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Da Redação
Metalúrgicos do ABC participam da inauguração de Centro de Hemodinâmica e UTI na Santa Casa
Centro de Hemodinâmica e UTI ampliada fortalecem a saúde pública de São Bernardo e podem criar aproximadamente 300 empregos na Santa Casa. Leia em TVT News.
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wellington Messias Damasceno, participou nesta terça-feira (4) da inauguração do novo Centro de Hemodinâmica e da entrega da reforma e ampliação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de São Bernardo do Campo.
O evento contou com a presença da direção da Toyota e marcou a concretização de uma contrapartida social construída durante as negociações entre a montadora e o Sindicato dos Metalúrgicos após o anúncio do encerramento das atividades da fábrica no município, em 2023.

A iniciativa nasceu de uma proposta apresentada pelo Sindicato durante o processo de negociação com a empresa: deixar uma contribuição permanente para a cidade, beneficiando toda a população da região. A nova estrutura ampliará significativamente a capacidade de atendimento da Santa Casa e também poderá gerar cerca de 300 novos postos de trabalho na instituição.
Desse total, aproximadamente 40 profissionais já foram contratados para o início das atividades.
“O que vivemos hoje reúne dois sentimentos. O primeiro é o de uma ferida que é difícil cicatrizar. A decisão da Toyota de encerrar as atividades em São Bernardo do Campo, onde instalou sua primeira fábrica fora do Japão, deixou marcas profundas. A cidade abraçou a empresa, e os trabalhadores e trabalhadoras ajudaram a construir essa história. O fechamento trouxe impactos para as famílias, para a economia do município e para toda a região. Nas relações de trabalho, essa é uma ferida que seguimos carregando”, afirmou o presidente do Sindicato.
“Mas há também um sentimento de satisfação ao ver o resultado de um compromisso construído com a Toyota e a Santa Casa. Conhecer o novo Centro de Hemodinâmica e a ampliação da UTI, perceber o cuidado em cada detalhe e ver esse investimento voltado ao atendimento e ao acolhimento das pessoas mostra que é possível transformar uma situação difícil em uma iniciativa positiva para a população”, completou.
Damasceno destacou também que a iniciativa demonstra a importância do diálogo e da construção de soluções que beneficiem a sociedade.

“O grande legado que fica é mostrar que é possível construir iniciativas mesmo em meio ao conflito, encontrando soluções inteligentes que beneficiem toda a comunidade. Esperamos que outras empresas da região, mantendo suas atividades aqui, também possam se tornar parceiras da Santa Casa, ampliando a capacidade de atendimento e fortalecendo uma instituição que é referência entre as Santas Casas do Brasil”, afirmou.
Centro de Hemodinâmica e UTI na Santa Casa são frutos da negociação entre Sindicato e Toyota
Wellington lembrou ainda que o projeto foi construído de forma independente das negociações envolvendo as indenizações trabalhistas dos trabalhadores da montadora.
“É importante destacar que isso não tem relação com a negociação trabalhista e não trouxe qualquer prejuízo aos trabalhadores e trabalhadoras. Trata-se de uma marca positiva que demonstra que, por meio da negociação coletiva, é possível não apenas resolver conflitos do dia a dia do trabalho, mas também construir soluções que melhorem a qualidade de vida das pessoas, especialmente daquelas que mais precisam.”

Para o dirigente, a construção dessa contrapartida social reforça o papel da negociação coletiva como instrumento de transformação social. “No processo de negociação com a Toyota, além de discutir as questões ligadas diretamente aos trabalhadores, entendemos que era importante que a fábrica deixasse um legado para São Bernardo. Hoje vemos esse compromisso se transformar em um equipamento que vai salvar vidas e fortalecer a saúde pública da nossa cidade.”
Como foram as negociações com a Toyota
A Toyota anunciou o fechamento da planta de São Bernardo do Campo em abril de 2020. Desde então, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC esgotou todas as possibilidades de negociação na tentativa de reverter a decisão da empresa.
Em junho de 2022, os trabalhadores aprovaram o acordo coletivo que definiu as condições de transferência para outras unidades da montadora e a abertura do Programa de Demissão Voluntária (PDV). Com 60 anos de história, a unidade de São Bernardo foi a primeira fábrica da Toyota fora do Japão e encerrou suas atividades produtivas contando com cerca de 550 trabalhadores.
