O pagamento do Bolsa Família referente a setembro começa nesta quinta-feira (17) para beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1. Os repasses seguem até 30 de setembro, de acordo com o último dígito do NIS de cada família. Leia em TVT News.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o programa atende neste mês 19,29 milhões de famílias, com benefício médio de R$ 678,18.
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Veja o calendário de setembro
Os pagamentos são liberados nos últimos dez dias úteis de cada mês. Em setembro, o cronograma é:
- NIS final 1: 17 de setembro
- NIS final 2: 18 de setembro
- NIS final 3: 21 de setembro
- NIS final 4: 22 de setembro
- NIS final 5: 23 de setembro
- NIS final 6: 24 de setembro
- NIS final 7: 25 de setembro
- NIS final 8: 28 de setembro
- NIS final 9: 29 de setembro
- NIS final 0: 30 de setembro
Em municípios que estejam em situação de emergência ou calamidade pública reconhecida pelo governo federal, o pagamento pode ser antecipado para o primeiro dia do calendário. Em setembro, a medida foi aplicada a 179 municípios de sete estados, incluindo São Paulo.
Para ter acesso ao benefício, é necessário estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico), manter os dados atualizados e cumprir as condicionalidades do programa nas áreas de saúde e educação. As informações sobre valores e pagamentos podem ser consultadas pelos aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem e pelo Portal Cidadão da Caixa.
Benefício mínimo sobe para R$ 691 a partir de outubro
O governo federal anunciou nesta quinta-feira (17) um reajuste de 15,04% no Bolsa Família. Com a mudança, o valor mínimo pago por família passará de R$ 600 para R$ 691, a partir da folha de outubro. O pagamento com os novos valores começa em 19 de outubro.
O benefício médio também será reajustado, passando de cerca de R$ 675 para R$ 777. Segundo o governo, a atualização recompõe a inflação acumulada desde 2023. O programa mantém ainda os adicionais destinados a famílias de acordo com sua composição, incluindo valores relacionados a crianças, adolescentes e gestantes.
O reajuste terá impacto estimado de R$ 5,8 bilhões em 2026 e de aproximadamente R$ 22,7 bilhões em 2027. O governo afirma que a despesa está prevista no orçamento e será compensada por economia obtida com medidas de revisão de gastos.