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Da Redação

Agregador de pesquisas TVT aponta vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro antes do início da propaganda

A última semana antes do início da propaganda eleitoral nas ruas – com autorização para comícios, carreatas e distribuição de material impresso – foi marcada por cinco pesquisas que mostram Lula (PT) com vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turnos.

O agregador da TVT News, que atribui pesos diferenciados conforme a cobertura e a periodicidade de cada instituto, revela um quadro de estabilidade na dianteira do presidente Lula, mas com Flávio Bolsonaro reduzindo a distância em algumas rodadas mais recentes.

Qual a metodologia do agregador de pesquisas da TVT

Foram consideradas cinco pesquisas divulgadas entre 5 e 17 de agosto, com os seguintes pesos: Quaest (14/08) – peso 5; Quaest (05/08) – peso 4; BTG/Nexus – peso 1; PoderData – peso 1; CNT/MDA – peso 1.

A média ponderada considera os confrontos diretos entre Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro e segundo turnos, além dos demais candidatos que pontuam acima de 1%. A 10ª rodada da BTG/Nexus, divulgada em 17 de agosto, teve campo entre 14 e 16 de agosto – com apenas o último dia coincidindo com o período de campanha nas ruas, o que impede uma medição plena desse efeito.

Considerando os cinco levantamentos:

  • 1º turno: Lula 39,2%; Flávio 31,2%.
  • 2º turno Lula x Flávio: Lula 44,3%; Flávio 40,3%.
  • Outros nomes acima de 1% na média do 1º turno: Caiado 4,1%; Renan Santos 3,7%; Zema 2,5%.

Como Lula e Flávio Bolsonaro se saíram nas pesquisas da semana?

Lula aparece à frente de Flávio nos cinco levantamentos considerados. No agregado ponderado, a diferença é de 8 pontos no 1º turno e 4 pontos no 2º turno. A Quaest de 14 de agosto registra Lula em 38% contra 31% de Flávio no primeiro turno e 43% a 40% no segundo.

Média ponderada geral (1º turno):

  • Lula: 39,2%
  • Flávio Bolsonaro: 31,2%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4,1%
  • Renan Santos (Missão): 3,9%
  • Romeu Zema (Novo): 2,4%
  • Augusto Cury (Avante): 2,2%

Média ponderada geral (2º turno – Lula x Flávio):

  • Lula: 44,3%
  • Flávio Bolsonaro: 40,3%

Os números indicam que a eleição deve ser decidida no segundo turno, já que Lula não alcança os 50% dos votos válidos necessários para vencer no primeiro turno.

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Pequisas mostram a intenção de voto entre candidatos – Fotos: TVT News e Agência Brasil

Resumo dos principais dados de cada pesquisa

• BTG/Nexus  – divulgada em 17/08, campo 14 a 16/08

  • 1º turno: Lula 41%; Flávio 36%; Caiado 5%; Renan Santos 4%; Zema 4%
  • 2º turno: Lula 47% x 44% Flávio
  • Avaliação do governo: 34% ótimo/bom, 42% ruim/péssimo

• Quaest (14/08)  – campo 10 a 13/08

  • 1º turno: Lula 38%; Flávio 31%; Renan Santos 4%; Caiado 4%; Zema 2%; Augusto Cury 2%
  • 2º turno: Lula 43% x 40% Flávio
  • Margem de erro: 2 p.p.

• PoderData  – campo 9 a 12/08

  • 1º turno: Lula 41%; Flávio 35%; Caiado 4%; Renan Santos 4%; Zema 3%; Augusto Cury 3%
  • 2º turno: Lula 46% x 45% Flávio (empate técnico)
  • Margem de erro: 2 p.p.

• Quaest (05/08)  – campo 31/07 a 03/08

  • 1º turno: Lula 39%; Flávio 30%; Caiado 4%; Renan Santos 4%; Zema 2%
  • 2º turno: Lula 44% x 39% Flávio
  • Margem de erro: 2 p.p.

• CNT/MDA  – campo 5 a 9/08

  • 1º turno: Lula 42,4%; Flávio 28,7%; Caiado 4%; Zema 3,3%; Renan Santos 2,8%
  • 2º turno: Lula 48% x 39,1% Flávio
  • Margem de erro: 2,2 p.p.

O que é o Agregador de Pesquisas da TVT

Para acompanhar a evolução do cenário eleitoral de forma consolidada, a TVT News mantém um agregador de pesquisas que utiliza um sistema de médias ponderadas, dando maior relevância aos institutos com diferentes capilaridades e metodologias. Todas as pesquisas estão oficialmente registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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TSE vai analisar a candidatura de Pablo Marçal

O empresário e influenciador Pablo Marçal teve a candidatura à Presidência da República registrada pelo PRTB no último dia permitido pelo calendário eleitoral, mas sua participação efetiva na disputa ainda depende de uma série de decisões da Justiça Eleitoral. Leia em TVT News.

