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Da Redação
Fuvest 2027: confira a lista de livros obrigatórios
Quem pretende disputar uma vaga na Universidade de São Paulo (USP) pelo vestibular da Fuvest em 2027 já pode organizar o cronograma de estudos. A fundação responsável pelo exame manteve uma lista de nove livros obrigatórios, todos escritos por mulheres de língua portuguesa, em uma iniciativa que busca ampliar a visibilidade de autoras historicamente pouco valorizadas no cânone literário. Saiba mais na TVT News.
A mudança faz parte da renovação das leituras obrigatórias para os vestibulares entre 2026 e 2029. Segundo a Fuvest, a proposta pretende reconhecer a contribuição das escritoras para a literatura em língua portuguesa e incentivar uma leitura mais diversa entre os candidatos.
A presidente do Conselho Curador da Fuvest e vice-reitora da USP, Maria Arminda do Nascimento Arruda, afirmou que muitas dessas escritoras “foram alvo de décadas de invisibilidade pelo fato de serem mulheres”. Já o pró-reitor de Graduação da USP, Aluísio Cotrim Segurado, classificou a reformulação como “uma mudança corajosa, necessária, mas que não se afasta da qualidade que a lista da Fuvest sempre teve”.
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Em 2027, duas obras substituem os títulos presentes na lista de 2026: entram A paixão segundo G. H., de Clarice Lispector, e Geografia, de Sophia de Mello Breyner Andresen, enquanto deixam a relação O Cristo Cigano e As meninas.
O diretor executivo da Fuvest, Gustavo Ferraz de Campos Monaco, destacou que a predominância de mulheres não significa excluir autores homens, mas corrigir uma desigualdade histórica. Segundo ele, a nova seleção busca “trazer a público e valorizar o que, muitas vezes, ainda não se conhece”, reforçando o papel da literatura como instrumento de reflexão e transformação social.
Lista de livros obrigatórios da Fuvest 2027
Os candidatos ao vestibular deverão ler as seguintes obras:
- Opúsculo Humanitário (1853) – Nísia Floresta
- Nebulosas (1872) – Narcisa Amália
- Memórias de Martha (1899) – Julia Lopes de Almeida
- Caminho de pedras (1937) – Rachel de Queiroz
- A paixão segundo G. H. (1964) – Clarice Lispector
- Geografia (1967) – Sophia de Mello Breyner Andresen
- Balada de amor ao vento (1990) – Paulina Chiziane
- Canção para ninar menino grande (2018) – Conceição Evaristo
- A visão das plantas (2019) – Djaimilia Pereira de Almeida
A Fuvest ressalta que iniciar a leitura com antecedência facilita a preparação para o vestibular. Além da leitura integral das obras, a recomendação é complementar os estudos com resumos, análises literárias e resolução de questões de provas anteriores.
Confira também as listas da Fuvest para 2028 e 2029
Fuvest 2028
- Conselhos à minha filha (1842) – Nísia Floresta
- Nebulosas (1872) – Narcisa Amália
- Memórias de Martha (1899) – Julia Lopes de Almeida
- João Miguel (1932) – Rachel de Queiroz
- A paixão segundo G. H. (1964) – Clarice Lispector
- Geografia (1967) – Sophia de Mello Breyner Andresen
- Balada de amor ao vento (1990) – Paulina Chiziane
- Canção para ninar menino grande (2018) – Conceição Evaristo
- A visão das plantas (2019) – Djaimilia Pereira de Almeida
As principais mudanças em relação ao ano anterior são a substituição de Opúsculo Humanitário por Conselhos à minha filha, ambos de Nísia Floresta, e de Caminho de pedras por João Miguel, de Rachel de Queiroz.
Fuvest 2029
- Conselhos à minha filha (1842) – Nísia Floresta
- Nebulosas (1872) – Narcisa Amália
- Dom Casmurro (1899) – Machado de Assis
- João Miguel (1932) – Rachel de Queiroz
- Nós matamos o cão tinhoso! (1964) – Luís Bernardo Honwana
- Geografia (1967) – Sophia de Mello Breyner Andresen
- Incidente em Antares (1970) – Érico Veríssimo
- Canção para ninar menino grande (2018) – Conceição Evaristo
- A visão das plantas (2019) – Djaimilia Pereira de Almeida
A edição de 2029 marca uma nova renovação da lista, com o retorno de autores homens de língua portuguesa, entre eles Machado de Assis, Érico Veríssimo e Luís Bernardo Honwana. Segundo a Fuvest, será também o primeiro ano em que a relação contará com quatro obras de autores e autoras negros, além da inclusão de Incidente em Antares, representante da literatura fantástica — gênero que passa a integrar, pela primeira vez, a lista obrigatória do vestibular.
A fundação afirma que a renovação periódica das obras busca manter a qualidade da seleção literária e ampliar o repertório cultural dos estudantes, oferecendo contato com diferentes períodos históricos, estilos narrativos e perspectivas da literatura em língua portuguesa.
Saiba mais sobre as autoras escolhidas pela Fuvest:
Nísia Floresta (1810-1885)
Nísia Floresta Brasileira Augusta foi o pseudônimo escolhido por Dionísia Gonçalves Pinto, considerada a primeira educadora e jornalista feminista do Brasil. Nascida no Rio Grande do Norte, essa escritora em prosa e verso denunciou também as injustiças cometidas contra os negros escravizados e os indígenas brasileiros.
