Acompanhe a situação em tempo real dos trens da CPTM que estão em greve nesta terça, 4 de agosto, com informações do governo do Estado de São Paulo.

Atualização da greve da CPTM nesta terça, 4 de agosto
No início da manhã desta terça-feira (4), o Governo de São Paulo divulgou um novo balanço sobre a operação dos trens e metrô em meio à greve que atinge a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
De acordo com as atualizações, as Linhas 11-Coral e 12-Safira tiveram o atendimento parcialmente retomado. Na Linha 11, os trens circulam entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Guaianases. Já na Linha 12, a operação acontece no trecho entre Brás e Engenheiro Goulart.
Por outro lado, a Linha 13-Jade e o Expresso Aeroporto seguem completamente paralisados.
Rodízio de veículos supenso em São Paulo nesta terça
O rodízio de veículos foi suspenso nesta terça e carros com placas finais 2 e 3 estão liberados para circular no centro expandido. A informação é da Prefeitura de São Paulo.
Como está a situação no transporte público em São Paulo
Para minimizar os impactos aos passageiros, o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (PAESE) foi acionado e disponibilizou 128 ônibus para atender as regiões sem cobertura dos trens.
Os ônibus circulam entre as estações Estudantes e Corinthians-Itaquera (Linha 11), entre São Miguel Paulista e Calmon Viana (Linha 12) e entre Aeroporto-Guarulhos e Engenheiro Goulart (Linha 13).
O Metrô, por sua vez, funciona normalmente desde as 4h da manhã. Como medida de reforço, a Linha 3-Vermelha conta com trens extras para atender o maior fluxo de passageiros, além de equipes de funcionários nas estações Corinthians-Itaquera, Tatuapé e Brás.
Trens vazios também podem ser enviados a pontos com grande concentração de pessoas para ampliar a oferta de viagens.
As linhas concedidas à iniciativa privada — 7-Rubi (TIC Trens), 8-Diamante, 9-Esmeralda (ViaMobilidade) e 10-Turquesa — operam normalmente nesta manhã.
A paralisação teve início à meia-noite. Os ferroviários protestam contra a privatização/concessão das linhas 11, 12 e 13 para a Trivia Trens e reivindicam a garantia de seus empregos. A CPTM recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho para garantir um efetivo mínimo de 60% a 80% dos funcionários durante a greve.