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Da Redação

Secretário de SCS chama inclusão de “problema” e expõe capacitismo contra crianças autistas

As declarações do secretário municipal de Esporte, Lazer e Juventude de São Caetano do Sul, Mauro Roberto Chekin, provocaram forte reação de entidades públicas e movimentos ligados à inclusão após ele classificar a presença de pessoas com deficiência em atividades esportivas como um “problema” durante audiência pública realizada na Câmara Municipal. As falas, dirigidas especialmente a crianças autistas e pessoas com deficiência, foram consideradas capacitistas e discriminatórias pelo Ministério do Esporte e pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Saiba mais na TVT News.

Durante a sessão de prestação de contas da pasta, Chekin afirmou: “Nós temos um problema muito grande com autista e qualquer deficiente”. Em seguida, relatou o caso de uma mãe que buscava matricular a filha em aulas de natação oferecidas pelo município. Segundo o secretário, a criança utilizava fralda, o que ele tratou como impedimento para a participação na atividade.

“Veio uma mãe que quis uma inclusão com a filha dela para ela ser incluída na aula de natação. A menina usa fralda. Como é que eu posso pôr a menina dentro da água de fralda?”, disse. Em outro trecho, afirmou que seria necessário orientar a família a adquirir uma fralda específica para piscina.

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As declarações prosseguiram em tom de rejeição à política de inclusão. “Hoje, com esse problema da inclusão social, que eu acho importante, acho que tem que ser feita, mas nós temos que tomar muito cuidado com os esportes”, declarou. Chekin também argumentou que nem todos os profissionais estariam preparados para atuar com pessoas com deficiência e disse que não se sente apto para esse trabalho.

“Eu entrei na piscina, saí da piscina e falei: se for para trabalhar desse jeito, não quero nunca mais voltar aqui. A minha condição psicológica e física é muito frágil para esse tipo de coisa”, afirmou.

Em outro momento, o secretário tentou se eximir da responsabilidade institucional ao dizer que a inclusão seria “dever do Estado”, mas não obrigação dele “como pessoa física”. A fala foi interpretada como tentativa de dissociar a função pública da responsabilidade legal e ética de garantir direitos.

A reação foi imediata. O Ministério do Esporte divulgou nota oficial em que repudiou “com veemência” as declarações, classificando-as como “profundamente capacitistas” e incompatíveis com os princípios constitucionais da dignidade humana, da inclusão e do respeito às pessoas com deficiência.

“O esporte brasileiro deve ser espaço de inclusão, diversidade, respeito e dignidade para todos”, afirmou a pasta federal. O ministério também anunciou que, por meio da Secretaria Nacional de Paradesporto, fará contato institucional com a Prefeitura de São Caetano do Sul para disponibilizar materiais informativos, orientações técnicas e acesso a programas federais voltados à inclusão.

A nota destacou ainda que o Brasil possui uma das legislações mais avançadas do mundo no campo dos direitos das pessoas com deficiência, citando a Constituição Federal, a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei Brasileira de Inclusão. Segundo o ministério, nenhuma autoridade pública pode contribuir para a reprodução de preconceitos e estigmas.

Também o Comitê Paralímpico Brasileiro divulgou nota de repúdio, classificando a fala como “inadmissível” e reveladora de desconhecimento sobre o papel transformador do esporte. Para a entidade, a inclusão é um direito e um compromisso constitucional e civilizatório que deve ser promovido por todos os agentes públicos.

O CPB lembrou ainda que São Caetano do Sul possui relação histórica com o Movimento Paralímpico nacional. O município já foi polo de treinamento das seleções brasileiras de atletismo e natação paralímpicos antes da inauguração do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, na capital paulista. Além disso, diversos atletas paralímpicos ainda residem na cidade.

Na audiência pública, a vereadora Bruna Biondi (PSOL) rebateu o secretário e afirmou que o acesso de crianças com deficiência ao esporte não é facultativo nem depende da vontade individual de gestores ou profissionais.

“É parte da profissão, é parte da formação profissional, é parte do dever se aquele funcionário trabalha para o Estado. Ele não tem opção”, afirmou a parlamentar. Para ela, negar atendimento ou relativizar a inclusão configura discriminação.

Especialistas em educação inclusiva e no esporte adaptado apontam que o episódio expõe a necessidade urgente de formação continuada para servidores públicos e dirigentes esportivos. O capacitismo, prática estrutural baseada na inferiorização de pessoas com deficiência, segue presente em instituições que deveriam justamente promover cidadania e acesso universal.