Marçal foi declarado inelegível pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) e, segundo especialistas citados nas reportagens que servem de base para esta matéria, terá de superar obstáculos jurídicos para conseguir disputar as eleições de 2026.

O registro da candidatura foi protocolado pelo PRTB no sábado (15), data-limite estabelecida para a apresentação dos pedidos. A situação chama atenção porque a condenação do TRE-SP estabeleceu a inelegibilidade de Marçal até 2032. O registro, porém, pode ser apresentado mesmo quando existe uma decisão anterior que aponta impedimento para a candidatura.

Isso ocorre porque protocolar o pedido não significa que a Justiça Eleitoral tenha reconhecido o direito de disputar a eleição. O registro ainda precisa ser analisado e, no caso de uma candidatura à Presidência da República, a decisão cabe diretamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Por que Marçal conseguiu registrar a candidatura?

Antes de enfrentar a discussão sobre sua inelegibilidade, Marçal precisava resolver outra questão: a filiação partidária.

Uma liminar permitiu que ele deixasse o União Brasil e fosse filiado ao PRTB com efeitos retroativos a 4 de abril. A medida foi necessária para cumprir a exigência legal de seis meses de filiação partidária antes da eleição.

A decisão, no entanto, tratou apenas da filiação. Ela não suspendeu a condenação do TRE-SP que tornou Marçal inelegível.

Com isso, existem atualmente duas questões jurídicas distintas envolvendo a candidatura. De um lado, está a discussão sobre a filiação ao PRTB. De outro, a condenação eleitoral que produz efeitos de inelegibilidade.

Segundo o advogado Horacio Neiva, especialista em Direito Eleitoral e doutor pela Universidade de São Paulo, a inelegibilidade só é formalmente confirmada no processo de registro. Já o advogado Alberto Rollo avalia que as situações jurídicas enfrentadas por Marçal tornam muito difícil a aprovação de sua candidatura.

TSE terá de analisar o registro

Depois do protocolo, o pedido de registro passa pelo procedimento da Justiça Eleitoral. O processo é publicado e abre prazo para que partidos, federações, coligações, candidatos e o Ministério Público Eleitoral apresentem eventuais contestações.

No caso de Marçal, a condenação do TRE-SP deverá estar entre os principais argumentos apresentados contra o registro.

A decisão do tribunal paulista foi tomada por um órgão colegiado e, embora ainda possa ser contestada no TSE, continua produzindo efeitos enquanto não houver decisão que os suspenda.

Por isso, para afastar o impedimento antes de uma decisão definitiva sobre o recurso, Marçal precisaria conseguir no TSE uma medida capaz de suspender os efeitos da condenação.

A análise do registro e o recurso contra a condenação são processos diferentes. No recurso, o tribunal deverá avaliar se a decisão do TRE-SP que estabeleceu a inelegibilidade deve ser mantida ou derrubada. Já no processo de registro, a questão será saber se Marçal reúne as condições jurídicas necessárias para disputar a Presidência.

Candidatura pode ficar sub judice

A legislação eleitoral permite que determinadas candidaturas permaneçam em situação sub judice enquanto recursos ainda estão sendo analisados. Isso significa que o candidato pode continuar realizando determinados atos de campanha enquanto não existe uma decisão definitiva sobre seu registro.

Há precedente na eleição presidencial de 2018. Naquele ano, Luiz Inácio Lula da Silva teve sua candidatura registrada pelo PT enquanto recorria de uma decisão de inelegibilidade. O TSE posteriormente rejeitou o registro, e Fernando Haddad passou a encabeçar a chapa petista.

A situação de Marçal também pode levar a discussões sobre os votos eventualmente recebidos. Estar na disputa ou aparecer nas urnas enquanto um processo ainda está em andamento não significa que os votos serão necessariamente considerados válidos ao final.

Caso um candidato permaneça inelegível sem uma decisão que suspenda os efeitos do impedimento, os votos recebidos podem ser anulados conforme o desfecho do processo.

Recursos públicos também podem entrar na discussão

Outro ponto que pode chegar ao TSE é o acesso aos recursos públicos de campanha.

A existência de uma candidatura sub judice não garante automaticamente que o candidato possa utilizar livremente recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). Existe precedente de 2022 envolvendo Roberto Jefferson, que também tentou disputar a Presidência apesar de uma situação de inelegibilidade.

Naquele caso, o então ministro Carlos Horbach determinou restrições ao uso de recursos públicos antes de uma decisão definitiva do plenário do TSE sobre o registro.

A situação indica que a Justiça Eleitoral pode estabelecer limites para o financiamento público de campanhas quando identifica impedimentos jurídicos relevantes, mesmo enquanto o processo ainda está em tramitação.

Eleições 2026: conheça os candidatos à Presidência oficializados

O prazo para as convenções partidárias que definem os candidatos à Presidência da República terminou em 5 de agosto. As principais siglas escolharem os nomes para a disputa do Planalto em 2026. Leia em TVT News.