Narcisa Amália (1852-1924)
Narcisa Amália de Campos foi uma educadora, poetisa e jornalista brasileira – primeira mulher a trabalhar profissionalmente como jornalista no Brasil. Dona de uma das poucas vozes femininas de sua época a trabalhar a ideia de identidade nacional, foi também antiescravista e republicana. Sua obra mereceu comentários elogiosos de Machado de Assis e de Pedro II.
Julia Lopes de Almeida (1862-1934)
Escritora, cronista e teatróloga, Júlia Lopes de Almeida foi uma das idealizadoras da Academia Brasileira de Letras, de cuja lista de fundadores foi posteriormente excluída para manter a Academia exclusivamente masculina. Em seu lugar, foi incluído o nome do poeta português Filinto de Almeida, seu marido, popularmente conhecido como o “acadêmico consorte”. Também foi uma das precursoras da literatura infantil no Brasil.
Rachel de Queiroz (1910-2003)
Primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras e a receber o Prêmio Camões, Rachel de Queiroz é uma autora de destaque da literatura social nordestina. Extremamente hábil na análise psicológica de seus personagens, a autora estreou na literatura aos 19 anos.
Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004)
Poetisa, contista e escritora de literatura infantil, Sophia de Mello Breyner Andresen foi proveniente de uma família de origem aristocrática portuguesa. Acreditava que a poesia representava um valor transformador fundamental e que era algo que lhe acontecia, como afirmara antes dela Fernando Pessoa. Foi agraciada com o Prêmio Camões, tendo sido a segunda mulher a recebê-lo.
Clarice Lispector (1920-1977)
De origem ucraniana, Chaya Pinkhasivna Lispector emigrou para o Brasil em 1922 com seus familiares em razão da perseguição sofrida pelos judeus ucranianos em sua terra natal. A romancista e contista apresenta, em sua obra, traços bastante específicos como a ruptura com a narrativa factual, o uso intenso de um fluxo de consciência na escrita e o uso intenso de metáforas insólitas, como sublinhou Alfredo Bosi.
Lygia Fagundes Telles (1918-2022)
Lygia Fagundes Telles destacou-se como contista, embora tenha sido, também, uma importante romancista. Membro da Academia Brasileira de Letras, foi a segunda brasileira laureada com o Prêmio Camões e foi reconhecida, ainda em vida, como uma escritora primorosa por seus pares nacionais e internacionais, que a alcunharam “a grande dama da literatura brasileira”.
Conceição Evaristo (1946- )
Poeta, contista e romancista brasileira, Maria da Conceição Evaristo de Brito aborda em suas obras temas de grande relevo social, como a discriminação racial, de gênero e social, sendo considerada uma importante representante do movimento Pós-Modernista no Brasil. Professora universitária, Conceição Evaristo tomou posse, em 2022, como responsável pela Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência do Instituto de Estudos Avançados da USP. Cunhou a expressão escrevivência para descrever o processo criativo de sua obra.
Paulina Chiziane (1955- )
Moçambicana, nascida no subúrbio de Maputo, Paulina Chiziane iniciou, mas não concluiu, o curso universitário de Letras (linguística). Com uma atuação política destacada em seu país durante o período da independência, a autora se afastou da política e passou a se dedicar à literatura, passando a viver na província de Zambézia, para onde se retirou ao se afastar da política. Primeira mulher a publicar um romance em Moçambique, foi também a primeira mulher africana agraciada com o Prêmio Camões.
Djaimilia Pereira de Almeida (1982- )
Ana Djaimilia dos Santos Pereira de Almeida Brito é a pessoa mais jovem a figurar na lista de leitura obrigatória da Fuvest. Nascida em Angola, a autora passou boa parte de sua vida em Portugal, onde se licenciou em Estudos Portugueses e obteve o título de Doutora em Teoria da Literatura. Atualmente, é Professora da New York University. Foi vencedora do Prêmio Oceanos, tendo sido finalista em outras oportunidades.
Múcio se reunirá com oficial dos EUA sobre classificação de PCC e CV como terroristas
O ministro da Defesa do Brasil José Múcio irá se reunir nesta semana com o vice-ministro de Guerra dos Estados Unidos Elbridge Colby. Leia mais na TVT News.
O tema do encontro está relacionado à classificação dos grupos criminosos PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas.
A classificação foi determinada por Donald Trump, presidente dos EUA, no início de junho, e ensejou protestos governo brasileiro.
O encontro deve ocorrer em Cusco, no Peru, durante a Conferência de Ministros da Defesa das Américas (CMDA).
Múcio deve se reunir com o presidente Lula para alinhar os principais tópicos a serem abordados na reunião. A maior preocupação do governo brasileiro é a existência de eventuais planos de Trump para invadir o Brasil, a exemplo do que ocorreu na Venezuela.
Encontro com emissário dos EUA deve ter como tema a soberania nacional
A conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, José Múcio, deve abordar a posição do Brasil diante de iniciativas estrangeiras relacionadas à segurança pública, pautando a conversa com os EUA.
A orientação do Palácio do Planalto é enfatizar que decisões sobre o enfrentamento às facções criminosas devem permanecer sob responsabilidade das autoridades brasileiras.
