatuagens, e outros objetos de fé.
O dia 23 de abril, seja dia de São Jorge, ou de Ogum – é uma data importante no Brasil-, especialmente no Rio de Janeiro.
Embora não seja o padroeiro oficial do estado nem da capital — título que pertence a São Sebastião —, São Jorge conquistou tamanho apreço popular que o dia 23 foi oficialmente reconhecido como feriado no calendário do Rio de Janeiro, em 2008.
Além das tradicionais missas e procissões, uma festa popular que cresce a cada ano são as feijoadas em homenagem ao Santo Guerreiro.
Em diferentes regiões, bares, escolas de samba e centros culturais organizam programações especiais para celebrar o padroeiro, com rodas de samba, shows, bate-papos e, é claro, as tradicionais feijoadas, que reúnem devotos e festeiros em um clima de confraternização.
Vestidos de vermelho e branco, os devotos de São Jorge chegam cedo, ainda na alvorada, e permanecem no bairro de Quintino, no Rio de Janeiro, ao longo de todo o dia 23 de abril. Pelas ruas, dezenas de barraquinhas de comidas e bebidas completam o clima de festa e devoção.
Fiéis lotam a igreja de São Jorge, em Quintino, na zona zorte do Rio de Janeiro em comemoração ao dia do Santo. Foto de Arquivo/Tomaz Silva/Agência Brasil
Onde é feriado em 23 de abril?
São Jorge de Ilhéus, na Bahia;
São Jorge d’Oeste, São Jorge do Ivaí e São Jorge do Patrocínio, todas no Paraná;
No Rio de Janeiro
São Jorge, no Rio Grande do Sul.
São Jorge é padroeiro do Corinthians
Entre as muitas celebrações desse dia, 23 de abril também marca o Dia do Torcedor Corinthiano, que foi oficializado em homenagem a São Jorge, padroeiro do Corinthians.
Existem várias maneiras de relacionar São Jorge com o Alvinegro. A primeira é o estigma de guerreiro que os dois possuem, que sempre estão atrás de seus objetivos. Há também a coincidência histórica. Em 1926, o atual presidente do Corinthians Ernesto Cassano, adquiriu o Parque São Jorge e fundou a sede social, em 1928. Ele fica localizado na Rua São Jorge, 777, no bairro do Tatuapé.
Sendo assim, na década de 1920, a diretoria do clube aproveitou para escolher o santo para ser padroeiro. Em 1941, o presidente Manoel Correcher construiu um santuário em cima da Fonte São Jorge e, quem bebesse daquela água, se tornaria corinthiano para sempre.
Existe quem conteste esta versão. São Jorge era o padroeiro do Corinthians Football Club, equipe inglesa que inspirou o nome do Corinthians Paulista antes de se fundir com o Casuals. Os fundadores do clube brasileiro, seguindo os ingleses, também resolveram adotar o mesmo padroeiro.
São Jorge é padroeiro do Corinthians. Reprodução: SCCP
A relação entre o Santo e o Timão ficou ainda mais próxima no ano de 1974. Após a derrota no Campeonato Paulista daquele ano para o Palmeiras, o Corinthians chegava a 20 anos sem títulos. Nessa época, o compositor Paulinho Nogueira gravou “Aí Corinthians”. Na música, ele dedica o sofrimento do torcedor e citava São Jorge: “Oh, são 20 anos de espera. Mas meu São Jorge me dê forças, para poder um dia enfim, descontar meu sofrimento em quem riu de mim”.
No ano de 2011, o Corinthians lançou seu terceiro uniforme homenageando o Santo. Em uma cor grená, estampou a imagem de São Jorge em sua camisa.
Quem aí se lembra desse manto utilizado na cor grená, Fiel? No dia de São Jorge, vale relembrar esse nosso terceiro uniforme em 2011 que levava o santo padroeiro do clube estampado.
São Jorge de Ilhéus, na Bahia; São Jorge d’Oeste, São Jorge do Ivaí e São Jorge do Patrocínio, todas no Paraná; No Rio de Janeiro São Jorge, no Rio Grande do Sul.
Quando é comemorado o Dia de São Jorge?
