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Da Redação

Cesta básica: queda no preço em 10 estados em junho

A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em parceria com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) mostrou em junho a queda do preço das cestas básicas nas capitais de 10 estados brasileiros.

  • Curitiba -0,04
  • Fortaleza -0,32
  • Goiânia -0,54
  • Brasília -0,15
  • Recife -3,62
  • Salvador -1,56
  • João Pessoa -3,97
  • Natal -3,48
  • Maceió -3,61
  • Aracaju -3,42

Café, óleo de soja e açúcar tiveram queda significativa

O preço do café em pó registrou queda em 25 das capitais pesquisadas entre maio e junho, com recuos que variaram de -4,82%, em Goiânia, a -0,39%, em Campo Grande.

No acumulado de 12 meses, o produto ficou mais barato em 25 capitais, com destaque para o Rio de Janeiro (-23,82%) e Brasília (-23,36%). Segundo o levantamento, a redução é resultado do avanço da colheita da safra 2026/2027, que ampliou a oferta do grão.

Já no caso do açúcar, entre maio e junho de 2026, 25 cidades pesquisadas registraram queda no preço, com destaque para Rio de Janeiro (-7,16%), Porto Alegre (-4,93%) e João Pessoa (-4,27%).

Em 12 meses, o item acumulou redução em todas as capitais, com variações entre -34,36%, em Belém, e -2,66%, em São Luís. O recuo é atribuído ao avanço da colheita de cana-de-açúcar na região Centro-Sul, que elevou a oferta e pressionou os preços para baixo.

O preço do óleo de soja também apresentou queda em 24 capitais, com variações entre -5,43%, em Recife, e -0,35%, em Maceió.

No acumulado de 12 meses, o produto ficou mais barato em 16 capitais, com destaque para Florianópolis (-8,85%) e Manaus (-7,45%). De acordo com o levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, a maior oferta do óleo e a demanda por biocombustíveis abaixo do esperado contribuíram para a redução dos preços no varejo.

Prévia da inflação perde força pelo 2º mês; conta de luz é o que mais pesa no bolso

A prévia da inflação oficial de junho ficou em 0,41%, mostrando a perda de força do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) pelo segundo mês seguido.

Em abril, o IPCA-15 tinha marcado 0,89% e, em maio, 0,62%.

No acumulado de 12 meses, o índice soma 4,8%. Em maio, essa alta acumulada era de 4,64%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA.

De acordo com o Boletim Focus da última segunda-feira (22), sondagem feita pelo Banco Central (BC) com instituições financeiras, a mediana da expectativa para a inflação oficial de junho é de 0,32%.

Para chegar à prévia da inflação, os pesquisadores levam em conta os preços de nove grupos de produtos e serviços, como alimentos e bebidas, vestuário e transportes.

Em junho, a alta média dos alimentos e bebidas e da habitação responderam por dois terços do IPCA-15.

Veja o comportamento dos grupos e os impactos em ponto percentual (p.p.):

  • Alimentação e bebidas: 0,74% (0,16 p.p.)
  • Habitação: 0,72% (0,11 p.p.)
  • Artigos de residência: 0,36% (0,01 p.p.)
  • Vestuário: 0,45% (0,02 p.p.)
  • Transportes: -0,03% (-0,01 p.p.)
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,47% (0,06 p.p.)
  • Despesas pessoais: 0,34% (0,04 p.p.)
  • Educação: -0,02% (0,00 p.p.)
  • Comunicação: 0,34% (0,02 p.p.)

Dentro do grupo alimentação e bebida, a alimentação no domicílio variou 0,87%. Em maio, tinha subido 1,73%.

Entre os itens que compõem a cesta, os que mais apresentaram alta foram o da batata-inglesa (29,42%), do tomate (17,27%), do feijão-carioca (14,29%) e da cebola (9,54%).

O IBGE destacou que, no semestre, tomate (103,84%), cenoura (103,10%) e batata-inglesa (100,20%) mais que dobraram de preço. Os preços de alimentos são muito influenciados por condições climáticas.

No grupo habitação, o custo que mais cresceu foi o da energia elétrica residencial (2,04%). De todos os 377 produtos e serviços pesquisados, a conta de luz teve o maior impacto de alta (0,08 p.p.).

A explicação, segundo o IBGE, está na bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$ 1,885 para cada 100 quilowatt-hora (Kwh) consumidos. 

Feriado de 9 de julho: do levante de oposição a Vargas à data cívica

O 9 de julho é feriado em São Paulo desde 1997, celebrando a Revolução Constitucionalista de 1932, quando o estado iniciou um movimento militar contra o governo central, na época a primeira fase do governo Getúlio Vargas na presidência do Brasil. Saiba mais na TVT News.

Entre os historiadores, sua construção como data cívica remete ao crescimento rápido e mudanças de identidade de um estado, e principalmente de uma cidade, que se reorganizou nas décadas seguintes.

Tratado como um marco cívico em suas comemorações, não foi nem o primeiro levante militar no estado nem a primeira mobilização contra um governo impopular entre suas elites.

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A mobilização vem na esteira da primeira grande crise do sistema financeiro internacional. Com a quebra da Bolsa de Nova York, em 1929, uma crise já em andamento impactou de vez a produção de café no estado, então o principal produto de exportação paulista.

