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Da Redação
Lula anuncia supercomputador para inteligência artificial brasileira
O Governo Federal anuncia uma nova etapa da estratégia brasileira digital para inteligência artificial, com a ampliação da infraestrutura necessária para desenvolver e treinar modelos de IA no país.
O conjunto das ações reforça a soberania nacional sobre os dados de serviços brasileiros públicos e privados.
Hoje, projetos que exigem grande capacidade computacional podem depender da contratação de infraestrutura no exterior. As novas iniciativas ampliam a capacidade de processamento instalada no Brasil e poderão ser utilizadas por empresas, startups, universidades, instituições de pesquisa e diferentes níveis de governo.
As medidas integram o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), e reúnem ações para ampliar a infraestrutura tecnológica do país, a formação de profissionais, a transferência de tecnologia, além de avançar em transparência, governança e soberania digital.
O PBIA prevê R$ 23 bilhões em investimentos entre 2024 e 2028 para fortalecer a capacidade tecnológica do país, formar profissionais e impulsionar pesquisa, inovação e aplicações de inteligência artificial.
Os novos anúncios envolvem três frentes complementares. A primeira é a aquisição, por edital competitivo, de um supercomputador que deverá figurar entre as dez maiores máquinas do mundo em capacidade de processamento de IA.
A segunda prevê cooperação tecnológica com empresas da China para ampliar a supercomputação no país, desenvolver modelos de IA em língua portuguesa e formar profissionais.
A terceira é a participação brasileira no esforço internacional de desenvolvimento de chips com arquitetura aberta RISC-V, que amplia as possibilidades de desenvolvimento tecnológico e reduz a dependência de arquiteturas proprietárias.
O pacote inclui ainda a estruturação da Nuvem Brasileira, em uma parceria entre os setores público e privado, para desenvolver no país infraestrutura e tecnologia de armazenamento e processamento de dados e sistemas, estimular fornecedores nacionais e reduzir a dependência de grandes provedores estrangeiros. Também prevê a implantação do Centro Nacional de Transparência Algorítmica e IA Confiável
Na prática, a nova infraestrutura amplia as condições para que empresas brasileiras, startups, universidades e centros de pesquisa desenvolvam e treinem modelos de inteligência artificial no país, abrindo espaço para pesquisa, inovação, novos produtos, serviços e negócios a partir de maior capacidade computacional disponível no Brasil.

Essa estrutura também cria condições para o desenvolvimento de aplicações com impacto na vida da população, em áreas como saúde, agricultura, previsão climática, prevenção de desastres, indústria e serviços públicos. Ao mesmo tempo, os projetos preveem a formação de profissionais e pesquisadores, permitindo que jovens ingressem em áreas de alta qualificação e participem do desenvolvimento de tecnologias estratégicas para o
crescimento da economia brasileira.
Com esse conjunto de iniciativas, o Brasil deixa de ser predominantemente usuário de tecnologias de inteligência artificial para também desenvolver IA no país.
Brasil avança em infraestrutura própria para inteligência artificial com supercomputação e nuvem brasileira
Confira mais detalhes sobre cada iniciativa.
SUPERCOMPUTADOR
Uma das três rotas será a aquisição, por edital competitivo, de um novo supercomputador de inteligência artificial, com investimento estimado em cerca de R$ 1 bilhão. A infraestrutura deverá alcançar aproximadamente 7.200 petaflops1 — cerca de 7,2 quintilhões de operações matemáticas por segundo.
O supercomputador será uma infraestrutura nacional de inteligência artificial. Sua capacidade poderá ser utilizada por empresas, universidades, instituições científicas e governos para treinamento de modelos, pesquisa e desenvolvimento de aplicações de IA.
Hoje, iniciativas brasileiras que demandam processamento dessa escala podem precisar contratar capacidade no exterior, ficando sujeitas à infraestrutura e à disponibilidade definidas por provedores estrangeiros. Com maior capacidade instalada no país, o Brasil ganha autonomia para desenvolver projetos e definir prioridades de acordo com suas próprias necessidades.
O equipamento está previsto para ser instalado no Parque Tecnológico Augusto Severo – PAX, que pertence à na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com execução feita pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
O supercomputador de inteligência artificial brasileira deverá alcançar aproximadamente 7.200 petaflops1 — cerca de 7,2 quintilhões de operações matemáticas por segundo.