O Dia de São Jorge é celebrado em 23 de abril
Como o Dia de São Jorge é celebrado?
No Brasil: Festas religiosas, missas e oferendas em tendas de Umbanda e terreiros de Candomblé, nos quais São Jorge é associado a Ogum.
A SAF Botafogo protocolou, nesta quarta-feira (22), junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), o pedido de Recuperação Judicial com o objetivo de organizar os passivos da empresa. O clube também solicitou a suspensão temporária do direito de voto de seu acionista majoritário, John Textor, acusando-o de obstruir a entrada de novos investimentos. Leia em TVT News.
O pedido marca uma correção de rota para o projeto iniciado em 2022. Mesmo após um 2024 histórico, com os títulos da Libertadorese do Campeonato Brasileiro, o clube admite que o fluxo de caixa foi severamente impactado pela falta de suportes financeiros que estavam previstos no modelo original, mas que não se concretizaram.
Colapso financeiro
Jogo Chapecoense e Botafogo do Campeonato Brasileiro 📸 Vítor Silva/ BFR
O pedido de recuperação judicial da SAF Botafogo, sob gestão de John Textor, revela um cenário de colapso financeiro nas contas do clube. Em tramitação na 2ª Vara Empresarial do Rio, o processo detalha uma dívida que ultrapassa os R$ 2,5 bilhões, incluindo R$ 400 milhões em impostos atrasados e a falta de verba até para quitar os salários do próximo mês.
Desse montante, R$ 1,4 bilhão vence já no fim de 2026, fruto principalmente de transações de atletas. A inadimplência frequente já gerou novos bloqueios da Fifa, impedindo o Alvinegro de registrar novos reforços.
O Conflito com o Acionista Majoritário: John Textor
John Textor é acionista majoritário da SAF do Botafogo através da sua holding, a Eagle Football Holdings Ltd. Ele detém 90% das ações da SAF do clube desde 2022.
A SAF alega que o John tem usado sua posição para impedir a chegada de capital fresco, essencial para a saúde da companhia.
“A SAF também solicitou a suspensão temporária do direito de voto do acionista majoritário que, diversos meses, tem usado essa posição para obstruir a chegada de novo capital ao clube“, diz o comunicado.
Veja entrevista com John Textor sobre a situação do Botafogo:
🚨 John Textor, sobre a situação do Botafogo: "Eu sou o único oferecendo dinheiro agora. Alguém mais quer oferecer? Por favor, faça."
A recuperação judicial constitui o mecanismo jurídico voltado à preservação da empresa e à prevenção da falência. O recurso é acionado quando a organização perde a capacidade de honrar suas obrigações financeiras, permitindo a reestruturação de seus débitos para viabilizar a superação da crise e a continuidade da operação, ou seja, quando há mais passivos que ativos.
Leia a nota do Botafogo na íntegra:
A SAF Botafogo protocolou, nesta quarta-feira (22), junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), o pedido de Recuperação Judicial, como movimento estratégico de reorganização financeira e correção de rota para a continuidade e fortalecimento do projeto esportivo iniciado em 2022. Como parte do pedido, a SAF também solicitou a suspensão temporária do direito de voto do acionista majoritário que, por diversos meses, tem usado essa posição para obstruir a chegada de novo capital ao clube de futebol. A medida tem como prioridade absoluta a proteção das atividades do clube e o cumprimento dos compromissos com seus atletas, funcionários e prestadores de serviço, que seguirão recebendo atenção especial ao longo de todo o processo. A Recuperação Judicial é um instrumento legal de reestruturação empresarial, também previsto na Lei da SAF, que permite a criação de um ambiente de estabilidade, viabilizando a renegociação estruturada com credores, a reorganização do fluxo financeiro e o aprimoramento da disciplina administrativa, sempre com foco na preservação da operação. Nos últimos quatro anos, a SAF promoveu avanços relevantes dentro e fora de campo, com conquistas históricas como a Libertadores e o Campeonato Brasileiro de 2024, além de importantes investimentos em infraestrutura, incluindo o CT e o Estádio Nilton Santos. Ao mesmo tempo, o atual cenário também reflete a frustração de entradas financeiras relevantes