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Da Redação
Quaest divulga pesquisa para presidente na véspera do 2º turno
A Quaest divulga neste sábado (24) a última pesquisa para presidente no 2º turno das eleições de 2026, medindo a intenção de voto na disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
A pesquisa Quaest é divulgada logo após as repercussões do debate da TV Globo, na noite de sexta-feira (23), e chega às vésperas da votação, marcada para este domingo (25).
A pesquisa ouviu 3.702 eleitores entre os dias 23 e 24 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09158/2026.
Confira os números da pesquisa Quaest com a TVT News.
Última pesquisa Quaest para presidente antes do 2º turno
- Quaest divulga a última pesquisa do 2º turno entre Lula x Flávio Bolsonaro: levantamento ouviu 3.702 eleitores entre 23 e 24 de outubro, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
- Quaest na véspera do 2º turno: é o último levantamento do instituto antes da votação de domingo (25), no mesmo dia em que o Datafolha também divulga sua rodada final.
- Quaest mede repercussão do debate da Globo e dos assuntos do dia: o levantamento foi a campo captando os efeitos do caso Ana Clara, da fala de Flávio sobre “nove dedos”, da quebra de sigilo de Willer Tomaz e do relatório do Coaf.
Quaest divulga neste sábado a última pesquisa do 2º turno entre Lula x Flávio Bolsonaro
A Quaest divulga neste sábado (24) sua rodada final para presidente no 2º turno. O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e é o terceiro do instituto na segunda etapa da disputa.
A coleta de dados foi realizada entre os dias 23 e 24 de outubro, ou seja, começou no mesmo dia do debate da TV Globo e se estendeu até a véspera da votação. Com isso, o instituto consegue captar eventuais movimentos de última hora entre eleitores indecisos.
Registro da pesquisa Quaest no TSE
BR-09158/2026 — Pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral, com 3.702 entrevistados, margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Pesquisa Quaest mede repercussão do debate da Globo
O debate da TV Globo, realizado na noite de sexta-feira (23), foi o último confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro antes da votação. A Quaest foi a campo durante e após o programa, o que permite ao instituto avaliar como os eleitores reagiram aos principais momentos do embate.

Entre os episódios que marcaram o debate estão a fala de Flávio Bolsonaro classificada como preconceituosa sobre o acidente que Lula sofreu enquanto trabalhava e à insensibilidade de Flávio sobre o caso Ana Clara.
O que as pesquisas qualitativas mostram sobre o debate da Globo
Levantamentos qualitativos realizados por institutos durante e após o debate indicam que a maior parte dos eleitores já havia decidido o voto antes do confronto. Entre os indecisos, porém, houve movimentação: segundo relato publicado pelo Estadão, Lula saiu na frente nesse segmento específico.
Lula sai na frente na disputa pelos indecisos, apoiado em deslizes de Flávio Bolsonaro | Pesquisa qualitativa conduzida pelo cientista político Renato Dorgan, CEO do instituto Travessia, a pedido do ‘Estadão’, identifica reações de eleitores ao debate … https://t.co/6Ej8w9BX4h pic.twitter.com/MTLZ9P2VPR
— Estadão 🗞️ (@Estadao) October 24, 2026
A leitura de analistas é de que o debate não alterou de forma significativa a estrutura da disputa, mas ajudou a consolidar percepções sobre os candidatos entre os eleitores que ainda estavam em dúvida.
Quais os últimos números da pesquisa Quaest para presidente no 2º turno
Na rodada anterior, divulgada em 21 de outubro, a Quaest mostrou Flávio Bolsonaro com 45% das intenções de voto totais, contra 44% de Lula — empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Nos votos válidos, os números ficaram em 51% para Flávio e 49% para Lula.
- Quaest: votos totais
Na primeira pesquisa do 2º turno, divulgada em 14 de outubro, Flávio apareceu com 46% e Lula com 44%. A variação entre as duas rodadas ficou dentro da margem de erro, indicando estabilidade na disputa.
Datafolha e outros institutos de pesquisa divulgam resultado na véspera do 2º turno
Além da Quaest, o Datafolha também divulga neste sábado (24) sua rodada final para presidente no 2º turno. O levantamento ouviu 4.050 eleitores entre os dias 23 e 24 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais, e está registrado no TSE sob o número BR-09540/2026.
Na rodada anterior, divulgada em 22 de outubro, o Datafolha apontou Flávio Bolsonaro com 47% das intenções totais e Lula com 45%. Nos votos válidos, o senador registrou 51%, e o petista, 49%.
Entenda o que pode influir na decisão dos eleitores na véspera do 2º turno
A reta final da campanha foi marcada por uma sequência de fatos que podem pesar sobre o eleitorado indeciso. Os principais estão listados abaixo.
- Caso Ana Clara movimenta as redes depois do debate e antes do 2º turno: o episódio voltou ao centro do noticiário após o debate da Globo e passou a circular intensamente nas redes sociais, com potencial de influenciar eleitores que ainda não haviam definido o voto.

