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Da Redação

TSE proíbe Nikolas e Marçal de fazer repostagens já vetadas

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou nesta segunda-feira (19) que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o influenciador Pablo Marçal não voltem a publicar conteúdos já barrados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A proibição também vale para reproduções substancialmente idênticas, sob pena de multa de R$ 50 mil por publicação irregular. Leia em TVT News.

A decisão foi tomada em uma ação de investigação judicial eleitoral apresentada pela coligação Brasil Pronto pra Mais, que questiona a atuação de Nikolas e Marçal na divulgação de conteúdos favoráveis à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. Flávio e seu candidato a vice, Alfredo Gaspar, também são citados no processo. Os quatro terão cinco dias para apresentar defesa.

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Plataformas terão de limitar impulsionamento

Além da proibição de republicar conteúdos removidos, Cueva determinou que Meta e X impeçam o impulsionamento pago das publicações dos perfis de Nikolas e Marçal e não ofereçam tratamento privilegiado na distribuição de propaganda eleitoral até as 23h59 de 25 de outubro, data do segundo turno.

O descumprimento dessas determinações poderá resultar em multa diária de R$ 500 mil para cada plataforma. A decisão, no entanto, não proíbe a circulação orgânica das publicações, ou seja, o compartilhamento sem promoção paga.

As empresas também deverão preservar os dados relacionados às contas e apresentar, em até 24 horas, informações sobre o alcance e a recomendação dos conteúdos publicados pelos investigados.

Ação aponta divulgação de conteúdo falso

A coligação que apresentou a ação afirma que Nikolas e Marçal atuam como importantes difusores da campanha de Flávio Bolsonaro fora dos canais oficiais e acusa os dois de disseminar desinformação em benefício do candidato.

Entre os exemplos apresentados estão a republicação, por Marçal, de uma montagem que já havia sido proibida pela Justiça Eleitoral e a divulgação, por Nikolas, de uma captura de tela atribuída à deputada federal eleita Ana Elisa, apontada na ação como falsa.

O processo também apresenta dados sobre o alcance das publicações de Nikolas nas redes sociais. Para a coligação, a dimensão da audiência dos perfis pode ampliar o impacto eleitoral dos conteúdos questionados. A ação pede a cassação do registro ou diploma da chapa de Flávio e Alfredo, além da inelegibilidade de Flávio, Nikolas e Marçal, sob alegação de abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

O corregedor ressaltou que o recebimento da ação não significa reconhecimento de irregularidades ou de responsabilidade dos investigados. A decisão ainda será submetida ao plenário do TSE.

Caso Ana Clara: atuação de Flávio Bolsonaro na defesa de PM vira tema de debate com Lula

O caso de Ana Clara Gomes Machado, menina de cinco anos morta por um disparo durante uma ação da Polícia Militar em Niterói, no Rio de Janeiro, voltou ao centro do debate político após o confronto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), realizado pela TV Band no domingo (18). Leia em TVT News.

Durante o encontro, Lula questionou o adversário sobre sua atuação como advogado do policial militar acusado pela morte da criança.

A participação de Flávio na defesa do cabo da PM Bruno Dias Delarolli veio à tona neste mês por meio de uma reportagem da série Revelando. Desde então, o episódio passou a ser explorado pela campanha petista e ganhou repercussão nas redes sociais e nos mecanismos de busca.

“Você era senador da República e foi interferir para que um policial que matou uma criança de cinco anos com uma bala de fuzil não fosse preso. Me explica por que você fez isso?”, questionou Lula durante o debate.

Flávio respondeu que não se deve criminalizar o exercício da advocacia e afirmou que o policial ainda não havia sido julgado.

Como Ana Clara morreu

Ana Clara Gomes Machado tinha cinco anos quando foi atingida por um disparo em 2 de fevereiro de 2021, na comunidade Monan Pequeno, no bairro de Pendotiba, em Niterói.

Segundo as informações reunidas sobre o caso, a menina havia acabado de acordar e brincava na calçada de casa quando foi baleada. O irmão dela, de dois anos, estava nas proximidades.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apontou o cabo Bruno Dias Delarolli, integrante do 12º Batalhão da Polícia Militar, como responsável pelo disparo fatal. O agente foi acusado de homicídio doloso, classificação aplicada quando há intenção de matar ou quando o autor assume o risco de provocar a morte.