Crise decisiva para o sucesso do levante militar que destituiu Washington Luís da Presidência da República, antes da posse de Júlio Prestes, candidato apoiado pelas elites paulista e mineira. Uma junta militar marchou até a então capital federal e destituiu o governo, colocando em seu lugar o gaúcho Getúlio Vargas.

“A deposição do presidente Washington Luís e o fim da Política do Café com Leite, em 1930, proporcionaram, em alguma medida, o isolamento das elites agrárias e industriais paulistas do poder central. Com o intuito de mobilizar a população para uma guerra civil contra o governo provisório de Vargas”, explica o professor Arão Davi Oliveira, da Universidade Anhanguera (Uniderp).

“Essas elites passaram a construir uma narrativa ufanista e unificadora que aglutinou um discurso legalista e o mito da liderança paulista. O discurso legalista ‘vestiu a roupa’ da defesa da Constituição e colocou São Paulo no papel de guardião altruístas da legalidade contra o arbítrio varguista”, acrescentou o historiador.

Uma das medidas de Vargas foi estabelecer seus próprios governadores, chamados de interventores, nos estados. Três deles governaram por alguns dias, enfrentando oposição ferrenha.

O primeiro a ficar mais tempo foi João Alberto Lins de Barros, tenente pernambucano que participou da Revolta Paulista de 1924 e da Coluna Prestes, liderando um de seus quatro destacamentos originais. Após romper com Prestes, aliou-se ao grupo político que apoiou a mobilização de Getúlio, e estava longe de ser bem recebido pelos políticos paulistas.

Além da oposição de intelectuais e políticos, a imprensa local e os partidos, principalmente o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democrático (PD), conservadores, realizaram campanhas contrárias a medidas políticas de Getúlio, em favor de uma modernização que preocupava seus opositores. Os ânimos começaram a se exaltar, até a troca de João Alberto. Em março de 1932 Pedro de Toledo foi instalado como interventor. Civil, era um nome de conciliação.

Em 23 de maio uma mobilização, com cerca de 300 pessoas, começou na Faculdade de Direito e se dirigiu para a sede do Partido Popular Paulista, que apoiava Vargas. O grupo pretendia, segundo o inquérito policial da época, “empastelar” a sede. Na prática atearam fogo em parte do prédio, na Praça da República, onde moravam famílias que não tinham relação com o partido.

Perto dali havia uma guarnição federal, que foi às janelas e abriu fogo contra a população, que impedia a atuação dos bombeiros. O inquérito policial e o processo judiciário, arquivado em 1954, não conseguiram identificar os autores dos disparos.

Naquela noite três pessoas morreram: Mário Martins de Almeida, Euclides Miragaia e Antônio Americo de Camargo Andrade. Poucos dias depois morreu Dráusio Marcondes de Sousa. Em homenagem a eles foi estabelecido o acrônimo M.M.D.C., que se tornou símbolo do movimento posterior. Orlando de Oliveira Alvarenga, também ferido naquela noite, morreu em agosto do mesmo ano.

Cartaz representando bandeirante num dramático instante congelando, evocando a resistência e a causa paulista. Foto: Wkipédia/Divulgação
Poucos dias depois morreu Dráusio Marcondes de Sousa. Em homenagem a eles foi estabelecido o acrônimo M.M.D.C. – por Wkipédia/Divulgação

Comovida pelas mortes, a opinião pública se inflamou ainda mais. Pedro de Toledo rompeu em 9 de julho com o governo de Getúlio e foi proclamado governador do estado, iniciando a mobilização separatista. Sem apoio de outros estados que sinalizaram descontentamento com Vargas, o movimento paulista iniciou combates para expulsar as tropas federais. Foram vencidos em cerca de três meses, com a rendição em 2 de outubro.

Alegando vitória com o avanço das ações pelo estabelecimento de uma Constituição Federal, que seria promulgada em 1934, cafeicultores, industriais e militares do estado se mantiveram como opositores, mais moderados, ao governo de Vargas, que permaneceu de forma contínua no poder até 1945. O processo de revisão constitucional, porém, foi iniciado antes do levante, em fevereiro de 1932.

A ideia de revolução foi sendo construída aos poucos e ganhou força durante os anos 1950, com a aproximação do quarto centenário da cidade de São Paulo e uma grande mudança urbana na capital paulista, com a abertura de avenidas e grandes obras públicas, como destaca o professor Francisco Quartim de Moraes, do curso de história da Universidade de São Paulo.

“Essa construção foi marcada nessa ideia, falsa, de que perdemos, mas vencemos, e é divulgada pelas grandes corporações de jornalismo da época, logo após a derrota. Essa vitória foi estabelecida até pela historiografia, convencendo a toda a sociedade”, destaca o professor, que é autor do livro A História Invertida, no qual analisa essa construção e suas motivações.

Para Moraes, estava a reboque do ideário democrático o combate às leis de cunho social de João Alberto, no estado, e do governo de Vargas. Entre as medidas criticadas, ligadas inclusive a um medo do comunismo e de uma revolução social, estavam direitos trabalhistas e a participação políticas de mulheres.