e a descontinuidade de determinados suportes previstos no modelo originalmente estruturado, o que impactou diretamente o fluxo de caixa da companhia e exigiu a adoção de medidas de reorganização. Esse contexto impõe uma leitura objetiva dos desafios enfrentados, bem como a necessidade de ajustes estruturais que passam a ser conduzidos de forma organizada neste momento. A SAF Botafogo segue em plena atividade, participando normalmente de todas as competições esportivas, sem qualquer impacto em seu calendário ou em suas operações esportivas. Nos termos da legislação, será elaborado e apresentado um Plano de Recuperação aos credores, consolidando as medidas necessárias para o reequilíbrio financeiro da companhia. A Administração reafirma seu compromisso com o elenco, a comissão técnica, os colaboradores e todos os profissionais que fazem parte do dia a dia do clube, bem como com a torcida do Botafogo, que é parte essencial da sua história e da sua força. O momento exige união e foco. A SAF seguirá trabalhando para garantir a continuidade das atividades, a manutenção de um ambiente competitivo e o cumprimento responsável de seus compromissos. Com confiança na superação deste ciclo, o Botafogo seguirá em frente, com a mesma ambição e determinação que marcaram sua trajetória recente. SAF Botafogo
Comissão da Câmara aprova PEC do fim da escala 6×1. Colegiado considerou proposta constitucional e abre caminho para comissão especial discutir redução da jornada e da escala de trabalho. Leia em TVT News.
Veja como foi a sessão da CCJ que aprovou o fim da escala 6×1
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprvoiu nesta quarta-feira (22) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho 6×1. O avanço da proposta ocorre após o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), rejeitar o PL do governo federal.
O que a CCJ definiu nesta quarta ao votar a PEC do fim da escala 6×1
Em movimento que reforça a autonomia do Legislativo, Hugo Motta sinalizou que a Câmara seguirá o cronograma das PECs já em tramitação, preterindo o Projeto de Lei (PL 1838/26) enviado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A votação pelo fim da escala 6×1 desta quarta-feira focou na admissibilidade da proposta. Isso significa que a CCJ não julgou o mérito (se a ideia é boa ou ruim economicamente), mas sim se o texto respeita a Constituição e não fere cláusulas pétreas, que são dispositivos da Constituição Federal brasileira de 1988 que não podem ser abolidos ou alterados.
A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) foi a relatora na comissão e apresentou parecer favorável, argumentando que a proposta pelo fim da jornada 6×1 é constitucional e atende a anseios sociais contemporâneos.
Governo Federal e centrais sindicais estão juntos pelo fim da escala 6×1. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Próximos Passos para o fim da escala 6×1
Com a aprovação na CCJ hoje, a PEC não vira lei imediatamente. Ela seguirá para uma Comissão Especial, em que o mérito será discutido a fundo e o texto poderá sofrer alterações (substitutivos). Somente após essa fase é que a proposta irá ao Plenário da Câmara, onde precisará de 308 votos em dois turnos antes de seguir para o Senado.
A sessão na CCJ foi marcada por intensos debates entre a base governista, que abraçou a causa, e a oposição, que tenta contemplar os interesses do setor econômico, lembrando os piores momentos das elites que já foram contra o fim da escravidão e contra outras leis trabalhistas.
Marcha dos Trabalhadores em Brasília teve como principais pautas o fim da escala 6×1 nesta quarta (17). Hugo Motta tenta acelerar aprovação de PEC – Foto: Ricardo Weber/ TVT News
O que propõem as PECs que põem fim à escala 6×1
As PECs buscam alterar a Constituição Federal, que hoje estabelece jornada máxima de 44 horas semanais. Por isso, são consideradas mudanças mais estruturais e difíceis de reverter.
A PEC 221/19 propõe reduzir a jornada para 36 horas semanais, mantendo 8 horas diárias, sem definir uma escala específica. A organização da jornada ficaria a cargo de negociação coletiva. O texto prevê um período de transição longo, de até 10 anos.