- Coaf aponta transações incompatíveis com a renda de Flávio Bolsonaro: relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) indica que o senador movimentou R$ 1,3 milhão em três meses e usou repasse de escritório de advocacia para quitar uma mansão. A defesa do senador nega irregularidades.
- Moraes determina quebra de sigilo e bloqueio de bens de Willer Tomaz: o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o bloqueio de até R$ 6 bilhões do advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro, e determinou a quebra de sigilo da empresa da qual o senador era usuário master.

- Repercussão internacional do debate: a imprensa internacional destacou o confronto da TV Globo e apontou que Lula colocou Flávio Bolsonaro na defensiva durante o programa.
Mãe de Ana Clara esteve no debate e responde à Flávio Bolsonaro
A mãe de Ana Clara acompanhou o debate da TV Globo na plateia e, em entrevista aos jornalistas que acompanham o debate, afirmou que Flávio Bolsonaro não respondeu por que defendeu o assassino de sua filha. O tema ganhou força nas redes sociais.
Ana Clara: uma vida interrompida, uma família que merece respeito!
— Lula (@LulaOficial) October 24, 2026
Flávio Bolsonaro demonstra tamanho descaso com a morte de uma menina de apenas 5 anos que sequer sabe o nome da vítima cujo assassino ele ajudou a proteger da responsabilização judicial.
Ana Clara teve sua vida… pic.twitter.com/KzYrcnmQuj
O deputado Marcelo Freixo também publicou vídeo sobre o caso, ampliando a circulação do assunto entre eleitores nas horas que antecedem a votação.
O assassino de Ana Clara, Bruno Dias Delaroli, foi preso em flagrante pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. A perícia só encontrou capsulas do fuzil dele em toda a região da cena do crime, não houve confronto, não houve tiroteio. É inacreditável o desrespeito dele com a mãe,… pic.twitter.com/AOWDGgjea1
— Marcelo Freixo (@MarceloFreixo) October 24, 2026
Qual a metodologia da pesquisa Quaest para presidente no 2º turno
A pesquisa Quaest ouviu 3.702 eleitores de 16 anos ou mais em todo o território nacional, entre os dias 23 e 24 de outubro de 2026. As entrevistas foram realizadas de forma presencial e domiciliar. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi contratado pela Globo Comunicação e Participações e pelo jornal O Globo.
Para montar o desenho amostral, a Quaest utiliza dados do TSE, do Censo 2022 e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE.
Consulte as pesquisas para presidente registradas no TSE
Todas as pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2026 precisam ser registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes de sua divulgação. No portal do TSE, é possível consultar as pesquisas registradas, verificando informações como o número de protocolo, o instituto responsável, a contratante, a metodologia e o período de coleta dos dados.
Para consultar as pesquisas para presidente no 2º turno registradas no TSE, acesse o sistema de Pesquisas Eleitorais no site oficial do Tribunal Superior Eleitoral.
Leia também
Pesquisa CNT/MDA: Flávio Bolsonaro tem 50,7% dos votos válidos, e Lula, 49,3%
Na última pesquisa da CNT antes do segundo turno e da decisão final das eleições presidenciais, a Pesquisa CNT de Opinião atualiza o cenário da disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Confira as pesquisas da véspera do 2° turno com a TVT News.
A 173ª rodada, divulgada neste sábado (24) pela CNT, em parceria com o Instituto MDA Pesquisa, mostra que Flávio Bolsonaro tem 46,3% das intenções de voto estimuladas, enquanto Lula registra 45,0%. Os votos em branco ou nulos somam 5,8%, e 2,9% dos entrevistados não sabem ou não responderam.
Pesquisa CNT/MDA: votos válidos
Considerando apenas os votos válidos, excluídos os votos em branco, nulos e os entrevistados indecisos, Flávio Bolsonaro registra 50,7%, ante 49,3% de Lula. A diferença é de 1,4 ponto percentual entre os candidatos, o que indica empate técnico dentro da margem de erro (2,2 pontos percentuais).

