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Da Redação

Nossa Senhora Aparecida vai deixar de ser Padroeira do Brasil? Veja fatos e mitos

A possibilidade de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil voltou ao debate nas redes sociais após uma declaração da jornalista Maria Cristina Fernandes, no programa GloboNews Em Pauta, na quinta-feira (24). Ela afirmou que haveria uma reação de setores da Igreja Católica a uma mobilização de parte dos evangélicos pela mudança do título. Leia em TVT News.

A afirmação provocou repercussão porque um projeto com esse objetivo realmente existiu, mas não é uma proposta nova nem está atualmente em tramitação no Congresso. Apresentado em 2007 pelo então deputado federal Victorio Galli, o texto foi arquivado em 2008.

A discussão recente também passou a envolver um vídeo de Flávio Bolsonaro no qual o senador afirma que, caso chegasse à Presidência, um de seus primeiros atos seria “decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo”. O vídeo não cita Nossa Senhora Aparecida nem o projeto apresentado por Galli, mas passou a ser associado ao episódio nas redes.

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Projeto foi apresentado por integrante do governo de Jair Bolsonaro

Em dezembro de 2007, Victorio Galli apresentou o Projeto de Lei 2.623/2007. A proposta alterava a Lei 6.802/1980, que reconhece Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil.

Galli foi deputado federal por Mato Grosso e apresentou o PL 2.623/2007. É o autor formal da proposta que pretendia modificar a denominação de Nossa Senhora Aparecida na legislação brasileira. Em fevereiro de 2019, Galli foi nomeado assessor especial da Presidência da República. Na época, reportagens relembraram que ele havia sido o autor do projeto que propunha alterar a referência a Nossa Senhora Aparecida na legislação.

O texto apresentado por Galli pretendia substituir a expressão “Padroeira do Brasil” por “Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”. A proposta foi registrada na Câmara dos Deputados e tramitou pelas comissões da Casa.

O vídeo de Flávio Bolsonaro

A declaração de Flávio Bolsonaro entrou na discussão depois que voltou a circular um vídeo no qual ele afirma que, se fosse presidente, decretaria que “o Brasil é do Senhor Jesus Cristo”.

O vídeo foi relacionado ao debate por apresentar defesa explícita de projeto político para alterar o título religioso tradicional do país e foi entendido como indício de conexão entre o discurso religioso de Flávio e a discussão sobre o papel de símbolos católicos na identidade nacional.

Reações à fala de Maria Cristina

A declaração de Maria Cristina Fernandes também provocou reações de jornalistas. Paulo Motoryn, jornalista do Intercept Brasil e da newsletter Noites Húngaras questionou a correção imediata da Globonews após a fala de Fernandes.

Mauricio Stycer, jornalista e crítico de mídia, também colocou em dúvida a necessidade da correção da emissora e afirmou que a GloboNews poderia ter se precipitado. O jornalista Luiz Carlos Azenha também destacou a existência do projeto de 2007, seu autor e o objetivo de alterar o título de Nossa Senhora Aparecida.

Já o senador Fabiano Contarato (PT-ES) publicou uma mensagem ressaltando a importância de Nossa Senhora Aparecida e de Nossa Senhora da Penha como referências religiosas.

Também voltaram à tona vídeos antigos de bolsonaristas atacando a Igreja Católica e os santos e santas da religião.

Lula anuncia MP do fim das bets nesta tarde, em SP

O presidente Lula deve anunciar na tarde desta sexta, 25, a MP do fim das bets. Está confirmada a agenda do presidente Lula no evento “Apresentação de medidas de proteção às famílias e à economia popular”. Saiba mais com a TVT News.

Michel Temer abriu a porta para as bets em 2018. O governo de Jair Bolsonaro atravessou os quatro anos seguintes sem concluir a regulamentação prevista em lei. Lula regulamentou o mercado a partir de 2023 e, agora, pretende fechá-lo. Em Maceió, na quinta-feira (24/09), o presidente antecipou um dos anúncios que prepara para esta sexta:

“Eu vou acabar com as bets nesse país.” A fala representa uma nova etapa numa história que atravessou três governos e só viu providências e controle na atual gestão.

Na segunda-feira, AGU vai à Justiça na 2ª para bets pagarem dívidas de apostas, informa SBT News.

Nas redes sociais, levantamento do instituto Palmer mostra que 77% das mensagens apoiam proibição das bets.

Diante dos boatos que os clubes poderiam receber financiamento do governo, o BNDES emitiu nota desmintindo esse rumor.

“O BNDES não participou de qualquer discussão ou debate externo ou interno sobre a possibilidade de financiar clubes de futebol. O Banco possui vedação estatutária para realizar financiamento para clubes. Portanto, não procede a informação de que o BNDES irá operar uma linha subsidiada para esse público”, afirmou, em nota, a assessoria de imprensa do BNDES.

Em São Paulo, Lula apresenta novas medidas de proteção às famílias e à economia popular

O presidente da República participa nesta sexta-feira, às 18h, da apresentação de novas medidas de proteção às famílias e à economia popular.

📆Data: sexta-feira, 25/9
🕒Horário: 18h (horário de Brasília)
📍Local:
Edifício Matarazzo – Av Paulista, 1230, ao lado do Shopping Cidade SP.