“Meu avô e meu tio-avô, assim como muitos outros combatentes, lutaram a meu ver pela democracia, mas acredito que estavam enganados por toda essa ideologia”, contou.

De acordo com o historiador, parte razoável da oligarquia unida nesse movimento, que se insurge contra movimentos anteriores da Primeira República, como o sufragismo, o tenentismo e as revoltas de trabalhadores, tinham origem nas famílias de produtores de café, e vão influenciar a própria Faculdade de Direito e outros centros do pensamento da época.

Esse movimento, segundo Moraes, teve participação de defensores da separação de São Paulo do restante país, como o escritor Monteiro Lobato, mas também de intelectuais que defendiam ideias anticomunistas, fascistas, racistas e mesmo aproximadas com o nazismo, que se organizava na Alemanha nos anos seguintes.

“O nove de julho é uma espécie de criação mitológica de uma identidade paulista, e aí fica muito difícil você ter uma visão crítica sobre esse movimento, quando ela é sempre idealizada”, disse.

“Eu acho por um lado normal que ex-participantes, organizações como o próprio MMDC, que atua até hoje, defendam a memória do movimento de 1932, ou que os jornais como o Estado de São Paulo, que participou diretamente da organização, defendam esse tipo de posição (positiva do movimento). Mas, o que eu sempre achei estranho é que essa posição fosse dominante entre os historiadores. Existia quase um consenso em relação ao debate de 1932, que tem melhorado e se tornado mais crítico, mas de fato são fatores muitos escondidos”, pondera o historiador.

Manifestantes na Rua XV de Novembro, em São Paulo-SP, durante os protestos ocorridos em 23 de maio de 1932. Foto: Wikimedia Commons/ Divulgação
Protestos ocorridos em 23 de maio de 1932. Movimento teve participação de defensores da separação de São Paulo do restante país – por Wikimedia Commons/ Divulgação

Governo Mário Covas

A consolidação da data como um feriado estadual se deu 65 anos após o movimento, em 1997, durante o governo de Mário Covas. Na ocasião, parte das grandes avenidas, na capital paulista e em muitas das principais cidades do estado, já faziam alusão às datas e personagens do levante, mas por quê ampliar essa homenagem?

“O feriado de 32 dialoga com essa ideia de que São Paulo sempre esteve no protagonismo, mas também de vincular o Brasil aos novos tempos das transformações internacionais, da abertura que ocorria durante o governo de Fernando Henrique. A elite paulista sempre lutou contra aquilo que representava a Era Vargas”, disse o professor Leandro Torelli, da Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Tratava-se, de certa forma, de “enterrar Vargas”, como o próprio FHC destacou em seu discurso de posse como presidente da República, em 1995.

Para Torelli, que jocosamente lembra que ninguém reclama de feriados, a disputa por esse papel de protagonismo é uma característica da própria construção da política paulista, que tem três eixos principais: os movimentos e partidos ligados a uma ideia de desenvolvimento nacional, estatista, buscando a integração da sociedade brasileira e ligado às nossas esquerdas.

Uma segunda linha que pensa em uma integração como algo que não é possível e remonta a um ideário de um povo brasileiro que vale a pena salvar, que é mais ligado a um pensamento conservador, e uma terceira linha, que é a dos liberais, que defende um liberalismo econômico, mas que tem uma série de discursos de caráter conservador e remetendo a um passado “glorioso”.

Essa terceira linha, avalia Torelli, é justamente a que reivindica essa memória e seu discurso. Defende, por exemplo, bandeiras de uma democracia liberal, “embora seja a primeira a discutir o resultado eleitoral quando é derrotada nas urnas”, pondera.

“A criação do feriado de 9 de julho é revestida de uma mítica que almeja converter a derrota militar dos paulistas em um triunfo de coesão regional. Logo após a rendição paulista, em outubro de 1932, iniciou-se o processo de valorização da memória em torno do sacrifício da juventude, simbolizada no acrônimo MMDC, e da romantização da união de todas as classes em prol do conflito”, explica o professor Arão Davi Oliveira, para quem essa narrativa intrínseco e diferenciado é reavivada anualmente e utilizada como elemento identitário, principalmente por políticos.

Um dos espaços mais importantes para essa discussão é justamente a escola. Oliveira a coloca como decisiva para a propagação desse ideário, mas também como o principal ambiente para uma discussão crítica e necessária a partir desses marcos históricos.

“Afinal, o currículo trabalhado nas escolas nunca é rigidamente imposto por diretrizes e intencionalidades legais; ele sempre é recontextualizado na prática pedagógica, afetado pela cultura local e pela realidade social dos atores que atuam no ‘chão da escola’, promovendo assim discussões críticas e emancipadas sobre a identidade paulista e as contribuições de São Paulo na construção de uma unidade nacional”, conclui o professor.

Guilherme Jeronymo – Repórter da Agência Brasil

Acompanhe na TVT ao vivo do Irã a cobertura da guerra no Oriente Médio

A Rede TVT está realizando uma cobertura ao vivo da guerra no Oriente Médio. Leia mais em TVT News.

