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Da Redação
Dia dos Namorados: confira lista de 12 filmes para celebrar o amor no dia 12
Dedicada a celebrar o amor em suas diversas formas, a data do Dia dos Namorados aquece os corações e reacende a chama da paixão entre os casais. Namorando, casado ou até solteiro: o 12 de junho é a oportunidade perfeita para fazer aquela boa sessão de filmes no sofá de casa e assistir as novidades e os clássicos do cinema. Confira a lista que a TVT News preparou com 12 filmes para o Dia dos Namorados. Escolha seus favoritos e dê o play!
12 filmes para o Dia dos Namorados
- Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.
Assista no Telecine

- Antes do Amanhecer
Jesse (Ethan Hawke), um jovem americano, e Celine (Julie Delpy), uma estudante francesa, se encontram casualmente no trem para Viena e logo começam a conversar. Ele a convence a desembarcar em Viena e gradativamente vão se envolvendo em uma paixão crescente. Mas existe uma verdade inevitável: no dia seguinte ela irá para Paris e ele voltará aos Estados Unidos. Com isso, resta aos dois apaixonados aproveitar o máximo o pouco tempo que lhes resta.
Depois de terminar, aproveite o restinho do Dia dos Namorados para conferir as sequências de Antes do Amanhecer: Antes do Pôr do Sol e Antes da Meia-Noite, que finalizam a Trilogia do Antes. Em todos os filmes, acompanhamos a trajetória do casal que permanece mesmo com o passar dos anos.
Assista na Apple TV+

- Retrato de Uma Jovem em Chamas
Na França do século XVIII, Marianne (Noémie Merlant) é uma jovem pintora que recebe a tarefa de pintar um retrato de Héloïse (Adèle Haenel) para seu casamento sem que ela saiba. Passando seus dias observando Héloïse e as noites pintando, Marianne se vê cada vez mais próxima de sua modelo conforme os últimos dias de liberdade dela antes do iminente casamento se veem prestes a acabar.
Assista no Prime Video ou na Globoplay

- Eduardo e Mônica
Em um dia atípico, situado em Brasília na década de 1980, uma série de coincidências leva Eduardo (Gabriel Leone) a conhecer Mônica (Alice Braga), tendo como pano de fundo uma festa estranha com gente esquisita. Uma curiosidade é despertada nos dois e, apesar de não serem parecidos, eles se apaixonam perdidamente. Ambos são completamente diferentes. Além da discrepância de idade entre os dois, signos diferentes e cores de cabelo diferentes, eles também têm gostos que, aos olhos de outras pessoas, são incompatíveis. Parece que o amor entre os dois nunca passará apenas de alguns meses.
Depois de começarem um namoro, esse amor precisará amadurecer e aprender a superar as diferenças. Eduardo e Mônica terão também que superar o preconceito de outros que tentarão acabar com o relacionamento. Mas é aquilo: quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração…
Assista na Globoplay ou no Telecine

- Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças
Já para os solteiros — ou para quem quer se emocionar — Brilho Eterno é a opção perfeita. O longa conta a história de Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet), um casal que durante anos tentaram fazer com que o relacionamento desse certo. Desiludida com o fracasso, Clementine decide esquecer Joel para sempre e, para tanto, aceita se submeter a um tratamento experimental, que retira de sua memória os momentos vividos com ele.
Após saber de sua atitude Joel entra em depressão, frustrado por ainda estar apaixonado por alguém que quer esquecê-lo. Decidido a superar a questão, Joel também se submete ao tratamento experimental. Porém ele acaba desistindo de tentar esquecê-la e começa a encaixar Clementine em momentos de sua memória os quais ela não participa.
Assista na Apple TV+ ou no Prime Video

- O Homem do Futuro
João, ou Zero (Wagner Moura), é um grande cientista, mas infeliz. Há 20 anos, o gênio foi humilhado publicamente em uma festa e perdeu Helena (Alinne Moraes), uma antiga e eterna paixão. Certo dia, uma experiência com um de seus inventos permite que ele faça uma viagem no tempo, retornando para aquela época e podendo interferir no seu destino. Mas quando ele retorna, descobre que sua vida mudou totalmente e agora precisa encontrar um jeito de mudar essa história, nem que para isso tenha que voltar novamente ao passado. Será que agora ele consegue acertar as coisas?
Assista no Mercado Play ou na Apple TV+

- Moonlight: Sob a Luz do Luar
Neste filme vencedor de Oscar, acompanhamos três momentos da vida de Chiron (Ashton Sanders), um jovem negro morador de uma comunidade pobre de Miami. Do bullying na infância, passando pela crise de identidade da adolescência e a tentação do universo do crime e das drogas, este é um poético estudo de personagem.
Assista no Prime Video

- Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976)
Um pouco dos clássicos nacionais. Durante o carnaval de 1943 na Bahia, Vadinho (José Wilker), um mulherengo e jogador inveterado, morre repentinamente. Sua mulher, Dona Flor (Sônia Braga), fica inconsolável, pois apesar de ter vários defeitos, ele era um excelente amante. Após algum tempo ela se casa com Teodoro Madureira (Mauro Mendonça), um farmacêutico que é exatamente o oposto do primeiro marido.
Dona Flor passa a ter uma vida estável e tranquila, mas tediosa, e de tanto “chamar” por Vadinho, um dia ele aparece na sua cama. Ela, então, pede ajuda a uma amiga, dizendo que quase foi seduzida pelo finado esposo. Um pai de santo se prontifica a afastar o espírito de Vadinho, mas existe um problema: no fundo, Flor quer que ele fique, pois ela tem um forte desejo que precisa ser saciado.
Assista no Telecine e no Looke

- Vidas Passadas
Vai um draminha para o Dia dos Namorados? O filme conta a história de Nora (Greta Lee) e Hae Sung (Teo Yoo), dois amigos de infância com uma conexão profunda, mas que acabam se separando quando a família de Nora decide sair da Coréia do Sul e se mudar para a cidade de Toronto. Vinte anos depois, os dois amigos se reencontram em Nova York e vivenciam uma semana fatídica enquanto confrontam as noções de destino, amor e as escolhas que compõem uma vida.
Assista na Globoplay ou na Apple TV+

- Tatuagem
Recife, 1978. Clécio Wanderley (Irandhir Santos) é o líder da trupe teatral Chão de Estrelas, que realiza shows repletos de deboche e com cenas de nudez. A principal estrela da equipe é Paulete (Rodrigo Garcia), com quem Clécio mantém um relacionamento. Um dia, Paulete recebe a visita de seu cunhado, o jovem Fininha (Jesuíta Barbosa), que é militar. Encantado com o universo criado pelo Chão de Estrelas, ele logo é seduzido por Clécio. Não demora muito para que eles engatem um tórrido relacionamento, que o coloca em uma situação dúbia: ao mesmo tempo em que convive cada vez mais com os integrantes da trupe, ele precisa lidar com a repressão existente no meio militar em plena ditadura.
Assista na Netflix ou no Prime Video

- O Homem que Copiava
Dia dos Namorados com comédia! André (Lázaro Ramos) é um jovem de 20 anos que trabalha na fotocopiadora da papelaria Gomide, localizada em Porto Alegre. André mora com a mãe e tem uma vida comum, basicamente vivendo de casa para o trabalho e realizando sempre as mesmas atividades. Num dia André se apaixona por Sílvia (Leandra Leal), uma vizinha, a qual passa a observar com os binóculos em seu quarto. Decidido a conhecê-la melhor, André descobre que ela trabalha em uma loja de roupas e, para conseguir uma aproximação, tenta de todas as formas conseguir 38 reais para comprar um suposto presente para sua mãe.
Assista na Netflix, na Globoplay ou no Prime Video

- Deserto Particular
Daniel (Antonio Saboia) é um policial exemplar, mas acaba cometendo um erro que coloca em risco sua carreira e sua honra. Quando nada mais parece o prender a Curitiba, ele parte em busca de Sara (Pedro Fasanaro), uma mulher com quem se relaciona virtualmente. Ele então mergulha em um intenso processo interno para aprender a lidar melhor com seus próprios afetos.
Assista no MAX