Embora tenha utilização nacional, sua instalação no Rio Grande do Norte se deve ao grande potencial energético do Estado e leva ao Nordeste uma infraestrutura científica e tecnológica de ponta, amplia a capacidade de pesquisa e inovação na região e contribui para descentralizar a infraestrutura de alta tecnologia no país. O início das operações está previsto para o final de 2027.
O edital prevê ainda contrapartidas relacionadas a transferência de tecnologia, capacitação, pesquisa e desenvolvimento, conteúdo local e participação de fornecedores brasileiros, com previsão de capacitar 5 mil brasileiros em cinco anos.
COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA E MODELOS EM PORTUGUÊS
A segunda rota prevê a implantação, no Rio de Janeiro, de uma infraestrutura de supercomputação executada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), em parceria com Huawei e iFlytek.
A iniciativa irá ampliar a capacidade de processamento disponível no país, e prevê transferência de tecnologia, parcerias de pesquisa e desenvolvimento, formação de profissionais e desenvolvimento de uma pilha de software soberana. Também está previsto o desenvolvimento de um modelo de linguagem de grande escala (LLM) nacional e de modelos de inteligência artificial em português, permitindo criar soluções mais adequadas ao idioma, aos dados e às necessidades brasileiras.

O investimento é estimado em R$ 1,276 bilhão ao longo de cinco anos e o início das operações está previsto para julho de 2027.
A proposta inclui ainda a capacitação de 3 mil brasileiros em cinco anos. As contrapartidas da parceria incluem aspectos relacionados a transferência de tecnologia, formação de profissionais e pesquisa e desenvolvimento.
CHIPS EM ARQUITETURA ABERTA
A terceira rota é uma estratégia de longo prazo, com horizonte de 10 a 15 anos, para ampliar a capacidade brasileira de desenvolver chips e reduzir a dependência de tecnologias controladas por poucas empresas ou países.
A iniciativa será baseada na arquitetura RISC-V, uma tecnologia aberta e não proprietária que permite desenvolver e adaptar componentes sem depender exclusivamente de arquiteturas fechadas. A frente será conduzida em cooperação com o ecossistema de inovação de Barcelona, na Espanha, e busca ampliar o domínio brasileiro sobre tecnologias críticas para a computação de alto desempenho e a inteligência artificial.
As três rotas são complementares: combinam expansão da capacidade de processamento, transferência de tecnologia, formação profissional e desenvolvimento de competências nacionais, evitando substituir uma dependência externa por outra.
NUVEM BRASILEIRA
O Governo Federal também dará início à estruturação da Nuvem Brasileira, por meio de uma parceria entre os setores público e privado para desenvolver no país componentes críticos da tecnologia de computação em nuvem e criar uma alternativa brasileira para armazenamento e processamento de dados e sistemas.
A iniciativa busca ampliar o domínio nacional sobre essa infraestrutura e reduzir a dependência de grandes provedores estrangeiros. A solução será desenvolvida com padrões abertos e interoperáveis e tecnologia nacional em componentes críticos, de forma a reduzir também o risco de dependência de uma única empresa ou tecnologia.
Um acordo de cooperação entre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Serpro e o BNDES dará início à estruturação do projeto e a uma escuta de mercado para conhecer a capacidade da indústria nacional, avaliar tecnologias e definir o modelo da futura Nuvem Brasileira.
A estratégia prevê utilizar a demanda e a capacidade de contratação do Estado para ajudar a criar escala para fornecedores brasileiros e estimular o desenvolvimento de soluções nacionais que possam atender tanto o setor público quanto o mercado privado.
A iniciativa parte da experiência da Nuvem de Governo, já operada por Serpro e Dataprev.
TRANSPARÊNCIA ALGORÍTMICA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL CONFIÁVEL
Outra entrega será o Centro Nacional de Transparência Algorítmica e IA Confiável, a ser implantado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
O Centro dará ao país capacidade técnica para acompanhar a expansão do uso da inteligência artificial com mais segurança e confiabilidade. Com o aumento da capacidade computacional e do desenvolvimento de modelos de IA no Brasil, será necessário também ampliar as condições para avaliar como esses sistemas funcionam, identificar riscos e tornar seus resultados mais transparentes e rastreáveis.
Para isso, o Centro desenvolverá pesquisas, metodologias e ferramentas de transparência,explicabilidade, auditabilidade, segurança, avaliação de riscos e mitigação de vieses, apoiando a identificação de falhas e possíveis discriminações em sistemas de inteligência artificial.
O Centro terá função técnico-científica. As competências de fiscalização e aplicação de sanções permanecem com as autoridades legalmente responsáveis.