Em nota, a Prefeitura de São Caetano do Sul afirmou possuir “compromisso histórico” com políticas públicas de inclusão e citou investimentos em saúde, educação, assistência social e esporte. A administração mencionou ainda a recente inauguração do Complexo Unificado de Inclusão, Desenvolvimento, Apoio e Reabilitação (Cuidar), além de parcerias com entidades como APAE, AACD e o próprio Comitê Paralímpico Brasileiro.

Apesar disso, a prefeitura declarou que “erros, apesar de imperdoáveis, são compreensíveis”, formulação que também gerou críticas nas redes sociais por minimizar a gravidade das declarações.

O caso reforça um debate central no país: inclusão não é concessão, favor ou escolha administrativa. Trata-se de direito assegurado em lei e condição básica para uma sociedade democrática. Quando um agente público chama esse direito de “problema”, o que se revela não é dificuldade das crianças com deficiência, mas a persistência de preconceitos que o poder público tem obrigação de combater.

Sindicato dos Metroviários aprova greve para quarta, dia 13

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo anunciou greve de 24 horas para a próxima quarta-feira, dia 13 de maio. A decisão, que afeta as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, é uma resposta à falta de negociações por parte da Companhia do Metrô e à deterioração das condições de trabalho e segurança no sistema estatal. Leia em TVT News.

Em entrevista ao Jornal TVT News Primeira Edição, o presidente do sindicato, Dagnaldo Gonçalves Pereira, denunciou o descaso da gestão estadual com as cláusulas fundamentais do acordo coletivo e alertou para o risco que a redução drástica no quadro de funcionários impõe aos passageiros e trabalhadores.

Fazer greve é “último recurso”, diz presidente do sindicato

Segundo o dirigente, a categoria buscou o diálogo para revisar pontos sensíveis do contrato, mas encontrou as portas fechadas.

“A gente chamou o Metrô para fazer uma negociação dessas cláusulas que a gente está questionando. E em nenhum momento ele quis nos receber. A gente sabe que trabalhador não gosta de fazer greve; a gente faz greve quando esse é o último recurso que a gente tem”, desabafou Dagnaldo à TVT News.

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Presidente do Sindicato dos Metroviários, Dagnaldo Gonçalves Pereira, em entrevista à TVT News – Reprodução

Entre os pontos críticos está o déficit de 33 milhões de reais no plano de saúde da categoria. O presidente explica que a dívida foi gerada pela própria política do governo Tarcísio de Freitas, que reduziu o quadro de pessoal em 40%.

“O Metrô alega que essa dívida é nossa. E a gente sabe que essa dívida foi criada por causa da redução de quadros (…) e por isso a arrecadação caiu”, afirmou.

Sobrecarga e redução de metroviários

Dagnaldo reforçou que o número de funcionários caiu na última década, chegando ao atual contingente de 5.663 trabalhadores para dar conta de toda a operação, manutenção e segurança:

“O pessoal está se matando aqui dentro. Você imagine: nós tínhamos um quadro, há quatro anos, de 8.500 pessoas. Hoje nós temos 5.600 pessoas. Imagine o que as pessoas estão fazendo para poder fazer o Metrô rodar.”
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Gestão Tarcísio reduz número de metroviários e causa sobrecarga aos trabalhadores – Foto: Divulgação Foto: Divulgação

O sindicato exige a abertura imediata de concurso público para repor essas vagas, argumentando que os resultados positivos nas pesquisas de satisfação dos usuários, que chegaram a 76,3% de aprovação em 2025, são fruto exclusivo da sobrecarga e do sacrifício da saúde dos metroviários.

Privatiza que melhor? O risco dos descarrilamentos

Durante a entrevista, o presidente rebateu a narrativa de eficiência do setor privado, citando os recentes problemas nas linhas geridas por concessionárias, como a Linha 4-Amarela e as linhas da CPTM que foram privatizadas. Dagnaldo enfatizou que, nas linhas estatais operadas desde 1974, nunca houve descarrilamentos em operação comercial graças à manutenção preventiva rigorosa, algo que ele vê como ameaçado.

“As linhas que foram privatizadas não fazem isso. As linhas da CPTM que foram privatizadas tiveram mais de 10 descarrilamentos. Isso está acontecendo porque, quando você privatiza, a pessoa só está visando o lucro, então ela não faz manutenção preventiva”, criticou o dirigente.

Segundo ele, há uma estratégia em curso para sucatear o serviço público: “O que eles estão querendo fazer é deteriorar o sistema para falar que tem que privatizar. Isso não aconteceu ainda por esforço dos metroviários.”

Defesa da Tarifa Zero

O sindicato também questiona o modelo financeiro imposto pelo Estado. Dagnaldo defende que o Metrô não deve ser visto apenas sob a lógica do lucro, mas pelo benefício social e econômico que gera, como a redução de poluição e de acidentes de trânsito.