Curta os filmes e aproveite a companhia de quem você mais gosta. Feliz Dia dos Namorados!
*Sinopses do AdoroCinema
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Dia dos Namorados: conheça os casais das lutas populares
Neste 12 de junho, Dia dos Namorados, a TVT News homenageia histórias de amor construídas em meio a contextos de luta social, resistência política e defesa dos direitos humanos. São relações que ultrapassaram o campo afetivo e contribuíram para mudanças sociais importantes no Brasil e no mundo. Comemorar o Dia dos Namorados também é reconhecer o amor como força revolucionária.
Conheça alguns dos casais de namorados em tempos de luta:
- Anita e Giuseppe Garibaldi
- Aleida e Che Guevara
- Harvey Milk e Scott Smith
- Zélia Gattai e Jorge Amado
- Marielle Franco e Mônica Benício
- Diego Rivera e Frida Kahlo
- Eunice Paiva e Rubens Paiva
- Dandara dos Palmares e Zumbi dos Palmares
- Clara Charf e Carlos Marighella
Dia 12 de junho, Dia dos Namorados: amor nos tempos de luta
Enquanto muitos comemoram com flores, jantares e presentes, há casais que se inspiram em outros casais que viveram e resistiram juntos. Relembrar esses pares é uma forma de manter vivas suas causas e lutas.
Neste 12 de junho, inspire-se com histórias de quem transformou o amor em força política. Compartilhe com seu amor as histórias dos casais das lutas populares. Quer uma dica de presente para o dia dos namorados? Envie a história do casal que mais se parece com vocês.
Quais são os namorados mais famosos das lutas populares?
Anita e Giuseppe Garibaldi
O casal símbolo da luta pela liberdade na América do Sul e Europa.
Aleida e Che Guevara
Uma união marcada pela militância revolucionária em Cuba.
Harvey Milk e Scott Smith
Ícones da luta pelos direitos LGBTQIA+ nos EUA.
Zélia Gattai e Jorge Amado
Mais do que literatura, viveram os bastidores das lutas democráticas no Brasil.
Marielle Franco e Mônica Benício
O amor interrompido por um crime político que ainda pede justiça.
Diego Rivera e Frida Kahlo
Arte e ativismo caminharam juntos na vida e na obra do casal mexicano.
Eunice Paiva e Rubens Paiva
Vítimas da repressão da ditadura, deixaram um legado de luta por memória e verdade.
Dandara dos Palmares e Zumbi dos Palmares
Símbolos da resistência negra e da construção dos quilombos no Brasil colonial.
Clara Charf e Carlos Marighella
Companheiros de vida e de combate à ditadura militar no Brasil.
Dia dos namorados, casais de luta: Anita e Giuseppe Garibaldi
Anita Garibaldi e Giuseppe Garibaldi se conheceram em 1839, durante a Revolução Farroupilha, no sul do Brasil. Anita, nascida em Laguna (SC), uniu-se ao revolucionário italiano e passou a acompanhá-lo nas batalhas contra as forças imperiais brasileiras. O casal lutou lado a lado por ideais republicanos, primeiro no Brasil e depois na Itália, onde participaram das campanhas pela unificação do país.

Anita ficou conhecida como “heroína de dois mundos” e também por sua coragem, atuando como combatente e enfermeira, A história dos dois é lembrada como símbolo de amor, resistência e compromisso com a liberdade.
Dia dos namorados, casais de luta: Aleida March e Che Guevara
Aleida March e Ernesto Che Guevara se conheceram durante a Revolução Cubana, no final da década de 1950. Aleida era militante do Movimento 26 de Julho e participou ativamente da luta contra a ditadura de Fulgencio Batista. Che, um dos principais líderes da revolução, se aproximou dela durante as batalhas em Sierra Maestra.

Imagem: Wikimedia Commons /Korda

Os dois se casaram em 1959, pouco após a vitória revolucionária, e tiveram quatro filhos. Aleida seguiu apoiando as causas defendidas por Che, mesmo após sua partida de Cuba para levar a luta armada a outros países. Até hoje, ela preserva a memória de Che e contribui para manter vivo o legado político do companheiro
.
Dia dos namorados, casais de luta: Harvey Milk e Scott Smith
Harvey Milk foi o primeiro político abertamente gay eleito nos Estados Unidos, em 1977. Ao lado de Scott Smith, seu companheiro e também ativista, enfrentou o preconceito e ajudou a organizar a comunidade LGBTQIA+. Harvey Milk e Scott Smith formaram um dos casais mais emblemáticos da luta pelos direitos LGBTQIA+ nos Estados Unidos.

Imagem: Reprodução/Instagram
Juntos desde o início da década de 1970, os dois se mudaram para São Francisco, onde abriram uma loja de câmeras fotográficas no bairro de Castro, que rapidamente se tornou um ponto de encontro da comunidade gay. Smith foi fundamental no apoio à trajetória política de Milk. Embora tenham terminado o relacionamento antes do assassinato de Milk, em 1978, Scott seguiu como um dos principais responsáveis por preservar e divulgar sua memória e luta por igualdade e representatividade.
Dia dos namorados, casais de luta: Zélia Gattai e Jorge Amado
Zélia e Jorge formaram um casal intelectual atuante, ligado ao Partido Comunista. Exilados durante o Estado Novo, transformaram o exílio em produção cultural. Zélia Gattai e Jorge Amado se conheceram em 1945, em meio à militância política e ao efervescente cenário literário brasileiro. Companheiros na vida e na luta, viveram juntos por quase 60 anos, unindo literatura, ideais democráticos e engajamento social.

