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Da Redação
Ao vivo: Congresso promulga PEC do fim da escala 6×1
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulga nesta sexta (16) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221), que acaba com a escala 6×1 no Brasil. Saiba mais com a TVT News.
Ao vivo: Congresso promulga fim da escala 6×1
Assista à Sessão Solene que promulga o fim da escala 6×1:
O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, realiza sessão solene do Congresso Nacional destinada à promulgação de duas emendas constitucionais: a EC 221/2019, que extingue a escala de trabalho 6×1, e a EC 14/2021, que prevê aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.
A cerimônia marca a conclusão da tramitação das duas propostas no Congresso Nacional e, no caso do fim da escala 6×1, marca o início do prazo de 60 dias para que os trabalhadores possam ter dois dias de descanso.
Sessão solene do Congresso marca o fim à escala 6×1 no Brasil
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou a realização de sessão solene do Congresso nesta sexta-feira (16), às 9h, para promulgar duas emendas à Constituição: Uma delas é a que trata do fim da escala de trabalho 6×1, prevista na PEC 221/2019, aprovada no Senado na quarta (14). A outra é a PEC 14/2021, que prevê aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde.
O presidente Lula estará presente na sessão solene que vai promulgar o fim da escala 6×1 e reduzir a jornada de trabalho.

Na mesma sessão solene desta sexta, o parlamentar, que é também presidente do Congresso Nacional, escreveu que vai assinar também a PEC 14, que prevê aposentadoria especial aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias.

“Solicito a todos que compareçam para que possamos celebrar a aprovação dessas emendas de grande importância para o povo brasileiro”, escreveu o parlamentar em documento para os senadores.

Prazos para começar o fim da escala 6×1
O plenário do Senado aprovou PEC que colocou fim à escala 6×1 na noite da última quarta-feira (14) com 75 votos a favor e apenas um contrário, em ambos os turnos.
Pelo texto aprovado no Senado, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

O texto aprovado prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.
Agentes de saúde
Também prevista para promulgação na sexta, a PEC 14/21 cria regras específicas para aposentadoria diferenciada aos agentes comunitários de saúde (ACS) e aos agentes de combate às endemias (ACE).
A legislação cria requisitos diferenciados de aposentadoria para os profissionais no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), com idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, condicionada a 25 anos de contribuição e de efetivo exercício na atividade.
Fonte: Agência Senado
O que é a escala 6×1?
É um modelo de organização do trabalho em que o empregado trabalha por seis dias consecutivos e tem direito a um dia de descanso. A escala é comum em setores como comércio, serviços, alimentação e hotelaria.
O que muda com a aprovação da PEC?
A proposta prevê dois dias de descanso remunerado por semana, preferencialmente aos domingos, e a redução da jornada semanal máxima. A mudança estabelece uma jornada de até 40 horas semanais, sem redução salarial.
Quando o fim da escala 6×1 começa a valer?
As novas regras não passam a valer imediatamente após a votação. O texto prevê uma transição em duas etapas, contadas a partir da promulgação da PEC pelo Congresso Nacional.
- Após 60 dias da promulgação: a jornada máxima passa a ser de 42 horas semanais, com dois dias de descanso.
- Após mais 12 meses: o limite semanal cai para 40 horas, mantendo os dois dias de descanso.
O salário poderá ser reduzido com a diminuição da jornada?
Não. A proposta determina que a redução da jornada não poderá resultar em diminuição salarial. O objetivo é ampliar o tempo de descanso sem reduzir a remuneração dos trabalhadores.