“O Metrô alega que tem que ser autossustentável, que a tarifa pague, e isso nunca vai existir em nenhum lugar do mundo. E nós somos defensores da Tarifa Zero.”

Uma assembleia geral está marcada para a véspera da paralisação, na sede do sindicato no Belém, para organizar os detalhes da greve. Caso a mobilização se confirme, apenas as linhas operadas por concessionárias privadas (4-Amarela, 5-Lilás e 17-Ouro) deverão funcionar normalmente.

Assista ao programa completo em nosso Youtube:

FESPSP oferece curso gratuito de nivelamento em matemática para universitários

A FESPSP (Escola de Sociologia e Política de São Paulo) está com inscrições abertas para o seu Programa de Nivelamento em Matemática para Universitários. O curso gratuito prepara alunos de diversas graduações para disciplinas que exigem esse conhecimento básico. As inscrições podem ser realizadas até esta sexta-feira, 8 de maio, por meio do link oficial do curso. Saiba mais na TVT News.

Foco em Prática e Revisão

O programa é voltado para estudantes de cursos como Administração, Economia, Sociologia, Ciência Política, Marketing, Logística, Gestão Financeira, Comércio Exterior, Ciência da Computação, entre outros, que desejam reforçar sua base matemática, para um melhor desempenho nas disciplinas.

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O conteúdo abrange desde operações aritméticas básicas e frações até o desenvolvimento de raciocínio lógico para porcentagem, regra de três e conversão de moedas.

SERVIÇO

Evento: Programa FESPSP de Nivelamento em Matemática para Universitários
Datas: 9 e 16 de maio de 2026 (sábados)
Horário: 9h às 12h
Local: Campus da FESPSP – Rua General Jardim, 522, Vila Buarque, São Paulo/SP
Inscrições: aqui
Prazo final: 8 de maio de 2026

Sobre a FESPSP

Há 93 anos a Fundação Escola de Sociologia e Política está comprometida com o futurodo Brasil, por meio de seus cursos de graduação, pós-graduação, MBA e extensão. Instituição de ensino e pesquisa sem fins lucrativos, a Sociologia e Política é igualmente reconhecida por sua área de projetos para a iniciativa pública e privada em todo o Brasil. Atua também junto a governos interessados na formulação de políticas públicas mais bem conectadas aos problemas e demandas da sociedade. Passaram pela FESPSP personalidades expressivas das ciências sociais e da gestão pública e privada do Brasil como Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Carlos Trabuco Cappi (ex-presidente do Bradesco), Darcy Ribeiro, Paulo Henrique Amorim, Mário de Andrade, Horácio Berlinck, Roberto Simonsen, Sérgio Buarque de Holanda, Luiza Erundina e mais recentemente Gabriel Galipolo, presidente do Banco Central do Brasil.

Salão do Artesanato chega à 22ª edição e reúne artesãos de todo o Brasil em São Paulo

Com o conceito “O artesanato está com tudo”, evento ocupa mais de 10 mil m², reúne centenas de artesãos e projeta público de 60 mil pessoas no Pavilhão da Bienal. Leia em TVT News

Confira a 22ª edição do Salão do Artesanato

De 13 a 17 de maio, o Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, recebe a 22ª edição do Salão do Artesanato — Raízes Brasileiras, um dos mais representativos eventos do setor no país. Com entrada gratuita, o encontro convida o público a percorrer a diversidade cultural brasileira por meio do fazer artesanal, em uma experiência que articula tradição, identidade e inovação.

A 22ª edição do Salão do Artesanato conta com o apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB)/ Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP) e do SEBRAE, incrementa a experiência com apresentações musicais, oficinas abertas ao público, gastronomia típica e palestras, numa programação voltada para toda a família.

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Nesta edição, marcarão presença 26 estados e o Distrito Federal, reunindo mais de 700 artesãos, além de associações, confederações e coletivos, representando milhares de criadores de todo o país.

A expectativa é de superar a última edição, quando o volume de negócios gerados nos espaços do PAB, através de vendas diretas e encomendas, ultrapassou R$4,7 milhões, a partir da comercialização de 88.746 peças. Já o espaço do Sebrae, com a participação de 87 empreendimentos atendidos pela instituição em 22 estados, gerou R$ 2,3 milhões em negócios, evidenciando o impacto das ações de preparação e acesso a mercado promovidas junto aos pequenos negócios do segmento.

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Artesnato de Santa Catarina. Foto: Salão de artesanato Raizes Brasileiras/Divulgação

O evento também conta com a Rodada de Negócios que, em 2025, movimentou cerca de R$ 2,65 milhões em compras efetivas durante o evento, além de gerar uma expectativa superior a R$ 15 milhões em negócios ao longo dos 12 meses seguintes.