Na consulta espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio Bolsonaro aparece com 45,4% das intenções de voto, enquanto Lula registra 43,5%. Os votos em branco ou nulos correspondem a 5,8%, e 5,3% dos entrevistados estão indecisos.
O relatório também mostra que 92,7% dos eleitores afirmam que sua decisão de voto é definitiva, enquanto 7,3% dizem que ainda podem mudar de opinião até o dia da eleição. Entre os eleitores de Lula, 95% declaram já ter definido o voto. Entre os que afirmam votar em Flávio Bolsonaro, 93% revelam que a escolha é definitiva.
Quando questionados sobre quem acreditam que vencerá a eleição, independentemente de sua própria intenção de voto, 51,6% dos entrevistados apontam Flávio Bolsonaro, enquanto 37,6% acreditam na vitória de Lula. Outros 10,8% não souberam ou não responderam.
Avaliação do governo Lula na pesquisa CNT/MDA
Na avaliação de governo, 38,4% o classificam como “ruim” ou “péssimo”, 37,9% como “ótimo” ou “bom” e 22,6%, regular. Outros 1,1% não souberam ou não responderam. Já na avaliação do desempenho pessoal do presidente Lula, 48,8% afirmam desaprovar, enquanto 47,6% dos entrevistados aprovam a sua atuação. Outros 3,5% não souberam ou não responderam.
A 173ª rodada da Pesquisa CNT de Opinião foi realizada entre os dias 21 e 23 de outubro de 2026, com 2.032 entrevistas em 140 municípios. A coleta foi presencial, em domicílios e pontos de fluxo. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A Pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02136/2026.
Acesse aqui a 173ª rodada da Pesquisa CNT de Opinião na íntegra.
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Exército do Lula faz live de 24h, assista
O deputado federal André Janones (Rede-MG) está ao vivo 24 horas na live da virada do “Exército do Lula”, canal de mobilização de apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A live começou logo o debate presidencial da TV Globo, nesta sexta-feira (23), e seguirá até a noite de sábado (24), véspera do segundo turno das eleições. Leia em TVT News.
Ao vivo 24h: assista a live da virada do Exército do Lula
Live do Exército do Lula vai até a véspera do 2° turno
Em publicação nas redes sociais, Janones convocou os participantes do canal e afirma que a transmissão terá a distribuição de “missões” para os apoiadores.
Segundo o parlamentar, as atividades devem ajudar a ampliar o alcance das mensagens favoráveis à reeleição de Lula. Ele não detalhou previamente quais serão as tarefas.
>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp
Janones afirmou que pretende manter a transmissão sem interrupções durante as 24 horas. O deputado também declarou que quer transformar a iniciativa na maior live do mundo.
Onde assistir à transmissão?
Para acompanhar a live, o público pode entrar no canal oficial do presidente Lula.
O canal “Exército do Lula”, por sua vez, funciona no WhatsApp e é utilizado para distribuir mensagens, vídeos e orientações aos apoiadores do presidente. A divulgação da transmissão também ocorre por meio desse espaço.
Até o anúncio, Janones não havia detalhado todas as informações sobre a plataforma e o acesso direto à live de 24 horas. Por isso, a recomendação é acompanhar as publicações do deputado para obter o link oficial da transmissão.
O que é o Exército do Lula?
O “Exército do Lula” é um canal de mobilização política administrado por André Janones no WhatsApp. O grupo integra a estratégia digital de apoiadores do presidente durante o segundo turno e reúne milhões de participantes.
A iniciativa busca ampliar a circulação de conteúdos favoráveis a Lula e estimular a participação de apoiadores nas redes sociais. Com a live, Janones pretende organizar ações coordenadas nos últimos dias antes da votação, marcada para domingo (25).
O deputado já havia participado de uma transmissão ao vivo com Lula na quinta-feira (22), realizada no YouTube. Durante a conversa, os dois comentaram o cenário eleitoral e convocaram apoiadores para a reta final da campanha.
Melhores momentos do debate da Globo entre Lula x Flávio Bolsonaro
O último debate presidencial antes do segundo turno aconteceu nesta sexta-feira (23), com transmissão ao vivo e checagem de fatos por diferentes veículos. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) se enfrentaram nos estúdios da Globo no Rio de Janeiro.
O embate teve quatro blocos, regras específicas de movimentação no palco e uma estrutura de verificação que não foi exibida na TV aberta, mas pode ser acompanhada em tempo real aqui na TVT News.
Checagem do debate Lula x Flávio Bolsonaro
Fato ou Fake no debate da Globo
- CASO DARK HORSE

- PASSEIO DE BARCO COM PROSTITUTAS

- WILLER TOMAZ, AMIGO DE FLÁVIO BOLSONARO

- MÃE DE ANA CLARA ESTÁ NA PLATÉIA
Para Vera Magalhães, “agora é Flávio Bolsonaro que, de forma inacreditável, levanta uma bola para Lula ao trazer o tema das saidinhas. Lula aproveita para citar a mãe da menina Ana Clara, de 5 anos. Flávio erra o nome da mãe da menina e a chama de Ana Clara.

