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Da Redação

Dino pede vista após debate acalorado no STF

O ministro Flávio Dino pediu vista durante a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que discute os processos relacionados ao Banco Master e às citações ao ministro Alexandre de Moraes. Ao tomar a palavra, Dino afirmou que era necessário interromper o debate diante do acirramento das discussões entre os integrantes da Corte e de uma questão de ordem que, segundo ele, precisava ser analisada antes da continuidade da deliberação. Leia em TVT News.

“Eu tenho que interromper esta situação porque nós temos uma questão de ordem. Nós não temos condições de deliberar. O clima é daí para pior, e a sociedade está assistindo a algo diferente do rito que a lei manda”, declarou.

O pedido ocorreu em meio a uma discussão entre os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes e às manifestações do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Mendonça havia pedido a palavra para responder a Gonet, que defendia a atuação do Ministério Público Federal no caso e negava ter mantido relação de proximidade com Daniel Vorcaro. Antes que Mendonça começasse a falar, Gilmar o interrompeu e afirmou: “É impressionante a desfaçatez desse sujeito!”.

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Placar empata em 4 a 4 pela reunião dos processos

O placar no Supremo Tribunal Federal (STF) ficou empatado em 4 a 4 na questão de ordem que discute o apensamento dos processos envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Edson Fachin, André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia se posicionaram pela manutenção dos processos separados, enquanto Gilmar Mendes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes votaram pela reunião dos casos.

Fachin, relator da PET 16.662, votou pela continuidade do julgamento do processo envolvendo Moraes e rejeitou o apensamento com a PET 16.704, relacionada a Mendonça. O ministro também considerou pertinente a apuração sobre magistrados citados no caso Banco Master, mas defendeu que essa providência não deveria suspender o julgamento. Mendonça acompanhou Fachin e votou pela separação dos processos. Fux também se posicionou pela manutenção dos casos separados. Com o voto de Cármen Lúcia, o grupo contrário à reunião chegou a quatro votos.

Do outro lado, Gilmar Mendes defendeu o apensamento dos processos e o adiamento da análise para 23 de setembro. Flávio Dino e Cristiano Zanin acompanharam a posição pela reunião dos casos. Alexandre de Moraes também votou pelo apensamento, defendendo que os procedimentos fossem analisados conjuntamente. Com os quatro votos favoráveis à junção e quatro pela separação, a questão de ordem permanece sem maioria.

A discussão sobre o apensamento surgiu após questionamentos de Dino e Gilmar à decisão de Fachin de assumir a relatoria dos procedimentos. Os ministros argumentaram que havia processos relacionados ao Banco Master que já estavam sob relatoria de outros integrantes da Corte e questionaram a forma como os autos chegaram à Presidência do STF. Fachin rejeitou a interpretação de que teria avocado os processos e afirmou que não houve decisão de sua parte nesse sentido.

A votação ocorre em meio ao julgamento sobre os elementos reunidos pela Polícia Federal a partir da investigação envolvendo o Banco Master. O relatório inclui mensagens atribuídas a Moraes e ao ex-presidente do banco Daniel Vorcaro, além de referências a outros ministros e autoridades. O STF analisa questões processuais relacionadas ao material e à possibilidade de abertura de investigação contra Moraes.

O debate também foi marcado por forte tensão no plenário. Durante a sessão, Flávio Dino pediu vista e afirmou que era necessário interromper a discussão diante do acirramento entre os ministros. “Nós não temos condições de deliberar”, disse. O ministro também afirmou que havia uma questão de ordem que precisava ser analisada antes da continuidade da deliberação.

Leia mais sobre o julgamento no STF

JR, liderança dos motoboys, e Moisés Selerges assinam carta de compromisso pelos trabalhadores sem direitos

Líder de uma das categorias que mais cresce nos grandes centros urbanos, o motoboy Júnior Freitas, o JR (Psol-SP) é o mais novo integrante da Bancada dos Trabalhadores e Trabalhadoras, principal compromisso da campanha de Moisés Selerges (PT-SP) a deputado federal. O projeto tem como objetivo criar frentes parlamentares dos trabalhadores no Congresso Nacional e nos legislativos estaduais por todo o País. Leia em TVT News.

