Agora
Da Redação
Entenda por que o Pix virou alvo do governo de Donald Trump
O Pix, ferramenta central de transações financeiras e soberania digital no Brasil, passou a enfrentar uma severa ofensiva do governo dos Estados Unidos. Donald Trump incluiu o sistema de pagamentos brasileiro em uma lista de justificativas para propor uma nova tarifa de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil. Entenda com a TVT News como se deu essa disputa em torno do Pix.
A medida norte-americana, estruturada a partir de uma investigação iniciada em julho de 2025 pelo Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR), acusa o Banco Central do Brasil (BC) de cometer “práticas desleais” que prejudicam companhias privadas dos EUA, isto é, o Pix.
Sob a ótica da geopolítica e dos direitos dos povos de gerirem suas próprias estruturas digitais, o cerco da Casa Branca é visto por especialistas como uma tentativa de barrar o avanço de uma infraestrutura pública eficiente e de assegurar a hegemonia de multinacionais atreladas ao dólar.
Em março, em discurso na conferência conservadora norte-americana CPAC, o senador Flávio Bolsonaro chegou a pedir que Washington exercesse “pressão diplomática” sobre o arranjo institucional brasileiro.
Já em 2025, Eduardo Bolsonaro postou agradecimento a Trump após tarifaço dos EUA contra o Brasil. Agora, após a visita dele e do irmão, Flávio Bolsonaro, a Casa Branca, o presidente norte-americano anuncia novamente uma série de medidas que ameaçam a soberania do Brasil, como a decisão de igualar o PCC e o CV a organizações terroristas e agora o novo tarifaço.
“Obrigado, presidente Donald J. Trump. Espero que as autoridades brasileiras agora tratem esses assuntos com a seriedade que merecem. O Brasil não pode — e não vai — se tornar outra Venezuela, Cuba ou Nicarágua. Deus abençoe os Estados Unidos, Deus abençoe o Brasil“, escreveu Eduardo.
Na ocasião, o tarifaço de Trump ocorreu em meio a críticas ao julgamento de Jair Bolsonaro no STF, o que o presidente norte-americano entendeu ser “uma vergonha internacional” e que Bolsonaro seria alvo de perseguição política.
O STF, que frequentemente é alvo de bolsonaristas, também foi mencionado agora por Trump como uma das justificativas para a atual taxa de 25% sobre produtos brasileiros.
O relatório final das autoridades norte-americanas apresentado como justificativa para o tarifaço de junho de 2026 cita a atuação do STF, como a anulação de sentenças e processos da Operação Lava Jato, em 2023.

Entenda a guerra ao Pix
O argumento central do Escritório de Comércio norte-americano baseia-se na alegação de que o arranjo institucional do Pix limita a livre concorrência no mercado financeiro nacional.
Segundo os documentos divulgados pelo órgão dos EUA, “o duplo papel do Banco Central do Brasil como regulador e proprietário/operador do Pix cria um conflito de interesses, na ausência de salvaguardas procedimentais adequadas“.
A acusação formalizada por Washington assevera que o BC brasileiro agiu para “prejudicar prestadores de serviços de pagamentos eletrônicos dos EUA e favorecer o Pix“.
A Casa Branca contesta especificamente as regras de democratização do acesso à ferramenta adotadas pelo Banco Central.
O governo dos EUA critica o fato de a autoridade monetária brasileira obrigar as instituições financeiras com mais de 500 mil contas ativas a disponibilizarem o Pix, além de exigir que o mecanismo seja exibido na tela principal dos aplicativos de forma destacada, com visibilidade não inferior à de qualquer outra modalidade de transferência.
A gratuidade obrigatória para pessoas físicas e as travas que reduzem as tarifas cobradas de pessoas jurídicas pelas transações também foram classificadas como abusivas por Washington. De acordo com os negociadores norte-americanos, “os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial dado ao Pix são injustos e discriminatórios.
É injusto exigir que concorrentes concedam vantagens ao Pix, como disponibilidade, visibilidade e limites de tarifas, e o Brasil discrimina fornecedores de serviços de pagamentos eletrônicos dos EUA ao conceder essas vantagens apenas ao campeão nacional brasileiro”.
O que dizem operadoras de cartões e especialistas brasileiros
Por trás do discurso técnico sobre concorrência de mercado, economistas apontam que a ofensiva norte-americana visa resguardar as receitas de gigantes financeiras globais.
Como o Pix possui custo zero para os cidadãos e valores marginais para comércios, ele passou a disputar diretamente o mercado de pagamentos com as grandes bandeiras de cartão de crédito americanas, como Visa, Mastercard e American Express (Amex).
O professor de economia da ESPM, Jorge Ferreira dos Santos Filho, esclareceu ao G1 que a ferramenta estatal afeta substancialmente a lucratividade dessas corporações e de empresas de alta tecnologia no país. Conforme aponta o especialista:
“O sistema também compete com fintechs americanas. Enquanto nos EUA a regulação permite a cobrança por transferências instantâneas, no Brasil essas empresas são obrigadas a integrar o Pix para operar.”
O professor complementa sinalizando que o modelo brasileiro força as empresas a alterarem suas práticas de captação de receitas, atingindo inclusive grandes corporações que operam carteiras digitais, como o Google.
O diretor-executivo e fundador do RegLab, Pedro Henrique Ramos, salienta que essa pressão surge a partir do momento em que um órgão público desenvolve uma operação de amplo sucesso.
Ramos destaca que “de uma forma ou de outra, o Pix se tornou um modelo de inovação estatal eficiente, que pode ser replicado por outros países, o que representa uma possível ameaça ao domínio de empresas americanas no mercado global de meios de pagamento”.