FAQ: Tire suas dúvidas sobre o supercomputador para inteligência artificial brasileira
Perguntas e respostas sobre a infraestrutura para Inteligência Artificial no Brasil
| Qual o objetivo da nova etapa da estratégia brasileira digital para inteligência artificial? |
| O objetivo é fazer o Brasil avançar de usuário de tecnologias de inteligência artificial para também ser desenvolvedor em grande escala, ampliando sua capacidade de criar modelos, soluções, produtos e serviços no próprio país. A estratégia busca formar um ecossistema mais robusto de inteligência artificial, com infraestrutura, pesquisa, formação de profissionais e condições para que empresas, startups, universidades, centros de pesquisa e governos desenvolvam tecnologia no Brasil. É como criar uma usina de capacidade computacional para a IA brasileira: uma infraestrutura que dá potência para que muitos outros projetos possam ser desenvolvidos |
| Qual problema essa nova infraestrutura resolve hoje? |
| Uma das principais dificuldades para desenvolver inteligência artificial é o acesso a grande capacidade de processamento. Sem máquinas de alto desempenho, mesmo quem tem dados e pesquisadores encontra limites para treinar modelos de maior escala. Hoje, empresas, startups, universidades e pesquisadores brasileiros que precisam treinar modelos de maior porte podem ter de contratar essa infraestrutura no exterior. Na prática, isso pode significar enviar dados para processamento fora do país e depender da disponibilidade, das filas e das condições definidas pelos provedores dessa infraestrutura. Também coloca uma questão de segurança e soberania: quanto maior a capacidade instalada no Brasil, maiores as condições para que dados e projetos estratégicos sejam processados no país e para que o próprio Brasil defina prioridades de utilização. Com mais processamento disponível aqui, empresas, universidades, centros de pesquisa e governos ganham infraestrutura para treinar modelos e desenvolver projetos de maior escala no Brasil. É capacidade brasileira disponível para quem quer desenvolver inteligência artificial no país. |
| O novo supercomputador será uma estrutura do Governo Federal? |
| Não. Ele será uma infraestrutura nacional de inteligência artificial. Sua capacidade poderá ser utilizada por empresas, universidades, instituições científicas e diferentes níveis de governo para pesquisa, treinamento de modelos e desenvolvimento de aplicações. |
| Qual o investimento do edital? |
| O edital possui investimento estimado em cerca de R$ 1 bilhão. O equipamento deverá alcançar aproximadamente 7,2 mil Petaflops (em fp16) e figurar entre as dez maiores máquinas do mundo em capacidade de processamento de IA. |

| Onde o supercomputador ficará instalado? |
| A instalação está prevista para o Parque Tecnológico Augusto Severo – PAX, que pertence à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), levando também ao Nordeste uma infraestrutura científica e tecnológica de ponta. Além da aquisição da máquina, o edital prevê transferência de tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, conteúdo local, participação de fornecedores brasileiros e formação de profissionais. A capacidade terá uso compartilhado entre governo, setor produtivo e comunidade científica. O modelo de governança deverá estabelecer critérios de seleção e priorização dos projetos que utilizarão a infraestrutura. |
| Também terá uma estrutura no Rio de Janeiro? |
| Sim. Também há previsão de implantação no Rio de Janeiro de uma infraestrutura de supercomputação executada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), em parceria com Huawei e iFlytek. Mas a infraestrutura do Rio de Janeiro é parte de uma parceria estratégica mais ampla, e será prioritariamente usada para desenvolver os modelos de linguagem gerais e em setores específicos. A iniciativa irá ampliar a capacidade de processamento disponível no país, e prevê transferência de tecnologia, parcerias de pesquisa e desenvolvimento, formação de profissionais e desenvolvimento de uma pilha de software soberana. |
| Por que o Brasil está seguindo diferentes rotas tecnológicas? |
| Porque a estratégia não é depender de uma única empresa, tecnologia ou país. O Brasil combina a aquisição de um supercomputador por edital competitivo, cooperação tecnológica com empresas chinesas e uma estratégia de longo prazo em parceria com a Espanha baseada na arquitetura aberta RISC-V para desenvolvimento de chips. As rotas também atuam em horizontes diferentes: algumas ampliam a capacidade de processamento no curto prazo, enquanto outras constroem competências tecnológicas para o médio e o longo prazo. Soberania digital não significa fazer tudo sozinho ou fechar o país. Significa ampliar alternativas, desenvolver capacidades no Brasil e poder escolher parceiros e tecnologias de acordo com os interesses nacionais. As parcerias serão avaliadas pelo que deixam no país — conhecimento, formação de profissionais e liberdade para trocar tecnologias e fornecedores no futuro. |
| Qual é a importância da Nuvem Brasileira? |