Já a PEC 8/25 também fixa a jornada em 36 horas semanais, mas determina a adoção da escala 4×3 (quatro dias de trabalho e três de descanso). Nesse caso, a implementação seria mais rápida, em até 360 dias após a promulgação.
A proposta pelo fim da escala 6×1, de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), ganhou tração nas redes sociais e nas ruas sob o movimento “Vida Além do Trabalho” (VAT). O texto propõe a redução da jornada máxima semanal de 44 para 36 horas, mantendo o limite diário de oito horas.
Como funciona a tramitação
A tramitação de uma proposta de emenda à Constituição é mais longa e rigorosa do que a de um projeto de lei.
O primeiro passo é a análise na CCJ da Câmara, que verifica apenas se a proposta respeita os princípios constitucionais. Se for considerada admissível, segue para uma comissão especial, onde o mérito é discutido e pode sofrer alterações.
Depois disso, a PEC precisa ser votada em dois turnos no plenário da Câmara dos Deputados. Em cada turno, é necessário o apoio de pelo menos três quintos dos parlamentares (308 votos).
Se aprovada, a proposta segue para o Senado Federal, onde passa por processo semelhante: análise (geralmente na CCJ), seguida de dois turnos de votação no plenário, também com quórum de três quintos (49 senadores).
Um ponto central: PECs não precisam de sanção presidencial. Se aprovadas nas duas Casas, são promulgadas diretamente pelo Congresso Nacional e passam a integrar a Constituição.
O que prevê o Projeto de Lei do Governo Lula
O Projeto de Lei 1838/26 segue um caminho diferente. Ele altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sem mexer na Constituição.
A proposta reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e garante dois dias de descanso remunerado, consolidando a escala 5×2. Também estabelece que não poderá haver redução salarial e amplia a aplicação para diversas categorias profissionais.
Por tramitar em regime de urgência constitucional, o projeto tem prazos definidos: até 45 dias para análise na Câmara e mais 45 dias no Senado. Se esses prazos não forem cumpridos, a pauta das Casas pode ser trancada para votação de outras matérias.
Centrais sindicais, movimentos populares e integrantes do Governo Lula têm intensificado as articulações para que o presidente da Câmara, Hugo Motta, apresse a votação pelo fim da escala 6×1. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Como funciona a tramitação de um projeto de lei
Diferentemente das PECs, o projeto de lei tem um rito mais simples e rápido.
Após passar pelas comissões da Câmara (ou diretamente pelo plenário, dependendo do regime de urgência), o texto é votado pelos deputados por maioria simples. Em seguida, vai ao Senado, onde também precisa ser aprovado.
Se houver mudanças no Senado, o texto retorna à Câmara. Quando aprovado nas duas Casas, o projeto é enviado para sanção do presidente da República.
Nesse ponto está outra diferença fundamental: o presidente pode sancionar ou vetar total ou parcialmente o projeto. Vetos podem ser posteriormente analisados pelo Congresso.
Principais diferenças entre as propostas para fim da escala 6×1
modelo de jornada
PEC 8/25: 36 horas semanais com escala 4×3
PEC 221/19: 36 horas semanais, sem escala definida
PL 1838/26: 40 horas semanais com escala 5×2
prazo de implementação
PEC 8/25: cerca de 1 ano
PEC 221/19: até 10 anos
PL 1838/26: mais imediato após aprovação
tipo de norma
PECs: alteram a Constituição (mais difícil de mudar no futuro)
PL: altera a CLT (mais flexível)
tramitação
PECs: rito mais longo, dois turnos em cada Casa, sem sanção presidencial
PL: rito mais rápido, maioria simples e sanção do presidente
Para o governo, propostas não competem
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirma que o projeto do governo e as PECs não competem entre si. Segundo ele, o PL pode permitir uma redução mais rápida da jornada, enquanto a PEC serviria para consolidar a mudança na Constituição.
“O PL pode reduzir a jornada, mas a PEC é importante, na sequência, para consolidar o processo”, afirmou. Ele também ressaltou que, se a PEC for aprovada primeiro, o projeto pode perder a necessidade. Por outro lado, caso o PL avance antes, a nova jornada poderia entrar em vigor mais rapidamente e depois ser incorporada ao texto constitucional.