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Greve na CPTM continua nesta quarta (5) de agosto
Trabalhadores da CPTM mantém a greve nesta quarta-feira, dia 5 de agosto. Governo Tarcício não atendeu aos pedidos dos ferroviários. Leia mas sobre a greve nos trens da CPTM com a TVT News.
Linhas 11, 12 e 13 da CPTM seguem em greve nesta quarta
Leia a nota do Sindicato dos Ferroviários que decidiu pela manutenção da greve
Após tentativa de negociação, Ferroviários mantêm GREVE e convocam nova assembleia.
São Paulo, 04 de agosto de 2026 O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil informa que, após mais uma tentativa de negociação com o Governo do Estado de São Paulo, a categoria deliberou pela manutenção do movimento paredista (GREVE).
Apesar das tratativas realizadas ao longo desta terça-feira, o Governo do Estado (Tarcísio de Freitas) ainda não apresentou uma garantia concreta por escrito, de manutenção dos empregos de todos os trabalhadores da CPTM, principal reivindicação dos Ferroviários durante todo o processo de negociação.
Diante da ausência dessa garantia, a assembleia da categoria decidiu manter a GREVE e convocou nova Assembleia Geral para esta quarta-feira, 05 de agosto, às 17h00, quando os trabalhadores voltarão a avaliar o andamento das negociações e os próximos encaminhamentos do movimento.
Os Ferroviários reafirmam que permanecem abertos ao diálogo e reiteram que a GREVE poderá ser encerrada tão logo o Governo do Estado formalize o compromisso de preservar os empregos de todos os trabalhadores da CPTM. A categoria destaca que o movimento tem como objetivo defender os direitos dos Ferroviários e garantir segurança aos milhares de profissionais que dedicaram suas carreiras ao transporte público paulista.
Ferroviários deram prazo para governo Tarcísio se manifestar sobre manutenção dos empregos
Confira a nota do Sindicato dos Ferroviários sobre o prazo dado ao governo Tarcísio de Freitas.
Ferroviários dão prazo final de uma hora para resposta do Governo sobre a garantia dos empregos na CPTM São Paulo, 04 de agosto de 2026 – 17h48
O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil informa que a categoria concede ao Governo do Estado de São Paulo o prazo de uma hora, contado a partir das 17h48 desta terça-feira (04/08) , para que o Governador Tarcísio de Freitas apresente uma manifestação oficial garantindo a manutenção dos empregos dos trabalhadores da CPTM.
A categoria reafirma que sua principal reivindicação sempre foi a preservação dos postos de trabalho dos Ferroviários diante do processo de concessão das linhas da CPTM.
Durante todas as negociações, os trabalhadores buscaram o diálogo e uma solução que garantisse segurança aos empregados e tranquilidade aos usuários do transporte ferroviário.

Caso não haja uma resposta concreta do Governo dentro do prazo estabelecido, os Ferroviários manterão a deliberação aprovada em assembleia, que pode ser com a manutenção do movimento grevista, por entender que não houve compromisso efetivo com a garantia dos empregos.
Os Ferroviários reiteram que a greve poderia ser evitada com a apresentação de uma garantia formal de manutenção dos postos de trabalho. A categoria permanece aberta ao diálogo até o encerramento do prazo concedido ao Governo.
Greve na CPTM atinge linhas 11, 12 e 13
A mobilização pede garantia de emprego para 4 mil trabalhadores e a reversão da concessão das linhas que foram privatizadas.
As linhas 11 e 12 operaram parcialmente desde a manhã, enquanto a Linha 13 e o Expresso não operaram.
A concessão foi efetivada em julho, mas problemas como sucessivos atrasos e um incêndio em um trem levaram o governo estadual a retomar, por 90 dias, a operação das linhas, que estava com a empresa Trivia.
As linhas atendem à Zona Leste, região mais extensa e populosa da cidade, à cidade de Guarulhos e a outras cidades da região do ABC Paulista.
Os lucros cresceram e agora é a vez de valorizar os bancários
Artigo da Presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Neiva Ribeiro, sobre a sexta rodada de negociação da Campanha Nacional Unificada dos Bancários, especial para a TVT News.