| A lógica é semelhante à da supercomputação: criar no país uma infraestrutura tecnológica estratégica que possa ser utilizada não apenas pelo governo, mas também pelo mercado. A Nuvem Brasileira busca desenvolver tecnologia nacional em componentes críticos de computação em nuvem, com padrões abertos e interoperáveis. O objetivo é criar uma alternativa brasileira para armazenamento e processamento de dados e sistemas. A estratégia parte da ideia de que não basta que os dados estejam fisicamente no Brasil: é importante ampliar também o domínio sobre as tecnologias utilizadas para armazená-los e processá-los. A demanda do Estado ajudará a dar escala ao projeto, estimulando fornecedores brasileiros e criando condições para que soluções nacionais também possam disputar o mercado privado. O desenho busca ainda gerar conhecimento e propriedade intelectual no país e evitar que usuários fiquem presos a uma única tecnologia ou fornecedor. |
| Qual a diferença entre nuvem de governo e nuvem brasileira? |
| A Nuvem de Governo foi estabelecida em 2023 e tem por objetivo guardar, no Brasil, dados sensíveis do governo brasileiro que podem estar armazenados em qualquer lugar do mundo e sujeitos a eventuais sanções ou mesmo guerras territoriais. Desde 2023, 38 órgãos federais já aderiram à nuvem de governo. Ao utilizar essa nuvem, o governo garante que os dados estejam armazenados em território nacional, o que facilitará seu uso estratégico em modelos de IA aproveitando as capacidades de alto desempenho dos supercomputadores. Com a Nuvem de Governo, tecnologias de grandes empresas internacionais são instaladas fisicamente em ambientes controlados pelo Estado, em território nacional, com gestão feita por Serpro e Dataprev ou pelos órgãos públicos. As nuvens desses fornecedores são instaladas dentro nos data centers das empresas públicas, portanto, subordinadas a uma estratégia de soberania que inclui múltiplos fornecedores e controle dos dados e do ambiente computacional. A Nuvem Brasileira visa ampliar a soberania digital, pois envolve o desenvolvimento do software necessário para que uma nuvem funcione. Ela será desenvolvida a partir de uma parceria entre empresas públicas e o setor privado, aproveitando os avanços da indústria nacional, apoiada no poder de compra do Estado para expandir e acelerar sua evolução. |
| Como as diferentes iniciativas se conectam dentro da estratégia? |
| Cada frente cumpre uma função específica: Supercomputadores: capacidade de processamento para treinar modelos e desenvolver IA em grande escala. Nuvem Brasileira: infraestrutura para armazenar e operar dados, sistemas e aplicações. RISC-V: capacidade de ampliar o domínio sobre componentes tecnológicos fundamentais, como chips. Formação e transferência de tecnologia: pessoas e conhecimento para utilizar, desenvolver e evoluir essa infraestrutura no Brasil. Centro de Transparência Algorítmica: capacidade técnica para avaliar o funcionamento dos sistemas de IA, identificar riscos e vieses e ampliar sua explicabilidade e confiabilidade. Juntas, essas iniciativas formam a base tecnológica necessária para ampliar a capacidade brasileira de desenvolver inteligência artificial no país. |
| O que esse pacote pode gerar para empresas, pesquisadores e jovens? |
| Para empresas e startups, mais capacidade computacional disponível no Brasil reduz uma das barreiras para desenvolver inteligência artificial em maior escala. Isso amplia as condições para testar e treinar modelos, transformar pesquisa em produtos e serviços, criar novos negócios e fortalecer empresas brasileiras de tecnologia. A Nuvem Brasileira também busca abrir mercado para fornecedores nacionais de software, infraestrutura, segurança e aplicações. Para universidades e pesquisadores, a nova infraestrutura significa acesso a maior poder de processamento para pesquisas que hoje exigem equipamentos de alto desempenho, além de novas oportunidades de pesquisa e desenvolvimento, cooperação tecnológica e criação de modelos voltados ao idioma e às necessidades brasileiras. |
| E o que isso representa, no fim, para a população? |
| O primeiro resultado é ampliar a capacidade do país de desenvolver inteligência artificial. Com mais infraestrutura disponível no Brasil, empresas, universidades, centros de pesquisa e governos passam a ter melhores condições para criar, testar e colocar em uso novas soluções. O passo seguinte é transformar essa capacidade em aplicações concretas, que podem gerar benefícios em áreas muito diferentes da vida das pessoas. Na saúde, por exemplo, a IA pode apoiar diagnósticos e tratamentos; na agricultura, contribuir para aumentar produtividade e reduzir perdas; na área de clima, melhorar previsões e a prevenção de desastres; na indústria, elevar eficiência e competitividade; e, nos serviços públicos, permitir soluções mais rápidas e adequadas às necessidades da população. É esse o potencial do investimento: criar hoje a infraestrutura necessária para que, nos próximos anos, novas aplicações sejam desenvolvidas no Brasil, ganhem escala e se traduzam em melhores serviços, mais produtividade, novos negócios, empregos qualificados e avanços concretos para a população. |
Com informações da Secom
Opera Mundi e TVT estreiam Eleições 2026 em resenha
O Opera Mundi e a Rede TVT anunciam a estreia do programa “Eleições 2026 em resenha”, uma nova opção na programação para a cobertura aprofundada do processo eleitoral brasileiro.