Nossa repórter Laura Capriglione está no país, onde ocorre a retomada do conflito armado com ataques dos Estados Unidos. Os iranianos também acabam de enterrar seu líder supremo, Ali Khamenei, após dias de funeral aberto ao público.

Acompanhe essa cobertura ao vivo em TVT News Primeira Edição.

EUA lançam novos ataques na costa iraniana

Da AFP em Teerã, Irã – Trump disse que acordo com o Irã acabou e ameaça novo ataque na noite desta quarta, 8 de julho.

Teerã, Irã – 8 de julho de 2026 – 18:27 – A mídia estatal iraniana informa que últiplas explosões acontecem ao longo da costa iraniana enquanto EUA lança novos ataques.

  • Wall Street fecha em direções opostas em meio à escalada das tensões entre os EUA e o Irã.
  • Irã está de luto, mas promete responder até o final da semana, diz analista
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Apoio à Palestina. Foto: Laura Capriglione/TVT

O que está acontecendo no Irã

Os Estados Unidos estão atacando o Irã “com força” esta noite, como advertiu o presidente Donald Trump nesta quarta-feira, encerrando a trégua após a retomada dos confrontos entre os dois países no Golfo Pérsico e no estratégico Estreito de Ormuz.

Essa importante rota marítima para o comércio global de hidrocarbonetos continua sendo um dos principais pontos de tensão do conflito, que começou no final de fevereiro com a ofensiva conjunta EUA-Israel contra o Irã.

Teerã quer controlar o Estreito de Ormuz impondo pedágios e advertiu que atacará navios que não respeitarem os corredores autorizados. Desde junho, o Teerã negocia com Washington para encontrar uma solução duradoura para o conflito.

Os bombardeios atribuídos ao Irã contra pelo menos três embarcações nos últimos dias desencadearam uma ofensiva dos EUA contra alvos iranianos na terça-feira, à qual Teerã respondeu atacando países do Golfo aliados a Washington.

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Foto: Laura Capriglione/TVT

“No que me diz respeito, acabou”, declarou Trump na quarta-feira durante a cúpula da OTAN na Turquia, quando questionado se a trégua com o Irã ainda estava em vigor.

“É uma perda de tempo negociar com eles”, acrescentou.

“Deixarei nossos excelentes negociadores continuarem conversando, se quiserem, mas não vejo isso acontecendo. Não gosto dessas pessoas”, comentou.

Mais tarde, Trump advertiu: “Esta noite vamos atacá-los com força”.

As declarações do presidente americano impulsionaram os preços do petróleo, e o preço do petróleo Brent, do Mar do Norte, subiu 6%, para US$ 79 o barril.

A agência de notícias iraniana IRIB relatou diversas explosões na quarta-feira nas proximidades do Estreito de Ormuz, incluindo seis na Ilha de Qeshm, sete na cidade de Sirik e várias outras em Bandar Abbas, um dos principais portos do país.

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Imagem de satélite do Estreito de Ormuz, que se estende por Omã, Emirados Árabes Unidos e Irã. Foto: NASA/Divulgação

Explosões também foram relatadas na cidade portuária de Bushehr, onde fica a única usina nuclear civil do país.

A cidade está localizada perto da Ilha de Khark, o principal terminal petrolífero do Irã, por onde passam aproximadamente 90% das exportações de petróleo bruto do país.

A mídia estatal iraniana acrescentou que um membro da Guarda Revolucionária foi morto no sudoeste do país.

O Comando do Oriente Médio dos EUA (Centcom) afirmou que suas forças atacaram mais de 80 alvos, incluindo sistemas de defesa aérea iranianos, instalações de radar costeiras e 60 embarcações leves da Guarda Revolucionária.

Os bombardeios tinham como objetivo “degradar a capacidade do Irã de continuar atacando o comércio internacional que passa por essa rota estratégica para o comércio global”, afirmou.

A resposta iraniana foi imediata. A Guarda Revolucionária reivindicou a autoria de ataques contra dezenas de instalações militares americanas no Kuwait e no Bahrein, onde um jornalista da AFP ouviu explosões.

Por que Mbappé é chamado de ditador ?

Durante essa Copa do Mundo, com certeza você viu nas suas redes sociais alguma publicação que se referia ao craque francês, Kylian Mbappé, como “ditador”. Ultrapassando o universo das redes sociais, essa brincadeira se espalhou pelos estádios, inclusive antes mesmo do mundial começar. Nos últimos anos, torcedores carregando bandeiras e camisas com a imagem de Mbappé em “trajes ditadoriais” foram vistos nas arquibancadas. Mas, afinal, por que o francês passou a ser chamado assim? Leia em TVT News.

Amanhã, começam as quartas de final da Copa do Mundo e a partida que define o primeiro seminfinalista do torneio é entre a seleção francesa e a marroquina. O ditador estará em campo com os seus súditos, mas o seu reinado começou antes, quando o fenômeno francês ainda disputava a Ligue 1 pelo Paris Saint-German (PSG).

O ano era 2022 e Kylian Mbappé tinha apenas 23 anos, mas já havia conquistado sua primeira Copa do Mundo. Na ocasião, o craque parecia ter a saída garantida para o Real Madrid, o que não ocorreu e incomodou tanto os madridistas como os franceses.