Como ficará a escala de trabalho?
A regra prevê dois dias de descanso remunerado por semana, em substituição ao modelo de seis dias de trabalho para um de folga. A organização dos dias de descanso poderá variar conforme a atividade profissional, respeitando as regras previstas no texto aprovado.
Quantos trabalhadores podem ser beneficiados?
Estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que cerca de 26,8 milhões de trabalhadores formais e informais que cumprem jornadas superiores a 40 horas semanais podem ser beneficiados pela redução.
O que muda na vida dos trabalhadores?
A redução da jornada e a ampliação do descanso podem garantir mais tempo para convivência familiar, lazer, estudos e cuidados pessoais. A medida também integra o debate sobre saúde e qualidade de vida no trabalho, especialmente entre profissionais submetidos a jornadas extensas e poucos dias de folga.
O que as empresas precisarão fazer?
As empresas terão de adaptar escalas, horários, equipes e distribuição das jornadas para cumprir os novos limites. O período de transição foi previsto para permitir essa reorganização.
Entidades empresariais manifestaram preocupação com os possíveis impactos econômicos da mudança, enquanto defensores da proposta argumentam que a redução da jornada pode melhorar as condições de trabalho e a qualidade de vida dos empregados.
Lula anuncia PEC para tarifa zero no transporte público
O presidente Lula anunciou, na quinta-feira (15), que vai enviar ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para garantir transporte público gratuito aos fins de semana em todo o país. Entenda a proposta de tarifa zero com a TVT News.
A iniciativa foi apresentada após a aprovação, pelo Senado, da proposta de fim da escala 6×1 e busca ampliar as possibilidades de lazer e convivência familiar dos trabalhadores.
“O trabalhador e a trabalhadora merecem mais do que tempo para descansar. Merecem tempo para passear, levar os filhos ao parque, visitar os amigos, conhecer a cidade e aproveitar a vida ao lado de quem amam. Menos tempo trabalhando, mais tempo vivendo com a família”, afirmou Lula nas redes sociais.
Ao anunciar a proposta, o presidente defendeu o passe livre aos sábados e domingos como forma de permitir que os brasileiros aproveitem os dias de descanso sem que o custo das passagens seja obstáculo. Lula indicou que pretende viabilizar a medida a partir de parceria com deputados e senadores, a partir dos recursos de emendas parlamentares.
A proposta foi apresentada pelo presidente no contexto da discussão sobre a redução da jornada de trabalho. Ao relacionar o passe livre ao fim da escala 6×1, Lula argumentou que ampliar o tempo disponível para os trabalhadores deve significar também mais oportunidades de lazer e convivência.
“O povo vai ficar feliz, os deputados estão dando utilidade às suas emendas e a gente vai garantir que valeu a pena o fim da escala 6×1”, afirmou.
Tarifa Zero pode injetar R$ 60 bilhões na economia e ser o novo Bolsa Família, diz estudo da UnB
Um estudo desenvolvido no Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (IPOL/UnB) aponta que a implementação da Tarifa Zero no transporte público das 27 capitais brasileiras e suas regiões metropolitanas tem o potencial de injetar R$ 60 bilhões anuais na economia nacional.
Tarifa Zero: mais que mobilidade é política de distribuição de renda, diz UnB
O texto é o terceiro material produzido a partir da pesquisa “Tarifa Zero e suas possibilidades de expansão no Brasil”, conduzida pelo Grupo de Pesquisa Geopolítica e Urbanização Periférica (GeoUrb) e pelo Núcleo Brasília do Observatório das Metrópoles, ambos vinculados ao IPOL/UnB.

A análise demonstra que a gratuidade no transporte, conhecida como Tarifa Zero, não é apenas uma questão de mobilidade, mas uma poderosa política de distribuição de renda.
O estudo estima que este potencial bruto de R$ 60 bilhões representa o montante que deixaria de ser retido nas catracas para ser destinado ao consumo de bens básicos e serviços pelas famílias. Desse total, cerca de R$ 14,7 bilhões já circulam devido às gratuidades vigentes (como idosos e estudantes), o que resultaria em uma injeção líquida de R$ 45,6 bilhões em “dinheiro novo” na economia.
Para os pesquisadores, o impacto social da medida é comparável ao do Programa Bolsa Família no início do século XXI. “Ao converter o gasto compulsório com passagens em renda disponível, o Estado promove justiça social, combate a segregação racial e espacial e dinamiza o mercado interno”, afirma o documento.
A implementação da Tarifa Zero garante que a mobilidade urbana passe a ser tratada como um direito social efetivo e um motor de desenvolvimento inclusivo para as metrópoles brasileiras. O projeto, financiado pela Frente Parlamentar em Defesa da Tarifa Zero no Congresso Nacional, conta ainda com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.
Lula na Globo: “Não vou cortar dinheiro dos pobres”
Empreender no Brasil precisa ser cada vez mais uma oportunidade de prosperar, e não uma luta permanente contra as dívidas. Esse foi um dos temas centrais da entrevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à TV Globo, na quinta-feira (15/10), marcada por propostas de apoio aos microempreendedores individuais (MEIs), combate ao endividamento das famílias e defesa dos programas sociais.
Na conversa com a jornalista Renata Lo Prete, o candidato à reeleição referoçou que o equilíbrio das contas públicas não pode ser alcançado às custas dos mais pobres.
Confira os principais trechos da entrevista de Lula na Globo
PROSPERA MEI – Entre as iniciativas de apoio aos pequenos negócios, Lula ressaltou a proposta de perdão de aproximadamente R$ 12,7 bilhões em dívidas de mais de 3 milhões de MEIs com a União, medida aprovada pelo Senado nesta quinta (15/10), com 78 votos favoráveis a zero, e que agora segue para sanção presidencial. O projeto também eleva o teto de faturamento anual dos microempreendedores para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028, além de permitir a contratação de até dois empregados.