Com a apresentação do jornalista Breno Altman, a atração conta com um time de especialistas composto por Beto Vasques, Camila Rocha e Esther Solano.
O programa “Eleições 2026 em resenha” é fruto da parceria entre a Rede TVT e o Opera Mundi, e conta com o apoio da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), do Instituto Democracia em Xeque (DX) e da Fundação Friedrich Ebert Brasil (FES Brasil).
“Nosso compromisso, com esse programa, é garantir uma análise de qualidade sobre o processo eleitoral, com profissionais dos mais renomados na produção e acompanhamento de pesquisas eleitorais, além de vasta experiência no estudo da opinião pública brasileira”, diz Tom Altman, diretor-geral de Opera Mundi.
“As eleições de 2026 serão decisivas para o futuro da democracia brasileira. Por isso, a TVT reafirma seu compromisso de oferecer informação de qualidade, contribuindo para que a população participe do processo eleitoral de forma consciente e bem-informada. Ciente dessa responsabilidade, a emissora lança um novo programa em parceria com o Opera Mundi, referência em análise política e eleitoral. O programa se soma às coberturas dos telejornais, do site e das redes sociais para deixar as eleitoras e os eleitores mais preparados para votar em outubro”, diz Mauricio Junior, presidente da TVT.
O programa vai ao ar todo sábado, às 17h, pela TV aberta (canal 44.1 Grande São Paulo), YouTube (@redetvt e @omundi) e antena parabólica para todo o país (canal 555).
Programa Eleições 2026 em resenha
- Estreia: sábado, 22 de agosto
- Horário: 17h
- Onde assistir: TV aberta canal 44.1 (Grande SP), YouTube @redetvt e @omundi e pela parabólica para todo o Brasil no canal 555
Como sintonizar a TVT
É possível acessar ao conteúdo da TVT de várias formas: pela TV e internet.
- Pelo aplicativo Samsung Plus TV, canal 2044
- Na TV, na Grande São Paulo, basta sintonizar com antena digital no Canal 44.1 ou no Canal 512 da TV por assinatura para o ABC Paulista.
- Em todo o Brasil na TV parabólica digital (banda Ku) canal 555.
- A TVT também pode ser sintonizada em parceria com TVs comunitárias dos seguintes estados: Bahia, Goiás, Rio de Janeiro, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Além do sinal em TV aberta digital, a TVT também pode ser vista no YouTube, no Facebook, no TikTok e no Instagram e Kwai. Na Internet, também está no site tvtnews.com.br

Sobre a TVT
A TVT é uma emissora educativa outorgada à Fundação Sociedade Comunicação Cultura e Trabalho, entidade cultural sem fins lucrativos, mantida pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.
Entre os princípios estão a luta pelos valores democráticos, o combate à desinformação, ao ódio e à intolerância das redes sociais que corroem a democracia. O foco é na valorização do interesse dos trabalhadores e na informação de acontecimentos que afetam a vida das pessoas, no Brasil e no mundo.
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Marina Silva é a mais nova apoiadora da Bancada dos Trabalhadores e Trabalhadoras
A ex-ministra e candidata ao Senado em São Paulo Marina Silva anunciou seu apoio à criação da Bancada dos Trabalhadores e Trabalhadoras, principal iniciativa da candidatura a deputado federal do ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Moisés Selerges (PT-SP). Leia em TVT News.