Desde então, uma série de conflitos passou a aparecer no noticiário indicando desgaste entre o técnico Luis Enrique e o jogador.

Não existe uma única origem para o apelido…

Agora até mesmo Olise e Dembelé se tornaram ditadores ao lado de Mbappé – Foto: Reprodução/Redes sociais

O fato é que não existe um único motivo para o apelido ditador, mas ele surgiu nas redes, pela primeira vez, em 2022.

Com a renovação de Mbappé, a imprensa na Europa passou a noticiar que o PSG havia se reorganizado em torno do jogador e passaram a reproduzir a ideia de que sua influência era tão grande que ele opinava sobre o técnico, a direção e os próprios jogadores do time.

Quando Mbappé finalmente saiu do time francês no fim da temporada de 2024, Luis Enrique garantiu que seria para o bem do time e que acreditava que a equipe jogaria melhor, mesmo que Mbappé fosse um importante jogador.

Em 2025, quando o time francês ganha a Champions League, algo que não aconteceu com Mbappé no elenco (2017-2024), o técnico do PSG disse:

“Fui muito corajoso na temporada passada quando disse que teríamos um ataque melhor e uma defesa melhor. Continuo dizendo isso e os números confirmam. Todo mundo queria Mbappé, mas a equipe está respondendo positivamente, em um nível espetacular”, disse Luis Enrique.

Além disso, Luis Enrique ainda declarou:

“Estaríamos encantados em ter Mbappé, é uma maravilha como jogador e como pessoa, mas decidiu por outra coisa e nós aceitamos. Acredito que demonstramos que temos estrelas, mas que estão em função da equipe. E isso não é fácil”.

Parece cômico, se não fosse trágico, mas, logo após a saída de Mbappé do clube, o PSG conquistou o bicampeonato da Champions League dois anos seguidos.

Em 2026, depois do PSG de Dembelé, Hakimi e Marquinhos bater o Arsenal na final da Champions League, as críticas e piadas se intensificaram.

Em contrapartida, desde a sua entrada no Real Madrid, Mbappé também foi alvo de duras críticas, o que resultou em uma campanha pedindo a sua saída do clube. As principais críticas dizem respeito a ideia que se construiu sobre o “estrelismo” do francês e sua fama de “racha elenco”, que viria desde o PSG.

Enfim, a verdade é que desde a chegada de Mbappé no espanhol de Madrid, o time que acumulava inúmeras vitórias começou a desaparecer das finais dos principais torneios. Antes da chegada do Francês, desde 2021, o Real Madrid não passava uma temporada em branco, isto é, sem ganhar nenhum título, que foi o que ocorreu neste ano.

Em 2026, a equipe foi eliminada precocemente da Copa do Rei pelo Albacete e nas quartas de finais da Champions League pelo Bayern de Munique. Na La Liga, perdeu numéricamente para o Barcelona.

Fama de racha elenco?

O atleta passou a ser apontado como o culpado pela crise que se espalha no time espanhol, como as brigas no vestiário e trocas de técnicos, apontando um suposto egoísmo dentro e fora de campo do francês.

Recentemente, o atacante foi criticado por realizar uma viagem à Itália enquanto se recuperava de lesão, atitude que não agradou a torcida ou o elenco. Em resposta, Mbappé disse que tinha autorização do time para não estar em Madrid e que pode reverter essas críticas rapidamente.

A campanha de torcedores do Real Madrid, que pedia a saída do francês, em 11 de maio, atingia mais de 70 milhões de assinaturas. Atualmente, a petição está fora do ar.

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Madridistas pedem “Fora Mbappé” em post do Real Madrid, que publicou foto do jogador após marcar gol em última partida da LaLiga e última partida com Arbolea como técnico – Reprodução/Redes

Briga entre Valverde e Tchouaméni

Mbappé foi criticado por sair do CT rindo no dia em que Valverde e Tchouaméni sairam no soco, resultando em corte no uruguaio que teve que buscar ajuda no hospital.

Mbappé processa PSG

Em 2025, já no Real Madrid, Mbappé entrou com um processo no Ministério Público de Paris contra o ex-clube. Ele acusou o PSG de assédio moral e tentativa de extorsão. A conduta que teria levado ao processo diz respeito à atitude do clube, que o teria “prendido” em 2022, quando o atacante queria ir para o Real Madrid.

Em dezembro, a justiça deu razão ao jogador, que ganhou R$ 390 milhões do clube.

Mbappé troca farpas com Arbeloa, ex técnico do Real Madrid

Mbappé voltou a polemizar no noticiário com entrevistas sobre o técnico Arbolea, que encerrou seu trabalho no Real Madrid, em maio.

Recentemente, o artilheiro comentou publicamente sobre decisão do técnico em não lhe deixar jogar como titular e o acusou de dizer que ele era sua quarta opção como artilheiro, o que lhe rendeu o apelido “4º atacante”, mas Arbolea desmentiu.

Em outra ocasião, quando o atacante francês foi questionado se asssistia às coletivas de imprensa do técnico Arbeloa ele negou, pois na França não teria TV espanhola.