A maior parte das chapas é classificada como “puro-sangue”, ou seja, o candidato a presidente e o vice são do mesmo partido. As siglas também têm até o fim do prazo das convenções para fechar coligações — alianças temporárias entre partidos.

Após o registro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) analisam a documentação e as condições de elegibilidade, como idade, nacionalidade e filiação partidária.

Essa é a primeira vez, neste século, que as principais chapas para presidente da República estão sem mulheres candidatas.

Candidatos à Presidência oficializados para as eleições 2026

CandidatoPartido/FederaçãoVice
Luiz Inácio Lula da SilvaFederação Brasil da EsperançaGeraldo Alckmin (PSB)
Flávio BolsonaroPLAlfredo Gaspar
Renan SantosMissãoAroldo Medina
Ronaldo CaiadoPSDGilberto Kassab
Romeu ZemaNovoEduardo Girão
* sob análise do TSEPRTB
Edmilson DiasPCBCleusa Santos
Hertz DiasPSTUVanessa Portugal
Samara MartinsUPRaquel Brício
Augusto CuryAvanteJúlio Delgado
Wilson GrassiDemocrataSuêd Hadar
Clariana BarãoDemocracia CristãFabiana Torquato

Lula terá maior tempo de TV que Flávio Bolsonaro na propaganda eleitoral

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá ter a maior fatia do horário eleitoral gratuito na propaganda eleitoral na televisão entre os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026.

A distribuição do tempo de propaganda, baseada na representatividade dos partidos e federações na Câmara dos Deputados, garante ao petista cerca de 5 minutos e 32 segundos por bloco, aproximadamente um minuto a mais do que o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal adversário nas pesquisas de intenção de voto.

propaganda eleitoral em rádio e televisão começa em 28 de agosto e segue até 1º de outubro. Os tempos definitivos serão oficializados após o prazo final para registro das candidaturas, em 15 de agosto, mas a tabela de representatividade divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já permite estimar a divisão entre os presidenciáveis.

📺 Tempo de propaganda eleitoral na TV
Eleições 2026 — distribuição por candidato
0s 1min 2min 3min 4min 5min 5min32s
Lula (PT)
5min32s
5min32s
Flávio Bolsonaro (PL)
4min20s
4min20s
Ronaldo Caiado (PSD)
2min02s
2min02s
Augusto Cury (Avante)
36s
36s

📌 Como funciona: O tempo é distribuído com base no tamanho das bancadas da Câmara e nas alianças partidárias de cada candidato[reference:2][reference:3].

🚫 Sem tempo de TV: Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) — os partidos não atingiram a cláusula de desempenho exigida pelo TSE.
Fonte: TSE

Além de Lula e Flávio Bolsonaro, apenas outros dois candidatos terão acesso ao horário eleitoral gratuito.

ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) deverá contar com cerca de 2 minutos e 2 segundos de propaganda. Embora dispute a eleição sem coligações nacionais, o PSD possui uma das maiores bancadas da Câmara, fator que garante ao candidato um espaço significativo.

Já Augusto Cury, candidato pelo Avante, terá aproximadamente 36 segundos de propaganda em cada bloco, resultado da representação da legenda no Congresso Nacional.

Outros nomes lançados para a disputa presidencial não terão acesso ao horário eleitoral gratuito. É o caso de Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), cujos partidos não atingiram os critérios estabelecidos pela cláusula de desempenho prevista na Constituição.

Eleições 2026: veja a lista de candidatos à Presidência

Lula, Flávio Bolsonaro, Caiado, Renan Santos e Zema são principais nomes na disputa. Confira o perfil de cada um.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Atual presidente, Lula tenta um quarto mandato em 2026. Repetindo a chapa de 2022, o vice é Geraldo Alckmin, do PSB. A candidatura foi oficializada no dia 2 de agosto, durante a convenção nacional do PT, realizada em São Paulo.

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31.07.2026 – Presidente Lula na Convenção Federação Brasil da Esperança. Foto: Ricardo Stuckert

Flávio Bolsonaro (PL)

Senador pelo Rio de Janeiro e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro é apontado pelas pesquisas como o principal concorrente de Lula na corrida presidencial. A oficialização ocorreu em 25 de julho, também em São Paulo. O nome do vice ainda não foi anunciado.

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Flávio Bolsonaro ainda não definiu vice. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Renan Santos (Missão)

Ativista político e estreante na política, Renan lidera o Movimento Brasil Livre (MBL), fundado por ele e pelo deputado federal Kim Kataguiri. O partido Missão foi o primeiro a realizar a convenção, de forma online, por motivos de segurança. Seu vice é o militar da reserva Aroldo Medina.

Ronaldo Caiado (PSD)

Ex-governador de Goiás, Caiado tenta a Presidência pela segunda vez desde 1989. Formou uma chapa “pura” ao lado do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. A candidatura foi oficializada em 26 de julho, em São Paulo.

