Agora
Da Redação
Com 42 votos contrários, Senado recusa indicação de Jorge Messias ao STF
O Plenário do Senado Federal decidiu, nesta quarta-feira (29), pela rejeição da indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma votação secreta que resultou em uma derrota histórica para o governo, o nome do atual advogado-geral da União recebeu 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção. Leia em TVT News.
Para que Jorge Messias fosse confirmado na Corte, era necessário o apoio de, no mínimo, 41 dos 81 senadores, o que representa a maioria absoluta da Casa. Com este resultado, a mensagem presidencial com a indicação será arquivada. Esta é a primeira vez, desde o ano de 1894, que o Senado Federal rejeita formalmente um nome indicado pela Presidência da República para ocupar uma cadeira no STF.
Etapas e desdobramentos do processo legislativo
A decisão do Plenário ocorreu poucas horas após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ter dado um parecer favorável ao nome de Messias. No colegiado técnico, o advogado-geral da União havia sido aprovado por um placar de 16 votos a 11, após uma sabatina iniciada pelo pedido da senadora Eliziane Gama (PT-MA) para agilizar os procedimentos.
Entretanto, o aval da comissão não garantiu a confirmação no Plenário. Seguindo o rito estabelecido pela Constituição de 1988, cabe agora ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviar uma nova mensagem ao Senado com um nome substituto para ocupar a vaga deixada pela aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. O novo indicado deverá passar por todo o rito de sabatina na CCJ e nova votação em Plenário.
Posicionamentos de Jorge Messias durante a sabatina na CCJ

Antes da votação definitiva, Jorge Messias enfrentou questionamentos dos parlamentares sobre diversos temas de relevância jurídica e social. Em seu discurso, o advogado-geral da União manifestou-se de forma contrária ao aborto e teceu críticas à prática de decisões monocráticas no STF, afirmando que tais medidas podem diminuir a dimensão institucional do Tribunal.
>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp
Ao ser interpelado sobre o ativismo judicial, Jorge Messias classificou o fenômeno como uma ameaça ao princípio da separação de poderes. Ele defendeu que o Judiciário deve atuar de maneira residual e complementar, evitando ocupar o protagonismo que pertence aos gestores e legisladores. Sobre os atos de 8 de janeiro, o indicado ressaltou que cumpriu seu dever constitucional como advogado-geral da União ao pedir a prisão em flagrante de quem destruiu bens públicos.
Histórico de rejeições no Senado
O impedimento do nome de Jorge Messias interrompe um longo histórico de aprovações automáticas pelo Legislativo. Antes deste episódio, as únicas rejeições registradas na história republicana ocorreram em 1894, durante a gestão do marechal Floriano Peixoto. Naquela ocasião, cinco indicados foram barrados pelos senadores: Barata Ribeiro, Innocêncio Galvão de Queiroz, Ewerton Quadros, Antônio Sève Navarro e Demosthenes da Silveira Lobo.
Jorge Messias foi a terceira indicação do atual mandato de Lula ao Supremo, vindo após as nomeações de Cristiano Zanin e Flávio Dino, que hoje integram a composição da Corte. Com o arquivamento do nome atual, o governo federal precisará reorganizar a articulação política para submeter uma nova figura ao escrutínio dos 81 parlamentares.
Aprovada a rejeição, o Senado comunicará formalmente o Poder Executivo sobre a decisão. A vacância na Corte permanece até que uma nova indicação obtenha o voto favorável da maioria absoluta da Casa.
Com o arquivamento definitivo do nome de Jorge Messias, a articulação política do Palácio do Planalto sofre um revés no Legislativo que altera o cronograma do Judiciário.
A vacância na cadeira anteriormente ocupada por Luís Roberto Barroso prolonga a composição incompleta do tribunal, impactando o quórum de julgamentos de temas sociais que aguardam pauta.
Agora, o governo federal deve iniciar um novo ciclo de consultas e diálogos com as lideranças partidárias para selecionar um perfil que possua maior aceitação entre os 81 senadores, evitando que uma nova indicação enfrente a mesma resistência política manifestada nesta quarta-feira.
Fim da escala 6×1: Câmara dos Deputados instala comissão
A comissão especial da Câmara dos Deputados que vai analisar as propostas que acabam com a escala 6×1 foi instalada com a presidência do deputado Alencar Santana (PT-SP). Leia em TVT News.
Câmara instala comissão para analisar PEC do fim da escala 6X1
A Câmara dos Deputados instalou nesta quarta-feira (29) a comissão especial que analisará a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19, que trata da redução da jornada de trabalho no país e extingue a escala 6×1.