Múcio deve apresentar os resultados das políticas adotadas pelo país para enfrentar essas organizações e reforçar que qualquer cooperação internacional precisa respeitar a autonomia do Estado brasileiro e suas instituições.
Conforme apuração de Igor Gadelha no Metrópoles, o governo brasileiro admitiu em documento enviado ao Congresso Nacional que teme ação militar no Brasil seguindo a nomeação das facções como terroristas por Trump.
No documento, o ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira afirma que “a referida classificação unilateral poderia ser invocada como justificativa para ações extraterritoriais sobre instituições brasileiras, em particular no âmbito financeiro, migratório e penal. Há, ademais, o risco de uso da força militar dos EUA contra o território nacional”.

Presidente dos EUA compartilhou texto sobre eleições do Brasil direita da América Latina
No fim do último mês, o presidente dos EUA Donald Trump compartilhou texto falando da importância das eleições no Brasil para o avanço da direita na América Latina.
O artigo, publicado pela emissora de direita Newsmax, que é aliada do governo de Trump, usa o gancho das eleições de Abelardo de la Espriella na Colômbia e de Keiko Fujimori, que agora atingiu uma vantagem insuperável no Peru. Keiko é filha do ditador Alberto Fujimori.
O texto se chama “Trump tem 8 vitórias em 7 anos na América Latina” (tradução livre), e a Colômbia como o oitavo país latinoamericano em 7 anos a ir de uma liderança de esquerda para um governo “amigo de Trump, de centro-direita”.
Esse movimento para a direita aponta, de acordo com a matéria, que os países adotaram as prioridades do governo norteamericano: “lei e ordem, nacionalismo econômico, segurança de fronteiras, antissocialismo e resistência ao ‘establisment’ político”, enumerando os novos líderes em El Salvador (Nayib Bukele), Argentina (Javier Milei), Equador (Daniel Noboa), Honduras (Nasry Asfura), Bolívia (Rodrigo Paz) e Chile (José Antonio Kast).
Nomeado como o “próximo grande desafio”, o Brasil é listado como o “peso pesado” político da região. O artigo cita as eleições presidenciais, afirma que já há “intensos debates sobre a integridade do sistema eleitoral do Brasil e se a disputa será conduzida de forma considerada livre e justa por todos os lados”.

Brasil e EUA: alfinetadas no G7
Recentemente, na cúpula de líderes do G7, Trump afirmou nesta que o Brasil “se tornou um país um pouco duro, um pouco politicamente perigoso”.
O republicano declarou apoio a candidatos de direita em outros países latino-americanos, como Argentina, Colômbia e Honduras.
Durante coletiva de imprensa no final da reunião de cúpula do G7, o presidente Lula subiu o tom contra a interferência dos EUA na política brasileira. “Trump tem direito de ter as preferências eleitorais dele, mas as eleições do Brasil são um problema do Brasil”, disse Lula.
Lula afirmou que Trump não deveria “interferir nas eleições brasileiras” de outubro.
Em entrevista ao site Axios neste mês de junho, Trump também chamou Lula de “volátil” e disse que “não pensa sobre” ele. Perguntado se era “fã” de Lula, o presidente norteamericano respondeu: “Não sou fã ou não-fã. Eu não penso sobre ele, pra ser sincero com você. Eu não penso nele, eu não poderia me importar menos. Mas ele está uma pessoa diferente agora, muito volátil. Eu observei o seu discurso [no G7], era muito volátil, e está tudo bem. Cada um é de um tipo difere te [de líder]”.
EXCLUSIVO: Ningxia, na China: Da vitória da Longa Marcha ao fim da extrema pobreza
*Por Talita Galli, em Ningxia, China
No noroeste da China, onde as curvas do Rio Amarelo encontram a imensidão do deserto, fica a Região Autônoma de Ningxia Hui.
O território chama a atenção pela organização política e demográfica: trata-se de uma província autônoma habitada pela minoria muçulmana Hui, que soma uma população de pouco mais de 7 milhões de habitantes ao lado da maioria Han.
Longe de ser apenas um ponto isolado no mapa, a região vive hoje uma das transformações mais profundas de sua história. Leia em TVT News.
Um Mosaico de Culturas e Resiliência
A história de Ningxia está ligada à própria sobrevivência humana diante de uma geografia árida. Por ser uma área seca e de cultivo difícil, a agricultura local depende, há mais de dois milênios, de canais de irrigação criados para desviar as águas do rio e transformar terras secas em um oásis produtivo.
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Essa vulnerabilidade geográfica cobrou um preço alto em dezembro de 1920, quando o devastador terremoto de Haiyuan fez montanhas inteiras deslizarem, soterrando vilas no condado de Xiji e deixando os sobreviventes sem alimentos e sem aquecimento em um inverno de frio extremo.


Esse desastre destruiu a infraestrutura rudimentar da época e soterrou as casas escavadas na terra, empurrando a população para um ciclo profundo de miséria que se arrastou por gerações. Após décadas de investimentos estruturais direcionados a áreas castigadas, a província alcançou uma virada histórica: em 2020, Ningxia eliminou oficialmente a extrema pobreza e a fome que antes pareciam permanentes em zonas rurais.