O analista lembra que os EUA possuem um histórico de confrontar infraestruturas domésticas semelhantes em nações em desenvolvimento, rememorando contestações impostas à Indonésia, à Índia e à China. Na Indonésia, por exemplo, o governo americano impôs tarifas de 32% sobre produtos importados utilizando justificativas idênticas sobre “práticas comerciais injustas” direcionadas contra Visa e Mastercard.
Embora o sucesso do Pix assuste o mercado corporativo dos EUA, o presidente da PagBrasil, Ralf Germer, pondera que a tecnologia impulsiona uma disputa comercial justa no setor e que não há base técnica sólida para os questionamentos de Washington.
Germer pontua que “o Pix não foi criado para concorrer ou substituir outros meios de pagamento, como o cartão de crédito. Desde o lançamento do sistema, as demais formas de pagamento, especialmente os cartões, continuaram crescendo”. Ele reforça que houve período hábil para que os competidores privados aprimorassem seus próprios serviços para rivalizar com a agilidade e os custos da malha pública nacional.
Pix Internacional como ameaça à hegemonia do dólar
Um dos fatores de maior atrito geopolítico na queixa norte-americana envolve o plano de expansão do Pix além das fronteiras nacionais. O Banco Central mantém os trabalhos de desenvolvimento do Pix Internacional, formato que já opera de maneira restrita em localidades específicas dos próprios Estados Unidos (como Miami e Orlando), na Argentina e em Portugal. A intenção de longo prazo da autoridade monetária é estruturar pagamentos transfronteiriços contínuos interligando sistemas internacionais de transferências em tempo real.
A ampliação da abrangência do sistema ocorre em paralelo com as articulações promovidas pelo bloco do Brics, composto por Brasil, Rússia, China, Índia, África do Sul, Irã e Arábia Saudita, voltadas à formulação de alternativas comerciais que diminuam a dependência global em relação ao dólar americano.
Diante desse cenário, analistas apontam que a possibilidade de interligação de ferramentas semelhantes ao Pix para pagamentos mútuos entre as nações emergentes acendeu o alerta em Washington por ameaçar o monopólio cambial norte-americano.
O Pix Internacional representa um concorrente para o SWIFT. O SWIFT funciona como a rede internacional de mensagens e liquidações financeiras que, costumeiramente, é utilizada pelos Estados Unidos e pela União Europeia como canal para monitorar e impor sanções econômicas globais a países soberanos.
A vulnerabilidade decorrente da falta de infraestruturas financeiras próprias ficou evidente em discussões institucionais.
Caso o Brasil dependesse exclusivamente de uma plataforma estrangeira regulada por leis externas, como a Lei Magnitsky norte-americana, uma decisão unilateral emitida em Washington seria suficiente para paralisar as transações internas do país, gerando instabilidade na subsistência das famílias e no funcionamento de pequenos estabelecimentos.
Pressão contra o STF, interesses das big techs e o papel da oposição