Com o conceito ‘O artesanato está com tudo’, queremos convidar o público a olhar com mais atenção o fazer artesanal, reconhecendo sua presença no cotidiano e sua conexão profunda com os saberes tradicionais e a cultura viva brasileira. É também uma forma de valorizar essa arte tão genuína da nossa terra, que carrega identidade, memória e pertencimento. Em um contexto marcado pela produção em escala e pela padronização, o artesanato se destaca pela singularidade. Cada peça traz tempo, técnica, história, autoria e nunca sendo igual a outra”, afirma Leda Simone Alves, diretora-executiva da Rome Eventos, realizadora do Salão.

Para Rômulo Mendonça, Diretor-Geral da Rome Eventos, dar continuidade ao Salão do Artesanato em São Paulo é mais do que uma realização: é a consolidação de um encontro que conecta o Brasil inteiro ao seu principal centro econômico. “Após desafios recentes, como a pandemia, conseguimos não apenas retomar, mas fortalecer nosso calendário. Das 22 edições empreendidas, está será a quinta edição anual em São Paulo, sendo as três últimas consecutivas”.

Diversidade do artesanato brasileiro

O evento revela a pluralidade do setor em suas diferentes expressões: moda; cama mesa e banho; objetos de decoração; obras de arte; brinquedos; utensílios domésticos; móveis e muito mais. Estão representadas diversas tipologias do artesanato brasileiro como cerâmica, madeira, fibras vegetais, têxtil, couro, metal, pedra, vidro, papel e papelão, sementes e materiais orgânicos, além de categorias como reciclagem e reaproveitamento de materiais. Essa variedade evidencia um fazer que transita entre escalas e linguagens, de pequenos objetos a grandes peças, e expressa a potência criativa presente em todas as regiões do país.

Entre os expositores, há presenças e produções que já se tornaram referência no Salão do Artesanato, impulsionadas pela alta demanda por suas criações. Pela região Norte, destacam-se as expressões de forte matriz indígena; os calçados em látex de José Rodrigues (AC); os adornos em capim dourado (TO) e os vasos marajoara (PA). Na região Nordeste, aparecem os cãezinhos inspirados na “Baleia”, do romance Vidas Secas, assinados por Marco de Sertânia (PE); a renda renascença do Grupo de Produção Artesanal Crença (PB) e a arte santeira (PI).

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José Rodrigues, o Dr da Borracha, cria sapatos e acessórios a partir do látex natural. Foto: Salão de artesanato Raizes Brasileiras/Divulgação

Ao chegar no Centro-Oeste, ganham evidência as máscaras e joias em prata de Delma Melo (GO), as flores do Cerrado de Joaquina Brilhante (DF) e a fauna esculpida em madeira (MT e MS). Já o Sudeste reúne as panelas de barro (ES), os enxovais e bordados (MG) e a produção autoral de São Paulo, que se destaca pelo diálogo entre artesanato e design contemporâneo, com peças em cerâmica, madeira e têxteis de linguagem urbana. No Sul, sobressaem as lãs e a tecelagem (RS).

A moda, trabalhada nas mais variadas tipologias, de acessórios a vestuário, aparece de forma transversal, presente em todos os estados. Um conjunto que revela a potência criativa do país e oferece ao público a oportunidade de encontrar peças únicas, carregadas de identidade e significado.

Embora o artesanato seja o eixo central, o Salão também contempla as manualidades. A distinção é importante: enquanto o artesanato está vinculado à autoria, aos saberes tradicionais e à identidade cultural, as manualidades se baseiam na reprodução de técnicas e modelos. Nesse contexto, o evento reconhece o artesanato como expressão legítima da cultura brasileira, destacando seu valor simbólico, econômico e social, ao mesmo tempo em que acolhe outras práticas do fazer manual.

O Salão também se configura como espaço de experiências, formação e negócios, promovendo conexões entre artesãos, compradores e público. A participação dos expositores ocorre, em sua maioria, por meio de editais públicos estaduais, assegurando critérios técnicos e diversidade na seleção.

Nesse contexto de valorização do fazer artesanal e de ampliação de oportunidades de mercado, o Salão também disponibiliza ações formativas voltadas aos expositores. Entre elas, destaca-se a realização da palestra “ApexBrasil – Brasil Feito à Mão: Como levar seu artesanato ao mundo”, promovida em parceria com a ApexBrasil, direcionada aos artesãos e com foco na internacionalização e no acesso a novos mercados.

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Artesanato do Mato Grosso do Sul

O resultado do trabalho dos artesãos não é, apenas, um produto: é cultura, é identidade, é história. E isso tem muito valor no mundo inteiro, especialmente para os compradores internacionais. A gente sabe que a exportação não acontece da noite para o dia, não é imediata. Isso tudo é uma construção e é por meio do apoio da ApexBrasil que a gente gostaria de mostrar esse caminho”, afirma Rafaella Paolinelli, coordenadora de Competitividade da ApexBrasil, que ministrará a palestra ApexBrasil – Brasil Feito à Mão: Como levar seu artesanato ao mundo.