Como deve ser a MP para proibir bets e reforçar combate às apostas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve anunciar nesta sexta, 25, Medida Provisória (MP) para proibir a operação das plataformas de apostas online, as chamadas bets. A medida foi discutida pelo presidente com os ministros da Fazenda, do Planejamento e da Casa Civil.

A equipe do governo Lula também avalia recorrer à Justiça para tentar obrigar empresas do setor a ressarcir pessoas que tenham se endividado em decorrência dos jogos.

A decisão ocorre em meio à transformação das bets em uma das principais bandeiras da campanha de Lula na reta final da disputa eleitoral. 

De acordo com informações divulgadas pelo Brasil de Fato, o texto em discussão prevê a proibição de jogos de cassino on-line e também de aplicativos, como o jogo do Tigrinho.

Lula tem elevado o tom das críticas às plataformas de apostas e aos efeitos sociais dos jogos on-line. O presidente já classificou as bets como um problema de saúde pública e questionou a dependência dos clubes de futebol em relação ao dinheiro das empresas do setor.

Entenda a cronologia das bets no Brasil

Foi em dezembro de 2018, no governo Temer, que a Lei 13.756 criou no Brasil a modalidade de apostas de quota fixa ligada a eventos esportivos. A legislação estabeleceu prazo de dois anos, prorrogável por mais dois, para a regulamentação. Esse período se encerrou em dezembro de 2022, ao fim do governo Bolsonaro, sem que o processo tivesse sido concluído ou analisado.

Em 2023, já no governo Lula, o Executivo enviou ao Congresso uma medida provisória para regulamentar o setor. Durante a tramitação, deputados e senadores incluíram os jogos on-line entre as apostas de quota fixa legalizadas. A Lei 14.790 estabeleceu o novo marco, e a regulamentação posterior passou a exigir autorização das empresas e criou regras de fiscalização e funcionamento. Para Lula, não foi suficiente. Ele agora quer ir na direção contrária à expansão desse mercado.

Dias antes de chegar a Maceió, Lua se reuniu com oito pessoas atingidas pelo vício em apostas. Ouviu relatos de dívidas de R$ 730 mil e R$ 2,2 milhões, tentativas de suicídio e de uma mãe que perdeu o filho de 26 anos. “Eu descobri que essa bet é uma doença”, afirmou o presidente.

No palanque da Praça Marechal Deodoro, Lula chamou atenção para uma mudança que tornou o jogo muito mais presente na vida das famílias. “Agora o cassino está dentro da sua casa.” Nos últimos meses, o presidente realizou diversas reuniões com especialistas, ministros e diferentes setores econômicos em torno do tema.

Bets são cassinos dentro do bolso, afirma Lula

Para Lula, a facilidade de apostar transformou a dimensão do problema. “A gente a vida inteira foi contra o jogo. Eles levaram o cassino para dentro de casa”, afirmou.

Lula reforça posição contra as apostas

Na quarta-feira (23), durante um ato político com artistas na Fundição Progresso, no centro do Rio de Janeiro, Lula voltou a afirmar que pretende acabar com as plataformas de apostas online, as bets. O evento reuniu nomes como Chico Buarque, Paulinho da Viola, Daniela Mercury, Zeca Pagodinho e Marieta Severo.

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Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião sobre Bets, no Palácio do Planalto, Brasília – DF – Foto: Ricardo Stuckert

A defesa da proibição das bets também apareceu nas falas de participantes do encontro. Daniela Mercury afirmou que considera as plataformas prejudiciais e defendeu o fim das apostas online.

“Parabéns pela campanha contra as bets. A bet para mim é uma bomba. Parece que as bets foram liberadas para desmanchar o Brasil. A gente precisa acabar com as bets, com toda a certeza”, afirmou a cantora.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere (PSD), também pediu que Lula coloque o fim das bets entre as primeiras medidas de um eventual novo mandato. Ele citou a decisão da cidade de proibir a publicidade das plataformas em locais públicos.

“Nós vamos acabar com as bets”, diz Lula

Durante o discurso, Lula também respondeu às críticas e manifestações contrárias à proposta. Ao mencionar o posicionamento de clubes de futebol que se colocaram contra a medida, o presidente afirmou que as equipes terão de se adaptar às mudanças.

“Nós vamos acabar com as bets. E os times que aprendam a virar times de empresários. Nós aprovamos as SAFs”, disse.

Diante da preocupação de clubes com possíveis restrições às bets, hoje presentes em patrocínios de equipes e competições, Lula lembrou que a Seleção conquistou cinco Copas do Mundo antes da chegada das casas de apostas e citou títulos internacionais de Santos, Flamengo, São Paulo e Corinthians. “Os times precisam respeitar o torcedor”, disse.

Para o presidente Lula, não cabe ao torcedor, que já compra ingressos e camisas, ser estimulado a apostar para sustentar as receitas dos clubes.

Futebol brasileiro depende das bets?

Para o pesquisador do Observatório Social do Futebol (UERJ), Irlan Simões, a nota dos clubes vem porque o futebol brasileiro se especializou em se posicionar enquanto grupo de interesse.