Hoje, quem viaja por aqui percebe que o isolamento ficou no passado. Para sustentar essa nova fase, Ningxia modernizou sua economia longe das indústrias poluentes: transformou o vento e o sol do deserto inóspito em energia limpa, instalou grandes centros de dados e IA, e aproveitou o solo na base das Montanhas Helan para produzir vinhos que hoje acumulam prêmios internacionais.
Turismo Vermelho em Jiangtaibu
É nesse cenário de superação que o condado de Xiji guarda um de seus capítulos mais fascinantes. O Parque Memorial da Longa Marcha do Exército Vermelho em Jiangtaibu faz parte do chamado “turismo vermelho” no país — as rotas históricas que relembram os passos da revolução chinesa.
O local tornou-se histórico por ser o ponto de encontro de três forças do Exército Vermelho, um marco que selou a vitória e o fim da Longa Marcha poucos dias depois.
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Longe dos efeitos digitais e das telas interativas, o museu de Jiangtaibu é daqueles tradicionais. Ali, a imersão se faz pelo peso das fotos, dos objetos e das ricas histórias de conexão humana entre os soldados Han do Exército Vermelho e a comunidade muçulmana Hui.



Dois momentos desse acervo merecem destaque especial e mostram a sensibilidade desse encontro:
- A conexão através do macarrão de batata: Um dos quadros do museu traz o cotidiano e a troca cultural entre os soldados e os moradores locais. Até a chegada das tropas, os Hui comiam a batata cultivada na região apenas cozida ou amassada de forma simples. Foram os soldados que os ensinaram a transformar o tubérculo em macarrão, uma técnica culinária que mudou a alimentação da região e é mantida viva pelas famílias até hoje.
- A história registrada em versos: O museu chama a atenção por revelar um lado sensível e inesperado dos combatentes. O acervo preserva poemas escritos pelos próprios militares para registrar os momentos cruciais e as dores da longa caminhada. Esses manuscritos foram guardados com cuidado e hoje dividem espaço com as armas e uniformes da época. Entre os textos expostos, destacam-se os versos de autoria do próprio Mao Zedong: “Nós não somos os heróis, mas somos os homens que pararam a guerra”.
O peso histórico e simbólico de Jiangtaibu é tão grande para o país que o presidente Xi Jinping escolheu o memorial como a primeiríssima parada de sua viagem oficial de inspeção por Ningxia em 2016.
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*Talita Galli está na China a convite do Departamento Internacional do Partido Comunista da China
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7 de julho é dia do chocolate
Nesta terça-feira, 7 de julho, é o Dia Mundial do Chocolate. Por coincidência, no dia do jogo da Suiça e logo após a vitória dos belgas, dois grandes produtores de choolates apreciados no mundo todo. Os países produtores de cacau, como Brasil e Equador, querem ganhar também essa disputa. Leia mais sobre o dia do chocolate com a TVT News, com informações da Agência Brasil.
Antes consumido na forma de bebida amarga pelos povos originários das Américas, como os maias e os astecas, o cacau atravessou o oceano e transformou a economia global. Tanto que a data de 7 de julho teria sido, segundo registros históricos, quando o cacau teria chegado oficialmente à Europa, no ano de 1550.
Por que 7 de julho é o Dia Mundial do Chocolate?
Comemorado em 7 de julho, o Dia Mundial do Chocolate é uma data dedicada a um dos alimentos mais consumidos e apreciados do planeta. Embora não tenha reconhecimento oficial por organismos internacionais, a comemoração ganhou força em diversos países por marcar, segundo uma tradição amplamente difundida, a chegada do chocolate à Europa no século XVI, após as expedições espanholas ao continente americano.
A origem exata da data é motivo de debate entre historiadores. Uma das versões mais conhecidas afirma que o chocolate teria sido introduzido na Europa em 7 de julho de 1550. Apesar de não haver documentos históricos que confirmem esse dia específico, a celebração foi adotada pela indústria e por consumidores em vários países e acabou se consolidando no calendário.
Produzido a partir das sementes do cacaueiro (Theobroma cacao), o chocolate tem origem nas civilizações pré-colombianas da Mesoamérica. Povos como maias e astecas consumiam uma bebida amarga preparada com cacau muito antes da chegada dos europeus às Américas.
Com o passar dos séculos, a receita foi adaptada com açúcar e leite, dando origem aos diferentes tipos de chocolate conhecidos atualmente. Hoje, além de ser um símbolo da confeitaria, o alimento movimenta uma indústria bilionária que envolve produtores de cacau, fabricantes, exportadores e consumidores em todos os continentes.

Quais os países produtores de chocolate?
Embora o cacau seja cultivado principalmente em regiões tropicais, a fabricação de chocolate de alta qualidade está concentrada em países que desenvolveram tradição na torra, moagem e mistura das amêndoas.
Os maiores produtores de chocolate incluem:
- Alemanha;
- Bélgica;
- Suíça;
- Itália;
- França;
- Estados Unidos;
- Reino Unido.
Esses países importam a maior parte do cacau utilizado na fabricação. Já a produção da matéria-prima está concentrada principalmente na África Ocidental.
Os maiores produtores de cacau do mundo são:
- Costa do Marfim;
- Gana;
- Equador;
- Nigéria;
- Camarões.
O Brasil também figura entre os principais produtores mundiais, com destaque para os estados da Bahia e do Pará. Nos últimos anos, o país também ampliou a produção de chocolates “bean to bar”, fabricados a partir de amêndoas selecionadas e com maior controle de todo o processo produtivo.