A adesão ocorreu durante uma plenária das candidaturas de Marina e Selerges no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. O ato contou com a presença de diversas lideranças políticas e sindicais, entre elas o atual presidente da entidade, Wellington Damasceno.
“Não é a pessoa do Moisés que será eleita. É uma causa, uma categoria. Ele representa os trabalhadores, os metalúrgicos, o sindicalismo raiz. E é por isso que é fundamental que ele esteja comigo em Brasília para ajudar o presidente Lula na missão de defender a classe trabalhadora no Congresso Nacional”, afirmou a ex-ministra.
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Moisés destacou a importância do apoio de Marina e ressaltou a necessidade de eleger um grande número de senadores e deputados federais e estaduais comprometidos com a defesa de quem gera a riqueza do País.
“Eu fico muito feliz com a vinda da Marina para essa nossa causa, que é a Bancada dos Trabalhadores e Trabalhadoras. Precisamos de parlamentares como ela em Brasília para lutar por quem produz a riqueza desse País. Nós temos a obrigação de entregar uma sociedade melhor e mais justa para as próximas gerações. E eu conto com a Marina para isso.”
A bancada pretende reunir parlamentares comprometidos com a defesa dos direitos e das necessidades da classe trabalhadora em Brasília e visa à implantação de uma Frente Parlamentar dos Trabalhadores no Congresso Nacional.
Já vestiram a camisa da Bancada nomes como o presidente Lula; os ministros Guilherme Boulos e Luiz Marinho; a deputada federal e candidata ao Senado pelo Rio de Janeiro Benedita da Silva (PT-RJ); a deputada federal e candidata à reeleição Talíria Petrone (PSOL-RJ); o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência e candidato a deputado federal por Sergipe Márcio Macedo (PT-SE); e os deputados estaduais candidatos do PT à reeleição na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Eduardo Suplicy, Barba e Luiz Fernando.
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Vestibular das Fatecs oferece isenção ou redução da taxa de inscrição
Começa na segunda-feira (24) o período de solicitação de isenção ou redução do pagamento da taxa de inscrição para o Vestibular das Fatecs para o 1º Semestre de 2027. As Fatecs são administradas pelo Centro Paula Souza (CPS) e o valor integral da taxa de inscrição é R$ 90. Leia em TVT News.
Podem solicitar a isenção candidatos que tenham concluído ou irão concluir o Ensino Médio em 2026, incluindo estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) ou do Centro Estadual de Jovens e Adultos (CEEJA), e que tenham renda familiar bruta mensal de até dois salários-mínimos (R$3.242) por pessoa.
Já a redução de 50% é destinada a estudantes regularmente matriculados no Ensino Fundamental, Ensino Médio, curso pré-vestibular, Ensino Superior ou Pós-Graduação, desde que tenham renda mensal inferior a dois salários-mínimos (R$3.242) ou estejam desempregados.
Como solicitar
A solicitação de isenção ou redução da taxa deve ser feita exclusivamente pelo site www.vestibular.fatec.sp.gov.br, entre 24 de agosto e 11 de setembro de 2026. No formulário de inscrição, o candidato deverá selecionar a opção correspondente ao benefício e preencher os dados solicitados.
Em seguida enviar, via upload, os documentos comprobatórios de escolaridade e renda exigidos para cada modalidade.
Para a isenção, é necessário apresentar comprovante de escolaridade e documentos de rendimento de todos os integrantes do grupo familiar que residem no mesmo endereço.
Já para a redução de 50%, o candidato deve comprovar sua escolaridade e a situação de renda, seja por meio de contracheque, comprovante de aposentadoria ou pensão, declaração de desemprego ou declaração de renda para trabalhadores autônomos, informais ou eventuais.
As declarações e demais orientações estão disponíveis na portaria no link https://vestibular.fatec.sp.gov.br/documentos/portaria.asp.
As Fatecs oferecem computadores com acesso à internet aos candidatos que necessitarem de apoio para realizar a solicitação. O interessado deve entrar em contato com a unidade para verificar os horários de atendimento.
O resultado dos pedidos de isenção e redução será divulgado a partir de 28 de setembro de 2026, exclusivamente no site vestibular.fatec.sp.gov.br. Quem tiver a solicitação indeferida poderá apresentar recurso nos dias 29 e 30 de setembro. O resultado dos recursos será divulgado em 9 de outubro.
Fatecs

As Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs) oferecem cursos superiores gratuitos em diferentes áreas do conhecimento, como Gestão e Negócios, Engenharia, Comunicação, Infraestrutura e Produção Industrial.