“São várias situações distintas onde eles se posicionaram em conjunto para fazer lobby. E a gente sabe que por de trás dos clubes existem vários escritórios de advocacia poderosíssimos. Dentro da diretoria dos clubes existem pessoas com muita relevância política, com trânsito em Brasília, trânsito na Câmara, com muitos deputados […]  eles podem fazer essa narrativa de que seria um prejuízo, incontornável, insustentável, quando na verdade os clubes já estão quebrados”, afirmou. 

O especialista defende que não existe nenhuma possibilidade dos clubes ficarem sem patrocinadores. “Eles talvez não encontrem patrocinadores dispostos a botar tanto dinheiro, justamente, porque estão numa atividade que não é, necessariamente regulada. Então, as empresas hoje estão inflando o mercado brasileiro com esses valores muito fora da curva. Eles geram um movimento inflacionário no salário dos jogadores, nos valores que são pagos em transferência”.  

Ele destaca que especialistas do mercado, que trabalham com publicidade esportiva já apontam que daqui três a quatro anos essa fase mais aguda da publicidade vai passar “evidentemente que ninguém vai ficar gastando tanto dinheiro com publicidade”. 

Impacto das bets na economia  

Estudo do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made), da FEA/USP (Faculdade de Economia da USP), estima que as bets retiraram entre R$ 120 bilhões e R$ 141 bilhões da atividade econômica causada pela redução do consumo, o que equivale a cerca de 0,9% a 1,1% do PIB.

Para dimensionar essa impacto, o estudo explica que a perda estimada corresponde a algo entre 40% e 50% de todo o crescimento da economia em 2025 e é cerca de cinco vezes maior que estimativas do impacto do tarifaço americano sobre o PIB brasileiro. Esse resultado, leva inclusive, em conta as estimativas dos empregos diretos e indiretos criados associados às bets.  

Uma outra hipótese levantada, é a de que, em vez de prejudicar o consumo, parte das apostas tenha gerado um aumento no endividamento. Nesse cenário, calcula-se, no pior cenário, que as bests respodem por cerca de 14% do aumento do endividamento das famílias em 2025. 

Levantamento da Folha de S.Paulo mostra que aporte de R$ 1 bilhão das bets representa 7% das receitas de clubes brasileiros

  • Patrocínios de casas de apostas somaram R$ 1,03 bilhão para os clubes da Série A em 2025, alta de cerca de 66% em relação aos R$ 618 milhões de 2024.
  • O valor correspondeu a 7,2% das receitas totais dos clubes da Série A, que chegaram a R$ 14,3 bilhões no ano passado.
  • Flamengo, Vasco e Sport apresentaram os maiores percentuais de dependência do dinheiro das apostas em relação às receitas totais.
  • O Flamengo recebeu cerca de R$ 268 milhões da Betano, valor equivalente a 13,6% de sua receita total de 2025.
  • O Vasco teve R$ 70 milhões da Betfair, correspondentes a 12,3% da receita do clube, enquanto o Sport recebeu R$ 22 milhões da Betnacional, cerca de 12% do faturamento.
  • Para o economista Cesar Grafietti, da consultoria Convocados, uma retirada abrupta dos recursos das bets poderia gerar problemas financeiros para os clubes, embora o futebol não dependa exclusivamente dessa fonte de receita.

A reportagem da Folha de S.Paulo, assinada por Lucas Bombana, mostra que, apesar da forte presença das casas de apostas no futebol brasileiro, o dinheiro das bets representa uma parcela relativamente limitada das receitas totais dos clubes da Série A.

Segundo levantamento da consultoria Convocados, citado pela Folha, os patrocínios das empresas de apostas chegaram a R$ 1,03 bilhão em 2025. O montante cresceu aproximadamente 66% em um ano, passando dos R$ 618 milhões registrados em 2024.

Mesmo com esse crescimento, o valor correspondeu a 7,2% dos R$ 14,3 bilhões de receitas totais dos clubes que disputaram a Série A em 2025.

O levantamento também mostra que as receitas comerciais dos clubes alcançaram R$ 3,069 bilhões no ano passado, crescimento de 35,6% sobre 2024. Ainda assim, essa foi a terceira maior fonte de recursos, atrás das transferências de jogadores, que movimentaram R$ 3,915 bilhões, e dos direitos de transmissão, que somaram R$ 3,142 bilhões.

Flamengo, Vasco e Sport são os times com maior dependência do dinheiro das apostas online

Embora o dinheiro das bets represente 7,2% das receitas totais da Série A, o peso dessa fonte varia entre os clubes. O levantamento da Convocados aponta Flamengo, Vasco e Sport como as equipes em que os patrocínios de apostas tinham maior participação proporcional nas receitas de 2025.

O Flamengo aparece no topo. O contrato com a Betano foi estimado em R$ 268 milhões por ano, equivalente a 13,6% dos R$ 1,973 bilhão de receita total do clube em 2025.

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Flamengo é o clube que mais recebe das bets: contrato com a Betano foi estimado em R$ 268 milhões por ano. (Foto de Mauro Pimentel / AFP)

Na sequência está o Vasco, que recebeu cerca de R$ 70 milhões da Betfair. O valor representou aproximadamente 12,3% dos R$ 570 milhões de receitas do clube no período.

