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Da Redação
MEC lança orientações sobre IA na educação básica
O Ministério da Educação (MEC) lançou, na última quarta-feira (8), um conjunto de orientações oficiais para o uso de inteligência artificial (IA) na educação básica brasileira. O documento, intitulado “Inteligência Artificial na Educação Básica”, determina diretrizes pedagógicas e éticas para a adoção da tecnologia em sala de aula, com foco na proteção dos estudantes e no protagonismo dos professores.
A iniciativa ocorre em paralelo à votação, nesta segunda-feira (13), do primeiro marco regulatório sobre IA na educação pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). A proposta cria regras que devem ser seguidas por instituições de ensino em todo o país, trazendo um novo modelo de governança digital no setor educacional. Entenda os detalhes na TVT News.
Uso pedagógico e ético da tecnologia
Segundo o MEC, a adoção da IA nas escolas deve seguir uma abordagem dupla: ensinar sobre a tecnologia, abordando conceitos, funcionamento e lógica algorítmica; e ensinar com a tecnologia, utilizando ferramentas digitais para apoiar o aprendizado em diferentes disciplinas.
O documento ainda apresenta critérios para seleção de plataformas, avaliação de riscos e integração com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Entre os principais pontos estão a necessidade de supervisão humana, o uso responsável dos dados dos alunos e a promoção do pensamento crítico.
Professor no centro do processo
A proposta em discussão no CNE reforça que a inteligência artificial deve atuar apenas como ferramenta de apoio, sem substituir o papel do docente. O texto institui o chamado “filtro ético-pedagógico”, que exige revisão humana obrigatória de qualquer conteúdo gerado por IA e garante a centralidade do professor no processo de ensino.
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Formação de professores
Como parte da estratégia, o MEC lançou também um curso nacional de formação continuada para docentes, em parceria com a UNESCO. A capacitação aborda desde fundamentos técnicos da IA até aplicações práticas e implicações éticas no ambiente escolar.
A secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt, afirmou que a tecnologia já é uma realidade nas escolas e que o desafio é preparar os professores para utilizá-la de forma consciente. “A inteligência artificial já é uma realidade, não é mais uma escolha. Então, nós da educação básica, nessa frente de diretrizes e políticas, precisamos estar ao lado das redes educacionais e das escolas, apoiando cada vez mais o fortalecimento do uso dessa ferramenta por professoras e professores e, também, por parte dos nossos estudantes. Não vamos ter medo, vamos aprender a usar”, declarou.
Infraestrutura e proteção de dados
A implementação das diretrizes está ligada à Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), responsável por ampliar o acesso à internet e a recursos digitais nas redes públicas. O programa já alcança milhares de municípios e oferece suporte técnico, formação e plataformas educacionais.
As orientações também destacam a necessidade de conformidade à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e ao chamado “ECA Digital”, conceito que adapta o Estatuto da Criança e do Adolescente ao ambiente virtual. A prioridade é garantir que dados dos estudantes não sejam explorados comercialmente e que decisões educacionais não sejam automatizadas sem supervisão.
Novo cenário na educação
Com o lançamento das diretrizes do MEC e a possível aprovação do marco regulatório pelo CNE, o Brasil avança na institucionalização do uso da inteligência artificial na educação. O modelo proposto busca conciliar inovação com responsabilidade, estabelecendo que a tecnologia deve apoiar, sem substituir, o trabalho pedagógico.
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Papa responde a Trump: “Não tenho medo do presidente dos EUA”
Durante o voo de ida para Argel, primeira etapa da viagem à África, o papa Leão XIV disse que não tem medo do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump. “Continuarei falando com voz forte sobre a mensagem do Evangelho, pela qual a Igreja trabalha. Não somos políticos, não olhamos para a política externa com a mesma perspectiva. Mas acreditamos na mensagem do Evangelho como construtores de paz”. 
Mais informações em TVT News.
Leão XIV respondeu às críticas de Trump, feitas na rede Truth Social, de que o papa é fraco em política externa e deve deixar de agradar a esquerda radical.
“Não quero um papa que ache que está bem o Irã ter arma nuclear. Não quero um papa que considere terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela. E não quero um papa que critique o presidente dos Estados Unidos quando estou fazendo exatamente aquilo para que fui eleito”, declarou.” Trump sugeriu que Leão XIV foi eleito porque era estadunidense, pensaram que seria a melhor forma de lidar com o republicano, e pediu que ele seja grato.