Por que o chocolate suíço é famoso?
A Suíça construiu sua reputação como uma das maiores referências mundiais em chocolate graças à combinação de inovação, qualidade das matérias-primas e tradição centenária.
Foi no país que surgiram importantes avanços tecnológicos para a fabricação do produto. Em 1875, o chocolatier Daniel Peter desenvolveu o primeiro chocolate ao leite utilizando leite condensado criado por Henri Nestlé. Poucos anos depois, Rodolphe Lindt aperfeiçoou o processo de conchagem, técnica que torna o chocolate mais homogêneo, cremoso e com textura mais delicada.
Além das inovações, a Suíça estabeleceu padrões rigorosos de qualidade e passou a associar suas marcas ao segmento premium.
Outro fator importante é o consumo interno. Os suíços estão entre os maiores consumidores de chocolate per capita do mundo, o que contribui para manter uma indústria altamente especializada.
Qual chocolate é mais famoso, o suíço ou o belga?
A resposta depende do critério utilizado.
O chocolate suíço costuma ser associado à cremosidade, ao chocolate ao leite e às grandes marcas internacionais. Sua produção é marcada por processos industriais altamente padronizados, que garantem qualidade constante.
Já o chocolate belga ganhou fama pela elevada proporção de cacau, pelo uso de manteiga de cacau de alta qualidade e pela tradição artesanal. A Bélgica também é reconhecida mundialmente pelos bombons recheados, conhecidos como pralinés, criados no início do século XX.
Em linhas gerais:
- Chocolate suíço: conhecido pela textura cremosa, suavidade e tradição no chocolate ao leite.
- Chocolate belga: valorizado pelo sabor intenso, maior teor de cacau e produção artesanal de bombons.
Ambos são considerados referências mundiais e frequentemente aparecem entre os melhores chocolates do planeta em rankings internacionais.
Equador, maior produtor de cacau fino, quer também ser conhecido como produtor de chocolate
Embora seja o maior produtor mundial de cacau fino de aroma — variedade considerada a mais nobre para chocolates premium —, o Equador busca agora fortalecer sua imagem como fabricante de chocolate, e não apenas como exportador de matéria-prima.
O país responde por cerca de dois terços da produção mundial de cacau fino, especialmente das variedades Nacional e Arriba, muito valorizadas por aromas florais e frutados.
Nos últimos anos, produtores equatorianos passaram a investir na industrialização local, incentivando marcas nacionais de chocolate e ampliando a exportação de produtos com maior valor agregado.
A estratégia segue uma tendência observada em outros países produtores de cacau: aumentar a participação na etapa mais lucrativa da cadeia produtiva, tradicionalmente concentrada na Europa.
Hoje, chocolates fabricados no Equador já acumulam prêmios em concursos internacionais, reforçando a tentativa do país de ser reconhecido não apenas pela excelência do cacau, mas também pela qualidade do chocolate produzido dentro de suas fronteiras.
Mania nacional, consumo de chocolate tende a crescer no país
Da reportagem da Agência Brasil – O chocolate está presente na casa dos brasileiros há muitas décadas. O país é um mercado importante e um dos poucos no mundo que reúne toda a cadeia produtiva, passando pelos produtores de cacau, a indústria moageira, até chegar à indústria do chocolate. 

“Chocolate faz parte do nosso dia a dia. Todo mundo tem o seu preferido mas, a cada ano, a indústria, sempre atenta à inovação e ao mercado, disponibiliza muitas novidades para atender um pouco da expectativa dos consumidores”, disse à Agência Brasil o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), Jaime Recena, no Dia Mundial do Chocolate, comemorado nesta terça-feira (7).
Em 2024, foram produzidas 805 mil toneladas de chocolates no país. O número subiu para 814 mil toneladas no ano passado. A produção de 2026 só será fechada no final deste exercício, mas Recena estimou que a produção continua crescendo.
Consumo per capita de chocolate
O consumo per capita é de quase 4 quilos (kg) por ano no Brasil. Quando comparado com outros mercados, Recena afirmou que há um potencial de expansão muito grande, levando-se em considerado que os mercados norte-americano e europeu têm consumo per capita de 9 kg a 10 kg/ano. “O Brasil tem totais condições de aumentar esse consumo”.
O presidente da Abicab disse ainda que apesar de todos os problemas de logística, pelo fato de o Brasil ser um país de dimensões continentais, o chocolate está presente em todos os municípios, para atender o consumidor. “Mesmo nas menores cidades brasileiras, há sempre um mercadinho vendendo o chocolate nacional”.
“A maior parte da produção hoje é para atender o mercado local”, disse Recena. De acordo com dados da Kantar/Ibope, o setor alcançou movimento financeiro de R$ 42,5 bilhões em 2025, impulsionado pelo segmento de chocolates finos, inovação e demanda dos consumidores fora do período da Páscoa.
Exportação
De acordo com dados do ComexStat, portal do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para acesso gratuito às estatísticas de comércio exterior do Brasil, as exportações de chocolate somaram 37,8 mil toneladas, em 2025, gerando US$ 210,2 milhões. As vendas no comércio exterior são dirigidas a aproximadamente 168 países. A importação correspondeu a 19,8 mil toneladas, com receita de US$ 227 milhões.