A investida comercial contra o Brasil não se encerra nas finanças e engloba o descontentamento de corporações de tecnologia de dados (big techs) em relação às balizas de direitos e soberania jurídica impostas pelo Judiciário nacional.
A representação do USTR incorporou nas reclamações oficiais as queixas de empresas americanas como Google e Meta (proprietária do WhatsApp, Instagram e Facebook) quanto ao cumprimento de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) relativas ao combate a discursos de ódio, fake news e à obrigatoriedade de moderação de conteúdos ilícitos.
Embora não exista um elo direto entre regulação de internet e meios de pagamento, os embates com as big techs encorpam as justificativas americanas de retaliação para pressionar a Suprema Corte brasileira. O atrito, assim, não abrange apenas interesses comerciais, como também discursos políticos dessas empresas digitais.
O que é notícia no Jornal TVT News Primeira Edição | 02-06-2026
Veja o que é notícia no Jornal TVT News Primeira Edição desta terça-feira, 2 de junho de 2026. Confira quais são as notícias do dia com a equipe do Jornal TVT News Primeira Edição.
O que é notícia em 2 de junho de 2026 no Jornal TVT News Primeira Edição
- EUA propõem tarifaço de 25% e miram PIX como prática desleal
- Vorcaro bancou viagem de luxo de Ciro nos Alpes por R$2 milhões
- ONG do Dark Horse tinha contratos com SP e DF ligados à direita
- Trump indica aliado MAGA cubano-americano como embaixador no Brasil
- Greve em Portugal cancela voos da Azul entre Viracopos e Lisboa
- Trump pressa Netanyahu com palavrões para reduzir ofensiva no Líbano
- PEC da escala 6×1 aguarda despacho de Alcolumbre no Senado
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem dois telejornais diários: o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.

Sobre a TVT
A TVT é uma emissora educativa outorgada à Fundação Sociedade Comunicação Cultura e Trabalho, entidade cultural sem fins lucrativos, mantida pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.
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Trump impõe tarifa de 25% contra o Brasil: veja produtos afetados
Os EUA anunciaram tarifa de 25% sobre uma ampla gama de mercadorias brasileiras. A medida de força, fundamentada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, decorre de uma determinação direta do presidente norte-americano Donald Trump, sob a alegação de que o governo brasileiro adota práticas comerciais consideradas “irrazoáveis” que oneram ou restringem o mercado, como Pix gratuito, que os EUA alegam ser injusto e discriminatório. Leia em TVT News.
A decisão do tarifaço se deu após visita de Flávio Bolsonaro a Casa Branca junto a seu irmão, Eduardo. Flávio insisitiu hoje que pediu para Trump poupar empresas brasileiras de tarifaço, mas se as coisas pareciam acertadas após encontro de Lula com o presidente norte-americano, foi apenas com a visita do candidato do PL as coisas mudaram.
A ofensiva econômica de Washington abala a diplomacia entre os dois países e o planejamento de mercado brasileiro. Em maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia tentado estabelecer um novo canal de diálogo direto com Trump para frear as retaliações financeiras norte-americanas, que ocorrem em meio a outras tensões políticas.
Apesar do forte impacto que a sobretaxa representa para diversos setores produtivos que dependem das exportações, a listagem divulgada pelo órgão de comércio norte-americano preservou alguns segmentos da nova barreira. Materiais informativos, doações e uma série de itens de base agrícola, alimentícia, mineral e de alta tecnologia foram mantidos de fora do pacote punitivo.
Alimentos e setor aeroespacial ficam de fora da sobretaxa de 25%
De acordo com as diretrizes emitidas pelo órgão norte-americano, os produtos agrícolas e de subsistência alimentar que suprem o comércio local não devem sofrer o acréscimo tarifário de 25% proposto na investigação. A isenção abrange carnes, frutas, grãos e minerais de abastecimento.
Entre os produtos poupados da nova taxação estão:
- Carnes e derivados: Carne bovina em cortes frescos, refrigerados ou congelados (com ou sem osso), carcaças, cortes de alta qualidade, miúdos, carne enlatada, seca ou defumada.
- Café e estimulantes: Café torrado ou não torrado, descafeinado, chás (verde e preto), cascas e substitutos, além de erva-mate.
- Frutas e nozes: Tomates frescos ou refrigerados, cocos (frescos ou desidratados), bananas, plátanos, abacaxis, abacates, goiabas, mangas, laranjas, limões, papaias, kiwis, castanhas-do-pará, castanhas-de-caju e macadâmias.
- Cacau e especiarias: Grãos, pasta, manteiga e pó de cacau sem açúcar, além de condimentos como pimenta, baunilha, canela, cravo, noz-moscada, gengibre, açafrão e cúrcuma.
- Raízes e hortaliças: Mandioca (fresca, congelada ou seca), amido de mandioca, tapioca, taro, mangarás, araruta, chuchu, brotos de bambu, castanhas-d’água e cogumelos shiitake secos.
- Sucos e polpas: Sucos de laranja, limão, abacaxi, açaí e preparações derivadas do açaí.
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Além da cadeia de suprimentos de alimentação e agricultura, os EUA exluíram da cobrança itens de alto valor industrial e insumos de produção primária. Aeronaves completas e peças voltadas ao setor aeronáutico, compostos químicos orgânicos, elementos de terras raras, defensivos e fertilizantes para o solo, além de insumos farmacêuticos e medicinais, estão listados como poupados da barreira alfandegária.
O que diz Washington