Na última partida da temporada, no entanto, o clima ruim parece ter sido resolvido. Após marcar gol, Mbappé foi abraçar Arbeloa, que publicou a foto do abraço agradecendo o francês por ter tido a oportunidade de treinar um dos melhores jogadores do mundo, mesmo após desgaste da temporada:

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Arbeloa se reconcilia com Mbappé e agradece pelo trabalho – Reprodução/Redes Sociais

“Muito obrigado, Kylian. Sempre vou me gabar de ter treinado um jogador extraordinário, com um talento sem igual. Os momentos difíceis não duram para sempre, mas as pessoas fortes sim. Pelo que vem pela frente”, escreveu em stories do instagram.

O meme do ditador na Copa do Mundo

Na Copa do Mundo, o apelido foi usado em diversas cenas envolvendo o craque francês.

Repercutiu muito nas redes uma imagem de Mbappé, ainda na fase de grupos, quando a partida da França e Iraque teve uma longa pausa por conta da chuva e chances de raio.

A cena foi a seguinte: um pouco antes da retomada da partida, Mbappé cumpimentava os trabalhadores que enxugavam a água do gramado indicando os lugares que ainda faltava passar o rodo.

Rapidamente, a cena passou a ser reproduzida nas redes sociais com a música “Kylian dictador” de fundo. A verdade, é que tudo envolvendo Kylian Mbappé, e agora até mesmo os demais jogadores da Frabça, passou a girar em torno dessa piada.

Outro momento que repercutiu bastante foi quando, na partida contra Noruega, Mbappé, ao deixar o campo, “mandou” que o árbitro entregasse a faixa de capitão ao Tchouaméni, justamente o jogador que protagonizou a briga no Real Madrid e que fez com que Valverde tivesse que ir ao hospital.

Geralmente, os capitões entregam as braçadeiras aos vice-capitões quando são substituídos, e não levam essa demanda até o juíz. Por isso, essa imagem rendeu tantos memes do Mbappé “ditador”, que estaria dando ordens ao árbitro.

Veja alguns memes envolvendo o Mbappé ditador nesta Copa

Recentemente, um vídeo da seleção francesa repercutiu, mostrando que o meme pegou até mesmo entre os colegas de equipe do maior artilheiro da França. No vídeo, Dembelé brinca e chama Mbappé de “Mobutu”, o ditador congolês que assumiu o comando do país após o golpe de estado arquitetado pelos Estados Unidos contra Patrice Lumumba.

Após gol de Mbappé em jogo dos 16-avos de final contra a Suécia, o técnico Didier Deschamps reverenciou o atacante:

Sobre Mbappé ter ganhado com a França a Copa do Mundo de 2018 na Rússia:

Nome do ditador Mbappé nos diferentes países da Copa do Mundo:

Mbappé estapeando Infantino:

Mbappé cobrando Haaland depois que ele ficou no banco no jogo contra a França da fase de grupos:

Conheça os principais apelidos de Mbappé

  • Ditador
  • Tartaruga ninja
  • Donatello
  • O 4º atacante
  • Cometa de Paris
  • Flash Francês
  • Tortuga
  • Pinguim
  • Fenômeno francês
  • Foguete francês
  • Míssil Mbappé
  • Relâmpago azul
  • Imperador de Bondy
  • Mbappito
  • Kiki

Emmy anuncia indicados para o prêmio de 2026

O Emmy Awards, grande prêmio dos Estados Unidos para as produções televisivas, anunciou nesta quarta-feira (8) a lista de indicados à edição de 2026, a 78ª do prêmio.

A premiação, que ocorrerá no Peacock Theater, em Los Angeles, ocorre em 14 de setembro. Esta é a primeira edição em 15 anos que será apresentada por uma mulher, a atriz e produtora Mariska Hargitay.

“The Pitt”, da HBO, foi a campeã de indicações, com 25 categorias. A série conta a história do pronto-socorro de um hospital em Pittsburgh, nos EUA.

Já a comédia “Hacks”, com 24 indicações para o Emmy, bateu o recorde de categorias do gênero no Emmy em sua quinta temporada. A série se encerrou neste ano.

Em terceiro e quarto estão, respectivamente, “O segredo de Widow’s Bay”, com 19, e “Pluribus”, com 18 indicações para o Emmy.

Veja quem são os indicados ao Emmy 2026

Melhor Atriz em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV

  • Claire Dane – “The Beast In Me”
  • Sally Field – “Criaturas Extraordinariamente Brilhantes”
  • Carey Mulligan – “Treta”
  • Sarah Pidgeon – “Love Story”
  • Sarah Snook – “All Her Fault”

Melhor Ator em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV

  • Riz Ahmed – “Bait”
  • Jason Bateman – “Black Rabbit”
  • Charlie Hunnam – “Monstro: A História de Ed Gein”
  • Oscar Isaac – “Treta”
  • Matthew Rhys – “The Beast In Me”

Melhor Minissérie ou Série Antológica

  • “All Her Fault”
  • “The Beast in Me”
  • “Treta”
  • “DTF St. Louis”
  • “Love Story: John F. Kennedy Kr & Carolyn Bessette”

Melhor Ator em Série de Comédia

  • Yahya Adbdult-Matten II – “Wonder Man”
  • Steve Carerel – “Rooster”
  • Matthre Thys – “Widow’s Bay”
  • “Jason Segel – “Falando a Real”
  • Martin Short – “Only Murders in the Building”