No primeiro trimestre de 2026, o total exportado de chocolates atingiu 7,7 mil toneladas, o que correspondeu a US$ 47 milhões. A importação somou US$ 57 milhões, correspondendo a 4,7 mil toneladas. A balança comercial ficou em 3 mil toneladas.
Já a exportação brasileira de cacau resultou em US$ 603,1 milhões, com 53,5 mil toneladas no ano passado. Em termos de importação, o sistema CamexStat informa que foram adquiridas 93,7 mil toneladas, totalizando US$ 699,2 milhões.
Os dados mostram ainda que no primeiro trimestre de 2026, o total exportado de cacau chegou a 12,7 mil toneladas, correspondendo a US$ 108,4 milhões. A importação foi de US$ 209,1 milhões, correspondendo a 32,9 mil toneladas.
Jaime Recena informou que o Brasil exporta boa quantidade de chocolate para os vizinhos da América Latina, em especial Argentina, Chile, Paraguai, mas está olhando com mais atenção para o mercado europeu, principalmente após a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. As vendas têm crescido também para o mercado árabe.
Ele destacou a exportação de chocolates com percentual mais intenso de massa de cacau e de frutos característicos do país, por meio do programa que a associação tem há mais de 20 anos com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com a finalidade de abrir mercado para os pequenos fabricantes.
Emprego
As indústrias associadas à Abicab geram em torno de 450 mil postos de trabalho. A Páscoa funciona sempre como porta de entrada dos trabalhadores para o setor, com taxa de empregabilidade de 30%, informou o presidente da entidade. Na Páscoa de 2026, o número de empregos temporários subiu de 9.946 vagas, registrado no mesmo período do ano anterior, para 14.558 vagas.
O dado mostra que o setor está aquecido, tem desempenho positivo junto aos consumidores e à população.
“A Páscoa é um momento de oportunidade e nossa principal ocasião de consumo. É uma ocasião não só de empregos temporários, mas de lançamento de novidades pelo setor”, avaliou Jaime Recena. Mais de 130 produtos novos foram lançados no período da Páscoa de 2026. “Essa é uma agenda importante que o setor consegue trazer”, afirmou.
Segundo Recena, a indústria de chocolate está sempre atenta e procurando trazer coisas novas que possam agregar, “deixando o dia a dia dos consumidores mais feliz”. É um produto acessível e disponível para todas as faixas de renda.
Para o presidente da associação, o chocolate não é mais um produto de sazonalidade; ele ocupa espaço no dia a dia dos brasileiros ao longo do ano e constitui item presenteável. “Quem não gosta de ganhar um chocolate de presente?”, indagou. O Dia Mundial do Chocolate é também uma data importante para o setor, concluiu.
Abicab
A Abicab representa atualmente 96% dos principais fabricantes de chocolates, além de 62% dos fabricantes de amendoim e 68% das indústrias de balas. “Quase 100% das marcas de chocolate que a gente observa à disposição dos consumidores são associadas à Abicab”.
Mercado flutuante
O diretor financeiro da Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bacia do Rio Salgado e Adjacências (Coopfesba), Osaná Crisóstomo, informou que a safra 2024/2025 foi muito boa na região, totalizando 80 mil toneladas de cacau vendidas por R$ 1.100 a arroba.
Os agricultores associados à cooperativa aguardam o início da próxima safra, em setembro, para terem ampliado o preço do produto pago pela indústria, atualmente na casa de R$ 330 a arroba.
“O mercado está flutuante”, explicou Osaná Crisóstomo para justificar o preço baixo pago hoje pelos fabricantes de chocolate. Ele acredita que o período de chuvas pode manter o preço elevado. “Depende do tempo”, afirmou.
Bahia Cacau
A Coopfesba criou, em 2010, a Bahia Cacau, primeira fábrica de chocolate da agricultura familiar do Brasil. Localizada no município de Ibicaraí, no sul do estado, a unidade oferece ao consumidor um produto de qualidade, com alto teor de massa de cacau variável entre 35% e 70%.
O produto agrega valor a agricultores familiares de assentamentos e zonas rurais da região e oferece ao público sabores diferenciados, usando produtos como cupuaçu e cacau, como resultado de boas práticas e mudança cultural. O empreendimento agrega valor à cadeia produtiva do cacau até o chocolate produzido, além de contribuir na preservação da Mata Atlântica no sul da Bahia.
O diretor financeiro da Coopfesba informou que o chocolate da Bahia Cacau já está sendo vendido em São Paulo, no Rio Grande do Sul, em Goiás e, no estado do Rio de Janeiro, na cidade de Maricá. A expansão das vendas para o exterior foi iniciada no ano passado com a primeira remessa para Portugal.
Proteção
Osaná Crisóstomo disse que agricultores familiares produtores de chocolate e cacau se sentem agora protegidos com a nova Lei 15.404/2026, sancionada em maio deste ano, que dispõe sobre as definições e características dos produtos derivados de cacau, o percentual mínimo de cacau nos chocolates e a informação do índice total nos rótulos desses produtos.
A lei abrange produtos nacionais e importados, comercializados no território nacional, e entrará em vigor no dia 7 de maio de 2027. A legislação é aplicável aos diversos agentes envolvidos na cadeia produtiva e de comercialização.