PAB: diversidade e identidade em exposição

Uma das participações mais representativas do evento, o Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) chega ao Salão com cerca de 350 artesãos. Em uma área de 1.545 m², estarão presentes estandes de todas as unidades federativas, além da Confederação Nacional dos Artesãos do Brasil (Cnart) e da Confederação Brasileira dos Artesãos (Conart), que integram o ecossistema nacional do setor.

O público encontrará um panorama de tipologias e matérias-primas revelando técnicas e saberes de diferentes regiões do país. O espaço também conta com mestres artesãos e representantes de povos indígenas, reforçando a valorização da ancestralidade e da identidade cultural brasileira.

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Artesanato de Goiás

Estar presente em um evento dessa dimensão é reafirmar o compromisso do PAB com a promoção do artesanato brasileiro, dando visibilidade aos nossos artesãos e às suas histórias. Mais do que isso, é impulsionar o desenvolvimento econômico, gerando oportunidades reais de comercialização, ampliando mercados e fortalecendo cadeias produtivas em todo o Brasil“, afirma Daniel Papa, Secretário Nacional de Inclusão Socioprodutiva, do Artesanato e do Microempreendedor Individual (MEMP).

O artesanato é trabalho, é renda e é inclusão produtiva, alinhado à missão do Ministério do Empreendedorismo de fomentar pequenos negócios e valorizar quem produz. Ao mesmo tempo, seguimos preservando nossas tradições culturais, com a presença de mestres artesãos e povos originários que mantêm vivos esses saberes”, explica Daniel Papa.

O Secretário defende que “é possível promover o desenvolvimento econômico sem perder de vista quem somos como nação: nossa origem, nossa cultura e nossa pluralidade. O Programa do Artesanato Brasileiro é a materialização desse propósito e reflete a prioridade dada ao setor pelo Governo Federal. Hoje, artesãos e artesãs contam com políticas públicas, estrutura e reconhecimento, que valorizam seu trabalho e fortalecem sua importância para o país”.

Sebrae: artesanato e mercado conectados

Em um espaço de 726 m², o Sebrae reúne a produção de 21 estados e cerca de 120 artesãos expositores. A atuação é orientada por critérios de mercado, como qualidade, identidade cultural, capacidade produtiva e potencial de comercialização de negócios atendidos pelo Sistema Sebrae em todo o país.

A participação do Sebrae nesta edição reforça nosso compromisso em preparar os pequenos negócios para acessar mercados cada vez mais exigentes, conectando empreendedores a compradores qualificados e ampliando suas oportunidades de crescimento. Mais do que expor produtos, buscamos posicionar o artesanato como um negócio competitivo, com identidade, valor agregado e capacidade de escala”, afirma Giselle Oliveira, Gestora Nacional de Artesanato do Sebrae.

A expectativa é superar os R$ 2,3 milhões em negócios gerados na edição anterior, além de ampliar canais permanentes de comercialização para os artesãos, com impacto estimado em cerca de 880 beneficiados diretos e indiretos ao longo da cadeia produtiva.

Rodada de Negócios


O evento oferece um ambiente estruturado para aproximar artesãos e compradores qualificados para otimizar as oportunidades comerciais. A Rodada de Negócios evolui a cada edição, tanto no número de participantes quanto no perfil dos compradores, que hoje inclui, além de lojistas, hotéis, pousadas, galerias, museus e colecionadores. “A gente vem ampliando o olhar em busca de novos nichos que valorizam e investem no artesanato brasileiro”, destaca Lica Marques, à frente da Rodada de Negócios.

A dinâmica é livre: os compradores circulam pelos estandes, visitam os estados de interesse e negociam diretamente com os artesãos. Também há participação virtual, com visitas guiadas por vídeo e conexão direta com os expositores. Ao final, os participantes registram as compras realizadas e a projeção de negócios para os meses seguintes.

Como suporte, a Rodada conta com uma sala exclusiva para os compradores, com estrutura de descanso e apoio logístico, além de atendimento de transportadora parceira para envio das peças. Na última edição, a iniciativa reuniu 73 lojistas, sendo 55 participações presenciais.

Oficinas

Sob a coordenação do programa Mãos e Mentes Paulistanas, parceiro do evento, o público poderá participar de uma programação gratuita de oficinas e palestras, com inscrição realizada no próprio local. Entre as atividades, estão oficinas de crochê, bordado, orinuno — técnica têxtil japonesa baseada na sobreposição e costura de tecidos — e produção de acessórios femininos. As ações são voltadas a diferentes perfis, desde quem já atua no artesanato até aqueles que desejam desenvolver habilidades com potencial empreendedor, além de crianças interessadas em conhecer e valorizar o fazer manual como expressão da cultura brasileira.