Durante a entrevista, o presidente destacou ainda a previsão de um aval de R$ 5 mil para estimular a retomada das atividades. “Eu sugeri que a gente estudasse a possibilidade de anistiar essa dívida das pessoas para as pessoas começarem uma vida nova”, explicou.
Lula também ressaltou a importância do microcrédito para a geração de renda e de oportunidades. “É por isso que eu aposto muito na microeconomia, no microcrédito, no MEI, no pequeno empreendedor”, afirmou.
SEM TESOURAÇO – Questionado sobre a necessidade de reduzir despesas públicas para controlar a dívida, Lula rejeitou a possibilidade de transferir aos mais pobres e aos programas sociais o custo do ajuste fiscal. “Toda vez que alguém quer resolver o problema fiscal, o povo pobre paga a conta. Toda vez o povo pobre. E eu não quero que o povo pobre pague”, declarou.
Embora tenha reconhecido a importância do controle das contas públicas, o presidente ressaltou que a responsabilidade fiscal não pode comprometer direitos sociais. Também defendeu investimentos produtivos, como ferrovias, portos e hidrelétricas, capazes de ampliar a infraestrutura e gerar resultados para o país. Lula lembrou que em seus primeiros mandatos, o Brasil passou da 12ª para a 7ª maior economia mundial, acumulou reservas internacionais e quitou a dívida de US$ 30 bilhões com o próprio Fundo. A nova projeção aponta para a recuperação de posições no ranking internacional.
DÍVIDAS – Outro tema da sabatina foi a situação dos 84 milhões de brasileiros negativados. Lula detalhou a nova etapa do Desenrola, que prevê a negociação de débitos antigos por meio de leilões em que a União, o próprio governo, compra a dívida, com expectativa de descontos superiores a 90%.
A proposta em tramitação no Congresso poderá alcançar um estoque de aproximadamente R$ 150 bilhões em dívidas, permitindo que famílias regularizem suas pendências e voltem a ter acesso ao crédito. O presidente lembrou que as etapas anteriores do programa já atenderam milhões de pessoas, mas reconheceu a necessidade de ampliar as soluções para o endividamento.
PROTEÇÃO SOCIAL – O presidente também citou a importância da recomposição das perdas inflacionárias do Bolsa Família. Recordou que, no início do mandato, foi necessária a aprovação da PEC da Transição para garantir recursos ao programa, à saúde e à educação. Também citou a redução do déficit primário em relação ao cenário herdado e a apresentação de uma proposta orçamentária com previsão de superávit.
Ao encerrar a entrevista, Lula reconheceu que sempre haverá desafios, especialmente na saúde e na recuperação dos serviços públicos, mas enfatizou que o Brasil está no caminho certo. Para o presidente o país pode avançar com responsabilidade fiscal sem deixar ninguém para trás, garantindo que o desenvolvimento se traduza em mais oportunidades, direitos e uma vida melhor para o povo brasileiro
Lula na Globo destaca investimentos para reduzir filas do SUS
Durante entrevista à TV Globo, nesta quinta-feira (15/10), conduzida pela jornalista Renata Lo Prete, Lula reconheceu que as filas ainda representam um dos maiores desafios da saúde pública brasileira, mas destacou os investimentos realizados pelo governo para ampliar o atendimento e garantir que a população tenha acesso mais rápido a médicos, diagnósticos e tratamentos.