O relatório final elaborado pelas autoridades norte-americanas lista uma série de queixas estruturais distribuídas em seis eixos de críticas ao modelo regulatório e jurídico adotado pelo Brasil.
Um dos alvos centrais do documento reside no Comércio Digital e nos Serviços de Pagamento, com menção explícita ao sistema de transferências instantâneas regulado pelo Banco Central do Brasil.
Para eles, o Pix é um problema
Os Estados Unidos afirmam que a autoridade monetária brasileira favorece o sistema Pix em detrimento de provedores privados norte-americanos. O texto reclama do fato de o Banco Central atuar ao mesmo tempo como órgão regulador e proprietário da tecnologia, alegando que isso restringe as taxas e a atuação de concorrentes estrangeiros.
Regulação das redes
Sob o mesmo eixo, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) ataca decisões de tribunais brasileiros que determinaram a remoção de conteúdos políticos e a suspensão de contas em mídias sociais de empresas americanas.
Tarifas Preferenciais adotadas com México e índia
No âmbito comercial clássico, o governo de Donald Trump questiona as Tarifas Preferenciais adotadas pelo Brasil em acordos bilaterais firmados com o México e com a Índia. A queixa indica que a concessão de tarifas reduzidas a mercadorias desses países criaria barreiras e desvantagens desleais para as empresas norte-americanas em setores altamente competitivos.
O documento mistura pautas de governança e sustentabilidade ao apontar falhas históricas no combate ao Desmatamento Ilegal na região amazônica e nos biomas nacionais, alegando que a falta de aplicação severa do marco legal brasileiro penaliza concorrentes internacionais.
Mercado de etanol
Há também protestos relativos ao Acesso ao Mercado de Etanol, em que os EUA acusam o Brasil de romper, em 2017, um modelo de equilíbrio tarifário sem oferecer a reciprocidade devida ao combustível norte-americano.
Por fim, o relatório tece críticas à Proteção da Propriedade Intelectual e às políticas de Combate à Corrupção. Sob o argumento de lentidão institucional, o texto contesta a demora do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) na análise de patentes, apontando que processos biofarmacêuticos chegam a levar 109 meses para conclusão.
Anulação de sentenças da Lava Jato… Mas o que Trump tem a ver com a atuação do STF?
Na área de combate a desvios, o USTR menciona a anulação de sentenças e processos da Operação Lava Jato pelo Supremo Tribunal Federal em 2023, a renegociação de acordos de leniência empresarial e a oscilação negativa do Brasil em índices globais de percepção da corrupção como fatores que justificam a sanção comercial.
Impasse nas negociações

A publicação desse parecer punitivo acontece justamente no encerramento das atividades de um grupo de trabalho bilateral montado especificamente para distensionar as relações comerciais e afastar novas sobretaxas.
Os encontros entre técnicos das duas nações foram combinados em maio, após uma reunião de cúpula entre os presidentes na Casa Branca. Embora o canal de comunicação tenha recebido avaliações positivas no início das rodadas, os integrantes das comissões confirmaram que as conversas travadas nas últimas semanas não conseguiram evoluir a ponto de costurar um consenso que evitasse a retaliação.
O embaixador e Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, confirmou a persistência dos impasses na condução da política externa:
“Ao longo do último ano, o Presidente Trump e eu tivemos várias reuniões construtivas com o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o seu gabinete, que se intensificaram nas últimas semanas. Contudo, continuamos a ter divergências substanciais na resolução das questões identificadas nesta investigação”.
A pressão norte-americana por meio da Seção 301 da Lei de 1974 faz parte de uma cartilha histórica de intervenção econômica adotada por Washington para impor sua agenda nacional.
O dispositivo legal foi utilizado pelo próprio Trump em 2019 contra produtos do mercado chinês e, posteriormente, mantido por gestões concorrentes, como a de Joe Biden, demonstrando a postura protecionista do país de usar o peso de seu mercado interno para constranger nações em desenvolvimento.
A atual disputa comercial ocorre após um vaivém jurídico nos tribunais norte-americanos. Em fevereiro deste ano, a Suprema Corte dos Estados Unidos impôs um limite ao poder presidencial ao declarar que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), utilizada por Trump para sustentar os decretos de tarifas anteriores, não dava ao governante o direito de taxar produtos por conta própria. A decisão derrubou a sobretaxa de 40% enviada em carta ao governo brasileiro em julho de 2025, bem como as tarifas de reciprocidade de abril.
Em reação ao revés no tribunal, o governo dos EUA acionou novos mecanismos legais para impor um adicional temporário global de 10% que atinge os produtos brasileiros e vigora até 24 de julho, além de manter alíquotas pesadas de 50% sobre o aço e alumínio do país. Com o novo parecer de 25% apresentado pelo USTR sob a Lei de 1974, abre-se um novo horizonte de disputas e prazos institucionais.
O cronograma oficial fixa o envio de solicitações para audiências até o dia 22 de junho de 2026, o recebimento de contestações escritas até 1º de julho e a realização de um debate público em 6 de julho. O limite final para que o governo dos Estados Unidos decida pela aplicação prática ou pela suspensão das barreiras de 25% contra os bens do Brasil expira no dia 15 de julho de 2026.
Qual a cotação do dólar em 2 de junho
Confira o valor do dólar e outros indicadores da economia em 2 de junho de 2026, com a TVT News.
Principais indicadores econômicos desta quinta, 2 de junho:
Dólar hoje
Confira a cotação do dólar hoje
Mercado financeiro em tempo real
Confira os números da economia brasileira
- Índice Bovespa
- Cotação do dólar
- Preço do Petróleo Brent
- Cotação do Euro
📊 Economia ao vivo
Confira a cotação do dolár e de outras moedas internacionais (euro e peso argentino)
Cotação atualizada do dólar, euro e peso argentino em comparação ao Real.