O deputado federal Alencar Santana (PT-SP) foi eleito para presidir os trabalhos por 28 votos favoráveis e três brancos, e a relatoria caberá a Leo Prates (Republicanos-BA).
Entrevista: em entrevista ao jornal TVT News Primeira Edição, deputado Alencar fala da expectativa para aprovação da PEC do fim da escala 6×1
A comissão do fim da escala 6×1 analisará duas propostas de redução na jornada de trabalho. A primeira, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 36 horas semanais. A transição se daria ao longo de dez anos.
A outra proposta apensada (PEC 8/25), da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.
Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). Se aprovados na comissão especial, os projetos irão depois para votação no plenário.
Presidência da comissão do fim da escala 6×1
Ao tomar posse como presidente, Santana disse que vai haver um debate amplo sobre o tema e lembrou das mudanças no mundo do trabalho ao longo dos séculos, frutos de lutas e disputas na sociedade.
“Menos de dois séculos atrás, no nosso país, ainda existia escravidão”, disse. “Nós tivemos, ao longo da história, o trabalho infantil praticamente como regra. Uma exploração brutal de crianças, adolescentes, sem qualquer dignidade, sem qualquer respeito. O mundo avançou, e todas essas mudanças ocorreram com divergências, resistências, mas o mundo foi evoluindo”, continuou.
Santana citou ainda a oposição a direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), criada durante o governo de Getúlio Vargas.
“Quando se criou o salário mínimo, quando se criaram outros direitos, como férias, décimo terceiro, sempre houve um setor que jogava de maneira contrária. Mas o mundo progrediu, e o trabalhador foi ganhando direitos ao longo do tempo”, afirmou.

O relator, deputado federal Leo Prates, defendeu a redução da jornada e afirmou que a mudança, além de dar um maior período de descanso, trará mais qualidade de vida ao trabalhador. Esse tempo poderá ser utilizado para o convívio familiar, o lazer e cuidar da saúde.
“Não há preço que seja caro demais para a gente pagar enquanto poder público para um benefício social tão grande”, disse. “É sobre o futuro do nosso país, é sobre os seres humanos”.
“Eu vejo muitos cristãos falando da deterioração das famílias. É sobre isso que nós estamos falando aqui. Não é só sobre os trabalhadores, é sobre as crianças que nós estamos falando. O relatório não será contra ninguém, será a favor das pessoas e a favor do nosso futuro do nosso país”, afirmou.
Os integrantes da comissão elegeram ainda a deputada Daiana Santos (PCdoB-RS) como primeira vice-presidente. A deputada conduzirá os trabalhos na ausência do presidente.
A parlamentar considera que o debate é um momento histórico para o país e defendeu que a redução trará um ambiente de trabalho mais digno, justo e honesto.
“Eu sou a única mulher que compõe essa mesa. Pelas mulheres trabalhadoras desse país, que têm dupla, tripla, quádrupla jornada, coloco aqui a minha disposição para o trabalho, para que a gente possa fazer essa entrega para as mulheres trabalhadoras, para os trabalhadores e para o povo brasileiro”, concluiu.
Além de Daiana, a comissão elegeu como segundo vice-presidente o deputado Luiz Gastão (PSD-CE), e a terceira vice-presidência ficou com o deputado Mauro Benevides Filho (União-CE).
Prazo para a comissão do fim da escala 6×1
Composta por 38 membros titulares e igual número de suplentes, a comissão terá o prazo de até 40 sessões para proferir seu parecer. A partir de amanhã, tem início o prazo para a apresentação das emendas, que é de 10 sessões.
O presidente da comissão afirmou que o tempo para a análise da proposta é apertado e que o colegiado deverá realizar, inicialmente, duas reuniões semanais, às terças e quartas-feiras, para debater a matéria.
A comissão foi criada na sexta-feira (24) após a proposta ter a sua admissibilidade aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na quarta-feira (22).