O policial alegou que estava em uma situação de confronto com criminosos armados. A investigação, entretanto, contestou essa versão. Conforme os elementos periciais citados nos relatos sobre o caso, foram encontrados vestígios de munição calibre 7,62, compatível com o fuzil utilizado pelo militar, sem identificação de cápsulas de pistola que sustentassem a hipótese de troca de tiros.

Delarolli foi preso em flagrante, mas passou a responder ao processo em liberdade em novembro de 2021.

Flávio Bolsonaro entrou na defesa em 2024

A participação de Flávio Bolsonaro no caso começou em 2024, quando o senador passou a integrar a equipe jurídica responsável pela defesa do policial militar. Naquele momento, a Justiça já havia determinado que o acusado fosse submetido ao Tribunal do Júri, responsável pelo julgamento de crimes dolosos contra a vida.

A entrada do parlamentar na defesa ocorreu depois de uma derrota da equipe jurídica no Superior Tribunal de Justiça (STJ), que rejeitou uma tentativa de reverter a decisão de levar Delarolli a julgamento popular.

Flávio assinou um novo recurso para contestar a determinação. Outras medidas judiciais também foram apresentadas pela defesa, mas a decisão de submeter o policial ao júri foi mantida.

O caso ganhou dimensão política porque a atuação do senador foi questionada por Lula durante o debate presidencial. O presidente cobrou explicações sobre a participação do adversário na defesa do agente acusado pela morte da criança.

A atuação de Flávio ocorreu no exercício da advocacia. O direito à ampla defesa é assegurado pela Constituição Federal a todas as pessoas acusadas de crimes, incluindo a possibilidade de apresentar recursos e contestar decisões judiciais. Esse direito, porém, não elimina a discussão pública sobre as escolhas políticas e profissionais de representantes eleitos.

Mais de cinco anos após a morte de Ana Clara, o julgamento ainda não havia ocorrido até outubro de 2026, conforme as informações apresentadas nos relatos sobre o processo.

Caso sobe no Google Trends após debate presidencial

A discussão entre Lula e Flávio impulsionou o interesse público pelo caso. Na manhã de segunda-feira (19), a expressão “flavio bolsonaro caso ana clara” apareceu entre os assuntos mais pesquisados no Brasil no Google Trends, com mais de 1 milhão de buscas associadas à tendência nas últimas 24 horas, segundo levantamento citado pelo Congresso em Foco.

O termo chegou à terceira posição entre as principais tendências de pesquisa no país, com crescimento superior a 1.000%. O aumento ocorreu após o debate da Band, quando Lula questionou diretamente o senador sobre sua atuação na defesa do policial.

A repercussão também foi ampliada pela circulação de trechos do documentário O Julgamento que Nunca Aconteceu, da série Revelando. A produção reúne depoimentos de familiares e informações sobre a investigação da morte da menina.

O episódio voltou a ocupar espaço no debate eleitoral em um momento de disputa acirrada pela Presidência da República. As pesquisas mencionadas nos textos de referência indicavam empate técnico entre os candidatos: levantamento Datafolha apontava Flávio com 47% das intenções de voto e Lula com 45%, enquanto a rodada da Quaest registrava 46% para o senador e 44% para o presidente. Ambos os levantamentos tinham margem de erro de dois pontos percentuais.

Pesquisa PoderData/Aya traz Flávio Bolsonaro abrindo 4 pontos

A mais recente pesquisa para presidente divulgada pelo PoderData nesta segunda-feira (19) mostra uma reação do senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo 2º turno. Segundo o levantamento, Flávio abriu 4 pontos percentuais de vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), passando de um cenário de empate técnico para 52% a 48% dos votos válidos.

A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 18 de outubro, com 3.000 entrevistas em 695 municípios e já mede os acontecimentos da semana, como a aprovação do fim da escala 6×1. O estudo, porém, ainda não mede os efeitos do debate realizado pela Band no domingo (18).

Confira os números da pesquisa PoderData com a TVT News.