Qual time brasileiro tem mais jogadores na Copa do Mundo
Não é só pela Seleção Brasileira que o torcedor brasileiro poderá torcer na Copa do Mundo FIFA 2026. A TVT News sabe que o torcedor ama o clube de coração e tem carinho especial pelos jogadores que foram convocados por outras seleções.
Ao todo, são 32 jogadores na Copa do Mundo que também são vistos nos gramados brasileiros. Fla, Verdão e Galo encabeçam a lista de times do Brasil com atletas convocados na Copa do Mundo.
Futebol brasileiro terá 32 representantes na Copa do Mundo de 2026; Flamengo lidera
A Copa do Mundo de 2026 contará com forte presença de atletas que atuam no futebol brasileiro. Entre os clubes do país, o Flamengo aparece como a equipe com o maior número de jogadores convocados para a competição, somando nove representantes em diferentes seleções nacionais.
Na sequência do ranking está o Palmeiras, com sete atletas chamados para defender seus países no Mundial. O Atlético-MG aparece em terceiro lugar, com quatro convocados.
A dupla Gre-Nal também tem seu espaço garantido, com dois convocados para cada lado (Grêmio e Internacional). A lista de equipes brasileiras envolvidas no Mundial se estende ainda por outros oito times: Athletico-PR, Botafogo, Bragantino, Corinthians (com o holandês Memphis Depay), Fluminense, Santos, São Paulo e Vasco — cada um cedeu um jogador para a competição.
Esse número expressivo reafirma o peso do campeonato nacional, que fortalece não apenas a Seleção Brasileira, mas também os elencos de países vizinhos como Paraguai, Uruguai, Colômbia e Equador.
Clubes brasileiros com jogadores na Copa do Mundo
- Flamengo: 9 convocados
- Palmeiras: 7 convocados
- Atlético-MG: 4 convocados
- Grêmio: 2 convocados
- Internacional: 2 convocados
- Botafogo, Corinthians, Santos, São Paulo, Fluminense, Vasco, Athletico-PR e Bragantino: 1 convocado

Lista dos jogadores que jogam no Brasil e estarão na Copa do Mundo
- Flamengo (9): Alex Sandro (Brasil), Danilo (Brasil), Léo Pereira (Brasil), Lucas Paquetá (Brasil), Guillermo Varela (Uruguai), Nicolás De la Cruz (Uruguai), Giorgian De Arrascaeta (Uruguai), Gonzalo Plata (Equador), Jorge Carrascal (Colômbia)

- Palmeiras (7): Gustavo Gómez (Paraguai), Maurício (Paraguai), Ramón Sosa (Paraguai), Joaquín Piquerez (Uruguai), Emiliano Martínez (Uruguai), John Arias (Colômbia) e Flaco López (Argentina)