Ontem (28), ao anunciar a instalação do colegiado, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que conversou com o presidente e o relator da comissão para conduzir o debate ouvindo amplos setores da sociedade. Motta citou como exemplo trabalhadores, empresários, Judiciário, governo, pesquisadores, universidades, entre outros.
A indicação de Jorge Messias ao STF foi aprovada com 16 votos na CCJ do senado
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (29), a indicação de Jorge Messias para ocupar uma vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF). Após uma sabatina que se estendeu por diversas horas, o nome escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva obteve a aprovação do colegiado por 16 votos favoráveis contra 11 votos contrários. Leia em TVT News.
Com o resultado positivo na comissão técnica, a indicação de Messias agora segue para a etapa final de análise no Poder Legislativo, que ocorre no plenário do Senado Federal. Para que o AGU possa assumir a cadeira na Corte, é necessário que receba o apoio de, no mínimo, 41 dos 81 senadores que compõem a casa.
Entenda o processo de escolha e votação no Senado
A trajetória de Jorge Messias rumo ao STF teve início em novembro do ano passado, quando seu nome foi sugerido pelo presidente da República. Desde então, o indicado realizou visitas aos gabinetes parlamentares para apresentar suas teses e buscar apoio. A formalização oficial da indicação ocorreu no mês de abril de 2026.
O processo de votação na CCJ é regido por normas específicas:
Quórum de abertura: A votação só pôde ser iniciada após a presença registrada de pelo menos 14 dos 27 senadores que formam o colegiado.
Caráter do voto: Tanto na comissão quanto no plenário, o voto é secreto. Dessa forma, o sistema registra apenas o placar final, sem identificar formalmente a escolha individual de cada congressista.
Critério de aprovação: Na CCJ, a exigência é de maioria simples dos presentes.
>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp
Próximos passos no plenário do Senado
A aprovação na CCJ é uma etapa técnica obrigatória. Agora, o relatório segue para a apreciação de todos os parlamentares. Para que a votação em plenário seja aberta, o quórum deve atingir a presença de 41 senadores.
Nesta fase definitiva, Messias precisará atingir esse mesmo patamar de 41 votos favoráveis. Se aprovado, o nome é encaminhado para a nomeação presidencial e posterior posse no STF. Ao longo da sabatina na comissão, Messias esteve acompanhado pelos ministros José Múcio Monteiro (Defesa) e Jader Filho (Cidades), reforçando a articulação política do governo para garantir a viabilidade do nome no Legislativo.
O debate na comissão também levantou pontos sobre o aperfeiçoamento da atuação dos ministros da Corte, tema que Messias se prontificou a discutir, sempre sob a ótica da preservação das liberdades públicas e do Estado Democrático de Direito.
Sabatina e compromissos constitucionais