Por Neiva Ribeiro *
A Campanha Nacional Unificada dos Bancários chega à sexta rodada de negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), marcada para esta terça-feira (4), em um momento decisivo. Durante o mês de agosto, as negociações se concentram nas cláusulas econômicas, ao mesmo tempo em que aguardamos o retorno das discussões sobre as cláusulas sociais. É hora de os bancos demonstrarem, na prática, que reconhecem a contribuição dos trabalhadores para os resultados históricos do setor.
Desde o início da campanha, temos deixado claro que a categoria não aceitará encerrar as negociações sem avanços concretos em temas fundamentais, como reajuste salarial, valorização da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e recomposição dos vales-refeição e alimentação. Essas reivindicações não surgiram por acaso. Elas refletem o que os próprios bancários apontaram na consulta nacional que orientou a construção da pauta de negociações: 93% dos participantes indicaram o aumento real dos salários como prioridade; 63% defenderam a ampliação da PLR; e 51% consideraram essencial um reajuste maior para o vale-refeição e o vale-alimentação.
Os números do setor financeiro comprovam que essas demandas são plenamente viáveis. Entre 2003 e 2025, o lucro líquido dos maiores bancos brasileiros cresceu 178% acima da inflação. Apenas em 2025, os cinco maiores bancos registraram lucro de R$ 124 bilhões, destacando que o patamar de rentabilidade continua extremamente elevado e muito superior ao de outros segmentos da economia.
Os bancos seguem entre as atividades mais rentáveis do país. Em 2025, enquanto os patrimônios líquidos somados dos setores de eletroeletrônica e mecânica alcançaram R$ 48 bilhões, o patrimônio líquido do setor bancário chegou a aproximadamente R$ 1,2 trilhão — cerca de 25 vezes superior.
Bancários pedem vale-refeição maior
Outra reivindicação urgente diz respeito ao vale-refeição. O benefício perdeu poder de compra nos últimos anos e já não acompanha o custo da alimentação nas principais cidades brasileiras. Para restabelecer a mesma relação existente em setembro de 2019 entre o valor do benefício e o custo da cesta básica, seria necessário um reajuste de aproximadamente 40%, elevando o valor mensal de R$ 924,47 para R$ 1.293,73.
Além disso, em cinco municípios que concentram cerca de metade da categoria bancária — São Paulo, Brasília, Osasco, Rio de Janeiro e Belo Horizonte — o custo médio de uma refeição já supera o valor diário de R$ 53,33 pago atualmente. Atualizar esse benefício significa preservar a qualidade de vida dos trabalhadores.
Desigualdade na distribuição dos lucros dos bancos
Há ainda um aspecto que evidencia o desequilíbrio na distribuição dos resultados do setor. As receitas obtidas com tarifas bancárias, que representam uma fonte secundária de arrecadação, são suficientes para cobrir com folga toda a despesa com pessoal. Isso demonstra que existe ampla capacidade financeira para valorizar quem produz diariamente esses resultados.
Ao mesmo tempo, os dados revelam uma enorme desigualdade na distribuição da riqueza gerada pelos bancos. Segundo os Formulários de Referência encaminhados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a remuneração média anual dos integrantes das diretorias estatutárias de quatro dos maiores bancos do país alcança R$ 10,3 milhões por executivo. Esse montante equivale a aproximadamente 120 vezes a remuneração anual de um escriturário, considerando salários, 13º, férias, vales e PLR.
- Leia também: Metalúrgicos do ABC participam da inauguração de Centro de Hemodinâmica e UTI na Santa Casa
Os bancários contribuíram decisivamente para que o sistema financeiro brasileiro alcançasse níveis recordes de rentabilidade, mesmo diante de crises econômicas, transformações tecnológicas e mudanças profundas na forma de atendimento à população. Valorizar esses trabalhadores não é apenas uma questão de justiça. É reconhecer que a alta rentabilidade dos bancos é resultado direto da dedicação de milhares de profissionais que garantem diariamente o funcionamento de um dos setores mais lucrativos da economia brasileira.
Esperamos que, nesta nova rodada de negociações, a Fenaban apresente propostas compatíveis com essa realidade. A categoria bancária merece respeito, valorização e uma participação mais justa na riqueza que ajuda a construir.