- Opinião dos jornalistas da Globo




Mãe de Ana Clara grita a Flávio da plateia: “Ela morreu!”
— Folha de S.Paulo (@folha) October 24, 2026
🎥 Mônica Bergamo#videosdafolha #monicabergamo #anaclara #debateglobo #eleicoes2026 pic.twitter.com/hhHO61n49Y
- PANDEMIA – Flávio Bolsonaro mentiu quando falou que Jair Bolsonaro não debochou dos mortos da pandemia. Veja o vídeo de Bolsonaro abaixo:

Já que o Flávio Bolsonaro quer que vocês vejam esse vídeo: pic.twitter.com/yh5CW8xpJh
— Guilherme Cortez tá com Lula (@cortezpsol) October 24, 2026
- Comentário dos jornalistas da Globo


- Informação falsa do Bolsonaro sobre o Agro

- SALÁRIO MÍNIMO – Lula falou a verdade, mais um vez, porque o salário mínimo seria ainda mais baixo se não houvesse o reajuste do governo Lula.

- Comentário dos jornalistas da Globo

- OBRAS PARALISADAS: Lula foi impreciso, porque o Bolsonarismo deixou mais obras paralisadas do que Lula falou:
- Checagem do ICL

React de Janones
Quer acompanhar o react do debateda Globo com o Janones, veja na live abaixo:
- Janones reage ao debate no ICL:
- Enquanto isso: Alexandre de Moraes determina a quebra do sigilo fiscal de Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Willer Tomaz, advogado e empresário ligado a Flávio Bolsonaro. A informação foi divulgada pelo jornalista Gustavo Uribe no Blog do Gustavo Uribe na CNN Brasil.
Detalhes da decisão de Moraes:
- Alvo da medida: O advogado e empresário Willer Tomaz.
- Bloqueio de bens: O magistrado ordenou o congelamento de bens móveis e imóveis em valores de até R$ 6 bilhões.
- Outras restrições: Determinou o cancelamento de passaportes e deu um prazo de 24 horas para o envio de informações sobre as empresas ligadas ao empresário.
- Motivo da investigação:Polícia Federal investiga suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, além de apurar se há sociedade oculta entre Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro. A medida de urgência foi solicitada pelos investigadores por receio de fuga do investigado
- 21h35 – Começou o debate
Checagem do debate Lula x Flávio Bolsonaro com o curso de Jornalismo da USP
Iniciativa do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA/USP, a equipe de checagem de fatos é formada por professores e estudantes de jornalismo da USP e acompanhará ao vivo o debate presidencial da Globo, verificando as informações apresentadas pelos candidatos durante a transmissão
Lula x Flávio Bolsonaro no debate da Globo
- Que horas é o debate da Globo: às 21h20 (horário de Brasília), logo após o Jornal Nacional.
- Como assistir: TV Globo, GloboNews, g1 e Globoplay, com transmissão simultânea.
- Regras do debate Lula x Flávio Bolsonaro: quatro blocos, temas determinados e livres, com restrições de movimentação no palco.
- O debate da Globo vai ter checagem? A TV aberta não terá checagem ao vivo, mas diversos sites, como a TVT News, publicaão verificações, como o G1 no Fato ou Fake, com acompanhamento em tempo real.
- Exército do Lula faz live de 24h hoje (23) após debate da Globo; veja como assistir
Que horas é o debate da Globo?
O debate está marcado para começar às 21h20 (horário de Brasília), imediatamente após a exibição do Jornal Nacional na TV Globo. A mediação será do jornalista César Tralli, e o encontro será realizado nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. A duração prevista não foi detalhada, mas a estrutura de blocos indica um programa extenso, com considerações finais após as rodadas de perguntas e respostas.
Como acompanhar o debate da Globo?
A transmissão será multiplataforma, permitindo que o eleitor acompanhe o confronto pela televisão aberta, por canais de notícias por assinatura, pelo portal de notícias do grupo e pela plataforma de streaming.
Onde ver o debate da Globo
- TV Globo: exibição ao vivo na TV aberta, após o Jornal Nacional.
- GloboNews: transmissão simultânea pelo canal de notícias por assinatura.
- g1: transmissão simultânea pela internet, no portal de notícias.
- Globoplay: disponível em simulcast durante o debate e, na íntegra, após o encerramento.
A TVT News também fará cobertura ao vivo no site e redes sociais, com contextualização das principais informações e dados apresentados pelos candidatos
Quais as regras do debate da Globo?
A Globo definiu uma dinâmica com quatro blocos, sendo três com temas determinados e um de tema livre, além das considerações finais. A ordem das perguntas será definida por sorteios ao vivo, e a proposta é aprofundar os planos de governo dos candidatos.