Romeu Zema (Novo)

Ex-governador de Minas Gerais por dois mandatos consecutivos, Zema confirmou sua candidatura em convenção nacional virtual, seguida de anúncio oficial em Brasília, no dia 27 de julho. O partido definiu em 04 de agosto que o senador Eduardo Girão será candidato a vice.

Edmilson Dias (PCB)

Professor e doutor em economia, Edmilson é o atual secretário-geral do PCB. Seu nome foi oficializado em evento realizado em São Paulo no dia 1º de agosto, tendo Cleusa Santos como vice.

Hertz Dias (PSTU)

Professor da rede pública do Maranhão, rapper e ativista do movimento negro, Hertz tem como vice a professora Vanessa Portugal, militante de mulheres e da classe trabalhadora. A chapa foi confirmada em 31 de julho, em São Paulo.

Samara Martins (UP)

Dentista do SUS, Samara disputou as eleições de 2022 como vice de Léo Péricles. Para 2026, a UP definiu uma chapa 100% feminina, com a guarda-portuária Raquel Brício como vice. A oficialização ocorreu no dia 26 de julho, em São Paulo.

Augusto Cury (Avante)

Psiquiatra e autor de livros de autoajuda, Cury teve sua candidatura homologada em 3 de agosto, em São Paulo. A posição de vice ainda está indefinida.

Wilson Grassi (Democrata)

Veterinário e paulista, Wilson teve sua candidatura confirmada em 2 de agosto, durante convenção nacional no Rio de Janeiro. É a primeira vez que o partido, fundado em 2008, lança um nome próprio ao Planalto. O vice ainda não foi definido

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Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 41% no 1º turno e 47% no 2º contra Flávio

A 10ª rodada da pesquisa BTG Pactual/Nexus para as eleições de 2026 mostra Lula com 41% das intenções de voto no primeiro turno, contra 36% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado aparece com 5%, enquanto Renan Santos e Romeu Zema têm 4% cada. O levantamento foi realizado entre 14 e 16 de agosto e divulgado em 17 de agosto. Confira os números da 10ª rodada da pesquisa BTGPactual Nexus com a TVT News.

No segundo turno, Lula também aparece à frente de Flávio Bolsonaro: 47% a 44%. Contra Ronaldo Caiado, o placar é de 45% a 42%; contra Romeu Zema, 46% a 41%; e diante de Renan Santos, 47% a 36%.

Na avaliação do governo, 34% consideram a gestão ótima ou boa, 42% ruim ou péssima e 23% regular. A aprovação do trabalho de Lula é de 47%, enquanto 48% desaprovam.

Principais números da pesquisa BTG Pactual/Nexus

  • 1º turno: Lula 41%; Flávio Bolsonaro 36%; Caiado 5%; Renan Santos 4%; Zema 4%.
  • 2º turno: Lula 47% x 44% Flávio; 45% x 42% Caiado; 46% x 41% Zema; 47% x 36% Renan.
  • Voto espontâneo: Lula 38%; Flávio 29%; Renan 3%; Caiado 2%; Zema 1%; branco/nulo 6%; não sabe/não respondeu 17%.
  • Rejeição: Caiado 58%; Flávio 51%; Renan 50%; Zema 50%; Lula 49%, considerando apenas quem conhece cada candidato.
  • Governo Lula: 34% ótimo/bom; 23% regular; 42% ruim/péssimo.

Lula lidera nos cenários de 1º turno

No cenário estimulado, Lula registra 41% e Flávio Bolsonaro, 36%. Caiado tem 5%, Renan Santos e Zema aparecem com 4% cada. Outros nomes somam 5%, enquanto 5% declaram branco ou nulo e 2% não sabem ou não responderam.

Qual a série histórica da Pesquisa BTG Pactual/Nexus no 1º turno

A série histórica mostra Lula oscilando na faixa dos 40 pontos ao longo das rodadas, enquanto Flávio Bolsonaro permanece na casa dos 30 pontos. Na 10ª rodada, os dois aparecem com 41% e 36%, respectivamente.

O cruzamento com a polarização política mostra diferenças marcantes: Lula chega a 83% entre os lulistas convictos, enquanto Flávio alcança 70% entre os bolsonaristas convictos. Entre os não polarizados, Lula tem 31% e Flávio, 32%.

Pesquisa Nexus mede voto espontâneo

Sem apresentar uma lista de candidatos, Lula é citado por 38% dos entrevistados e Flávio Bolsonaro por 29%. Renan Santos aparece com 3%, Caiado com 2% e Zema com 1%. O percentual de entrevistados que não sabe ou não respondeu chega a 17%.

Como está a intenção de voto no 2º turno, de acordo com a pesquisa Nexus

Lula lidera nos quatro confrontos testados. Contra Flávio Bolsonaro, tem 47%, ante 44%; contra Caiado, 45% a 42%; contra Zema, 46% a 41%; e contra Renan Santos, 47% a 36%.