Com reportagem de Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil
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Resultados da Copa do Mundo
Sábado, 4 de julho de 2026
14h – Canadá x Marrocos => vencedor Marrocos
18h – Paraguai x França => vencedor França
Domingo, 5 de julho de 2026
17h – Brasil x Noruega => vencedor Noruega
21h – México x Inglaterra => vencedor Inglaterra
Segunda, 6 de julho de 2026
16h – Portugal x Espanha => vencedor Espanha
21h – Estados Unidos x Bélgica => vencedor Bélgica
Terça, 7 de julho de 2026
13h – Argentina x Egito => vencedor Argentina
17h – Suíça x Colômbia
Veja o chaveamento da Copa do Mundo

Confira a fase de mata-mata da Copa do Mundo.
16-avos de final
Domingo, 28 de junho de 2026
16h – África do Sul x Canadá –> Vencedor: Canadá
Segunda-feira, 29 de junho de 2026
14h – Brasil x Japão –> Vencedor: Brasil
17h30 – Alemanha x Paraguai –> Vencedor: Paraguai
22h – Holanda x Marrocos –> Vencedor: Marrocos
Terça-feira, 30 de junho de 2026
14h – Costa do Marfim x Noruega -> Vencedor: Noruega
18h – França x Suécia -> Vencedor: França
22h – México x Equador -> Vencedor: México
Quarta-feira, 1º de julho de 2026
13h – Inglaterra x República Democrática do Congo -> Vencedor: Inglaterra
17h – Bélgica x Senegal -> Vencedor: Bélgica
21h – Estados Unidos x Bósnia e Herzegovina -> Vencedor: EUA
Quinta-feira, 2 de julho de 2026
16h – Espanha x Áustria -> Vencedor: Espanha
20h – Portugal x Croácia -> Vencedor: Portugal
Sexta-feira, 3 de julho de 2026
0h – Suíça x Argélia -> Vencedor: Suiça
15h – Austrália x Egito -> Vencedor: Egito
19h – Argentina x Cabo Verde -> Vencedor: Argentina
22h30 – Colômbia x Gana – Vencedor: Colômbia

Oitavas de final
Sábado, 4 de julho de 2026
14h – Canadá x Marrocos -> Vencedor: Marrocos
18h – Paraguai x França -> Vencedor: França
Domingo, 5 de julho de 2026
17h – Brasil x Noruega -> Vencedor: França
21h – México x Inglaterra -> Vencedor: França
Segunda, 6 de julho de 2026
16h – Portugal x Espanha -> Vencedor: Espanha
21h – Estados Unidos x Bélgica -> Vencedor: Bélgica
Terça, 7 de julho de 2026
13h – Argentina x Egito -> Vencedor: Argentina
17h – Suíça x Colômbia
Datas das quartas de final da Copa do Mundo
Os jogos das quartas de final começam no dia 9 de julho e vão até o dia 11.
Quinta, 9 de julho de 2026
17h – França x Marrocos
Sexta, 10 de julho de 2026
16h – Espanha x Bélgica
Sábado, 11 de julho de 2026
18h – Noruega x Inglaterra
22h – Argentina contra o vencedor de Suíça x Colômbia
Datas das semi-finais da Copa do Mundo
Com um intervalo de apenas três dias, as semi-finais já começam a ser disputadas no dia 14 de julho e terminam no dia seguinte.
Terça, 14 de julho de 2026
16h – (França x Marrocos) x (Espanha x Bélgica)
Quarta, 15 de julho de 2025
16h – [(Noruega) x (Inglaterra) ] x [ (Argentina) ] x [ (Suíça x (Colômbia) ]
Enfim, e a final?
A final da Copa do Mundo 2026 está marcada para às 16h (horário de Brasília) do dia 19 de julho, em um domingo.
Já a decisão do terceiro lugar será 18 de julho.
Principais datas da Copa do Mundo
16-avos de final: 28 de junho a 3 de julho
Oitavas de final: 4 a 7 de julho
Quartas de final: 9 a 11 de julho
Semifinais: 14 e 15 de julho
Disputa do terceiro lugar: 18 de julho – Miami
Final: 19 de julho – Nova York/Nova Jersey

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Como funciona o novo formato da Copa do Mundo?
A edição de 2026 será a primeira com 48 seleções.
O aumento no número de participantes modificou a estrutura da competição.
Agora serão:
- 12 grupos com quatro seleções cada;
- Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam diretamente;
- Os oito melhores terceiros colocados também se classificam.
Ao final da fase de grupos, 32 seleções seguirão para a fase eliminatória.
A partir daí, o torneio passa a ser disputado em sistema de mata-mata.
As etapas da Copa serão:
- Fase de 16-avos de final;
- Oitavas de final;
- Quartas de final;
- Semifinais;
- Disputa do terceiro lugar;
- Final.
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Resultados da Copa do Mundo da FIFA 2026
Confira com a TVT News a tabela completa da Copa do Mundo 2026. Acompanhe os resultados atualizados, a classificação de todos os grupos e o chaveamento do mata-mata para não perder nenhum detalhe do maior Mundial da história, disputado por 48 seleções em Estados Unidos, México e Canadá.
Onde assistir à Copa do Mundo 2026
Os direitos de transmissão da Copa do Mundo no Brasil serão divididos entre diferentes plataformas.