O Sport aparece logo depois. O acordo com a Betnacional foi de aproximadamente R$ 22 milhões, o equivalente a cerca de 12% dos R$ 183 milhões arrecadados pelo clube em 2025.

Os números ajudam a dimensionar a discussão sobre eventuais restrições à publicidade e aos patrocínios das casas de apostas. Enquanto alguns clubes têm uma exposição proporcionalmente maior a esse dinheiro, a receita das bets, considerada em conjunto, não representa a maior fonte de recursos do futebol da Série A.

Colaboraram Ana Beatriz Garcia, Emanuela Godoy e Girrana R. Teixeira

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AGU vai à Justiça na 2ª para bets pagarem dívidas de apostas, informa SBT News

A Advocacia-Geral da União (AGU) deve apresentar na segunda-feira (28) uma ação judicial para tentar responsabilizar empresas de apostas online, as chamadas bets, por dívidas acumuladas por pessoas que se endividaram em razão das apostas. A informação é do jornalista Túlio Amâncio, em reportagem publicada pelo SBT News nesta sexta-feira (25). Entenda com a TVT News.

Segundo a apuração de Amâncio, a iniciativa é discutida pela AGU e pelo Ministério da Justiça e integra o conjunto de medidas que o governo Luiz Inácio Lula da Silva prepara para enfrentar os impactos das apostas online no país. A intenção é levar à Justiça a discussão sobre a responsabilidade das plataformas pelo superendividamento dos apostadores.

A ação judicial ocorre paralelamente à Medida Provisória (MP) que o governo prepara para restringir ou proibir as bets e os cassinos online. A previsão é que Lula assine a medida nesta sexta-feira (25), em São Paulo.

Entenda o que acontece com as bets

  • O que a AGU deve pedir: o ingresso de uma ação judicial para que as empresas de apostas arquem com as dívidas de pessoas que ficaram superendividadas por causa dos jogos.
  • Lula aumentou a crítica contra as bets: nos últimos dias, o presidente passou a defender publicamente medidas mais duras contra as plataformas.
  • Governo Lula deve editar MP sobre as bets nesta sexta: a medida em preparação prevê proibição das bets e dos cassinos online, segundo apurações de veículos de imprensa.
  • Bets e saúde pública: estudos relacionam as apostas a endividamento, inadimplência e aumento da demanda por atendimento relacionado ao vício em jogos.

O que a AGU deve pedir

De acordo com a reportagem de Túlio Amâncio, do SBT News, a AGU deve levar à Justiça uma discussão sobre a responsabilidade das empresas de apostas pelo superendividamento de apostadores.

A proposta em avaliação pelo governo é cobrar das plataformas valores relacionados às dívidas acumuladas por pessoas que perderam dinheiro com as apostas. O formato e a extensão da eventual responsabilização deverão ser definidos na ação judicial.

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AGU e Ministério da Justiça estudam cobrar judicialmente das bets os débitos de apostadores endividados- Foto: José Cruz/Agência Brasil

A iniciativa é tratada pelo governo como parte de uma estratégia mais ampla de enfrentamento aos efeitos econômicos e sociais das apostas online. A apuração do SBT News informa que a AGU e o Ministério da Justiça vêm discutindo a medida.

O governo também já adotou mecanismos para restringir o acesso às apostas de pessoas em determinadas situações de vulnerabilidade financeira. Segundo dados do Ministério da Fazenda citados pelo SBT News, até agosto, 827.304 pessoas que haviam renegociado dívidas estavam impedidas de apostar nas plataformas autorizadas.

Somados beneficiários do Bolsa Família e do BPC impedidos de apostar e pessoas que solicitaram autoexclusão, cerca de 10% dos 40 milhões de usuários ativos cadastrados no sistema oficial estavam impedidos de acessar as plataformas autorizadas.

Lula aumentou a crítica contra as bets

O presidente Lula intensificou o discurso contra as apostas esportivas nos últimos dias. Em comício em Maceió (AL) na quinta-feira (24), afirmou que “ou a gente acaba com isso, ou isso vai acabar com o Brasil”. Lula também classificou o jogo online como uma “doença” e disse que fará “anúncios importantes” sobre o tema nesta sexta-feira.

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23.09.2026 – O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva discursa contra bets durante o ato “Cultura com Lula”, na Fundição Progresso, Rio de Janeiro – RJ. Foto: Ricardo Stuckert.

Durante evento com artistas no Rio de Janeiro, o presidente declarou que terá “imenso prazer” em acabar com as bets caso seja reeleito. Lula criticou a presença das empresas no financiamento dos clubes de futebol e rebateu o argumento de que o setor seria essencial para o esporte.

“Agora chega a bet, que não oferece nenhum entretenimento para ninguém, e fica financiando os clubes com o dinheiro do pobre. É o pobre que aposta, que fica doente, que se mata por estar endividado”, declarou.

Bets e saúde pública: estudos apontam impactos no endividamento

Os efeitos das apostas não estão restritos ao debate sobre regulamentação, arrecadação e patrocínios esportivos. Estudos recentes também têm analisado a relação entre apostas online, endividamento e inadimplência.