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Artesanato do Sergipe. Foto: Salão de artesanato Raizes Brasileiras/Divulgação

Palco musical

Diariamente, sempre às 18 horas, o Salão do Artesanato brindará o público com uma programação que integra as diferentes expressões da cultura brasileira. Percorrendo matrizes diversas, o palco do Salão reunirá formações que traduzem a riqueza do país em sonoridades.

O forró nordestino abre a programação no dia 13 de maio com o trio A-LAPA-LÁ, seguido pela MPB contemporânea do quarteto INBAR, no dia 14. No dia 15, o samba ganha protagonismo com Marcelo e seu quinteto, enquanto, no dia 16, Sandro Premmero apresenta a tradição da viola brasileira, fortemente ligada ao universo caipira e às raízes do interior. Encerrando a programação, no dia 17, o grupo Tanaka do Pife leva ao público o som dos pífanos, expressão ancestral conectada às manifestações populares do Nordeste.

A presença da música ao vivo valoriza o caráter imersivo do Salão do Artesanato, criando um ambiente em que diferentes linguagens se encontram e se complementam. Mais do que entretenimento, a programação musical atua como extensão do próprio artesanato, ao traduzir em som as narrativas de pertencimento, memória e identidade presentes no fazer artesanato, conectando o público aos territórios, saberes e tradições que dão forma à cultura brasileira.

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Artesanato do Pará

Sustentabilidade e inclusão social

O Salão do Artesanato adota práticas de sustentabilidade e inclusão, alinhadas aos princípios ESG, com ações como atendimento a pessoas com deficiência, gestão seletiva de resíduos e campanhas de educação ambiental. Também promove inclusão socioprodutiva na cadeia envolvida e, pelo terceiro ano consecutivo, recebe o selo “Carbon Free”, por meio de iniciativas de compensação de carbono, como o plantio de árvores.

Programação gratuita do Salão do Artesanato — Show, oficinas e palestra

13/05 — Quarta-feira


13h30 — Solenidade Oficial de Abertura
14h às 21h — Abertura ao público geral
14h30 — Oficina “Pontos Básicos de Bordado para Iniciantes”, com Maria de Lourdes Rosa — 25 pessoas / inscrição no local
16h — Oficina “Bastidor Chaveiro”, com Claudia Santoni — 60 pessoas / inscrição no local
18h — Apresentação musical — Forró: A-LAPA-LÁ
18h — Oficina “Bastidor Cordado”, com Claudia Santoni — 60 pessoas / inscrição no local

14/05 — Quinta-feira


14h às 21h — Abertura ao público geral
14h30 — Oficina “Pontos Básicos de Bordado para Iniciantes”, com Maria de Lourdes Rosa — 25 pessoas / inscrição no local
15h — Palestra ApexBrasil — “Brasil Feito à Mão: Como levar seu artesanato ao mundo” (exclusiva para artesãos)
16h — Oficina “Porta-cartão, marcador de página e tsuru”, com Maria Iná — 60 pessoas / inscrição no local
18h — Apresentação musical — MPB: INBAR
18h — Oficina “Agulheiro”, com Simone Silva — 60 pessoas / inscrição no local

15/05 — Sexta-feira


14h às 21h — Abertura ao público geral
14h30 — Oficina “Pontos Básicos de Bordado para Iniciantes”, com Maria de Lourdes Rosa — 25 pessoas / inscrição no local
16h — Oficina “Bracelete em Algodão”, com Valéria Lemos — 60 pessoas / inscrição no local
18h — Apresentação musical — Samba: Marcelo
18h — Oficina “Cartão Artesanal com Aplicação em Crochê”, com Fabíola — 60 pessoas / inscrição no local

16/05 — Sábado


10h às 21h — Abertura ao público geral
14h30 — Oficina “Pontos Básicos de Bordado para Iniciantes”, com Maria de Lourdes Rosa — 25 pessoas / inscrição no local
16h — Oficina “Colar em Pedras”, com Darghan — 60 pessoas / inscrição no local
18h — Apresentação musical — Viola caipira: Sandro Premmero
18h — Oficina “Colar em Pedras”, com Darghan — 60 pessoas / inscrição no local

17/05 — Domingo


10h às 21h — Abertura ao público geral
14h30 — Oficina “Pontos Básicos de Bordado para Iniciantes”, com Maria de Lourdes Rosa — 25 pessoas / inscrição no local
16h — Oficina “Colar em Crochê”, com Mônica Plaça — 30 pessoas / inscrição no local
18h — Apresentação musical — Pífanos: Tanaka do Pife
18h — Oficina “Colar em Crochê”, com Mônica Plaça — 30 pessoas / inscrição no local