Leão XIV diz que não vê seu papel como o de um político e que não quer entrar em debate com o presidente dos EUA. “A minha mensagem é o Evangelho e continuo a falar com força contra a guerra”
Durante a viagem, o papa cumprimentou os cerca de 70 jornalistas que o acompanham: “É uma viagem especial, a primeira que eu queria fazer. Uma oportunidade muito importante para promover a reconciliação e o respeito pelos povos”. Ele visitará até a próxima quinta-feira (23) a Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial.
Papa Leão XIV seguirá com força, falando contra a guerra
Segundo Leão XIV, a mensagem do Evangelho não deve ser deturpada como alguns estão fazendo. “Eu continuo a falar com força contra a guerra, buscando promover a paz, promovendo o diálogo e o multilateralismo com os Estados para encontrar soluções aos problemas. Muitas pessoas estão sofrendo hoje, muitos inocentes foram mortos e acredito que alguém deve se levantar e dizer que há um caminho melhor”.
Ele diz que sua mensagem é para todos os líderes do mundo, não apenas para Trump: “Tentemos acabar com as guerras e promover a paz e a reconciliação”.
De Agência Brasil.
O que é notícia no Jornal TVT News Primeira Edição | 13-04-2026
Veja o que é notícia no Jornal TVT News Primeira Edição desta segunda-feira, 13 de abril de 2026. Confira quais são as notícias do dia com a equipe do Jornal TVT News Primeira Edição.
O que é notícia em 13 de abril de 2026 no Jornal TVT News Primeira Edição
- EUA impõem bloqueio naval ao Irã e petróleo supera US$ 100
- Irã ameaça retaliação e chama ação dos EUA de “pirataria”
- Orbán é derrotado após 16 anos e sofre revés histórico na Hungria
- Péter Magyar vence eleição e garante maioria pró-Europa
- Derrota impacta aliados globais da extrema direita
- Datafolha mostra disputa apertada: Lula 39% x Flávio Bolsonaro 35%
- CCJ vota escala 6×1 nesta quarta-feira
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem dois telejornais diários: o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.

Sobre a TVT
A TVT é uma emissora educativa outorgada à Fundação Sociedade Comunicação Cultura e Trabalho, entidade cultural sem fins lucrativos, mantida pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.
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Eleições no Peru: Keiko Fujimori lidera disputa e deve ir ao segundo turno
As eleições presidenciais do Peru caminham para o segundo turno, e resultados preliminares indicam a liderança da candidata Keiko Fujimori, do partido Força Popular, filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990–2000). Mais informações em TVT News.
A disputa no segundo turno deve ocorrer entre candidatos do campo da direita e da extrema-direita. Fujimori aparece à frente, com 17,1% dos votos válidos, seguida pelo ultradireitista Rafael López Aliaga, do Renovação Popular, com 16,4%, e pelo centrista Jorge Nieto, que soma 13,8% e é apontado como aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Com um total inédito de 35 candidatos na disputa, o processo eleitoral peruano tem sido alvo de críticas, especialmente por problemas logísticos que levaram à extensão da votação até esta segunda-feira (13) em ao menos 13 colégios eleitorais. Com cerca de 40% dos votos apurados, Fujimori mantém a liderança e se consolida como favorita entre os eleitores. Esta é a quarta vez que a candidata chega ao segundo turno, após derrotas nas três tentativas anteriores.
A campanha de Keiko Fujimori tem sido marcada pela defesa do legado de seu pai, Alberto Fujimori, condenado a 25 anos de prisão por crimes contra a humanidade — incluindo homicídio, lesões graves e sequestro — após uma tentativa de autogolpe no país. A estratégia busca reabilitar a imagem da família e fortalecer sua posição como força política relevante no cenário nacional.
Seu principal adversário, López Aliaga, tenta se apresentar como uma alternativa ao fujimorismo, adotando uma agenda ultraliberal. Empresário do setor de trens de luxo e hotelaria e ex-prefeito da capital Lima, ele já declarou admiração por Donald Trump e utiliza essa associação como elemento de sua campanha para ampliar apoio eleitoral.