Sobre a autora

* Neiva Ribeiro é a atual presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região. É formada em Letras pela Universidade Guarulhos, pós-graduada em Gestão Pública pela Fesp-SP, e em Gestão Universitária pela Unisal. É funcionária do Bradesco desde 1989. Ingressou na direção do Sindicato em 2000.
Foi diretora-geral da Faculdade 28 de Agosto de Ensino e Pesquisa, secretária de Formação e secretária-geral da entidade.
Lula é entrevistado nos podcasts Os 3 elementos e Meteoro Brasil
Lula em podcasts de ciência. O presidente Lula é entrevistado, nesta quinta, dia 4, a partir da 11h, por dois canais de divulgação científica: o podcast Os 3 elementos e o canal Meteoro Brasil.
Acompanhe, ao vivo, com a TVT News.
Meteoro Brasil é um canal sobre notícias, cultura pop, ciência e filosofia. O canal Os Três Elementos é um popular podcast brasileiro de divulgação científica que mistura ciência, educação e humor. Ele é apresentado por Emilio Garcia, Carlos Ruas e Mila Massuda.
Acompanhe a entrevista do presidente Lula nos podcasts de divulgação científica
Escolha o podcast preferido para assistir à entrevista do presidente Lula
Lula no podcast Os 3 elementos
Lula no podcast Meteoro Brasil
Como foi a entrevista no podcast Inteligência Ltda
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, em 31 de julho, do podcast Inteligência Ltda., comandado por Rogério Vilela, em uma entrevista de duas horas na qual revisitou sua trajetória política e sindical, defendeu o papel do Estado no desenvolvimento do país e apresentou as prioridades de um eventual novo mandato, com foco em educação, reindustrialização, soberania nacional, defesa, transição energética e proteção social.
Atendendo ao tradicional pedido de Rogério Vilela para que convidados levem objetos para decorar o estúdio, Lula brincou nas redes sociais que não encontrou “nada inútil” para presentear o podcast.
Em vez disso, levou um Zé Gotinha, amostras de biodiesel e uma miniatura do caça supersônico Gripen, atualmente produzido parcialmente no Brasil.
O Rogério Vilela, do @InteligenciaLta, me pediu alguns presentes inúteis para colocar no cenário. Procurei, procurei… e não encontrei nada inútil. 😅
— Lula (@LulaOficial) July 31, 2026
Levei o que o Brasil tem de melhor: o Zé Gotinha, amostras do nosso biodiesel – nosso combustível do presente e do futuro -, e… pic.twitter.com/ImNbelYoL4
“Quando falo do SUS, de energia renovável e de Defesa, estou falando de soberania”, escreveu o presidente.
Durante a conversa, Lula utilizou os presentes levados ao estúdio para explicar a estratégia de reindustrialização do governo.
O presidente defendeu o biodiesel, o etanol e o combustível sustentável de aviação (SAF) como diferenciais competitivos do Brasil na transição energética mundial.

Segundo ele, o país possui uma das matrizes energéticas mais limpas do planeta e pode liderar a produção mundial de combustíveis renováveis.
Também destacou a indústria de defesa como vetor de inovação tecnológica, geração de empregos qualificados e fortalecimento da soberania nacional.
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Podemos ficará neutro e Renata Abreu está fora da chapa de Flávio Bolsonaro
O Podemos deve se manter neutro na eleição presidencial de 2026 e não apoiar oficialmente nenhum dos candidatos à Presidência. A decisão dificulta os planos de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que buscava ampliar o número de partidos aliados e ainda encontrar um nome de outra legenda para compor sua chapa como vice. Saiba mais na TVT News.
A deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP), que comanda a sigla, chegou a ser avaliada como possível candidata à vice-presidência. A hipótese, porém, perdeu força após conversas com dirigentes estaduais. A avaliação predominante dentro do partido foi de que preservar a liberdade para negociar alianças nos estados seria mais vantajoso do que assumir um compromisso nacional.
O posicionamento segue uma tendência adotada por diferentes partidos do chamado Centrão. União Brasil e Progressistas, que integram a federação União Progressista, além de Republicanos e MDB, também optaram por não estabelecer, neste momento, uma aliança nacional com o PL para a disputa presidencial.