Os jogos poderão ser acompanhados por:
- Globo (TV aberta)
- SporTV (TV por assinatura)
- Globoplay (streaming)
- ge tv
- SBT (TV aberta)
- Cazé TV (YouTube)
- N Sports (TV por assinatura)
A Cazé TV transmitirá os 104 jogos da competição.
Chaveamento da Copa do Mundo

Resultados dos jogos de oitavas de final:
Sábado, 4 de julho de 2026
14h – Canadá x Marrocos => vencedor Marrocos
18h – Paraguai x França => vencedor França
Domingo, 5 de julho de 2026
17h – Brasil x Noruega => vencedor Noruega
21h – México x Inglaterra => vencedor Inglaterra
Segunda, 6 de julho de 2026
16h – Portugal x Espanha -> vencedor Espanha
21h – Estados Unidos x Bélgica
Terça, 7 de julho de 2026
13h – Argentina x Egito -> vencedor Argentina
17h – Suíça x Colômbia
Datas das quartas de final da Copa do Mundo
Os jogos das quartas de final começam no dia 9 de julho e vão até o dia 11.
Quinta, 9 de julho de 2026
17h – França x Marrocos
Sexta, 10 de julho de 2026
16h – Espanha x Bélgica
Sábado, 11 de julho de 2026
18h – Noruega x Inglaterra
22h – Argentina contra o vencedor de Suíça x Colômbia
Datas das semi-finais da Copa do Mundo
Com um intervalo de apenas três dias, as semi-finais já começam a ser disputadas no dia 14 de julho e terminam no dia seguinte.
Terça, 14 de julho de 2026
16h – (França x Marrocos) x (Espanha x Bélgica)
Quarta, 15 de julho de 2025
16h – [(Noruega) x (Inglaterra) ] x [ (Argentina) ] x [ (Suíça x (Colômbia) ]
Enfim, e a final?
A final da Copa do Mundo 2026 está marcada para às 16h (horário de Brasília) do dia 19 de julho, em um domingo.
Já a decisão do terceiro lugar será 18 de julho.
Quais os grupos da Copa do Mundo 2026
Confira os grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. O Brasil está no grupo C na disputa pelo hexa na Copa do Mundo e enfrenta Marrocos, Escócia e Haiti.
Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026
- GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca;
- GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;
- GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;
- GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;
- GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;
- GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;
- GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;
- GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;
- GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;
- GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;
- GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;
- GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

Quais foram os jogos do Brasil na Copa do Mundo
O Brasil estava no Grupo C com Marrocos, Haiti e Escócia na primeira fase.
As partidas foram disputadas nos Estados Unidos, nas cidades de Nova York/Nova Jersey, Filadélfia e Miami.
Jogos do Brasil na fase de grupos
Brasil 1 x 1 Marrocos
Data: 13 de junho (sábado)
Horário: 19h (de Brasília)
Local: Estádio MetLife – Nova York/Nova Jersey
Brasil 3 x 0 Haiti
Data: 19 de junho (sexta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Local: Lincoln Financial Field – Filadélfia
Escócia 0 x 3 Brasil
Data: 24 de junho (quarta-feira)
Horário: 19h (de Brasília)
Local: Hard Rock Stadium – Miami
A partida contra o Haiti teve um significado histórico para a Seleção Brasileira. Será a primeira vez que as duas equipes se enfrentarão em uma Copa do Mundo. O país caribenho se tornou o 50º adversário diferente do Brasil em Mundiais.
Fase 16 avos
Brasil 2 x 1 Japão
Fase Oitavas de final
Fase de Oitavas de final
Brasil 1 x 2 Noruega

Quais são os mascotes da Copa do Mundo 2026
“Maple, o alce (Canadá), Zayu, a onça-pintada (México) e Clutch, a águia-americana (Estados Unidos) foram cuidadosamente desenvolvidos para refletir a vibrante cultura, a herança e o espírito de seus respectivos países, unindo-se para simbolizar a unidade, a diversidade e a paixão compartilhada pelo esporte”, informou a federação, em nota.
A Copa do Mundo de 2026 é a 16ª edição consecutiva a contar com um mascote, um símbolo do torneio que já teve inspirações humanas, artísticas, em animais e frutas e até etéreas ao longo da história.

Como funciona o novo formato da Copa do Mundo?
A edição de 2026 foi a primeira com 48 seleções.
O aumento no número de participantes modificou a estrutura da competição.
Agora a Copa teve o seguinte chaveamento
- 12 grupos com quatro seleções cada;
- Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam diretamente;
- Os oito melhores terceiros colocados também se classificam.
Ao final da fase de grupos, 32 seleções seguiram para a fase eliminatória.
A partir daí, o torneio passou a ser disputado em sistema de mata-mata.
As etapas da Copa são
- Fase de 16-avos de final;
- Oitavas de final;
- Quartas de final;
- Semifinais;
- Disputa do terceiro lugar;
- Final.
Principais datas da Copa do Mundo
Abertura: 11 de junho de 2026 – Estádio Azteca, Cidade do México
Última rodada da fase de grupos: 27 de junho
16-avos de final: 28 de junho a 3 de julho
Oitavas de final: 4 a 7 de julho
Quartas de final: 9 a 11 de julho
Semifinais: 14 e 15 de julho
Disputa do terceiro lugar: 18 de julho – Miami
Final: 19 de julho – Nova York/Nova Jersey

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