Exilados durante a ditadura do Estado Novo, compartilharam a experiência de viver na França, na Tchecoslováquia e na União Soviética, mantendo-se ativos na defesa da democracia e dos direitos humanos. Zélia, além de fotógrafa e memorialista, escreveu obras que retratam a trajetória do casal e os bastidores da vida intelectual brasileira. Ao lado de Jorge Amado, construiu uma relação marcada pelo afeto, pela arte e pelo compromisso com a justiça social.
Dia dos namorados, casais de luta: Marielle Franco e Mônica Benício
Marielle Franco e Mônica Benício se conheceram ainda na juventude no Rio de Janeiro, e construíram uma relação baseada no afeto e no engajamento político. Em 2004, quando Monica topou passar o carnaval com as amigas e conheceu Marielle , que foi descrita como “uma mulher alta, linda, com sorriso largo e um brilho no olhar que parecia um farol. Tinha luz própria.”
Marielle, socióloga e ativista dos direitos humanos, foi eleita vereadora em 2016 pelo PSOL, com forte atuação nas causas das mulheres negras, da população periférica e da comunidade LGBTQIA+.

Mônica acompanhou de perto essa trajetória e, após o assassinato de Marielle em 14 de março de 2018, assumiu a missão de manter viva a memória de Marielle e suas lutas. Tornou-se uma voz importante na defesa dos direitos humanos e na cobrança por justiça, transformando o luto em resistência e continuidade da militância iniciada por sua companheira.
Mônica Benício é, atualmente, vereadora da cidade do Rio de Janeiro pelo PSOL, reeleita em 2024 com mais de 25 mil votos, o que reforça seu mandato feminista, antifascista e popular.
Recentemente, Mônica lançou o livro “Marielle & Mônica: uma história de amor e luta”, um misto de diário e memória que relata os anos de união, luto e militância. Nele, reflete sobre seu processo de cura, além de reafirmar seu compromisso com a causa de justiça por Marielle.

Dia dos namorados, casais de luta: Diego Rivera e Frida Kahlo
A relação entre Frida e Diego foi marcada por amor intenso, arte engajada e política. Ambos usaram suas obras para expressar críticas ao colonialismo, à desigualdade social e à repressão política no México do século XX.

Diego Rivera e Frida Kahlo formaram um dos casais mais conhecidos da história da arte latino-americana. Ele, já renomado muralista, e ela, jovem artista em formação, se conheceram no final da década de 1920 e se casaram em 1929. A relação foi marcada por intensidade e conflitos.
Rivera e Frida participaram ativamente da cena política mexicana, envolvidos com os ideais comunistas e com movimentos de resistência cultural e popular, em um contexto de transformações sociais após a Revolução Mexicana.
Apesar das idas e vindas do relacionamento, incluindo separações e reconciliações, Diego e Frida mantiveram uma conexão forte, tanto pessoal quanto artística. Viveram entre o México e os Estados Unidos, onde Rivera executou murais que retratavam a luta de classes e a história dos povos latino-americanos, enquanto Frida desenvolvia uma obra marcada pela introspecção, pelos traços do surrealismo e pela defesa do povo mexicano. O casal faz parte do movimento de resistência cultural e de afirmação da identidade latino-americana no século XX.
Dia dos namorados, casais de luta: Eunice Paiva e Rubens Paiva
Eunice Paiva e Rubens Paiva viveram uma história marcada pelo compromisso com a democracia e pelo impacto direto da repressão durante a ditadura militar no Brasil. Rubens era engenheiro e deputado federal pelo PTB, eleito em 1962. Após o golpe de 1964, teve o mandato cassado.

Em 1971, foi preso por agentes da repressão e desapareceu nas mãos do Estado. Eunice, então com cinco filhos, passou a lutar pela memória do marido e pela responsabilização dos culpados, tornando-se uma voz importante na busca por justiça e na denúncia das violações dos direitos humanos no período. Sua trajetória como advogada e ativista ajudou a manter viva a memória de Rubens Paiva e a pressionar o Estado brasileiro por respostas sobre os crimes da ditadura.
A história de Eunice Paiva ganhou visibilidade no filme Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles e vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2025.

Dia dos namorados, casais de luta: Dandara e Zumbi dos Palmares
Dandara e Zumbi foram lideranças importantes do Quilombo dos Palmares.
Dandara dos Palmares foi uma figura importante na história do Quilombo dos Palmares, sendo esposa e companheira de Zumbi dos Palmares. A historiografia nacional não se deteve a buscar a fundo a sua trajetória, sendo assim, existem poucos dados históricos sobre a vida de Dandara.