Durante o processo de questionamentos na CCJ, Messias enfatizou a importância da harmonia entre os Poderes e defendeu uma postura de autocontenção por parte do Judiciário. Segundo o indicado, as cortes constitucionais precisam atuar de forma cautelosa para evitar mudanças que gerem divisões acentuadas na sociedade civil.
Em seu discurso, o agora aprovado pela comissão afirmou que o Supremo deve atuar como guardião da supremacia constitucional, garantindo a proteção de minorias, a diversidade e os direitos fundamentais da população. Messias pontuou que o papel do magistrado deve ser residual e complementar, respeitando as prerrogativas dos gestores e legisladores eleitos.
O indicado também abordou a relação entre fé e magistratura, mencionando sua origem evangélica. Ele defendeu que é possível realizar a interpretação da Constituição com fé, mas ressaltou que as convicções religiosas de um juiz não podem ser colocadas acima da Carta Magna.
Fé e Constituição no discurso de Messias
Um dos momentos que gerou repercussão entre os membros da CCJ foi a abordagem de Messias sobre sua origem evangélica e a vida familiar. O candidato ao STF buscou separar a prática religiosa da atuação técnica no Direito, afirmando que a imparcialidade é o dever de qualquer magistrado.
“Juiz que coloca suas convicções religiosas acima da Constituição não é juiz. É possível interpretar a Constituição com fé e não pela fé”, declarou Messias, visivelmente emocionado ao citar seus familiares. Para ele, a Corte se mantém firme como a principal “guardiã da supremacia constitucional”, sendo responsável por assegurar direitos fundamentais a milhões de brasileiros, protegendo minorias e garantindo a diversidade do país.
Mega Sena 30 anos vai pagar R$ 150 milhões e não acumula
A Caixa Econômica Federal comemora os 30 anos da Mega Sena com um sorteio especial (concurso 3010) em 24 de maio de 2026, com prêmio estimado de R$ 150 milhões. O concurso da Mega Sena 30 anos é especial: não acumula, seguindo a regra da Mega da Virada, sendo pago aos acertadores de 5 ou 4 números se ninguém acertar a sena. Leia em TVT News.
Como vai ser o sorteio da Mega Sena 30 Anos
- Data do Sorteio: 24 de maio de 2026 (domingo).
- Valor do Prêmio: Estimado em R$ 150 milhões.
- Regra de Acumulação: O prêmio não acumula. Se não houver ganhadores com 6 números, o valor é dividido entre os acertadores da quina (5 números) e assim por diante.
- Início das Apostas: Liberadas a partir de 26 de abril de 2026.
- Mudança no Calendário: Após o concurso de 16 de maio (3009), as apostas serão exclusivas para o concurso especial de 30 anos.
O concurso especial Mega Sena 30 anos comemora o lançamento da loteria em 11 de março de 1996, que se tornou a mais popular do país.

Como apostar na Mega Sena 30 anos
As apostas são permitidas apenas para maiores de 18 anos.
Você pode apostar na Mega Sena pela Internet ou nas Loterias Caixa.
Na Mega Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país
Mega Sena 30 anos: loteria mais popular do país
A Mega Sena completa 30 anos como a principal loteria do Brasil, reunindo apostas milionárias, recordes de arrecadação e histórias que marcaram gerações. Criada em 1996, a modalidade se consolidou como um dos maiores fenômenos do país quando o assunto é prêmio alto — e segue atraindo milhões de jogadores a cada concurso.
Qual a história da Mega Sena
A Mega Sena foi lançada em março de 1996 pela Caixa Econômica Federal, substituindo a antiga Loteria Federal com um formato mais atrativo: o apostador escolhe de 6 a 15 números entre 60 disponíveis.
Desde o início, a proposta foi oferecer prêmios acumulados que crescem rapidamente, o que ajudou a popularizar os sorteios. Ao longo dos anos, surgiram edições especiais, como a Mega da Virada, que não acumula e paga valores ainda maiores no fim de cada ano.
Com o avanço da tecnologia, as apostas passaram a ser feitas também pela internet e aplicativos, ampliando o alcance da Mega Sena e facilitando o acesso dos jogadores em todo o país.

Quais os maiores prêmios pagos pela Mega Sena?
A Mega Sena é conhecida pelos valores elevados. Alguns concursos entraram para a história pelos montantes distribuídos:
- Mega da Virada 2022: mais de R$ 540 milhões
- Mega da Virada 2023: cerca de R$ 588 milhões
- Concurso regular (2021): aproximadamente R$ 289 milhões
- Mega Sena da Virada 2025: R$ 1,09 bilhão
Esses valores são possíveis graças ao sistema de acumulação: quando ninguém acerta as seis dezenas, o prêmio cresce para o sorteio seguinte.
Além disso, a arrecadação da Mega Sena também tem impacto social. Parte do valor das apostas é destinada a áreas como educação, segurança pública e esporte.
Quais números foram mais sorteados na História da Mega Sena
Ao longo das três décadas de sorteios, alguns números apareceram com mais frequência. Entre os mais sorteados historicamente, destacam-se:
- 10
- 53
- 05
- 23
- 04
Por outro lado, também existem dezenas que aparecem menos, o que alimenta diferentes estratégias de aposta entre os jogadores.
Apesar dessas estatísticas, especialistas reforçam que a Mega Sena é um jogo de probabilidade: todos os números têm a mesma chance em cada concurso.
Mega da Virada de 2025 teve recorde histórico
A edição de 2025 da Mega da Virada registrou o maior prêmio já pago pelas loterias no Brasil: R$ 1.091.357.286,52 (R$ 1,09 bilhão).
O valor foi dividido entre seis apostas vencedoras, com cada uma recebendo cerca de R$ 181,8 milhões.
As dezenas sorteadas foram:
09 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59
O sorteio teve um fato fora do padrão: ocorreu apenas na manhã de 1º de janeiro de 2026, após adiamento causado pelo alto volume de apostas nos sistemas da Caixa.