Questionado sobre a demora para consultas especializadas, exames e cirurgias eletivas, o presidente afirmou que o governo já colocou em prática medidas para enfrentar o problema, com reforço das equipes médicas, ampliação da rede de atendimento e parcerias com hospitais privados e filantrópicos.
“Nós não só temos plano, como estamos colocando em prática”, afirmou Lula, ao lembrar que encontrou a estrutura de saúde desmantelada pela gestão de Jair Bolsonaro quando reassumiu a Presidência, em 2023.
Entre os avanços apresentados, o presidente destacou a contratação de 16 mil médicos, elevando para cerca de 28 mil o número de profissionais no Mais Médicos. Lula também ressaltou a ampliação da formação e da oferta de especialistas, para que pacientes atendidos na atenção básica possam ter acesso às consultas e aos procedimentos de que necessitam.
EXAMES – Uma das principais iniciativas anunciadas por Lula é a expansão do atendimento itinerante. Segundo o presidente, até o fim deste ano, 150 carretas estarão percorrendo o país para oferecer exames e ampliar o diagnóstico precoce de doenças, especialmente entre as mulheres. A estrutura móvel deverá reforçar a prevenção e a identificação de câncer de mama e do colo do útero, além de disponibilizar outros procedimentos, incluindo exames de imagem.
Lula também destacou os investimentos no tratamento do câncer e a necessidade de fortalecer a capacidade de diagnóstico e atendimento da rede pública. Para ele, os resultados dessas mudanças exigem continuidade, planejamento e investimentos permanentes. “É uma revolução que está acontecendo”, afirmou o presidente, ao destacar a dimensão das medidas em andamento.
CIRURGIAS – Outro ponto da entrevista foi a ampliação das cirurgias eletivas. Lula destacou os acordos firmados com hospitais particulares, que podem compensar dívidas com a União por meio da prestação de serviços ao SUS, além das parcerias com santas casas. Segundo os números apresentados pelo presidente, foram realizadas 15 milhões de cirurgias eletivas em 2025, com expectativa de alcançar 16 milhões em 2026.

Apesar dos avanços, Lula reconheceu que o tempo de espera ainda precisa diminuir. Ainda falta muito, porque a fila é muito tempo, a pessoa esperava dois anos, três anos. Agora, o que eu posso te dizer é que nós estamos andando”, afirmou.
RECONSTRUÇÃO – Ao avaliar os desafios encontrados no início do mandato, Lula citou a necessidade de recuperar políticas públicas como o Brasil Sorridente e o Farmácia Popular (passou a ter os 41 itens oferecidos de forma 100% gratuita), além de retomar obras paralisadas na área da saúde.
Nas considerações finais, o presidente lembrou que o governo encontrou cerca de 6 mil obras paradas em diferentes áreas, incluindo creches, escolas, hospitais e unidades de atendimento médico, o que exigiu tempo e investimentos para reconstruir a capacidade de prestação de serviços públicos. “Não é fácil você fazer as coisas acontecerem em um país que estava destruído como o nosso. E eu acho que nós fizemos milagre nesse país, na área da educação, na área da saúde”, reconheceu.
Para Lula, o desafio agora é acelerar os resultados das políticas já iniciadas, ampliar a estrutura do SUS e fazer com que os investimentos cheguem à vida cotidiana dos brasileiros. O objetivo é que o acesso à saúde não dependa de uma longa espera e que consultas, exames e tratamentos estejam disponíveis quando a população mais precisa.
Pesquisa para presidente: Lula e Flávio empatam com 50% dos votos válidos
A nova pesquisa para presidente PoderData/Aya, divulgada nesta sexta-feira (16.out.2026), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatados, com 50% dos votos válidos cada um, a nove dias do segundo turno, marcado para 25 de outubro. Confira números da pesquisa PoderData/Aya com a TVT News.
Nos votos totais, os dois também aparecem iguais, com 47%. O levantamento foi feito de 13 a 15 de outubro, com 3.000 entrevistas, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04258/2026.
A diferença entre os candidatos era de 6 pontos percentuais no estudo divulgado em 8 de outubro, logo após o primeiro turno, e de 2 pontos na rodada de três dias atrás. Agora, a distância é zero.
Pesquisa para presidente: os principais números do PoderData/Aya
- Intenção de voto no 2º turno (votos totais): Lula, 47%; Flávio Bolsonaro, 47%; branco/nulo, 4%; não sabe, 2%.
- Intenção de voto no 2º turno (votos válidos): Lula, 50%; Flávio Bolsonaro, 50%.
- Potencial de voto de Lula: 44% afirmam que só votariam nele; 7% poderiam votar; 46% não votariam de jeito nenhum; 3% não sabem.
- Potencial de voto de Flávio Bolsonaro: 43% afirmam que só votariam nele; 7% poderiam votar; 45% não votariam de jeito nenhum; 5% não sabem.
- Avaliação do governo: 49% desaprovam e 46% aprovam a administração de Lula; 5% não souberam responder.
- Aprovação do presidente Lula: 46% aprovam e 47% desaprovam o desempenho pessoal do petista; 7% não souberam responder.
- Metodologia: entrevistas por telefone (fixo e celular), de 13 a 15 de outubro de 2026, com 3.000 eleitores de 644 municípios das 27 unidades da Federação, margem de erro de 1,8 ponto percentual e registro BR-04258/2026 no TSE.
Intenção de voto no 2º turno: Lula e Flávio têm 47% cada
Quando se consideram todos os entrevistados, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem com 47% das intenções de voto no segundo turno. Votariam em branco ou anulariam 4%, e 2% não sabem em quem votar. Com margem de erro de 1,8 ponto percentual, o resultado é de empate.