- Atlético-MG (4): Junior Alonso (Paraguai), Ángelo Preciado (Equador), Alan Franco (Equador) e Alan Minda (Equador)
- Grêmio (2): Weverton (Brasil) e Fabián Balbuena (Paraguai)
- Internacional (2): Sergio Rochet (Uruguai) e Félix Torres (Equador)
- Botafogo (1): Danilo Santos (Brasil)
- Santos (1): Neymar (Brasil)
- São Paulo (1): Damián Bobadilla (Paraguai)
- Bragantino (1): Isidro Pitta (Paraguai)
- Fluminense (1): Agustín Canobbio (Uruguai)
- Vasco (1): Andrés Gómez (Colômbia)
- Athletico-PR (1): Juan Camilo Portilla (Colômbia)
- Corinthians (1): Memphis Depay (Holanda)
Com informações do Globo Esporte
Quando serão os jogos do Brasil na Copa do Mundo?
- 1ª rodada – 13 de junho (sábado) – 19h – Brasil x Marrocos
- 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira) – 21h30 – Brasil x Haiti
- 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira) – 19h – Escócia x Brasil
Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026
Confira os grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. O Brasil está no grupo C na disputa pelo hexa na Copa do Mundo e enfrenta Marrocos, Escócia e Haiti.
Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026
- GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca;
- GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;
- GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;
- GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;
- GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;
- GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;
- GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;
- GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;
- GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;
- GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;
- GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;
- GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

Faltam 9 dias para a Copa: esta é a edição com mais países africanos da história
Faltam 9 dias para o início da Copa do Mundo 2026! Com o maior número de seleções da história das Copas, esta é também a que têm mais países africanos entre os competidores. São ao todo 48 seleções, das quais 10 são da África. Leia em TVT News.
Faltam
16h
A baixa participação de países africanos em torneios mundiais não pode ser explicada sem considerar o contexto brutal do imperialismo europeu, que explorou e colonizou os países do continente, impactando o índice de desenvolvimento desses lugares até os dias atuais.
Até pouco tempo atrás, enquanto países europeus e americanos, já libertos do domínio colonial, participavam de jogos como estados-nação, os africanos ainda viviam sob o domínio das metrópoles europeias.
Ora, se o primeiro título da Copa do Mundo conquistado pelo Brasil – que passou por lutas e processos de independência na primeira metade do XIX, embora a data oficial seja 1808 – se deu em 1958, a maioria dos países africanos conquistaram a independência apenas após a década de 60. Na África do Sul, o apartheid acabou apenas em 1994.
Até a atual edição da Copa, o recorde anterior de participantes africanos pertencia ao Mundial realizado na África do Sul, no ano de 2010, que contou com seis seleções locais.
O novo formato da Fifa adiciona quatro vagas diretas à contabilidade africana, consolidando um processo de reparação e de maior equilíbrio representativo na geografia do futebol.
Entre as equipes qualificadas para o torneio de 2026, destaca-se a participação da seleção de Cabo Verde, que faz sua estreia absoluta em fases finais de Copas do Mundo, ampliando a diversidade cultural do evento.
A expansão do número de vagas atende a uma demanda antiga de federações da África e da Ásia, que por décadas questionaram o peso desproporcional concedido às confederações europeias e sul-americanas nos torneios mundiais.
O desempenho em campo já sinalizava que o futebol do continente africano demandava maior espaço institucional. A presença de seleções daquela região nas fases de mata-mata e nas decisões de torneios de grande porte deixou de ser tratada como um fato esporádico para se converter em uma constante técnica.
Veja as seleções africanas que irão participar da Copa do Mundo 2026
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África do Sul
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Argélia
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Cabo Verde
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Costa do Marfim
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Egito
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Gana
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Marrocos
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República Democrática do Congo (RD Congo)
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Senegal
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Tunísia
Seleções africanas que se destacaram na história das Copas
Marrocos
No ano de 2022, durante o Mundial do Catar, a seleção de Marrocos quebrou barreiras históricas ao construir a melhor campanha de uma equipe africana na história do torneio, alcançando a fase semifinal e encerrando sua participação na quarta colocação geral. Esse feito coroou uma trajetória de evolução coletiva que já havia batido na trave em edições anteriores.
Gana
Em 2010, atuando em solo africano, a seleção de Gana esteve muito próxima de romper a barreira das quartas de final. Naquela ocasião, a equipe ganesa era comandada em campo por Asamoah Gyan, atleta que ostenta o título de maior artilheiro do continente africano na história das Copas do Mundo.
Argélia e Nigéria
Outro momento expressivo de consolidação ocorreu na Copa de 2014, realizada no Brasil, quando, pela primeira vez na história, duas nações da África, Argélia e Nigéria, conseguiram avançar de forma simultânea para a fase de oitavas de final. O feito de classificar duas equipes para os mata-matas repetiria-se no Catar, em 2022, com o avanço conjunto de Marrocos e Senegal.
Com dez representantes espalhados pelos grupos em 2026, as chances de o continente alcançar fases agudas e contestar a hegemonia das potências tradicionais europeias aumentam consideravelmente.
Conheça um craque por seleção
Desde lideranças consagradas em suas prováveis despedidas até jovens promessas que começam a pavimentar seu espaço, conheça os nomes por trás das seleções africanas desta Copa do Mundo.
África do Sul
A África do Sul não passou da fase de grupos em nenhuma das três Copas que jogou: 1998, 2002, 2010. Em 2026, a seleção de Hugo Broos, técnico que levou o título do Capeonato Africano das Nações de 2017 pelo Camarões, se apresenta com nome da Premier League.
Lyle Foster