Principais pontos da pesquisa PoderData

Flávio reage e vai a 52% contra 48% de Lula, diz PoderData/Aya

A rodada mais recente do PoderData confirma a reação de Flávio Bolsonaro. Após um período de recuperação de Lula nas pesquisas, que chegou a empatar a disputa em 50% a 50%, o senador voltou a abrir vantagem.

  • Lula x Flávio Bolsonaro em votos totais

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Reprodução: PoderData/Aya

A diferença de 4 pontos percentuais nos votos válido está além da margem de erro de 1,8 ponto, o que indica um cenário de vantagem numérica para o candidato do PL a seis dias do 2º turno.

Votos válidos

O gráfico de votos válidos da pesquisa ilustra a trajetória dos candidatos. A linha tracejada e o ponto indicam a pesquisa realizada após o 1º turno, mostrando a oscilação entre os dois candidatos até a retomada da dianteira por Flávio Bolsonaro.

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Reprodução: PoderData/Aya

É importante ressaltar que o cálculo de votos válidos exclui as respostas “branco/nulo” e “não sabe”, e não corresponde aos votos válidos das urnas, que também excluem abstenções.

Potencial de voto e rejeição

Os dados de potencial de voto e rejeição mostram a percepção do eleitorado sobre os candidatos. Flávio Bolsonaro registra 44% de eleitores que votariam nele com certeza, enquanto Lula aparece com 42% nesse mesmo quesito.

  • Potencial de voto de Flávio Bolsonaro chega a 52% (o único em que votaria com o poderia votar)

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Reprodução: PoderData/Aya

  • Potencial de voto de Lula chega a 52% (o único em que votaria com o poderia votar)

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Reprodução: PoderData/Aya

Por outro lado, a rejeição – eleitores que não votariam de jeito nenhum – é de 44% para Flávio e 48% para Lula, evidenciando um cenário de alta polarização.

Qual a metodologia da pesquisa PoderData

A pesquisa para presidente do PoderData foi realizada com 3.000 entrevistas em 695 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro estimada é de 1,8 ponto percentual para os resultados do total da amostra, com um intervalo de confiança de 95%. O levantamento utilizou uma ponderação paramétrica para compensar desproporcionalidades nas variáveis de sexo, idade, grau de instrução, renda, resultado do 1º turno e região.

Registro no TSE

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02586/2026. Para consultar outras pesquisas para presidente registradas e os dados abertos sobre o processo eleitoral, o eleitor pode acessar o portal de dados abertos do TSE.

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Pesquisa BTG para presidente: Flávio Bolsonaro com 50,3% e Lula, 49,% dos votos válidos

A 18ª rodada da pesquisa BTGPactual/Nexus divulgada nesta segunda (19) mostra Lula e Flávio Bolsonaro empatados nos votos espontâneos, quando o eleitor responde em quem vai votar sem ter a lista dos nomes apresentada. Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 50,3% e Lula, 49,7%.

A pesquisa foi realizada pelo instituto Nexus, por telefone (via CATI), entre os dias 16 e 18 de outubro de 2026. Foram entrevistados 2.002 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

O campo da pesquisa Nexus capta a aprovação do fim da escala 6×1, o anúncio de medidas do governo Lula como o Prospera MEI, mas não consegue, ainda, medir a percepção dos eleitores sobre debate da Band, realizado no domingo (18).

Confira os números da pesquisa BTG/Nexus com a TVT News.

Pesquisa espontânea para presidente

Na pesquisa espontânea de intenção de voto, quando o eleitor responde em que pretende votar, sem ouvir os nomes, Lula e Flávio Bolsonaro estão empatados com 44,5%. Brancos e nulos somam 4,7% e os que dizem nao saber ou não quiseram responder chegam a 6,2%.