Votos válidos na pequisa PoderData: Lula e Flávio Bolsonaro têm 50% cada
Quando são considerados apenas os votos válidos — critério utilizado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das eleições —, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem com 50% cada. A diferença é zero, configurando empate técnico. Na série de votos válidos, os dois candidatos alternam liderança dentro da margem de erro desde o início do mês. A distância entre eles era de 6 pontos percentuais logo após o primeiro turno e caiu para zero na rodada atual.

Perfil dos eleitores: quem vota em Flávio Bolsonaro e Lula
- Sexo: Lula tem 55% de preferência entre as mulheres, contra 39% de Flávio. Entre os homens, Flávio lidera com 56%, e Lula tem 39%.
- Idade: Lula tem vantagem entre jovens de 16 a 24 anos (50%) e pessoas com 60 anos ou mais (51%). Flávio se destaca entre eleitores de 45 a 59 anos (51%) e 25 a 44 anos (49%).

- Religião: O candidato do PL tem 62% entre os evangélicos. O petista marca 52% entre os católicos, 56% entre quem não tem religião, 66% na umbanda/candomblé e 55% entre os espíritas.
- Região: Flávio vai melhor no Sul (57%), Centro-Oeste (54%) e Norte (51%). Lula lidera com ampla folga no Nordeste (59%) e tem 44% no Sudeste, região em que Flávio alcança 48%.
- Renda: Lula vence na faixa de até 2 salários mínimos (52% a 40%). Flávio lidera nas faixas de 2 a 5 salários (53% a 42%) e na parcela superior a 5 salários mínimos (53% a 44%).

Transferência de voto: para onde vão os eleitores da direita que ficaram fora do 2º turno
A pesquisa para presidente também mediu a transferência de votos dos candidatos que não foram ao segundo turno.
Entre os eleitores de candidatos da direita eliminados no primeiro turno, Flávio leva vantagem, mas não de forma folgada:
- Eleitores de Augusto Cury: 47% vão com Flávio, 36% com Lula, 13% votariam em branco ou nulo e 5% não sabem.
- Eleitores de Renan Santos: 46% vão com Flávio, 24% com Lula e 24% votariam em branco ou nulo.
- Eleitores de Ronaldo Caiado: 50% vão com Flávio, 30% com Lula, 10% votariam em branco ou nulo e 10% não sabem.

Como foi feita a pesquisa PoderData/Aya
O levantamento foi realizado pelo PoderData, divisão de pesquisas do jornal digital Poder360, com recursos próprios e parceria de divulgação com o Aya Bancah.
As entrevistas aconteceram de 13 a 15 de outubro de 2026, por telefone, em ligações para celulares e linhas fixas, no sistema de Unidade de Resposta Audível (URA): o entrevistado ouve as perguntas gravadas e responde pelo teclado do aparelho.
Foram 3.000 entrevistas em 644 municípios das 27 unidades da Federação, com eleitores de 16 anos ou mais. A margem de erro estimada é de 1,8 ponto percentual, com intervalo de confiança de 95%.
A seleção dos entrevistados é aleatória, feita pelo discador, e os dados receberam ponderação para compensar desproporções de sexo, idade, escolaridade, renda, resultado do primeiro turno e região. Como a metodologia depende da cobertura da lista telefônica, a margem de erro é uma estimativa aproximada. Nos recortes por grupo, a margem é maior.
A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-04258/2026. Os dados de registro podem ser consultados no sistema de divulgação de pesquisas eleitorais da Justiça Eleitoral: https://pesqele-divulgacao.tse.jus.br. Os resultados foram arredondados, de modo que a soma de algumas questões pode diferir de 100%.
Lula na Globo: como foi a sabatina do 2º turno
O candidato à reeleição pelo PT foi entrevistado ao vivo pela jornalista Renata Lo Prete, nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, a partir das 21h15 (horário de Brasília), logo após o Jornal Nacional.
Veja mais sobre a entrevista do Lula na Globo com a TVT News.
A conversa faz parte da cobertura do segundo turno das Eleições 2026 teve transmissão simultânea pela TV Globo, GloboNews e g1 e, também, cobertura da TVT.
O adversário Flávio Bolsonaro (PL) será sabatinado na sexta-feira (16), também por Lo Prete, enquanto o debate final entre os dois está marcado para 23 de outubro.
Melhores momentos da entrevista de Lula na Globo
- Lula na Globo faz as considerações finais e lembra da aprovação do fim da escala 6×1.
- Para Fábio Graner, “Lula conseguiu encaixar fim da 6×1 e sua nova promessa de tarifa zero aos fins de semana nas considerações finais, temas que não foram discutidos ao longo da entrevista e que são grandes apostas dele para tentar virar votos”.
- Renata entra no árido assunto do corte de gastos e juros. Renata apresentou números e pontos de vista, mas o saldo ficou na resposta de Lula: “minha aluna é não cortar dinheiro para quem é pobre”. Lula diz que vai manter a correção do salário mínimo acima da inflação. E diz que seu adversário vai acabar com a política