Próximo ao presidente Lula – JR foi um dos principais interlocutores do movimento Breque dos Apps com o governo federal na elaboração da chamada MP dos Motoboys – o candidato a deputado estadual atendeu ao pedido de Moisés para representar a bancada na Alesp e defender uma categoria formada por milhares de entregadores, babás, camelôs e costureiras, entre outros profissionais informais. O primeiro passo para isso foi a assinatura de uma carta de compromisso com o operário e candidato a deputado federal.

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O documento elenca uma série de reivindicações, entre elas uma regulamentação que garanta proteção, segurança, direitos básicos e renda digna para milhares de trabalhadores e trabalhadoras sem registro e com pouca proteção trabalhista.

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Moises Selerges (esq.) e Jr. (dir.) assinam carta de compromisso em defesa dos trabalhadores precarizados. Foto: Leandro Paiva

“Eu e Moisés nos completamos. Ele é um operário que vem do movimento sindical e tem experiência na luta de conquistas de direitos. Eu posso contribuir com a minha história de mais de 20 anos como motoboy e na liderança da categoria desde 2020. A Bancada dos Trabalhadores e Trabalhadoras será muito importante no Congresso Nacional. Hoje, o lobby dos aplicativos está tão forte quanto o do agro lá em Brasília”, afirmou JR.

Moisés agradeceu o apoio de JR. e ressaltou que o mundo do trabalho mudou e a Previdência Social precisa estar conectada e em sintonia com essa transformação.

“Todos os trabalhadores que estão nas plataformas têm uma coisa em comum: eles não têm direitos garantidos, e isso precisa mudar. Quando a Previdência Social foi criada, não existiam aplicativos, agora existem. Então temos que adaptá-la a essa nova realidade, assim como outras medidas”, afirmou.

O projeto, que conta com o aval do presidente Lula, reúne outros apoios importantes na Alesp, como os deputados estaduais e candidatos à reeleição pelo PT Barba, Luiz Fernando e Eduardo Suplicy, além de Ediane Maria (Psol-SP).

A iniciativa também conta com a adesão dos ministros Luiz Marinho e Guilherme Boulos, da candidata ao Senado e ex-ministra Marina Silva (Rede) e de parlamentares e lideranças como as deputadas federais Benedita da Silva (PT-RJ) e Taliria Petrone (Psol-RJ); o candidato ao governo de Minas Gerais, Patrus Ananias (PT); o ex-ministro Márcio Macedo (PT-SE); e a deputada estadual mineira Bella Gonçalves (PT-MG).

Moisés Selerges leva a Bancada dos Trabalhadores e Trabalhadoras para onde tudo começou

Quarenta anos e 11 meses separam dois momentos e um mesmo cenário. No dia 2 de outubro de 1985, um jovem pintor de chassis de caminhão de 19 anos passaria pela primeira vez pela portaria da Mercedes-Benz, em São Bernardo do Campo. Hoje, às 4h58min da manhã, a cena se repetiu.

Mas, dessa vez, Moisés Selerges (PT-SP) não passou pelo portão da fábrica. Ele recebeu, pela primeira vez como candidato a deputado federal, seus companheiros e companheiras de trabalho na porta da unidade, uma das maiores do ABC e do Brasil. Não foi uma atividade de campanha comum para Moisés, o idealizador da Bancada dos Trabalhadores e Trabalhadoras, principal compromisso de sua candidatura à Câmara Federal.