Outro dado relevante é a arrecadação: o concurso movimentou mais de R$ 3 bilhões, reforçando o peso econômico da Mega Sena no país.
Como em todas as edições da Mega da Virada, o prêmio não acumula — se ninguém acertasse as seis dezenas, o valor seria distribuído entre os acertadores da quina.
Resistência Indígena Ywyrupá: encontro em Paraty debate economia e territórios
A Aldeia Indígena Rio Pequeno, Tekohá Djey, localizada em Paraty (RJ), sedia entre os dias 1º e 3 de maio o encontro “Resistência Indígena Ywyrupá”. O evento, que conta com o apoio da Rede de Economia Popular Solidária Indígena e da Unisol Brasil, deve reunir aproximadamente 150 representantes de diferentes povos para debater o futuro dos territórios tradicionais e a preservação dos modos de vida originários. Leia em TVT News.
A iniciativa surge em um contexto de necessidade de articulação política frente aos desafios impostos pelas crises ambientais e pelas pressões sobre as terras ancestrais. Ao longo de três dias, os participantes se dedicarão a atividades de formação, trocas de saberes e construção de estratégias coletivas.
O foco central das discussões envolve a economia indígena, as mudanças climáticas e a saúde tradicional, elementos integrados à manutenção da vida nas aldeias.
Resistência Indígena Ywyrupá: programação foca em saúde tradicional e meio ambiente
O cronograma do encontro foi estruturado para abordar de forma profunda a relação entre a posse da terra e a qualidade de vida dos povos. Após a recepção dos participantes no primeiro dia de maio, a agenda de debates tem início efetivo no dia 2, sob o tema “Território é saúde tradicional”. Essa abordagem reforça a compreensão de que a medicina e o bem-estar indígena dependem diretamente do equilíbrio do ecossistema e do livre exercício da cultura em seus espaços originais.
No dia 3 de maio, a programação dos Ywyrupá se divide em duas frentes complementares. Durante o período da manhã, as lideranças discutem as pautas de território e meio ambiente, analisando o impacto das transformações globais no cotidiano das comunidades. Já no período da tarde, o evento promove uma atividade prática de reflorestamento, denominada Nhamboka’agwy djey, simbolizando o compromisso com a recuperação das matas e a sustentabilidade dos recursos naturais.
Protagonismo feminino e redes de economia solidária Ywyrupá