O contexto eleitoral reflete um histórico recente de instabilidade política no Peru. Entre 2016 e 2026, o país teve nove presidentes, em meio a processos de impeachment, renúncias, tentativas de autogolpe e sucessivas denúncias de corrupção, o que contribuiu para o descrédito institucional e a fragmentação política.
Eleições no Pru foram marcadas por problemas na organização
A jornada eleitoral deste domingo foi marcada por falhas operacionais. As urnas abriram às 7h, mas enfrentaram atrasos e dificuldades logísticas em diversas regiões. Segundo Piero Corvetto, chefe do Escritório Nacional de Processos Eleitorais (Onpe), cerca de 63 mil eleitores ficaram impedidos de votar, inclusive na capital Lima.
A imprensa local também relatou problemas como atraso na instalação das mesas de votação, ausência de mesários e falhas na distribuição de cédulas, o que agravou o cenário de desorganização.
Com isso, o processo eleitoral segue excepcionalmente nesta segunda-feira (13). Ainda assim, com 40% das urnas apuradas, Keiko Fujimori permanece na liderança. Nenhum dos candidatos, contudo, atingiu os 50% dos votos necessários para vencer no primeiro turno, o que confirma a realização do segundo turno.
Além da escolha para presidente e vice-presidente, os eleitores peruanos também votam para renovar o Legislativo, elegendo deputados e senadores. A tendência é que o próximo governo enfrente um Congresso fragmentado, o que pode dificultar a governabilidade e até ameaçar a permanência do futuro presidente no cargo, considerando os amplos poderes do Parlamento — fator que esteve no centro das crises políticas recentes do país.
Começa o fechamento de Ormuz pelos EUA e Irã ameaça retaliar
O governo dos Estados Unidos anunciou que dará início, a partir das 11h (horário de Brasília) desta segunda-feira (13), a um bloqueio naval focado em portos iranianos no Estreito de Ormuz. Irã classificou bloqueio naval dos EUA como “ilegal” e “pirataria” e ameaça portos nos Golfos Pérsico e do Omã. Leia em TVT News.
A medida é uma resposta direta de Donald Trump ao fracasso das negociações nucleares com o Irã, ocorridas recentemente no Paquistão. O regime iraniano, que já mantém o trânsito no Estreito de Ormuz obstruído há mais de um mês, sinalizou que não recuará diante da pressão de Washington.
A liderança do país persa defende que a presença norte-americana na região é o principal fator de instabilidade e prometeu uma resposta proporcional a qualquer tentativa de interdição de seus navios.
Diferente de um fechamento total da via, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) informou que o alvo da operação são as embarcações que chegam ou partem de instalações iranianas nos Golfos Pérsico e de Omã. Navios sem vínculo com o país devem manter o direito de livre trânsito, embora o clima na região seja de alerta máximo.