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Lula e Moisés Selerges têm origem no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC – Foto: Ricardo Stuckert

“Isso é a minha vida. Meu nome está marcado aqui, na pedra, como dizem. É a fábrica em que eu trabalho e na qual meu pai trabalhou. É sempre emocionante estar de volta e abraçar os amigos, as amigas. E fica ainda mais quando penso que é a primeira vez que venho aqui oficialmente como candidato a deputado federal. Cada papelzinho desses que você entrega para um companheiro ou companheira tem um significado muito forte para mim”, disse Moisés.

A atividade na portaria principal da Mercedes, a P1, contou também com a participação do candidato à reeleição para a Assembleia Legislativa, Teonílio Barba (PT-SP). O parlamentar concorre ao quarto mandato consecutivo na Alesp e faz dobrada com Moisés.

De lá, os dois candidatos partiram para encontros com trabalhadores das fábricas Apema e Alumbra, ambas em São Bernardo do Campo

Inteligência Artificial e inclusão são temas da Feira de Carreiras da FESPSP em São Paulo

A Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) realiza, nesta quarta-feira, 16 de setembro, a segunda edição de sua Feira de Carreiras, com palestra sobre inteligência artificial e inclusão.

O evento, gratuito e aberto ao público, acontece no campus da FESPSP, localizado na Vila Buarque, e se divide entre os períodos matutino (das 8h30 às 12h) e noturno (das 18h30 às 22h).

A iniciativa traz seis palestras com especialistas do mercado de trabalho e painéis de debate com ex-alunos para discutir o avanço da Inteligência Artificial (IA), diversidade, equidade, inclusão e o impacto social nas corporações.

“A Feira de Carreiras é uma ação estratégica da área de Estágios e Mercado de Trabalho para aproximar os estudantes de egressos, empresas recrutadoras e profissionais de destaque vinculados aos cursos de graduação da FESPSP para networking, relatos e trocas de experiência”, explica a professora Adriana Maria de Souza, diretora acadêmica adjunta da Escola e coordenadora do curso de Biblioteconomia.

A área de Estágios e Mercado de Trabalho conecta a formação acadêmica dos estudantes ao mundo do trabalho, a partir das competências desenvolvidas nas diversas disciplinas estudadas em cada curso, em consonância com a complexidade e as exigências da atuação profissional. “Apoiamos a preparação dos estudantes para ingressar no mercado de trabalho em experiências exitosas”, diz a professora.

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Evento tem traz seis palestras com especialistas do mercado de trabalho e painéis de debate com ex-alunos para discutir o avanço da Inteligência Artificial, diversidade, equidade, inclusão e o impacto social nas corporações. Foto: Freepik

Além do conteúdo pedagógico e das discussões, o evento conta com estandes físicos de instituições parceiras de grande relevância, como o CIEE, o CAMP Pinheiros e a Bibliohub, dedicados exclusivamente à prospecção de talentos, divulgação de vagas de emprego e orientação de carreira para os visitantes.

Programação completa dos painéis e palestras sobre inteligência artificial e inclusão

Período Matutino (8h30 às 12h)

  • 8h30 – Abertura Oficial: Boas-vindas com a presença da Diretoria Acadêmica, coordenadores e organizadores.
  • 9h00 – Uso da IA no Mercado de Trabalho: Apresentada por Lucas Florindo, designer instrucional do CAMP Pinheiros.
  • 9h30 – Diversidade, Equidade e Inclusão no Mercado de Trabalho: Ministrada por Marinalva Cruz, coordenadora da área na Coca-Cola FEMSA Brasil.
  • 10h00 – Impacto Social no Mundo Corporativo: Conduzida por Érica Teruel, coordenadora de Implementação e Desenvolvimento no Itaú Educação e Trabalho.
  • 10h30 – Bate-papo com Egressos: Debate sobre trajetórias profissionais com ex-estudantes de Biblioteconomia e Sociologia e Política.