Qual a série histórica da Pesquisa Nexus para 2º turno

No confronto Lula x Flávio, a 10ª rodada registra 47% para Lula e 44% para Flávio. Na série, os dois candidatos permanecem próximos, com vantagem de Lula nas rodadas mais recentes.

Contra Caiado, Lula marca 45% e o governador de Goiás, 42%. O histórico mostra Lula na faixa de 43% a 49%, enquanto Caiado oscila entre 38% e 43%.

Contra Zema, Lula tem 46% e o governador mineiro, 41%. A série registra Lula entre 45% e 49%, enquanto Zema varia principalmente entre 38% e 42%.

No cenário com Renan Santos, Lula chega a 47%, contra 36%. Desde o início da série desse confronto, Lula permanece na faixa de 46% a 49%, enquanto Renan varia de 35% a 39%.

Qual candidato tem mais rejeição

A maior rejeição líquida é de Ronaldo Caiado, com 58%. Flávio Bolsonaro registra 51%, Renan Santos e Romeu Zema têm 50% cada, e Lula aparece com 49%. O indicador considera somente os entrevistados que afirmam conhecer cada candidato.

Na avaliação de potencial de voto, Lula soma 50% entre os que dizem votar nele exclusivamente ou também considerá-lo, contra 48% de Flávio. A rejeição direta é de 48% para Lula e 50% para Flávio.

Lula x Flávio e as rejeições

O cruzamento entre os dois candidatos mostra 43% que não votariam em Flávio, mas votariam em Lula, enquanto 41% fariam o movimento inverso. Outros 7% não votariam em nenhum dos dois, 5% considerariam ambos e 3% não conhecem um ou os dois.

Na série histórica, os dois grupos de eleitores exclusivos permanecem próximos: na rodada de 17 de agosto, 43% não votariam em Flávio, mas votariam em Lula, e 41% fariam o contrário.

Qual é a aprovação do Governo Lula

Na avaliação da gestão, 16% classificam o governo como ótimo e 18% como bom. Outros 23% avaliam a administração como regular, enquanto 8% dizem que é ruim e 34%, péssima. O resultado reúne 34% de avaliações positivas e 42% negativas.

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Lula apresentou uma série de realizações para comparar os resultados de seu governo com os da gestão anterior. Foto: Ricardo Stuckert

Qual é a avaliação do presidente Lula

A pesquisa mostra 47% de aprovação ao trabalho de Lula e 48% de desaprovação, enquanto 5% não sabem ou não responderam. O resultado mantém os dois indicadores praticamente empatados.

Qual o principal problema do país, de acordo com a Pesquisa Nexus

Saúde pública e segurança pública/violência/criminalidade empatam no topo, com 32% cada. Corrupção aparece em seguida, com 20%, seguida por educação, com 19%, classe política, com 14%, e inflação/custo de vida/preços altos, com 10%.

Na série histórica, saúde, segurança e corrupção permanecem entre os temas mais citados pelos entrevistados, enquanto educação e classe política também aparecem entre os principais problemas apontados.

Qual a metodologia da pesquisa BTGPactual/Nexus

A pesquisa quantitativa da Nexus foi realizada por telefone, via CATI, entre 14 e 16 de agosto de 2026, com 2.003 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. A amostra controlou sexo, idade, escolaridade, tipo de telefonia e DDD.

O universo inclui eleitores de 16 anos ou mais de todo o Brasil, com cobertura das 27 unidades da Federação e distribuição proporcional por região. O estatístico responsável é Neale El-Dash, CONRE 8656-A. O registro no TSE é BR-03317/2026.

O perfil da amostra inclui 53% de mulheres e 47% de homens; 42% dos entrevistados estão no Sudeste, 28% no Nordeste, 16% no Norte/Centro-Oeste e 14% no Sul. A maior faixa etária é de 41 a 59 anos, com 34%.

A consulta oficial aos registros pode ser feita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O TSE informa que pesquisas eleitorais para conhecimento público devem ser registradas no sistema PesqEle antes da divulgação.

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Fuvest abre inscrições para Vestibular USP 2027

A FUVEST abre nesta segunda-feira, 17 de agosto, ao meio-dia, o período de inscrições para o Vestibular 2027 da Universidade de São Paulo (USP).

As inscrições, no valor de R$ 228,00, deverão ser feitas até 9 de outubro pelo site da fundação. A 1ª Fase será realizada em 1º de novembro e a 2ª Fase, nos dias 6 e 7 de dezembro.

Esta edição do Vestibular da USP 2027 traz novidades importantes:

  • A 1ª Fase terá 80 questões de múltipla escolha

Ao invés das 90 aplicadas até o ano passado, mantendo o tempo de prova: 5 horas. A mudança acompanha a evolução da prova da FUVEST, que vem ampliando a interdisciplinaridade e propondo questões que exigem do candidato a capacidade de relacionar conhecimentos de diferentes áreas.