Um estudo da Stone e do Insper, divulgado pela CNN Brasil, apontou que começar a apostar está associado a um aumento de cerca de 20% no risco de inadimplência. Quando consideradas apenas as dívidas de cartão de crédito, o aumento chega a quase 40%. A pesquisa analisou dados de transações financeiras e informações de crédito.

Outro levantamento, divulgado pela Folha de S.Paulo em setembro, analisou dados de 1,3 milhão de associados do Sicredi com crédito ativo e apontou que a inadimplência entre pessoas que fizeram apostas online em 2025 foi 40% maior do que entre aqueles que não apostaram. O estudo também encontrou relação entre frequência e valor das apostas e o aumento da inadimplência.

Na área da saúde pública, levantamento divulgado pela Folha em maio mostrou que o número de projetos de lei relacionados às apostas aumentou mais de seis vezes entre 2023 e 2025. O estudo também apontou que atendimentos relacionados às apostas no Sistema Único de Saúde (SUS) quase dobraram em 2025.

Uma pesquisa Datafolha realizada em maio de 2026 mostrou que 7% dos eleitores brasileiros com 18 anos ou mais afirmaram fazer atualmente apostas em bets ou cassinos online. Entre os que fazem ou já fizeram apostas, 35% disseram ter comprometido as próprias finanças para apostar. O levantamento ouviu 2.004 pessoas em 139 cidades.

Os dados ajudam a explicar por que o governo passou a tratar as apostas também como uma questão de endividamento e saúde pública. A ação que a AGU pretende apresentar na segunda-feira faz parte desse conjunto de medidas e deverá levar ao Judiciário a discussão sobre até onde vai a responsabilidade das empresas pelas dívidas acumuladas pelos apostadores.

Leci Brandão e Moisés Selerges são convidados do Conversa Sem Curva desta sexta

O Conversa Sem Curva, talk show da TVT apresentado por Don Ernesto, recebe nesta sexta-feira dois convidados com trajetórias ligadas à cultura, à política e à defesa de direitos: a deputada estadual, cantora e compositora Leci Brandão e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Moisés Selerges. Leia em TVT News.

A gravação do programa poderá ser acompanhada pelo público pelo YouTube da TVT, a partir das 14h. A participação pela plataforma permite acompanhar a produção da entrevista antes da exibição da edição na televisão.

Leci Brandão: do samba à política

Leci Brandão chega ao programa com uma trajetória marcada pela música e pela atuação política. Nascida no Rio de Janeiro, em 12 de setembro de 1944, ela iniciou a carreira musical no começo dos anos 1970 e se tornou a primeira mulher a integrar a ala de compositores da Estação Primeira de Mangueira.

Ao longo da carreira, gravou 25 álbuns, além de três compactos e dois DVDs. Também atuou como comentarista de desfiles de escolas de samba. Entre 1984 e 1993, participou da cobertura do Carnaval do Rio de Janeiro pela TV Globo. Depois de uma pausa, voltou à função entre 2000 e 2001 e, posteriormente, comentou os desfiles das escolas de samba de São Paulo entre 2002 e 2010.

Sua trajetória também inclui participação em espaços institucionais ligados à promoção de direitos. Em 2004, Leci tornou-se conselheira da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, funções que exerceu durante dois mandatos.

Filiada ao PCdoB desde 2010, Leci Brandão foi eleita deputada estadual por São Paulo e reeleita em 2014 e 2018. Como parlamentar, sua atuação tem entre os temas destacados a promoção da igualdade racial, o respeito às tradições de matriz africana e a defesa da cultura popular brasileira.

A deputada também atua em pautas relacionadas às populações indígenas e quilombolas, à juventude, especialmente a população jovem pobre e negra, às mulheres e ao segmento LGBT.

Na Assembleia Legislativa de São Paulo, foi integrante da Comissão de Direitos Humanos e vice-presidente da Comissão de Educação e Cultura. Até dezembro de 2018, havia apresentado mais de 100 projetos, dos quais 37 haviam sido transformados em leis, segundo as informações do material de divulgação.

Nas eleições de 2026, Leci Brandão é candidata novamente ao cargo de deputada estadual por São Paulo.

Moisés Selerges: líder sindical e candidato a deputado

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Lula e Moisés Selerges têm origem no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC – Foto: Ricardo Stuckert

O outro convidado do programa é Moisés Selerges, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e pré-candidato a deputado. Sua atuação sindical tem entre os principais temas a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1.

Em entrevista ao Congresso em Foco, em maio deste ano, Selerges falou sobre os desafios para a aprovação da proposta que prevê o fim da escala 6×1 e sobre a necessidade de ampliar a representação dos trabalhadores no Legislativo.

Ao comentar os argumentos utilizados por críticos da redução da jornada, especialmente o receio de impactos sobre a capacidade produtiva, o dirigente sindical afirmou que questionamentos semelhantes já apareceram em outros momentos de mudanças na legislação trabalhista.

“Quando foi para ter 30 dias de férias, o Brasil ia quebrar? Quando foi para ter Fundo de Garantia, o Brasil ia quebrar?”, afirmou Selerges. Para ele, a redução da jornada nacional não provocaria os efeitos negativos apontados por seus críticos.

A presença dos dois convidados coloca no mesmo programa trajetórias distintas, mas relacionadas à atuação pública: de um lado, a experiência de Leci Brandão na música, na cultura e no Parlamento; de outro, a atuação sindical de Moisés Selerges e sua defesa de mudanças nas relações de trabalho.