Ponto a ponto: O que esperar do bloqueio em Ormuz
- Início previsto: 11h (horário de Brasília).
- Foco: Interdição de navios comerciais ligados ao Irã e embarcações que paguem pedágios considerados “ilegais” por Washington ao regime de Teerã.
- Justificativa: Trump afirma que o bloqueio permanecerá até que o Irã abandone suas ambições nucleares e pare de obstruir a navegação internacional.
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Irã ameaça com retaliação imediata
O regime iraniano reagiu com ameaças de retaliação a portos na região caso o bloqueio norte-americano seja, de fato, implementado nas próximas horas. Teerã classificou a ação como “pirataria” e mantém seu próprio bloqueio parcial na área há cerca de um mês.
Especialistas alertam que o movimento planejado para esta manhã aumenta drasticamente o risco de confrontos diretos e pode colocar um fim definitivo ao frágil cessar-fogo vigente no conflito entre EUA, Israel e Irã.
“Qualquer iraniano que atirar contra nós será explodido”, escreveu Trump
Após uma exaustiva rodada de negociações que se estendeu por cerca de 20 horas no Paquistão, o presidente Donald Trump utilizou um tom de frustração e advertência para selar o impasse diplomático com o governo iraniano.
Em declaração, Trump minimizou os avanços técnicos obtidos na reunião, enfatizando que qualquer acordo perde o valor diante da persistente recusa de Teerã em abandonar seu programa nuclear. Para o líder norte-americano, é inaceitável qualquer concessão que permita ao país manter capacidades atômicas, sinalizando que, embora termos favoráveis tenham sido discutidos, a segurança global estaria ameaçada enquanto o “poder nuclear” estivesse nas mãos de lideranças que ele classificou como voláteis e difíceis.
Em publicação na sua rede social, Trump disse que seu objetivo era limpar o estreito de minas e reabri-lo para toda a navegação, mas que o Irã não deveria ter permissão para lucrar com o controle da hidrovia.
“Com efeito imediato, a Marinha dos Estados Unidos, a melhor do mundo, iniciará o processo de BLOQUEIO de todos os navios que tentarem entrar ou sair do Estreito de Ormuz”, disse Trump. “Qualquer iraniano que atirar contra nós ou contra embarcações pacíficas será EXPLODIDO!”
Trump não tem o apoio da Europa na guerra; Espanha quer que UE rompa com Israel
Páises europeus, como a França, Espanha, e Reino Unido demonstram um posicionamento contrário ao governo norte-americano.
Para seus líderes, o que ameaça a segurança global é justamente a permanência da guerra instaurada por Trump e o desrespeito aos termos impostos pelo Irã para o cessar-fogo. Entre esses termos, está a continuidade do enriquecimento de urânio no país, que é um tema caro ao governo Trump.
Espanha defendeu inclusão do Líbano no cessar-fogo e pediu que UE rompa com Israel. Seu presidente, Pedro Sánchez, condenou os ataques israelenses no Líbano, que deixaram mais de 300 mortos:
“É hora de falar claro: o Líbano deve fazer parte do cessar-fogo. A comunidade internacional deve condenar essa nova violação do direito internacional. A União Europeia deve suspender seu Acordo de Associação com Israel. E não deve haver impunidade diante desses atos criminosos”, declarou.
Nesta manhã, Macron ressaltou que busca um caminho para conquistar a paz no estreito de Ormuz, demonstrando comprometimento em restaurar “o mais rápido possível a navegação livre e irrestrita” pelo estreito, como garantir o fim da guerra no Líbano, respeitando sua “soberania e integridade territorial”.
No dia anterior, o presidente da França também publicou ter conversado com Pazeshkian sobre os esforços em restaurar a segurança e navegação no Ormuz, o que vai na contramão dos planos de Trump para o estreito:

Já o primeiro ministro do Reino Unido, Keir Starmer, publicou nesta manhã (13) o receio com o fechamento contínuo do Estreito de Omruz: “profundamente danoso”:

Netanyahu apoia o bloqueio naval de Trump contra o Irã
O primeito ministro de Isarel, Benjamin Netanyahu, expressou nesta segunda seu apoio ao bloqueio dos portos do Estreito de Ormuz anunciado por Trump.
“A luta continua o tempo todo. Apoiamos a posição firme do Presidente Trump para impor um bloqueio naval ao Irã. Estamos em coordenação constante com os EUA”, disse.
Oposição vence eleições na Hungria e encerra 16 anos de governo Orbán
Após mais de uma década, o governo de Viktor Orbán perdeu a maioria no parlamento da Hungria nas eleições realizadas neste domingo (12), marcando uma virada histórica no cenário político do país. Mais informações em TVT news.
O partido de oposição Tisza, liderado por Péter Magyar, conquistou 137 das 199 cadeiras do Parlamento, garantindo ampla maioria. Já o Fidesz, legenda de Orbán, ficou com 55 assentos, seguido pelo partido de extrema-direita Mi Hazánk, com 7 cadeiras.
O resultado encerra um ciclo de 16 anos de domínio político de Orbán, caracterizado por forte centralização de poder e políticas extremistas, que levaram o país a uma enorme crise institucional. A expressiva vitória da oposição afastou dúvidas sobre o reconhecimento do resultado eleitoral, e o próprio premiê derrotado acabou admitindo a derrota.

Foto: Alan Santos/PR
Orbán reconhece a derrota nas urnas
Em discurso a apoiadores em Budapeste, Orbán afirmou: “Os resultados ainda não são finais, mas a situação é compreensível e clara. O resultado da eleição é doloroso para nós, mas claro.” Ele também declarou ter parabenizado o partido vencedor e afirmou que passará a atuar na oposição.
A eleição registrou grande participação popular, com cerca de 66% dos eleitores comparecendo às urnas — índice recorde de participação e interpretado como sinal de mobilização por mudanças na política do país.
Após a confirmação da vitória, Magyar discursou a apoiadores na capital e afirmou que pretende governar para toda a população, além de indicar que eventuais irregularidades do governo anterior serão investigadas.
Péter Magyar abandona Orbán para liderar a oposição nas eleições
Ex-aliado de Orbán, Magyar ganhou projeção ao romper com o governo e liderar mobilizações em meio ao desgasteo governo de extra-direita, marcada por denúncias e críticas relacionadas à condução institucional e econômica do país.

A vitória da oposição foi rapidamente reconhecida por lideranças europeias. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que “o coração da Europa está batendo mais forte na Hungria esta noite”.
Hungary has chosen Europe.
— Ursula von der Leyen (@vonderleyen) April 12, 2026
Europe has always chosen Hungary.
A country reclaims its European path.
The Union grows stronger.
Magyarország Európát választotta.
Európa mindig Magyarországot választotta.
Egy ország visszatér az európai útjára.
Az Unió erősebbé válik.
O chanceler alemão Friedrich Merz também declarou expectativa de cooperação com o novo governo, enquanto o premiê espanhol Pedro Sánchez e o presidente francês Emmanuel Macron destacaram o resultado como uma vitória dos valores democráticos europeus. Macron, inclusive, ligou para Magyar, para parabenizá-lo diretamente pela vitória nas urnas.
Most beszéltem Magyar Péterrel, hogy gratuláljak neki a magyarországi győzelméhez!
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) April 12, 2026
Franciaország üdvözli a demokratikus részvétel győzelmét, a magyar nép ragaszkodását az Európai Unió értékeihez, valamint Magyarország európai elkötelezettségét.… pic.twitter.com/GXBxreTMSs
Com a vitória, Péter Magyar assume o desafio de reorganizar as instituições, retomar políticas públicas e enfrentar os problemas econômicos acumulados ao longo dos últimos anos.

Fim da escala 6×1 é possível: tire suas dúvidas sobre o tema
Estudos e números mostram que é possível acabar com a escala 6×1. A redução da jornada caminha no Congresso

O que é notícia no Jornal TVT News Primeira Edição | 13-04-2026
Veja as principais notícias do dia com o Jornal TVT News Primeira Edição

Caixa libera vale-recarga do Gás do Povo a 206 mil famílias
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Israel manda evacuar dois hospitais em Beirute; OMS condena ação
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