Período Noturno (18h30 às 22h):

  • 18h30 – Abertura Oficial: Início das atividades do período da noite com diretores e coordenadores.
  • 19h00 – A Emergência do Pós-Wellness: Gabriel de Brito, analista da BALT Consultoria, traz resultados de uma pesquisa qualitativa inédita com mais de 100 horas de etnografias e entrevistas com as classes ABCD de todas as regiões do país sobre as mudanças na relação dos brasileiros com o bem-estar.
  • 19h30 – Gestão de Carreira e Uso de Competências: Apresentação de Roberta Gravina, fundadora da Bibliohub.
  • 20h00 – Inclusão Racial no Mercado de Trabalho: Painel de encerramento comandado pela Prof.ª Dr.ª Luciana Morgado, coordenadora da pós-graduação em Sociologia da FESPSP.
  • 20h30 – Rodada de Conversa com Egressos: Nova mesa de debate e compartilhamento de experiências com ex-alunos da instituição.

Para ter acesso ao documento detalhado com os perfis dos palestrantes e mediadores, o público pode consultar a página oficial de download:

Confira a programação completa

Serviço

  • Evento: II Feira de Carreiras da FESPSP – 2026
  • Data: 16 de setembro de 2026, quarta-feira
  • Horários: Das 8h30 às 12h e das 18h30 às 22h
  • Local: Campus da FESPSP
  • Endereço: Rua General Jardim, 522, Vila Buarque, São Paulo/SP
  • Entrada: Gratuita e aberta à comunidade externa

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Leia mais sobre o julgamento no STF

Placar fica em 4 a 3 pelo julgamento separado de Moraes e Mendonça no STF

O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a reunião dos processos que envolvem os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça terminou, provisoriamente, com empate em 4 a 4. O resultado, porém, ficou em 4 a 3 pela manutenção dos processos separados, porque o ministro Flávio Dino, embora tenha votado pela reunião dos casos, pediu vista antes da conclusão da deliberação, e seu voto não foi computado no placar. Leia em TVT News.

Dino interrompeu a discussão após uma sequência de manifestações e confrontos entre os ministros. Ao pedir vista, afirmou que o plenário não tinha condições de continuar deliberando naquele momento e que havia uma questão de ordem que precisava ser analisada antes da continuidade da votação. O ministro também criticou o ambiente da sessão e disse que o debate havia se afastado do rito previsto pela legislação.

“Eu tenho que interromper esta situação porque nós temos uma questão de ordem. Nós não temos condições de deliberar. O clima é daí para pior, e a sociedade está assistindo a algo diferente do rito que a lei manda”, afirmou Dino.

Antes do pedido de vista, Cármen Lúcia havia votado pela reunião dos processos, igualando o placar em 4 a 4. De um lado, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia defenderam o apensamento. De outro, Edson Fachin, André Mendonça e Luiz Fux votaram pela manutenção dos processos separados. Dino também se posicionou pela reunião, mas, como pediu vista, seu voto deixou de integrar o resultado parcial considerado para a deliberação.

O pedido de vista ocorreu após uma série de confrontos no plenário. André Mendonça havia pedido a palavra para responder ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, mas foi interrompido por Gilmar Mendes, que reagiu: “É impressionante a desfaçatez desse sujeito!”. Gonet, por sua vez, negou ter mantido relação de proximidade com Daniel Vorcaro. “Não existe e não tive relacionamento de proximidade com o senhor Vorcaro”, afirmou.

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Quatro votos pela separação e três pela reunião

Fachin foi o primeiro a votar sobre a questão e defendeu a manutenção da PET 16.662 separada da PET 16.704, rejeitando o apensamento e, consequentemente, a redistribuição dos processos. O presidente do STF também considerou pertinente a apuração sobre magistrados citados no caso Banco Master que tenham contra si indícios de recebimento de valores indevidos, mas sem suspender o julgamento.

Mendonça acompanhou Fachin e votou contra a reunião dos processos. Após sua manifestação, Moraes pediu a palavra e defendeu o julgamento conjunto. Segundo ele, os próprios argumentos apresentados por Mendonça reforçariam a necessidade de analisar os dois casos conjuntamente.