O que é o Conversa Sem Curva?

O Conversa Sem Curva é o talk show da TVT comandado por Don Ernesto, apresentador, cantor e compositor. O programa foi reformulado para integrar a faixa noturna de entrevistas da TV dos Trabalhadores.

A proposta é reunir convidados de diferentes áreas para discutir fatos do Brasil e do mundo, combinando informação, opinião, bom humor e leveza. As entrevistas procuram apresentar diferentes perspectivas sobre assuntos presentes no noticiário e no cotidiano.

Segundo a proposta apresentada pela TVT, o programa não pretende oferecer respostas prontas, mas ampliar o debate e fornecer elementos para que o público possa compreender diferentes aspectos da realidade e formar sua própria opinião.

O programa é exibido às segundas, quartas e sextas-feiras, às 22h, na TVT. As gravações podem ser acompanhadas anteriormente pelo YouTube da emissora, geralmente às 14h, permitindo que o público veja a produção em tempo real.

A TVT está disponível no canal 44.1 na Grande São Paulo, no canal 555 da parabólica digital, na Samsung TV Plus, canal 2047, além de canais parceiros.

As entrevistas são gravadas nos estúdios da TVT, na Avenida Paulista. Don Ernesto, que já apresentava uma versão semanal do programa, passou a comandar o novo formato com maior presença na programação da emissora.

Onde assistir

Gravação: 14h, pelo YouTube da TVT
Exibição na TV: 22h
Dias: segundas, quartas e sextas-feiras
TVT: canal 44.1 na Grande São Paulo; canal 555 na parabólica digital; Samsung TV Plus, canal 2047; e canais parceiros.

Nas redes sociais, 77% das mensagens apoiam proibição das bets, aponta Palver

A possível proibição das bets pelo governo federal recebeu apoio em 77% das mensagens publicadas nas redes sociais e plataformas de mensagens que trataram do assunto entre 17 e 23 de setembro. Outros 23% das manifestações analisadas foram críticas à medida, segundo levantamento da Palver, empresa de inteligência e análise do ambiente digital, divulgado nesta quinta-feira (24). Leia em TVT News.

O monitoramento considerou conteúdos publicados no Instagram, X, Facebook, TikTok e YouTube, além de mensagens compartilhadas pelo WhatsApp e Telegram. A análise acompanhou a repercussão da possibilidade de o governo federal adotar medidas para restringir ou proibir as apostas online.

Segundo a Palver, a discussão ganhou força a partir de 17 de setembro, após notícias de que o governo preparava uma Medida Provisória sobre as bets. A repercussão alcançou um dos principais picos em 20 de setembro, quando 92% das mensagens relacionadas ao tema expressavam apoio à proibição.

>> Lula anuncia MP do fim das bets nesta tarde, em SP

Nos dias seguintes, entretanto, o tom das manifestações mudou. Em 23 de setembro, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com ministros no Palácio da Alvorada para discutir a medida, o apoio registrado caiu para 57%. Na mesma data, as críticas chegaram a 43%, segundo o levantamento.

Debate sobre as bets ganha dimensão eleitoral

A análise da Palver identificou diferentes narrativas presentes nas conversas digitais. A que teve maior participação foi a mobilização eleitoral favorável a Lula, responsável por 26% da amostra monitorada.

Esse conjunto de mensagens apresentou o fim das bets como uma proposta associada ao presidente e ao vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Entre os conteúdos identificados estavam slogans, hashtags e convocações para compartilhamento em grupos de mensagens.

De acordo com a análise da empresa, parte das publicações apresentava a decisão sobre as apostas como uma disputa política. As mensagens diziam que Lula teria escolhido “o lado da vida” e do povo, enquanto Flávio Bolsonaro teria escolhido “o lado do lucro”. Também apareceram referências ao discurso do presidente na Organização das Nações Unidas (ONU), a comícios e ao compromisso de Lula com a pauta.

>> Bets representam 7,2% das receitas dos clubes da Série A, apesar de alerta sobre “fim do futebol”

Para a Palver, essa narrativa foi responsável por parte importante do crescimento da discussão nas redes. A empresa também aponta que a associação da medida à campanha eleitoral abriu espaço para críticas que acusam o governo de utilizar o tema eleitoralmente.

A empresa identificou ainda que Lula foi citado em 51% das mensagens relacionadas ao debate sobre as bets. Na avaliação apresentada pelo levantamento, o presidente conseguiu ocupar espaço relevante na discussão digital sobre a possível proibição.

Proteção social aparece entre as principais narrativas

Outra parcela significativa das mensagens relacionou as apostas online a problemas sociais. A narrativa de apoio popular e proteção social representou aproximadamente 16% da amostra analisada.

Nesse grupo, as bets foram apresentadas como uma forma de vício associada a endividamento, problemas familiares e mortes. Os conteúdos também reuniram relatos pessoais e manifestações favoráveis à adoção de medidas contra as apostas.

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Segundo a Palver, esse tipo de argumento apresenta capacidade de alcançar públicos para além da militância política, principalmente por estar relacionado a experiências cotidianas. A empresa afirma que a circulação dessas mensagens em grupos de família e comunidades contribuiu para ampliar o alcance do discurso de proteção social.