Fim da escala 6×1, redução da jornada para 40h semanais, sem redudzir salários são pautas históricas da classe trabalhadora. Foto: Ricardo Stucket/PR
O debate sobre o fim da escala 6×1 envolve não apenas o conteúdo das propostas, mas também o caminho para implementá-las. De um lado, há a busca por uma mudança estrutural e permanente via Constituição. De outro, a tentativa de acelerar a redução da jornada por meio de legislação ordinária.
Com as PECs apensadas avançando na CCJ da Câmara e o projeto do governo em regime de urgência, o Congresso terá de decidir qual estratégia adotar — ou se combinará os dois caminhos para atender à demanda por melhores condições de trabalho no país.
O que é o fim da escala 6×1?
O debate sobre o fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para folgar apenas um — está no centro da discussão nacional.
A proposta é uma bandeira histórica da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais, que apontam ganhos concretos:
Melhoria na qualidade de vida
Redução do adoecimento e do absenteísmo
Aumento da produtividade
Estímulo ao consumo
Possível geração de novos empregos
Levantamento da Nexus, Pesquisa e Inteligência de Dados, mostra que 73% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6×1, desde que não haja redução salarial. Ou seja: a sociedade entende que trabalhar para viver é diferente de viver para trabalhar.
Quais os impactos do fim da escala 6×1?
De acordo com nota técnica do Institto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), o impacto econômico do fima da escala 6×1 é mínimo:
Na indústria e no comércio, o custo operacional adicional seria inferior a 1%.
A redução da jornada para 40 horas semanais elevaria o custo do trabalho celetista em média 7,84%, mas, considerando o peso da mão de obra no custo total dos setores, o impacto se dilui.
Mesmo em setores com alta dependência de mão de obra, como vigilância e limpeza, o impacto é administrável e pode ser enfrentado com políticas de transição.
O próprio Ipea destaca que aumento de custo do trabalho não significa automaticamente queda na produção ou aumento do desemprego.
Um estudo do Dieese, encomendado pela Contraf-CUT, aponta que a implementação da jornada de quatro dias, entre os bancários que hoje realizam a jornada média de 37 horas semanais, teria o potencial de criar mais de 108 mil vagas no setor, ou 25% do total de vagas que existem atualmente.
“O fim da escala 6×1 pode gerar mais empregos e garantir ao trabalhador tempo para estudar, cuidar da saúde e ter lazer”, afirmou o secretário-geral da CUT, Renato Zulato
Para ele, reduzir jornadas exaustivas é uma medida concreta para abrir vagas e permitir que trabalhadores tenham tempo para qualificação e convivência familiar. “Não se trata apenas de tecnologia, mas de qualidade de vida”, afirmou, ao defender mudanças estruturais.
Argumentos contra o fim da escala 6×1 lembram a retórica das elites escravocratas contra a abolição. Foto: Letycia Bond/Agência Brasil
Já um estudo divulgado em 2024 pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) apontou que a Inteligência Artificial (IA) afetará 60% dos empregos em todo o mundo: metade de forma positiva e metade de forma negativa, ou seja, eliminando a participação humana em vários setores.
Renato Zulato também alertou para os impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho. Segundo ele, a transformação digital já altera rotinas produtivas e pode ampliar desigualdades se não houver políticas públicas de qualificação.
“Estamos vivendo a era da inteligência artificial. Se não houver reflexão e políticas de inclusão, parte da população será excluída dos novos processos produtivos e sociais”, disse o secretário geral da CUT.
É possível acabar com a escala 6×1?
Pesquisa da Unicamp corrobora visão do governo Lula, que defende modernização das relações de trabalho como parte da agenda de desenvolvimento social e econômico.
Fim da escala 6×1: estudo aponta que redução da jornada pode gerar 4,5 milhões de empregos
Um levantamento da economista Marilane Teixeira, pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mostra que a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 36 horas, com o fim da escala 6×1, tem potencial de gerar até 4,5 milhões de novos empregos no Brasil e elevar em cerca de 4% os níveis de produtividade no país. Saiba mais na TVT News.