- Depois do intervalo, o tema, agora, é endividamento. Renata cita os programas Desenrola, mas pergunta sobre a situação que os brasileiros não conseguem sair das dívidas.
- Lula na Globo explica que o novo Desenrola vai ser uma nova forma de acabar com as dívidas, ao fazer a União promover leilões das dívidas que não seriam pagas.
- O presidente explica, também, sobre o auxílio aos MEIs, que vai anistiar as dívidas e ainda dar crédito para os empreendedores.
- Renata pergunta sobre os motivos do reajuste do Bolsa Família às vésperas das eleições.
- Lula na Globo disse que ficou indignado quando soube que não houve reajuste e que isso “não combinava com o Governo Lula”.
- A entrevista, que começou propositiva, voltou a ficar centrada nas questões sobre STF e caso Master. Renata pergunta sobre ter recebido Vorcaro e sobre os contratos com Lewandovski.
- Lula esclareceu que recebeu o banqueiro como recebe outros empresários e que sempre defendeu relações republicanos.
- A pergunta agora é sobre o STF, Renata pergunta se Lula considera que a crise no STF afetou a votação no primeiro turno. E questionou o pedido de vistas de Flávio Dino, a quem Renata qualificou como aliado.
- Lula disse que não pode afirmar que a crise no Supremo tenha afetado a votação. Sobre as decisões do STF, Lula disse que Moraes não é o único envolvido, que não pode interferir nas decisões dos ministros.
- Para Thomas Traumann, “Lula muda o tom ao defender as investigações sobre o Caso Master, ressaltando em voz enfática a defesa de uma reforma do STF”.
- Renata pergunta sobre segurança pública. Lembra os medos da população brasileira, diz que os brasileiros são a favor de transformar as organizações criminosas em terroristas.
- Lula respondeu que a PEC vai prever a retomada dos territórios.
- Ao ser perguntado sobre a redução da maioridade penal, Lula disse que “como cidadão brasileiro, é a favor da redução da maioridade para crimes hediondos”.
- Lula diz pela primeira vez que é favor da redução da maioridade para crimes hediondos.
- Para a jornalista Miram Leitão, “a condução elegante e precisa de Renata Lo Prete permite que o candidato se explique e apresente suas propostas. Ok presidente, acho que a sua posição ficou clara, disse ela quando ele explicou a posição sobre a redução da maioridade penal.
- Para Renato Meirelles, “a fala de Lula fere estratégia do PL de responder ao fim do 6×1 com uma proposta popular e punitivista no tema da segurança pública”.
De acordo com a colunista Vera Magalhães, a entrevista está muito fluida. “Renata Lo Prete conduz a entrevista em tom de conversa informada. Com dados e contexto histórico na ponta da língua, não interrompe Lula com retorquidos que eternizam os assuntos e impedem que a pauta avance. Também consegue deixar o candidato menos na defensiva e arrancar respostas mais diretas”, afirma a colunista.
- A entrevistadora lembra que ele teve dificuldades em aprovar medidas, inclusive a indicaçao de Jorge Messias. E emendou a pergunta sobre o tarifaço.
- Lula lembrou como estabeleceu diálogo com Trump e que seguem negociando. “Acho que vamos chegar a um acordo”, diz Lula. E lembra que, mesmo perdendo mercado com os EUA, o Brasil bateu recorde do superávit comercial e que que abriu – e expandiu – mercados em outros países.
- Renata fala sobre o Congresso que hoje é mais hostil e pergunta como poderia ficar a governabilidade. Lula diz que, no atual mandato, conseguiu aprovar muitas medidas, como a reforma tributária, mesmo com bancada menor do seu partido.