Com mais de 100 opções de cursos e formação voltada às demandas do mercado de trabalho, as Fatecs estão presentes em diferentes regiões do Estado. Para informações sobre o Vestibular do primeiro semestre de 2027, o candidato deve consultar o site vestibular.fatec.sp.gov.br.
Confira o calendário do Vestibular das Fatecs:
De 24 de agosto até 11 de setembro: Inscrições para isenção/redução de taxa e envio da documentação via upload
De 14 setembro até às 20h de 6 de novembro: Inscrições para o Vestibular
9 de dezembro, a partir das 15h: Divulgação dos locais de prova
13 de dezembro: Exame
18 de janeiro de 2027, a partir das 15h: Divulgação da classificação geral com desempenho dos candidatos e convocação da primeira chamada para matrícula.
Aviação doméstica registra 59 mi passageiros em sete meses, maior movimentação para o período em 26 anos
O Brasil alcançou, de janeiro a julho de 2026, a marca de 59 milhões de passageiros em voos domésticos. É a maior movimentação para o período desde o início da série histórica, em 2000. O número representa um crescimento de 4,04% em relação aos 57 milhões de viajantes registrados no mesmo período do ano passado.
Em julho, a movimentação doméstica foi de 9,1 milhões de passageiros, também a maior para o período: 1,85% a mais do que os 9 milhões contabilizados em julho de 2025.
O cenário de alta se estende à movimentação internacional. Nos sete primeiros meses do ano, foram registrados 17,7 milhões de passageiros – um volume 8,2% superior aos 16,4 milhões computados no mesmo período de 2025.
Julho também marcou a maior movimentação internacional da história para o mês, com 2,7 milhões de passageiros (aumento de 4,2% na comparação com julho de 2025, quando o país recebeu 2,6 milhões de passageiros internacionais).
Os dados, compilados pelo Ministério do Turismo, são da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
TURISMO DE NEGÓCIOS – O turismo de negócios atingiu R$ 8,4 bilhões de faturamento nos sete primeiros meses de 2026. O valor é 8% superior aos R$ 7,8 bilhões apurados no mesmo período do ano passado.
Com Secom
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Copa do Mundo Feminina 2027: veja o caminho da Seleção Brasileira
A Seleção Brasileira já conhece os estádios que receberão seus jogos na primeira fase da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil entre 24 de junho e 25 de julho. A Fifa divulgou nesta quinta-feira (20) o calendário da competição, que terá 32 seleções e será disputada em oito cidades brasileiras. Leia em TVT News.
Como país-sede, o Brasil está garantido no torneio e será cabeça de chave do Grupo A. Os adversários da Seleção, porém, ainda não foram definidos. O sorteio dos grupos está previsto para dezembro.
A equipe brasileira fará sua estreia no Maracanã, no Rio de Janeiro, estádio que receberá a abertura e a final do Mundial. Na segunda rodada, a Seleção atuará na Neo Química Arena, em São Paulo, antes de disputar a terceira partida da fase de grupos na Arena Mané Garrincha, em Brasília.
Brasil na fase de grupos
- 24 de junho – Brasil x primeiro adversário no Maracanã (RJ)
- 29 de junho – Brasil x segundo adversário na Neo Química Arena (SP)
- 4 de julho – Brasil x terceiro adversário no Mané Garrincha (DF)
São Paulo terá dez partidas
A capital paulista será a cidade com o maior número de jogos da Copa do Mundo Feminina. Ao todo, serão dez partidas na Neo Química Arena, incluindo seis pela fase de grupos.
O estádio do Corinthians também receberá partidas das oitavas de final, das quartas de final e uma das semifinais. A disputa pelo terceiro lugar também está prevista para São Paulo.
A cidade chegou a avaliar a possibilidade de receber a partida de abertura, mas seria necessário ampliar a capacidade da Neo Química Arena, atualmente em torno de 48 mil torcedores. O projeto não avançou e o Maracanã ficou definido como palco da abertura.
O caminho do Brasil no mata-mata
A posição da Seleção Brasileira no Grupo A será determinante para definir o percurso nas fases eliminatórias.
Caso termine a primeira fase na liderança do grupo, o Brasil disputará as oitavas de final em Fortaleza. Se avançar, jogará as quartas de final em Belo Horizonte e, posteriormente, uma das semifinais em São Paulo.
Se a Seleção terminar em segundo lugar no Grupo A, o caminho será diferente. As oitavas de final serão disputadas em Belo Horizonte, enquanto as quartas de final ocorrerão em Fortaleza. Uma eventual semifinal seria realizada no Rio de Janeiro.