O estudo faz parte do Dossiê 6×1, documento elaborado por 63 autores — entre professores, pesquisadores, auditores fiscais do Trabalho e representantes sindicais — que reúne 37 artigos sobre os impactos econômicos e sociais da medida.
A conclusão central do dossiê é direta: o Brasil está pronto para trabalhar menos. O diagnóstico contraria projeções pessimistas do mercado e derruba o argumento de que a mudança poderia provocar queda no PIB ou agravar a insolvência das empresas.
“Não vai ser agora, com avanços tecnológicos, num contexto de pleno emprego, com crescimento econômico e o nível de tecnologia que temos, que não vai ser possível no Brasil reduzir para 40 horas”, afirma Marilane Teixeira.
A pesquisa feita nas 27 unidades da Federação, entre os dias 30 de janeiro e 5 de fevereiro mostra que o brasileiro apoia o fim da escala 6×1. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
O que os dados mostram sobre o fim da escala 6×1
Com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE, o dossiê revela que aproximadamente 21 milhões de trabalhadores brasileiros cumprem jornada superior às 44 horas previstas na CLT. Outros 76,3% das pessoas ocupadas no país trabalham mais de 40 horas por semana — o que derruba a narrativa de que o brasileiro trabalha pouco.
A pesquisadora também chama atenção para os custos humanos da sobrecarga: em 2024, o Brasil registrou meio milhão de afastamentos por doenças psicossociais decorrentes de condições desfavoráveis no trabalho — apenas no emprego formal.
A redução da jornada atingiria diretamente 76 milhões de trabalhadores caso a escala 4×3 seja adotada, e beneficiaria cerca de 45 milhões na hipótese de migração para a jornada de 40 horas semanais em escala 5×2.
Ipea diz que é possível acabar com a escala 6×1
O estudo da Unicamp se soma a outras análises que sustentam tecnicamente a posição do governo. Uma nota técnica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), publicada em fevereiro de 2026, concluiu que os custos da redução da jornada para 40 horas seriam comparáveis aos de reajustes históricos do salário mínimo — medidas que não geraram desemprego. Nos grandes setores empregadores, como indústria e comércio, o impacto no custo operacional seria inferior a 1%.
Protesto pelo fim da escala 6×1. Fotos: Paulo Pinto/Agência Brasil e Tomaz Silva/Agência Brasil
Quando a escala 6×1 vai acabar?
Se aprovada, o fim da escala 6×1 ocorrerá de forma gradual. No primeiro ano, serão mantidas as regras atuais. No ano seguinte, o número de descansos semanais subirá de um para dois. Atualmente, a jornada máxima semanal de trabalho é de 44 horas mas, a partir de 2027, poderá cair para 40 horas.
O teto final será de 36 horas por semana de 2031 em diante. Anteriormente, o que se previa era que os empregadores não poderiam reduzir a remuneração dos trabalhadores para compensar o novo tempo de descanso. Esse ponto deverá ser votado pelo Congresso Nacional.
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TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT
O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva. Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.
“O jornal TVT News Segunda Edição comenta o que foi notícia no dia, traz serviços de utilidade pública, entrevistas com analistas da política, da cultura e da economia e repercute os fatos que estão em alta nas redes sociais”, conta o apresentador Don Ernesto.
O jornal TVT News Segunda Edição pode ser acompanhado na TV aberta digital, canal 44.1 na capital paulista e grande São Paulo, pelo YouTube da TVT: https://www.youtube.com/@redetvt com cortes nas redes sociais da TVT News (Instagram, Tik Tok, Kawai, Facebook e Linkedin).
“Esta é a segunda estreia da TVT News no mês de abril. Com os dois telejornais, pela manhã e pela tarde, a TVT está ainda mais próxima do público e dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, conta o presidente da TVT, Maurício Junior.
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.
Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia todo com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News
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Plataforma disponibiliza cerca de oito mil obras literárias nacionais e internacionais para aluguéis gratuitos. Iniciativa busca incentivar o hábito de leitura, democratizar o acesso às obras e contribuir para o ensino