Somadas, as narrativas de mobilização eleitoral favorável a Lula e de proteção social representaram 42% das interações identificadas no levantamento.

Clubes de futebol criticam possível proibição

O levantamento também registrou a reação de setores ligados ao futebol. A narrativa de resistência do setor esportivo correspondeu a cerca de 11% da amostra.

Nesse grupo estavam mensagens relacionadas ao manifesto de clubes como Flamengo, Corinthians e Palmeiras contra a Medida Provisória. As manifestações apresentavam críticas aos possíveis impactos da medida sobre o futebol e chegaram a classificá-la como “o fim do futebol”.

>> Premier League restringe patrocínio de bets e clubes buscam novas fontes de receita

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Alexis Mac Allister, do Liverpool, em ação com Lucas Bergvall, do Tottenham Hotspur, durante a partida da terceira rodada da Copa da Liga Inglesa (Carabao Cup) entre Liverpool e Tottenham Hotspur, em Anfield, em Liverpool, em 15 de setembro de 2026. (Foto de Steven Halliwell/MI News/NurPhoto) (Foto de MI News / NurPhoto / NurPhoto via AFP)

Segundo a Palver, essa foi a principal narrativa identificada em que as críticas superaram as manifestações de apoio à proibição. A empresa aponta que a reação dos clubes trouxe para o debate argumentos relacionados ao impacto econômico e ao risco de crescimento do mercado ilegal.

Ao mesmo tempo, a análise afirma que manifestações contrárias às posições dos clubes e declarações do presidente Lula reduziram o alcance dessa narrativa.

Críticas ganham espaço no dia da decisão

Embora as mensagens favoráveis tenham sido maioria no período analisado, a Palver identificou crescimento das críticas à medida quando o governo se aproximou de uma decisão.

No dia 23 de setembro, as manifestações contrárias chegaram a 43%, segundo o levantamento, maior participação desse tipo de conteúdo desde o início do período monitorado. Entre os argumentos críticos estavam acusações de contradição e oportunismo eleitoral, além de questionamentos sobre a responsabilidade do próprio governo pela expansão das bets.

Essa narrativa de crítica representou 5% do peso total identificado pela empresa.

A Palver também aponta que o comportamento das redes pode mudar conforme a discussão deixe de ser uma disputa sobre a possibilidade de proibição e passe para a definição concreta da política pública.

Na análise da empresa, uma eventual restrição parcial poderia provocar críticas por parte de quem espera uma proibição mais ampla, enquanto uma proibição total poderia recolocar no debate questões relacionadas ao mercado ilegal, aos efeitos econômicos e ao uso de uma Medida Provisória.

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Confira a nova pesquisa Datafolha para presidente desta quinta (24)

O Instituto Datafolha divulgou nesta quinta-feira (24) uma nova rodada da pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República. O levantamento, contratado pela Folha de S.Paulo e pelo Grupo Globo, foi realizado entre os dias 22 e 24 de setembro e é o penúltimo antes do primeiro turno.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00304/2026. Acompanhe os números da nova pesquisa Datafolha com a TVT News.

Primeiro turno

  • Lula: 40%
  • Flávio Bolsonaro: 36%

Resultado das intenções de voto em 1° turno na pesquisa Datafolha de 24 de setembro:

  • Lula (PT): 40% (eram 39%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 36% (eram 36%)
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 5% (eram 6%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 4%)
  • Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%)
  • Romeu Zema (Novo): 1% (eram 2%)
  • Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
  • Edmilson Costa (PCB): 0 (era zero)
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era 1%)
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (era zero)
  • Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)
  • Clariana Barão (DC): 0 (era zero)
  • Hertz Dias (PSTU): 0 (era zero)
  • Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 6%)
  • Indecisos: 2% (eram 3%)

Segundo turno

  • Lula: 47%
  • Flávio Bolsonaro: 45%

De acordo com o Datafolha, os números das simulações de 2º turno são:

  • Lula x Flávio Bolsonaro
    • Lula (PT): 47% (eram 46%)
    • Flávio Bolsonaro (PL): 45% (eram 44%)
    • Em branco/nulo/nenhum: 7% (eram 8%)
    • Indecisos: 1% (era 1%)
  • Lula x Ronaldo Caiado
    • Lula (PT): 46% (eram 46%)
    • Ronaldo Caiado (PSD): 44% (eram 42%)
    • Em branco/nulo/nenhum: 9% (eram 10%)
    • Indecisos: 1% (eram 2%)
  • Lula x Renan Santos
    • Lula (PT): 48% (eram 47%)
    • Renan Santos (Missão): 39% (eram 38%)
    • Em branco/nulo/nenhum: 12% (eram 13%)
    • Indecisos: 2% (eram 2%)
  • Lula x Augusto Cury
    • Lula (PT): 46% (eram 44%)
    • Augusto Cury (Avante): 43% (eram 43%)
    • Em branco/nulo/nenhum: 9% (eram 10%)
    • Indecisos: 1% (era 1%)

Lula x Flávio Bolsonaro na pesquisa para presidente

  • Como está a corrida eleitoral nas pesquisas de intenção de voto para o 1° turno:

  • O que dizem as pesquisas Datafolha sobre a intenção de voto no 2° turno

Pesquisa espontânea

Quais foram as resposta dos eleitores quando o Datafolha não mostra os nomes dos candidatos:

  • Lula (PT): 36% (eram 35%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 27% (eram 26%)
  • Jair Bolsonaro (PL): 4%
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 3% (eram 3%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 2% (era 2%)
  • Renan Santos (Missão): 2% (eram 1%)
  • Zema (Novo): 0 (era 1%)
  • Outras respostas: 2% (eram 2%)
  • Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 6%)
  • Indecisos: 18% (eram 21%)

Avaliação do governo Lula

  • Ruim/péssimo: 40% (eram 42%)
  • Ótimo/bom: 34% (eram 34%)
  • Regular: 24% (eram 23%)
  • Não sabe: 2% (era 1%)

Aprovação do presidente Lula

  • Desaprova: 50% (eram 50% na pesquisa anterior)
  • Aprova: 47% (eram 48%)
  • Não sabe: 3% (eram 3%)

Rejeição dos candidatos na pesquisa Datafolha

Em quem os eleitores não votam de jeito nenhum no 1º turno:

  • Flávio Bolsonaro (PL): 45% (eram 47%)
  • Lula (PT): 45% (eram 47%)
  • Renan Santos (Missão): 15% (eram 15%)
  • Romeu Zema (Novo): 14% (eram 14%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 13% (eram 13%)
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 9% (eram 11%)
  • Samara Martins (UP): 9% (eram 10%)
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 8% (eram 9%)
  • Edmilson Costa (PCB): 8% (eram 10%)
  • Hertz Dias (PSTU): 7% (eram 7%)
  • Leonardo Avalanche (PRTB): 7% (não estava na pesquisa anterior)
  • Clariana Barão (DC): 7% (eram 7%)
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 5% (eram 6%)
  • Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2% (era 2%)
  • Rejeita todos/não votaria em nenhum: 1% (era 2%)
  • Não sabe: 3% (eram 2%)

Nova pesquisa Datafolha para presidente de hoje

Onde assistir ao vídeo do Fábio Porchat sobre o Master

O episódio “Grandes Igrejas, Master Negócios” pode ser assistido gratuitamente no YouTube pelos canais de Revelando, ICL, Calma Urgente, Mídia Ninja e 342 Artes.

Qual a metodologia da pesquisa Datafolha

O Datafolha ouviu 2.002 eleitores em todo o Brasil entre os dias 22 e 24 de setembro, por meio de entrevistas presenciais em pontos de fluxo populacional. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela Empresa Folha da Manhã e pela Globo Comunicação e Participações, ao custo de R$ 307.641,60, e está registrada no TSE sob o número BR-00304/2026. O questionário testa 13 candidatos no primeiro turno e cinco cenários de segundo turno.

Números da pesquisa Datafolha de 17 de setembro

Na rodada anterior, divulgada em 17 de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecia com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL) — empate técnico dentro da margem de erro.

Augusto Cury (Avante) registrava 6%, Ronaldo Caiado (PSD) tinha 4% e Renan Santos (Missão) somava 3%. No cenário de segundo turno, Lula tinha 46% e Flávio Bolsonaro, 44%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-04029/2026.

Datafolha: maioria de mulheres que chefiam lares vota em Lula

Um recorte da pesquisa Datafolha mostrou que, entre as eleitoras que são responsáveis financeiramente por seus domicílios, o presidente Lula registra 47% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 27% — uma diferença de 20 pontos percentuais.

As mulheres chefes de família correspondem a 30% da amostra utilizada na pesquisa, e a margem de erro para esse grupo é de quatro pontos percentuais. Dados da Pnad indicam que as mulheres são referência financeira em 52,4% dos domicílios brasileiros em 2026.

O que mostram as pesquisas divulgadas na semana

Os 3 principais institutos de pesquisa: Quaest, Atlas e Datafolha, divulgaram pesquisas de intenção de voto.

Pesquisa Quaest (21/09)

A Quaest divulgou em 21 de setembro uma nova pesquisa para presidente. No primeiro turno, Lula aparecia com 37% e Flávio Bolsonaro com 33%. No segundo turno, Flávio Bolsonaro tinha 42% e Lula, 41% — empate técnico.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 17 e 20 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais, e está registrada no TSE sob o número BR-06004/2026.

Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg (23/09)

A AtlasIntel divulgou em 23 de setembro uma pesquisa que mostra Lula com 45,8% e Flávio Bolsonaro com 43,4% no primeiro turno. No segundo turno, Lula aparece com 47,7% e Flávio com 47,4%.

O levantamento ouviu 5.015 pessoas entre 17 e 22 de setembro, com margem de erro de um ponto percentual, e está registrado no TSE sob o número BR-04739/2026.

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Reprodução da pesquisa Atlas de 23 de setembro coma série histórica das intenções de voto no 2° turno: Lula voltou a inverter posição com Flavio Bolsonaro e passa à frente

Consulte todas as pesquisas registradas no TSE

Para consultar todas as pesquisas eleitorais registradas e seus respectivos números de protocolo, acesse o sistema de pesquisas registradas do Tribunal Superior Eleitoral.

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