Primeiro bloco: serão seis rodadas com assuntos relacionados às diferentes regiões do país e a um tema prioritário de âmbito nacional. Cada candidato terá três minutos por rodada, divididos entre pergunta, resposta, réplica e tréplica.
Segundo e terceiro blocos: os candidatos escolherão os temas das perguntas entre as opções exibidas em um telão, mantendo a mesma dinâmica de tempo dos três minutos por rodada.
Quarto bloco: tema livre. Cada candidato terá oito minutos de fala, sem limite de intervenções, e poderá se movimentar livremente pelo seu lado do cenário.
Movimentação no palco: nos três primeiros blocos, o candidato que estiver com a palavra poderá circular pelo cenário, enquanto o adversário deverá permanecer em seu púlpito até chegar a sua vez de falar. A regra foi adotada após o debate da Band, quando Flávio Bolsonaro se posicionou atrás de Lula em diferentes momentos. No quarto bloco, a movimentação é liberada apenas pelo próprio lado do cenário.
Como ver a checagem do debate da Globo?
A TV Globo não fará checagem de fatos ao vivo na transmissão da TV aberta, ou seja, não haverá intervenções para corrigir ou contestar as declarações dos candidatos durante o debate. A verificação ficará concentrada nas plataformas digitais do grupo e em iniciativas de outros veículos e entidades.
O g1 mobilizará uma equipe de mais de 30 jornalistas do projeto Fato ou Fake para verificar as declarações durante o encontro. As publicações serão feitas nas páginas do g1 e dos jornais O Globo, Valor Econômico e Extra, além do portal da rádio CBN.
A GloboNews exibirá um programa especial após o debate com os resultados apurados. O trabalho de checagem utiliza três classificações: #FATO, #NÃOÉBEMASSIM e #FAKE.
Onde ver a checagem do Debate Lula x Flávio Bolsonaro
Diferentes organizações e veículos de imprensa montaram estruturas de verificação em tempo real para acompanhar as falas dos candidatos. Entre as iniciativas confirmadas estão:
- UOL Confere: checagem ao vivo pelo Canal UOL no YouTube, a partir das 21h, com reações e comentários de colunistas. Após o debate, um texto com a checagem completa será publicado no site do UOL.
- ICL Notícias: checagem de fatos ao vivo pelo canal do veículo no YouTube, com participação de Eduardo Moreira, Deborah Magagna, Juliana Dal Piva e Paulo Motoryn.
- ECA-USP: professores e estudantes de jornalismo da Escola de Comunicações e Artes da USP farão checagem em tempo real, com transmissão pelo canal do Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE) no YouTube, a partir das 21h.
- FENAJ e entidades: a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), em conjunto com a Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD) e a ALCAR, transmitirá a checagem simultânea pelo YouTube.
- TVT News: o portal também acompanhará a checagem do debate, com atualizações em sua página de últimas notícias.
Ministro do TSE mantém Exército do Lula: Kassio Nunes ameaçou derrubar durante o debate da Globo
Às vésperas do debate, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entrou no radar, mais uma vez, de juristas, da imprensa e dos defensores da democracia pela ameaça de tirar o Exército do Lula do ar.
O ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, atendeu nesta sexta-feira (23) a campanha do presidente Lula e barrou uma eventual suspensão do canal Exército do Lula, no WhatsApp.
Kassino Nunes ameaçou derrubar o Exército do Lula
O deputado Janones, jornalistas e outras entidades manifestaram preocupação com a possibilidade de uma nova restrição ao canal de WhatsApp “Exército do Lula” durante ou próximo ao horário do debate na Globo.
Tanto que ABJD cobra TSE por proteção ao canal “Exército do Lula” antes do segundo turno.
O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou, nesta sexta-feira (23), que o canal poderia ser retirado do ar ainda hoje, “próximo ao horário do debate, por uma ordem do TSE”.
A discussão sobre o bloqueio de canais políticos no WhatsApp já vinha sendo tratada pelo Tribunal nos dias que antecederam o segundo turno. A campanha de Lula teme que eventuais decisões da Corte afetem a mobilização digital durante o último embate televisivo antes da votação de domingo.
Organizações fazem checagem em tempo real para debate da Globo
As checagens em tempo real do debate presidencial entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro acontecem por meio de diversas iniciativas. Entre elas, está uma rede provisória de checagem que reunirá a Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, a RNCD (Rede Nacional de Combate à Desinformação), a FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), a SBPJor (Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo) e a AletheiaFact.org.
Além disso, alunos e professores da ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo) também estão organizando uma checagem própria.
Saiba mais em TVT News.
Checagem e react com Janones ao vivo
Checagem do debate Lula x Flávio Bolsonaro com o curso de Jornalismo da USP
Principais checagens do debate
- PANDEMIA – Flávio Bolsonaro mentiu quando falou que Jair Bolsonaro não debochou dos mortos da pandemia. Veja o vídeo de Bolsonaro abaixo:

Já que o Flávio Bolsonaro quer que vocês vejam esse vídeo: pic.twitter.com/yh5CW8xpJh
— Guilherme Cortez tá com Lula (@cortezpsol) October 24, 2026
Preservar a informação
A iniciativa vai contar com jornalistas, pesquisadores e instituições para checar ao vivo a declaração dos candidatos. Os canais da FENAJ e da RNCD no Youtube vão retransmitir as verificações.
A presidenta da Intercom, Iluska Coutinho, explica que as organizações se preocuparam ao ver um processo importante para ajudar o cidadão a tomar a sua decisão eleitoral trazer mensagens sem checagem, permitindo a propagação de preconceitos e informações incorretas. “Levando os eleitores a decisões equivocadas. A comunicação tem um papel importante de esclarecimento da sociedade. É um compromisso de permitir que as pessoas possam agir como cidadãs, com informação de qualidade, informação com contexto. Se a gente deixa a fonte apresentar informações que não são confirmadas e, em alguns casos, inverídicas, contribuimos para a desinformação”, afirmou.
As organizações estão definindo o protocolo que será utilizado nas checagens e, também, a terminologia que será utilizada, como: verdadeiro, falso, impreciso — além de evidenciar o grau de imprecisão.
“Como sociedade científica, pesquisadores, a gente entende o papel dos jornalistas profissionais que desenvolvem o trabalho deles, das agências de checagem, mas achamos que o desafio é tão grande de desinformação e os impactos negativos de desinformação são tão assustadores que todo mundo está se esforçando. [… ] estamos querendo somar esforços”
No último debate presidencial na TV Bandeirantes, a Fenaj e os sindicatos filiados à entidade criticaram o modelo da discussão e a condução do confronto.
Manifesto da ECA
A movimentação dos estudantes e egressos da ECA-USP começou ainda no primeiro turno. Renan Affonso, estudante do último ano de Jornalismo, conta que ex-alunos de Publicidade tiveram a ideia de se organizar depois que o debate no primeiro turno foi cancelado. Assim, foi criado um grupo de WhatsApp e nasceu a carta “Comunicação só de faz com a verdade”. O documento pontua a necessidade de checagem ao vivo nos debates, sugere penalidades como retirada de tempo se algum candidato propagar informação falsa ou ferir os direitos humanos, ou, a Constituição.
“A gente lançou no início do mês, começou a colher assinaturas, chegou a 1.000, 1.500, depois do debate da Band, as pessoas começaram a entender a importância dessa discussão, em um dia passamos para 10 mil assinaturas”, contou Renan.
A checagem da ECA será feita no canal do Youtube do CJEUSP. Será coordenada por cinco professores e cerca de 30 alunos da graduação e da pós que vão voluntariamente realizar a checagem.
O professor de Jornalismo, Rodrigo Ratier, explica a metodologia que será aplicada. “A gente vai trabalhar com categorias simplificadas, vão ser quatro categorias: falso, verdadeiro, enganoso e impreciso. Enganoso é quando você tem uma distorção da informação, uma descontextualização ou um equívoco de ordem numérica, suficientemente grande, para distorcer a interpretação. A gente vai fazer também uma contagem de quantas perguntas não foram respondidas”.
O modelo de fact-checking vai se basear em material jornalístico já publicado por veículos de jornalismo profissional, sejam eles de caráter comercial ou independente. Além disso, os intervalos terão análise dos professores Denis de Oliveira e Vitor Blotta.
“Fazer a checagem no departamento de Jornalismo com alunos e professores, é justamente entender a universidade como um espaço de experimentação e, também, como uma instituição que tem o dever de retornar para a sociedade, já que a gente entende que a universidade pública ela é financiada pelo dinheiro […] quem sabe, daqui a dois anos nas eleições municipais, a gente tenha também outras emissoras embarcando nessa com a gente”, opinou Renan.
Assistir a checagem
Canal da Fenaj: https://www.youtube.com/@fenajoficial
Canal da RNCD: https://www.youtube.com/@RNCDBRASIL
Live ECA USP: https://www.youtube.com/@cjeusp/streams
Checagem da FESPSP
A equipe da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo desenvoveu um sistema de checagem do debate que permite verificar, praticamente em tempo real, a veracidade e precisão dos dados citados pelos candidatos, com bases oficiais confiáveis e verificáveis.
O trabalho é realizado em parceria com a FIA Business School, da Fundação Instituto de Administração (FIA), da USP.
Checagem acontece dois minutos da citação de dados por um candidato
Dois minutos depois da citação aos dados por um candidato, o sistema já classifica sua veracidade e precisão e, ao mesmo tempo, mostra todas as fontes que usou para a checagem e classificação da fala.
O link abaixo permite acesso ao sistema, e traz o exemplo de sua aplicação ao primeiro debate, para facilitar o entendimento e permitir a avaliação da confiabilidade do sistema.
Esse link é compartilhável com qualquer pessoa que você queira. Basta clicar na caixa COMPARTILHAR LINK.
Além disso, o sistema estará disponível para qualquer cidadão ou eleitor que queira acompanhar o debate. É um serviço de utilidade pública, gratuito, sem qualquer patrocínio ou vínculo partidário.
- O link para acesso do site de checagens é: debatometro.com.br
Onde ver o debate da Globo
- TV Globo: exibição ao vivo na TV aberta, após o Jornal Nacional.
- GloboNews: transmissão simultânea pelo canal de notícias por assinatura.
- g1: transmissão simultânea pela internet, no portal de notícias.
- Globoplay: disponível em simulcast durante o debate e, na íntegra, após o encerramento.
A TVT News também fará cobertura ao vivo no site e redes sociais, com contextualização das principais informações e dados apresentados pelos candidatos
Quais as regras do debate da Globo?
A Globo definiu uma dinâmica com quatro blocos, sendo três com temas determinados e um de tema livre, além das considerações finais. A ordem das perguntas será definida por sorteios ao vivo, e a proposta é aprofundar os planos de governo dos candidatos.