Raros são os registros sobre a sua vida. Os estudos atuais apontam que ela nasceu no Brasil, era filha de uma mulher africana escravizada, e juntou-se ao Quilombo dos Palmares ainda criança, onde viveu e resistiu até a morte. Na cultura popular, Dandara foi foi figura de destaque na resistência de Palmares, conhecida pela força e habilidade na capoeira
Zumbi dos Palmares foi um líder quilombola, símbolo da resistência negra à escravidão no Brasil Colonial. Liderou o Quilombo dos Palmares, uma comunidade livre formada por escravizados fugitivos, na região da Serra da Barriga, em Alagoas. Após a destruição de Palmares em 1694, Zumbi continuou a resistir, sendo posteriormente morto e decapitado pelos portugueses em 20 de novembro de 1695. Zumbi dos Palmares é um símbolo da resistência negra e da luta pela liberdade, sendo reverenciado como um dos maiores líderes da história brasileira. O 20 de novembro é comemorado como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.
Dia dos namorados, casais de luta: Clara Charf e Marighella
Clara Charf e Carlos Marighella compartilharam uma vida marcada pelo engajamento político e pela resistência à ditadura militar no Brasil. Clara foi militante comunista e atuou ao lado de Marighella, também comunista e um dos principais nomes da luta armada contra o regime instaurado em 1964.

Após o assassinato de Marighella por agentes da repressão em 1969, Clara foi perseguida, viveu no exílio e continuou sua militância fora do país. Ao retornar ao Brasil, dedicou-se à luta pela anistia e pelos direitos humanos. Participou da fundação do PT e é referência no feminismo e na resistência brasileira. A história do casal simboliza o compromisso com a liberdade, a justiça social e a resistência diante da repressão política.
Qual dessas histórias de amor é a sua neste Dia dos Namorados?
Comemore o Dia dos Namorados com a TVT News: compartilhe com seu amor a história dos namorados que mais se parece com a de vocês. Faltou alguma história ou casal de namorados? Envie para a gente!
Presente para o Dia dos Namorados
Quer uma dica de presente para o Dia dos Namorados?
Neste 12 de junho, Dia dos Namorados, a TVT News convida você a celebrar o amor que resiste, transforma e luta. Compartilhe com quem você ama as histórias que marcaram a história política e social das classes trabalhadoras.
Envie para seu amor esse texto ou um trecho com a lembrança de casais das lutas populares. E não se esqueça: marque a TVT @redetvt nas redes sociais.
Por que o Dia dos Namorados é comemorado em 12 de junho no Brasil?
O Dia dos Namorados no Brasil é comemorado em 12 de junho por uma razão comercial, diferente da data celebrada em muitos outros países, como os Estados Unidos, onde o Valentine’s Day ocorre em 14 de fevereiro.
Qual a origem do Dia dos Namorados no Brasil
A escolha do dia 12 de junho foi estratégica e comercial. Em 1949, o publicitário João Doria, pai do ex-governador João Doria Jr., criou uma campanha publicitária para uma loja, em São Paulo. A intenção era aumentar as vendas no mês de junho, tradicionalmente fraco para o comércio.
O dia 12 de junho é a véspera do dia de Santo Antônio (13 de junho), conhecido na tradição católica como o santo casamenteiro. A associação com o santo fortaleceu a proposta da campanha, tornando a data mais simbólica e com apelo afetivo.
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Concessões de espaços públicos em SP é tema de debate
O debate sobre Concessão de parques e de outros espaços públicos, projetos de requalificação urbana, preservação do patrimônio histórico, mudanças climáticas e seus impactos sobre diferentes grupos sociais que residem na cidade será o tema que pesquisadores, gestores públicos e especialistas em urbanismo debaterão no Seminário “A gestão socioterritorial na cidade de São Paulo: o visível e o invisível”, que será realizado presencialmente no dia 18 de junho, das 14h às 17h, na Vila Buarque, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelo canal da FESPSP no Youtube (@fespspcomunica).
Resumo do debate: especialistas da FESPSP falam sobre desafios de São Paulo para a próxima década
- Seminário da FESPSP objetiva traçar diretrizes de políticas públicas, projetos urbanos e
modelos de gestão que norteiem o crescimento e a organização da cidade como motor de
distribuição de oportunidades entre seus habitantes. - Lançamento do livro “São Paulo 2025: riqueza e desigualdades” encerra a programação do seminário
Este é o primeiro de uma série de debates sobre o tema que a FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo) promoverá com o objetivo de propor diretrizes para embasar governos, formuladores de políticas públicas, gestores públicos e da iniciativa privada na construção de uma cidade compatível com os desafios do século XXI, mais inclusiva e democrática, diz Valéria Cusinato Bomfim, arquiteta, urbanista e coordenadora do evento.