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Reprodução BTGPactual/Nexus

Confira a evolução da declaração espontânea dos votos entre Lula e Flávio Bolsonaro:

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Reprodução BTGPactual/Nexus

Votos totais na pesquisa BTG estimulada

A pesquisa estimulada BTG/Nexus de 19 de outubro traz os seguintes números de intenção de votos

  • Flávio Bolsonaro: 46,5% (era 47,9%)
  • Lula: 45,9% (era 45,7%)
  • Brancos/nulos: 4,7% (era 4,7%)
  • Não sei / Não respondeu: 2,9% (era 2,3%)

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Reprodução BTGPactual/Nexus

Votos válidos

Ao excluir votos brancos, nulos e indecisos:

  • Flávio Bolsonaro: 50,3%
  • Lula: 49,7%

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Reprodução BTGPactual/Nexus

Como evoluíram as intenções de voto em Lula e Flávio Bolsonaro

Na véspera do 1° turno, o presidente Lula aparecia à frente. Na primeira pesquisa após o 1° turno, em votos totais, Flávio Bolsonaro abriu uma diferença de mais de 2 pontos e, nesta roda, a diferença caiu para 0,6 ponto.

  • Votos totais 2° turno

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Reprodução BTGPactual/Nexus

  • Votos válidos 2° turno
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Reprodução BTGPactual/Nexus

Certeza do voto

O Instituto Nexus mediu a certeza de voto e a intenção de comparecer para votar

  • A certeza do voto aumentou em relação ao levantamento anterior:

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Reprodução BTGPactual/Nexus

  • Entre os que disseram que podem mudar de voto, a maioria prefere votar no presidente Lula (14,9%):

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Reprodução BTGPactual/Nexus

  • Comparecimento às urnas: o número de pessoas que dizem que vão votar teve leve oscilação para baixo:

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Reprodução BTGPactual/Nexus

  • Intenção de voto após migração:
    • Desconto: é calculado excluindo o voto de 2º turno daqueles eleitores que dizem poder mudar de voto até 25 de outubro.
    • Soma: é calculada mantendo a votação de 2º turno de cada candidato e adicionando as intenções de voto dadas por eleitores que dizem poder mudar de voto no 2º turno e que manifestam sua segunda opção de voto.

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Reprodução BTGPactual/Nexus

Motivação do voto

  • 15,3% do total de eleitores votam por rejeição
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Reprodução BTGPactual/Nexus

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Pesquisa Atlas para presidente: Flávio Bolsonaro tem 49,8% e Lula, 47,6%

A pesquisa AtlasIntel / Bloomberg divulgou, hoje (19), nova rodada de pesquisa de intenção de voto para presidente no 2°. Foram ouvidos 4.998 eleitores, por coleta digital, entre os dias 13 e 18 de outubro. A pesquisa não capta, ainda, os efeitos do debate de domingo (18) na Band. As entrevistas aconteceram na semana de aprovação do fim da escala 6×1, do anúncio do Prospera MEI e das manifestações do verde e amarelo no sábado.

A pesquisa AtlasIntel / Bloomberg está registrada no TSE com o número BR-02418/2026 e tem 1 ponto percentual de margem de erro.

Confira os números da pesquisa Atlas com a TVT News.

Pesquisa para presidente 2° turno estimulada (votos totais)

  • Flávio Bolsonaro: 49,8%
  • Lula: 47,6%
  • Brancos/nulos/não sei: 2,6%

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Reprodução AtlasIntel /Bloomberg

Pesquisa para presidente 2° turno estimulada (votos válidos)

Na simulação de votos válidos são excluídos brancos, nulos e indecisos.

  • Flávio Bolsonaro: 51,1%
  • Lula: 48,9%

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Reprodução AtlasIntel /Bloomberg

Como está a corrida eleitoral Lula x Flávio Bolsonaro ao longo do 2° turno

Veja série histórica das intenções de voto, de acordo com a pesquisa Atlas:

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Reprodução AtlasIntel /Bloomberg

O que os eleitores pensam das políticas públicas do governo Lula

A pesquisa Atlas perguntou a opinião dos eleitores sobre as recentes medidas do governo Lula

  • Zerar impostos dos combustíveis
    • 60% consideram ótimo ou bom
    • 31%, ruim ou péssimo
    • regular: 9%
  • Fim da escala 6×1
    • 54% consideram ótimo ou bom
    • 39%, ruim ou péssimo
    • regular: 8%
  • PIX MEI
    • 52% consideram ótimo ou bom
    • 43%, ruim ou péssimo
    • regular: 6%
  • Perdão de dívidas do MEI
    • 51% consideram ótimo ou bom
    • 41%, ruim ou péssimo
    • regular: 8%
  • Pé-de-meia universistário
    • 48% consideram ótimo ou bom
    • 46%, ruim ou péssimo
    • regular: 7%
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Reprodução AtlasIntel /Bloomberg