- Para Fábio Graner, “Lula reconhece que a população esperava mais, apesar de ele considerar que fez muito, especialmente considerando o que recebeu do governo Bolsonaro, já apontando que o ex-presidente, pai de seu adversário, não deixou recursos para o Bolsa Família, saúde e educação.”
- Renato Meirelles diz que “Lula demonstra humildade que faltou em outros momentos, chamando para si a responsabilidade pela baixa aprovação do governo”
- A primeira pergunta é sobre Lula começar o 2° turno atrás de Flávio Bolsonaro e também sobre as pesquisas que mostram queda de popularidade.
- Lula responde que recebeu o país quebrado, que passou 2 anos reconstruindo o país, reequipando ministérios e revendo o orçamento. “Não havia dinheiro nem para o Bolsa Família”. Lula diz que foi culpa dele não ter se comunicado bem.
- 21h18 – Renata Lo Prete começa a entrevista
- 21h – Lula já está nos estúdios da Globo. A entrevista com Renato Lo Prete começa logo após o Jornal Nacional
O que você precisa saber sobre a entrevista do Lula na Globo
- Que horas é a entrevista do Lula nGlobo: às 21h15 desta quinta-feira (15), após o Jornal Nacional.
- Como assistir à sabatina do Lula na Globo: transmissão ao vivo pela TV Globo, GloboNews e g1; íntegra disponível depois no Globoplay e no g1.
- Como deve ser a entrevista do Lula na Globo: conduzida por Renata Lo Prete, com foco em propostas e temas de interesse dos eleitores.
Lula foi entrevistado na Globo na sabatina com os candidatos à presidente
A TV Globo realizou nesta quinta-feira (15) a primeira das duas sabatinas individuais com os candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu a rodada, que foi definida por sorteio em reunião com representantes das campanhas. A entrevista do Lula aconteceu dez dias antes da votação de 25 de outubro e integra a cobertura especial da emissora.
A escolha de Renata Lo Prete para conduzir as entrevistas com os candidatos à presidente ocorre após críticas à condução da sabatina do primeiro turno, quando os jornalistas César Tralli e Renata Vasconcellos concentraram parte das perguntas em temas como o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva.
A emissora negou que a mudança tenha sido motivada pela repercussão negativa e afirmou que Lo Prete já estava prevista para comandar esta fase da disputa.
Hoje é dia de sabatina na Globo!
— Lula (@LulaOficial) October 15, 2026
É hora de falar para cada brasileira e cada brasileiro sobre o futuro do nosso país.
O Brasil já provou que pode avançar, gerar oportunidades e transformar vidas. E estamos prontos para fazer muito mais!
Porque o futuro não espera.
Vamos… pic.twitter.com/8056Lf7pLJ
Como rever a sabatina do Lula na Globo
O público poder rever a entrevista do Lula pelos seguintes canais e plataformas:
- g1: transmissão ao vivo pela internet e publicação da íntegra após o encerramento.
- Globoplay: entrevista completa disponível após a exibição.
- Site TVT News traz os principais momentos da entrevista do Lula
Como foi a sabatina do Lula na Globo
A entrevista foi conduzida por Renata Lo Prete, âncora do Jornal da Globo, e terá formato de sabatina individual, sem a presença do adversário. O objetivo foi permitir que o candidato apresente propostas e responda a perguntas sobre temas de interesse nacional, como economia, segurança pública, saúde e políticas sociais.