  • A segunda novidade é a aplicação do vestibular em Fortaleza (CE).

FUVEST abre inscrições com aplicação inédita em Fortaleza

A escolha da capital cearense foi precedida por uma experiência prática. A FUVEST realizou em Fortaleza as duas etapas do Simulado, o que permitiu testar a operação e a estrutura necessárias para a realização da prova na cidade.

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Para o vestibular 2027 a primeira fase terá 80 questões de múltipla escolha – Foto: Julio Cesar Bazanini/USP Imagens

“Fortaleza foi escolhida justamente porque queríamos facilitar o acesso de candidatos da Região Nordeste, que antes precisavam fazer um deslocamento significativo para realizar a prova em São Paulo, oferecendo uma alternativa mais próxima”, explica Gustavo Monaco, diretor-executivo da FUVEST.

Guia de Provas da Fuvest

Todos os detalhes do novo formato, do conteúdo programático e dos critérios de avaliação das duas fases estarão disponíveis no Guia de Provas, que será lançado pela FUVEST também na segunda-feira, 17 de agosto.

O Guia de Provas integra a coleção de materiais produzidos pela fundação para orientar os candidatos durante o processo seletivo. Já foram lançados o Guia de Inclusão, o Guia de Carreiras e o Guia de Jornada.

USP oferece 8.147 vagas no vestibular 2027

O número total de vagas para os cursos de graduação da USP pela seleção da FUVEST permanece o mesmo do ano passado: 8.147 vagas, sendo:

● 4.888 vagas para candidatos da modalidade Ampla Concorrência;

● 2.053 vagas para candidatos egressos de escolas públicas (EP);

● 1.206 vagas para candidatos egressos de escolas públicas e autodeclarados pretos, pardos ou indígenas (EP/PPI).

Treineiro também pode se inscrever?

Sim, a FUVEST oferece carreiras de treinamento, ou seja para quem ainda não concluiu o Ensino Médio.

Estas carreiras são especialmente dedicadas a pessoas que não tenham terminado, nem vão terminar o ensino médio ou equivalente no ano letivo de 2026, ou que não têm curso superior oficial e reconhecido concluído, para que elas possam se familiarizar com as provas do vestibularantes de seu ano de ingresso na USP.

Apenas as pessoas candidatas que não tenham terminado, nem vão terminar o ensino médio ou equivalente no ano letivo de 2026, podem se inscrever nessas carreiras. Estas vagas são simulações e não dão direito à matrícula na USP, mesmo se você obtiver uma boa nota.

Fuvest oferece recursos para quem tem necessidades especiais

Também a partir de 17 de agosto, candidatos que necessitem de condições específicas para a realização das provas podem solicitar os recursos adequados. Entre as possibilidades estão:

  • tempo adicional,
  • cadeira de rodas,
  • prova em braile,
  • uso de aparelho auditivo próprio,
  • prova ampliada e outros recursos de acessibilidade. 

As orientações e os procedimentos para solicitação estão reunidos no Guia de Inclusão.

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As incrições para o vestibular da USP vão até 9 de outubro, mas é importante não deixar para a última hora. Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A FUVEST recomenda que os candidatos não deixem a inscrição para os últimos dias, especialmente porque o processo pode envolver o envio de documentos.

Outro lembrete importante é que aqueles contemplados com isenção ou redução da taxa de inscrição também precisam realizar a inscrição no Vestibular 2027. A concessão do benefício não representa inscrição automática. Da mesma forma, os candidatos que participaram dos simulados realizados pela FUVEST precisam fazer normalmente o processo.

FUVEST na Feira de Profissões da USP

Além da inscrição pelo site da FUVEST, os candidatos também terão a oportunidade de se inscrever durante a Feira USP e as Profissões, que será realizada de 24 a 26 de setembro. A programação é voltada a estudantes do ensino médio e de cursos preparatórios para o vestibular interessados em conhecer a USP e suas diferentes carreiras.

Principais datas do Vestibular 2027

  • 9 de outubro – Encerramento das inscrições
  • 21 de outubro – Divulgação dos locais de prova da 1ª Fase
  • 1º de novembro – Prova da 1ª Fase
  • 23 de novembro – Divulgação dos convocados e dos locais da prova da 2ª Fase
  • 6 e 7 de dezembro – Provas da 2ª Fase
  • 8 a 11 de dezembro – Provas de Competências Específicas
  • 26 de janeiro de 2027 – Divulgação da 1ª Chamada para matrícula

Inscricões para a Fuvest 2027

As inscrições devem ser feitas pelo site da FUVEST. Outras informações sobre o Vestibular 2027 estão disponíveis em www.fuvest.br/vestibular-da-usp.

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Inscrição para o vestibular Unicamp 2027 já está aberta

Candidaturas à presidência tem desde bilionários até quem não possui bens  

Entre os 13 políticos que registraram a candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), um é bilionário e oito declaram ter patrimônios que estão na casa do milhão. Enquanto Pablo Marçal tem R$ 7.418.372.569, o maior patrimônio declarado entre os candidatos, Hertz Dias (PSTU) e Rui Costa Pimenta (PCO), não têm bens a declarar. Saiba mais em TVT News.