As eleições deste ano e o momento geopolítico, com todos os desafios econômicos e de poder que representam, tornam o debate urgente, ressalta Valéria. “Para a FESPSP, que há mais de nove décadas atua na formação de profissionais e na formulação de políticas públicas, discutir São Paulo é também uma forma de refletir sobre os caminhos possíveis para enfrentar problemas que afetam grandes centros urbanos em todo o país.”
E não são poucos os desafios que São Paulo terá que enfrentar para se manter como uma das mais importantes cidades do país e do mundo em termos econômicos e políticos. “Eles passam necessariamente pela reflexão sobre como políticas públicas, projetos urbanos e modelos de gestão influenciam a forma como a cidade cresce, organiza-se e distribui oportunidades entre seus habitantes.”

A proposta do evento parte de uma questão central: como construir essa cidade mais inclusiva em um contexto marcado por desigualdades, disputas pelo uso do espaço urbano e desafios cada vez mais complexos relacionados à moradia, à infraestrutura e à qualidade de vida?
O debate contará com a participação:
- do vereador e Prof. Dr. da FAU-USP, Nabil Bonduki;
- da Profa. Dra. Andrea Tourinho, representante do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) no Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) e docente da Universidade São Judas;
- da Profa. Dra. Luciana Schenk, representante do CAU-SP (Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo) e docente da USP São Carlos;
- do arquiteto e urbanista Luiz Kohara, referência em políticas habitacionais e atendimento à população em situação de rua, ligado ao Centro Gaspar Garcia; e
- do subsecretário de Desenvolvimento Urbano do Estado de São Paulo, José Police Neto, ex-vereador, arquiteto e coordenador do Núcleo de Habitação e Regulação Urbana do Insper Cidades.
Lançamento do livro “São Paulo 2025: riqueza e desigualdades”
Logo após o seminário, encerrando a programação do dia 18, a Editora Sociologia e Política da FESPSP e a Alameda lançam o livro “São Paulo 2025: riqueza e desigualdades”, obra que revisita o clássico “São Paulo 1975: crescimento e pobreza”, publicado pela Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo há 50 anos, a partir de pesquisa realizada pelo Cebrap.
Com textos assinados por pesquisadores como Fernando Henrique Cardoso, o livro editado em 1975 tornou-se referência fundamental nos estudos sobre o desenvolvimento urbano no Brasil.Com prefácio de Antonio Funari Filho, membro da Comissão de Justiça e Paz, e introdução do economista Ladislau Dowbor, a nova obra avalia as mudanças e permanências na São Paulo da atualidade, oferecendo um amplo diagnóstico da cidade neste primeiro quarto do século XXI.
Debate “A gestão socioterritorial na cidade de São Paulo: o visível e o invisível”
Seminário: “A gestão socioterritorial na cidade de São Paulo: o visível e o invisível”
Data: 18 de junho, das 14h às 17h
Local: Auditório da FESPSP
Inscrições: https://forms.gle/QrTKdVXTAcsz5H2b9
Lançamento do livro: “São Paulo 2025: riqueza e desigualdades”
Horário: 18h
Local: Casarão da FESPSP (Rua General Jardim, 522)
Dólar recua e fecha em R$ 5,11
O dólar comercial encerrou a quinta-feira, 11 de junho, em forte queda de 1,11%, cotado a R$ 5,11.
O dólar hoje oscilou entre a mínima de R$ 5,09 e a máxima de R$ 5,19 ao longo do pregão, acompanhando um movimento global de enfraquecimento da moeda americana frente a divisas de países emergentes.
Esse recuo foi impulsionado pelo otimismo no mercado após notícias de que estaria próximo um acordo envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, o que reduziu a percepção de risco geopolítico no Oriente Médio.
Confira o valor do dólar e outros indicadores da economia em 11 de junho de 2026, com a TVT News.
Reações do mercado às notícias do dia
- Mercados reagem à perspectiva de acordos no conflito no Oriente Médio com ataques entre EUA e Irã
O Ibovespa fechou em forte alta de 1,71%, alcançando os 171.497 pontos nesta quinta-feira. O otimismo global foi impulsionado após o presidente dos EUA, Donald Trump, cancelar os ataques planejados ao Irã e sinalizar a proximidade de um acordo de paz no Oriente Médio.
O mercado de ações e o câmbio refletiram diretamente essa redução do risco geopolítico internacional.
Fechamento das Principais Bolsas
No exterior, as bolsas de Nova York acompanharam o forte apetite por risco e dispararam na reta final do pregão: [1, 2]
- Nasdaq (EUA): Alta de +2,54%, aos 25.809 pontos.
- Dow Jones (EUA): Valorização de +1,86%, aos 50.848 pontos.
- S&P 500 (EUA): Avanço de +1,75%, aos 7.394 pontos.
- Ibovespa (Brasil): Ganho de +1,71%, retomando o patamar dos 171 mil pontos. [1, 2]
Cotações de Câmbio e Turismo
Com o recuo global da moeda americana, as taxas do dólar e do euro para turismo operaram em patamares mais baixos:
- Dólar Comercial: Queda de -1,37%, cotado a R$ 5,101.
- Dólar Turismo: Baixa de -0,56%, vendido a R$ 5,34.
- Euro Comercial: Queda de -1,15%, cotado a R$ 5,90.
- Euro Turismo: Baixa de -0,54%, vendido a R$ 6,18. [1, 2]
Dólar hoje
Confira a cotação do dólar hoje
Mercado financeiro em tempo real
Confira os números da economia brasileira
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- Cotação do dólar
- Preço do Petróleo Brent
- Cotação do Euro
📊 Economia ao vivo
Confira a cotação do dolár e de outras moedas internacionais (euro e peso argentino)
Cotação atualizada do dólar, euro e peso argentino em comparação ao Real.

