O Governo Federal ampliou a cobertura de CEPs em todo o país e alcançou as 12.348 favelas e comunidades urbanas identificadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A iniciativa, realizada por meio do programa CEP para Todos, beneficiou cerca de 16,3 milhões de pessoas nos últimos anos e ampliou as condições de acesso dos moradores a serviços públicos e privados. Leia em TVT News.
Coordenado pelo Ministério das Comunicações, em parceria com o Ministério das Cidades e os Correios, no âmbito do programa Periferia Viva, o CEP para Todos busca enfrentar a falta de endereços oficiais em favelas e comunidades urbanas. O resultado ganha destaque justamente pelo Dia da Favela ter sido comemorado na quarta-feira (4/11), data que reforça a importância desses territórios para a formação social, cultural e econômica do país e a necessidade de assegurar direitos aos moradores desses locais.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou que a iniciativa vai além de facilitar a entrega de correspondências. “É promover inclusão social, fortalecer a cidadania e assegurar que milhões de brasileiros tenham seu endereço reconhecido e possam acessar serviços e oportunidades em condições de igualdade”, disse.
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NOVA ETAPA — Com a cobertura de todas as comunidades mapeadas pelo IBGE, o Governo Federal inicia uma nova etapa do programa, que prevê a identificação e a codificação individualizada de ruas, vielas e becos. A medida vai tornar os endereços mais precisos, facilitar a entrega de correspondências e encomendas e ampliar as possibilidades de acesso dos moradores a serviços e políticas públicas.
CORREIOS NAS COMUNIDADES — Outra frente de atuação é a ampliação da presença dos Correios nas comunidades, por meio de canais de atendimento e pontos de coleta que aproximem os serviços postais dos moradores. Segundo a subsecretária de Governança das Entidades Vinculadas, Lumárya Souza de Sousa, 48 dos 58 territórios indicados pelo Ministério das Cidades já contam com serviços como Correios Essencial e Pontos de Coleta, o equivalente a 82,8% da meta estabelecida. “Nosso trabalho continua para que o reconhecimento do endereço se traduza em mais oportunidades e serviços para a população”, reforçou Lumárya.
ENDEREÇO QUE ABRE PORTAS — A ausência de um CEP pode representar uma barreira para atividades simples do cotidiano. Sem um endereço reconhecido, moradores podem enfrentar dificuldades para receber correspondências e encomendas, realizar cadastros, acessar serviços financeiros, matricular crianças em escolas e até solicitar serviços de emergência. O reconhecimento oficial dos endereços também contribui para o planejamento de políticas públicas, permitindo identificar melhor os territórios e ampliar a presença do poder público nessas localidades.
Com Secom