Primeiro bloco: serão seis rodadas com assuntos relacionados às diferentes regiões do país e a um tema prioritário de âmbito nacional. Cada candidato terá três minutos por rodada, divididos entre pergunta, resposta, réplica e tréplica.
Segundo e terceiro blocos: os candidatos escolherão os temas das perguntas entre as opções exibidas em um telão, mantendo a mesma dinâmica de tempo dos três minutos por rodada.
Quarto bloco: tema livre. Cada candidato terá oito minutos de fala, sem limite de intervenções, e poderá se movimentar livremente pelo seu lado do cenário.
Movimentação no palco: nos três primeiros blocos, o candidato que estiver com a palavra poderá circular pelo cenário, enquanto o adversário deverá permanecer em seu púlpito até chegar a sua vez de falar. A regra foi adotada após o debate da Band, quando Flávio Bolsonaro se posicionou atrás de Lula em diferentes momentos. No quarto bloco, a movimentação é liberada apenas pelo próprio lado do cenário.
Como ver a checagem do debate da Globo?
A TV Globo não fará checagem de fatos ao vivo na transmissão da TV aberta, ou seja, não haverá intervenções para corrigir ou contestar as declarações dos candidatos durante o debate. A verificação ficará concentrada nas plataformas digitais do grupo e em iniciativas de outros veículos e entidades.
O g1 mobilizará uma equipe de mais de 30 jornalistas do projeto Fato ou Fake para verificar as declarações durante o encontro. As publicações serão feitas nas páginas do g1 e dos jornais O Globo, Valor Econômico e Extra, além do portal da rádio CBN.
A GloboNews exibirá um programa especial após o debate com os resultados apurados. O trabalho de checagem utiliza três classificações: #FATO, #NÃOÉBEMASSIM e #FAKE.
Onde ver a checagem do Debate Lula x Flávio Bolsonaro
Diferentes organizações e veículos de imprensa montaram estruturas de verificação em tempo real para acompanhar as falas dos candidatos. Entre as iniciativas confirmadas estão:
- UOL Confere: checagem ao vivo pelo Canal UOL no YouTube, a partir das 21h, com reações e comentários de colunistas. Após o debate, um texto com a checagem completa será publicado no site do UOL.
- ICL Notícias: checagem de fatos ao vivo pelo canal do veículo no YouTube, com participação de Eduardo Moreira, Deborah Magagna, Juliana Dal Piva e Paulo Motoryn.
- ECA-USP: professores e estudantes de jornalismo da Escola de Comunicações e Artes da USP farão checagem em tempo real, com transmissão pelo canal do Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE) no YouTube, a partir das 21h.
- FENAJ e entidades: a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), em conjunto com a Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD) e a ALCAR, transmitirá a checagem simultânea pelo YouTube.
- TVT News: o portal também acompanhará a checagem do debate, com atualizações em sua página de últimas notícias.
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Parlamentares dos EUA pedem explicações para Meta sobre tratamento nas eleições brasileiras
Treze parlamentares dos Estados Unidos cobraram explicações de Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta, sobre a atuação das plataformas da empresa nas eleições presidenciais brasileiras de 2026. Em carta enviada nesta quinta-feira (22), o grupo dos EUA questiona denúncias de tratamento desigual entre as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), às vésperas do segundo turno, marcado para domingo (25). Leia em TVT News.
O documento foi assinado por 12 deputados democratas e pelo senador independente Bernie Sanders. Os congressistas demonstram preocupação com relatos de que conteúdos associados à campanha de Lula teriam sido restringidos ou perdido alcance, enquanto publicações ligadas à candidatura de Flávio Bolsonaro teriam recebido maior visibilidade nas plataformas.