Melhor Atriz em Série de Comédia

  • Quinta Brunson – “Abott Elementary”
  • Ayo Edebiri – “O Urso”
  • Elle Fanning – “Margô Está em Apuros”
  • Lisa Kudrow – “The Comeback”
  • Jean Smart – “Hacks”

Melhor Série de Comédia

  • “Hacks”
  • “Abbott Elementary”
  • “Margô Está em Apuros”
  • “O Urso”
  • “Ninguém Quer”
  • “Only Murders in the Building”
  • “Falando a Real”
  • “Widow’s Bay”

Melhor Atriz em Série de Drama

  • Rhea Seehorn – “Pluribus”
  • Zendaya – “Euphoria”
  • Keri Russell – “A Diplomata”
  • Chase Infiniti – “Os Testamentos”
  • Carrie Coon – “A Idade Dourada”

Melhor Ator em Série de Drama

  • Noah Wyle – “The Pitt”
  • Sterling K. Brown – “Paradise”
  • Gary Oldman – “Slow Horses”
  • Mark Ruffalo – “Task”
  • Rufus Sewell – “A Diplomata”

Melhor Série de Drama

  • “The Pitt”
  • “Pluribus”
  • “Paradise”
  • “Slow Horses”
  • “A Diplomata”
  • “A Idade Dourada”
  • “Seu Amigos e Vizinhos”
  • “O Cavaleiro dos Sete Reinos”

Melhor Filme para TV

  • “Chefes de Estado”
  • “Miss You, Love You”
  • “De Férias com Você”
  • “Criaturas Extraordinariamente Brilhantes”
  • “Jack Ryan de Tom Clancy – Guerra Fantasma”

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama

  • Patrick Ball – “The Pitt”
  • Billy Crudup – “The Morning Show”
  • Shawn Hatosy – “The Pitt”
  • Gerran Howell – “The Pitt”
  • Jack Lowden – “Slow Horses”
  • Tom Pelphrey – “Task”
  • Carlos-Manuel Vesga – “Pluribus”

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama

  • Taylor Dearden – “The Pitt”
  • Fiona Dourif – “The Pitt”
  • Allison Janney – “A Diplomata”
  • Katherine LaNasa – “The Pitt”
  • Sepideh Moafi – “The Pitt”
  • Julianne Nicholson – “Paradise”
  • Katolina Wydra – “Pluribus”

Melhor Ator Convidado em Série de Drama

  • Colman Domingo – “Euphoria”
  • Ernest Harden Jr. – “The Pitt”
  • Jeff Hiller – “Pluribus”
  • Jeff Kober – “The Pitt”
  • Jonathan Pryce – “Slow Horses”
  • Bradley Whitford – “A Diplomata”

Melhor Atriz Convidada em Série de Drama

  • Brittany Allen – “The Pitt”
  • Tal Anderson – “The Pitt”
  • Tina Ivlev – “The Pitt”
  • Miriam Shor – “Pluribus”
  • Merritt Wever – “A Idade Dourada”
  • Shailene Woodley – “Paradise”

Melhor Ator Convidado em Série de Comédia

  • Michael J. Fox – “Falando a Real”
  • Brett Goldstein – “Falando a Real”
  • Hamish Linklater – “Widow’s Bay”
  • Christopher McDonald – “Hacks”
  • Rob Reiner – “O Urso”
  • Connor Storrie – “Saturday Night Live”

Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia

  • Leslie Bibb – “Hacks”
  • Jamie Lee Curtis – “O Urso”
  • Betty Gilpin – “Widow’s Bay”
  • Cherry Jones – “Hacks”
  • Laurie Metcalf – “Hacks”
  • Kaitlin Olson – “Hacks”
  • Lauren Weedman – “Hacks”

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia

  • Colman Domingo – “As Quatro Estações”
  • Harrison Ford – “Falando a Real”
  • Paul W. Downs – “Hacks”
  • Nick Offerman – “Margô Está Em Apuros”
  • Stephen Root – “Widow’s Bay”
  • Stepehn Root – “Falando a Real”

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia

  • Dale Dickey – “Widow’s Bay”
  • Hannah Einbinder -“Hacks”
  • Janelle James – “Widow’s Bay”
  • Kate O’Flynn – “Widow’s Bay”
  • Michelle Pfeiffer – “Margô Está em Apuros”
  • Megan Stalter – “Hacks”
  • Jessica Williams – “Falando a Real”

Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV

  • Jason Bateman – “DTF St. Louis”
  • Richard Gadd – “Half Man”
  • David Harbour – “DTF. St. Louis”
  • Richard Jenkins – “DTF St. Louis”
  • Charles Melton – “Treta”
  • Nick Offerman – “Morte Fulminante”

Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV

  • Linda Cardellini – “DTF St. Louis
  • Dakota Fanning – “All Her Fault”
  • Laurie Metcalf – “Monstro: A História de Ed Gein”
  • Joy Sunday – “DTF St. Louis”
  • Youn Yuh-jung – “Treta”
  • Constance Zimmer – “Love Story”