O encontro “Resistência Indígena Ywyrupá” também destaca o papel fundamental das mulheres indígenas na liderança e na proteção dos territórios. O protagonismo feminino é apontado como um dos eixos para o fortalecimento das comunidades, especialmente na gestão da economia indígena e na transmissão de conhecimentos geracionais sobre saúde e meio ambiente.
>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp
A participação da Rede de Economia Popular Solidária Indígena e da Unisol Brasil indica a busca por fortalecer economias próprias que sejam sustentáveis e independentes. O debate sobre economia busca encontrar caminhos para que os povos originários possam garantir sua subsistência sem abrir mão de seus valores culturais e do respeito à natureza.
Visibilidade e articulação política dos Ywyrupá em Paraty
Além das lideranças locais e regionais, o evento deve contar com a presença de apoiadores da causa e convidados do campo artístico. Essa estratégia visa ampliar a visibilidade das reivindicações dos povos originários para a sociedade civil brasileira, extrapolando as fronteiras dos territórios tradicionais. A organização espera que o espaço consolide propostas de resistência diante das ameaças contemporâneas aos direitos indígenas.
O encontro em Paraty se configura como um ponto estratégico para a região Sudeste, mas também para o país, ao integrar redes de saberes de diversos locais. A consolidação dessas redes é vista como um passo essencial para a defesa das garantias constitucionais e para o enfrentamento das mudanças climáticas, tema no qual o conhecimento tradicional indígena é cada vez mais requisitado por órgãos internacionais e nacionais de proteção ambiental.
A articulação política promovida na Tekohá Djey reforça a ideia de que a defesa das terras indígenas é, simultaneamente, a defesa da biodiversidade. Ao final dos três dias de atividades, o grupo pretende ter diretrizes mais sólidas para o fortalecimento da resistência e para a continuidade das lutas por direitos, autonomia e justiça social para as populações indígenas do Brasil.
Confira lista de jogadores lesionados fora da Copa do Mundo 2026
A poucos dias para a Copa do Mundo FIFA 2026, um tema começa a ganhar protagonismo fora das quatro linhas: o número crescente de jogadores fora da Copa por lesão. Leia em TVT News quais as seleções perderam mais jogados por lesão.
A lista só aumenta: quais jogadores estão fora da Copa do Mundo
A lista de jogadores fora da Copa já tem nomes confirmados, principalmente em casos de lesões graves que exigem cirurgia ou longo período de recuperação.
Entre os atletas oficialmente fora do Mundial, estão:
- Rodrygo (Brasil) — rompimento do ligamento do joelho
- Éder Militão (Brasil) — lesão na coxa com necessidade de cirurgia
- Serge Gnabry (Alemanha) — lesão na coxa
- Hugo Ekitiké (França) — rompimento do tendão de aquiles
- Xavi Simons (Holanda) — ruptura de ligamento
Esses casos representam o cenário mais crítico: lesões mais graves que tiram qualquer possibilidade de participação na Copa. Em comum, estão o longo tempo de recuperação e a impossibilidade de retorno em nível competitivo antes do torneio.
>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp
Além deles, há jogadores praticamente fora, como Vanderson, que passou por cirurgia e dificilmente terá tempo hábil para recuperação completa.
O volume de lesões desse tipo reforça um alerta no futebol internacional: o impacto do calendário sobre a saúde dos atletas.
A COPA
DOS LESIONADOS
A lista de jogadores fora da Copa cresce e já afeta as principais seleções do Mundial
Rodrygo e Militão fora, outros nomes ainda em dúvida
França, Espanha e Holanda lidam com baixas importantes
Maio será decisivo para definir convocados
Quais jogadores da Seleção Brasileira estão lesionados
A Seleção Brasileira de Futebol aparece entre as mais afetadas pela lista de jogadores fora da Copa ou em recuperação.
Além dos cortes confirmados de Rodrygo e Éder Militão, outros nomes importantes preocupam:
- Estêvão — lesão na coxa, tenta recuperação
- Raphinha — lesão na coxa, retorno previsto para maio
- Alisson — lesão na coxa, retorno previsto para maio
O caso brasileiro mostra dois cenários distintos: perdas já confirmadas e atletas que ainda têm possibilidade de disputar a Copa. A recuperação até maio, no caso de Raphinha e Alisson, pode ser determinante para a convocação.
Já Estêvão representa uma incógnita. Jovem promessa, depende da evolução clínica para entrar na lista final.