A estratégia permite que essas siglas façam acordos distintos nos estados, de acordo com as características de cada eleição local. Além da disputa pelos governos estaduais, os partidos buscam fortalecer suas bancadas na Câmara dos Deputados e no Senado.
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Zema também tentou atrair o Podemos para chapa
O Podemos também foi procurado pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que pretende disputar a Presidência. O governador avaliava uma composição com a legenda e tinha interesse em lançar o empresário Geraldo Ruffino para a vice.
A negociação não prosperou. O Podemos decidiu apresentar Ruffino como candidato ao Senado por São Paulo e declarou apoio à tentativa de reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao governo paulista.
Com a escolha pela neutralidade nacional, o Podemos mantém maior margem para negociar alianças regionais e evita se comprometer antecipadamente com as candidaturas presidenciais.
Republicanos também não fecha com Flávio
O cenário se tornou ainda mais difícil para Flávio Bolsonaro depois que o Republicanos decidiu não apoiar oficialmente nenhum candidato à Presidência.
A legenda abriga um dos nomes que chegaram a ser considerados para a vice de Flávio: Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal. Ela participa da elaboração de propostas econômicas para a campanha do senador.
A possibilidade, entretanto, enfrenta resistência dentro do próprio Republicanos. Marques ingressou recentemente na legenda e não é considerada, por parte dos dirigentes, uma figura que tenha trajetória suficiente dentro do partido para representá-lo em uma chapa presidencial.
Com as portas fechadas por diferentes siglas, aumenta a possibilidade de Flávio Bolsonaro formar uma chapa composta apenas por integrantes do PL. Nesse cenário, o candidato a vice sairia dos quadros do próprio partido.
União Progressista prioriza alianças estaduais
A federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas, também decidiu não integrar uma chapa nacional com o PL.
Flávio chegou a convidar a senadora Tereza Cristina (PP-MS) para ocupar a vice. Embora tenha demonstrado disposição para aceitar a proposta, a candidatura não avançou após a direção do partido avaliar que a aliança nacional seria menos interessante do que preservar espaço para acordos regionais.
A decisão foi tomada depois de reunião da executiva nacional do Progressistas. A avaliação foi de que o partido teria mais a ganhar concentrando esforços nas disputas estaduais e na formação de bancadas no Congresso.
O mesmo cálculo tem orientado outras legendas do Centrão. Ao evitar um compromisso presidencial único, os partidos podem apoiar diferentes candidatos nos estados e construir alianças conforme os interesses políticos de cada região.
Para Flávio Bolsonaro, a sequência de negativas reduz as alternativas para a formação de uma chapa com apoio de partidos de centro. A tendência, portanto, é de que o PL tenha de escolher internamente o nome que ocupará a vice, enquanto as demais siglas mantêm autonomia para definir seus palanques e alianças regionais ao longo da campanha de 2026.
SP: ventania pode atingir 50 km/h no fim de semana
Mateus Crobelatti* – Estagiário das Agência Brasil
A aproximação de uma frente fria no oceano, combinada a uma área de baixa pressão atmosférica, deve alterar as condições do tempo em São Paulo entre sexta-feira (8) e sábado (9).
Leia em TVT News.
Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas de São Paulo (CGE), para os dois dias a previsão é de pancadas de chuva acompanhadas por rajadas de vento que podem chegar a 50 km/h. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) faz a mesma previsão de ventanias.
>> Ventania deixa 5 mortos e provoca destruição em São Paulo e Rio de Janeiro
Ventania com 50 km/h de velocidade são considerados moderados a fortes e podem provocar danos como queda de galhos, causar destelhamentos e falhas na rede elétrica.
Previsão desta quarta-feira (5)
Amanhã, quarta-feira (5), predomina o cenário atmosférico de sol e nebulosidade variada. As temperaturas variam entre mínima de 15°C na madrugada e máxima de 27°C. Os menores valores de umidade do ar devem ficar próximos aos 35%. Não há previsão de chuva.
Para quinta-feira, a previsão é de céu encoberto pela manhã, com os termômetros registrando marcas perto dos 15°C. Ao longo do período matutino, a cobertura de nuvens tende a se dispersar, permitindo que a temperatura atinja a máxima de 27°C durante a tarde, enquanto a umidade relativa mínima do ar deve se situar na faixa dos 40%.
*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior.
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