O professor da Fespsp (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo), Paulo Niccoli, avalia que os meios institucionais políticos são sempre dominados por aqueles que detêm o poder econômico, então as candidaturas mais favorecidas são aquelas que têm jogos de interesses de empresários.

“É o caso do Zema, que na verdade, é quem praticamente financia a própria campanha à presidência. Existe o caso de outros partidos. O Caiado, por exemplo, é o defensor e representante do agronegócio, e o PSD, como um todo, consegue hegemonia nos município, na Câmara e no Senado, porque domina áreas de produção agrícola.”

Dos 13 candidatos registrados, apenas duas são mulheres e nenhuma está nas chapas melhores colocadas na pesquisas.   Niccoli destaca que as eleições são sempre reflexo do que acontece na sociedade. “Por ser uma sociedade misógina, patriarcal, isso já limita a ascensão das mulheres enquanto candidatas […] assim como também a questão racial, é um país extremamente, segregacionista, que exclui o negro, não só dos altos postos do mercado de trabalho, mas também da política”, disse.     

Lula (PT)    

Em candidatura do TSE, Lula declara ter patrimônio em São Bernardo do Campo./ Foto: Ricardo Stuckert.
Em registro da candidatura do TSE, Lula declara ter patrimônio em São Bernardo do Campo./ Foto: Ricardo Stuckert.

Luiz Inácio Lula da Silva do Partido dos Trabalhadores (PT), declarou um patrimônio de R$ 4.775.650,64. Entre os bens declarados pelo petista estão uma casa em construção em São Bernardo do Campo (SBC) no valor de R$ 246.918,82 e 64,08% de um terreno localizado no bairro Riacho Grande, também em SBC. 

O candidato tem R$ 1.380.000,00 em um plano de previdência privada no Banco Bradesco e R$ 1.923.927,36 em um plano de previdência privada no Banco do Brasil. Entre as curiosidades do patrimônio do petista, está o fato de constar R$ 0,13 na caderneta de Poupança, mesmo número que ele concorre nas urnas. Como profissão Lula é torneiro mecânico.      

O candidato a vice-presidente é Geraldo Alckmin (PSB), atual vice-presidente, ex-governador de São Paulo e médico, declarou R$ 3.291.457,41 em bens.   

Flávio Bolsonaro (PL)  

O candidato Flávio Bolsonaro do Partido Liberal (PL), declarou R$ 8.186.555,83 e tem como ocupação o cargo de senador. O principal bem, é uma casa no Lago Sul, em Brasília, no valor de R$ 6.226.043,80. Além disso, o registro consta R$ 1.090.520,47 em fundos de investimentos em cotas multimercado.

O candidato à vice-presidência, o deputado Alfredo Gaspar (PL) declara R$ 564.666,16.  

Ronaldo Caiado (PSD)   

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Governador de Goiás, Ronaldo Caiado, é a escolha do PSD para a corrida presidencial de 2026. Foto Lula Marques/Agência Brasil

O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do Partido Social Democrático (PSD), tem um patrimônio de R$ 52.557.930,98. Grande parte do valor, R$ 36.213.674,73, está em imóveis do tipo rural. Além disso, ele declara, R$ 10.489.480,00 em rebanho de semoventes, que pode ser de bois, cavalos e ovelhas. Como ocupação, ele declarou a profissão de médico.  

O candidato a vice, Gilberto Kassab (PSD) tem um patrimônio de R$ 20.994.349,00, desse valor, R$ 19.819.970,00 estão em quotas de capital de empresas limitadas nacionais privadas. Kassab declara a formação de engenheiro.  

Renan Santos (Missão) 

O patrimônio de Renan Santos (Missão), é de R$ 795.089,00. Renan Santos é empresário e declara R$ 300 mil em outros créditos e poupança vinculados, R$ 275.329,00 relacionados ao exercício da atividade autônomas, além de quotas de capital e de participações societárias.     

O candidato à vice-presidência é Coronel Medina (Missão), policial militar, com um patrimônio de R$ 1.591.000,00.  

Niccoli lembra que, nos Estados Unidos, o candidato precisa tirar a patente para se candidatar. ‘No Brasil, acho que isso seria saudável,  porque no final das contas, utilizam-se instrumentos públicos, como as forças policiais ou militares, para conseguir votos […] o Renan tenta adquirir apoio dos eleitores da bancada da bala colocando um policial como vice”, avaliou. 

Romeu Zema (Novo)  

Romeu Zema do Novo declara um patrimônio de R$ 178.707.610,09. Entre os maiores investimentos estão R$ 56.218.194,15 em fundos e R$ 94.498.898,00 de participação em holding familiar. Zema é empresário, acionista do Grupo Zema que tem lojas de varejo e financeira.   