Os adversários do Brasil só serão conhecidos após o sorteio dos grupos. A condição de cabeça de chave já está definida, mas ainda não é possível saber quais seleções estarão no grupo da equipe brasileira.
Maracanã recebe abertura e final
O Rio de Janeiro terá papel de destaque no Mundial. O Maracanã será palco da partida de abertura e da decisão da Copa do Mundo Feminina de 2027. O estádio também receberá uma das semifinais.
A competição será realizada pela primeira vez no Brasil. Ao todo, oito cidades foram escolhidas para sediar os jogos: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Salvador, Brasília e Porto Alegre.
A distribuição das partidas também terá impacto sobre o futebol brasileiro. Diversos estádios utilizados por clubes das principais divisões nacionais serão colocados à disposição da Fifa antes do início do torneio para preparação e realização dos jogos.
Por esse motivo, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) determinou uma paralisação do calendário nacional entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, período correspondente à realização do Mundial.
Estádios da Copa do Mundo Feminina e número de jogos
- Neo Química Arena (São Paulo) – 10 jogos
- Maracanã (Rio de Janeiro) – 9 jogos
- Arena Castelão (Fortaleza) – 9 jogos
- Mineirão (Belo Horizonte) – 8 jogos
- Beira-Rio (Porto Alegre) – 7 jogos
- Mané Garrincha (Brasília) – 7 jogos
- Arena Fonte Nova (Salvador) – 7 jogos
- Arena de Pernambuco (Recife) – 7 jogos
32 seleções estarão no Mundial
A Copa do Mundo Feminina de 2027 terá o mesmo número de participantes da edição de 2023: 32 seleções.
- Brasil (país-sede)
- Austrália
- China
- Coreia do Norte
- Coreia do Sul
- Filipinas
- Japão
- Nova Zelândia
- Alemanha
- Argentina
- Colômbia
- Dinamarca
- Espanha
- França
- Argélia
- Marrocos
- Camarões
- Malawi
Ainda restam vagas
Ainda restam 14 vagas. Sete serão definidas pelas Eliminatórias da Europa e quatro pela Concacaf. As três vagas restantes sairão de uma repescagem intercontinental.
A repescagem terá uma fase preliminar entre 24 de novembro e 5 de dezembro. Participarão Taiwan, Uzbequistão, África do Sul, Gana, Equador e Papua Nova Guiné. As duas melhores seleções avançarão para a etapa seguinte, marcada para fevereiro e março de 2027.
Na fase final da repescagem, Venezuela, duas seleções da Concacaf e uma da Uefa entrarão diretamente na disputa. Os confrontos definirão as três últimas classificadas para o Mundial.
Quando será a Copa?
A Copa do Mundo Feminina de 2027 começa em 24 de junho e termina em 25 de julho. Pela primeira vez, o Brasil será sede da competição, que distribuirá partidas por oito cidades.
Para a Seleção Brasileira, o calendário já estabelece três destinos na fase de grupos: Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. A partir da classificação no Grupo A, também já é possível projetar os caminhos possíveis até a decisão.
O sorteio de dezembro definirá os adversários e permitirá conhecer com precisão os confrontos da primeira fase. Até lá, a Seleção já sabe onde começa sua participação e quais serão os estádios possíveis nas fases seguintes.

Vestibular das Fatecs oferece isenção ou redução da taxa de inscrição
Prazo para a solicitação de insenção de taxa da inscrição dos vestibulares Fatecs começa na segunda-feira (24); prova será em 13 de dezembr

Aviação doméstica registra 59 mi passageiros em sete meses, maior movimentação para o período em 26 anos
Foram 9,1 milhões de viajantes na aviação doméstica, alta de 1,85% em relação ao mesmo mês do ano passado

A campanha presidencial já começou e a estratégia é essa
Lançamento de campanha não é só uma festa. É o primeiro frame do eixo narrativo

Juventudes das centrais sindicais se unem para fortalecer direitos e participação política
Encontro reúne jovens de seis centrais sindicais em São Paulo para discutir agenda comum para as eleições de 2026

Confira a agenda dos candidatos à Presidência nesta quinta-feira
Agendas dos candidatos à presidência incluem gravações, entrevistas e atos de campanha; veja todos os candidatos cadastrados

PGR pede que André Mendonça envie caso de Lulinha à primeira instância; defesa avalia pedir quebra de sigilo
Procuradoria argumenta que investigação não envolve foro privilegiado