Coreia do Sul x República Tcheca se enfrentam nesta quinta; onde assistir
Após o jogo de estreia entre o México e a África do Sul, quem dá a bola é a Coreia do Sul e República Tcheca. A partida está marcada para 23h (horário de Brasília), no estádio Akron, em Jalisco, no México. Leia tudo sobre a Copa do Mundo 2026 na TVT News.
Guia da TVT News para acompanhar a Copa do Mundo 2026
O jogo entre asiáticos e europeus é válido pela primeira rodada do Grupo A da Copa do Mundo, que também é o grupo do México e da África do Sul.
O duelo marca um encontro inédito entre uma seleção asiática e uma europeia em Copas do Mundo.
23h (horário de Brasília)
Estádio Akron, Guadalajara
Cazé TV
Coreia do Sul e República Tcheca fazem confronto inédito em Copas


A seleção sul-coreana chega ao torneio embalada por uma campanha consistente nas Eliminatórias Asiáticas. O país foi um dos primeiros a confirmar presença na competição.
A Coreia do Sul se classificou para a Copa com 11 vitórias e 5 empates. Essa é a sua 11ª participação consecutiva em Copas do Mundo.
No Catar, a seleção sul-coreana foi eliminada pelo Brasil.
O principal nome da equipe é o atacante Son Heung-min, capitão da seleção e um dos jogadores asiáticos mais reconhecidos do futebol internacional.
Com passagens de destaque pelo futebol inglês, Son é visto como a principal referência técnica da equipe.
Além dele, a Coreia do Sul conta com atletas que atuam em grandes clubes europeus, como o zagueiro Kim Min-jae, do Bayern de Munique, e o meia Lee Kang-in, do Paris Saint-Germain.
A combinação entre experiência e renovação faz com que os sul-coreanos sejam apontados como uma das seleções capazes de surpreender na competição.
Já a República Tcheca retorna a uma Copa do Mundo após duas décadas de ausência.
A classificação foi conquistada por meio da repescagem europeia, na qual os tchecos superaram Irlanda e Dinamarca.
O elenco conta com jogadores conhecidos do futebol europeu, como Patrik Schick, Tomás Soucek, Pavel Sulc e Ladislav Krejci.
A expectativa é de um confronto equilibrado em Guadalajara, com duas equipes que buscam iniciar a competição em posição favorável na tabela.
Veja os convocados de cada seleção
Coreia do Sul
- Goleiros: Kim Seunggyu, Song Bumkeun e Jo Hyeonwoo;
- Defensores: Kim Moonhwan, Kim Min-jae, Kim Taehyeon, Park Jinseob, Seol Youngwoo, Jens Castrop, Lee Kihyuk, Lee Taeseok, Lee Hanbeom e Cho Yumin;
- Meias/Atacantes: Kim Jingyu, Bae Junho, Paik Seungho, Yang Hyunjun, Eom Jisung, Lee Kang-in, Lee Donggyeong, Lee Jaesung, Hwang Inbeom, Hwang Heechan, Son Heung-min, Oh Hyeongyu e Cho Gue-sung.
República Tcheca
- Goleiros: Lukáš Horníček, Matěj Kovář e Jindřich Staněk.
- Defensores: Vladimír Coufal, David Douděra, Tomáš Holeš, Robin Hranáč, Štěpán Chaloupek, David Jurásek, Ladislav Krejčí, Jaroslav Zelený e David Zima.
- Meio-campistas: Lukáš Červ, Vladimír Darida, Lukáš Provod, Michal Sadílek, Hugo Sochůrek, Alexandr Sojka, Tomáš Souček, Pavel Šulc e Denis Višinský.
- Atacantes: Adam Hložek, Tomáš Chorý, Mojmír Chytil, Patrik Schick e Jan Kuchta.
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Arbitragem
- Árbitro: Amin Mohamed (Egito)
- Assistente 1: Mahmoud Abouelregal (Egito)
- Assistente 2: Ahmed Hossam Taha (Egito)
- Quarto árbitro: Juan Calderon (Costa Rica)
- VAR: Mahmoud Ashour (Egito)
- Assistente do VAR: Joe Dickerson (Estados Unidos)
Fifa veta símbolo da independência do Haiti em uniforme da Copa do Mundo de 2026