Melhor Direção em Série de Drama

  • Salli Richardson Whitfield – “A Idade Dourada”
  • Hanelle M. Culpepper – “Paradise”
  • Noah Wyle – “The Pitt”
  • Vince Gilligan – “Pluribus”
  • Saul Metzstein – “Slow Horses”
  • Salli Richardson Whitfield – “Task”

Melhor Roteiro em Série de Drama

  • “A Diplomata” – Peter Ackerman e Debora Chan
  • “The Pitt” – Kirtsen Pierre-Geyman e R. Scott Gemmill
  • “The Pitt” – Valerie Chu
  • “Pluribus” – Vince Gilligan
  • “Slow Horses” – Will Smith
  • “Task” – Brad Ingelsby

Melhor Direção em Série de Comédia

  • Randall Einhorn – “Abott Elementary”
  • Christopher Stores – “O Urso”
  • Andrew Deyoung – “A Cadeira”
  • Lucia Aniello – “Hacks”
  • Mary Lou Belli – “The Ms. Pat Show”
  • Hilo Murai – “Widow’s Bay”

Melhor Roteiro em Série de Comédia

  • “Abbott Elementary” – Quinta Brunson
  • “A Cadeira” – Tim Robinson e Zach Kanin
  • “The Comeback” – Lisa Kudrow e Michael Patrick King
  • “Hacks” – Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky
  • “Na Mira do Júri” – Anthony King
  • “Widow’s Bay” – Katie Dippold

Melhor Direção em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV

  • “Treta” – Jake Schreier
  • “Treta” – Lee Sung Jin
  • “Black Rabbit” – Jason Bateman
  • “DTF St. Louis” – Steven Conrad

Melhor Roteiro em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV

  • “All Her Fault” – Megan Gallagher
  • “The Beast in Me” – Gabe Rotter e Daniel Pearle
  • “Treta” – Lee Sung Jin
  • “DTF St. Louis” – Steven Conrad

Melhor Reality de Competição

  • “Dancing With the Stars”
  • “RuPaul’s Drag Race”
  • “Survivor”
  • “Top Chef”
  • “The Traitors”

Melhor Série de Variedades

  • “The Daily Show”
  • “Jimmy Kimmel Live!”
  • “Last Week Tonight With John Oliver”
  • “The Late Show With Stephen Colbert”
  • “Saturday Night Live”

Quem são as 8 seleções nas quartas de finais da Copa do Mundo

As oitavas de final da Copa do Mundo 2026 terminaram nesta terça (7) com a eliminação do Egito para a Argentina e da Colômbia para a Suíça. Amanhã começam os jogos das quartas de final com a partida França x Marrocos que irá definir o primeiro semifinalista do Mundial. Veja na TVT quem são as 8 seleções que estão nessa fase, o chaveamento e as datas dos jogos.

Estão classificadas para as quartas de final da Copa do Mundo os seguintes países:

Europa: França, Espanha, Bélgica, Noruega, Inglaterra e Suíça

América: Argentina

África: Marrocos

A maioria dos classificados são do continente europeu, com exceção da Argentina e Marrocos.

Datas das quartas de final

Os jogos das quartas de final começam no dia 9 de julho e vão até o dia 11.

Quinta, 9 de julho de 2026

17h – França x Marrocos

Sexta, 10 de julho de 2026

16h – Espanha x Bélgica

Sábado, 11 de julho de 2026

18h – Noruega x Inglaterra

22h – Argentina x Suíça

Veja o chaveamento

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Definidas as quartas de final da Copa do Mundo 2026. Arte: Emanuela Godoy / TVT News

Datas das semi-finais

Com um intervalo de apenas três dias, as semi-finais já começam a ser disputadas no dia 14 de julho e terminam no dia seguinte.

Terça, 14 de julho de 2026

16h – ( França x Marrocos ) x ( Espanha x Bélgica )

Quarta, 15 de julho de 2025

16h – ( Noruega x Inglaterra ) x (Argentina x Suíça )

Enfim, e a final?

A final da Copa do Mundo 2026 está marcada para às 16h (horário de Brasília) do dia 19 de julho, em um domingo.

Já a decisão do terceiro lugar será 18 de julho.

>> Veja a tabela da Copa do Mundo 2026 com resultados em tempo real

>> Guia para acompanhar a Copa do Mundo 2026

Confira a fase de mata-mata da Copa do Mundo.

>> Conar recomenda suspensão de 3 anúncios de bets veiculados na Copa

Como funciona o novo formato da Copa do Mundo?

Modric, Messi, Cr7, Kane, Sallah e Luis Díaz – Fotos: Reprodução/Redes sociais

A edição de 2026 será a primeira com 48 seleções.

O aumento no número de participantes modificou a estrutura da competição.

Agora serão:

  • 12 grupos com quatro seleções cada;
  • Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam diretamente;
  • Os oito melhores terceiros colocados também se classificam.

Ao final da fase de grupos, 32 seleções seguirão para a fase eliminatória.

A partir daí, o torneio passa a ser disputado em sistema de mata-mata.

As etapas da Copa serão:

  • Fase de 16-avos de final;
  • Oitavas de final;
  • Quartas de final;
  • Semifinais;
  • Disputa do terceiro lugar;
  • Final.

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