Gilmar, Dino e Zanin defenderam a reunião dos procedimentos. Moraes também votou pelo apensamento, argumentando que os casos deveriam ser analisados conjuntamente para evitar decisões contraditórias. Fux, por sua vez, acompanhou Fachin e votou pela separação, sustentando que os procedimentos tratam de fatos e fundamentos distintos.

Dino questiona condução dos processos

A discussão sobre o apensamento surgiu depois de questionamentos de Dino e Gilmar sobre a decisão de Fachin de assumir a relatoria dos processos relacionados ao Banco Master. Dino afirmou que não haveria previsão para que o presidente do STF assumisse processos que estavam sob relatoria de outros ministros e defendeu que os julgamentos relacionados ao caso fossem reunidos em 23 de setembro.

Fachin rejeitou a interpretação de que teria “avocado” os processos. Segundo o presidente do STF, os autos foram encaminhados à Presidência pelo relator e caberia ao plenário, como juiz natural, decidir sobre a matéria.

O pedido de vista de Dino interrompe a análise da questão em meio ao confronto entre os ministros. Apesar da solicitação, Fachin permitiu que Fux antecipasse seu voto; a sessão também registrou a manifestação de outros ministros antes da interrupção.

Leia mais sobre o julgamento no STF

Ministros votam questão de ordem de Gilmar Mendes

Fachin foi o primeiro a votar pela separação dos processos de Alexandre de Moraes e André Mendonça. Acompanhe a votação com a TVT News e informações da TV Justiça.

Carmem Lucia vota por separar os processos. Placar ficou em 4 a 3 porque o ministro Flávio Dino pediu vista.

Placar da votação dos ministros:

Acatar a questão de ordem e juntar os processos de Mendonça e Moraes: 3 (Zanin, Gilmar e Moraes)

Rejeitar a questão de ordem e separar os processos de Mendonça e Moraes: 4 (Fachin, Mendonça, Fux e Cármem Lúcia)

Pedido de vista: ministro Flávio Dino

Dino pede vista do processo

Ministro Flávio Dino pediu vista no julgamento depois que a situação ficou mais tensa. Houve forte discussão entre Mendonça e Gilmar Mendes. Mendonça havia citado o PGR, Paulo Gonet, que pediu a palavra. Logo após a manifestação de Gonet, Gilmar Mendes se exaltou e disse que era “inconcebível” Gonet estar submetido à situação.

Acompanhe o voto dos ministros ao vivo

Como votaram os ministros sobre a questão de ordem

O presidente do STF, Edson Fachin, votou para manter separadas as análises dos casos envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça.

Dino citou vários autores para questionar a questão da distribuição para designação do juiz natural. Fachin entende que o juiz natural é o plenário. Dino citou jurisprudência para dizer, primeiro, que não há rito anterior e que a Constituição e o regimento do Supremo determinam que haja novo sorteio. Porém, como ele pediu vista do processo, o voto dele não foi contabilizado.

O ministro Cristiano Zanin vota com a questão de ordem do ministro Gilmar Mendes.

André Mendonça votou acompanhando Edson Fachin na defesa que os casos sejam analisados de forma separada. Flávio Dino, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes se manifestaram a favor da junção.

O que os ministros estão votando

O ministro Gilmar Mendes, pela manhã, levantou uma questão de ordem para que o Supremo adie o julgamento do caso para o dia 23 de setembro, data em que Fachin agendou o julgamento de um pedido de Moraes para que Mendonça seja investigado por abuso de autoridade na condução do caso Master.

A questão de ordem de Gilmar Mendes quer:

  1. Unificar os processos contra Moraes e contra Mendonça;
  2. Sortear novo relator (tirando Fachin);
  3. Listar todos os ministros mencionados no Caso Master;
  4. Abrir prazo para manifestação da PGR

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