A carta solicita esclarecimentos sobre os critérios utilizados pela Meta para moderar e recomendar conteúdos políticos, além das providências adotadas para garantir condições iguais às candidaturas. Os parlamentares também pedem uma reunião técnica com representantes da companhia e estabeleceram 4 de novembro como prazo para o envio de respostas por escrito.
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Restrições a anúncios e denúncias envolvendo inteligência artificial
Entre os episódios citados pelos congressistas dos EUA está a desativação da conta de anúncios da campanha de Lula no Facebook, em 23 de setembro. Outro caso envolve limitações ao impulsionamento de publicações no Instagram entre os dias 9 e 10 de outubro.
Segundo estimativa da campanha petista mencionada na carta, cerca de 1,3 milhão de pessoas deixaram de visualizar anúncios durante o período de restrição no Instagram.
Os parlamentares também questionam relatos sobre o funcionamento da inteligência artificial da Meta. Segundo as denúncias, a ferramenta teria recusado pedidos para produzir imagens favoráveis a Lula, enquanto atendia a solicitações semelhantes envolvendo Flávio Bolsonaro.
Outro ponto levantado diz respeito a recomendações algorítmicas que teriam ampliado a visibilidade do perfil do senador e de um canal de WhatsApp associado à sua campanha. Os congressistas pedem que a empresa esclareça quando identificou possíveis diferenças de tratamento e quais medidas adotou para corrigir os problemas.
As denúncias integram uma série de questionamentos sobre a atuação das plataformas digitais durante a disputa eleitoral brasileira. A campanha de Lula também acionou a Justiça Eleitoral para investigar possíveis prejuízos à circulação de seus conteúdos.
Parlamentares questionam cumprimento de decisões do TSE
A iniciativa ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cobrar da Meta medidas para assegurar tratamento igualitário aos candidatos. A Corte determinou providências relacionadas à distribuição de conteúdos e à revisão de restrições aplicadas às campanhas.
Em resposta à Justiça Eleitoral, a empresa informou ter implementado 17 medidas para atender às determinações. Entre elas está um mecanismo de revisão humana de bloqueios automatizados em contas de anúncios eleitorais.
Os congressistas dos EUA querem saber quais medidas foram adotadas, como a empresa verifica o cumprimento das regras e se permitirá que auditores independentes tenham acesso a dados internos sobre moderação e distribuição de conteúdo político. A proposta é verificar se os mecanismos da plataforma foram aplicados de maneira uniforme às candidaturas.
A carta também questiona eventuais contatos entre a Meta e integrantes do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as eleições brasileiras, o Judiciário do país e propostas de regulamentação das plataformas digitais. Os parlamentares solicitam informações e registros caso essas comunicações tenham ocorrido, mas a pergunta não comprova a existência de contatos ou de interferência do governo norte-americano.
Meta nega favorecimento político
A empresa nega ter interferido nas eleições brasileiras ou favorecido uma candidatura. A Meta atribui os problemas relatados a falhas técnicas e afirma que suas regras são aplicadas igualmente aos candidatos.
A cobrança dos parlamentares norte-americanos amplia a pressão sobre a companhia em meio às denúncias envolvendo o Facebook, o Instagram e o WhatsApp. A iniciativa também se soma a questionamentos de especialistas independentes ligados à Organização das Nações Unidas (ONU), que pediram esclarecimentos sobre possíveis impactos dos sistemas de moderação, recomendação e inteligência artificial na circulação de conteúdos eleitorais.

Parlamentares dos EUA pedem explicações para Meta sobre tratamento nas eleições brasileiras
Carta assinada por Bernie Sanders e outros 12 congressistas dos EUA questiona denúncias de restrições a conteúdos ligados a Lula e possível favorecimento à campanha de Flávio Bolsonaro; empresa nega interferência política

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