Metrô de SP funciona normalmente nesta quarta, 13; categoria não fará greve

Greve foi cancelada depois da categoria aceitar a proposta do Metrô; mobilização segue por mais concursos
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Metrô SP: linha azul

O Metrô não estará em greve nesta quarta-feira, 12. Em assembleia realizada na terça, dia 12, a maioria dos metroviários decidiu aceitar a proposta do Metrô. Leia em TVT News.

Em assembleia, categoria decidiu aceitar a proposta enviada pelo TRT

METRÔ DE SÃO PAULO OPERA NORMALMENTE NESTA QUARTA, 13; GREVE CANCELADA

Nesta quarta-feira, 13, a operação no Metrô de São Paulo será normal em todas as linhas, a greve foi cancelada.

Em assembleia realizada na noite da terça-feira, 12, na sede do Sindicato dos Metroviários, os trabalhadores presentes aceitaram a proposta do Metrô, enviada pelo TRT.

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Assembleia dos metroviários. Imagem: Reprodução

A maioria dos metroviários, em assembleia virtual e presencial, votou pela aceitação da proposta do Metrô, com isso foi cancelada a paralisação das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.

Caso a categoria decidisse não aceitar a proposta, haveria uma segunda votação, se a greve aconteceria no dia 13, ou se seria adiada para o dia 20, com nova assembleia acontecendo no dia 19. No dia 20, outras categorias do serviço público estadual e municipal estão com atividades marcadas.

Como foi a assembleia dos metroviários que decidiu aceitar a proposta do Metrô

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo havia anunciado greve do metrô de 24 horas para a quarta-feira, dia 13 de maio. A decisão, que afetaria as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, era uma resposta à falta de negociações por parte da Companhia do Metrô e à deterioração das condições de trabalho e segurança no sistema estatal.

Com a decisão, a paralisação fica cancelada e os trabalhadores do metrô seguem mobilizados pela realização de mais concursos.

Fazer greve é “último recurso”, diz presidente do sindicato

Em entrevista ao Jornal TVT News Primeira Edição, o presidente do sindicato, Dagnaldo Gonçalves Pereira, denunciou o descaso da gestão estadual com as cláusulas fundamentais do acordo coletivo e alertou para o risco que a redução drástica no quadro de funcionários impõe aos passageiros e trabalhadores.

Segundo o dirigente, a categoria buscou o diálogo para revisar pontos sensíveis do contrato, mas encontrou as portas fechadas.

“A gente chamou o Metrô para fazer uma negociação dessas cláusulas que a gente está questionando. E em nenhum momento ele quis nos receber. A gente sabe que trabalhador não gosta de fazer greve; a gente faz greve quando esse é o último recurso que a gente tem”, desabafou Dagnaldo à TVT News.

Com informações do Sindicato dos Metroviários e do Canal do MetrôCPTM.

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