O candidato à vice-presidência é Eduardo Girão (Novo), atual senador, tem um patrimônio de R$ 34.117. 202,51.  

Samara (UP)   

Samara Martins da Silva Feitosa da Unidade Popular (UP) declara um total de R$ 33 mil em bens, entre uma caderneta de poupança de R$ 4.000,00 eu veículo Uno Vivace 2016 no valor de R$ 29.000,00. Ela é uma das duas mulheres candidatas à presidência e odontóloga de formação.  Samara é uma mulher preta.   

A candidata à vice-presidenta é também uma mulher, Raquel Brício (UP), sem bens a declarar.   

Hertz Dias (PSTU)   

Hertz Dias do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) é um dos dois candidatos à presidência sem bens a declarar. Ele é Professor de Ensino Fundamental e um dos candidatos à que se autodeclara de raça/cor preta.  

A candidata vice-presidente é Vanessa Portugal (PSTU), também professora, com um patrimônio de R$ 280.000,00.    

Edmilson Costa (PCB)   

Edmilson Costa, candidato do Partido Comunista Brasileiro (PCB), declara um patrimônio de R$ 454.485,68. A maior parte está em 50% de uma apartamento. O candidato é aposentado.   

A candidato à vice-presidência é Cleusa Santos, servidora pública civil aposentada, com um patrimônio de R$ 1.793.166,06, entre eles um apartamento em Ribeirão Preto no valor de  R$ 511.000,00   

Clariana Barão (DC)   

Clariana Barão do Democracia Cristã (DC) declara um patrimônio de R$ 1.820.760,17. O principal bem é uma casa em condomínio no valor de Casa R$ 979.500,00. Como ocupação, ela se declara advogada.   

Quem concorre a vice na chapa de Barão, é a também advogada Fabiana Torquato (DC). Ela  declara R$ 2.223.427,91 em bens, como um sítio no município de Alexânia, Goiás, no valor de  R$ 1.250.261,11 

Rui Costa Pimenta (PCO)   

Rui Costa Pimenta do Partido Causa Operária (PCO) é jornalista e redator e não tem bens a declarar.  

O candidato a vice, Antônio Carlos (PCO), é servidor público estadual e declarou R$ 110.000,00. Entre os patrimônios está um automóvel Chevrolet Onix no valor de R$ 60.000.  

Veterinário Wilson Grassi (Democrata)  

Wilson Grassi do Democrata é veterinário e declara R$ 50.000.000. Não consta maiores especificações. Todo o valor está descrito como “bens imóveis: posse e direitos sobre diversos imóveis financiados junto a instituições financeiras” além de “participações societárias, participação no capital social de diversas sociedades empresárias.  

A candidata à vice-presidência Suêd Hadar (Democrata), é empresária e tem um patrimônio bem mais tímido de R$ 460.000,00 como uma casa em Pavuna, no Rio de Janeiro, no valor de R$ 300.000,00   

Augusto Cury (Avante)  

Cury defendeu “pacto nacional” envolvendo governos, empresários e especialistas. Foto: Divulgação/Avante

O escritor e crítico Augusto Cury (Avante), apresenta um patrimônio de R$ 242.281.162,52. Entre os bens estão fazendas, um prédio comercial, imóveis, ações e participações societárias.  

O candidato a vice, Júlio Delgado (Avante), é advogado e tem de patrimônio R$ 3.520.000,00, sendo R$ 1.500.000,00 de uma casa em Ouro Preto (MG)

Pablo Marçal (PRTB)  

Pablo Marçal do Partido Renovador Trabalhista (PRTB) registrou a candidatura, mas está inelegível, assim como as outras candidaturas, a situação aguarda julgamento. Ele declara um patrimônio bilionário de R$ 7.418.372.569, ultrapassando o patrimônio de Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Augusto Cury. Entre os valores estão R$ 80.000.000 em participação societária e R$ 490.000.000 em um terreno urbano em Santana de Parnaíba (SP). A ocupação de Marçal é de diretor de empresas.  

O candidato a vice Leonardo Avalanche (PRTB), servidor público estadual, tem um patrimônio de R$ 495.224.296, a maior parte R$ 491.174.496,00, em investimentos em criptomoedas, bitcoin.   

Democratizar as candidaturas   

O cientista político Paulo Niccoli avalia que democratizar as candidaturas passa por democratizar a comunicação para além da internet. “É importante que o movimento feminista, negro, LGBT,  indígena, sem- terra, sem-teto, ambientalistas, também tenham meios de comunicação para conseguir equilibrar a opinião pública e diversificar a quantidade de candidaturas […] é pouco tempo de TV, pouco tempo de conhecimento antes das eleições de muitos eventuais políticos.”   

Ele conclui que a desigualdade econômica se reflete na desigualdade da divulgação da informação de quem se apresenta como potenciais políticos e que isso dificulta o caminho da esquerda em um país em que as famílias donas de emissoras são de empresários.