Lyle Foster é o atacante de 25 anos da seleção africana que joga pelo Burnley, na Premier League, onde marcou três gols nesta temporada.
Foster também marcou dois gols e deu duas assistências no Campeonato Africano das Nações, enquanto a África do Sul avançava até as oitavas de final.
Argélia
Pela primeira vez, desde a Copa realizada no Brasil, em 2014, a seleção da Argélia volta ao torneio mundial. Em 2014, a seleção foi eliminada nas oitavas de final, sendo derrotada apenas na prorrogação pela Alemanha, a campeã naquele ano.
Riyad Mahrez

Mahrez, o ponta da seleção argelina, tem uma carreira consolidada com títulos no futebol inglês. Ele foi um dos principais jogadores na conquista do título nacional do Leicester City no ano de 2016, feito inédito.
Posteriormente, transferiu-se para o Manchester City, clube onde permaneceu por cinco temporadas, realizando 78 gols e vencendo quatro edições da Premier League. Em 2022-23, Mahrez participou da melhor temporada da história do City, vencendo a Champions League.
Pela seleção da Argélia, Mahrez disputa eliminatórias e fases finais desde o ano de 2014, tendo conquistado o título da Copa Africana de Nações, somando 113 jogos e 38 gols marcados com a camisa de seu país.
Cabo Verde
Essa é a primeira Copa do Mundo da seleção de Cabo Verde. O país conseguiu conquistar sua independência de Portugal apenas em 1975. Sua seleção surgiu em 1978. Em 2026, eles conseguiram o feito histórico de se classificar para o torneio após após a vitória sobre Essuatíni na última rodada das eliminatórias.
Sob a liderança de Bubista, o técnico conseguiu consolidar a equipe. No amistoso deste domingo (31), a seleção de Cabo Verde marcou 3 a 0 na Sérvia.
Ryan Mendes

Ryan Mendes é o capitão da seleção e maior ídolo de Cabo Verde. Com 36 anos, ele é o jogador com mais partidas e mais gols na história da seleção.
Costa do Marfim
Assim como a Argélia, a Costa do Marfim retorna à Copa do Mundo pela primeira vez desde o Brasil 2014.
Campeões africanos em 2024, a Costa do Marfim busca um espaço no mata-mata, algo que nunca ocorreu nas suas três campanhas em Copas. Em 2006, 2010 e 2014 a seleção ficou apenas na fase de grupos.
Amad Diallo

Amad Diallo é uma das principais peças da seleção da Costa do Marfim. Com 23 anos, Diallo atua como ponta direita no Manchester United.
Pela seleção, o atacante registra 18 partidas oficiais e cinco gols. A edição de 2026 marca a primeira participação de Diallo em uma Copa do Mundo.
Egito
O Egito ficou de fora na última Copa, mas voltou em 2026 com um dos maiores astros do futebol mundial: Mohamed Salah. O técnico da equipe é o ex jogador Hossam Hassan, um dos maiores artilheiros da história do futebol egípcio, e, atualmente, um dos principais treinadores do país.
O Egito já participou de 3 edições do campeonato, com o largo espaço temporal: 1934, 1990 e 2018.
Mohamed Salah

Conhecido como o “Faraó”, o atacante egípcio é uma das referências do futebol internacional. Na música oficial da Copa da Shakira, seu nome aparece em uma estrofe com Messi e Mbappé.
Aos 33 anos, o jogador encerrou recentemente um ciclo de quase uma década com a camisa do Liverpool, da Inglaterra, agremiação pela qual marcou 258 gols em 442 partidas, erguendo duas taças da liga inglesa e um troféu da Champions League.
Defendendo a seleção do Egito, Salah acumula mais de 100 partidas oficiais e superou a marca de 60 gols. Ele detém o posto de maior artilheiro da história das Eliminatórias Africanas para o Mundial, com 20 gols, superando marcas de atletas históricos como o camaronês Samuel Eto’o e o marfinense Didier Drogba.
Gana
Gana garantiu vaga pela segunda edição consecutiva da Copa. Em 2010, a seleção de Gana chegou às quartas de final.
Será a quinta participação do país em Copas do Mundo, novamente sob o comando de Otto Addo. Eles participaram em 2006, 2010, 2014, 2022 e, agora, participam em 2026.
Antoine Semenyo