A seleção do Haiti terá de entrar em campo na Copa do Mundo de 2026 sem um dos principais símbolos de sua história nacional. A Fifa determinou a retirada de uma ilustração da Batalha de Vertières do uniforme oficial da equipe, alegando que a imagem configura uma mensagem de caráter político e, portanto, viola os regulamentos da entidade sobre vestuário. Saiba mais na TVT News.
O desenho estava localizado no canto inferior direito da camisa azul da seleção e retratava a histórica batalha travada em 1803, quando revolucionários haitianos derrotaram as tropas francesas de Napoleão Bonaparte. A vitória abriu caminho para a independência do Haiti, proclamada em 1º de janeiro de 1804, tornando o país a primeira república negra independente do mundo e a única nação surgida de uma revolta bem-sucedida de pessoas escravizadas.
Segundo a Fifa, seus regulamentos proíbem a exibição de slogans, imagens ou mensagens de natureza política, religiosa ou pessoal. A entidade também entende que referências a revoluções ou conflitos armados podem ser interpretadas como declarações ideológicas, independentemente do contexto histórico.
A decisão gerou insatisfação entre a Federação Haitiana de Futebol (FHF) e a fornecedora de material esportivo Saeta, da Colômbia. As instituições afirmam que o uniforme foi criado para homenagear a história, a resistência e o orgulho do povo haitiano, sem qualquer intenção de transmitir uma mensagem política contemporânea.
Apesar da discordância, a federação e a empresa optaram por atender às exigências da Fifa para evitar problemas na participação da seleção no Mundial. Um porta-voz da equipe classificou a medida como uma “interpretação equivocada” da história do país.
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Símbolo da luta pela independência
A Batalha de Vertières é um dos episódios mais importantes da história haitiana. O confronto ocorreu em 18 de novembro de 1803 e foi liderado por Jean-Jacques Dessalines, que comandou as forças revolucionárias contra o exército francês.
A ilustração removida do uniforme mostrava combatentes erguendo a bandeira nacional e prestava homenagem a figuras históricas como François Capois, celebrado por sua bravura durante a batalha. Para muitos haitianos, o episódio simboliza não apenas a independência nacional, mas também a luta contra a escravidão e o colonialismo.
Não é o primeiro caso
A controvérsia ocorre poucos meses após outro episódio semelhante envolvendo símbolos haitianos em competições internacionais. Em março deste ano, durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, o Comitê Olímpico Internacional (COI) determinou que a imagem de Toussaint Louverture, um dos líderes da Revolução Haitiana, fosse coberta nos uniformes da equipe de esqui do país.
Na ocasião, o COI alegou que a representação do revolucionário poderia ser considerada um tema político ou controverso. O caso provocou críticas de artistas, historiadores e representantes haitianos.
Haiti estreia em grupo com Brasil
Mesmo em meio à polêmica, o Haiti mantém sua preparação para a Copa do Mundo de 2026. A seleção integra o Grupo C e fará sua estreia diante da Escócia. Em seguida, enfrentará o Brasil e o Marrocos na fase de grupos.
A classificação para o torneio teve um significado especial para os haitianos: a vaga foi conquistada em 18 de novembro de 2025, justamente na data que marca o aniversário da Batalha de Vertières — o mesmo símbolo que agora foi retirado do uniforme por determinação da Fifa.
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Notícias do dia com o Jornal TVT News Segunda Edição | 11-06-2026
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