SERVIÇO


22º Salão do Artesanato — Raízes Brasileiras
Local: Pavilhão da Bienal — Parque Ibirapuera | São Paulo (SP)
Data: de 13 a 17 de maio de 2026
Horários:
Quarta a sexta: 14h às 21h
Sábado e domingo: 10h às 21h
Entrada: Franca
Instagram: @salaodoartesanatooficial

Soldado de Israel coloca cigarro em estátua da Virgem Maria

Uma nova polêmica envolvendo integrantes das Forças de Defesa de Israel (FDI) gerou revolta no Líbano e repercussão internacional nesta semana. Uma imagem que circulou nas redes sociais mostra um soldado israelense colocando um cigarro na boca de uma estátua da Virgem Maria na vila cristã de Debel, no sul do território libanês, região marcada por operações militares e confrontos ligados à escalada regional do conflito no Oriente Médio. Saiba os detalhes na TVT News.

Após a divulgação da fotografia, o Exército de Israel confirmou que abriu investigação interna para apurar o caso. Em nota reproduzida pela imprensa local, as FDI afirmaram que a conduta do militar “desvia-se completamente dos valores esperados de suas tropas” e garantiram que o soldado foi identificado e será submetido a medidas disciplinares.

A cena foi recebida como mais um episódio de profanação de símbolos religiosos em uma área majoritariamente cristã do Líbano. Debel, localizada próxima à fronteira israelense, tornou-se recentemente símbolo das tensões provocadas pela presença militar na região e pelos impactos da guerra sobre comunidades civis.

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Segundo relatos publicados pela imprensa internacional, a fotografia teria sido registrada há algumas semanas, durante operações militares israelenses no local, mas só veio a público agora. O gesto de inserir um cigarro na boca da imagem mariana foi interpretado por moradores e lideranças religiosas como escárnio e afronta deliberada à fé cristã.

O caso também reacende críticas ao comportamento de tropas israelenses em territórios ocupados ou sob intervenção militar. Nos últimos meses, organizações humanitárias e setores religiosos vêm denunciando ataques a templos, patrimônio histórico e objetos de culto em diferentes frentes de conflito.

Histórico recente de ataques a símbolos cristãos

A repercussão é ampliada porque não se trata de um fato isolado. Na mesma vila de Debel, outra gravação divulgada recentemente mostrou um soldado israelense destruindo a marretadas uma estátua de Jesus Cristo instalada em um pequeno santuário no jardim de uma residência particular.

Nas imagens, o militar aparece golpeando repetidamente a escultura crucificada, enquanto outro soldado registra a cena. Após a viralização do vídeo, o governo israelense reconheceu a autenticidade do material e informou a abertura de investigação criminal.

Dois militares foram punidos com prisão disciplinar de 30 dias e removidos do serviço de combate. Outros soldados presentes no momento da depredação também passaram por processos internos por não impedirem a ação.

A destruição da imagem de Cristo provocou condenação de autoridades religiosas católicas, reações no Vaticano e protestos diplomáticos. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou à época estar “chocado e triste” com o episódio. Já representantes cristãos classificaram o ato como profanação grave e sinal preocupante de intolerância religiosa.

Posteriormente, autoridades italianas apoiaram a reinstalação de um novo crucifixo no local destruído, em gesto simbólico de solidariedade à comunidade de Debel.

A nova controvérsia ocorre em meio à continuidade das operações israelenses no Líbano. Nesta semana, forças israelenses também realizaram ataques nos subúrbios ao sul de Beirute, área frequentemente associada à presença do Hezbollah.

Autoridades israelenses afirmaram que o objetivo da ofensiva era atingir comandantes da força Radwan, unidade de elite do grupo libanês. Mesmo com um cessar-fogo temporário anunciado em abril, confrontos e bombardeios continuam sendo registrados em diferentes pontos da fronteira.

Para analistas internacionais, episódios envolvendo desrespeito a símbolos religiosos tendem a aprofundar ressentimentos locais e ampliar o isolamento político de Israel diante da opinião pública mundial.

Professor é detido em Israel por usar quipá com bandeira da Palestina

Em outro episódio que também levantou questionamentos sobre liberdades civis e intolerância política em Israel, o professor Alex Sinclair foi detido pela polícia após usar um quipá bordado com as bandeiras de Israel e da Palestina.

Sinclair, britânico radicado em Israel e docente da Universidade Hebraica de Jerusalém, relatou que estava em um café quando foi abordado por agentes policiais depois de uma denúncia feita por um homem que se incomodou com o acessório religioso.