Lo Prete adotou um tom mais equilibrado em relação à sabatina do primeiro turno, quando a concentração de perguntas sobre assuntos ligados à família do presidente gerou críticas de parcialidade.
Temas como segurança e as tarifas impostas pelos Estados Unidos tiveram mais espaço na conversa desta quinta-feira.
Domingo, 18, tem debate Lula x Flávio Bolsonaro
Antes do debate final da Globo, marcado para 23 de outubro, os dois candidatos se enfrentam no debate promovido pela Band e emissoras parceiras no domingo (18), às 20h. O encontro será transmitido pelos canais de televisão, rádio e plataformas digitais do Grupo Bandeirantes, com participação de TV Gazeta, TV Cultura, Jovem Pan e Estadão.

Quando é o debate Lula x Flávio Bolsonaro na Globo
O último debate entre Lula e Flávio Bolsonaro antes do segundo turno será realizado na sexta-feira, 23 de outubro, dois dias antes da votação. O encontro está previsto para depois do Jornal Nacional, com mediação do jornalista César Tralli, nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. A transmissão será ao vivo pela TV Globo, GloboNews, g1 e Globoplay.
A campanha de Flávio Bolsonaro ainda não confirmou oficialmente presença no debate da Globo. Segundo a Revista Fórum, o senador não teria assinado o documento com as regras do encontro, e o prazo para formalizar a participação se encerra na segunda-feira (19). A equipe de Lula já apresentou o documento de comparecimento.
Globo demite Frederic Kachar após revelações de mensagens com Vorcaro
No mesmo dia da sabatina de Lula, o Grupo Globo comunicou a demissão de Frederic Kachar do cargo de diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio. A decisão ocorreu após a revelação de conversas privadas mantidas entre o executivo e o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, entre outubro de 2023 e julho de 2025.
Nas mensagens, obtidas pela Polícia Federal, Vorcaro pedia reportagens de seu interesse, negociava patrocínios em eventos do grupo e fazia comentários sobre festas com mulheres estrangeiras. Kachar chegou a prometer destaque para a marca da então namorada do banqueiro em publicações como Vogue, Marie Claire e Ela. Em nota oficial, a Globo afirmou que o conteúdo revela “uma relação inadequada do executivo com um anunciante” e reforçou “a absoluta independência editorial do jornalismo de seus veículos”.
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Pesquisa CNT/MDA divulga 1ª pesquisa para presidente no 2° turno
A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e Instituto MDA apresentam nova rodada de pesquisa para presidente segundo turno. Essa é a primeira pesquisa para presidente depois do resultado do 1° turno das eleições. Confira com a TVT News.
CNT e Instituto MDA apresentam nova rodada de pesquisa de opinião antes do segundo turno
A CNT, em parceria com o Instituto MDA Pesquisa, realiza a 172ª rodada da Pesquisa CNT de Opinião, com entrevistas presenciais com 2 mil eleitores em todas as regiões do Brasil. O trabalho de campo ocorreu entree 13 a 15 de outubro de 2026, e os resultados serão divulgados nesta sexta-feira, dia 16 de outubro, no site da Confederação.
O estudo reflete as opiniões dos entrevistados, durante o período de coleta, sobre a intenção de voto espontânea e estimulada para a Presidência da República e o nível de definição da escolha dos eleitores. A pesquisa também investiga a avaliação da população sobre o governo federal e o desempenho pessoal do presidente da República.
As entrevistas são realizadas nas 27 unidades da Federação, em aproximadamente 140 municípios. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
Lula x Flávio Bolsonaro: quem está na frente nas pesquisas
- Datafolha de 15 de outubro
- Intenções de votos totais para o 2° turno
- Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 49% na pesquisa anterior)
- Lula (PT): 45% (eram 45%)
- Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 5%)
- Indecisos: 2% (era 1%)
- Intenções de votos totais para o 2° turno
- O que mostrou a pesquisa Quaest de 14 de outubro: primeira pesquisa Quaest do 2º turno apontou Flávio Bolsonaro com 46% das intenções de voto, contra 44% de Lula, em empate técnico.
Datafolha votos válidos: Flávio Bolsonaro e Lula estão tecnicamente empatados
- Flávio Bolsonaro: 51%
- Lula: 49%
Pesquisa Quaest de 14 de outubro
A primeira pesquisa Quaest do 2º turno, divulgada em 14 de outubro, apontou Flávio Bolsonaro com 46% das intenções de voto, contra 44% de Lula. O levantamento, encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo, ouviu 2.154 eleitores em todo o país entre os dias 10 e 13 de outubro. Na pesquisa espontânea, Flávio somou 43% e Lula, 42%.

Pesquisa PoderData/Aya de 13 de outubro
A pesquisa PoderData/Aya divulgada em 13 de outubro mostra Flávio Bolsonaro com 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula, configurando empate técnico dentro da margem de erro de 1,8 ponto percentual. Na rodada anterior, divulgada em 8 de outubro, Flávio tinha 53% e Lula, 47%. O levantamento ouviu 3.000 eleitores por telefone em 686 municípios das 27 unidades da Federação e está registrado no TSE sob o número BR-01209/2026.

Pesquisa BTG/Nexus de 13 de outubro
A pesquisa Nexus/BTG divulgada em 13 de outubro aponta Flávio Bolsonaro com 52% dos votos válidos, ante 48% de Lula. O levantamento entrevistou 2.002 eleitores por telefone entre os dias 10 e 12 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-07997/2026.
Pesquisa CNT de Opinião – 172ª rodada
Resultado: 16 de outubro, sexta-feira
Período de campo: 13 a 15 de outubro de 2026
Entrevistas: 2.002
Abrangência: 27 unidades da Federação, em aproximadamente 140 municípios
Margem de erro: 2,2 pontos percentuais
Nível de confiança: 95%
Registro no TSE: BR-00652/2026

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