Atoine Semeyo, o atacante de Gana, chega ao Mundial após transferência de R$ 450 milhões para o Manchester City.
Semenyo foi um dos grandes nomes da liga inglesa na temporada recente, defendendo as camisas do Bournemouth e, na sequência, do clube de Manchester, acumulando uma participação direta em 21 gols ao longo de 37 partidas oficiais.
Aos 26 anos de idade, o atleta destaca-se por sua polivalência, atuando tanto centralizado na grande área quanto distribuído pelas laterais do campo de ataque.
Sua estreia pela seleção nacional ocorreu em 2022 e esta é sua segunda experiência em Copas do Mundo.
Marrocos
Em 2026, Marrocos vai disputar sua terceira Copa do Mundo, são três Copas seguidas. Em 2022, o país conseguiu chegar ao 4º lugar do campeonato, algo nunca feito por uma seleção africana na história. Com o técnico Walid Regragui, a seleção disputará a taça novamente este ano.
A seleção marroquina é composta por craques, além do lateral Achraf Hakimi do PSG, a equipe ainda conta com Noussair Mazraoui (Manchester Unitede) e Yassine Bounou (Al-Hilal).
Achraf Hakimi
Achraf Hakimi é capitão da equipe e lateral-direito do Paris Saint-Germain. Neste sábado, ele ganhou mais uma Champions League pelo time.
Aos 27 anos, ele foi o sexto colocado no prêmio Bola de Ouro 2025. Revelado pelo Real Madrid, ele já atuou no Borussia Dortmund e Internazionale.
República Democrática do Congo
A República do Congo não participava da Copa do Mundo desde 1974, ano de sua única participação. O país conquistou sua independência em 1960. Em 1974, na Alemanha Ocidental, o Congo era a única seleção do continente africano.
Sob o comando de Sébastien Desabre, o país conseguiu sua vaga no torneio após golear a Jamaica por 1 a 0 na prorrogação da final da repescagem mundial.
Yoane Wissa

Wissa é atual atacante do Newcastle, onde enrtrou por por R$ 360 milhões. Ele ganhou destaque no futebol francês, mas em 2021 pasosu a jogar a Premier League, quando foi para o Brentford.
Em 2021, ele foi alvo de um ataque brutal, em que uma mulher tocou sua campainha pedindo um autógrafo e o atacaou com ácido na tentativa de raptar seu filho. Na ocasião, ele quase ficou sem enxergar e sofreu queimaduras graves. Até hoje o jogador diz ter traumas por conta do episódio.
Senegal
Sob o comando de Pape Thiaw, em 2026, Senegal participa da sua terceira Copa do Mundo consecutiva.
Ao todo, foram 3 copas, 2002, 2018 e 2022. Em 2022, a equipe conseguiu chegar às quartas de final e, em 2022, se classificou para as oitavas.
Além de Sadio Mané, o Senegal ainda conta com o craque Ismaila Sarr, que disputa a Premier League pelo time inglês Crstal Palace. O jogador aparece em 70 na lista da Fox Sportes dos 100 melhores jogadores da Copa do Mundo Fifa 2026.
Sadio Mané

O atacante senegalês compôs, ao lado de Salah, um dos setores ofensivos mais eficientes do futebol europeu em anos recentes pelo Liverpool.
Mané registrou 120 gols em 269 exibições pelo clube inglês, participando diretamente da conquista de taças nacionais e continentais.
Após uma rápida passagem pelo Bayern de Munique, da Alemanha, transferiu-se para o Al-Nassr, seu atual clube na Arábia Saudita. Defendendo a seleção do Senegal desde o ano de 2012, o jogador acumula 52 gols em 124 exibições, sustentando a posição de principal referência técnica e liderança de sua geração no país.
Tunísia
A Tunísia disputou a Copa do Mundo 6 vezes em sua história: 1978, 1998, 2002, 2006, 2018 e 2022. E agora, jogam em 2026. Embora seja a seleção africana com mais participações no torneio mundial, o país nunca conseguiu chegar muito longe, ficando sempre na fase de grupos.
Hannibal Mejbri

Revelado no Manchester United, o meio-campista Hannibal Mejbri, de 23 anos, é um dos grandes nomes da seleção. Atualmente, ele joga no Burnley.
Essa é a sua segunda Copa do Mundo. Em 2022, aos 19 anos, ele participou apenas de um jogo no Catar.
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