Consulte as pesquisas para presidente registradas no TSE

Todas as pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2026 precisam ser registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes de sua divulgação. No portal do TSE, é possível consultar as pesquisas registradas, verificando informações como o número de protocolo, o instituto responsável, a contratante, a metodologia e o período de coleta dos dados.

Para consultar as pesquisas para presidente no 2º turno registradas no TSE, acesse o sistema de Pesquisas Eleitorais no site oficial do Tribunal Superior Eleitoral.

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Entenda o que é o caso Ana Clara, menina assassinada por policial defendido por Flávio Bolsonaro

O terceiro episódio da série de reportagens especiais Revelando apresenta uma entrevista inédita da atriz Camila Pitanga com a mãe de Ana Clara Gomes Machado, menina de 5 anos assassinada com quatro tiros de fuzil na frente de casa, em 2021. Leia em TVT News.

Intitulado “O julgamento que nunca aconteceu”, o episódio foi disponibilizado nesta quarta-feira (30), no YouTube. A reportagem acompanha a história do caso e aborda o fato de que o policial militar apontado como responsável pelo homicídio nunca foi julgado pelo crime.

O cabo da Polícia Militar do Rio de Janeiro Bruno Delaroli foi preso em flagrante após o assassinato, mas acabou solto meses depois. Quando seria levado a júri popular pelo homicídio, passou a ter como advogado de defesa o senador Flávio Bolsonaro, hoje candidato à Presidência da República.

Na apresentação do episódio, Camila Pitanga questiona a ideia de que a demora nos julgamentos seria explicada apenas pela lentidão do sistema. “Conhecendo a história inteira, eu finalmente entendi: não é lentidão que paralisa julgamentos. É resultado de trabalho. Tem gente trabalhando, gente com nome e com poder, para que o dia do julgamento não chegue nunca”, afirma a atriz.

Entenda o caso Ana Clara e Flávio Bolsonaro

Violência policial e processos que não chegam ao fim

A reportagem também apresenta um levantamento sobre chacinas cometidas por policiais no Rio de Janeiro. Entre 2007 e 2022, foram registradas 629 chacinas cometidas por policiais. Segundo o material do episódio, apenas duas resultaram em denúncia.

Entre as 27 maiores chacinas do período, todas com oito mortos ou mais, nenhuma chegou ao fim do julgamento.

O caso de Ana Clara é apresentado dentro desse contexto, relacionando a história da menina e de sua família às dificuldades enfrentadas para que o processo avance até uma decisão judicial.

Série Revelando reúne artistas em reportagens especiais

Revelando é uma iniciativa da equipe do podcast Calma Urgente, com apoio do ICL, Mídia Ninja, 342 Artes e Intercept Brasil. A série é realizada pela produtora Peri.

O segundo episódio, “Grandes Igrejas, Master Negócios”, apresentado pelo ator e roteirista Fábio Porchat, alcançou mais de 13,2 milhões de visualizações no YouTube. O episódio também foi alvo de uma retirada temporária do perfil do programa no Instagram pela Meta, que posteriormente restabeleceu a conta após mobilização.

O perfil do Revelando passou de 64 mil para 1 milhão de seguidores em um dia e, segundo o material de divulgação, soma atualmente 1,5 milhão de inscritos.

A série estreou com uma reportagem sobre eugenia no Brasil e a ideia racista de “branqueamento da população”. O primeiro episódio foi apresentado pela atriz Samara Felippo e ultrapassou 900 mil visualizações no YouTube.

Somados, os dois primeiros episódios da produção já haviam ultrapassado 14 milhões de visualizações na plataforma.

O novo episódio, apresentado por Camila Pitanga, coloca no centro da narrativa a história de Ana Clara Gomes Machado, a mãe da menina e os caminhos que levaram o caso a permanecer sem julgamento.