Israel Palestina
Quipá com as bandeiras de Israel e da Palestina, de Alex Sinclair. Foto: Arquivo pessoal

Segundo seu relato, ele foi levado à delegacia, revistado e mantido detido por cerca de meia hora. Ao ser liberado, recebeu de volta o quipá com a parte que continha a bandeira palestina cortada.

O professor afirmou que usa o objeto há cerca de 20 anos como símbolo de defesa da coexistência entre israelenses e palestinos e da solução de dois Estados. O caso provocou debate público em Israel e foi interpretado por setores democráticos como evidência da crescente repressão a manifestações pacifistas e críticas ao nacionalismo extremista.

A polícia israelense confirmou a ocorrência e disse que abriu apuração interna.

Os episódios recentes — da estátua da Virgem Maria, da destruição da imagem de Jesus e da detenção do professor pacifista — reforçam denúncias sobre radicalização política, intolerância religiosa e erosão de direitos democráticos em Israel sob o governo de Benjamin Netanyahu.

Enquanto a guerra se prolonga e o número de civis afetados cresce em diferentes frentes, atos simbólicos como esses ampliam o desgaste internacional do governo israelense e fortalecem cobranças por responsabilização, respeito aos direitos humanos e proteção ao patrimônio religioso e cultural da região.

Resultado Arsenal x PSG na final da Liga dos Campeões

Acompanhe os jogos da Liga dos Campeões da UEFA e o confira os resultados da Champions League com a TVT News.

Final da Champions League

  • Arsenal x x PSG

Resultado Arsenal x PSG Liga dos Campeões

Qual o caminho para a final Arsenal x PSG

Como foram as semifinais

Com os resultados, os confrontos das semifinais ficaram assim:

  • Arsenal x Atlético de Madrid
  • Bayern de Munique x Paris Saint-Germain

As semifinais da UEFA Champions League 2025-26 estão definidas após uma quarta-feira (15) de jogos decisivos na Europa. Arsenal e Bayern de Munique confirmaram a classificação e se juntam a Atlético de Madrid e Paris Saint-Germain entre os quatro melhores do continente.

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Arsenal controla vantagem e elimina Sporting

No Emirates Stadium, o Arsenal empatou por 0 a 0 com o Sporting e garantiu a vaga graças à vitória por 1 a 0 no jogo de ida.

A partida teve poucas chances claras. Os ingleses até finalizaram mais, mas encontraram dificuldades para furar a defesa portuguesa. O lance mais perigoso veio justamente do Sporting, quando Geny Catamo acertou a trave ainda no primeiro tempo.

Com o controle do jogo e sem sofrer gols, o Arsenal administrou o resultado até o apito final, confirmando a classificação. O time londrino agora enfrenta o Atlético de Madrid na semifinal.

Bayern vence jogo eletrizante e despacha Real Madrid

Na Alemanha, o confronto entre Bayern de Munique e Real Madrid foi o destaque do dia. Em um duelo movimentado, os alemães venceram por 4 a 3 e fecharam o agregado em 6 a 4, garantindo vaga na semifinal.

O jogo começou em ritmo acelerado, com gol relâmpago de Arda Güler para o Real Madrid. O Bayern reagiu rapidamente e buscou o empate, mas viu os espanhóis voltarem à frente ainda no primeiro tempo. Antes do intervalo, Harry Kane deixou tudo igual, e Mbappé voltou a colocar o Real em vantagem no agregado.

Na etapa final, o cenário mudou. Mesmo com falhas defensivas e um jogo aberto, o Bayern aproveitou melhor as oportunidades — incluindo o impacto da expulsão de Camavinga — para virar o confronto e assegurar a classificação diante de sua torcida.

Semifinais definidas na Liga dos Campeões

Com os resultados, os confrontos das semifinais ficaram assim:

  • Arsenal x Atlético de Madrid
  • Bayern de Munique x Paris Saint-Germain

A competição caminha para sua fase decisiva, com gigantes tradicionais e equipes em ascensão disputando lugar na final, marcada para o fim de maio.

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A final da Champions League, a Liga dos Campeões da UEFA será em Budapeste. Foto: Harold CUNNINGHAM / AFP

Quando são os jogos da Liga dos Campeões?

Terça-feira (07/04/2026): PSG x Liverpool e Real Madrid x Bayern (16h Brasília).

Quarta-feira (08/04/2026): Sporting x Arsenal e Barcelona x Atlético de Madrid (16h Brasília).

Quando será a final da Champions?

Confira o chaveamento da Liga dos Campeões

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Resultados do sorteio das oitavas de final, quartas de final e semifinais da Liga dos Campeões da UEFA de 2025-2026. Foto de Harold CUNNINGHAM / AFP

© Agence France-Presse