Qual a seleção com o maior número de desfalques
Entre as seleções classificadas para a Copa do Mundo, o Brasil aparece como uma das equipes com maior número de problemas físicos, tanto em cortes confirmados quanto em jogadores em recuperação.
A Seleção da França também enfrenta impacto relevante, com a ausência confirmada de Ekitiké e a situação monitorada de Kylian Mbappé.
Outras seleções com desfalques ou riscos incluem:
- Seleção da Holanda — perda de Xavi Simons
- Seleção da Alemanha — ausência de Gnabry
- Seleção de Portugal — atenção ao quadro de Rúben Dias
Quais jogadores ainda tem chance de jogar a Copa do Mundo
Uma parte significativa da lista envolve atletas que ainda lutam contra o tempo. Esses jogadores não estão entre os jogadores fora da Copa, mas dependem de evolução clínica para garantir presença.
Entre os principais nomes:
- Cristian Romero (Argentina) — lesão no joelho
- Luka Modrić (Croácia) — lesão na face
- Lamine Yamal (Espanha) — fora da temporada, mas com retorno previsto
- Rodri (Espanha) — lesão na virilha
- Kylian Mbappé (França) — lesão na coxa
- Memphis Depay (Holanda) — em transição física
- Rúben Dias (Portugal) — lesão na coxa
- Arda Güler (Turquia) — lesão no bíceps femoral
- Piquerez (Uruguai) — recuperação após cirurgia
Esses casos são acompanhados de perto pelas comissões técnicas. O fator tempo será decisivo: quem conseguir retomar o ritmo de jogo antes da convocação larga na frente.
A tendência é que muitos desses jogadores sejam incluídos nas listas preliminares, com decisão final próxima ao início do torneio.
De olho nas lesões antes da Copa
Brasil
- Rodrygo: fora da Copa (rompimento do ligamento do joelho, sofrida em março)
- Éder Militão: fora da Copa (lesão na coxa que demandará cirurgia)
- Vanderson: praticamente fora da Copa após passar por cirurgia
- Estêvão: tem lesão na coxa e tenta recuperação
- Raphinha: tem lesão na coxa; deve retornar ainda em maio
- Alisson: tem lesão na coxa; deve retornar ainda em maio
Alemanha
Serge Gnabry: fora da Copa (lesão na coxa)
Argentina
Cristian Romero: tem lesão no joelho e tenta recuperação
Croácia
Luka Modric: tem lesão na maçã do rosto e tenta recuperação
Espanha
Lamine Yamal: tem lesão na coxa e está fora da temporada, mas deve retornar a tempo para a Copa
Rodri: tem lesão na virilha; deve retornar ainda em maio
França
Ekitiké: fora da Copa (rompimento do tendão de aquiles)
Mbappé: tem lesão na coxa; deve voltar a tempo da Copa
Holanda
Memphis: iniciou transição física; deve retornar a tempo da Copa
Xavi Simons: fora da Copa (ruptura de ligamento)
Portugal
Rúben Dias: tem lesão na coxa; deve voltar a tempo da Copa
Turquia
Arda Güler: tem lesão no bíceps femoral; deve voltar a tempo da Copa
Uruguai
Piquerez: passou por cirurgia; tenta recuperação a tempo da Copa
Lesionados por seleção — Copa do Mundo 2026
Fora da Copa • Praticamente fora • Em recuperação • Deve voltar
🔴 Fora da Copa • 🟠 Praticamente fora • 🟡 Em recuperação • 🟢 Deve voltar
Confira os grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026
- GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Dinamarca;
- GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;
- GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;
- GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;
- GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;
- GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;
- GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;
- GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;
- GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;
- GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;
- GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;
- GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.
Adversários do Brasil na Fase de Grupos
- 1ª rodada – 13 de junho (sábado) – 19h – Brasil x Marrocos
- 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira) – 21h30 – Brasil x Haiti
- 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira) – 19h – Escócia x Brasil

Fim da escala 6×1 é possível: tire suas dúvidas sobre o tema
Estudos e números mostram que é possível acabar com a escala 6×1. A redução da jornada caminha no Congresso

Fim da escala 6×1 é principal bandeira nos atos do 1° de Maio no país
A instalação da comissão para avalisar o fim da escala 6×1, tema do 1º de maio, está prevista para ocorrer nesta quarta-feira

Brasil reduz em 42% perdas florestais em 2025, aponta estudo
Entre os estados que mais observaram diminuição das perdas florestais estão o Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre e Roraima

Movimentos sociais realizam ato em solidariedade à Cuba
Evento também deu início à campanha para arrecadar doações à ilha

O que é notícia no Jornal TVT News Primeira Edição | 28-04-2026
Veja as principais notícias do dia com o Jornal TVT News Primeira Edição

Na Av. Paulista, Centrais fazem ato contra juros altos
Juros altos restringem investimentos na produção, afetando emprego e renda

CryptoRave 2026 tem debates sobre privacidade, segurança digital e crise climática
Evento gratuito em São Paulo reúne especialistas, ativistas e sociedade
civil para discutir tecnologia, direitos digitais e justiça ambiental
